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Piso

São tantas as variedades, que não há quem não fique perdido na hora de escolher o revestimento do piso. Os tipos disponíveis no mercado, além de conforto, podem conferir glamour à decoração.

Mas antes de escolher é preciso pensar no clima que você quer para o local. Desenhos e tons delicados trazem uma atmosfera mais suave, já materiais brilhantes e cores fortes agradam quem gosta de ambientes modernos.

A designer de interiores, Valéria Jucá, garante que há estilos para todos os gostos e bolsos. "O tipo de piso vai depender muito do poder aquisitivo do proprietário. Hoje é possível encontrar todos os materiais em preços diferenciados", diz. Alguns como o cimento queimado, carpetes, ladrilhos hidráulicos, mamorite e pastilhas vitrificadas são menos usados hoje em dia. Quem quiser as opções em alta pode escolher o mármore, as tábuas corridas, os laminados, entre outros. É preciso considerar sempre cor, textura, tamanho, resistência mecânica, nível de absorção de água, além das tendências do momento.

Para ambientes mais frios como o banheiro e a cozinha, a designer aconselha o uso do porcelanato (espécie de cerâmica, porém com durabilidade maior). Em quartos, o ideal é utilizar pisos de madeira, mas nada impede que outras opções sejam feitas. Se estiver em dúvida, peça ajuda a um arquiteto.

Clima também influencia na escolha

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A arquiteta Fabíola Ramos, da EFE Arquitetura e Urbanismo, elaborou algumas sugestões para quem está em dúvida que tipo de piso escolher. Segundo ela, o clima frio e úmido de Juiz de Fora leva as pessoas a preferirem pisos mais quentes como a madeira, principalmente nos quartos. No espaço social, a arquiteta diz que é possível combinar outros tipos de materiais. "Aqui ganhamos mais liberdade de criação, podendo combinar madeiras com cerâmicas, pedras e até mesmo vidros e metais, com efeitos inusitados", diz ela.

Nas áreas de serviço, Fabíola Ramos recomenda opções em cerâmicas. Entre as pedras, o granito é a mais indicada. "Nunca use mármores, por serem minerais, muito porosos e que absorvem substâncias com facilidade", aconselha. Por último, a arquiteta sugere que, em espaços de lazer, os proprietários optem por materiais resistentes e antiderrapantes. "Entre as pedras, os quartzitos são os melhores, destacando as pedras mineiras São Tomé e Goiás. Encontramos também no mercado opção em cerâmica para as áreas de lazer, que combinadas com a madeira, valorizam o espaço".

Opções de materiais

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Cerâmica

Essa opção é ideal para quem não quer se preocupar com a colocação e manutenção do piso. Além de ser fácil de limpar, a cerâmica pode ser usada em qualquer ambiente, principalmente no banheiro e na cozinha. Se o material que você escolher for mais resistente (PEI IV ou V), poderá ser usado também nos pisos de garagens. Se preferir colocá-los no quarto ou na sala é aconselhável usar tapetes, por ser frios e duros. A cerâmica oferece as opções esmaltadas, naturais e porcelanato. Os preços de um piso deste material variam de R$ 11 a R$ 75 o metro quadrado.

Madeira

Este tipo de material é aconselhável em quartos e salas. As opções são tábuas corridas, laminados tacos e parquês. Os arquitetos recomendam não utilizá-lo em áreas molhadas e em salas de sítios, pois com sujeira de terra são difíceis de mantê-los limpos.

Laminado

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A diferença entre a madeira e o laminado está na composição. Enquanto no primeiro o carpete é feito de várias lâminas de madeira natural compensada, o piso laminado é artificial: seu miolo é de aglomerado (pedacinhos de madeira). Apesar disso, ambos são instalados da mesma maneira.

Taco e Parquê

A diferença entre um e outro está na espessura: o taco tem 2 cm e o parquê, 1 cm. Os dois podem ser colados sobre uma base de cimento ou madeira desde que esteja firme e seca. Uma das vantagens desses pisos é a liberdade na colocação, possibilitando variar desenhos e tons. A aplicação do verniz adequado garante um bom resultado.

Assoalho de tábua corrida

Clássico, o piso de madeira feito com réguas encaixadas admite várias opções de comprimento e largura, com espessura geralmente de 2 cm. As tábuas podem ser presas diretamente no chão. Neste caso, pode acrescer até 5 cm à altura do piso.

Pedras

Os mármores e granitos polidos flameados ou brutos ainda são muito usados. Eles têm em comum a resistência, a durabilidade e a fácil manutenção. Apesar de serem mais bonitos que os granitos, os mármores são menos resistentes e suscetíveis à manchas e ao desgaste. As pedras são recomendados para áreas internas, como salas, halls e demais ambientes sociais. Para cozinhas e áreas externas prefira os granitos por serem mais duros e resistentes a substâncias químicas.

Como escolher o revestimento certo

Quando for comprar piso para sua casa, use a tabela baseada no índice PEI, que caracteriza o revestimento cerâmico, de acordo com a resistência ao desgaste que o material suporta, sem ter seu aspecto visual danificado. O PEI varia de um a cinco. Quanto maior o número, mais resistente e adequado às áreas de maior circulação. Abaixo está uma tabela de orientação com o grau de resistência do piso e do local onde é apropriado usá-lo.

0 - somente em paredes 1 - leve banheiros, dormitórios residenciais 2 - médio interiores residencias de menor tráfego 3 - médio/intenso lojas e corredores internos 4 - intenso lojas, bancos, escolas e hospitais 5 - super intenso ambientes públicos, de tráfego intenso como rodoviárias, supermercados

Fonte: acessa.com

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Acerte na escolha do piso

Toda decoração começa pelo chão. O piso correto é essencial para embelezar o ambiente, seja ele o quarto ou a cozinha. Confira as dicas abaixo para ter sucesso na hora de escolher este revestimento:

Existem vários tipos de revestimento: os pisos frios, como cerâmicas e porcelanatos; os revestimentos de madeira e os carpetes.

Os pisos frios são ideais para cozinhas e banheiros. São fáceis de limpar, não mancham e são resistentes. Porém, é preciso tomar cuidado com materiais porosos que, por absorverem muita água, acabam se desgastando.

O piso frio em placas grandes dá um ar de sofisticação e amplitude às salas. Existem várias opções de acabamentos que reproduzem texturas de pedras, couro, madeira e cimento queimado.

Quem preferir revestimentos “quentes” pode optar por tábuas e tacos de madeira verdadeira ou por aqueles feitos de compensados. Eles são mais baratos e mais fáceis de instalar, e reproduzem vários padrões de madeira, como pau-marfim, mogno e imbuia.

Para deixar os ambientes íntimos mais aconchegantes, nada melhor do que os carpetes. Existem vários tipos e cores, com fios sintéticos e anti-alérgicos. Quem tiver bichos de estimação deve evitá-los, pois são mais difíceis de limpar e juntam pêlos.

Fonte: www.mg500.com.br

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Piso de madeira à moda da casa

Quem não gosta do conforto e do aconchego das madeiras. Mas, convenhamos, não é fácil decidir entre assoalho, taco, parquê, bambu, carpete e laminado. Afinal, nessa turma cada um tem seus preços, medidas e regras de instalação. São variáveis importantes para você considerar antes da escolha. E mais: para que o piso fique lindo e dure muito, preste atenção em todas as etapas, da compra e colocação até o último retoque. Confira o material ao ser entregue e peça ao profissional responsável pela obra que ele acompanhe cada passo.

Assoalho

Ele costuma ser o sonho de muita gente, por dois motivos: conforto térmico e durabilidade ­ que pode chegar a 30 anos, ou mais, quando bem aplicado. A variedade de medidas também é bem-vinda: as tábuas de madeira maciça sempre têm 2 cm de espessura, com largura e comprimentos variáveis. O comprimento oscila entre 2 e 6 m. Instalação: pede contrapiso rebaixado, geralmente em 2 cm, impermeabilizado, plano e bem curado (entre 30 e 50 dias, mas isso depende de fatores como clima e composição do cimento). As réguas são parafusadas diretamente no chão ­ em alguns casos, recomenda-se também colar ­ ou aplicadas sobre barrotes, que são tiras de madeira chumbadas em intervalos de 30 a 40 cm, com vãos preenchidos de argamassa. Fixada, a madeira é lixada, calafetada e preparada para receber o acabamento (à base de solvente ou de água), com efeito fosco ou brilhante. Algumas empresas vendem o assoalho pronto para instalação, revestido de uma película protetora feita de dióxido de alumínio. Não precisa lixar nem passar resina.

Planeje-se

Instalação ou restauro de piso de madeira (assoalho, taco e parquê) trará poeira e cheiro de resina. Fique fora da casa por 20 a 30 dias.

Colocar barrotes ou preparar o contrapiso aumenta em 20% o orçamento.

Mesmo em apartamento, impermeabilize o contrapiso, segundo Geraldo Zenid, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT).

Calcule em 10% a perda de material, na colocação reta.

Içamento das tábuas em apartamentos deve ser previsto. Verifique se a própria instaladora oferece o serviço, com seguro total.

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Cuidados para antes e depois da compra

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Madeiras novas

As espécies mais recomendadas são ipê, jatobá, cabreúva, perobinha, cumaru, sucupira e eucalipto de reflorestamento. Há empresas que fazem teste de umidade da madeira e do ambiente com aparelhos apropriados, no local. Se não for possível, peça garantias sobre a secagem da madeira em estufa para evitar a compra de material verde.

Cuidado com a impermeabilização

Não subestime a umidade natural do piso, pois ela é a principal inimiga da madeira. Uma vez que água e madeira se encontram, manchas pretas, tábuas soltas ou encanoadas (curvadas) vão surgir. E, se isso acontecer, não adianta pintar, lixar ou lavar. O piso deverá ser retirado.

Madeira de demolição

Você vai encontrar a peroba e a canela, as mais comuns. Esse tipo de madeira tem a vantagem de ter passado pela estufa natural dos anos e não costuma retrair ou encanoar, a não ser que entre em contato com a umidade. Antes da compra, pergunte se o material tem tratamento contra cupim, e peça garantia do serviço.

Assoalho de Bambu

Não bastasse o chamariz de ser uma matéria-prima renovável, o piso de bambu é também resistente e foge ao tradicional. "Na verdade, é um assoalho laminado, pois é composto de três lâminas maciças, prensadas", diz Kelley Brian, importador do piso pela empresa Arquias. As réguas, com espessura de 1,5 cm, podem ser encontradas nas tonalidades natural ou café, ambas revestidas na fábrica de uma película que protege contra riscos. Há acabamento fosco ou brilhante. Instalação: exige contrapiso nivelado e impermeabilizado. As peças são assentadas numa camada de cola e encaixadas pelo sistema macho-e-fêmea. Pregos de aço estrategicamente aplicados dão arremate. O único porém é que esse produto ainda não é "made in Brazil". Segundo Brian, o bambu plantado em países tropicais tem muito amido, o que dificulta sua adaptação ao processo construtivo. Por isso, as lâminas são importadas da China, o que salga um pouco o preço ­ R$ 310 o m2. A compra é feita sob encomenda, com espera de 120 dias. Na limpeza, pano úmido bem torcido.

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Ah, se eu soubesse...

Não teria inventado tanta moda. Na primeira tentativa, o erro foi conceitual. Pedi a colocação horizontal do assoalho e fizeram de outra forma. Na segunda, aceitei todas as novidades da empresa. Resultado: o impermeabilizante rejeitou a cola e o tratamento anticupim não se deu com o novo tipo de verniz. O piso foi descartado, e a empresa está me ressarcindo. Como quero muito um piso de madeira, estou me preparando para a terceira colocação: assoalho de ipê com sinteco.

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Acabamento para a madeira maciça

Eles podem ser feitos com resina inodora, como Bona, Skania Best, Vita e sinteco à base de água. Ou verniz com poliuretano, uréia e formol, cujo cheiro é mais forte. Aplicada, a prioridade é conservar essa película, que protege o piso da abrasão, de manchas, de riscos ou outras agressões. Procedimentos simples garantem a durabilidade, como proteger os pés dos móveis e usar no dia-a-dia só pano úmido bem torcido. Evite a exposição constante ao sol, que oxida a cor da madeira, assim como produtos de limpeza pesada. Contato com a água, jamais! Com esses cuidados, o acabamento dura anos. Mas, se começar a descascar, agende a manutenção.

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Taco e Parquê

Taco

Feito de placas de madeira nativa em tamanhos variados, o taco é uma opção mais em conta que os assoalhos. Os modelos têm entre 1,1 e 2 cm de espessura. Instalação: as peças são coladas sobre o piso regularizado e impermeabilizado. Em seguida, a área é lixada, calafetada e envernizada (se quiser pular esses procedimentos, opte por peças de 19 mm já envernizadas na fábrica). Os tacos podem ser colocados sobre qualquer piso já instalado, como cerâmica ou pedra. Ele permite cinco tipos de paginação: espinha-de-peixe, escama-de-peixe, dama, paralelo e convencional. Nos três primeiros, por causa do desenho, o índice de perda de material chega a 15%. Já nos dois últimos, de 8% a 10%.

Parquê

Seu diferencial está na medida ­ são quatro peças unidas, formando placas de 24 x 24 cm ou 48,20 x 48,20 cm. Sua espessura pode variar entre 8 mm e 1 cm. Instalação: a face superior dessas placas chegam cobertas por uma camada de papel kraft. A outra extremidade fica em contato com a cola, espalhada diretamente no contrapiso nivelado e impermeabilizado. Depois de dez dias da colocação, é feita a retirada do papel com batidas leves, usando pano úmido ou martelo de borracha. Em seguida, o piso é lixado, calafetado e revestido de sinteco, Bona ou Skania Best. No trabalho de acabamento, são feitos em média 30 m2 por dia.

Restaurar ou Comprar Novo

Em geral, vale a pena fazer manutenção. O assoalho de até 2 cm de espessura, por exemplo, pode passar por uma média de três restaurações, segundo técnicos da Associação Nacional dos Produtores de Pisos de Madeira (ANPM). Mas faça o serviço sempre com mão-de-obra especializada e com empresas que ofereçam garantias.

Como saber se a madeira que recebi corresponde à espécie que comprei na loja. Há algum teste?

Sim! Existem diversos institutos nas universidades públicas que prestam serviços de análise da madeira. Em São Paulo, o IPT avalia amostras e faz testes de umidade na madeira e no contrapiso. A engenheira florestal Inês Cristina Galena, em São Paulo, também faz esse tipo de perícia.

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Laminado e Carpete

Laminado

Composto de réguas entre 6 e 9 mm de espessura, feitas de HDF ou HPP (pedacinhos de madeira de alta densidade), tem instalação rápida e limpa, em contrapiso seco e nivelado. A camada superior exibe a estampa decorativa e vem protegida pelo overlay (filme cristalino de celulose que impermeabiliza e dá brilho ao material). Instalação: os vãos dos encaixes macho-e-fêmea são preenchidos com cola. No click, sistema de colocação previsto para ser lançado em breve, não há colagem, só encaixe. Isso permite reinstalações, sempre com mão-de-obra especializada, para não perder as garantias do fabricante. Em nenhum sistema é preciso pregar as réguas no chão. Mas em todos deve-se cobrir o contrapiso com manta de polietileno, que funciona como isolante acústico e protege o material da umidade. Esse tipo de piso não aceita recuperação nem tonalização.

Carpete

Composto de miolo de placas de madeira compensada ou HDF, as tábuas são recobertas com lâminas de madeira maciça de várias espécies e diferentes tonalidades. Os carpetes já chegam da fábrica envernizados. A espessura fica entre 0,7 e 1,5 cm. Instalação: as réguas são coladas e encaixadas no sistema macho-e-fêmea, sobre uma manta de poliuretano, colocada no contrapiso seco e nivelado. Essa camada é isolante acústica e impermeabilizante.

Dúvidas mais freqüentes

Qual a diferença entre laminado e carpete de madeira? Segundo os fabricantes, no carpete, a contracapa, o miolo e a lâmina decorativa são de madeira. Já o laminado tem base de celulose, miolo de HDF ou HPP. Além disso, o carpete recebe verniz. E o laminado, overlay. Preciso impermeabilizar o contrapiso antes da instalação? As empresas informam que não colocam o piso se a área apresentar umidade ou infiltrações. Se a casa estiver o.k., uma manta de polietileno aplicada previamente pela empresa servirá como isolante, evitando contato com a umidade natural do piso.

Dicas para carpetes e laminados

Pano úmido bem torcido resolve a faxina diária.

Aceitam produtos químicos, inclusive à base de amoníacos.

Cuidado com umidade e exposição à chuva. Isso pode deformá-los.

Evite instalar ou expor o piso em lugares com incidência direta de sol.

O piso laminado não pode ser encerado.

Capachos nas portas de entrada ajudarão a recolher a sujeira e possíveis partículas de pedra e areia retidas na sola dos sapatos.

Coloque feltro sob os pés dos móveis para evitar riscos.

Fonte: casa.abril.com.br

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PISO LAMINADO

O piso é um dos materiais de acabamento mais importantes da casa. Combinar beleza, facilidade de limpeza, durabilidade e praticidade de instalação aliadas a um produto ecologicamente correto e hipoalergênico é o grande desafio.

Tipos

Overlay

Filme de resina que garante proteção antibacteriana, resistência a riscos e facilidade de limpeza.

Laminado decorativo

Camada que reproduz a beleza da madeira ou da pátina.

Substrato HDF-H

Painel de alta densidade que permite o encaixe perfeito das réguas do piso.

Balanço

Laminado de resina que assegura a estabilidade do piso e o protege da umidade do contrapiso.

Durafloor é produzido com Microban®, um revestimento usado mundialmente para reduzir o número de bactérias que se acumulam em uma série de produtos, entre eles pisos. Durafloor é o único piso laminado do Brasil que possui essa proteção, trazendo mais tranqüilidade, higiene e praticidade para você.

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Permite alto desempenho na instalação, rapidez e segurança
Não abre frestas
Instalação mais limpa sem manchas de cola
Dispensa uso de ferramentas como cinta de tração
Melhor desempenho no alinhamento das réguas
Elimina a necessidade de cola.

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PISO VINÍLICO

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Um tipo de piso que vem ganhando cada vez mais espaço na decoração é o flutuante, que facilita a manutenção da parte hidráulica e elétrica da residência. São peças encaixadas de resina que imitam madeira, parecido com um compensado. Eles vão bem tanto na sala quanto nos quartos.

Na cozinha, a tendência é utilizar pisos frios e cerâmicos de cores claras, como o branco. Para quebrar a seriedade do ambiente, utilize as faixas decorativas com os motivos que mais combinam com a decoração.

Para evitar acidentes na área externa da casa, procure usar pisos de materiais mais resistente, menos escorregadios e mais porosos. Uma tendência é a utilização de posetos, pequenos quadradinhos de cerâmica que dão um toque especial ao acabamento do piso.

Ao comprar pisos, procure saber qual é o fator de resistência do piso (o TEI), quanto maior o valor, maior será a sua durabilidade.

Fonte: www.ultragaz.com.br

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Na hora de construir ou reformar a casa ou apartamento, é importante fazer algumas considerações sobre o piso. Além de bonito e em equilíbrio com a decoração, o revestimento do piso deve ser prático e atender às necessidades dos moradores.

Para Ana Cristina de Souza Gomes, arquiteta e presidente da Solarium Revestimentos, o proprietário deve buscar um material que, além de atender a sua necessidade pessoal, tenha beleza, praticidade e durabilidade. "Solteiros, casados, sem ou com filhos e até com bichinhos de estimação possuem necessidades bem específicas", explica Ana.

Com o intuito de ajudar na escolha do piso ideal, a arquiteta dá algumas dicas, considerando o pefil dos moradores de cada residência:

O solteiro

Quem escolhe ou precisa morar sozinho tem exigências especiais, como funcionalidade e praticidade. Normalmente a casa ou o apartamento são pequenos e o revestimento adequado deve ter cor clara, para que o ambiente pareça maior do que realmente é.

O casal sem filhos

O casal sem filhos pede funcionalidade, beleza, estilo, modernidade e praticidade, afinal, passa mais tempo fora do que dentro de casa e precisa sentir-se a vontade para aproveitar seus momentos de descanso em um ambiente confortável. Esse perfil de consumidor exige um espaço aconchegante e de fácil limpeza.

O casal com filhos

Crianças são as inimigas número um de revestimentos e paredes com cores claras. Corre-corre, brinquedos espalhados pelo chão, doces abandonados nos quatro cantos da casa. Na hora de decorar um espaço por onde circulam crianças, a palavra de ordem é praticidade. Pisos difíceis de limpar devem ser evitados.

A grande família

Família grande é sinônimo de casa cheia, reuniões, festas e principalmente muito espaço para limpar. Para manter a casa conservada e não se tornar escravo da faxina, o piso deve ser durável e de fácil limpeza.

A Família e seus animais de estimação: Em residências onde os bichos de estimação não moram mais do lado de fora da casa e têm liberdade para circular por todos os cômodos, é aconselhável a utilização de pisos com cores escuras, que ocultam manchas e evitam que o piso fique com aquelas típicas marcas de patas carimbadas

Fonte: yahoo.imovelweb.com.br

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Fonte: www.guaporepisos.com.br

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Pisos / Revestimentos

Pisos e revestimentos são a base de uma casa bonita e bem decorada. Se escolhidos corretamente, deixam o ambiente - seja a cozinha, o quarto ou o banheiro - mais sofisticado e agradável visualmente. Existem diversos tipos de pisos e revestimentos no mercado, com diferentes níveis de resistência. Cada um foi feito para um tipo de ambiente e o determinado tráfego de pessoas.

Qual a diferença de piso e revestimento?

A diferença está no tamanho e na aplicação:

O piso foi feito para ser aplicado no chão, mas também pode ser utilizado na parede.

Já o revestimento pode ser aplicado apenas na parede, e geralmente é de tamanho menor.

Quais são os tipos de pisos?

