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Plásticos

 

Plásticos - Definição

Materiais que podem ser remodelados (remoldado) pela aplicação de calor e pressão. A maior parte dos plásticos são feitos de resinas sintéticas (polímeros) através de processos industriais do polimerização. Existem dois tipos principais de plásticos são termoplásticos e termofixos

Plásticos - Tipos

Plásticos

O plástico é qualquer polímero orgânico sintético ou semi-sintético.

Enquanto plásticos podem ser feitas a partir de praticamente qualquer polímero orgânico, a maioria de plástico industrial é feita a partir de produtos petroquímicos.

Termoplásticos e polímeros termoendurecíveis são os dois tipos de plástico.

Termofixos e termoplásticos

Polímeros termofixos, também conhecido como termofixos, solidificam-se em uma forma permanente. Eles são amorfos e considera-se que o peso molecular infinito.

Termoplásticos, por outro lado, pode ser aquecida e remoldado uma e outra vez. Alguns termoplásticos são amorfas, enquanto alguns têm uma estrutura parcialmente cristalino

Muitos dos nomes químicos dos polímeros utilizados como plásticos tornaram-se familiar para os consumidores, embora alguns são mais conhecidos por suas siglas ou nomes comerciais. Assim, tereftalato de polietileno e cloreto de polivinilo são normalmente referidos como PET e PVC, enquanto em espuma de poliestireno e polimetil metacrilato são conhecidos pelos seus nomes comerciais, isopor e Plexiglas (ou Perspex).

Plásticos - Produtos

Plásticos
Plástico

Plásticos são objetos utilitários que redesenham nosso cotidiano, são as novas estrelas do design. Leveza é a palavra de ordem. Na criação, a liberdade se expressa em cores, formas e texturas, oscilando entre humor e a sobriedade, entre a fantasia e o arquétipo.

O repertório dos objetos está mais rico, inventivo. Circula uma energia que parece abandonar o mundo do mobiliário. Reinventando nosso gestual, os objetos cumprem a dupla função de uso e adorno. É uma triste constatação, mas parece impossível tornar a ver uma cadeira, estofado ou mesa capazes de criar surpresa, realmente inovadores. No que diz respeito às cadeiras, as variáveis são mínimas, a cada ano apenas se renovam as proezas tecnológicas na procura de uma crescente redução nos custos de produção, fazendo com que cada nova cadeira suplante, sempre mais, a última das “legerissime”. “Quanto mais leve melhor”, é uma afirmação que pode ser compreendida a partir de diversos pontos de vista. Seja ele real ou visual, a leveza deixou de ser apenas questão estética, ou de moda, passando a traduzir uma contingência ambiental, tornando politicamente corretos conceitos como redução matérica, desmaterialização e minimalismo. A leveza é uma questão de sobrevivência, afirmam designers e produtores que têm consciência das questões ambientais. A natureza não é mais aquela dádiva eterna e garantida, mas algo que exige o maior cuidado.

No que diz respeito aos objetos, o cuidado deverá ser maior, em razão dos estratosféricos números de produção. Talvez seja necessário o retorno, como preconizam Beukers e Van Hinte em seu livro “Lighteness” (010 Publishers, Roterdã, Holanda, 1998), aos hábitos ancestrais do nomadismo – visto que, em nossas vidas, somos cada vez mais nômades – quando se utilizavam instrumentos simples e leves, fáceis de serem transportados.

Classificando de forma bastante genérica o design contemporâneo, principalmente no que se refere ao repertório dos objetos e da iluminação, podemos dizer que são duas as principais abordagens: o projeto baseado em tecnologia avançada e sofisticada, ou aquele, muitas vezes de autoprodução, semi-artesanal, que deriva de uma boa idéia.

