
Em 1840, nasceu Piotr Ilich Tchaikovsky
na cidade de Kamsko-Votkinsk, na Rússia.
Em 1848, transferiu-se com a família para São Petersburgo, onde inciou suas
aulas teóricas musicais com diversos professores particulares, entre eles
o maestro Filipov.
Em 1850, por desejo da família, foi para a Escola de Direito de São Petersburgo,
que cursou até 1859. Era um estudante muito aplicado e antes mesmo de se formar,
foi empregado como funcionário do Ministério da Justiça.
Em 1854, morreu-lhe a mãe, fato que o marcou profundamente.
Em 1863, Tchaikovsky decidiu dedicar-se totalmente à carreira
musical e matriculou-se no Conservatório de São Petersburgo, onde permaneceu
três anos. Lá ele entrou em contato com as obras dos grandes mestres alemães.
Em 1866, foi convidado pelo diretor do Conservatório de Moscou, Nikolai Rubinstein,
para dar aulas de Teoria Musical e Composição.
Em 1868, travou contato com o Grupo dos Cinco, movimento nacionalista russo
que compatilhava do ideal de criar uma música fundada sobre o folclore nacional
contra a tutela e influência das escolas francesa e italiana.
Em 1875, viajou pela Europa e conheceu em Paris Saint-Saëns, Franz Liszt,
Georges Bizet e Jules Massenet.
Em 1876, conheceu a baronesa Nadyezhda von Meck, que atraída por sua obra,
pediu-lhe algumas composições para violino e piano. Em seguida, converteu-se
em mecenas de Tchaikovsky, sob a única condição de comunicarem-se
somente por carta. Essa correspondência durou 14 anos, sem nunca terem se
visto. O mecenato resguardou-o de dificuldades financeiras durante esse tempo.
Nesse mesmo ano, foi nomeado coreógrafo do Teatro Bolshoi de Moscou.
Em 1877, casou com Antonia Miliukova, aluna do Conservatório de Moscou, em
uma tentativa de mascarar sua homossexualidade. Ser um homossexual enrustido
causava-lhe muita angústia. Como seria de prever, foi tremendamente infeliz
nesse casamento sem amor, o que o levou a tentar o suicídio. Quando sua tentativa
falhou, deixou sua mulher para viajar pela Europa.
Em 1878, deixou sua cátedra no Conservatório de Moscou.
Em 1880, Nikolai Rubinstein o incumbiu de compor uma abertura sinfônica-coral
de tema patriótico, prevista para a inauguração da uma exposição em Moscou:
nasceu a Abertura 1812.
Em 1891, Tchaikovsky fez uma turnê pelo leste dos Estados
Unidos, regendo concertos em Nova Iorque, Filadélfia e Baltimore. Após seu
retorno à Rússia, foi atormentado por séria instabilidade emocional.
Em 1892, já não contava mais com o auxílio da baronesa von Meck.
Em 1893, ano em que recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade
de Cambrigde, morreu em São Petersburgo. Muitos escândalos envolveram a prematura
e suspeita morte de Tchaikovsky.
Segundo alguns, ele se envolvera em casos de pederastia e cometera suicídio por solicitação de uma corte de honra.
Apesar das insinuações do escândalo, a sua morte ainda não foi esclarecida. De modo geral, considera-se que morreu de cólera, mas também há evidências de que tenha tomado uma dose fatal de veneno.

Do que havia em sua casa, desde cedo, Tchaikovsky
interessou-se por música. Aos cinco anos, teve seu primeiro contato com ela,
em um velho órgão mecânico onde aprendeu algumas árias da moda, ajudado por
sua mãe.
Era um homem gentil, amável e educado, mas meio desligado e com estranhas
manias. Uma delas, por exemplo, era o hábito de rasgar pedaços de documentos
oficiais para fazer bolinhas de papel para mascar. Certa vez, por distração,
mascou um documento inteiro.
Tornou-se ainda em vida o compositor russo mais celebrado e permanece, desde
então, como um dos mais conhecidos e mais amados. Foi um dos alunos da primeira
turma a graduar-se no Conservatório de São Petersburgo. Durante toda a sua
vida, foi o único compositor profissional russo.
O compositor amava a música folclórica de seu país e muitos de seus trabalhos
contêm a cor e o calor desta tradição popular. A simplicidade da expressão
sentimental de Tchaikovsky contribui para que sua música
seja amada e conhecida até hoje.
