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Plásticos

 

Plásticos

 

A origem da palavra plástico vem do grego plastikós, que significa adequado à moldagem.

Plásticos são materiais formados pela união de grandes cadeias moleculares chamadas polímeros que, por sua vez, são formadas por moléculas menores denominadas monômeros.

Os plásticos são produzidos através de um processo químico conhecido como polimerização, a união química de monômeros que forma polímeros.

Os polímeros podem ser naturais ou sintéticos.

São polímeros naturais, entre outros, algodão, madeira, cabelos, chifre de boi, látex. Estes polímeros são comuns em plantas e animais.

São polímeros sintéticos os plásticos, obtidos através de reações químicas.

O tamanho e estrutura da molécula do polímero determinam as propriedades do material plástico.

Os polímeros dividem-se em:

Termoplásticos: São plásticos que não sofrem alterações na sua estrutura química durante o aquecimento e que podem ser novamente fundidos após o resfriamento.
Exemplos:
prolipropileno (PP), polietileno de alta densidade (PEAD), polietileno de baixa densidade (PEBD), polietileno tereftalato (PET), poliestireno (PS), policloreto de vinila (PVC) etc.
Termofixos:
São aqueles que não fundem com o reaquecimento.
Exemplos:
resinas fenólicas, epóxi, poliuretanos etc.

Cotidiano

Não se pode negar a importância dos plásticos em nosso cotidiano.

O plástico é responsável por grandes avanços, e traz uma serie de benefícios indiscutíveis na sociedade moderna.

Uma industria que gera milhões de empregos e divisas para o nosso país, e que esta presente em quase todos os setores da economia.

Mas não se pode negar os problemas ambientais que as embalagens plásticas tem trazido ao mundo moderno, e nem negar a discussão ambiental em torno do tema.

A maioria dos plásticos é reciclável e a sua reciclagem representa alem de uma atividade ecologicamente correta um incremento na economia.

Aqui você encontrara muitas informações sobre este mercado, que tem crescido em muitos setores.

O mercado de reciclagem vem crescendo em alguns setores mais até do que o próprio consumo de resinas plásticas.

Importância para a Vida

Os plásticos têm centenas de aplicações. Impermeáveis, maleáveis, duráveis e com uma excelente relação custo/benefício, contribuem para o desenvolvimento social, econômico e científico. E protegem o meio ambiente.

Proteções de plástico auxiliam na produção, estocagem e distribuição de milhares de toneladas de alimentos. Evitam desperdícios e perdas por transporte ou por alterações do clima.

Embalagens de plástico garantem que hortifrútis, carnes, laticínios e bebidas cheguem à mesa em perfeitas condições para seu consumo.

Bolsas de sangue e de soro, catéteres, máquinas de circulação extracorpórea e embalagens para resíduos hospitalares são alguns exemplos de materiais plásticos que ajudam na cura e na prevenção de doenças. São os plásticos salvando vidas.

Impedir a contaminação dos solos, evitar erosões, canalizar esgotos, preservar a água e gerar energia são importantes contribuições dos plásticos à preservação do meio ambiente.

Com plástico reciclado fabrica-se uma infinidade de produtos como vestuário, componentes automotivos, conduítes, carpetes, bolsas, artigos de comunicação visual, solados, páletes e móveis, entre vários outros.

A cadeia produtiva dos plásticos contribui decisivamente para o Desenvolvimento Sustentável, ajudando na conservação dos recursos naturais, melhorando a qualidade de vida das pessoas e contribuindo para o crescimento econômico.

Custos competitivos, facilidade de instalação e baixa manutenção tornam os plásticos perfeitamente adequados para o atendimento das necessidades básicas: habitação, saneamento, suprimento de água e saúde.

Matéria Prima

A matéria-prima dos plásticos é o petróleo, formado por uma complexa mistura de compostos. Pelo fato de estes compostos possuírem diferentes temperaturas de ebulição, é possível separá-los através de um processo conhecido como destilação ou craqueamento.