Nas indústrias de porte – por diversas razões, inclusive a de impedir a proliferação das cópias –, predominam os produtos que têm na tecnologia a premissa do projeto. No entanto, é cada vez maior o número de designers, principalmente jovens, que encontram sucesso atuando fora do universo industrial. É o que sucede em países como a Holanda (Droog Design, Dutch Individuals. Veja ARC DESIGN n° 6), a Inglaterra (El Ultimo Grito, Gita Gschwndetner) e o Brasil (Fernando Humberto Campana, que já se internacionalizaram). Em exposições como a feira 100% Design (Londres, setembro 1999), ou visitando lojas alternativas em toda a Europa, é sempre maior o repertório de objetos e pequenas luminárias (ou melhor dizendo, objetos luminosos, porque realmente iluminar não é a prioridade) autoproduzidos, reinventando o uso de materiais existentes, desprezando códigos estabelecidos, elegendo a liberdade projetual como ponto de partida.

A negação de códigos estabelecidos, a dessacralização do objeto fazem parte de uma história que parece começar com a empresa italiana Alessi, no início dos anos 90. Famosa por seus relógios, talheres, chaleiras e prateleiras – hoje clássicos –, desenhados por importantes arquitetos como Aldo Rossi, Michael Graves e Castiglioni, entre outros, a Alessi muda radicalmente seu rumo com o lançamento da série Family Follows Function. Segundo Laura Polinoro, responsável pelo projeto, a coleção visava criar objetos que satisfizessem exigências afetivas, íntimas. Sentia-se a necessidade de novas experiências sensoriais, que poderiam ser obtidas graças aos novos materiais. Era “o objeto brinquedo, concebido para além do discurso estético, estilístico e cultural”.

Dois são os elementos que passam a dominar a nova coleção: os materiais plásticos e o humor.

Inaugurada no início da década, essa vertente humorística ou lúdica, tem predominado, até hoje, na coleção Alessi. Uma outra empresa, no entanto, a alemã Authentics, surge no início dos anos 80, época de exuberância expressiva, invadindo o mercado com seu desenho de extremo despojamento. “Mais simples” e “a arte de fazer o mais com o menos” são seus lemas. É como se desejassem nos reconduzir às formas primordiais, arquetípicas, de cada objeto ou função. “Trabalhar para subverter a percepção dos objetos de uso cotidiano que uma produção de massa desatenta e descuidada tinha feito decair, tornando-os ordinários e insignificantes”, afirma Maier- Aichen em entrevista à revista DOMUS (maio 1999). Para otimizar os resultados de sua pesquisa formal, especialmente no que diz respeito às nuances de tonalidades das cores básicas, às texturas, a Authentics trabalha o polipropileno e o polietileno, reduz sua espessura a limites extremos por respeito ambiental e consegue, assim, uma translucidez que é novo atributo do plástico. A exuberância dos materiais naturais, a falta de tecnologia para o desenvolvimento de objetos cotidianos, utilizando a matéria-prima sintética, fazem do Brasil um exemplo à parte. Piaçava, fibra de coco ou de carnaúba, madeira, barro, ou mesmo metais como a prata e o estanho, são escolhidos por designers que, principalmente no terreno do objeto utilitário, ainda não encontraram espaço de atuação. A opção pelo plástico, no entanto, não é uma decisão arbitrária. A realidade da globalização dos mercados, da necessidade de produção em larga escala a preços competitivos, faz com que os materiais sintéticos, no momento, sejam uma escolha obrigatória. O objeto artesanal, mesmo – ou principalmente – aquele de baixo custo, não tem condição de competir com os utilitários gerados pela produção industrial.

Plásticos - História

Plásticos

O primeiro plástico sintético foi desenvolvido no início do século XX, e registrou um desenvolvimento acelerado a partir de 1920. Este material, relativamente novo se comparado a outros como o vidro e o papel, passou a estar presente em grande parte dos nossos utensílios.

Composição

O plástico vem das resinas derivadas do petróleo e pertence ao grupo dos polímeros (moléculas muito grandes, com características especiais e variadas). A palavra plástico tem origem grega e significa aquilo que pode ser moldado. Além disso, uma importante característica do plástico é manter a sua forma após a moldagem.