Teve uma produção bastante diversificada. Compôs balés famosíssimos, até hoje
encenados, como O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, O Quebra Nozes; dez
óperas, entre elas, Eugene Onegin, A Dama de Orleans, Mazeppa, Rainha de Espadas;
sinfonias, as mais antigas de caráter nacionalista, as últimas tratam do destino,
perturbação e, em especial a Patética, desespero. As três últimas de suas
sinfonias numeradas (quarta, quinta e sexta) são consideradas obras-primas
e são frequentemente executadas. Além disso, escreveu suítes e concertos.
Mardilê Friedrich Fabre
Fonte: recantodasletras.uol.com.br

Pyotr Ilyich Tchaikovsky, (Kamsko-Wotkinski Sawod, atual Tchaikovsky, 7 de maio de 1840 - São Petersburgo, 6 de novembro de 1893) foi um compositor romântico russo.
Embora não faça parte do chamado Grupo dos Cinco (Mussorgsky, César Cui, Rimsky-Korsakov, Balakirev e Borodin) de compositores nacionalistas daquele país, sua música se tornou conhecida e admirada por seu caráter distintamente russo, bem como por suas ricas harmonias e vivas melodias. Suas obras, no entanto, foram muito mais ocidentalizadas do que aquelas de seus compatriotas, uma vez que ele utilizava elementos internacionais ao lado de melodias populares nacionalistas russas.
Tchaikovsky, assim como Mozart, é um dos poucos compositores aclamados que se sentia igualmente confortável escrevendo óperas, sinfonias, concertos e obras para piano.

Piotr Tchaikovsky
Piotr Ilich Tchaikovsky nasceu em Maio de 1840, na cidade de Kamsko-Votkinsk, na Rússia, filho de um engenheiro de minas ucraniano chamado Ilya com sua segunda esposa, Alexandra, de ascendência francesa.
Desde cedo Tchaikovsky interessou-se por música. Seu primeiro contato foi aos cinco anos com um velho órgão mecânico que havia em sua casa, onde aprendeu algumas árias da moda ajudado por sua mãe.
Em 1848 a família fixa-se em São Petersburgo, onde o compositor toma as primeiras aulas teóricas musicais com diversos professores particulares, entre eles o maestro Filipov.
Mas em 1850 os desejos da família eram que fosse advogado. Foi para a Escola de Direito de São Petersburgo onde cursou até 1859, mostrando-se um estudante muito aplicado, e antes mesmo de se formar foi empregado como funcionário do Ministério da Justiça.
Em 1854 morre sua mãe. Fato que, segundo alguns biógrafos e estudiosos de sua vida, o marcou profundamente.

Tchaikovsky em 1874
Em 1863 Tchaikovsky decide dedicar-se inteiramente a carreira musical. Opondo-se totalmente às expectativas da família, abdica da carreira jurídica e se matricula no Conservatório de São Petersburgo, onde permanece três anos.
É no Conservatório que Tchaikovsky tem contato com as obras dos grandes mestres alemães, bem como com composições de Glinka, Meyerbeer, Schumann e Liszt. Foi aluno de Anton Rubinstein em orquestração, e de Nikolai Zaremba em composição.
Em 1866 é convidado por Nikolai Rubinstein, irmão de Anton Rubinstein e diretor do Conservatório de Moscou, para dar aulas de Teoria Musical e Composição. Foi professor até 1878.
Em 1867 foi um dos designados pelo Conservatório de Moscou a receber oficialmente Hector Berlioz em sua viagem a Rússia.
Em 1868 trava contato com o Grupo dos Cinco, movimento nacionalista russo que compatilhava do ideal de criar uma música fundada sobre o folclore nacional, contra a tutela e influência das escolas francesa e italiana. O grupo era formado pelos compositores Mily Balakirev, César Cui, Modest Mussorgski, Aleksandr Borodin e Nikolai Rimsky-Korsakov.
Em 1875 viaja pela Europa e conhece em Paris Saint-Saëns, Franz Liszt, Georges Bizet e Jules Massenet.
Tchaikovsky com a esposa AntoninaEm 1876, Nikolai Rubinstein apresenta o compositor à baronesa Nadyezhda von Meck, que se sente profundamente atraída pela obra de Tchaikovsky. Incialmente a baronesa o incumbe em algumas transcrições para violino e piano, mas em seguida se converte em mecenas de Tchaikovsky, sob a única condição de comunicarem-se somente por carta. Essa correspondência durou quatorze anos, sem nunca terem se visto.