A fração nafta resultante do craqueamento é fornecida para as centrais petroquímicas, onde passa por uma série de processos, dando origem aos principais monômeros como, por exemplo, o eteno.

É importante observar que apenas uma pequena parcela da produção mundial de petróleo é usada para a obtenção dos plásticos, em processos totalmente controlados que não afetam o meio ambiente e muito menos contribuem para o aquecimento global.

Como é utilizado o petróleo - Mais de um terço de todo o petróleo extraído é usado em aquecimento de ambientes (particularmente no hemisfério norte), e quase outro tanto é usado na produção de combustíveis. Um quinto do total vai para a geração de energia elétrica. E somente 4% bastam para a produção dos plásticos.

Plásticos no Brasil

Pesquisados desde 1930, os chamados plásticos biodegradáveis têm por característica serem destruídos por microrganismos do próprio meio, transformando-se em gás carbônico e água. No Brasil, um desses plásticos, o PHB, foi desenvolvido a partir da sacarose da cana de açúcar. Sua produção, ainda pequena, é voltada para o mercado externo de embalagens, vasos e materiais descartáveis.

Sua utilização, entretanto, na maioria das aplicações ainda não se tem mostrado viável do ponto de vista econômico. E por ser biodegradável, não consegue substituir os plásticos derivados de petróleo - mais duráveis e seguros -, em embalagens de remédios, alimentos, bebidas carbonatadas, cosméticos, defensivos agrícolas, e em uma grande série de outros produtos.

Mais recentemente, começaram a ser fabricadas no Brasil sacolas de plástico convencional que recebem um aditivo para acelerar o tempo de degradação em condições ambientais favoráveis.

Pela mesma razão acima, também esse tipo de plástico não consegue substituir os plásticos convencionais na maioria de suas aplicações. E os efeitos de sua degradação no meio ambiente ainda estão sendo pesquisados.

Importância para a Vida

Os plásticos têm centenas de aplicações. Impermeáveis, maleáveis, duráveis e com uma excelente relação custo/benefício, contribuem para o desenvolvimento social, econômico e científico. E protegem o meio ambiente.

Proteções de plástico auxiliam na produção, estocagem e distribuição de milhares de toneladas de alimentos. Evitam desperdícios e perdas por transporte ou por alterações do clima.

Embalagens de plástico garantem que hortifrútis, carnes, laticínios e bebidas cheguem à mesa em perfeitas condições para seu consumo.

Bolsas de sangue e de soro, catéteres, máquinas de circulação extracorpórea e embalagens para resíduos hospitalares são alguns exemplos de materiais plásticos que ajudam na cura e na prevenção de doenças. São os plásticos salvando vidas.

Impedir a contaminação dos solos, evitar erosões, canalizar esgotos, preservar a água e gerar energia são importantes contribuições dos plásticos à preservação do meio ambiente.

Com plástico reciclado fabrica-se uma infinidade de produtos como vestuário, componentes automotivos, conduítes, carpetes, bolsas, artigos de comunicação visual, solados, páletes e móveis, entre vários outros.

A cadeia produtiva dos plásticos contribui decisivamente para o Desenvolvimento Sustentável, ajudando na conservação dos recursos naturais, melhorando a qualidade de vida das pessoas e contribuindo para o crescimento econômico.

C:ustos competitivos, facilidade de instalação e baixa manutenção tornam os plásticos perfeitamente adequados para o atendimento das necessidades básicas habitação, saneamento, suprimento de água e saúde.

Tipos de Plásticos

Identificação, principais aplicações e benefícios Utilizados em quase todos os setores da economia, tais como: construção civil, agrícola, de calçados, móveis, alimentos, têxtil, lazer, telecomunicações, eletroeletrônicos, automobilísticos, médico-hospitalar e distribuição de energia.