FIQUE POR DENTRO: A praticidade e a resistência do plástico tornaram este material um dos mais usados no mundo.

No Brasil eles já representam cerca de 20% dos resíduos, e acredita-se que sua utilização e conseqüentemente seu descarte aumentem ainda mais nos próximos anos:

Às vezes usamos embalagens de mais para produtos de menos: alguns produtos vêm com excesso de embalagens plásticas. Fiquem atentos! Na reciclagem do plástico os produtos finais normalmente não são usados na indústria de alimentos para evitar algum tipo de contaminação. No caso do PET, um dos plásticos mais usados e com crescentes índices de reciclagem, 41% do volume reciclado é transformado em fio de poliéster para a produção de tecidos.

Tipos de Plásticos

Existem muitos tipos de plásticos.

Os mais rígidos, os fininhos e fáceis de amassar, os transparentes, etc.

Eles são divididos em dois grupos de acordo com as suas características de fusão ou derretimento: termoplásticos e termorrígidos.

Os termoplásticos são aqueles que amolecem ao serem aquecidos, podendo ser moldados, e quando resfriados ficam sólidos e tomam uma nova forma. Esse processo pode ser repetido várias vezes. Correspondem a 80% dos plásticos consumidos.

Ex: polipropileno, polietileno. Os termorrígidos ou termofixos são aqueles que não derretem quando aquecidos, o que impossibilita a sua reutilização através dos processos convencionais de reciclagem.

Ex: poliuretano rígido. Em alguns casos, estes materiais podem ser reciclados parcialmente através de moagem prévia e incorporação no material virgem em pequenas quantidades, como ocorre com os elastômeros (borracha).

Tipos Aplicações
TERMOPLÁSTICOS
PET - Polietileno Tereftalato Frascos de refrigerantes, produtos farmacêuticos, produtos de limpeza, mantas de impermeabilização e fibras têxteis;
PEAD - Polietileno de Alta Densidade Embalagens para cosméticos, produtos químicos e de limpeza, tubos para líquidos e gás, tanques de combustível para veículos automotivos;
PVC - Policloreto de Vinila Frascos de água mineral, tubos e conexões, calçados, encapamentos de cabos elétricos, equipamentos médico-cirúrgicos, esquadrias e revestimentos;
PEDB - Polietileno de Baixa Densidade Embalagens de alimentos, sacos industriais, sacos para lixo, lonas agrícolas, filmes flexíveis para embalagens e rótulos de brinquedos;
PP - Polipropileno Embalagens de massas e biscoitos, potes de margarina, seringas descartáveis, equipamentos médico-cirúrgicos, fibras e fios têxteis, utilidades domésticas, autopeças (pára-choques de carro);
PS - Poliestireno Copos descartáveis, placas isolantes, aparelhos de som e tv, embalagens de alimentos, revestimento de geladeiras, material escolar;
Outros Plásticos especiais e de engenharia, CDs, eletrodomésticos, corpos de computadores,
TERMORRÍGIDOS
PU - Poliuretanos, EVA - Poliacetato de Etileno Vinil etc Solados de calçados, interruptores, peças industriais elétricas, peças para banheiro, pratos, travessas, cinzeiros, telefones e etc.

Reciclagem

Para facilitar a reciclagem dos diferentes tipos de plástico foram criados códigos numéricos e abreviações como apresentados no quadro acima. Muitos fabricantes já estão incluindo estes códigos em seus produtos. RECICLAGEM ENERGÉTICA - O plástico é queimado liberando um calor muito forte (superior ao do carvão e próximo ao produzido pelo óleo combustível) que é aproveitado na forma de energia. Porém, esta prática resulta em emissão de CO 2, agravando ainda mais o efeito estufa e emissão de dioxinas, que são compostos altamente tóxicos. RECICLAGEM QUÍMICA - O plástico sofre reações químicas e, portanto, se transforma em outro tipo de plástico que então poderá ser utilizado na indústria.