Existem vários tipos: os pisos frios, como cerâmicas e porcelanatos, revestimentos de madeira e carpetes. Pisos frios são ideais para cozinhas e banheiros, pois são fáceis de limpar, não mancham e são resistentes. Existem várias opções de acabamentos que reproduzem texturas de pedras, couro, madeira e cimento queimado. Já revestimentos mais “quentes” dão um ar mais aconchegante ao ambiente, como tábuas e tacos de madeira, que são mais baratos e fáceis de instalar. Também existem carpetes de diversos tipos e cores, com fios sintéticos e anti-alérgicos.

O que significa o “PI” do piso e quais os tipos?

PI é a resistência à abrasão do esmalte cerâmico do piso ou revestimento. Pode ser PI 1, 2, 3, 4 e 5. O PI 1 indica um esmalte frágil, encontrado em azulejos, não aceitando nenhum tipo de atrito. O PI 2 é indicado para pisos com pouco tráfego. Já o PI 3 é o tipo mais usado em residências, em qualquer cômodo. Os PIs 4 e 5 são indicados para l ugares com extremo tráfego de pessoas ou de peso, como garagens e estabelecimentos comerciais.

Qual a proporção de argamassa por metro de piso / revestimento?

A proporção é de 4m² para cada saco de 20kg. Exemplo: para 28m² será necessário utilizar 7 sacos de argamassa.

Qual a proporção de rejunte por metro de piso / revestimento?

A proporção é de 3m² para cada quilo de rejunte. Exemplo: em 28m² do exemplo anterior, será necessário usar 10kg de rejunte.

Fonte: parceiro.buscape.com.br

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ESCOLHA O PISO IDEAL P/ SEU IMÓVEL

Custo, qualidade, durabilidade, aparência e facilidade de instalação são os pontos principais para a escolha certa.

ASSOALHO

Muito usado em áreas sociais, o assoallho pode ser natural ou um polímetro natural em que a madeira é composta por fibras e um tipo de resina. Deve estar completamente seca de modo a evitar o envergamento com o passar do tempo.

Quanto aos assoalhos naturais, devem ser utilizados os assoalhos feitos com madeira mais escura pois são mais duras e resistem mais ao tráfego pesado e aos cupins comparando-se com as mais claras.

Os assoalhos de polímetros naturais, mesmo apresentando custo superior em relação aos demais pisos de madeira, tem a vantagem de apresentar vida útil em torno de setenta anos desde que haja manutenção com raspagem e aplicação de sinteco, cera ou seladora a cada dez anos.

Na instalação o primeiro cuidado é impermeabi lizar o contrapiso para evitar que a umidade passe para o assoalho, provocando o apodrecimento precoce na madeira. Em seguida, há dois caminhos a escolher: parafusar as tábuas diretamente no contrapiso ou em barrotilhas de madeira chumbadas no contrapiso. Em ambos os sistemas os parafusos ou pregos devem ser escondidos com cavilhas que são peças semelhantes a uma rolha, feita do mesmo tipo de madeira.

O toque final é a raspagem do assoalho e a aplicação de sinteco, cera ou seladora.

Material: Madeira
Finalidade: Residencial
Características: Durabilidade e conforto termo/acústico
Resistência: Média
Lavabilidade: Cera

Assentamento

Fixados com pregos sobre barrotilhas de madeira fixas sobre contrapiso com argamassa.

BORRACHA

Como vantagens o piso de borracha apresenta grande resistência a altos níveis de tráfego, à abrasão além de apresentar propriedades para amortecer o som. A borracha é aplicada em forma de placas com argamassa ou cola. A primeira opção é mais trabalhosa e exige um contrapiso feito com argamassa de cimento e areia no traço 1:3, nivelado, desempenado e rústico.

Depois de seco, o contrapiso deve ser molhado e limpo para receber uma nata pastosa espalhada com desempenadeira dentada. Essa nata é composta por cimento, PVA e água e sobre ela serão coladoas as placas de borracha que recebem argamassa de cimento e areia traço 1:2.

A aplicação com cola é feita no contrapiso e na placa de borracha e, somente após atingir o ponto de aderência da cola, as placas serão assentadas e niveladas.

Material: Borracha
Finalidade: Comercial
Características: Suporta grande volume de tráfego
Resistência: Alta
Lavabilidade: Pano úmido
Assentamento: Fixados com cola ou argamassa.

CARPETES E FORRAÇÕES

O carpetes e forrações são produtos fabricados com tecidos sintéticos fabricados em rolos com largura definida e comercializado por metro quadrado. As forrações são mais conhecidas por apresentarem pouca espessura. Ambos são fixados com cola sobre um contrapiso nivelado com um composto de nata de cimento e cola branca.

São pisos relativamente econômicos porém, de pouca durabilidade.

Material: Sintético
Finalidade: Residencial ou comercial
Características: Economia
Resistência: Média
Lavabilidade: Aspirador de pó
Assentamento: Fixados com cola.

CARPETE DE MADEIRA

O carpete de madeira é uma opção econômica para quem sonha com um assoalho de madeira. A composição deste tipo de piso é uma contracapa de laminado de madeira com miolo estrutural e capa de laminado de madeira nobre prensados com acabamento de seladora e verniz acrílico.

O fator que determina a sua resistência é a densidade do miolo que pode variar de 2,5 a 7mm. Os carpetes de menor espessura são colados diretamente sobre o piso enquanto os demais são os chamados flutuantes, ou seja, instalados pelo sistema macho-fêmea colados entre si com cola branca sobre conchões sintéticos e fixos nas extremidades, junto às paredes, pelos rodapés. Os pontos positivos das instalação flutuante é a rapidez, a limpeza e vantagens na substituição de partes danificadas. A durabilidade depende de cuidados com o arrasto de móveis. Sua limpeza deve ser apenas com pano úmido.

Material: Compensado e laminado de madeira
Finalidade: Residencial
Características: Boa aparência e economia
Resistência: Baixa
Lavabilidade: Pano úmido
Assentamento: Fixados com cola e sistema macho-fêmea.

CERÂMICA ESMALTADA

Material: Argila e monoqueima
Finalidade: Uso residencial e comercial
Características: Durabilidade, economia e variedade de produtos
Resistência: Alta
Lavabilidade: Pano úmido
Assentamento: Fixados sobre contrapiso com argamassa de cimento e areia ou cimento-cola com desempenadeira dentada.

CIMENTO QUEIMADO

Requer mão-de-obra especialidade de rara disponibilidade no mercado atual. É preciso que o pó utilizado para a queima do cimento esteja seco e bem misturado. Existem, atualmente no mercado, produtos já misturados em um composto de cimento branco, pó de marmore, areia e aditivos.

Material: Cimento em pó, pó de mármore e água
Finalidade: Residencial e comercial
Características: Economia e versatilidade
Resistência: Alta
Lavabilidade: Água
Assentamento: Sobre contrapiso de concreto.

GRANILITE

Material

Tipo de argamassa composta por cimento, pequenos cacos de pedra granito ou mármore e corantes (recomenda-se o uso de cimento branco para ressaltar a cor dos corantes).

Finalidade: Residencial e comercial
Características: Economia e versatilidade.
Resistência: Alta
Lavabilidade: Água

Assentamento

Sobre contrapiso de concreto nivelado aplicado com desempenadeira e colher de pedreiro (user juntas de dilatação). Depois de seca deve ser polida.

Observação

Tipo de piso que mancha facilmente. Deve ser executado no final da obra.

GRANITO

Material: Pedras naturais polidas e cortadas nas dimensões desejadas.
Finalidade: Residencial e comercial
Características: Resistência à abrasão e variedade de texturas e cores.
Resistência: Alta
Lavabilidade: Água
Assentamento: Fixados com argamassa de cimento e areia.

GRES PORCELANATO

Material

Argila e monoqueima gres. É uma variação da cerâmica esmaltada e difere da mesma pelo processo de queima. O gres porcelanato é resultante da chamada monoqueima gres, que é a combinação da queima numa única etapa (base e esmalte) e da alta densidde estrutural da base argilosa que apresenta queima simultânea.

Finalidade

Residencial e comercial

Características

Resistência mecânica, resistência à variações térmicas, à abrasão, aos impactos e aos reagentes químicos.

Resistência: Várias
Lavabilidade: Pano úmido
Assentamento: Fixados com argamassa de cimento e areia.

LADRILHO CERÂMICO

Material

Barro comprimido exposto a altas temperturas que resulta à uma aparência brilhante e vidrada, normalmente de cor avermelhada.

Finalidade: Residencial
Características: Alto grau de dureza e variedade
Resistência: Alta
Lavabilidade: Pano úmido
Assentamento: Fixados com argamassa de cimento e areia.

LADRILHO HIDRÁULICO

Material

Argamassa de cimento, areia e corantes prensados em formas e prensas

Finalidade: Residencial
Características: Economia
Resistência: Média
Lavabilidade: Água
Assentamento: Fixados com argamassa de cimento e areia.

Observação

Sua utilização não é recomendada pois os corantes não penetram no ladrilho, o que os faz desbotarem com o tempo.

LAJOTAS CERÂMICAS

Material: Barro prensado
Finalidade: Residencial
Características: Economia
Resistência: Baixa
Lavabilidade: Água
Assentamento: Fixados com argamassa de cimento e areia.

LAJOTAS DE CONCRETO

Material: Concreto vibrado
Finalidade: Uso externo
Características: Resistente ao tráfego pesado de veículos.
Resistência: Alta
Lavabilidade: Água

Assentamento

Sobre colchão de areia. As peças são encaixadas entre si e rejuntadas com asfalto líquido quente.

Observação

Apresentam vários formatos com espessura de 6 a 10cm.

LAMINADO MELAMÍNICO

Material: Celulose e resina (mais conhecido como fórmica)
Finalidade: Residencial e comercial
Características: Não mancha ou risca. Variedade de cores e texturas
Resistência: Baixa e alta
Lavabilidade: Pano úmido e detergente.

Assentamento

Fixados com adesivos sobre qualquer tipo de superfície (desde que ela não contenha adição de cal).

MÁRMORES

Material: Rocha natural
Finalidade: Uso residencial (exceto na cozinha por ser pouco resistente à produtos químicos, à água e ao limão)
Características: Variedade de cores e texturas
Resistência: Média
Lavabilidade: Pano úmido
Assentamento: Argamassa de cimento e areia.

MOSAICO PORTUGUÊS

Material: Pedras naturais em forma de cubos.
Finalidade: Uso externo
Características: Resistência e mosaico
Resistência: Alta
Lavabilidade: Àgua e escova

Assentamento

Com o auxílio de soquete de madeira sobre colchão de areia, justapostas e rejuntadas.

PEDRAS

Material

Pedras naturais cortadas com expessuras e formas variadas.

Finalidade

Uso interno e externo. Para as áreas externas é importante escolher tipos mais rústicos e frios como a São Tomé, Santa Isabel ou Goiás. Nas áreas de acesso é bom optar por pedras de fácil limpeza e tom escuro para disfarçar as manchas de pneus e óleo provocadas pelo automóvel, tais como a ardósia e a miracema. Para interiores é importante a iniformidade nas cores.

Características: Variedade de tipos, texturas e cores.
Resistência: Alta
Lavabilidade: Água e escova

Assentamento

Deve ser feita com argamassa de cimento e areia por profissionais com experiência

FIBRAS NATURAIS

Material: Fibras de madeira
Finalidade: Interiores
Características: Fácil assentamento e grande durabilidade.
Resistência: Alta
Lavabilidade: Pano úmido
Assentamento: Cola

PRENSADOS

Material: Pedaços de mármore prensados.
Finalidade: Resisdencial e comercial
Características: Boa impermeabilidade
Resistência: À compressão, à flexão e à abrasão.
Lavabilidade: Argamassa de cimento e areia

TACOS DE MADEIRA

Material: Madeira
Finalidade: Interiores
Características: Variedade para composição
Resistência: Média
Lavabilidade: Pano úmido, sinteco ou cera.

Assentamento

Sistema de macho e fêmea combinados com a colagem de pua.

VINÍLICO

Material: Resinas de PVC, cargas inertes, fibras plastificantes e pigmentos.
Finalidade: Interiores
Características: Economia e resistência
Resistência: Alta
Lavabilidade: Pano úmido e cera própria

Assentamento

Sobre contrapiso regularizado com adesivos recomendado pelo próprio fabricante.

Fonte: www.hinkel.arq.br

Piso

PISOS E REVESTIMENTOS

Quando da construção de uma biblioteca, uma consideração estrutural que deve ser levada em consideração é a sobrecarga . É importante considerar a probabilidade de armazenamento compacto, de alta densidades, a ser utilizado em sua instalação, pois estes sistemas requerem uma capacidade de suporte de carga estrutural significativamente maior. Deve-se levar em conta que estantes e livros tem um peso muito superior a uma pessoa, e permanece constante.

Ao escolher um piso ou revestimentos, existem seis fatores que devem ser levados em consideração:

1. Design

levando-se em conta que alguns tipos de pisos oferecem maior oportunidades de design do que outros, o próprio gosto do bibliotecário afetará a escolha do material básico. Além disto, o revestimento deve ser capaz de absorver ruídos, e não deve refletir a luz.

2. Durabilidade

Uma prédio ou área que passe a ter maior demanda do que outros, deve ter variações entre os diferentes tipos de materiais devem ser levados em consideração.

3. Manutenção

Tabelas e técnicas variadas, e o piso selecionado deve ser capaz de manter sua boa aparência mesmo sob os níveis particulares de manutenção que ele receberá. Quanto à higiene: Aqui você deve levar em conta que você usará a sala e a quantidade de lixo e sujeiras que o piso reterá. Os pisos vinílicos pertencem ao grupo que não retém sujeira, e suas exigências de limpeza devem ser levados em consideração.

4. Segurança

Uma vez que este tipo de piso deve possuir certas características, como ser duradouro, silencioso, limpo, seco, atóxicos e antiderrapantes, isto tudo deve ser levado em consideração.

5. Custo

As variadas combinações de performance e aparência devem ser levadas em consideração em relação a quantidade de dinheiro que você possui.

Uma boa escolha de piso é o vinílico. Este material é melhor aplicado em forma de rolo, em vez de unidades menores, pois haverá menos rachaduras para o acúmulo e poeira e sujeiras.

A atmosfera de calma e quietude produzida pelo carpete parece ter um efeito benéfico tanto em adultos quanto em crianças. Dependendo do tipo de biblioteca, o carpete pode ser uma boa escolha. Vejamos por exemplo uma biblioteca infantil. Podem ocorrer visitas de grupos de crianças, e o bibliotecário ou auxiliar pode querer contar histórias, e as crianças podem sentar no chão. Além disto, o uso de carpete transmite uma idéia de seriedade ao lugar.

O carpete é, por vários motivos, uma escolha a ser considerada. É um dos mais usados pelo conforto e custo. Sob alguns aspectos, é inadequado (em termos de preservação). A durabilidade varia de acordo com o material de que é feito, caso ele deva ser colocado, um produto sintético é preferível a um produto de lã e servirá melhor ao controle de pragas. O carpete é oferecido no mercado em rolos ou em placas (o que facilita sua colocação e substituição). Devido a sua natureza, não é possível lavá-lo freqüentemente, porém deve-se aspirá-lo seguidamente. Uma de suas vantagens é a ótima absorção de som, luz e ruídos. Hoje se encontram carpetes anti-alérgicos, anti-micróbios, anti-estáticos, auto-extinguíveis, e apresentam tipos diferentes para serem aplicados em áreas de alto e médio tráfego.

Os pisos vinílicos tem a seu favor a maleabilidade, durabilidade, custo, colorido resistente e a facilidade de manutenção. Sua limpeza é fácil. E ao considerarmos que uma biblioteca é um local que necessita de o mínimo ruído possível, mas com intensa atividade (pessoas caminhando de um lado para outro, carrinhos de livros, etc...), percebe-se a necessidade de um material resistente.

Existem vários tipos destacando-se:

Piso Paviflex

O mais conhecido e utilizado, com muitas cores, duradouro e resistente ao fogo. Porém, mancha com facilidade e tem média absorção acústica;

Piso Decorflex

Mais macio que o Paviflex e com conforto térmico, porém mais caro e não resistente ao fogo;

Piso Vulcapiso

Semelhante ao Paviflex mas resiste menos ao cigarro (no entanto, em bibliotecas é proibido fumar).

Os pisos de madeira (parquet, taboão, laminado de madeira ou fórmica), tem a inconveniência de necessitarem um constante tratamento (cera, aspirador, vassoura), além de não absorverem bem os ruídos e serem, algumas vezes, os próprios produtores destes ruídos. Outro grande problema dos pisos de madeira é a sua sensibilidade à umidade e a deterioração fácil, por fungos, bactérias ou insetos (cupins, formigas e carunchos). É necessário que o local tenha boa ventilação, pouca umidade e o piso deve ficar longe do contato com o solo. A água deve ser evitada na limpeza, sendo necessário o uso de um impermeabilizante. O parquet, quando utilizado constantemente, tende a soltar-se, exigindo gastos e tempo com a manutenção. Tem como vantagens a permanência de suas qualidades (não deforma), facilitando quando necessária uma reorganização na biblioteca, além de bom isolamento térmico e baixa sensibilidade às variações de temperatura.

Os elastômeros mais recomendados para interiores são os de borracha Plurigoma e Gomaplac. O primeiro apresenta superfície pastilhada, estriada ou lisa e é indicado para áreas de tráfego intenso. Tem bom custo, boa absorção acústica e fácil manutenção. É de fácil reposição por vir em placas mas dificulta a circulação dos carrinhos de livros e deixa o ambiente pouco aconchegante. O piso de borracha Gomaplac é indicado para áreas com tráfego normal. Quando lavado com água sua fixação fica comprometida nem pode ser usado em áreas úmidas e em rampas.

Por último, os pisos frios (cerâmica, pedra e metal). A pedra e a cerâmica têm boa resistência e apresentam versões anti-derrapantes e são esteticamente agradáveis. São, porém de alto custo, baixa absorção acústica e reposição difícil as cerâmicas não resistem a grandes variações de temperatura e tendem a rachar. Além disso, tornam o ambiente frio e úmido, não sendo indicados para locais onde o inverno é rigoroso. Os pisos metálicos são novidade e têm como principal vantagem a grande resistência, mas possuem baixa absorção acústica e são muito impessoais e frios.

Uma consideração principal voltada a preservação e referente a todos os pisos é a emissão de gás dos adesivos. Consequentemente , deve-se selecionar adesivos que sejam atóxicos.

Outro ponto a considerar quando escolhe-se o tipo de piso são as cores que serão usadas. Pois dependendo da luz usada na bibliotecas, o piso poderá apresentar uma variação de nuances, nem sempre agradáveis. Na ilustração abaixo Biblioteca Pública de Chula Vista Califórina, EUA vemos um exemplo de um interessante piso, que apesar de possuir cor forte, harmoniza-se perfeitamente com o ambiente.

Piso

E, caso não se usar cores, deve-se ter cuidado com a relação claro-escuro.

Para se ter uma idéia disto, observe o desenho abaixo:

Piso

Qualquer cor pode ser usada de forma atraente, mas para economizar energia e ajudar na disseminação de luz, muitas bibliotecas usam um piso de cor média, paredes e teto claros, e mobília colorida.

Bibliografia Consultada

1. BARACUÍ, Joane L. Em Sete Dias Assoalho Novo. Arquitetura e Construção. São Paulo, p.72-75, fev.1999.
2. COHEN, Aaron; COHEN, Elaine. Designing and Space Planning for Libraries: a behavioral guide. New York, R. R. Bowker, 1979.
3. ESCRIBA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MÓVEIS LTDA. Manual Para Planejamento de Bibliotecas. Taboão da Serra, Escriba, 1984.
4. FAILLACE, Raul Rego. Pavimentação. Porto Alegre, Departamento de Engenharia Civil da Escola de Engenharia da UFRGS, 1990.
5. GARRET, Joe B. The Carpeted Library. In: THE LIBRARY ENVIRONMENT: aspects of interior planning. Chicago, American Library Association, 1965. p. 57-59.
6. JOHNSTON, George F. Resilient Flooring Materials in Libraries. In: THE LIBRARY ENVIRONMENT: aspects of interior planning. Chicago, American Library Association, 1965. p. 60-63.
7. LASSO DE LA VEJA, Javier. La Biblioteca como Edifício Funcional: su construccion y equipo. Madri, Instituto Nicolas Antonio de Bibliografia, 1948.
8. LIBRARY EQUIPAMENT PLANNING. The Library Environment: aspects of interior planning. Chicago, ALA, 1965.
9. SILVA, Beatriz Pivetta da; Müller, Olenka. Revestimento do Piso. Porto Alegre, Trabalho apresentado para a disciplina Organização da Biblioteca I do Curso de Biblioteconomia da UFRGS, 1999.
10. WHEELER, Joseph L.; GITHENS, Alfred Morton. The American Public Library Building: its planning and design with special reference to its administration and service. Chicago, American Library Association, 1941.

Alexandre Trindade
Cleber Comandulli
Luciana Zottis

Fonte: campus.fortunecity.com

Piso

Piso

Dúvidas com relação a pisos laminados são muito frequentes, mesmo entre os profissionais ligados à área da construção civil. A primeira dúvida a ser esclarecida é a respeito dos pisos de madeira existentes no mercado. Existem os pisos laminados e os de madeira natural.

Pisos laminados

O piso laminado de alta pressão é fabricado a partir da impregnação do papel em resinas fenólicas e melamínicas, prensadas em alta pressão e temperatura, obtendo-se um corpo único, como a fórmica. Este tipo de piso é colado diretamente na base/ piso com adesivo de contato.

Já o piso laminado flutuante, de alta resistência, tem as mesmas propriedades e características dos pisos laminados de alta pressão, porém são aplicados sobre a base como um tapete, por isso chamado flutuante. As réguas ou placas são coladas umas nas outras, mas não no chão. Flavia Vibiano, gerente de marketing da Eucatex, listou os prós e contras desse tipo de piso.

Prós

São confeccionados com tecnologia e características de resistência a impacto, riscos, manchas, brasa de cigarros, entre outros. Possuem design variado. Não há necessidade de outras colas ou adesivos, eles só precisam ser encaixados e podem ser instalados em quase qualquer tipo de sub-pavimento. Têm preço acessível e requerem menos mão-de-obra, pois não envolvem quebra-quebra e remoção de entulho.