Nestes setores, os plásticos estão presentes nos mais diferentes produtos, a exemplo dos geossintéticos, que assumem cada vez maior importância na drenagem, controle de erosão e reforço do solo de aterros sanitários, tanques industriais, entre outras utilidades.

O setor de embalagens para alimentos e bebidas vem se destacando pela utilização crescente dos plásticos, em função de suas excelentes características, entre elas: transparência, resistência, leveza e atoxidade.

Os plásticos são reunidos em sete grupos ou categorias:

1. PET
2.
PEAD
3.
PVC
4.
PEBD/PELBD
5.
PP
6.
PS
7.
Outros (ABS/SAN, EVA, PA, PC).

O símbolo da reciclagem com um número ou uma sigla no centro, muitas vezes encontrado no fundo dos produtos, identifica o plástico utilizado.

PET - polietileno tereftalato

Produtos: embalagens para detergentes e óleos automotivos, sacolas de supermercados, garrafeiras, tampas, tambores para tintas, potes, utilidades domésticas, etc.

Benefícios: inquebrável, resistente a baixas temperaturas, leve, impermeável, rígido e com resistência química.

PEAD - polietileno de alta densidade

Produtos: embalagens para detergentes e óleos automotivos, sacolas de supermercados, garrafeiras, tampas, tambores para tintas, potes, utilidades domésticas, etc.

Benefícios: inquebrável, resistente a baixas temperaturas, leve, impermeável, rígido e com resistência química.

PVC - policloreto de vinila

Produtos: embalagens para água mineral, óleos comestíveis, maioneses, sucos. Perfis para janelas, tubulações de água e esgotos, mangueiras, embalagens para remédios, brinquedos, bolsas de sangue, material hospitalar, etc.

Benefícios: rígido, transparente, impermeável, resistente à temperatura e inquebrável.

PEBD/PELBD - polietileno de baixa densidade/polietileno linear de baixa densidade

Produtos: sacolas para supermercados e boutiques, filmes para embalar leite e outros alimentos, sacaria industrial, filmes para fraldas descartáveis, bolsa para soro medicinal, sacos de lixo, etc.

Benefícios: flexível, leve transparente e impermeável.

PP - polipropileno

Produtos: filmes para embalagens e alimentos, embalagens industriais, cordas, tubos para água quente, fios e cabos, frascos, caixas de bebidas, autopeças, fibras para tapetes utilidades domésticas, potes, fraldas e seringas descartáveis, etc.

Benefícios: conserva o aroma, inquebrável, transparente, brilhante, rígido e resistente a mudanças de temperatura.

PS - poliestireno

Produtos: potes para iogurtes, sorvetes, doces, frascos, bandejas de supermercados, geladeiras (parte interna da porta), pratos, tampas, aparelhos de barbear descartáveis, brinquedos, etc.

Benefícios: impermeável, inquebrável, rígido, transparente, leve e brilhante.

Outros

Neste grupo encontram-se, entre outros, os seguintes plásticos: ABS/SAN, EVA, PA e PC.

Produtos: solados, autopeças, chinelos, pneus, acessórios esportivos e náuticos, plásticos especiais e de engenharia, CDs, eletrodomésticos, corpos de computadores, etc.

Benefícios: flexibilidade, leveza, resistência à abrasão, possibilidade de design diferenciado.

Fonte: www.plastivida.org.br

Plásticos

LIVRES, LEVES, PLÁSTICOS

Objetos utilitários que redesenham nosso cotidiano, são as novas estrelas do design. Leveza é a palavra de ordem. Na criação, a liberdade se expressa em cores, formas e texturas, oscilando entre humor e a sobriedade, entre a fantasia e o arquétipo.

