Faça-se a luz! Iluminação paisagística: o toque final.

Iluminação paisagística é o toque de finalização dos projetos de arquitetura e/ou paisagísticos, desde a iluminação destacada para algumas espécies de árvores até as bordas da piscina. Mais de 50% dos proprietários de casas onde haja projeto paisagístico opta por aplicar a iluminação em seu projeto. Quem aplica milhares de reais para que seu projeto se revele fabuloso quer que as pessoas o vejam. Além das razões estéticas, a iluminação também acrescenta horas ao tempo que você pode desfrutar seu jardim, ou mesmo relaxar no pátio, entretendo-se com amigos ou nadando na piscina.
Por fim, instala-se iluminação no jardim por razões de segurança, para que se possa locomover com segurança e para dificultar o acesso de invasores. Há vários meios para se alcançar esses propósitos. A maioria usa uma combinação de métodos, incluindo iluminação a partir do solo (de baixo para cima), aérea (de cima para baixo) e de caminhos.
A iluminação de solo é a mais artificial, e tende a incorporar um ar dramático à sua propriedade. Usa-se frequentemente para iluminar árvores, muros, arbustos ou qualquer elemento onde se deseje o efeito. A iluminação aérea é a mais natural, por apresentar luz e sombra mais parecidos com a iluminação natural. A iluminação de caminhos é instalada ao longo dos mesmos ou em escadas, por segurança.
A iluminação da paisagem acrescenta ao projeto detalhes que não podem ser vistos durante o dia. À noite, a iluminação adequada colocada nos pontos certos pode-se ver um lado totalmente novo da casa e de seu jardim.

Piscinas se destacam com um pouco de luz. A iluminação ao longo da borda vem ganhando popularidade, definindo uma elegante visão de todo o perímetro da piscina. Em cascatas o efeito pode ser arrebatador. Piscinas que tem incorporada uma queda d'água ficam maravilhosas à noite, com a iluminação sub-aquática brilhando através delas.
Não é apenas durante o verão que uma piscina iluminada vai se fazer presente, chamando as pessoas para perto de si ou convidando às brincadeiras na água, mas mesmo durante o mais frio inverno a iluminação do jardim e da piscina permanecerá dando um show à parte, engrandecendo sua casa e cobrindo o orvalho de magia. E não importa que o sol se ponha, suas luzes poderão brilhar assim que escureça.
A iluminação pode ser acoplada a timers que poderão ser ajustados conforme a necessidade. E se além de iluminada a sua piscina dispuser de uma bomba de calor Light Tech, o prazer desfrutado durante os meses mais quentes dura o ano inteiro, com segurança e economia.
Piscinas devem ser iluminadas por dentro, com iluminação subaquática. Se for usada apenas a mesma iluminação externa usada para seu entorno, o resultado obtido será o de reflexos da iluminação sobre a água, e não sua iluminação interna. Antigamente iluminava-se piscinas através de faróis selados, como de automóveis.
Depois foram substituídos por projetores menores, dicróicos. Atualmente essa iluminação é feita por fibra ótica ou LEDs Light Tech, que proporcionam muito mais segurança, maior economia e variedade de cores e efeitos.

A fibra ótica é o material mais seguro para iluminação em meio aquático. O cabo de fibra ótica só conduz luz. O cabo não conduz eletricidade nem calor. Com o sistema de fibra ótica pode-se alternar cores e criar efeitos de iluminação com um inigualável nível de segurança.
A fibra ótica permite também criar pequenos pontos de luz para iluminar plantas, cascatas, degraus, delimitar passeios, etc. Claro que a cor do revestimento interior da piscina tem muita influência no resultado final.
Quanto mais escuro for, mais luz absorverá, sendo menor a reflexão de luz e menor a capacidade de iluminação.

100% seguro em meios aquáticos;
Possibilidade de se ter várias cores de iluminação no mesmo cabo;
Segurança absoluta quanto à choques elétricos, já que não conduz eletricidade;
Instalação muito simples;
Pontos de luz são muito pequenos, sendo pouco visíveis durante o dia;
Ausência de radiação infravermelha e ultravioleta;
Reduzido consumo de energia;
Possibilidade de criação de efeitos especiais;
Controle digital;
Iluminação pode ser controlada ao toque de um botão.
LEDs não são lâmpadas. São diodos emissores de luz. LEDs são mais duráveis, mais brilhantes, não esquentam e consomem muito menos energia. Sua luz, além de ter mais brilho, pode ser branca, ao contrário das lâmpadas incandescentes que são amarelas. São muito mais duráveis que lâmpadas incandescentes.

Vantagens dos LEDs na iluminação de piscinas:
Baixíssimo consumo: x Watt por ponto;
Eliminação dos transformadores necessários em redes de iluminação com lâmpadas dicróicas
Baixo custo de instalação;
Não necessita manutenção preventiva ou corretiva;
Vida útil mínima dos LEDs em torno de 100.000 h;
Não necessita troca de lâmpadas;
Cores na piscina, permitindo efeitos visuais modernos ou paradas na cor da preferência (mesmo efeito da fibra ótica, custo inferior);
Economia de água e produtos de tratamento: com uma iluminação tradicional , pode ser preciso baixar o nível da piscina para efetuar troca das lâmpadas (vida útil de médio de 1000 a 2000 h);
Isolamento elétrico: todas as conexões dos canhões são realizadas com resinas especiais impossibilitando a entrada de água nas conexões dos LEDs;
Riscos elétricos eliminados: segurança pela baixa voltagem (12 Volt, corrente contínua) eliminando a possibilidade de choques elétricos;
Baixa potencia / baixa temperatura: os canhões c/ LEDs podem funcionar fora da água sem risco de queimarem; Iluminação moderna;
Fonte: www.hidrosulvc.com.br