O tempo de instalação é bem menor - até 40 metros quadrados num único dia, permitindo que o ambiente seja utilizado até 24 horas depois da conclusão dos trabalhos ou imediatamente após a instalação. Além disso, são hipoalergênicos. São mais resistentes a arranhões, umidade, sol, e mais fáceis de limpar e manter do que madeira natural.

Contras

A instalação não é permitida em áreas úmidas ou aquelas que tenham qualquer contato com áreas desse tipo, por exemplo, cozinhas e banheiros. Também não se pode instalar os pisos sobre áreas com condições inadequadas, ou seja, isento de areia, irregularidades acima de 3 mm, poeira, sujeira e umidade. Não podem ser polidos.

Pisos de madeira natural


Os pisos de madeira natural incluem os carpetes de madeira, o substrato de compensado, o revestido com lâmina de madeira natural e também os assoalhos e tacos. São feitos a partir de ripas de madeira natural, tábuas e assoalhos, parafusadas no contrapiso ou coladas com colas asfálticas, como os tacos. Emerson Lopes, consultor técnico da Assoalhos São Paulo, listou os prós e contras desses tipos de pisos.

Prós

Agregam valor ao imóvel por serem revestimentos de primeira linha. Aceitam a aplicação de diversos tipos de resinas de proteção, podendo assumir acabamento brilhante, acetinado ou fosco, de acordo com a preferência do morador. Aceitam reformas ao longo de décadas de uso, e o custo da reforma não é alto (varia de R$ 20 a R$ 45 por m²), podendo ser feita a cada oito anos.

O piso de assoalho pode ser instalado em composição com outros acabamentos, como cimento queimado, porcelanato, granito e mármore. São de fácil limpeza. Basta varrer com vassoura de pelos e passar pano úmido, dispensando a aplicação de ceras líquidas ou pastosas.

Contras

A resina de proteção e a madeira podem riscar se móveis sem feltros forem arrastados sobre o piso. Sol em excesso pode alterar o aspecto da resina de proteção. Água em excesso durante a limpeza ou por causa de um eventual vazamento hidráulico pode empenar as peças do piso.

A calafetação (massa que preenche o espaço entre uma peça e outra) pode soltar devido a movimentos naturais (contração e dilatação) da madeira. Não é a melhor opção para áreas molhadas e gordurosas, como banheiros e cozinhas.

A reforma demanda mão-de-obra e equipamento especializados para raspar o piso. O custo médio de instalação por metro quadrado é alto. No caso de tacos fica em torno de R$ 120 o m², o piso de assoalho sai, em média, por R$ 170 o m². É muito mais difícil de instalar e envolve fortes colas e adesivos.

Fonte: delas.ig.com.br

Piso

Piso

Piso de base asfáltica

Com acabamento em resinas acrílicas, é piso monolítico, construído com camada de pó de pedra compactada, camadas de britas imprimadas em asfalto e compactadas, composto asfáltico enriquecido com resinas sintéticas, regularizador da superfície, aplicação de produtos a base de resinas sintéticas selantes e quartzo moído e o acabamento mencionado, em resinas acrílicas, onde são demarcados os jogos. A textura desse piso é adequada para a prática esportiva, com excelente pique de bola, antiderrapante, pequena flexibilidade, absorvendo um pouco os choques, de baixíssima manutenção e de grande efeito estético. As disputas oficiais são feitas em pisos de 18m x 36m e 20m x 40m, mas amadoristicamente, um excelente desempenho se consegue em quadra com piso de 16m x 32m. A área de jogo mede 10,97m x 23,77m, para duplas. Esse piso é mais lento do que em tenisfast ou concreto, mas é mais rápido do que em saibro.

Piso de saibro

É executado com camada de caco de tijolos, camada de saibro e acabamento em pó de telha. É um piso lento, de muita manutenção, pois após ele concluído, é necessário rolá-lo por uns 6 meses, com rolo de 100 a 150 kg, diariamente a semanalmente, e após algumas partidas, passar um saco para regularizar o pó de telha superficial. É aconselhável construir bandejas de captação do pó nas canaletas, afim de reduzir o consumo desse material.

Piso de tenisfast

É bastante rápido, formado por camada de brita 2 para drenagem, camada de brita 1 imprimada com nata de cimento, e camada superficial de pedrisco imprimada em nata de cimento, com acabamento em tintas acrílicas. São construídos em placas, com juntas de borracha sintética. É piso drenante e em nível. Como ficam a céu aberto, a poeira que atinge a superfície acaba infiltrando-se e, com o passar do tempo, colmata a drenagem, comprometendo a absorção de águas pluviais e criando esforços que acabam provocando pequenas diferenças de cotas entre as placas. A manutenção é pequena até essa colmatação, que comumente danifica o piso exigindo outra construção.

Piso de concreto

Somente é aconselhável quando, além de se jogar tênis, deseja-se patinar, andar de bicicleta, fazer festas, etc. Esse piso é duro, flexibilidade quase nula, em placas, com juntas secas, superfície desempenada fina, lixada, regularizada com massa de cimento e pva para maior ancoragem da tinta e melhorar a textura e pintada com tintas acrílicas.

Piso em grama sintética

É executado sobre contrapiso de concreto ou asfáutico, onde se cola o tapete com as fibrilas de polipropileno de 10 a 55mm de altura e aplica-se areia de fundição compactada mistura c/ borrachade pneu moído, até que pouco menos da metade da altura das fibrilas estejam expostas. É um piso bastante caro, exigindo manutenção freqüente de redistribuição da areia e a cada trimestre, estudar reposição.

Piso de base asfáltica, tem as mesmas considerações com relação as quadras de tênis, somente que sua textura superficial é mais lisa, afim de reduzir as lesões em tombos.

Comumente, nesse tipo de quadra, demarcam jogos de futebol de salão, voleibol e basquetebol, chegando, em escolas, a demarcar também jogos de handebol. Pessoas físicas, afim de aumentar o grau de utilização das quadras que constróem em suas áreas de recreação. usam demarcar os jogos de tênis em lugar do handebol.

Essas quadras comumente medem 18m x 30m, mas encontra-se dimensões bem menores em Condomínios (12m x 20m, 14m x 27m, etc.).

Piso de concreto, executado como informado na categoria do tênis, é usado quando a finalidade é múltipla (social e esportivo).

Piso de madeira é um piso nobre, principalmente se for construído no modelo flutuante ou semiflutuante. Absorve bem os choques, é liso, durável, mas somente executado em quadras cobertas. É construído sobre um contrapiso onde se fixam barrotes de madeira e lâmina de neoprene, e sobre esses barrotes, são fixados os listones de madeira (marfim, cetim amarelo, ipê). Após, é lixado, calafetado, envernizado ou pintado com tintas poliuretânicas e demarcado. Esse piso é excelente para as disputas esportivas ou para atividades sociais. Seu preço é elevado.

Piso de borracha sintética é construído sobre contrapiso de concreto, e a borracha, com 10 ou 20mm de espessura, pode ser colada ou fixada com argamassa. Sua superfície é lixada e pintada com tintas acrílicas. É um piso macio, confortável, absorvente dos choques e antiderrapante. Ideal para utilização em play grounds de jardins de infância ou condomínios.

Pisos para outros tipos de quadras, como badminton, paddle tênis, peteca, squash, futebol society, etc.:

O badminton utiliza piso rígido ou quase rígido, como o de base asfáltica ou concreto, conforme enunciado em tênis, ou de madeira, se for coberto.

O paddle e a peteca utilizam pisos com as mesmas características do badminton.

O squash utiliza o piso de madeira no tipo semiflutuante. Essa madeira é cetim amarelo ou marfim, demarcado, sem a aplicação do verniz.

Futebol Society

Society

O futebol society utiliza piso de areia ou de grama sintética. O primeiro é feito com 15 a 20cm de areia media colocado sobre solo drenado. O segundo utiliza grama sintética apoiada sobre contrapiso de concreto ou de base asfáltica. A grama pode ser colada no contrapiso, caso de concreto, apoiada sobre o contrapiso de qualquer modalidade, mas com areia de fundição distribuída sobre ela, ou ter, entre a grama e o contrapiso, um amortecedor de borracha sintética.

Fonte: www.equyplan.com.br

Piso

Cálculo de material para sua obra

Na hora de calcular a quantidade de material a ser utilizada na obra, seja construção ou reforma, arquitetos, engenheiros e técnicos são unânimes: é preciso prever bem as perdas – que ocorrem do transporte ao manuseio. O cálculo evita desperdício e a dor de cabeça de ter de voltar à loja para comprar mais e correr o risco de não encontrar o produto, em falta ou já fora de linha.

A maioria dos especialistas aponta uma margem de segurança de 10%, mas nem todos os materiais aceitam esse índice. "É uma boa margem para tijolos, telhas e blocos de concreto", afirma o arquiteto Carlos Augusto Faggin, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), da Universidade de São Paulo (USP).

Mesmo para aqueles materiais em que a margem é aplicável, existem muitas situações que podem aumentar ou diminuir a quantidade necessária. Áreas com pisos e azulejos estampados, por exemplo, consomem mais peças, pois pedem mais recortes para compor os desenhos. Já as áreas de grande dimensão terão perda menor, pois haverá menos recortes.

São detalhes que podem complicar a obra. Por isso, é bom consultar um arquiteto ou um engenheiro. "É preciso fazer um projeto e discuti-lo bem antes de fazer as compras", diz o engenheiro Nelson Ferraz, coordenador da Divisão Técnica de Gerenciamento de Empreendimentos do Instituto de Engenharia. Confira:

Telhas de barro

Como têm grande variação de tamanho, até de uma região para outra, o cálculo fica mais difícil. O professor Carlos Augusto Faggin, da FAU-USP, dá uma dica bastante prática: monte no chão 1m² com as telhas e veja quantas foram necessárias. Aplique a "folga" de 10% a mais, depois de calcular o total necessário para a área do telhado. Mas é preciso não se esquecer da inclinação do telhado: quanto maior a inclinação, maior será o número de telhas gastas.

O engenheiro Jorge Saback Filho, gerente de Obras de Residências da Archiplanta, faz um alerta: o grande problema das telhas de barro é sua qualidade. Peças ruins terão perda maior e a margem de 10% pode não ser suficiente.

Azulejos

Calcule a área real, isto é, desconte portas e janelas. A Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica (Anfacer) recomenda uma margem de 10% a mais no cálculo. Mas lembre-se de levar em consideração se as peças são lisas ou estampadas – estas têm perda maior, pois será preciso encaixar os desenhos.

Os azulejos são usados em áreas que geralmente requerem manutenção, principalmente por causa das instalações hidráulicas. É bom já calcular uma pequena sobra para estoque de pelo menos uma caixa, para reparos futuros, pois encontrar a mesma tonalidade de cores é quase impossível, mesmo para as peças mais simples, e as cerâmicas saem facilmente de linha.

Pisos

Deve-se levar em conta o tamanho das placas e da área. "Quanto maior a dimensão da placa, maior é a perda", explica o professor Faggin, da FAU. Para peças de até 15 cm, ele recomenda uma margem de segurança de 5%; e para de 30 cm ou mais, de 10%. Em contrapartida, áreas maiores terão perda menor, pois haverá menos recortes. Como no caso dos azulejos, é melhor ampliar a margem de folga se as peças forem estampadas.

Pisos postos em diagonal também têm mais recortes e, portanto, maior consumo, lembra Saback Filho, da Archiplanta. Para áreas com até 10m², o engenheiro aconselha 20% a mais para colocação reta e 35% para em diagonal. Áreas superiores devem ter margem de 10% e 20%, respectivamente. É aconselhável ter um estoque, para manutenção futura, de pelo menos uma caixa. O rodapé, se feito do corte do piso, deve ser calculado separadamente. Saiba que uma placa fará duas unidades de rodapé, pois o "miolo" vai apresentar "rebarbas" indesejáveis.

Tijolo baiano ou de barro maciço

O cálculo depende do tamanho do tijolo e da largura da parede. O melhor é seguir a instrução do fabricante ou fornecedor e aplicá-la sobre a área, lembrando-se do índice de 10% a mais como prevenção. Saback Filho, da Archiplanta, dá uma dica: "Devemos levar em conta toda a área da parede, ou seja, não dar desconto em portas, janelas e outros vãos.”

No caso de uma parede de tijolos maciços que ficam à vista, um ponto importante são os cantos externos. "Alguns fabricantes já fornecem os tijolos cortados para serem colocados nesses cantos, diminuindo assim as perdas", explica o engenheiro.

Bloco de concreto

Tem tamanho variado, portanto melhor seguir a indicação do fabricante ou fornecedor. O arquiteto Faggin, professor da USP, aconselha aplicar a margem de 10% de sobra.

Cimento

Como tem "vida curta" – começa logo a empedrar –, o principal fator a ser considerado no cálculo da quantidade é o tempo. "Não se deve comprar cimento para muitos dias", explica Nelson Ferraz, coordenador da Divisão Técnica de Gerenciamento de Empreendimentos do Instituto de Engenharia. Segundo ele, é melhor comprar o suficiente para usar em 15 dias, já que nem sempre as condições de armazenamento na obra são as ideais.

Argamassa

Para assentamento de tijolos, a média é de 10 a 14 quilos por metro quadrado e depende do tipo de tijolo. Para uso em revestimento (que tem um tipo específico: o cimento e cola), é de 5 quilos por metro quadrado.

Tinta

O rendimento varia de marca para marca, do tipo utilizado (PVA, acrílica, elástica, etc...) e da quantidade de demãos que serão necessárias para a cobertura perfeita da superfície. O melhor a fazer é consultar as instruções do fabricante contidas no produto e calcular a área a ser pintada (altura x largura) descontando-se os vãos, como portas e janelas. Alguns fabricantes informam uma fórmula básica para descobrir quantos galões de tinta serão necessários. Adote a equação abaixo para tintas, fundos e massas, sem esquecer que o consumo por metro quadrado pode variar em função da porosidade da superfície e da técnica a ser empregada.

Consumo de galões = metragem quadrada X número de demãos
rendimento por galão informado pelo fabricante

Para evitar desperdícios, o engenheiro Saback Filho aconselha deixar a pintura para a última etapa. "A pintura é o último passo de uma obra ou reforma, portanto deve ser iniciada apenas quando não há mais nenhum serviço a ser executado", diz. Isso evita a perda com retoques ou outras demãos se houver necessidade de fazer a mudança, por exemplo, de um ponto elétrico.

O professor Faggin tem uma dica para quem for usar cores preparadas em misturadores: é preciso aplicar no cálculo a margem de 10% a mais para não correr o risco de o produto acabar antes do fim da pintura, pois será difícil obter novamente a mesma tonalidade. Esse problema não ocorre com as cores prontas.

O que fazer com as sobras

O material aproveitável pode ser dado a amigos, doado a instituições de caridade ou mesmo vendido a museus e cemitérios de peças.

Fonte: www.vrcenter.com.br

Piso

Dicas e Curiosidades

O que são Mármores e Granitos?

Rochas são agregados de um ou mais tipos de minerais. O tamanho e a disposição deles (aspecto) dependem de sua formação.

O termo rochas ornamentais é um nome comercial para designar as rochas passíveis de polimento, sendo assim, granitos são todas as rochas não carbonáticas e mármores são as carbonáticas. Os outros materiais como: ardósia, pedra mineira e pedra miracema são conhecidos simplesmente por pedras.

Os mármores são rochas metamórficas constituídas principalmente por minerais de calcita.
Já os granitos são rochas ígneas constituídas principalmente por minerais de quartzo, feldspato e mica.

Os minerais de calcita são facilmente atacados por soluções ácidas, além de serem mais frágeis e de dureza menor do que os minerais constituintes dos granitos. O quartzo e o feldspato são aproximadamente duas vezes mais "duro" (resistência relativa ao risco) do que a calcita.

Recomendações Gerais

Nunca deixe pontas de cigarro, cavacos de madeira, serragem, latas ou pregos, grampos de cabelos (materiais ferrosos) sobre o mármore ou granito, pois poderá ocasionar manchas;

Para limpeza de mármores e granitos, não utilize água sanitária, ácido muriático, ou qualquer outro produto corrosivo e jamais remova sujeiras com objetos cortantes ou pontiagudos;

Os mármores e granitos escuros são especialmente sensíveis a riscos.

Os mármores e granitos claros são especialmente sensíveis a manchas de produtos ácidos (urina, coca-cola, laranja, limão);

Para conservação dos mármores e granitos, sugerimos que trimestralmente, as peças / piso sejam lavados com detergente próprio para retirada de gorduras e impurezas podendo depois se aplicar produto impermeabilizante e por último cera apropriada;

Os maiores inimigos do granito e do mármore são produtos oleosos, portanto, procure sempre limpar com a maior brevidade possível (principalmente os materiais mais sensíveis).

Evitar colocar produtos, panelas, recipientes quentes ou muito frios diretamente sobre os mármores. Usar sempre aparadores ou porta-copos.

Nunca subir em pias, tampos ou lavatórios usando-os como “degraus”, para limpeza de janelas, espelhos, etc.;

A limpeza pode ser realizada diariamente com pano seco ou levemente umedecido em uma solução de água ou detergente com PH neutro (conforme orientação do fabricante)ou em uma solução de água e álcool de 15%

Como se Formam e Como Ocorrem na Natureza ?

O mármore é formado pela transformação de uma rocha sedimentar pré existente. Essa transformação, o metamorfismo, é o resultado de uma mudança no ambiente de deposição do calcário.

O granito é uma rocha ígnea formada por um magma em estado de fusão a grandes profundidades, no interior da terra onde ocorrem seu resfriamento e a sua solidificação.

O quartzo transparente, o feldspato e a biotita escura são os principais minerais formadores dos granitos. A coloração destas rochas é dada principalmente pela cor dos feldspatos.

Os granitos ocorrem tanto sob a forma de maciços rochosos como em matagões (blocos arredondados), os mármores são explorados através de cavas abertas ou cortes em taludes, pois não formam concentrações de matagões como os granitos.

Com grandes chances de acerto, a olho nu, pode-se distinguir os mármores pela característica da superfície da rocha: geralmente apresentam muitos veios, coloração mais homogênea e ausência de pigmentação preta (sob a forma de pontilhados), comum em quase 100% dos granitos.

Aprenda a Distinguir Mármores de Granitos

O método mais simples é riscando a superfície lisa da rocha com metal: o mármore é riscado e o granito não. Este fato se dá em função da dureza relativa dos minerais constituintes das rochas.

Os mármores são constituídos principalmente por calcita ( mineral de dureza 3 - escala de Friedrich Mohs), portanto pode ser riscado por metal.

Os granitos são constituídos principalmente por feldspato e quartzo ( minerais de dureza 6 e 7, respectivamente), e não podem ser riscados pelo metal, mas riscam o vidro e são riscados por outro mineral de dureza superior.

Os travertinos são rochas calcárias de sedimentações químicas, formadas pela combinação de bióxido de carbono com carbonato de cálcio em solução.

Mármores

Formado por Carbonato de Cálcio (CO3Ca) + Substâncias estranhas.

Têm veios mais evidentes e menos brilho que os granitos.

São mais moles e menos resistentes que os granitos.

São suscetíveis a manchas e desgaste.

São indicados para pisos internos de salas, halls e quartos.

São muito usados em banheiros e demais ambientes sociais.

Granitos

Formado por Mica + Quartzo + Feldspato + Substâncias estranhas

São mais duros e resistentes a ataques químicos do que os mármores.

Também são mais resistentes a absorção de água e a desgaste abrasivo.

São indicados para áreas externas ou internas, inclusive em cozinhas e lavanderias.

Muito utilizado em áreas comerciais.

Termos usados e seus significados

Mármore

Rocha metamórfica de composição calcária. Recristalizada, dura e compacta, possui veios contínuos e cores variadas.

Granito

Rocha magmática formada de feldspato, quartzo e mica. Com cores também variadas, é mais duro que o mármore e não possui tantos veios. Ambas podem receber polimento ou outros acabamentos. Têm vasta aplicação na arquitetura, especialmente em revestimentos de pisos, paredes, bancadas e pias, em áreas internas ou externas.

Apicoado

Acabamento aconselhado para áreas externas. Feito à base de impactos (marteladas), tem aspecto poroso e textura uniforme.

Bisotado

Em tampos e bancadas de mármore ou granito é um tipo de arremate que cria chanfros a 45°. Já em peças para pisos tem a função de tirar o corte das arestas, evitando que as beiradas se quebrem.

Boleado

Arremate usado nas bordas das pias ou bancadas de mármores ou granito. Pode ser simples, feito a 90° ou 180°, ou duplo.

Bruto

Mármores e granitos sem qualquer acabamento, usados tal como são achados na natureza, apenas serrados.

Cabuchon

Na composição de pisos, nome dado às pequenas peças (geralmente com 5 x 5 cm ou 10 x 10 cm) que ficam entre a junção das maiores.

Corrida

Diz-se "seguir a corrida". Termo usado colocadores de pisos de mármore e granito, significa assentar o piso de acordo com o sentido dos seus veios.

Cristalização

Processo feito por empresas especializadas com a função de criar uma película protetora para os pisos de mármore e granito.

Faixa

O mesmo que tabeira. Na composição de pisos em mármore ou granito, moldura que contorna o ambiente.

Flamejado

Acabamento de aspecto rugoso e ondulado, só para granito em áreas externas.

Frontão

Arremate entre a parede e a pia da cozinha ou a parede e o lavatório. Costuma medir 5 cm, 7 cm ou 10 cm de altura.

Guarnição

Arremate sobressalente feito geralmente nas bordas de pias de cozinha. Com 3 cm de espessura, salienta 1 cm, impedindo o escoamento da água.

Jateado

Acabamento à base de jato de areia, em peças de mármore ou granito. Sem brilho, é indicado para áreas externas.

Levigado

Semipolido, este acabamento dá aspecto opaco às peças de mármore ou granito. Indicado para áreas internas e externas.