Ex: reciclagem do PET para a produção de resina de poliéster, usada na fabricação de fibras para a confecção de roupas. RECICLAGEM MECÂNICA - no Brasil, é a mais utilizada; é mais barata e mantém uma boa qualidade do produto. Os plásticos são submetidos a processos físicos (ex:polietileno, polipropileno).

Plásticos recicláveis

Embalagem de Alimento (margarina, óleo)
Embalagem de Produtos de Beleza
Embalagem de Produtos de Limpeza
Tampas Brinquedo
Peças Plásticas
Embalagens de refrigerante
Copinho de café Vasilhas

Plásticos não recicláveis

Espuma
Celofane
Embalagem à Vácuo
Fralda Descartável
Adesivo
Embalagem Engordurada
Siliconizado
Cabo de panela
Tomadas
Embalagens de biscoito
Misturas de papéis, plásticos e metais

PET

No Brasil, o usodas embalagens PET (politereftalato de etileno) está crescendo e substituindo embalagens como: latas de flandres, vidros, multilaminados (tipo "longa vida" ou "caixinha") e até de outros plásticos.

Hoje é comum observar o PET em garrafas de suco, refrigerantes, óleos vegetais, água mineral.

Plásticos
Símbolo de identificação do PET

Processo de reciclagem do PET

Depois de coletadas por um sistema seletivo, as embalagens PET passam por uma triagem para separá-las por cor.

Para viabilizar o transporte para as fábricas recicladoras é necessário, em muitos casos, o enfardamento, utilizando prensas hidráulicas ou manuais.

O processo de reciclagem do PET se dá através de moagem e lavagem das embalagens, daí os polímeros são novamente transformados em grânulos, os chamados grãos ou pellets.

Os produtos da reciclagem do PET são muito variados. É possível fabricar desde fibra de poliéster para a confecção de roupas à produção de novas embalagens (exceto embalagens para a indústria alimentícia).

Os plásticos são polímeros produzidos a partir de processos petroquímicos. O PET é um deles, e foi desenvolvido em 1941 pelos químicos ingleses Whinfield e Dickson. Por ser um material inerte, leve, resistente e transparente, passou a ser utilizado na fabricação de embalagens de bebidas e alimentos no início da década de 1980. Em 1985 cerca de 500 mil toneladas de vasilhames já haviam sido produzidos, somente nos Estados Unidos.

Por que reciclar

Em sua maioria os materiais plásticos ocupam muito espaço nos aterros devido a dificuldades de compactação e por sua baixa degradabilidade. As embalagens plásticas lançadas indevidamente no ambiente contribuem para entupimentos, propiciam condições de proliferação de vetores, prejudicam a navegação marítima e agridem a fauna aquática, além de causarem mau aspecto estético.

Existem hoje, no país, programas de coleta seletiva desenvolvidos por prefeituras, empresas, universidades, condomínios, escolas, etc. Procure saber se alguma destas iniciativas está sendo implementada em sua região, lembrando ainda que o material separado também pode ser encaminhado para cooperativas e sucateiros.

Classificação dos Plásticos

Os plásticos são representados por um triângulo eqüilátero, composto por três setas e o numero de identificação ao centro.

Em tese todos os materiais plásticos deveriam conter tal simbologia gravada em algum lugar da peça ou embalagem a fim de facilitar o processo de reciclagem, porem não é raro encontrarmos algum produto ou embalagem que não possui tal simbologia.

A maioria dos profissionais quando não a detecta utiliza um método prático, que produz resultados satisfatórios na maioria dos casos...

Plásticos
PET
Polietileno Tereftalato

Transparente e inquebrável o PET é uma material extremamente leve.

Usado principalmente na fabricação de embalagens de bebidas carbonatadas (refrigerantes), além da Indústria alimentícia esta presente também nos setores hospitalar, cosméticos, têxteis, etc.