O repertório dos objetos está mais rico, inventivo. Circula uma energia que parece abandonar o mundo do mobiliário. Reinventando nosso gestual, os objetos cumprem a dupla função de uso e adorno. É uma triste constatação, mas parece impossível tornar a ver uma cadeira, estofado ou mesa capazes de criar surpresa, realmente inovadores. No que diz respeito às cadeiras, as variáveis são mínimas, a cada ano apenas se renovam as proezas tecnológicas na procura de uma crescente redução nos custos de produção, fazendo com que cada nova cadeira suplante, sempre mais, a última das “legerissime”. “Quanto mais leve melhor”, é uma afirmação que pode ser compreendida a partir de diversos pontos de vista. Seja ele real ou visual, a leveza deixou de ser apenas questão estética, ou de moda, passando a traduzir uma contingência ambiental, tornando politicamente corretos conceitos como redução matérica, desmaterialização e minimalismo. A leveza é uma questão de sobrevivência, afirmam designers e produtores que têm consciência das questões ambientais. A natureza não é mais aquela dádiva eterna e garantida, mas algo que exige o maior cuidado. No que diz respeito aos objetos, o cuidado deverá ser maior, em razão dos estratosféricos números de produção. Talvez seja necessário o retorno, como preconizam Beukers e Van Hinte em seu livro “Lighteness” (010 Publishers, Roterdã, Holanda, 1998), aos hábitos ancestrais do nomadismo – visto que, em nossas vidas, somos cada vez mais nômades – quando se utilizavam instrumentos simples e leves, fáceis de serem transportados.

Classificando de forma bastante genérica o design contemporâneo, principalmente no que se refere ao repertório dos objetos e da iluminação, podemos dizer que são duas as principais abordagens: o projeto baseado em tecnologia avançada e sofisticada, ou aquele, muitas vezes de autoprodução, semi-artesanal, que deriva de uma boa idéia. Nas indústrias de porte – por diversas razões, inclusive a de impedir a proliferação das cópias –, predominam os produtos que têm na tecnologia a premissa do projeto. No entanto, é cada vez maior o número de designers, principalmente jovens, que encontram sucesso atuando fora do universo industrial. É o que sucede em países como a Holanda (Droog Design, Dutch Individuals. Veja ARC DESIGN n° 6), a Inglaterra (El Ultimo Grito, Gita Gschwndetner) e o Brasil (Fernando Humberto Campana, que já se internacionalizaram). Em exposições como a feira 100% Design (Londres, setembro 1999), ou visitando lojas alternativas em toda a Europa, é sempre maior o repertório de objetos e pequenas luminárias (ou melhor dizendo, objetos luminosos, porque realmente iluminar não é a prioridade) autoproduzidos, reinventando o uso de materiais existentes, desprezando códigos estabelecidos, elegendo a liberdade projetual como ponto de partida.

A negação de códigos estabelecidos, a dessacralização do objeto fazem parte de uma história que parece começar com a empresa italiana Alessi, no início dos anos 90. Famosa por seus relógios, talheres, chaleiras e prateleiras – hoje clássicos –, desenhados por importantes arquitetos como Aldo Rossi, Michael Graves e Castiglioni, entre outros, a Alessi muda radicalmente seu rumo com o lançamento da série Family Follows Function. Segundo Laura Polinoro, responsável pelo projeto, a coleção visava criar objetos que satisfizessem exigências afetivas, íntimas. Sentia-se a necessidade de novas experiências sensoriais, que poderiam ser obtidas graças aos novos materiais. Era “o objeto brinquedo, concebido para além do discurso estético, estilístico e cultural”.