Listello

Faixa padronizada com função decorativa, utilizada na composição de pisos de mármore ou granito.

Marmoleria

Conjunto de trabalhos feito em mármore.

Marmorear

Revestir com mármore.

Marmorista

O mesmo que marmoreiro ou marmorário. Serrador ou polidor de mármores.

Meia Cana

Arremate de mármore ou granito geralmente usado nas bordas de bancadas de lavatórios.

Movimentado

Termo usado pelos colocadores de mármore e granito para denominar peças com muitos veios.

Peito de Pombo

Arremate geralmente usado nas bordas de bancadas.

Polido

Mármores e granitos que recebem acabamento feito a partir de lustração. Indicados para áreas internas, têm aspecto liso e brilhante.

Rodapé

Colocado rente ao piso, rodeia e protege a parte inferior das paredes. Em mármore ou granito, costuma tem 5 cm ou 7 cm e arremate boleado ou reto.

O granito é uma rocha ígnea de grão fino, médio ou grosseiro, composta essencialmente por quartzo e feldspatos, tendo como minerais característicos frequentes moscovite, biotite e/ou anfíbolas.

A composição mineralógica dos granitos é definida por associações muito variadas de quartzo, feldspato, micas (biotite e/ou moscovite), anfíbolas (sobretudo horneblenda), piroxenas (augite e hiperstena) e olivina. Alguns desses constituintes podem estar ausentes em determinadas associações mineralógicas, anotando-se diversos outros minerais acessórios em proporções bem mais reduzidas. Quartzo, feldspatos, micas e anfíbolas são os minerais dominantes nas rochas graníticas e afins.

Macroscopicamente, o quartzo é reconhecido como mineral incolor, geralmente translúcido, muito comum nos granitos.

Granito no vale Yosemite (CA), Estados Unidos da América.

Os feldspatos (microclina, ortóclase e plagióclases), são os principais condicionantes do padrão cromático das rochas silicáticas, conferindo as colorações avermelhada, rosada e creme-acinzentada a estas rochas.

A cor negra variavelmente impregnada na matriz das rochas silicatadas, é conferida pelos minerais máficos (silicatos ferro-magnesianos), sobretudo anfíbolas (hornblenda) e micas (biotite), chamados vulgarmente de "carvão".

Nos granitos mais leucocráticos (claros), portanto com menor quantidade de minerais ferro-magnesianos, o quartzo e o feldspato compõem normalmente entre 85% e 95% da rocha.

A textura das rochas silicatadas é determinada pela granulometria e hábito dos cristais, sendo a estrutura definida pela distribuição desses cristais. Composição, textura e estrutura representam assim parâmetros de grande importância para caracterização de granitos.

O granito é utilizado como rocha ornamental e na construção civil. Para o sector de pedras ornamentais e de revestimento, o termo granito designa um amplo conjunto de rochas silicatadas, abrangendo monzonitos, granodioritos, charnockitos, sienitos, dioritos, doleritos, basaltos e os próprios granitos..

Fonte: www.marmorariamasterpedras.com.br

Piso

MÁRMORE OU GRANITO, AFINAL QUAL A MELHOR OPÇÃO?

O Que São Mármores e Granitos

Rochas são agregados de um ou mais tipos de minerais. O tamanho e a disposição deles (aspecto) dependem de sua formação.

O termo rochas ornamentais é um nome comercial para designar as rochas passíveis de polimento, sendo assim, granitos são todas as rochas não carbonáticas e mármores são as carbonáticas. Os outros materiais como: ardósia, pedra mineira e pedra miracema são conhecidos simplesmente por pedras.

Os mármores são rochas metamórficas constituídas principalmente por minerais de calcita.

Já os granitos são rochas ígneas constituídas principalmente por minerais de quartzo, feldspato e mica.

Os minerais de calcita são facilmente atacados por soluções ácidas, além de serem mais frágeis e de dureza menor do que os minerais constituintes dos granitos. O quartzo e o feldspato são aproximadamente duas vezes mais "duro" (resistência relativa ao risco) do que a calcita.

Como se Formam e Como Ocorrem na Natureza

O mármore é formado pela transformação de uma rocha sedimentar pré existente. Essa transformação, o metamorfismo, é o resultado de uma mudança no ambiente de deposição do calcário.

O granito é uma rocha ígnea formada por um magma em estado de fusão a grandes profundidades, no interior da terra onde ocorrem seu resfriamento e a sua solidificação.

O quartzo transparente, o feldspato e a biotita escura são os principais minerais formadores dos granitos. A coloração destas rochas é dada principalmente pela cor dos feldspatos.

Os granitos ocorrem tanto sob a forma de maciços rochosos como em matagões (blocos arredondados), os mármores são explorados através de cavas abertas ou cortes em taludes, pois não formam concentrações de matagões como os granitos.


Com grandes chances de acerto, a olho nu, pode-se distinguir os mármores pela característica da superfície da rocha: geralmente apresentam muitos veios, coloração mais homogênea e ausência de pigmentação preta (sob a forma de pontilhados), comum em quase 100% dos granitos.

Aprenda a Distinguir Mármores de Granitos

O método mais simples é riscando a superfície lisa da rocha com metal: o mármore é riscado e o granito não. Este fato se dá em função da dureza relativa dos minerais constituintes das rochas.

Os mármores são constituídos principalmente por calcita ( mineral de dureza 3 - escala de Friedrich Mohs), portanto pode ser riscado por metal.

Os granitos são constituídos principalmente por feldspato e quartzo ( minerais de dureza 6 e 7, respectivamente), e não podem ser riscados pelo metal, mas riscam o vidro e são riscados por outro mineral de dureza superior.

Os travertinos são rochas calcárias de sedimentações químicas, formadas pela combinação de bióxido de carbono com carbonato de cálcio em solução.

Mármores

Formado por Carbonato de Cálcio (CO3Ca) + Substâncias estranhas.

Têm veios mais evidentes e menos brilho que os granitos.

São mais moles e menos resistentes que os granitos.

São suscetíveis a manchas e desgaste.

São indicados para pisos internos de salas, halls e quartos.

São muito usados em banheiros e demais ambientes sociais.

Granitos

Formado por Mica + Quartzo + Feldspato + Substâncias estranhas

São mais duros e resistentes a ataques químicos do que os mármores.

Também são mais resistentes a absorção de água e a desgaste abrasivo.

São indicados para áreas externas ou internas, inclusive em cozinhas e lavanderias.

Muito utilizado em áreas comerciais.

Compare as diferenças entre eles:

Mármore

Mármore
Mármore

Mármore
Mármore

Mármore
Mármore

Granito

Granito
Granito

Granito
Granito

Granito
Granito

TIPOS DE ACABAMENTO

São responsáveis pela textura final do material, seja mármore ou granito feitos em diferentes processos. Para escolher, leve em conta não só o aspecto da peça, mas sim, verifique a indicação do fornecedor para o seu uso.

Polido

Liso e brilhante, feito a partir de lustração tanto em mármores como granitos. É escorregadio em contato com a água.

Bruto

Sem nenhum tipo de acabamento, se apresenta com as características naturais. É serrado nas dimensões e espessuras usuais ou sob encomenda.

Flamejado

Feito a base de fogo, dá um aspecto rugoso e ondulado. É indicado somente para granitos com espessura igual ou superior a 2,0 cm. Por isso, é indicado para áreas externas devido à propriedades antiderrapantes.

Apicoado

Feito a partir de impactos, dá um aspecto poroso e uniforme às pedras. É indicado somente para granitos com espessura igual ou superior a 2,0 cm e para áreas externas devido à propriedades antiderrapantes.

Jateado

É feito a partir de jatos de areia, que dão aspecto opaco às pedras. Usado tanto em mármores e granitos e indicado para áreas externas.

Levigado

Usado tanto em mármores como em granitos, trata-se de um acabamento semi-polido, adequado a áreas internas e externas.

Na Prática... Para escadas internas, o tipo de acabamento mais indicado é o polido, porém serão mais seguras se for feita uma faixa apicoada.

Para escadas em áreas externas, o acabamento apicoado ou flamejado das peças a tornarão mais seguras e antiderrapantes.

Em bordas de piscinas, prefira acabamentos jateados ou levigados, que não deixam a superfície escorregadia, nem machucam no contato.

CUIDADOS NA INSTALAÇÃO / COLOCADOR

A colocação deve ser feita apenas por profissionais qualificados. Por isso, caso o fornecedor não execute a instalação, peça a indicação de colocadores especializados. Certifique-se de que o preço da colocação inclui somente a mão de obra do colocador. Você terá que fornecer areia, cimento, servente (1 para cada colocador) e todo o material necessário para reajuste e proteção do piso.

A Máquina

O profissional contratado deve possuir as ferramentas básicas para a correta instalação. Entre elas: serra para cortar pedras, conhecida por "maquita"; martelo de borracha, apropriado para o assentamento; régua de alumínio, usada para nivelar o piso; espátula, para fazer o rejunte e furadeira do tipo serra copo, apropriada para recortar o piso nos locais indicados para os ralos.

Impermeabilização

Para revestir pisos de cozinhas, banheiros e lavabos é importante certificar-se de que o contra-piso está impermeabilizado.

Uniformidade

Antes de assentar as placas, faça uma pré-montagem espalhando as peças pelo chão,a fim de escolher o posicionamento mais adequado de cada uma. Deve-se seguir o sentido dos veios. Assim, as peças que destoam do conjunto devem ser colocadas em locais de difícil visualização - atrás da porta ou em recortes, por exemplo.

Atenção

Os mármores e os granitos são provenientes da natureza, por isso, estão sujeitos a variações de cores, veios e manchas. Uma peça nunca será igual à outra.

Cimento e Areia ou Cimento Cola

Ao contrário do cimento-cola, produto industrializado e comprado pronto, a massa de cimento e areia é feita na obra. Antes de fazer a mistura, é importante peneirar a areia para evitar que fragmentos de ferro oxidem as pedras. O cálculo aproximado de massa por m² é de 12 Kg.
* Detalhe: assentamentos feitos com cimento cola exigem pisos nivelados.

Cimento e Areia ou Cimento Cola Branco

Para o assentamento de mármores ou granitos claros, é indispensável o uso de cimento cola branco. Sua utilização evita alterações na cor do material colocado e dá um visual mais bonito.

Secagem

Depois do piso assentado, deixe o ambiente livre de trânsito por pelo menos um dia para que a massa seque bem.

Rejunte

É indicado o cimento branco ou cimento pigmentado com pó xadrez, na cor aproximada da pedra.

Limpeza

Espere mais um dia para a secagem e efetue a limpeza com um pano úmido e estopa, em caso de mármores, e palha de aço seca, em pisos de granito.

Proteção

Recomenda-se proteger o piso com lona plástica, plástico bolha ou nata feita de gesso e estopa. Este procedimento é fundamental.

Dicas

Os fornecedores de mármores e granitos não aceitam reclamações depois do produto instalado. Por isso, verifique e analise a mercadoria antes da colocação. Peças molhadas mudam a tonalidade, dificultando a seleção do material. Por isso, não é aconselhável molhá-las antes da instalação.

E não se desespere, o produto depois de instalado, muda de cor até a sua completa secagem, por volta de 40 dias (dependendo do material).

Um mesmo lote de placas de granito ou mármore não deve variar demais a espessura. Caso contrário, você terá problema na hora do assentamento.

Geralmente variam de mais ou menos 3 mm da espessura nominal indicada.

Quando efetuar a sua compra, compre sempre 10% a mais da quantidade necessária. E se o assentamento for na diagonal, acrescente cerca de 20%. Não deixe de comprar tudo de uma só vez, pois você poderá correr o risco de não encontrar mais o material do mesmo lote, ou seja, tons e aspectos semelhantes.

Não deixe de comprar a soleira para arrematar as portas e os rodapés conforme as medidas das placas. Não é aconselhável a utilização de sobras de piso para a execução do rodapé, por causa da falta de acabamento nas pedras.

Nunca deixe pontas de cigarro, cavacos de madeira, serragem, latas ou pregos em cima do mármore ou granito, pois poderão manchar o piso.

CONSERVAÇÃO, MANUTENÇÃO E LIMPEZA!

Não corra o risco de danificar o produto, por isso siga apenas as instruções de limpeza e manutenção de seu fornecedor.

Pano úmido e água é a melhor maneira de manter o mármore e o granito limpo.

Nunca use água sanitária, ácido muriático ou qualquer outro produto corrosivo ou ácido.

Em peças com acabamento flamejado, apicoado, levigado ou jateado podem ser limpas com ácido muriático e vassoura de piaçava, pois encardem mais facilmente. Siga a proporção: 5 partes de água para 1 parte de ácido.

Evite que óleos ou gorduras entrem em contato com os mármores, em especial. Pois caso não sejam removidas rapidamente corre-se o risco de as manchas não saírem mais.

VOCÊ SABE O QUE É ARDÓSIA?

Ardósia é um xisto metamorfoseado (rocha metamórfica), em placas finas, tendo várias utilizações industriais.

São rochas sílico-argilosa, endurecida em finas lâminas.

Define-se como rocha argilosa de baixo grau metarmórfico, cor cinza a preta, constituída principalmente por mica, muscuvita, clorita, quartzo e em algumas vezes grafite, turmalina, rutilo e titanita.

É caracterizada por apresentar uma clivagem perfeita, podendo assim formar grandes placas.

Ok, muito legal, mas você não entendeu nada do que eu disse?

Calma, não se desespere! Veja abaixo suas características:

Ardósia

Ardósia

Ardósia

Ardósia

A ardósia é muito usada para escadas, piso de garagens ou bancadas simples. Sua grande vantagem em relação ao granito é o seu custo, que é bem inferior, em compensação devida as suas propriedades físicas, risca com maior facilidade.

DICIONÁRIO

Mármore

Rocha metamórfica de composição calcária. Recristalizada, dura e compacta, possui veios contínuos e cores variadas.

Granito

Rocha magmática formada de feldspato, quartzo e mica. Com cores também variadas, é mais duro que o mármore e não possui tantos veios. Ambas podem receber polimento ou outros acabamentos. Têm vasta aplicação na arquitetura, especialmente em revestimentos de pisos, paredes, bancadas e pias, em áreas internas ou externas.

Apicoado

Acabamento aconselhado para áreas externas. Feito à base de impactos (marteladas), tem aspecto poroso e textura uniforme.

Bisotado

Em tampos e bancadas de mármore ou granito é um tipo de arremate que cria chanfros a 45°. Já em peças para pisos tem a função de tirar o corte das arestas, evitando que as beiradas se quebrem.

Boleado

Arremate usado nas bordas das pias ou bancadas de mármores ou granito. Pode ser simples, feito a 90° ou 180°, ou duplo.

Bruto

Mármores e granitos sem qualquer acabamento, usados tal como são achados na natureza, apenas serrados.

Cabuchon

Na composição de pisos, nome dado às pequenas peças (geralmente com 5 x 5 cm ou 10 x 10 cm) que ficam entre a junção das maiores.

Corrida

Diz-se "seguir a corrida". Termo usado colocadores de pisos de mármore e granito, significa assentar o piso de acordo com o sentido dos seus veios.

Cristalização

Processo feito por empresas especializadas com a função de criar uma película protetora para os pisos de mármore e granito.

Faixa

O mesmo que tabeira. Na composição de pisos em mármore ou granito, moldura que contorna o ambiente.

Flamejado

Acabamento de aspecto rugoso e ondulado, só para granito em áreas externas.

Frontão

Arremate entre a parede e a pia da cozinha ou a parede e o lavatório. Costuma medir 5 cm, 7 cm ou 10 cm de altura.

Guarnição

Arremate sobressalente feito geralmente nas bordas de pias de cozinha. Com 3 cm de espessura, salienta 1 cm, impedindo o escoamento da água.

Jateado

Acabamento à base de jato de areia, em peças de mármore ou granito. Sem brilho, é indicado para áreas externas.

Levigado

Semipolido, este acabamento dá aspecto opaco às peças de mármore ou granito. Indicado para áreas internas e externas.

Listello

Faixa padronizada com função decorativa, utilizada na composição de pisos de mármore ou granito.

Marmoleria

Conjunto de trabalhos feito em mármore.

Marmorear

Revestir com mármore.

Marmorista

O mesmo que marmoreiro ou marmorário. Serrador ou polidor de mármores.

Meia Cana

Arremate de mármore ou granito geralmente usado nas bordas de bancadas de lavatórios.

Movimentado

Termo usado pelos colocadores de mármore e granito para denominar peças com muitos veios.

Peito de Pombo

Arremate geralmente usado nas bordas de bancadas.

Polido

Mármores e granitos que recebem acabamento feito a partir de lustração. Indicados para áreas internas, têm aspecto liso e brilhante.

Rodapé

Colocado rente ao piso, rodeia e protege a parte inferior das paredes. Em mármore ou granito, costuma tem 5 cm ou 7 cm e arremate boleado ou reto.

Informações Gerais

Por serem de matéria-prima natural, os pisos de madeira podem sofrer expansão ou retração em algumas épocas do ano, dependendo das condições climáticas vigorantes, além de serem passíveis de sofrer alterações em sua tonalidade, sem que isso possa ser atribuído a defeito de fabricação.

Devido a movimentação natural da madeira deve-se deixar espaço entre o piso e a parede.

Mesmo depois de seca, a madeira continua trocando umidade com o ar; e essa mudança no seu teor de umidade ocasiona alterações dimensionais, mesmo que em ambientes internos, ou seja, podem “inchar, diminuir” e até apresentar fendilhamentos (pequenas rachaduras).

A durabilidade natural da madeira pode ser aumentada de diversas maneiras. Uma das mais eficientes é através da sua secagem, que elimina o risco do ataque de fungos e insetos, além de facilitar a colagem e a aplicação de acabamentos. Podem ainda ser utilizados produtos preservativos, ignífugos (produto que evita o fogo) e para acabamento superficial (tintas, vernizes, etc.).

A madeira depois de seca, (teor de umidade igual ou inferior à umidade de equilíbrio correspondente a sua condição de uso) dificilmente estará sujeita a defeitos, como deformações, empenamentos e rachaduras. Assim, toda madeira antes de ser beneficiada deve passar por um processo de secagem. Nunca secar após o beneficiamento, pois, dependendo do corte efetuado (tangencial ou radial), a secagem pode provocar sérias variações dimensionais.

A exposição da madeira ao ar é a forma mais simples de secagem. Todavia, deve ser empilhada e exposta de maneira adequada. Conforme as condições atmosféricas, espessura e disposição das peças, o tempo de secagem pode variar de semanas a meses.

Para uma secagem mais rápida e eficiente, pode-se colocar a madeira, antes de ser beneficiada, em secadores industriais, obtendo um resultado mais uniforme, reduzindo, assim, as tensões internas, o aparecimento de defeitos (ex: empenamento) e eliminando a necessidade de grandes pátios requeridos para secagem ao ar.

Geralmente os pisos de madeira são submetidos à secagem industrial, com ventilação forçada, aquecimento e controle de umidade relativa, buscando promover a secagem de forma rápida e uniforme, sem alterar a qualidade. São também utilizados controladores computadorizados e medidores de umidade para que o produto final atinja a umidade adequada.

Principais medidas para conservação da madeira

Utilizar somente madeira seca;
Evitar o contato direto com água da chuva e do solo;
Evitar a incidência direta do sol. Luz solar causa descoloração da madeira.
Verificar e combater indícios de ataque de fungos e insetos;

Transporte e armazenagem

Manusear com cuidado as caixas durante o transporte;

Não colocar sobre as caixas de piso peso excessivo, galões de óleo ou outros produtos que possam danificar as caixas;

Conferir o pedido no momento do recebimento junto à transportadora;

As caixas devem ser estocadas em local seco, coberto e a uma distância mínima de 20 cm do solo;

Quando for guardar caixas abertas fechá-las bem antes do empilhamento;

No caso de piso pronto já envernizado, as peças soltas devem ser armazenadas com as faces do verniz voltadas entre si e acondicionadas de tal forma que não recebam claridade.

Antes da Instalação

Só permitir a instalação por profissionais competentes;

Guardar o material em local coberto e arejado;

Só retirar as peças da embalagem no momento da instalação, evitando assim arranhões,batidas, etc; Dependendo do teor de umidade das peças e do local da instalação pode ser necessário empilhamento prévio para aclimatação da madeira;

Abrir a caixa ou pacote por inteiro evitando arrastar as peças;

Fazer uma mesclagem das peças antes da instalação, verificando bem os diversos comprimentos e tonalidades;

Todas as peças devem ser inspecionadas antes da instalação para detecção de quaisquer problemas;

A instalação do piso deve ser feita somente após o término das outras etapas da obra e antes da instalação do rodapé;

Só iniciar a instalação quando o contrapiso estiver completamente curado (seco), limpo, nivelado (sem ondulações) e sem umidade ascendente;

No caso do contrapiso se encontrar abaixo do nível do terreno, pode ser indicado utilizar manta plástica para evitar a passagem de umidade;

O contrapiso térreo deve ser impermeabilizado;

Vidros e esquadrias devem estar colocados antes da instalação (para proteção contra chuva);

Eventuais reclamações sobre o produto devem ser efetuadas antes da instalação do mesmo;

Exigir garantia de qualidade do vendedor do produto e do serviço de instalação.

Durante a Instalação

Recomenda-se a retirada de qualquer tipo de piso existente antes da instalação.

Em caso de pisos de madeira antigos, pode ser analisada possibilidade de fixação em cima.

Utilizar manta de espuma e lona plástica;

Iniciar a instalação com o lado fêmea voltado para a parede, começando pelo lado mais longo da parede;

Utilizar embalagens abertas ou papelão para pisar sobre o piso já instalado;

Deixar junta de dilatação de junto a parede;

Nunca molhar ou umedecer o piso durante a colocação ou a aplicação de verniz;

A instalação do rodapé deverá ser feita somente após o término do piso e contrapiso;

Fazer a vedação com silicone em portas ou acabamentos junto a cerâmica (banheiros, cozinhas, varandas, sacadas etc.);

Após a Instalação

Móveis devem ser levantados e não arrastados. Deve-se colocar proteção nos pés dos móveis, como borracha, carpete e feltro, a fim de evitar marcas e arranhões;

Procurar efetuar limpeza apenas com vassoura de pêlos e pano levemente umidecido (cuidado com a quantidade de água);

Limpar manchas e gorduras apenas com água e sabão/detergente neutro o mais rápido possível após terem sido provocadas;

Líquidos derramados devem ser enxugados imediatamente;

Não utilizar solventes orgânicos (querosene, aguarrás etc.);

Dependendo do tipo de piso pode ser indicado ou não a utilização de ceras;

Não colocar vasos diretamente sobre o piso;

Não usar tapete nos primeiros dias após a instalação.