O mecenato resguardou Tchaikovsky de dificuldades financeiras durante esse tempo. (A Sinfonia nº4 em Fá Menor, opus 36, é dedicada a baronesa) Nesse mesmo de 1876 recebe o encargo de coreógrafo do Teatro Bolshoi de Moscou, onde nasce o ballet O Lago dos Cisnes.

Tchaikovsky com a esposa Antonina
Em carta de 1876 a seu irmão, confessa estar atormentado por tendência homossexuais desde a juventude, e que faria tudo o que fosse possível para se casar e afastar todos os rumores que o incomodavam. Em 1877 casa-se com uma aluna do Conservatório de Moscou, Antonina Miliukova. Matrimônio que desde o início fora um suplício. Inicialmente porque sua esposa não se interessava por suas composições e projetos artísticos.
O mecenato da baronesa von Meck possibilitava Tchaikovsky dedicar-se exclusivamente a composição, então em 1878 deixa sua cátedra no Conservatório de Moscou.
Em 1880 Nikolai Rubinstein o incumbe de compor uma abertura sinfônica-coral de tema patriótico, prevista para a inauguração da uma exposição em Moscou: nasce a Abertura 1812.
Em 1892 já não conta mais com a ajuda da baronesa von Meck. Sua irmã Alexandra morre. E aos cinqüenta anos tem a aparência de um homem muito mais velho.
Em junho de 1893, Tchaikovsky recebe o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Cambrigde. Em outubro do mesmo ano sua saúde se agrava profundamente.
Dia 6 de Novembro de 1893 Tchaikovsky morre, em São Petersburgo.
Seu sobrenome é derivado da palavra tchaika, que, em russo, significa gaivota.
Tchaikovsky foi o primeiro compositor russo a dar ao ballet uma dimensão orquestral.
Precoce, ele iniciou o aprendizado de piano aos cinco anos, mas em 1850 a família decidiu que o garoto deveria ser advogado. Ele foi para a Escola de Direito de São Petersburgo que cursou até 1859, sendo reconhecido como estudante aplicado, e antes mesmo de se formar foi empregado no Ministério da Justiça.
Tchaikovsky deixou a carreira jurídica em 1863 para se dedicar exclusivamente à música. Ele então estudou no Conservatório de São Petersburgo até 1866, quando foi chamado por Nikolai Rubinstein, irmão de Anton Rubinstein e diretor do Conservatório de Moscou, para dar aulas de Teoria Musical e Composição.
Ele foi professor a até aproximadamente 1878.
Tchaikovsky talvez seja mais conhecidos por seus bailados, no entanto foi apenas no fim de sua carreira, com seus dois últimos balés, que seus contemporâneos passaram a apreciar suas qualidades como autor desse gênero.
(18751876): O Lago dos Cisnes, Op. 20. O primeiro balé de Tchaikovsky foi encenado pela primeira vez (com algumas omissões) no Teatro Bolshoi em Moscou em 1877.
(18881889): A Bela Adormecida, Op. 66. Considerado um dos melhores trabalhos de Tchaikovsky. Encenado pela primeira vez em 1890 no Teatro Mariinsky em São Petersburgo.
(18911892): O Quebra Nozes, Op. 71. Tchaikovsky não ficou muito satisfeito com esta obra, seu último balé.
Tchaikovsky escreveu dez óperas, entre elas:
(18771888): Eugene Onegin, Op. 24
(1881): A Dama de Orleans
(1884): Mazeppa
(1890): Rainha de Espadas, Op. 68
(1892): Iolanthe
As sinfonias mais antigas de Tchaikovsky são normalmente trabalhos alegres de caráter nacionalista, enquanto as últimas tratam do destino, perturbação e, em especial a Patética, desespero. As três últimas de suas sinfonias numeradas (quarta, quinta e sexta) são consideradas obras-primas e são freqüentemente executadas. Existe ainda uma "Sétima Sinfonia" que é uma compilação de temas musicais descartados pelo compositor e reunidos após a sua morte pelo compositor soviético Semyon Bogatyrev e lançada como "Sinfonia Nº 7 em Mi Bemol Maior".