Dois são os elementos que passam a dominar a nova coleção: os materiais plásticos e o humor. Inaugurada no início da década, essa vertente humorística ou lúdica, tem predominado, até hoje, na coleção Alessi. Uma outra empresa, no entanto, a alemã Authentics, surge no início dos anos 80, época de exuberância expressiva, invadindo o mercado com seu desenho de extremo despojamento. “Mais simples” e “a arte de fazer o mais com o menos” são seus lemas. É como se desejassem nos reconduzir às formas primordiais, arquetípicas, de cada objeto ou função. “Trabalhar para subverter a percepção dos objetos de uso cotidiano que uma produção de massa desatenta e descuidada tinha feito decair, tornando-os ordinários e insignificantes”, afirma Maier- Aichen em entrevista à revista DOMUS (maio 1999). Para otimizar os resultados de sua pesquisa formal, especialmente no que diz respeito às nuances de tonalidades das cores básicas, às texturas, a Authentics trabalha o polipropileno e o polietileno, reduz sua espessura a limites extremos por respeito ambiental e consegue, assim, uma translucidez que é novo atributo do plástico. A exuberância dos materiais naturais, a falta de tecnologia para o desenvolvimento de objetos cotidianos, utilizando a matéria-prima sintética, fazem do Brasil um exemplo à parte. Piaçava, fibra de coco ou de carnaúba, madeira, barro, ou mesmo metais como a prata e o estanho, são escolhidos por designers que, principalmente no terreno do objeto utilitário, ainda não encontraram espaço de atuação. A opção pelo plástico, no entanto, não é uma decisão arbitrária. A realidade da globalização dos mercados, da necessidade de produção em larga escala a preços competitivos, faz com que os materiais sintéticos, no momento, sejam uma escolha obrigatória. O objeto artesanal, mesmo – ou principalmente – aquele de baixo custo, não tem condição de competir com os utilitários gerados pela produção industrial.

Maria Helena Estrada

Fonte: webmail.faac.unesp.br

Plásticos

Sua História

O primeiro plástico sintético foi desenvolvido no início do século XX, e registrou um desenvolvimento acelerado a partir de 1920. Este material, relativamente novo se comparado a outros como o vidro e o papel, passou a estar presente em grande parte dos nossos utensílios.

Composição

O plástico vem das resinas derivadas do petróleo e pertence ao grupo dos polímeros (moléculas muito grandes, com características especiais e variadas). A palavra plástico tem origem grega e significa aquilo que pode ser moldado. Além disso, uma importante característica do plástico é manter a sua forma após a moldagem.

FIQUE POR DENTRO: A praticidade e a resistência do plástico tornaram este material um dos mais usados no mundo.

No Brasil eles já representam cerca de 20% dos resíduos, e acredita-se que sua utilização e conseqüentemente seu descarte aumentem ainda mais nos próximos anos:

Às vezes usamos embalagens de mais para produtos de menos: alguns produtos vêm com excesso de embalagens plásticas. Fiquem atentos! Na reciclagem do plástico os produtos finais normalmente não são usados na indústria de alimentos para evitar algum tipo de contaminação. No caso do PET, um dos plásticos mais usados e com crescentes índices de reciclagem, 41% do volume reciclado é transformado em fio de poliéster para a produção de tecidos.

Tipos de Plásticos

Existem muitos tipos de plásticos.

Os mais rígidos, os fininhos e fáceis de amassar, os transparentes, etc.

Eles são divididos em dois grupos de acordo com as suas características de fusão ou derretimento: termoplásticos e termorrígidos. Os termoplásticos são aqueles que amolecem ao serem aquecidos, podendo ser moldados, e quando resfriados ficam sólidos e tomam uma nova forma. Esse processo pode ser repetido várias vezes. Correspondem a 80% dos plásticos consumidos.

Ex: polipropileno, polietileno. Os termorrígidos ou termofixos são aqueles que não derretem quando aquecidos, o que impossibilita a sua reutilização através dos processos convencionais de reciclagem.

Ex: poliuretano rígido. Em alguns casos, estes materiais podem ser reciclados parcialmente através de moagem prévia e incorporação no material virgem em pequenas quantidades, como ocorre com os elastômeros (borracha).