Colocar capacho nas entradas a fim de evitar poeira, areia ou pedregulhos dos calçados.

Em caso de mudança proteger o piso com tapetes ou papelão;

Fonte: www.anpm.org.br

Piso

Piso

TIPOS DE PISOS DE MADEIRA

As características específicas de cada um dos principais tipos de pisos de madeira encontradoms no mercado - assoalhos, carpetes, laminados, tacos e parquetes - variam bastante, apesar da semelhança entre eles após a instalação.

. O QUE É INSTALAÇÃO CARACTERÍSTICAS
Assoalho Réguas de madeira maciça com comprimento, espessura e larguras variáveis. Diretamente sobre contrapiso por barroteamento (pequenas peças de madeira embutidas no contrapiso onde as peças são fixadas). Lateralmente, as peças são encaixadas. Durabilidade e acabamento. A colocação pode ser feita também em diagonal. É necessário, no entanto, observar se a espessura das réguas não vai colocar piso e portas em desnível.
Carpetes de madeira Lâminas de madeira com base de compensado com cerca de 7mm de espessura e dimensões variáveis. Tipo flutuante (as lâminas são assentadas sobre manta plástica e fixadas lateralmente por colagem ). Podem ser instalados sobre pisos já existentes. Podem riscar com facilidade, não sendo indicados para áreas de circulação intensa.
Laminados Réguas de material composto, com cerca de 8mm de espessura, prensados e resinados, reproduzindo, na superfície, padrões de madeira. Réguas fixadas entre si por colagem e apoiadas no piso. Possui encaixe lateral entre as peças e pode também ser instalado sobre pisos já existentes. A aparência, por vezes, é artificial.
Tacos e parquetes Tacos: pequenas placas de madeira maciça com tamanhos variáveis.
Parquetes: placas compostas por pequenos tacos rejuntados, formando mosaicos.
Colagem sobre o contrapiso. Atualmente, colas especiais tornaram a fixação mais resistente, diminuindo o risco das peças descolarem.

EXECUÇÃO DE PISOS COM BLOCOS DE CONCRETO

Opção resistente para revestimento de pisos externos, este tipo de piso suporta circulação de carros e grande trânsito de pessoas, apresenta efeito rústico, prático de limpar e não é escorregadio.

Pode ser liberado para uso logo após a instalação das peças, uma vez que sua aplicação dispensa o uso de massas ou rejuntes com tempo de secagem.

O assentamento deve observar as seguintes etapas:

Demarcação e compactação do solo, utilizando-se um pilão de madeira (para pequenas áreas) ou uma placa compactadora vibratória (que pode ser alugada em empresas especializadas) para áreas maiores;

Em terrenos de solo mole, é necessária uma camada de 10 a 15cm de brita graduada (bica corrida), refazendo-se a compactação;

Colocação (obrigatória) de camada de 3 a 4cm de areia e nova compactação;

Aplainamento da superfície com uso de régua de nivelamento, após o que a área não pode mais ser pisada;

Disposição dos blocos de concreto conforme o desenho do projeto e colocação de uma camada de areia fina por cima (que será responsável pelo rejunte) e nova compactação, cuidando para que os vãos entre as peças sejam preenchidas pela areia;

O excesso de areia é eliminado por varrição.

Se desejável, é possível fazer um acabamento com selante para concreto ou verniz de poliuretano.

Fonte: www.catep.com.br

Piso

Vantagens Técnicas do Porcellanato

O porcelanato é uma peça formada de argila, feldspato e corantes, queimada a mais de 1.250ºC, e é submetida a pressões de compactação acima das utilizadas pelas cerâmicas convencionais. Sua versão tradicional sem esmaltação, com massa apresentando características homogêneas.

O porcelanato tem espessura média de 8 mm, o que o torna mais leve e fácil de trabalhar do que pedras naturais, e com comprovada superioridade técnica.

O porcelanato possui corpo uniforme, não apresenta as falhas próprias das rochas que resultam em desgaste precoce.

Na escala MOHS (a mesma escala que classifica a dureza das pedras naturais), alguns porcelanatos têm até MOHS 9 (granito tem MOHS 6 e Mármore MOHS 5).

O porcelanato hoje é usado até em estações de metrô no mundo, não apresentando os desgastes típicos de outros materiais.

Por sua alta resistência à abrasão profunda, ao gelo, aos ácidos e álcalis, alta impermeabilidade e uniformidade de cores, o porcelanato é indicado para ambientes de alto tráfego, podendo também ser instalado em ambientes residenciais, piscinas ou saunas.

Absorção de água: 0,1%. Alguns porcelanatos chegam até menos de 0,05%. É a menor absorção de água do mercado, o que significa maior impermeabilidade e resistência.

Existem duas versões do porcelanato tradicional: rústico e polido. O primeiro é mais adequado para áreas que exigem um revestimento antiderrapante, como áreas externas ou rampas. O polido difere por sua textura superficial, totalmente brilhante.

Porcelanato polido

É a versão mais famosa e difundida do porcelanato. Possui um brilho único, superior ao das pedras naturais, que se conserva por anos, sem manutenção. Na Brasil 153 Pisos você encontra disponível em diversos tamanhos e modelos.

Porcelanato rústico

É a grande sensação dos mercados norte-americanos e europeus e também no Brasil nos últimos anos. É anti-derrapante a seco e a úmido, ideal para áreas externas e decks de piscinas.

APLICAÇÃO DE PORCELLANATO

O porcelanato possui uma absorção de água próxima de zero, e requer a utilização de uma argamassa com maior aderência. O rejuntamento deve ser aplicado somente 48 horas após o assentamento das peças e com um produto específico às suas características, como argamassa colante aditivada com polímeros, mantendo estreitas as juntas de dilatação, com o mínimo de 2mm para áreas internas e 5mm para áreas externas, principalmente em fachadas.

MADEIRA MACIÇA

Algumas vezes é preciso ser um especialista para distinguir uma pintura verdadeira de uma pintura falsificada, tão perfeita é a reprodução. Por outro lado, não é muito difícil distinguir um piso de madeira de uma imitação. A natureza é, e sempre será, única. A exclusividade, a sofisticação, a beleza, o desenho e a textura são características só encontradas no piso de madeira original. E isso faz diferença. Uma inexplicável troca de energia entre as pessoas e os produtos naturais tornam o ambiente mais confortável e aconchegante.

Os pisos de madeira maciça de excepcional qualidade e durabilidade, são a excelência da beleza.

Traduz toda a nobreza da madeira natural, todo o requinte de tons e matizes que só os produtos oriundos da natureza podem proporcionar.

Alguns modelos substituim o carpete de naylon sem transtorno.

Escolha agora o piso que mais se adapta ao seu bom gosto

IPÊ CHAMPAGNE

Espécie comum em toda região da Amazônia legal, tanto em terra firme como em várzeas. Além do nome IPÊ CHAMPAGNE, também é conhecido por: CUMARU, CUMARU-VERDADEIRO, CUMARU-AMARELO, CUMARU-DE-FOLHA-GRANDE e MUIMAPAGÉ.

Características

Madeira pesada e muito dura ao corte; Alburno diferenciado do cerne, estreito, de 2 a 3 cm de largura; Cerne de cor castanho-claro-amarelado; Textura fina a média; Superfície pouco lustrosa e medianamente lisa ao tato; Aspecto fibroso atenuado; Cheiro e gosto imperceptíveis.

Principais Aplicações

Por ser pesada e de propriedades físico-mecânica alta e média, poder ser usada em construção civil, como vigas, caibros, ripas; tábuas e tacos para assoalhos; construção naval e de móveis.

JATOBÁ

Representado por 13 espécies, ocorre em todo o país, tanto em matas pluviais como em matas secas. Ocorre também desde o México até a Bolívia e Paraguai, onde as suas espécies são mais conhecidas por GUAPINOL, JATAYVÁ e TIMBARY-AVATI. No Brasil, conhecida por JATOBÁ e JATAÍ, JATAÍBA, FARINHEIRA, BURANDÃ, JUTAI, JUTAÍ-AÇU, JUTAÍ-MIRIM, JUTAÍ-VERMELHO. No comércio internacional, por COURBARIL e LOCUST-TREE, indistintamente.

Características

Cerne variável quanto à cor, de castanho-claro-rosado ao castanho-avermelhado, com tonalidades mais o menos intensas; Madeira pesada e muito dura ao corte; Albumo espesso, nitidamente diferenciado, branco ligeiramente amarelado; Textura média, uniforme; Superfície pouco lustrosa e ligeiramente áspera, Cheiro e gosto imperceptível.

Principais Aplicações

Por ser pesada e de propriedades mecânicas altas, pode ser usada para acabamentos internos, como tacos e tábuas para assoalhos; vigas, caibros, ripas; implementos agrícolas; esquadrias, móveis e peças torneadas.

MARFIM

a espécie é exclusiva do sul do País, onde é abundante desde o Estado de São Paulo até o Rio Grande do Sul. É conhecida por FARINHA-SECA, GUATAMBÚ, GUATAMBÚ BLANCO.

Características

Cerne branco-palha-amarelado, escurecendo para amarelo-pálido, uniforme; Madeira pesada, Alburno aparentemente não demarcado, branco levemente amarelado; Textura fina; Superfície lisa ao tato e medianamente lustrosa; Cheiro imperceptível; gosto levemente amargo.

Principais Aplicações

A madeira de PAU-MARFIM, por ser de cor clara, aspecto agradável e resistência mecânica de valor médio, é indicada para fabricação de móveis, rodapés, tábuas e tacos para assoalhos, laminados decorativos, molduras e guarnições internas, forma para calçados etc.

MARFIM IMPERIAL

A espécie é representada na Amazônia e nas demais matas do país por um grande número de espécies arbóreas. É conhecido por ABIU ou ABIURANA, AJARÁ, GUAJARÁ-PEDRA, ROSADINHO, CUTITE, CUTIUBA, MACUCU, GUAPEVA ou BAPEVA.

Características

Madeira pesada, Cerne vermelho-pardacento, escurecendo para castanho-escuro, uniforme; Alburno diferenciado, bege-amarelado; Textura fina; Superfície lisa ao tato e sem brilho; Cheiro e gosto imperceptível.

Principais Aplicações

A madeira de MARFIM IMPERIAL, por ser pesada e de propriedades mecânicas altas, pode ser utilizada tábuas e tacos para assoalhos, estacas, postes, mourões, dormentes, etc.

GRÁPIA

A espécie Apulela lelocarpa ocorre nas matas pluviais do sul da Bahia e norte do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, Argentina e Paraguai. Na região Amazônica verifica-se a presença de uma variedade dessa espécie (A. lejocarpa var. molaris), que é denominada de Muiraluba ou Barajuba. É conhecida também por Garapa. Grapiapunha, Grapiá, Amarelinho, Gema-de-ovo e Garapeira.

Características

Cerne do bege-amarelado ou amarelo levemente rosado até róseo-acastanhado, uniforme; alburno branco-amarelado. Grã irregular a reversa; superfície lisa, lustrosa, de textura média; cheiro e gosto imperceptíveis.

Propriedades Físico-Mecânicas

Trata-se de uma madeira pesada e dura, de média retratibilidade volumétrica e com resistência mecânica entre média e alta. Possui moderada resistência natural ao apodrecimento.

AMÊNDOLA

É uma espécie pioneira, típica de capoeiras e capoeirões. Ocorre na floresta secundária, muitas vezes em formações puras (bracatingais), após ação antrópica, o que a caracteriza como espécie agressiva. Vive, em média, por vinte e cinco anos, sendo, portanto, uma espécie de baixa longevidade.

É conhecida por AMÊNDOLA ou BRACATINGA (Mimosa scabrela)

Fonte: www.brasilpisos.com.br

Piso

Obras e reformas são naturalmente fonte de preocupação e dor de cabeça. A parte mais fácil costuma ser a escolha dos acabamentos, mas a variedade de opções costuma deixar as pessoas desorientadas. Pisos, paredes, janelas, metais, louças... ÉPOCA conversou com arquitetos, que indicaram as vantagens e desvantagens dos pisos que normalmente são usados em residências. Mármore, pastilha, taco ou granilite? Você sabe o que é cada um desses materiais e para quais locais eles são mais indicados? Confira as dicas dos especialistas e risque esse item da lista de preocupações de sua obra. As opções foram ordenadas das mais baratas para as mais caras.

Piso de cerâmica ou piso frio “é a opção mais barata para revestir o chão, apesar de a produção estar em desaceleração, com o baratamento do porcelanato”, diz a arquiteta Mariana Alves de Souza. Mesmo assim, ainda é grande a oferta no mercado.

Desvantagens

Não é muito resistente e pode lascar. Como a produção está diminuindo, nem sempre é possível encontrar modelos antigos em lojas de material de construção. Se for necessário comprar pisos para uma reforma, o preço gira em torno de R$ 18 por peça, em lojas especializadas. O rejunte também pode ser um problema, por ficar facilmente encardido.

Vantagens

Não mancha, é fácil de limpar e barato. Pode ser usado em todos os cômodos da casa, ainda que para quartos seja menos indicado porque pode ajudar a esfriar o cômodo. Há modelos foscos, esmaltados, lisos, com ranhuras, marmorizados, que imitam madeira, pedras, mosaicos ou tijolos. Mas tais imitações não costumam ser muito convincentes.

Há dois tipos

As de vidro e as que são feitas de uma massa chamada vidrotil. As primeiras são mais regulares e de acabamento arredondado. As de vidrotil ganham pigmentação na própria massa e seu corte é feito manualmente, por isso as arestas são um pouco irregulares. Quando desgastadas, não ficam feias. Nos dois casos, como são muito pequenas (normalmente 2 cm x 2 cm, mas vêm em placas de 30 cm x 30 cm), seu assentamento deve ser caprichado, senão ficará desnivelado. Usualmente é colocada em áreas molhadas (banheiro, cozinha e área de serviço), em paredes ou em forma de faixas decorativas. Fica muito bonita no piso – mas cuidado: o vidrotil, por exemplo, pode cortar o pé se for mal assentado.

Desvantagens

“As pastilhas precisam de muito rejunte, o que acumula sujeira. Existem rejuntes coloridos, mas, se ele for claro, fica encardido do mesmo jeito”, afirma a arquiteta Mariana. As pastilhas de vidro riscam e ficam opacas com o tempo.

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Vantagens

As pastilhas importadas da China são mais baratas. Apesar de o vidrotil ser mais oneroso, tem maior durabilidade. Como existe uma variedade muito grande de cores, é possível fazer mosaicos e degradês.

É o piso preferido dos que ousam na arquitetura e decoração de casa. Oferece um acabamento mais rústico, mas deve ser feito com mão-de-obra especializada para diminuir o risco de trincar no futuro – o que invariavelmente acontece. Algumas empresas oferecem uma massa pronta com várias opções de cores. Normalmente mais caro, esse material não deixa juntas, ou seja, o piso fica homogêneo. O acabamento pode ser fosco ou brilhante e é possível fazer uma composição com ladrilhos hidráulicos.

Desvantagem

Com o tempo, aparecem trincas e pode manchar. Como a mão-de-obra tem que ser especializada, costuma ser caro para ser aplicado porque demanda tempo (mais de uma semana para estar completamente pronto). Além disso, o contrapiso tem de estar lisinho e limpo – o que também encarece o preço.

Vantagem

“É indicado para qualquer lugar da casa, mas nas áreas externas pode escorregar”, afirma Mariana. Como pode receber ladrilho hidráulico e tem várias cores disponíveis, é possível personalizar o ambiente.

Assim como as pastilhas de vidro, as de cerâmica devem ser assentadas com cuidado, ainda que sejam maiores (de 2 cm x 2 cm até 12 cm x 12 cm). Normalmente são usadas em piscinas e outras áreas molhadas. No piso, é importante que a área não tenha circulação intensa.

Desvantagens

Há variação entre a cor de uma pastilha para outra, porque cada fornada resulta numa cor diferente. E, como é cerâmica, pode lascar e perder a cobertura colorida. O rejunte pode ficar encardido, o que será um problema aos mais preocupados com limpeza.

Vantagens

Há muitas cores e diversos acabamentos: esmaltadas, foscas, desbotadas, rústicas... Pode ser usada sozinha ou em composição com outros tipos de pisos.

O porcelanato é um tipo de revestimento resistente e muito bonito, mais caro que a cerâmica, mas que está ficando mais acessível à medida que se populariza. É fácil instalar, principalmente porque suas peças são grandes – a partir de 45 cm x 45 cm – e as juntas são pequenas, evitando acúmulo de sujeira.

Desvantagem

As peças maiores, com mais de um metro de comprimento, devem ser manuseadas com muito cuidado, porque o prejuízo é maior se quebrarem. Além disso, essas peças costumam ser mais caras. Não há grande variedade de cores – tonalidades de marrom, branco e preto.

Vantagens

Ele é feito de uma massa única, que se desgasta por igual – sem descascar, como pode acontecer com a cerâmica – e tem baixa absorção de água, sendo difícil manchá-lo. É indicado para pisos internos e externos das casas, e até mesmo para o revestimento de paredes. O acabamento pode ser liso e brilhante, fosco e irregular, em sua forma natural, com ou sem esmalte. Há efeitos pontilhados, imitando pedras, madeira, jeans e até fibra natural, para dar um ar mais rústico ao cômodo.

São placas muito finas (8 mm) revestidas de fórmica que recebem a impressão de texturas e cores de madeira. Elas são colocadas sobre mantas de polietileno, que protegem da umidade e funcionam como isolante acústico. Não são muito resistentes, principalmente à umidade ou água. Se desgastadas, devem ser trocadas porque não há como restaurá-las.

Desvantagem

O barulho ao andar com sapatos de salto pode incomodar. Tem durabilidade menor que a madeira, pode riscar com facilidade e a aparência não costuma ser muito natural. Não pode ser instalado perto de áreas molhadas.

Vantagem

Pode ser colocado sobre pisos já existentes, desde que estejam nivelados, e a instalação é rápida. É muito mais barato que pisos de madeira e possui várias padronagens e cores.

São fabricados artesanalmente, por isso podem ganhar a cor, formato e tamanho que o cliente desejar. “A mão-de-obra de colocação precisa ser especializada porque os ladrilhos podem apresentar imperfeições nas arestas, dificultando o assentamento”, afirma a arquiteta Jordana Zola. Outro cuidado é não molhar as peças enquanto forem assentadas porque mancha. Depois de assentados, os ladrilhos têm de ser impermeabilizados com resina. Costuma-se passar cera para dar brilho, mas não é obrigatório.

Desvantagens

Quanto mais personalizado, mais caro o ladrilho. Além disso, a mão-de-obra tem que ser cuidadosa. Como é feito artesanalmente, pode haver variação de cor de uma fornada para outra.

Vantagens

A possibilidade de criar formas e desenhos variados no piso torna o ladrilho um revestimento que permite resultados diversos: clássico, rústico, retrô, contemporâneo... Pode ser colocado em ambientes internos, como salas ou cozinhas, e externos, em que se usa um tipo antiderrapante, o ladrilho gretado.

É um revestimento caro e muito elegante. Quase não se vê a junta entre uma peça e outra. O granito é mais resistente que o mármore, por isso pode ser usado na cozinha, onde há mais possibilidade de cair coisas no chão. O mesmo vale para quem deseja usar pedra na bancada ou pia da cozinha. Quando colocados no piso, indica-se impermeabilizar. Mesmo com a diferença de resistência, duram a vida inteira, se impermeabilizados e limpos sem produtos abrasivos.

Desvantagens

Obviamente, o preço. E, como são pedras, podem ajudar a gelar o interior da casa, principalmente em regiões frias. O mármore é muito frágil e “mole”, pode lascar facilmente e manchar com gordura, vinho e até mesmo água. As pedras podem apresentar diferença de cor e desenho.

Vantagens

Granito e mármore podem ser usados tanto dentro quanto fora de casa. Dentro, normalmente são lisos e impermeabilizados com produtos especiais, para evitar manchas. No ambiente externo, prefira os mármores sem polimento, mais rústicos, que não escorregam. Há uma grande variedade de cores e preços – quanto mais manchado, mais barato. Algumas pedras têm colorações incríveis.

Antigamente era muito comum nas casas e apartamentos, mas hoje o taco de madeira está beirando a raridade porque o piso frio é bem mais em conta – e de manutenção mais simples e barata. No entanto, ele deixa o ambiente bonito, quente no inverno e fresco no verão. Tem alta durabilidade e pode ser restaurado algumas vezes, sem perder a beleza. É um bloco de madeira maciça de vários tamanhos – de 30 cm a 50 cm de comprimento e larguras variáveis – colados sobre o contrapiso. Se você comprou ou alugou um imóvel com taco malconservado, empresas especializadas fazem a raspagem e passam produtos que lhe devolvem a vitalidade. Antigamente, usava-se sinteco para isso. Hoje, é possível comprar outros produtos com secagem mais rápida e vários acabamentos – brilho, fosco, semi-brilho ou natural. Para limpar, basta usar vassoura e pano úmido. De vez em quando convém passar cera.

Desvantagem

A instalação não é fácil nem rápida. Depois de colocar os tacos, é preciso lixar – é aí que mora o problema. O pó liberado é fino e suja tudo. “Entra em todas as frestas possíveis”, diz Mariana. Não pode ser colocado em ambientes úmidos.

Vantagem

Apesar de precisar de manutenção a longo prazo, que é cara, o taco fica novo rapidamente. A variedade de cores e tamanhos também é uma vantagem, por permitir inúmeros desenhos e formatos. Se alguma peça for danificada, é possível trocá-la sem mexer nas demais.