Plásticos
PEAD
Polietileno de alta densidade

Material leve, inquebrável, rígido e com excelente resistência química.

Muito usado em embalagens de produtos para uso domiciliar tais como: Detergentes, amaciantes, sacos e sacolas de supermercado, potes, utilidades domesticas, etc.

Seu uso em outros setores também é muito grande tais como: Embalagens de óleo, bombonas para produtos químicos, tambores de tinta, peças técnicas, etc.

Plásticos
PVC
Policloreto de Vinila

Material transparente, leve, resistente a temperatura, inquebrável. Normalmente usado em embalagens para água mineral, óleos comestíveis, etc. Além da indústria alimentícia é muito encontrado nos setores farmacêuticos em bolsas de soro, sangue, material hospitalar, etc. Uma forte presença também no setor de construção civil, principalmente em tubos e esquadrias.

Plásticos
PEBD
Polietileno de baixa densidade

Material flexível, leve, transparente e impermeável.

Pelas suas qualidades é muito usado em embalagens flexíveis tais como: Sacolas e saquinhos para supermercados, leites e iogurtes, sacaria industrial, sacos de lixo, mudas de plantas, plasticultura, embalagens têxteis, etc.

Plásticos
PP
Polipropileno

Material rígido, brilhante com capacidade de conservar o aroma e resistente às mudanças de temperatura. Normalmente é encontrado em pecas técnicas, caixarias em geral, utilidades domesticas, fios e cabos , etc. Potes e embalagens mais resistentes

Plásticos
PS
Poliestireno

Material impermeável, leve, transparente, rígido e brilhante. Usado e potes para iogurtes, sorvetes, doces, pratos, tampas, aparelhos de barbear descartáveis, revestimento interno de geladeiras, etc

Plásticos
OUTROS
Outros tipos de Plásticos

Neste grupo estão classificados os outros tipos de plásticos.

Entre eles: ABS/SAN, EVA, PA, etc.

Normalmente são encontrados em peças técnicas e de engenharia, soldados de calçados, material esportivo, corpos de computadores e telefones, CD'S, etc.

Plásticos - O que é

Plásticos
Plástico - Embalagem

O Plástico está, nas suas mais diversas formas, presente no dia-a-dia de cada um de nós e, na maioria das vezes, nem damos conta da sua importância nos mais ínfimos aspectos da vida humana.

O Plástico é indissociável do estilo de vida moderno, e este extraordinário material conseguiu, ao longo dos últimos 150 anos, mudar radicalmente a sociedade em que vivemos, contribuindo para o aumento do nível de vida e bem-estar geral: se pensarmos nos avanços tecnológicos, na medicina cirúrgica, ou mesmo na Internet, é fácil concluir que nada disso seria possível sem o Plástico... A prova cabal de que o material do Século XXI é o Plástico está à frente dos nossos olhos, bastando para tal contar quantos dos objetos que nos rodeiam neste preciso momento são de plástico... Existem, hoje em dia, mais de 1000 plásticos diferentes, usados para os mais diversos fins.

Mas afinal, o que é o Plástico?

A palavra plástico tem origem no grego plastikos, que significa moldáveis, uma característica essencial destes materiais.

Os plásticos são materiais constituídos por longas cadeias de moléculas chamadas polímeros.

Classificação (por propriedades físicas):

Termoendurecíveis: ganham forma de produtos rígidos por ação do calor e de reações químicas e não são susceptíveis de serem moldados novamente por ação do calor
Elastómeros:
vulgarmente conhecidos como borrachas, podem ser classificados em dois grandes grupos, as naturais (por exemplo, Látex) e as sintéticas (por exemplo, SBR)
Termoplásticos:
amolecem quando aquecidos e endurecem de novo quando arrefecem, o que permite moldá-los sucessivas vezes. Mais de 80% dos plásticos vulgarmente utilizados são deste tipo.