(1866): No. 1 em sol menor, Op. 13, Sonhos de um dia de Inverno
(1872): No. 2 em dó menor, Op. 17, Pequeno Russo
(1875): No. 3 em ré maior, Op. 29, Polonesa
(18771878): No. 4 em fá menor, Op. 36
(1885): Sinfonia Manfredo, si menor, Op. 58. Baseada no poema dramático Manfredo, de (Lorde Byron).
(1888): No. 5 em mi menor, Op. 64
(1893): No. 6 em si menor, Op. 74, Patética
Tchaikovsky também escreveu quatro suítes para orquestra entre a Quarta e a Quinta Sinfonias. Ele pretendia chamar uma ou mais delas de sinfonias, mas foi convencido a mudar os títulos.
(18741875): Dos seus três concertos para piano, é o No.1 em Si Bemol Menor, Op. 23, que é o mais conhecido e admirado. Ele foi inicialmente rejeitado pelo pianista Nikolai Grigorievitch Rubinstein, como mal-escrito e impossível de ser tocado, e depois estreado por Hans von Bülow (que ficou encantado em tocar uma peça dessa qualidade) em Boston, 1875. Van Cliburn, um norte-americano, conquistou a primeira Competição Internacional Tchaikovsky com esta obra deixando os cidadãos russos atordoados, pois esse prêmio havia sido criado para celebrar a Rússia e os russos.'
(1878): Seu Concerto para Violino em Ré Maior, Op. 35, foi composto em menos de um mês, entre maio e abril de 1878, mas sua primeira execução ocorreu apenas em 1881 porque Leopold Auer, o violinista para quem Tchaikovsky pretendia dedicar a obra, se recusou a tocá-la. Este concerto é considerado um dos melhores já feitos para o instrumento e freqüentemente executado hoje em dia.
(1889): O chamado "Terceiro Concerto para Piano em mi bemol maior", Op. 75, tem uma história curiosa. Ele foi iniciado após a Quinta, e deveria ser a próxima sinfonia, ou seja, a Sexta. No entanto Tchaikovsky abandonou essa obra e concentrou seus esforços naquela que hoje nós conhecemos como a Sexta Sinfonia, um trabalho totalmente diferente (a Patética). Após a morte de Tchaikovsky o compositor Sergei Taneyev trabalhou a sinfonia abandonada, adicionou uma parte em piano, e a lançou como o "Terceiro Concerto para Piano de Tchaikovsky".

Abertura 1812, completa (com canhões), foi executada em 2005 no Clássicos
Espetaculares
1869, rev, 1870, 1880
Abertura-Fantasia Romeu e Julieta
Esta peça contém uma das melodias mais famosas do mundo. O tema romântico do meio desta obra foi utilizado milhares de vezes em comerciais e filmes.
1876
Marcha Eslava, Op. 31
Esta é outra peça muito conhecida e normalmente executada em conjunto com a Abertura 1812. Tchaikovsky usa o Hino Nacional Tsarista assim como na Abertura 1812, mas o que a torna peculiar é que o tema é russo, e não eslavo.
1876
Francesca da Rimini, Op. 32
1880
Abertura 1812, Op. 49
Tchaikovsky escreveu esta peça para comemorar a vitória russa sobre Napoleão nas Guerras Napoleônicas. Ela é conhecida pelos temas de música russa tradicional (como o velho Hino Nacional Tsarista) assim como pelo triunfante e bombástico final, com 16 tiros de canhão e o coro de sinos.
Para coral, cantos, música de câmara, e piano solo
1871
Quarteto de cordas No. 1 em ré maior, Op. 11
1876
Variações sobre um Tema Rococó, para violoncelo e orquestra, Op. 33
1876
Suíte para piano "As Estações" Op. 37a
1882
Trio para piano, violino e violoncelo em lá menor, op. 50
1886
Dumka, Cena Rústica Russa em dó menor, para piano
1890
Sexteto para cordas "Souvenir de Florence", Op. 70
Esta lista apresenta as obras do compositor romântico russo Piotr I. Tchaikovsky.