É uma massa de cimento com pedaços de pedras, como mármore, calcário ou quartzo, e em vários tamanhos (ou “granulometrias”) diferentes. Por isso, tanto a massa quanto as pedras podem ser coloridas. O granilite possui acabamento liso ou rústico. A versão polida e com resina pode ser aplicada em qualquer lugar, mas normalmente é colocada na cozinha. A mais rústica, sem acabamento, é muito usada em varandas e outras áreas externas porque não escorrega. Tem chance de trincar com o tempo, embora menos que o cimento queimado.

Desvantagem

A maioria das empresas só aplica em áreas grandes, maiores que 80 m², ou cobram um preço mínimo, normalmente salgado, para fazer o trabalho em áreas menores.

Vantagem

Há várias versões, das mais coloridas às mais discretas. Estas últimas são muito usadas em cozinhas e salas. É fácil limpar e, como tem pedrinhas em sua composição, a sujeira não fica evidente. Se ele estiver gasto ou avariado, é possível restaurar.

São tábuas de madeira maciça com 2 cm de espessura e comprimentos de até 6m, encaixadas uma na outra e parafusadas no contrapiso. Recebe acabamento igual ao do taco: lixa e resina. Mas algumas empresas vendem o assoalho pronto, o que evita o pó da madeira e o cheiro dos produtos impermeabilizantes. Se o piso estiver gasto, pode-se restaurá-lo. Por isso, tem grande durabilidade. Para evitar que a água da rua estrague o assoalho, coloque um capacho ou tapete próximo à porta. A limpeza deve ser feita apenas com vassoura ou aspirador de pó.

Desvantagem

O preço, por ser feito de madeira maciça. “Há madeiras moles e duras. Tome cuidado com as primeiras, como amêndola, que podem marcar só de caminhar com salto agulha”, afirma Mariana. Se em contato com a água, pode manchar e estragar o acabamento.

Vantagem: Dura muito e é resistente, principalmente as madeiras mais duras. A arquiteta recomenda cumaru e ipê. Há grande variedade de cores e promove conforto térmico dentro de casa.

“Como a resina epóxi é autonivelante, o piso não precisa estar liso”, diz o arquiteto Marcel Martin. Por isso, pode até ser aplicada sobre piso frio. A aparência é lisa e homogênea, não mancha nem trinca, mas pode riscar. Tem acabamentos foscos e brilhantes e cores diversas, que permitem fazer desenhos no chão. Pode-se usar em qualquer área da casa, menos no lado externo, porque escorrega. No banheiro, aconselha-se usar algum material antiderrapante sobre a resina.

Desvantagem

Como risca, não é aconselhável usar em locais de muita circulação. Há empresas que não aplicam o material se não houver uma metragem mínima de 100 m².

Vantagem

Sua limpeza é muito prática, é resistente a produtos químicos solventes e a possibilidade de aplicá-la sobre pisos frios aumenta sua versatilidade, compensando irregularidades no piso. Tem alta durabilidade e apelo estético.

Fonte: revistaepoca.globo.com

Piso

O QUE É DURAFLOOR?

O piso é um dos materiais de acabamento mais importantes da casa. Combinar beleza, facilidade de limpeza, durabilidade e praticidade de instalação aliadas a um produto ecologicamente correto e hipoalergênico foi o grande desafio da Duratex no lançamento do Durafloor, o primeiro piso laminado a ser produzido no Brasil.

Durafloor é um sistema completo. São seis linhas de produto: Home, Nature, Studio, Premium, Vintage e Design, além da linha completa de acessórios de acabamento e instalação. Cada uma atende às necessidades específicas de diferentes ambientes, residenciais e comerciais, com padrões desenvolvidos especialmente para atender às necessidades do consumidor brasileiro.

Fabricado com tecnologia avançada, Durafloor apresenta diversas camadas, cada uma com uma função específica para seu piso combinar beleza, durabilidade e praticidade.

1.Overlay

Filme de resina que garante proteção antibacteriana, resistência a riscos e facilidade de limpeza.

2.Laminado decorativo

Camada que reproduz a beleza da madeira ou da pátina.

3.Substrato HDF-H

Painel de alta densidade que permite o encaixe perfeito das réguas do piso.

4.Balanço

Laminado de resina que assegura a estabilidade do piso e o protege da umidade do contrapiso.

PISO HOME

Piso

Desenvolvido para aplicação em áreas residenciais internas, Durafloor Home destaca-se por sua beleza e seu brilho, o maior dentre todos os pisos laminados. É antialérgico, não acumula poeira nem sujeira. Foi especialmente desenvolvido para resistir às agressões mais comuns do dia-a-dia. Fácil de instalar, ele fica perfeito em quartos, salas, corredores e home-offices.

PISO NATURE

Piso

Durafllor Nature combina a textura rústica com cores e desenhos que reproduzem a madeira natural. São dez opções de padrões que dão um toque moderno tanto em ambientes residenciais como comerciais. O seu moderno Sistema Click, dispensa o uso de cola e permite a utilização imediata do piso.

PISO STUDIO

Piso

Durafloor Studio apresenta a beleza natural dos pisos de madeira. Com chanfro nas laterais e padrões rústicos, nós e veios aparentes, resulta num piso com vinco suave e aparência similar aos assoalhos de tábua corrida. Perfeito tanto para ambientes residenciais quanto para ambientes comerciais de tráfego leve.

Fonte: www.casaeestilo.com.br

Piso

Proteção e Limpeza

Manutenção

A cada ano devese proceder à limpeza do pavimento de pisos intertravados bloquetes, com escova de cerdas duras e detergente.

Embora as manchas de limo e bolor sejam apenas esteticamente desagradáveis, o crescimento de ervas daninhas e grama na juntas pode afetar a durabilidade do pavimento.

Elas se desenvolvem sem controle e podem levar ao aumento da permeabilidade e à redução do módulo de elasticidade do pavimento de pisos intertravados de concreto.

As juntas entre os blocos são sem dúvida a área mais vulnerável em qualquer piso. Dependendo da obra (uso, drenagem, localização etc) e do clima local, mesmo o piso mais bem executado precisa de atenção em relação às suas juntas em algum momento de sua vida.

Se para aplicar a água na limpeza se utiliza uma mangueira com pressão comum ou de alta pressão, o jato deve ser aplicado sobre a superfície, num ângulo de no máximo 30 graus e na direção diagonal às juntas principais, sem alinharse com elas.

Qualquer produto de limpeza que seja aplicado deve ser enxaguado generosamente e conduzido por um sistema adequado de drenagem.

Depois de limpa, cada área deve ser inspecionada para verificar se as juntas estão uniformes e preenchidas com a selagem necessária de areia.

Se estiver faltando, basta varrer e recolocar a areia nos lugares em que estiver faltando.

Limpeza

Os métodos de limpeza descritos a seguir são uma contribuição ao manejo de manchas e derramamentos nos pavimentos com pisos intertravados de concreto.

Em geral, envolvem o uso de produtos químicos que devem ser empregados da maneira correta, seguindo as recomendações a advertências feitas pelos fabricantes e fornecedores, constantes nos rótulos.

As instruções devem fazer referência ao uso sobre pavers e outras aplicações.
Em qualquer procedimento de limpeza, especialmente quando se usam produtos químicos e ácidos, devese seguir as seguintes recomendações:

Utilizar equipamentos protetores, tais como luvas, óculos de segurança, botas e aventais que cubram totalmente o corpo.

Se o trabalho é realizado em espaços fechados, deve haver um sistema de ventilação adequado.

Se forem empregados materiais inflamáveis, é proibida a presença de cigarros, brasas ou qualquer tipo de objeto que produza faíscas.

Ao diluir produtos químicos ou ácidos, sempre é indicado acrescentálos à água e não o contrário.

Qualquer tecido, roupa ou material descartável contaminado com os produtos químicos deve ser colocado em recipiente de lixo adequado e seguro.

É preciso ter cuidado para não contaminar e manchar nenhum material próximo ao local tratado com produtos químicos e ácidos.

Proteger o pessoal que trabalha com produtos químicos de qualquer tipo de perigo ou lesão na área de limpeza, cumprindo a legislação aplicável em cada localidade.

Em cada etapa e para cada tratamento, devese definir anteriormente uma área para testes, num ponto pouco visível do pavimento em questão, para verificar os procedimentos que devem ser adotados para a limpeza e aplicação dos produtos.

É fundamental, antes de iniciar qualquer processo de limpeza ou de remoção de manchas, saber sua origem e eliminar sua fonte causadora, para prevenir seu surgimento dali para frente.

Sujeira geral e detritos

Para remover a sujeira e detritos recomendase:

Varrer e esfregar com escovas de cerdas duras de plástico. A intensidade varia de acordo com o material que está aderido ao pavimento.

Se a cor dos blocos se perdeu por baixo da sujeira, esfregar com sabão e água quente, seja com escovas manuais ou máquina de limpeza industrial.

Devese ter especial cuidado para enxaguar qualquer resíduo de sabão no final do processo de limpeza e cuidar para onde será drenada essa água com resíduos químicos e sólidos que se desprendem, para que isso seja feito de maneira segura, segundo a legislação, restrições e recomendações locais.

Se for utilizada, para a limpeza, uma mangueira com pressão normal ou alta, devese aplicar o jato num ângulo que não supere os 30 graus em relação ao piso e de maneira diagonal (não alinhada) às juntas predominantes para evitar perda da areia de selagem.

Depois da lavagem, inspecionar o pavimento e recolocar nas juntas areia de selagem, perdida no processo.

Limo,líquens e algas

O limo, liquens e algas só crescem sobre os pavimentos com pisos intertravados de concreto se sua superfície se encontra à sombra, debaixo de árvores, com fontes permanentes ou freqüentes de umidade, em locais onde haja pouco ou nenhum tráfego e quando não se tenha construído uma inclinação adequada.

Se o crescimento de musgo, liquens e algas é indesejável podese:

Raspar e retirar o material acumulado em camadas grossas.

Aplicar um herbicida especial para limo escovandose e seguindo as instruções do fabricante.

Os herbicidas podem demorar algum tempo para agir e são mais efetivos quando aplicados com clima seco.

Alguns desses produtos deixam um resíduo que reduz a propensão à formação de limo, mas sua efetividade é reduzida quando a área é úmida ou sombreada.

Esses produtos não atuam na geração de massa biológica dentro dos capilares do concreto dos blocos.

Óxidos

Devese encontrar a origem das manchas de oxidação e corrigir a causa que as gera.

Umedecer com água a superfície do pavimento.

Tratar a área afetada com um limpador de concreto com propriedades ácidas, uma solução equivalente a 5% de ácido clorídrico ou similar.

Os ácidos atacam o concreto e podem deixar a superfície ligeiramente mais rugosa. Pode levar alguma porção do pigmento do concreto, deixandoo ligeiramente claro ou escuro, segundo a relação que exista entre a cor da massa e a dos agregados.

Por isso, os limpadores que contenham ácido devem ser utilizados com muito cuidado, seguindo as recomendações dos fabricantes dos produtos e dos pisos de concreto.

Lavar a superfície tratada com água abundante, de maneira que arraste quaisquer resíduos de ácido e sólidos que se desprenderam do concreto para que a superfície não se manche.

Devese ter especial cuidado para enxaguar qualquer resíduo de ácido no final do processo de limpeza.

Essa água com resíduos químicos e sólidos, que se desprendem do pavimento, deve ser drenada de maneira segura, segundo a legislação, restrições e recomendações locais.

Graxa e gordura

O desenvolvimento de atividades ao ar livre sobre pisos e pavimentos de pisos intertravados de concreto, em especial a preparação e consumo de alimentos (assados, frituras, frutas, bebidas etc), derramamento de óleo de carros e manchas de gordura e graxa, podem gerar manchas difíceis de serem retiradas.

Os óleos penetrarão rapidamente na superfície dos blocos do pavimento, mas não a mancharão se forem limpos rapidamente.

Aplicar materiais absorventes, como panos ou toalhas de papel, sem esfregar, para evitar que a gordura penetre ainda mais profundamente sobre a superfície.

Se a mancha persiste, lavar a superfície com um detergente concentrado e escova, enxaguando com água quente. Os detergentes podem atacar e levar uma parte do pigmento do concreto, deixandoo ligeiramente mais claro ou escuro, segundo a relação que exista entre a cor da massa e dos agregados.

Por isso, os detergentes devem ser utilizados com cuidado, seguindo as recomendações dos fabricantes e dos produtores de piso intertravado de concreto.

Se a mancha não desaparecer, lavar a superfície com uma emulsão para retirar a graxa, usando escova de cerdas de plástico e deixando o preparado agir por um determinado tempo, de acordo com as instruções de fábrica.

Lavar a superfície tratada com água abundante, de maneira que arraste qualquer resíduo de ácido e sólidos que se desprenderam do concreto, para que a superfície não se manche.

Devese ter especial cuidado para enxaguar qualquer resíduo de ácido no final do processo de limpeza.

A drenagem da água, com resíduos químicos e sólidos que se desprendem do pavimento, deve ser feita de maneira segura, segundo a legislação, restrições e recomendações locais.

Asfalto

As manchas de asfalto (betume ou breu) não penetram no concreto com facilidade. Para a limpeza, proceder da seguinte maneira:

Deixar secar o asfalto e depois remover com uma espátula ou outra ferramenta similar.

Se for difícil retirálo, aplicar gelo ou um jato de nitrogênio líquido sobre o asfalto, para tornálo quebradiço, e depois removêlo com uma espátula.

Os resíduos finais devem ser removidos com um pó abrasivo. Depois, enxaguar toda a área com água limpa.

É possível comprar no mercado alguns produtos para a remoção do asfalto. Para isso, devese seguir o mesmo procedimento de fazer um teste numa área escondida, antes de utilizar sobre toda a superfície.

Chicletes

O chiclete é uma das substâncias mais difíceis de remover de qualquer superfície. O chiclete recémlançado na superfície pode ser retirado por meio de raspagem com uma espátula.

Já o chiclete endurecido pode ser removido com um equipamento de lavagem a pressão, com água ou vapor quente, ou ainda por meios químicos e aplicação de gelo ou jato de nitrogênio líquido, que o torna mais quebradiço, facilitando sua retirada com uma espátula.

Em algumas cidades, existem empresas especializadas neste tipo de limpeza, que podem fornecer informações adicionais.

Marcas de pneus

O clima e o desgaste geral da superfície devem ser suficientes para remover as marcas de borracha deixadas pelos pneus dos automóveis nos pavimentos de piso intertravado de concreto.

Mas há outras maneiras de removêlas:

Se for o caso de remover mais rapidamente as manchas, podese escovar a área aplicando um detergente concentrado com água quente.
Mas é preciso lembrar que esse método pode gerar uma ligeira perda de pigmento da superfície em alguns bloquetes de concreto.

Também se pode remover as marcas de pneus com equipamentos de lavagem a pressão, seguindo as recomendações para este método de limpeza.

Grafite e pintura

As manchas de grafite e pintura são difíceis de limpar:

Se possível, limpar a tinta quando ainda estiver fresca, usando material absorvente (tecido, toalha de papel, etc), tendo o cuidado de não esfregar.

Depois se deve aplicar na superfície um solvente adequado para o tipo de tinta, seguindo as instruções do fabricante.

Posteriormente, enxaguar a superfície com um detergente concentrado ou com um produto para retirar a gordura, tomando o cuidado para que essa água suja escorra de forma a não manchar as superfícies próximas.

Se a tinta estiver seca, é preciso raspar para retirála da superfície e depois aplicar um produto removedor, seguindo com cuidado as instruções do fabricante.

A maioria dos produtos para remover tinta possui em sua fórmula o ácido sulfúrico, que ataca o concreto.

Os fabricantes de tinta em geral podem fornecer informações sobre a melhor maneira de remover grafite e será necessário recorrer a eles se houver grandes áreas afetadas por este tipo de vandalismo.

Epoxi e poliestireno

Os produtos a base de epóxi e as resinas de poliestireno podem ser removidos com a ação do fogo, por meio de um maçarico.

Devese tomar muito cuidado para não inalar a fumaça proveniente desta queima, ou para não esquentar demais o concreto, a um nível tal que cause uma rachadura explosiva do agregado graúdo e a remoção da argamassa superficial.

As manchas escuras resultantes da queima podem ser removidas com a lavagem da superfície com escova, sabão e água. Em áreas grandes tornase necessário aplicar jato de areia.

Esses processos não afetarão a durabilidade do concreto, mas podem modificar a microtextura da superfície dos bloquetes.

Por isso, é aconselhável fazer um teste em uma pequena área e observar os resultados, antes de adotar o procedimento de limpeza.

Fumaça, fogo e tabaco

Em geral, este tipo de mancha pode ser removida com a lavagem da superfície com sabão, escova e água.

Para manchas persistentes podese usar um pó abrasivo ou um líquido alvejante, do tipo usado para roupas caseiras.

Neste caso, é muito importante que a superfície seja muito bem lavada, depois de terminada a limpeza.

O alvejante danifica plantas e, por isso, devese proteger a vegetação e grama que estiverem próximas à área lavada.

Folhas e bebidas
O derramamento de bebidas e as manchas causadas por folhas de árvores podem ser limpos com sabão, escova e água quente.

Se isso não for suficiente, usar alvejante de roupas dissolvido em água, numa concentração necessária para a remoção da mancha e depois enxaguar abundantemente.

Lembrar que este método pode gerar ligeira perda de pigmento da superfície em alguns tipos de bloquetes.

Argamassa

As manchas deixadas por argamassas de cimento sobre a superfície do pavimento intertravado podem ser removidas da mesma maneira que as de eflorescência (veja a seguir).

Se há manchas grandes, ou depósitos de argamassa, utilizase a remoção mecânica, raspando com espátula ou outro instrumento, ou ainda com escovas de arame, aplicando depois o tratamento para remoção de eflorescência.

Eflorescências

A eflorescência é um fenômeno que ocorre de maneira natural e, em alguns casos, sobre as superfícies de produtos feitos a base de cimento.

Ainda há discussões sobre a melhor maneira de limpar uma área com eflorescência. A maioria dos especialistas recomenda uma boa dose de paciência, o passar do tempo e o efeito do clima.

As informações a seguir contribuem para explicar o fenômeno e formulam algumas recomendações sobre como se pode adiantar sua remoção:

A eflorescência é um fenômeno passageiro, originado pelo cimento hidráulico (Portland).

Quando a água e o cimento reagem quimicamente, se produz o hidróxido de cálcio, que reage com o dióxido de carbono, presente no ar. Essa reação produz o carbonato de cálcio, de cor branca.

Por isso, a ocorrência de eflorescência nos poros do concreto pode ocasionar a aparição de manchas brancas sobre a superfície do concreto, o que se interpreta como descoloração.

Mesmo que o aparecimento de eflorescência possa ser preocupante para os construtores, proprietários e usuários de um pavimento, existe uma unanimidade, entre os especialistas do meio, de que os efeitos da eflorescência são apenas estéticos e não alteram a resistência, nem a durabilidade do concreto.

A eflorescência é um fenômeno passageiro e desaparecerá por erosão, pelos efeitos do clima ou do tráfego.

No entanto, é possível acelerar sua remoção por meio de lavagem com um removedor de eflorescência ou removedor de manchas de argamassa, composto a base de ácidos cítricos biodegradáveis.

Fonte: www.construcompras-sp.com.br

Piso

O que é granito?

Granito é uma rocha magmática formada de feldspato, quartzo e mica. Apresenta cores variadas, é mais duro que o mármore e não possui tantos veios. Pode receber polimento ou outros acabamentos. Têm vasta aplicação na arquitetura, especialmente em revestimentos de pisos, paredes, bancadas e pias, em áreas internas ou externas.

O que é Ar dósia?

Ardósia é um xisto metamorfoseado (rocha metamórfica), em placas finas, tendo várias utilizações industriais.

São rochas sílico-argilosa, endurecida em finas lâminas.

Define-se como rocha argilosa de baixo grau metarmórfico, cor cinza a preta, constituída principalmente por mica, muscuvita, clorita, quartzo e em algumas vezes grafite, turmalina, rutilo e titanita.

É caracterizada por apresentar uma clivagem perfeita, podendo assim formar grandes placas.


Quais são os tipos de acabamento existentes para rochas ornamentais e pedras em geral?

Apicoado

Acabamento aconselhado para áreas externas. Feito à base de impactos (marteladas), tem aspecto poroso e textura uniforme.

Bisotado

Em tampos e bancadas de mármore ou granito é um tipo de arremate que cria chanfros a 45°. Já em peças para pisos tem a função de tirar o corte das arestas, evitando que as beiradas se quebrem.

Boleado

Arremate usado nas bordas das pias ou bancadas de mármores ou granito. Pode ser simples, feito a 90° ou 180°, ou duplo.

Meia Cana

Arremate de mármore ou granito geralmente usado nas bordas de bancadas de lavatórios.

Peito de Pombo

Arremate geralmente usado nas bordas de bancadas.

Polido

Mármores e granitos que recebem acabamento feito a partir de lustração. Indicados para áreas internas, têm aspecto liso e brilhante.

Bruto

Mármores, granitos e outros tipos de pisos sem qualquer acabamento, usados tal como são achados na natureza, apenas serrados.

Flamejado

Acabamento de aspecto rugoso e ondulado, só para granito em áreas externas.

Jateado

Acabamento à base de jato de areia, em peças de mármore ou granito. Sem brilho, é indicado para áreas externas.

Levigado

Semipolido, este acabamento dá aspecto opaco às peças de mármore ou granito. Indicado para áreas internas e externas.

Cristalização

Processo feito por empresas especializadas com a função de criar uma película protetora para os pisos de mármore e granito.

Quais são as nomenclaturas mais usadas na instalação do piso, parede, pias, lavatórios, etc.?

Cabuchon

Na composição de pisos, nome dado às pequenas peças (geralmente com 5 x 5 cm ou 10 x 10 cm) que ficam entre a junção das maiores.

Frontão

Arremate entre a parede e a pia da cozinha ou a parede e o lavatório. Costuma medir 5 cm, 7 cm ou 10 cm de altura.