Limpar a piscina é um trabalho composto por diversas tarefas, que se tornarão mais fáceis e eficazes se realizadas por uma determinada ordem. Encontrará aqui, de forma simples e direta, os diferentes passos, as precauções que deve tomar e ainda algumas dicas úteis para que a sua piscina se torne um prazer apenas por olhar para ela.
Pouco sentido faria empenhar-se a fundo na limpeza da piscina propriamente dita e esquecer-se de limpar o deck. Mas por estranho que possa parecer, é algo que acontece com grande frequência, seja por desleixo ou por esquecimento.
O resultado é que a sujidade que está no deck depressa acabará na piscina, deitando por terra várias horas de trabalho.
Apanhe o lixo e as folhas caídas nas imediações da piscina e varra o deck. Ocasionalmente, aproveite para o limpar a fundo com os devidos produtos de limpeza: já que meteu mãos à obra, porque não fazer o trabalho completo?
É comum este depósito ficar esquecido, o que tem consequências negativas para a eficácia geral do sistema de filtragem. Comece por esvaziá-lo e limpá-lo, já que para a fase de aspiração irá necessitar da máxima potência e eficácia que puder.
Pode agora começar a limpeza da piscina propriamente dita, começando pela superfície da água. Recorrendo a uma rede, remova as folhas e outras substâncias flutuantes de maiores dimensões.
Caso note que existe uma camada de sujidade extensa sobre a generalidade da linha de água, deite um pouco de sabão para azulejos em todo o comprimento da piscina: isso fará com que a sujidade se afaste e se concentre nas bordas, tornando-a mais fácil de recolher.
Se a sua rede tiver um revestimento de borracha, pode também raspá-la nos azulejos da linha de água, pois será uma forma adicional de soltar a sujidade maior.
Passe então à limpeza dos azulejos, recorrendo a material específico para esse efeito. Aplique o sabão diretamente na escova apropriada e esfregue bem; a sujidade excessiva irá soltar-se para o fundo da piscina, algo que irá tratar no quinto passo.
Não se esqueça de escovar acima, abaixo e na linha de água, já que o nível varia bastante com a evaporação natural e as reposições constantes.
Faça o mesmo em relação às escadas e a outros acessórios que estejam igualmente localizados na linha de água (certificando-se que são compatíveis com este tipo de produtos de limpeza).
Caso se depare com uma área com demasiada sujidade para remover com a escova, pode utilizar uma pedra-pomes, com cuidado para não riscar os azulejos. Esta é particularmente eficaz na remoção de sujidade difícil, especialmente em casos de início de infestação de algas.
O último passo é a aspiração. Irá necessitar da máxima potência possível, por isso certifique-se que tudo está a funcionar corretamente. O skimmer principal deverá ser a única fonte de sucção, e portanto, tape ou desligue (se possível) o cano principal no fundo da piscina e eventuais skimmers secundários.
Supondo que está a utilizar um aparelho manual, comece por encaixar a mangueira no aspirador e mergulhe-os dentro de água antes de conetar a outra ponta ao skimmer.
É importante que a mangueira esteja totalmente cheia de água quando iniciar o processo, pelo que deverá mergulhar o aspirador lentamente até ao fundo da piscina, até que note que existe água na outra ponta.
Ligue-a então ao skimmer e aspire lentamente o fundo da piscina, algo que não é muito diferente de aspirar um tapete em casa. Dê especial atenção aos cantos, onde frequentemente se acumula mais sujidade.
No final, retire o aspirador da água e deixe que o skimmer esvazie a mangueira na totalidade, retirando-a logo de seguida. A piscina voltará então ao seu funcionamento normal.
É comum ficar alguma sujidade retida na própria mangueira, por isso deverá ter cuidado ao removê-la para que esta não regresse à piscina.
O último passo é a aspiração. Irá necessitar da máxima potência possível, por isso certifique-se que tudo está a funcionar corretamente. O skimmer principal deverá ser a única fonte de sucção, e portanto, tape ou desligue (se possível) o cano principal no fundo da piscina e eventuais skimmers secundários.
Supondo que está a utilizar um aparelho manual, comece por encaixar a mangueira no aspirador e mergulhe-os dentro de água antes de conetar a outra ponta ao skimmer.
É importante que a mangueira esteja totalmente cheia de água quando iniciar o processo, pelo que deverá mergulhar o aspirador lentamente até ao fundo da piscina, até que note que existe água na outra ponta.
Ligue-a então ao skimmer e aspire lentamente o fundo da piscina, algo que não é muito diferente de aspirar um tapete em casa. Dê especial atenção aos cantos, onde frequentemente se acumula mais sujidade.
No final, retire o aspirador da água e deixe que o skimmer esvazie a mangueira na totalidade, retirando-a logo de seguida. A piscina voltará então ao seu funcionamento normal.
É comum ficar alguma sujidade retida na própria mangueira, por isso deverá ter cuidado ao removê-la para que esta não regresse à piscina.
E aí está, a sua piscina como nova, bem limpa e mesmo a chamar para um mergulho!
Para que ela se mantenha com esta aparência, lembre-se que o melhor remédio é a prevenção: mantenha a água devidamente tratada com cloro (ou substituto), os filtros limpos e a funcionar corretamente, e não espere tempo demais para a próxima limpeza! Consulte a listagem de tarefas periódicas para não se esquecer de nada!