Obras publicadas em vida:
Op. 1 Duas peças para piano
Op. 2 Souvenir de Hapsal, piano
Op. 3 O Voyevoda, ópera
Op. 4 Valsa-capricho, piano
Op. 5 Romance, piano
Op. 6 Seis canções
Op. 7 Valsa-scherzo, piano
Op. 8 Capriccio, piano
Op. 9 Trois morceaux, piano
Op. 10 Deux morceaux, piano
Op. 11 Quarteto de cordas No. 1 em Ré maior
Op. 12 A dama de neve, música incidental
Op. 13 Sinfonia No. 1 em Sol menor Sonhos de Inverno
Op. 14 Vakula, o ferreiro, ópera
Op. 15 Abertura festival sobre o Hino Nacional da Dinamarca
Op. 16 Seis canções
Op. 17 Sinfonia No. 2 em Dó menor Pequena russa
Op. 18 A tempestade, fantasia sinfônica
Op. 19 Six morceaux, piano
Op. 20 O Lago dos Cisnes, balé
Op. 21 Six Morceaux, composés sur un seul thème, piano
Op. 22 Quarteto de cordas No. 2 em Fá maior
Op. 23 Concerto para piano e orquestra No. 1 em Si bemol menor
Op. 24 Yevgeni Onegin, ópera
Op. 25 Seis canções
Op. 26 Sérénade mélancolique para violino e orquestra
Op. 27 Seis canções
Op. 28 Seis canções
Op. 29 Sinfonia No. 3 em Ré maior Polonesa
Op. 30 Quarteto de cordas No. 3 em Mi bemol menor
Op. 31 Marcha eslava para orquestra
Op. 32 Francesca da Rimini, fantasia sinfônica em Mi menor
Op. 33 Variações em um tema rococó para violoncelo e orquestra em Lá maior
Op. 34 Valsa-scherzo para violino e orquestra
Op. 35 Concerto para violino e orquestra em Ré maior
Op. 36 Sinfonia No. 4 em Fá menor
Op. 37 Sonata para piano No. 1 em Sol maior Grande sonata
Op. 37b As estações, piano
Op. 38 Seis canções
Op. 39 Album pour Enfants: 24 pièces faciles (à la Schumann), piano
Op. 40 Douze morceaux (difficulté moyenne), piano
Op. 41 Liturgia de São João Crisóstomo, coro a cappella
Op. 42 Souvenir d'un lieu cher para violino e piano
Op. 43 Suíte orquestral No. 1
Op. 44 Concerto para piano e orquestra No. 2 em Sol maior
Op. 45 Capricho italiano, orquestra
Op. 46 Seis duetos
Op. 47 Sete canções
Op. 48 Serenata para cordas em Dó maior
Op. 49 Abertura solene 1812 em Mi bemol maior
Op. 50 Trio para piano
Op. 51 Six morceaux, piano
Op. 52 Vigília da véspera, coro a cappella
Op. 53 Suíte orquestral No. 2 em Dó maior
Op. 54 Dezesseis canções infantis
Op. 54/55 Lenda, arranjo de uma canção solo para coro a cappella
Op. 55 Suíte orquestral No. 3 em Sol maior
Op. 56 Concerto-fantasia para piano e orquestra em Sol maior
Op. 57 Seis canções
Op. 58 Sinfonia Manfredo em Si menor
Op. 59 Dumka: Cena rústica russa, piano
Op. 60 Doze canções
Op. 61 Suíte orquestral No. 4 em Sol maior Mozartiana
Op. 62 Pezzo capriccioso para violoncelo e orquestra em Si menor
Op. 63 Seis canções
Op. 64 Sinfonia No. 5 em Mi menor
Op. 65 Seis canções francesas
Op. 66 A Bela Adormecida, balé
Op. 67 Hamlet, abertura fantasia em Fá menor
Op. 67a Hamlet, música incidental
Op. 68 Rainha de Espadas, ópera
Op. 69 Iolanta, ópera
Op. 70 Souvenir de Florence, sexteto de cordas
Op. 71 O Quebra-Nozes, balé
Op. 71a O Quebra-Nozes, suíte do balé
Op. 72 Dix-huit morceaux, piano
Op. 73 Seis canções
Op. 74 Sinfonia No. 6 em Si menor Patética
Op. 75 Concerto para piano e orquestra No. 3 em Mi bemol maior
Op. 76 A tempestade em Mi maior
Op. 77 Fatum, poema sinfônico em Dó menor
Op. 78 O Voyevoda, balada sinfônica
Op. 79 Andante e finale para piano e orquestra, inacabado
Op. 80 Sonata para piano No. 2 em Dó sustenido menor
O Lago dos Cisnes (1876)
A Bela Adormecida (1889)
O Quebra-Nozes (1892)
Ode à alegria (1865)