Guarnição

Arremate sobressalente feito geralmente nas bordas de pias de cozinha. Com 3 cm de espessura, salienta 1 cm, impedindo o escoamento da água.

Rodapé

Colocado rente ao piso, rodeia e protege a parte inferior das paredes. Em mármore ou granito, costuma tem 5 cm ou 7 cm e arremate boleado ou reto.

Listello

Faixa padronizada com função decorativa, utilizada na composição de pisos de mármore ou granito.

Faixa

O mesmo que tabeira. Na composição de pisos em mármore ou granito, moldura que contorna o ambiente.

Movimentado

Termo usado pelos colocadores de mármore e granito para denominar peças com muitos veios.

Corrida

Diz-se "seguir a corrida". Termo usado colocadores de pisos de mármore e granito, significa assentar o piso de acordo com o sentido dos seus veios.

Marmoleria

Conjunto de trabalhos feito em mármore.

Marmorear

Revestir com mármore.

Marmorista

O mesmo que marmoreiro ou marmorário. Serrador ou polidor de mármores.

Fonte: www.neroportoro.com.br

Piso

Utilização

O PVC é bastante utilizado para a co nfecção de diversos tipos de pisos, tais como parquetes, imitações de cerâmica, madeira e mármores.

Vantagens

Usar o PVC para pisos:

Possibilita infinitas opções de designs;

São de fácil colocação;

Ajudam a controlar a temperatura ambiente e a reduzir o ruído exterior;

São atóxicos, resistentes à umidade e à proliferação de microorganismos (fins hospitalares);

Facilidade de manutenção e limpeza.

Piso

Piso

Piso

Piso

Piso de cimento

O piso mais simples que se pode fazer, é o piso de cimento sem revestimento.

É usado assim por ser o mais barato, mas tem dois graves defeitos , mancha muito e produz constantemente uma poeira muito fina .

Existem duas maneiras de contornar estes dois problemas:

1 - Pintar o chão com tinta para pisos de cimento: pronta para usar, boa resistência ao atrito, simples de lavar.

2 - Aplicar sobre o cimento um produto impermeabilizante, que fecha os poros, endurece o piso e dificulta manchar o chão..

Lajotas

Para deixar a lajota sempre bonita, primeiro limpe b em o piso com água e sabão retirando qualquer mancha ou poeira.

Deixar secar . Para dar brilho, aplique semanalmente uma camada de cera líquida incolor ou no tom da lajota.

Depois de duas horas, lustrar a superfície com uma enceradeira.

Quando a lajota estiver muito opaca, é possível ainda usar óleo automotivo queimado.

Espalhar com uma estopa, inclusive nas juntas, retirando a porosidade do piso.

Deixar secar por um dia e refazer o tratamento.

Não esqueça que este óleo tem "cheiro" e é "tóxico". Mantenha crianças e animais longe do local de trabalho.

Ardosia

Não é indicada para o passeio, pois, alêm de lisa, esquenta bastante; pode ser usada para fazer detalhes, desde que seja colocada com grande espaço de rejunte.

Manutenção

Limpeza constante, mancha com facilidade; para selar os poros, o ideal é colocar uma camada de resina, mas isso deixa a pedra ainda mais lisa.

Para recuperar ou proteger dando um brilho discreto ao chão de ardósia com óleo queimado (oleo de automóvel, usado).

1 - Aplique uma solução de ácido muriático e água, na proporção de 1 para 10 (se for para remover a sujeira logo após a colocação ou ara fazer uma limpeza profunda). Se necessário use uma espátula.

2 - Aplique uma de mão de óleo queimado, espalhando de maneira igual, com um pano, escova, etc. (pode ser repetido sempre que você achar necessário).
A pedra irá absorver o óleo que necessita, o excedente pode ser retirado com um pano (se for pouca quantidade) ou serragem jogada no chão e varrida .

3 - Por ultimo aplique cera incolor e seu chão de ardósia estará protegido contra manchas, com brilho e uma excelente aparência.

Não vamos esquecer que também existe uma resina apropriada para ardósia (qualquer loja de material de construção) que protege e dá um brilho mais forte.

Ceramica

O piso cerâmico em suas várias qualidades tem uma enorme diversificação de desenhos, formas e cores.

É um dos mais usados na moderna construção civil, por ser bonito, durável e fácil de limpar, usado em exteriores e interiores.

Há muita variedade, inclusive com peças especiais para calçada, que são antiderrapantes e com PEI (resistência a abrasão) maior que três.
Manutenção: simples, feita com água e sabão.

Granito e pedras

Cuidados de Uso

Evitar a queda de materiais pesados, que possam danificar as peças.

Evitar o uso de vassouras de piaçava ou similares, que possam estragar o rejuntamento e riscar as superfícies polidas.

Evitar, pelo mesmo motivo, lavagens freqüentes.

Não se apoiar ou subir nas bancas de granito. As características físicas destas peças não suportam peso dessa grandeza.

Manutenção

Encerar os tampos com cera incolor líquida.

Limpar as superfícies com pano umedecido com sab&at ilde;o neutro.

Não usar detergentes corrosivos, sapólios ou similares, que atacam a superfície e deterioram o seu brilho.

Remover imediatamente as manchas nos granitos, a fim de impedir sua penetração, o que torna a limpeza da mancha impossível.

Granito Rustico

Assentado sobre a areia, é permeável e não mancha, mas pode ficar um pouco irregular.

Manutenção: se a junta for de areia, ela tende a sair e precisa ser reposta.

Miracema

É antiderrapante, não precisa de mão de obra especializada e é possível variar corte e paginação.

Manutenção; constante, para que não absorva sujeira e não encarda.

Mosaico PORTUGUÊS

Tem quatro cores (mostarda, branco, preto e vermelho) e permite desenhos variados, mas o assentamento é demorado e feito com mão de obra especializada.
Manutenção: fácil, mas precisa de limpeza constante; algumas pedras podem descolar com o tempo.

PEDRAS-GOIÁS

É antiderrapante, não absorve calor e permite desenhos e cortes variados.
Manutenção: é preciso limpeza constante, pois o material mancha com facilidade.

SEIXO ROLADO

Não dá estabilidade para a circulação; pode ficar escorregadio, caso não sejam previstas juntas maiores entre as pedras.

Manutenção

A limpeza é fácil, mas as pedras se soltam

Pisos laminados

Dentre às diversas marcas e linhas de pisos laminado s encontramos os de baixa resistência, média resistência e alta resistência ao desgaste e aos riscos, para uso residêncial e comercial, porém nenhum piso é totalmente à prova de riscos e desgaste, sendo necessário tomar alguns cuidados tais como:

colocar um capacho junto à porta de entrada para reter particulas de pedra e sujeira, colar protetores de feltro nas bases de móveis e pés de cadeiras e, caso seja necessário movimentar móveis pesados, forre antes os mesmos com panos, pedaços de forrações ou carpetes para evitar o atrito.

Nos pisos de madeira maciça e laminados de madeira evite os sapatos de salto fino com fixador de metal.

Não permita que o piso fique exposto à chuva através de janelas, portas ou goteiras, caso isso ocorra, providencie imediatamente a secagem do piso.

Cuidados com piso sinteko

Limpeza

Coloque álcool na água da limpeza

Ddissolva 100ml de álcool em cinco litros de água e limpe o piso com uma flanela umedecida na mistura.

Nas áreas do piso onde a luminosidade não incide, como aquelas que ficam sob os tapetes, a madeira pode apresentar uma coloração mais clara que o resto. para resolver esse problema, deixe que a área fique exposta à luminosidade durante algumas semanas. isso vai fazer com que o piso volte a sua tonalidade original.

Não permita exposição à umidade excessiva, pois isso poderá danificar o acabamento.

Pisos de madeira e assoalhos!

As madeiras

As madeiras destinadas a pisos de tacos ou assoalhos devem ser convenienteme nte secas, por exposição ao ar ou por processo acelerado em estufas adequadas.

Os teores de umidade, situados entre 6% a 14%, são satisfatórios.

Dentro desses limites, as peças de madeiras são consideradas próprias para pisos.

A madeira é um material higroscópico, ou seja, seu volume varia em função da temperatura e umidade do local. Pequenas variações nas dimensões (LXCXE) das peças ocorrem normalmente.

A variedade nos tons e veios de um mesmo tipo de madeira não é defeito e sim uma de suas características mais marcantes, o que a torna um revestimento nobre e inimitável.

Pela sua natureza, nunca haverão peças da mesma madeira com tons e veios absolutamente iguais.

A existência de peças curtas não é um defeito em madeira. Na fabricação não escolhemos se as tábuas deverão ser longas ou curtas.

Seu comprimento é determinado em função da retirada maior ou menor de defeitos naturais durante a sua fabricação.

Após a colocação do piso as eventuais emendas em tábuas passam despercebidas.

Após a instalação é comum uma pequena movimentação das peças, provocando abertura de frestas e um pequeno desnível que pode ser corrigido na calafetação.

Ao receber a madeira em sua obra, estoque-a de maneira uniforme em local coberto, seco, arejado e sem insolação direta, de preferência no local de sua futura instalação. Madeiras mais moles, em geral as mais claras, amassam com mais facilidade. Evite impactos po ntiagudos.

Assoalhos

INSTALAÇÃO

Em pavimentos térreos é necessária a correta impermeabilização do contrapiso, os produtos só devem ser instalados após a colocação das janelas, vidros, soleiras e portas.

A instalação do piso de madeira deve ser feita após a secagem total do contrapiso e após a colocação recomenda-se a proteção das janelas com papel pardo ou jornal para evitar a insolação direta sobre a madeira.

Não molhe a madeira em hipótese alguma e não permita o trabalho com argamassas, cimento, cal e outros produtos nocivos, diretamente sobre a madeira.

Na instalação do assoalho, em primeiro lugar verificar o nivelamento do piso, como também a qualidade do contrapiso, para que não venha a ter problemas posteriores, feito isto, vamos a colocação dos barrotes( vigas, caibro ou uma peça em formato de trapézio de madeira que são fixadas no contrapiso onde serão pregadas ou parafusadas as tábuas).

Dependendo do profissional tem seu método de preencher o vazio que fica entre os barrotes, uns usam o próprio cimento e cobre tudo deixando apenas um centímetro para que a tábua tenha uma ventilação, outros usam lã de vidro, areia seca, isopor e etc.

Tem dois métodos para colocação do assoalho, pregado ou parafusado.

No caso pregado o importante é que os assoalhos fiquem bem prensados uns aos outros geralmente usam uma ferramenta chamada "Barra T ou vulgarmente Sargento" depois que prensados pela barra T &eacu te; só pregar, podendo ser em cima das tábuas com prego sem cabeça ou no encaixe dá fêmea.

Também podemos parafusar o assolho, primeiro se faz um furo com a furadeira para o parafuso e depois um furo para cabeça do parafuso, já que a cabeça ficará na parte interna do assoalho, agora pegamos a bucha colocamos no barrote ou pode ser sem bucha, parafusa-se direto no barrote, feito isto com cabeça do parafuso dentro do assoalho pegaremos uma cavilha( pequena peça de madeira que tem a finalidade de tampar a cabeça do parafuso ) e tamparemos o buraco dando acabamento com a lixa.

ACABAMENTO

A seguir as etapas de um bom acabamento:

1 ) Raspagem e nivelamento

Depois que estiver bem nivelado e assentado os barrotes no contrapiso e colocado o
assoalho, faz-se o desengrosso com máquina apropriada; depois, é preciso duas raspagens mais finas

2 ) Calafetação

É colocado entre as rejuntas e falhas da colocação dos assoalhos uma massa feita do pó da própria madeira raspada misturada com a cola branca e o verniz e espalhada em todo o piso.

3 ) Primeira demão ( Seladora )

Depois que estiver a superfície limpa colocaremos verniz ou resina, diluídas em álcool ou thinner, para preparar a superfície.Depois a madeira seca é lixada.

4 ) Segunda demão ( base )

Já com o piso limpo passaremos a o verniz ou a resina , mas menos diluídos.Tape as entradas de ar, pois isso prejudica a catalisação dos produtos.

5 ) Demão final

Agora passaremos o verniz ou a resina puros.O trabalho deve ser feito na contraluz, para um resultado mais uniforme.

6 ) Manutenção

Panos secos ou enceradeira garantem o brilho da madeira.Não use REMOVEDORES.Cera, só de vez em quando, pois engordura o piso.

MANUTENÇÃO

A grande preocupação do Assoalho é a umidade, porque quando volta a secar, tende a deformar e soltar, isso por efeito da dilatação, quanda há mais umidade, ou seja a madeira por ser um material orgânico interage com o ambiente e se move constantimente e é esse movimento que chamamos de dilatação: e o movimento de contração é quando o clima é seco.

Por isso a importância dos espaço entre os Assoalhos e Tacos é essencial, eles permitem que a expansão aconteça, pois caso ao contrário, na hora da dilatação se não houver um espaço, essa dilatação resultará na deformação da mesma.

Fique atento quando colocarem o enchimento entre os barrotes caso não for o cimento, verifique se o produto não tem umidade ou se o próprio solo não tenha também, caso tenha procure um profissional antes da colocação do assoalho, para eliminação do problema, pois com umidade solo virá a perder o assoalho por encurvamento, encanoamento.

Que tipo de madeira pode ser usada para substituir o cedrinho em assoalhos, tendo resultados semelhantes em termos de custo e qualidade?

Para assoalhos as madeiras ideais a serem utilizadas são:

Ipê, Jatobá, Ma&c cedil;aranduba, Sucupira, Grápia e Cumaru.

São espécies de alta massa específica e dureza , que proporciona maior resistência a impactos, não deixando marcas no assoalho.

Como fazer

Orientamos que a instalação do piso de madeira seja feita na fase final da obra, o ambiente deve estar devidamente protegido da ação atmosférica, janelas com vidros , portas instaladas para a proteção contra a incidência de sol ou chuva . Verificar também se não há indícios de infiltrações pelo contrapiso ou paredes.

A pintura das paredes deverá ser providenciada após a instalação.

O contrapiso deverá ser feito com cimento e areia média lavada, na proporção de 3x1 (três de areia x por um de cimento), respeitando as recomendações seguintes:

Deixá-lo o mais nivelado possível não necessitando ser áspero;

Não deverá ser queimado;

Não poderá ter partes ocas ou soltas e alinhadas nas extremidades das paredes.

Desta forma estará apto para instalação de: assoalhos, tacos, parquets, carpetes, laminados, Paviflex, etc.

No caso de barrotes ou granzepes (peça de madeira usada para fixação de assoalhos, chumbada rente ao contrapiso com formato trapezoidal e com comprimento linear), deve-se proceder da seguinte forma: Chumbar com espaçamento máximo entre de 35 cm entre si, perfeitamente alinhados, nivelados e os espaços, preencher com a massa anteriormente descrita. Quando o pavimento for térreo ou sujeito a infil trações, deve ser feita impermeabilização do contrapiso com produtos de boa qualidade.

Depois da instalação

Após a instalação do piso, durante o processo de acomodação da madeira é importante protegê-lo da incidência do sol e umidade.

A limpeza no piso deverá ser feita apenas com vassoura de pelo macio ou aspirador de pó.

Cuidado com produtos derramados sobre o piso (solventes, tintas, massas de cimento, gorduras, ou manchadores em geral ) que a madeira poderá absorver.

Durante a fase de pintura procure proteger os rodapés com fita para não manchá-los.

O piso deve ser coberto com lona ou papelão ondulado.

Preencher o vão entre as paredes e os rodapés com massa corrida ou gesso. Esta fresta geralmente ocorre pelo desnivelamento da parede.

O ideal na fase de pintura é deixar que a ultima demão de tinta seja aplicada após a aplicação da resina a fim de corrigir qualquer problema.

As resinas para proteção do piso de madeira tem a finalidade de protegê-los e embelezá-los. Devem ser resistentes a abrasão, transparentes; para realçar o seu aspecto natural e elásticas; para acompanhar suas movimentações normais.

Uma resina aplicada sobre o piso tem boa durabilidade e resistência ao longo de vários anos. O intervalo entre uma aplicação e outra pode variar dependendo da finalidade de uso, manutenção adequada, intensidade do tráfego de pessoas, incidência de umidade ou insolação que os mesmos venham a ser submetidos ao longo de sua vida útil.

Para a aplicação de qualquer tipo de resina sobre o piso, procedemos com várias etapas de lixas até atingirmos um polimento satisfatório. Durante esta fase, as juntas das tábuas serão limpas e calafetadas com massa apropriada para madeira.

Afim de atingir o polimento ideal deve ser feita uma limpeza rigorosa em todo local, não desprezando os outros cômodos que não terão aplicação. Vale a pena salientar que para um bom desempenho no polimento e na aplicação o local deverá estar completamente liberado para o serviço, o ambiente desimpedido de objetos e outros utensílios. As janelas e portas já instaladas e sem trânsito de pessoas ou outros profissionais no local, iluminação em ordem etc.

É sempre bom lembrar que um bom pintor trabalha na parede, e um bom aplicador trabalha no piso.

Quando partimos para a aplicação devemos observar que por se tratar de resina, a umidade relativa do ar influenciará na secagem do produto.

Nas épocas mais frias do ano ou nas regiões com clima úmido, inicie a aplicação no período mais quente do dia, criando assim, uma condição satisfatória para a secagem do produto.

Mesmo com todos os recursos disponíveis no mercado, é aconselhável a utilização de rolo ou trincha pois, o trabalho com compressores e pistolas de ar comprimido pulverizariam todo o ambiente.

A limpeza para a retirada de resíduos de pó ocorridos durante o processo de polimento é minuciosa. Mesmo assim, ficam suspensas no ar partículas que cairão sobre a área de aplicação.
Fica praticamente impossível não encontrarmos vestígios de pequenas partículas no último filme de aplicação que com o tempo tendem a desaparecer.
Nosso critério de análise é realizado por m² , levando em conta , sempre ,a qualidade para entrega do produto final.

Mesmo depois de seco, deve-se tomar cuidado com o trânsito intenso sobre a área do piso pois ainda estará em processo de cura.

Após a aplicação

A resina utilizada na aplicação foi desenvolvida para se pisar e tem uma certa vida útil. Estas recomendações serão importantes para aumentar a durabilidade ao longo dos anos.

A limpeza ideal para pisos de madeira resinada deve ser feita com aspirador de pó ou na falta deste, vassoura de pelos (cerdas naturais) ou um pano macio e seco.

Sujeiras mais persistentes deverão ser removidas com flanela, ligeiramente umedecida em água limpa e sabão neutro de maneira localizada.

Evite alguns produtos para limpeza de assoalhos e tacos à venda nos supermercados que trazem instruções para que dilua uma pequena dose do produto em um balde com água para aplicação em todo piso. A quantidade de água que a madeira absorverá é muito grande e pode provocar reações principalmente se a rotina de limpeza for freqüente.

Nunca limpe um piso resinado com palha de aço, detergentes químicos ou solventes. O uso contínuo desses produtos retirará a camada protetora de resina.

Os fatores de umidade e calor são os principais responsáveis pelos empenamentos e variações nas dimensões das juntas e ressecamento em pisos e produtos de madeira de modo geral. Por isso nunca lave o piso de madeira com água corrente ou pano molhado, nem exponha o piso à insolação direta, utilize cortinas ou persianas como medida de proteção.

Em casos de apartamentos e casas que permanecerão fechadas por muito tempo antes da mudança do morador, proteja as janelas e portas contra insolação excessiva (papel pardo ou jornal colado nos vidros), e mantenha a residência arejada (ventilada) através de alguma janela aberta, longe da área de piso de madeira.

Janela da cozinha, lavanderia ou banheiro.

A ausência de troca de umidade no ambiente pode acarretar uma condição nociva para a durabilidade do piso.

Lembre-se qualquer líquido derramado deverá ser enxugado imediatamente.

Quanto maior o cuidado com a manutenção, maior será a durabilidade do produto, bem como de seu acabamento. Cuidado com vasos de plantas colocados diretamente sobre o piso pois ao regá-los, poderá ocorrer o transbordamento ou infiltrações de água danificando o local.

Limpeza e conservação

Limpe o piso de madeira apenas com um pano seco, aspirador ou vassoura de pêlo.

A limpeza com pano úmido provoca a movimentação da madeira, remove o rejunte das tábuas e causa eventuais encanoamentos.

Nas madeiras mais claras, a umidade do pano pode provocar manchas pretas no rejunte e em pequenas fissuras na camada de verniz. Não use produtos de limpeza com álcool, querosene ou outros solventes, ou que tenham que ser diluídos e m um balde com água. Esses líquido afetam a madeira e o verniz de acabamento.

Dependendo da temperatura e da umidade do ambiente podem surgir aberturas no rejunte das tábuas ou tacos. Esse é um fenômeno natural da madeira que nunca poderá ser eliminado totalmente. Daí a necessidade de se raspar o piso de tempos em tempos.

A necessidade de raspar vai depender da intensidade do uso e da limpeza do piso. Não existe tempo fixo previsto para reaplicar verniz ou refazer os rejuntes. Tudo vai depender de sua conservação e dos cuidados com a limpeza do piso.

Como conservar o piso sempre bonito?

Utilize apenas vassoura de pelos para varrer e um pano bem macio ou flanela umedecida com água para limpeza. Não use solventes ou outros produtos não compatíveis com o verniz.

Proteja os pés e bases dos móveis com feltro ou borracha para evitar marcas. Não arraste móveis pesados sem alguma proteção; utilize um tapete ou pano grosso como "cama".

Evite caminhar sobre o piso com sapatos de salto tipo agulha ou outros que tenham pregos ou metais expostos no solado.

Mantenha o piso livre de umidade, barrando a passagem da água de lugares como banheiro e cozinha, fechando janelas quando chove e não deixando vasos de plantas diretamente em contato com o piso.

Evite a exposição direta e intensa de raios solares sobre o piso, evitando assim deformações físicas na madeira e/ou alterações na coloração.