A Transformação do Plástico

No final do processo de polimerização, ao polímero poderão ser adicionados alguns aditivos de modo a conferirem: as propriedades desejadas.

Abaixo são referidos alguns dos tipos de aditivos mais usados na indústria de plásticos:

Estabilizantes e anti-oxidantes - evitam a degradação
Pigmentos -
dotam o plástico da cor desejada
Plastificantes -
conferem maior flexibilidade
Materiais minerais -
rigidificam ou modificam o aspecto, a textura
Agentes anti-estáticos -
reduzem a atração de poeiras devido à eletricidade estática
Agentes anti-UV -
limitam a degradação do plástico por ação da luz
Agentes de expansão -
tornam o plástico mais leve
Agentes anti-fogo -
dotam o plástico de maior resistência ao fogo.

Vantagens do Plástico

O Plástico tem infinitas possibilidades de utilização
O Plástico é um material higiênico e asséptico
O Plástico é um óptimo isolante térmico
O Plástico é um material leve
O Plástico é flexível e maleável
O Plástico é um material resistente
O Plástico é durável e fiável
O Plástico é reutilizável
O Plástico é reciclável.

Importância para a Vida

Os plásticos têm centenas de aplicações. Impermeáveis, maleáveis, duráveis e com uma excelente relação custo/benefício, contribuem para o desenvolvimento social, econômico e científico. E protegem o meio ambiente.

Proteções de plástico auxiliam na produção, estocagem e distribuição de milhares de toneladas de alimentos. Evitam desperdícios e perdas por transporte ou por alterações do clima.

Embalagens de plástico garantem que hortifrútis, carnes, laticínios e bebidas cheguem à mesa em perfeitas condições para seu consumo.

Bolsas de sangue e de soro, catéteres, máquinas de circulação extracorpórea e embalagens para resíduos hospitalares são alguns exemplos de materiais plásticos que ajudam na cura e na prevenção de doenças. São os plásticos salvando vidas.

Impedir a contaminação dos solos, evitar erosões, canalizar esgotos, preservar a água e gerar energia são importantes contribuições dos plásticos à preservação do meio ambiente.

Com plástico reciclado fabrica-se uma infinidade de produtos como vestuário, componentes automotivos, conduítes, carpetes, bolsas, artigos de comunicação visual, solados, páletes e móveis, entre vários outros.

A cadeia produtiva dos plásticos contribui decisivamente para o Desenvolvimento Sustentável, ajudando na conservação dos recursos naturais, melhorando a qualidade de vida das pessoas e contribuindo para o crescimento econômico.

Custos competitivos, facilidade de instalação e baixa manutenção tornam os plásticos perfeitamente adequados para o atendimento das necessidades básicas: habitação, saneamento, suprimento de água e saúde.

Plásticos no Brasil

Pesquisados desde 1930, os chamados plásticos biodegradáveis têm por característica serem destruídos por microrganismos do próprio meio, transformando-se em gás carbônico e água. No Brasil, um desses plásticos, o PHB, foi desenvolvido a partir da sacarose da cana de açúcar. Sua produção, ainda pequena, é voltada para o mercado externo de embalagens, vasos e materiais descartáveis.

Sua utilização, entretanto, na maioria das aplicações ainda não se tem mostrado viável do ponto de vista econômico. E por ser biodegradável, não consegue substituir os plásticos derivados de petróleo - mais duráveis e seguros -, em embalagens de remédios, alimentos, bebidas carbonatadas, cosméticos, defensivos agrícolas, e em uma grande série de outros produtos.

Mais recentemente, começaram a ser fabricadas no Brasil sacolas de plástico convencional que recebem um aditivo para acelerar o tempo de degradação em condições ambientais favoráveis.

Pela mesma razão acima, também esse tipo de plástico não consegue substituir os plásticos convencionais na maioria de suas aplicações. E os efeitos de sua degradação no meio ambiente ainda estão sendo pesquisados.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br/chemistry.about.com/www.colegiosaofrancisco.com.br

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