Cantata para a abertura da Exposição politécnica de Moscou (1872)
Cantata para o jubileu de O. A. Petrov (1875)
Moscou: Cantata da coroação (1883)
Concerto para piano e orquestra No. 1 em Si bemol menor (1875)
Sérénade mélancolique para violino e orquestra (1875)
Variações em um tema rococó para violoncelo e orquestra em Lá maior (1876)
Valsa-scherzo para violino e orquestra (1877)
Concerto para violino e orquestra em Ré maior (1878)
Concerto para piano e orquestra No. 2 em Sol maior (1880)
Concerto-fantasia para piano e orquestra em Sol maior (1884)
Pezzo capriccioso para violoncelo e orquestra em Si menor (1887)
Andante cantabile para violoncelo e orquestra de cordas (1888)
Noturno para violoncelo e orquestra (1888)
Concerto para piano e orquestra No. 3 em Mi bemol maior (1893, publicação póstuma)
Andante e finale para piano e orquestra (1893, publicação póstuma)
À hora de dormir (1864)
Coro de flores e insetos (1870)
Natureza e amor (1870)
Primavera (1871)
Anoitecer (1871)
Liturgia de São João Crisóstomo (1878)
Coro de estudantes do Instituto Patriótico (1880)
Vigília da véspera (1882)
Nove peças litúrgicas (1885)
Hino em honra de São Cirilo e São Metódio (1885)
Canção dos juristas (1885)
O anjo gritou (1887)
A nuvem dourada dormiu (1887)
Bendito aquele que sorri (1887)
O rouxinol (1889)
Lenda (1889)
Uma saudação a Anton Rubinstein (1889)
Três coros (1891)
Noite (1893)
Quarteto de cordas em Si bemol maior (1865)
Quarteto de cordas No. 1 em Ré maior (1871)
Quarteto de cordas No. 2 em Fá maior (1874)
Quarteto de cordas No. 3 em Mi bemol menor (1876)
Andante funebre para violino e piano (1876)
Noturno para violino e piano (1876)
Souvenir d'un lieu cher para violino e piano (1878)
Trio para piano em Lá menor (1882)
Souvenir de Florence, sexteto de cordas (1890)
Boris Godunov (1865)
Dmitri, o pretendente, e Vasily Shuisky (1867)
O entrelaçamento (1867)
O barbeiro de Sevilha (1872)
A dama de neve (1873)
A fada (1879)
Montenegro (1880)
O Voyevoda (1886)
Hamlet (1891)
O Voyevoda (1868)
Undina (1869)
O Oprichnik (1872)
Vakula, o ferreiro (1874)
Yevgeny Onegin (1878)
A donzela de Orléans (1879)
Mazeppa (1883)
Cherevichki (1885)
A encantadora (1887)
Pikovaya Dama (1890)
Iolanta (1891)
Sinfonia No. 1 em Sol menor Sonhos de Inverno (1866)
Sinfonia No. 2 em Dó menor Pequena russa (1872)
Sinfonia No. 3 em Ré maior Polonesa (1875)
Sinfonia Manfredo em Fá menor (1877)
Sinfonia No. 4 em Si menor (1885)
Sinfonia No. 5 em Mi menor (1888)
Sinfonia inacabada em Mi bemol maior (1892)
Sinfonia No. 6 em Si menor Patética (1893)
Suíte orquestral No. 1 em Ré menor (1879)
Suíte orquestral No. 2 em Dó maior (1883)
Suíte orquestral No. 3 em Sol maior (1884)
Suíte orquestral No. 4 em Sol maior Mozartiana (1887)
Suíte do balé O Quebra-Nozes (1892)
A tempestade, op. 76 (1864)
Danças características (1865)
Abertura em Fá maior (1865)
Abertura em Dó menor (1866)
Abertura festival sobre o Hino Nacional da Dinamarca (1866)
Fatum (1868)
Romeu e Julieta (1869)
Serenata para o onomástico de Nikolai Rubinstein (1872)
A tempestade, op. 18 (1873)
Marcha eslava (1876)
Francesca da Rimini (1876)
Capricho italiano (1880)
Serenata para cordas (1880)
Abertura solene 1812 (1880)
Marcha da coroação de Alexandre III (1883)
Elegia para orquestra de cordas (1884)
Marcha da jurisprudência (1885)
Hamlet (1888)
O Voyevoda (1891)
Fonte: pt.wikipedia.org