Lembre-se: a madeira é um produto natural que sofre com as alterações climáticas. Assim, nos períodos do ano em que a umidade do ar torna-se muito baixa ou muito alta, o piso pode sofrer alguma retração ou expansão.

Instalação

A grande vantagem dos Tacos em relação ao assoalho, é que os Tacos não precisam de barrotes( vigas, caibro ou uma peça em formato de trapézio de madeira que são fixadas no contrapiso onde serão pregadas ou parafusadas as tábuas).

O importante que temos que ressaltar é que no caso do Taco o contrapiso e praticamente o espelho do piso , então é necessário um ótimo nivelamento e o tempo de cura( tempo que o cimento leva para ficar seco ) deve ser respeitado segundo a norma ABTN( no caso do CPII é de 28 dias ) e uma boa limpeza no piso para que não tenha poeira, o que pode prejudicar na hora da colagem.
Hoje em dia usamos a cola à base de PVA, fabricada para essa finalidade.

Devemos tomar cuidade quando for pisos térreos, é que absorvem umidade do solo, então deve ser feita entre a laje e o contrapiso, pois esses produtos usados por esse fim podem interfirir na eficiência da cola PVA.

Acabamento

A seguir as etapas de um bom acabamento:

1 ) Raspagem e nivelamento

Depois que estiver bem nivelado e seco o contrapiso. E já colocado o Taco, faz-se o desengrosso com máquina apropriada; depois, é preciso duas raspagens mais finas.

2 ) Calafetação

É colocado entre as rejuntas e falhas da colocação dos Tacos uma massa feita do pó da própria madeira raspada misturada com a cola branca e o verniz e espalhada em todo o piso.

3 ) Primeira demão ( Seladora )

Depois que estiver a superfície limpa colocaremos verniz ou resina, diluídas em álcool ou thinner, para preparar a superfície.

Depois a madeira seca é lixada.

4 ) Segunda demão ( base )

Já com o piso limpo passaremos a o verniz ou a resina , mas menos diluídos.
Tape as entradas de ar, pois isso prejudica a catalisação dos produtos.

5 ) Demão final

Agora passaremos o verniz ou a resina puros.

O trabalho deve ser feito na contraluz, para um resultado mais uniforme.

6 ) Manutenção

Panos secos ou enceradeira garantem o brilho da madeira.

Não use REMOVEDORES.

Cera, só de vez em quando, pois engordura o piso.

Manutenção

A grande preocupação do Taco é a umidade, porque quando volta a secar, tende a deformar e soltar, isso por efeito da dilatação, quanda há mais umidade, ou seja a madeira por ser um material orgânico interage com o ambiente e se move constantimente e é esse movimento que chamamos de dilatação: e o movimento de contração é quando o clima é seco.

Por isso a importância dos espaço entre os Tacos e Tábuas é essencial, eles permitem que a expansão aconteça, pois caso ao contrário, na hora da dilatação se não houver um espaço, essa dilatação resultará no descolamento dos Tacos e Tábuas e com isso eles tendem a soltar.

Agora quanto ao tamanho dos tacos, quanto me nor for mais rejuntas precisará.

Pisos de Madeira - Calafetação

Quando o rejunte dos tacos se solta, é temos de proceder à calafetação das juntas.
Não se deve calafetar apenas o trecho danificado, pois isso pode deixar o piso irregular.

O processo deve ser feito em etapas:

1) o piso é lixado, usando, para isso, dois tipos de lixa (nº 16 e 36).

2) a seguir, limpa-se toda sujeira do lixamento com pano úmido.

3) faz-se a calafetação dos tacos com massa especial para este fim, á venda em casas de tintas e construção.

A cor da massa deve acompanhar a cor da madeira.

Terminada a calafetação.

4)o piso deve ser lixado novamente em duas etapas, com lixas (nº 60 e 80).

5) Aplicação de verniz para acabamento de pisos de madeira.

Vantagens do piso laminado sobre o piso de madeira.

Custo

Custo menor que o piso de madeira.

Ecologicamente correto

O substrato HPP é fabricado de madeira de eucalipto, proveniente de florestas certificadas.

Fácil instalação

O piso laminado é instalado por meio do seu encaixe macho-fêmea, com cola à base de PVA D3, sem necessidade de colar ou pregar o piso no contrapiso. Além disso, o piso de madeira normalmente necessita de um envernizamento que causa desconforto ao consumidor devido à sujeira e ao cheiro.

Quais são os tipos de piso de madeira existentes no mercado?

Os pisos de madeira existentes no mercado podem ser divididos em:

a) pisos de madeira natural: carpetes de madeira (substrato de compensado revestido com lâmina de madeira natural) e assoalhos.

b) pisos laminados: de alta pressão (tipo fórmica) e de alta resistência (tipo flutuantes).

Qual a diferença entre esses pisos?

Os carpetes de madeira oferecem menor resistência superficial quando comparado aos pisos laminados nos resultados de abrasão. Normalmente são aplicados da mesma forma que os pisos flutuantes.

Já os pisos de madeira são feitos a partir de ripas de madeira natural parafusadas (tábuas e assoalhos) no contrapiso ou fixadas com colas asfálticas (tacos).

Os pisos laminados de alta pressão, por sua vez, são fabricados a partir da impregnação do papel em resinas (fenólicas e melamínicas) prensadas em alta pressão e temperatura, obtendo-se um corpo único (fórmica).
Esse tipo de piso é colado diretamente na base com adesivo de contato.

Os pisos laminados de alta resistência são compostos de substrato (HPP/HDF), com contrabalanço e revestido em sua superfície com papel decorativo.
Têm as mesmas propriedades e características dos pisos laminados de alta pressão, mas são aplicados sobre a base como se fosse um tapete, ou seja, as réguas são coladas umas às outras, mas não são coladas na base ou no piso onde são aplicadas.

O piso

Existem basicamente 2 linhas de Pisos Laminados, pisos laminados de madeira e pisos laminados de alto t ráfego cujas características são as seguintes:
Pisos Laminados de Madeira

É um piso constituído de laminas de madeira com 7mm de espessura em larguras e comprimentos variados.

A principal característica do produto é o de ser um produto de madeira natural e revestido com verniz.

A opção por esta linha de produto normalmente se da em função da beleza da madeira, onde cada régua tem o seu desenho e tonalidade exclusiva, formando no conjunto uma harmonia que a natureza criou.

O verniz utilizado nos pisos de madeira laminada são de última geração com alta tecnologia e podem ser de diferentes níveis de resistência a desgaste e riscos.É um piso para utilização em residências ou ambientes de tráfego leve.
São de fácil instalação, limpeza e antialérgicos.

Pisos Laminados de Alto Tráfego

Tem como principal característica a sua resistência ao desgaste e riscos.

São fabricados com base em HDF (micro particulas de madeira prensadas em alta densidade), revestidas com papel decorativo nos mais variados padrões.

Estão disponíveis produtos para aplicação residencial e comercial.

A fácil instalação e limpeza, a resistência à luz solar, riscos, manchas e brasas de cigaros, a vasta opção de padrões são uma solução prática e bela para qualquer necessidade de decoração para ambientes residênciais e comerciais.

O Piso de Madeira Maciça

é ; uma exelente opção para dar requinte e classe a um ambiente. Disponível nas mais variadas espécies brasileiras(Jatobá, Ipê, Péroba Tropical, Tauari etc.), com 8mm de espessura, 5,72cm de largura e comprimentos fixos de 30,5cm, 61,0cm, 91,5cm e 122,0cm.

O exclusivo sistema de fixação possibilita uma instalação fácil e segura do ecopiso.

Fonte: www.fazfacil.com.br

Piso

Processo de fabricação

Os pisos em PVC são produzidos por calandragem ou pela técnica de espalmagem. O PVC é combinado com fibras de vidro, tecidos, feltros ou outros materiais.

CALANDRAGEM

A calandragem é um processo contínuo que consiste em alimentar o PVC gelificado e quente nos cilindros aquecidos de uma calandra. Normalmente, a calandra tem quatro rolos de tamanhos distintos, que giram a velocidades ligeiramente diferentes para formar lâminas ou filmes de PVC. Estes laminados podem ser tratados mecanicamente ou podem ser orientados por estiramento para a produção de artigos rígidos ou plastificados.

ESPALMAGEM

A espalmagem é um processo que consiste em depositar uma ou mais camadas de plastis&oacu te;is (pasta mais ou menos viscosa obtida através da dispersão do PVC em plastificantes) sobre um suporte, tal como tecidos de fibras naturais ou sintéticas, mantas ou papel. Em seguida, a camada depositada é gelificada em fornos ou estufas.

A maior parte do consumo dos plastisóis é voltada para este tipo de processo.

Esta técnica permite fabricar uma variada gama de produtos acabados, tais como couros sintéticos para os setores de vestuário, calçados, bolsas e móveis, assim como pisos, correias de transmissão, papéis de parede, lonas, esteiras etc.

Fonte: www.solvayindupa.com

Piso

Eis um item caro da obra e com o qual você vai conviver por muito tempo. Por isso, dá trabalho escolher o melhor tipo. Aqui, você seleciona reportagens publicadas sobre pisos de madeira, cerâmica e porcelanato, pedras, pastilhas, cimento queimado e resina. Além de conhecer as vantagens de cada tipo, você aprende truques de instalação, simula a quantidade de que vai precisar e faz combinações de cores.

Dicas para instalar pedras

Quer que seu piso dure anos? Então, siga as orientações de instalação dos técnicos e pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) e da Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais (Abirochas) .

Longevidade às pedras naturais

Os revestimentos de pedras naturais podem durar anos. Mas, para que ocorra, é determinante uma boa instalação. "De na da adianta investir na compra de uma pedra nobre e economizar na argamassa ou na areia", alerta Sérgio Azeredo, presidente da Abirochas. Segundo ele, antes do assentamento, certifique-se com o empreiteiro ou com o fornecedor de que a areia esteja lavada. Os rejuntes, assim como os outros materiais, devem ser os indicados para pedras naturais.

Outro cuidado necessário nessa fase é impermeabilizar a rocha, inclusive suas laterais. "Se o piso for no térreo, estenda o tratamento ao contrapiso, previamente seco e nivelado", avisa o geólogo Eduardo Quitete, do IPT.

Depois de instalado, deve-se aguardar a secagem da argamassa e dos rejuntes para fazer a limpeza. Em São Paulo, esse tipo de serviço sai a partir de R$ 28 o m².

No dia-a-dia, a manutenção deve ser feita com pano úmido em detergente neutro diluído em água.

Piso

Piso

Quando os riscos ou pequenas manchas surgirem

Passados alguns anos do assentamento, a pedra tende a mostrar os sinais da abrasão e alguns trechos estarão mais foscos. Para ressuscitar o brilho, faça revitalização. Se a pedra estiver com perfurações ou manchas de ferrugem, indica-se uma restauração. Nesse tratamento, a superfície recebe resina ou produtos químicos indicados para retirar manchas. A loja onde você comprou a pedra ou os sindicatos do setor, como a Abrirocha, costumam indicar empresas que prestam o serviço na sua região. O Senai-SP também presta es sa assessoria.

Ambos os tratamentos podem ser feitos com os moradores na casa, desde que a empresa utilize enceradeiras hidráulicas. Essa máquina não deixa a poeira levantar e funciona com um aspirador, que recolhe todo o resíduo. Recomenda-se, no entanto, retirar os móveis do lugar e proteger com plásticos as portas e os batentes.

Como colocar ou trocar o rodapé

Piso

O trabalho requer a experiência de um instalador de piso, que arranca o rodapé antigo com pé-de-cabra ou chave de fenda. "Depois, ele prepara o novo, cortando seus cantos na serra de esquadrias", ensina Tolentino Soares de Souza, instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). O resto depende do modelo comprado. Normalmente, os de PVC são fixados com cola à base de PVA; os de cerâmica, com argamassa de assentamento. Já os de madeira e MDF devem ser parafusados (em paredes de blocos de concreto ou cerâmica) ou instalados com pregos sem cabeça (em tijolo maciço) ¿ no final, massa F12 (Fusecolor) esconde os furinhos feitos para a fixação

Piso
Angelim-pedra
Especial para cantos curvos, pode ser executado com outras madeiras.

Superpráticos

Piso

Vinil, linól eo e borracha: em comum, esses pisos têm facilidade de colocação, limpeza e diversidade de cores e desenhos. A diferença está no uso: os dois primeiros não suportam sol e água em excesso e são indicados para áreas secas. Já a borracha não tem essas restrições.

Vinil

Vinil

Sua matéria-prima é a resina de PVC. Macio ao toque, é vendido em mantas, réguas ou placas semiflexíveis nas mais variadas cores e desenhos. Planeje a instalação para locais cobertos e secos. A cola usada na fixação não suporta o contato constante com a água.

Linóleo

Linóleo

Composto de óleo de linhaça, resina de pinheiro, descarte de cortiça, serragem, pigmentos, grânulos, além de um protetor específico à base de água. Sim, esse revestimento usa materiais ecologicamente corretos. Também é restrito a áreas secas.

Borracha

Piso

Feito com material natural, sintético ou reciclado (refugo de chupeta ou pneus de carro). Resistente a abrasão e impacto, serve tanto para salas e quartos como para playground, salas de ginástica e até bordas de piscina (exceto tipos lisos de algumas marcas).

Cuidados

Colocaç& atilde;o

Os três tipos devem ser aplicados em contrapiso liso, limpo e isento de umidade ou sobre outros revestimentos (com exceção da madeira). A fixação do material é específica de cada fabricante e produto. Vinil e borracha exigem cola acrílica, poliuretânica ou betuminosa diretamente na superfície. Algumas empresas preferem passar antes da cola uma mistura de PVA com cimento ou cimentado desempenado. Essa pré-camada também pode ser usada sob o linóleo, logo depois da impermeabilização (obrigatória para esse piso).

Como são muitas as formas de instalação, o ideal é se informar antes da compra. Para a média de 80 m2, planeje um dia para colocação e outro para acabamento, como rodapé e aplicação de cera industrial. Garantia: o serviço deve ser feito com mão-de-obra indicada pela revenda. Do contrário, perde-se a garantia do produto. Defeitos de fabricação têm cobertura de cinco anos (exceção: Brasibor, três anos, e Revest Vinil, seis meses). Limpeza: a cola do vinil e os materiais do linóleo não suportam água em excesso. Use vassoura de pêlo e pano bem torcido, com gotas de detergente neutro ou produto indicado pelo fabricante. A borracha aceita limpadores multiúso, detergente ou sabão em pó. Cera a cada 15 dias.

Cerâmicas em 3 faixas de preço

Qual é o melhor preço levando em conta custo-benefício? Sempre bate essa dúvida em quem está escolhendo os revestimentos e não fecha a compra antes de muita pesquisa. Assim como os três esportes q ue ilustram esta reportagem - futebol, tênis e golfe -, as opções que lotam as prateleiras atendem a todos os bolsos e gostos, do popular ao mais sofisticado. A infinidade de acabamentos, cores, desenhos e tamanhos se explica pelo fato de que o Brasil é o segundo maior consumidor mundial nesse segmento e em dois anos será vice-líder também na fabricação de cerâmicas e porcelanatos. Segundo o professor Orestes Alarcon, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a discrepância de valores se deve principalmente ao design das peças. "Por trás dele não está só a capacidade de criação dos produtos, mas uma série de tecnologias usadas para obter determinado resultado", diz

O preço mais alto também está relacionado às camadas de esmalte que cobrem as peças e ao fato de elas serem retificadas, ou seja, terem as bordas retas, o que reduz o rejunte e valoriza o ambiente. Mas o custo não é tudo. Na compra, preste atenção no uso e na qualidade dos produtos. Em cada local, o vai-e-vem de pessoas é diferente. Por isso, o PEI (Porcelain Enamel Institute) deve ser maior em àreas de tráfego intenso. Ele mede o grau de resistência do esmalte e varia de 0 a 5. Vale checar na embalagem se a cerâmica atende às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A segurança na escolha aumenta quando ela traz o selo do Centro Cerâmico do Brasil (CCB) e do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Por que as cerâmicas de base vermelha são mais baratas?

"Porq ue elas são feitas pelo processo chamado de via seca, comum nas fábricas do interior paulista, que possuem reservas de argila prontas para a queima", explica Lauro Andrade Filho, da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos (Anfacer). Já no processo de via úmida, empregado por empresas do sul do Brasil, misturam-se mais tipos de argila e de elementos químicos. Isso não significa que as placas vermelhas tenham má qualidade. "Hoje, mais de 90% dos produtos nacionais seguem as normas", diz Lauro.

Até os anos 90, as cerâmicas comuns dominaram o mercado. Naquela década surgiu o porcenalato. Feito de uma mistura de argila e feldspato queimada em alta temperatura (de 1 200 °C a 1250 °C), ele tornou-se a vedete da casa por sua durabilidade e aparência. Mesmo sendo da família dos revestimentos cerâmicos, veio para concorrer com as pedras naturais, segundo os fabricantes e profissionais da área. "Resistente e com índice de absorção de água quase nulo, é composto de minerais autênticos que formam placas de coloração mais uniforme. Essa é uma vantagem sobre o granito", avalia o arquiteto paulista Benedito Toledo Jr. No entanto, o forno em sua mais alta potência também significa aumento nos gastos de produção e no valor final das peças nas prateleiras.

Porcelanatos baratos são de qualidade duvidosa?

"Não, mas seu design e acabamento são mais limitados. Se desejar uma peça brilhante, por exemplo, é preciso somar ao custo de fabricação as despesas com a etapa de polimento", explica Juan Temoche Esquivel, doutorando na área de revestimentos pela Escola Polit& eacute;cnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). Os porcelanatos mais econômicos, em geral, têm tamanhos menores. Segundo Juan, as placas grandes pedem uma espessura maior, reduzindo a produtividade das máquinas e encarecendo o produto.

Piso

Piso

As cerâmicas e os porcelanatos acompanham a tendência mundial que aponta para grandes formatos e para a reprodução do aspecto e toque de tecidos, fibras, pedras nobres, couro, madeira e cimento queimado. "A beleza e a perfeição valorizam as peças", lembra João Oscar Bergstron Neto, presidente da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer). O consumidor também pagará mais se preferir os produtos de grife, que levam a assinatura de profissionais conceituados. As marcas top de linha formam seus preços considerando todos os custos, incluindo despesas relacionadas a show room com atendimento personalizado. Diante de tantas possibilidades, aposte suas fichas numa boa pesquisa, seja em lojas de materiais de construção, seja pela internet.

Piso

Optar pelo mais caro significa acertar na compra?

"A boa escolha deve seguir o projeto arquitetônico e satisfazer os desejos do usuário em termos de desempenho e estética", avalia Juan Esquivel. Seja o produto caro ou barato, a instalação e a manutenção no dia-a-dia influem na durabilidade. Prefira assentadores experientes - valem indicações de fabricantes, lojistas e conhecidos. Peças polidas se desgastam com a areia - problema evitado com um capacho na entrada do ambiente. E remova manchas de café, gordura e tinta imediatamente.

O preço mais alto também está relacionado às camadas de esmalte que cobrem as peças e ao fato de elas serem retificadas, ou seja, terem as bordas retas, o que reduz o rejunte e valoriza o ambiente. Mas o custo não é tudo. Na compra, preste atenção no uso e na qualidade dos produtos. Em cada local, o vai-e-vem de pessoas é diferente. Por isso, o PEI (Porcelain Enamel Institute) deve ser maior em àreas de tráfego intenso. Ele mede o grau de resistência do esmalte e varia de 0 a 5. Vale checar na embalagem se a cerâmica atende às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A segurança na escolha aumenta quando ela traz o selo do Centro Cerâmico do Brasil (CCB) e do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Por que as cerâmicas de base vermelha são mais baratas?

"Porque elas são feitas pelo processo chamado de via seca, comum nas fábricas do interior paulista, que possuem reservas de argila prontas para a queima", explica Lauro Andrade Filho, da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos (Anfacer). Já no processo de via úmida, empregado por empresas do sul do Brasil, misturam-se mais tipos de argila e de elementos químicos. Isso não significa que as placas vermelhas tenham má qualidade. "Hoje, mais de 90% dos produtos nacionais seguem as normas", diz Lauro.

Pisos

Pisos

Até os anos 90, as cerâmicas comuns dominaram o mercado. Naquela década surgiu o porcenalato. Feito de uma mistura de argila e feldspato queimada em alta temperatura (de 1 200 °C a 1250 °C), ele tornou-se a vedete da casa por sua durabilidade e aparência. Mesmo sendo da família dos revestimentos cerâmicos, veio para concorrer com as pedras naturais, segundo os fabricantes e profissionais da área. "Resistente e com índice de absorção de água quase nulo, é composto de minerais autênticos que formam placas de coloração mais uniforme. Essa é uma vantagem sobre o granito", avalia o arquiteto paulista Benedito Toledo Jr. No entanto, o forno em sua mais alta potência também significa aumento nos gastos de produção e no valor final das peças nas prateleiras.

Porcelanatos baratos são de qualidade duvidosa?

"Não, mas seu design e acabamento são mais limitados. Se desejar uma peça brilhante, por exemplo, é preciso somar ao custo de fabricação as despesas com a etapa de polimento", explica Juan Temoche Esquivel, doutorando na área de revestimentos pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). Os porcelanatos mais econômicos, em geral, têm tamanhos menores. Segundo Juan, as placas grandes pedem uma espessura maior, reduzindo a produtividade das máquinas e encarecendo o produto.

Piso

Piso

As cerâmicas e os porcelanatos acompanham a tendência mundial que aponta para grandes formatos e para a reprodução do aspecto e toque de tecidos, fibras, pedras nobres, couro, madeira e cimento queimado. "A beleza e a perfeição valorizam as peças", lembra João Oscar Bergstron Neto, presidente da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer). O consumidor também pagará mais se preferir os produtos de grife, que levam a assinatura de profissionais conceituados. As marcas top de linha formam seus preços considerando todos os custos, incluindo despesas relacionadas a show room com atendimento personalizado. Diante de tantas possibilidades, aposte suas fichas numa boa pesquisa, seja em lojas de materiais de construção, seja pela internet.

Piso

Fonte: 189.91.162.20/arquitetura

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