Reciclagem

Para facilitar a reciclagem dos diferentes tipos de plástico foram criados códigos numéricos e abreviações como apresentados no quadro acima. Muitos fabricantes já estão incluindo estes códigos em seus produtos. RECICLAGEM ENERGÉTICA - O plástico é queimado liberando um calor muito forte (superior ao do carvão e próximo ao produzido pelo óleo combustível) que é aproveitado na forma de energia. Porém, esta prática resulta em emissão de CO 2, agravando ainda mais o efeito estufa e emissão de dioxinas, que são compostos altamente tóxicos. RECICLAGEM QUÍMICA - O plástico sofre reações químicas e, portanto, se transforma em outro tipo de plástico que então poderá ser utilizado na indústria.

Ex: reciclagem do PET para a produção de resina de poliéster, usada na fabricação de fibras para a confecção de roupas. RECICLAGEM MECÂNICA - no Brasil, é a mais utilizada; é mais barata e mantém uma boa qualidade do produto. Os plásticos são submetidos a processos físicos (ex:polietileno, polipropileno).

Plásticos recicláveis

Embalagem de Alimento (margarina, óleo)
Embalagem de Produtos de Beleza
Embalagem de Produtos de Limpeza
Tampas Brinquedo
Peças Plásticas
Embalagens de refrigerante
Copinho de café Vasilhas

Plásticos não recicláveis

Espuma
Celofane
Embalagem à Vácuo
Fralda Descartável
Adesivo
Embalagem Engordurada
Siliconizado
Cabo de panela
Tomadas
Embalagens de biscoito
Misturas de papéis, plásticos e metais

PET

No Brasil, o usodas embalagens PET (politereftalato de etileno) está crescendo e substituindo embalagens como: latas de flandres, vidros, multilaminados (tipo "longa vida" ou "caixinha") e até de outros plásticos. Hoje é comum observar o PET em garrafas de suco, refrigerantes, óleos vegetais, água mineral. A matéria-prima

Plásticos
Símbolo de identificação do PET

 

Processo de reciclagem do PET

Depois de coletadas por um sistema seletivo, as embalagens PET passam por uma triagem para separá-las por cor.

Para viabilizar o transporte para as fábricas recicladoras é necessário, em muitos casos, o enfardamento, utilizando prensas hidráulicas ou manuais.

O processo de reciclagem do PET se dá através de moagem e lavagem das embalagens, daí os polímeros são novamente transformados em grânulos, os chamados grãos ou pellets.

Os produtos da reciclagem do PET são muito variados. É possível fabricar desde fibra de poliéster para a confecção de roupas à produção de novas embalagens (exceto embalagens para a indústria alimentícia).

Os plásticos são polímeros produzidos a partir de processos petroquímicos. O PET é um deles, e foi desenvolvido em 1941 pelos químicos ingleses Whinfield e Dickson. Por ser um material inerte, leve, resistente e transparente, passou a ser utilizado na fabricação de embalagens de bebidas e alimentos no início da década de 1980. Em 1985 cerca de 500 mil toneladas de vasilhames já haviam sido produzidos, somente nos Estados Unidos.

Por que reciclar

Em sua maioria os materiais plásticos ocupam muito espaço nos aterros devido a dificuldades de compactação e por sua baixa degradabilidade. As embalagens plásticas lançadas indevidamente no ambiente contribuem para entupimentos, propiciam condições de proliferação de vetores, prejudicam a navegação marítima e agridem a fauna aquática, além de causarem mau aspecto estético.

Existem hoje, no país, programas de coleta seletiva desenvolvidos por prefeituras, empresas, universidades, condomínios, escolas, etc. Procure saber se alguma destas iniciativas está sendo implementada em sua região, lembrando ainda que o material separado também pode ser encaminhado para cooperativas e sucateiros.

Fonte: www.recicloteca.org.br

Plásticos

Como o plástico invadiu o mundo, nos setores da informação há alguns termos cuja significação nem sempre é bastante conhecida. Comecemos pela definição do que é plástico.

Plástico é a denominação de uma numerosa e prolífica família de materiais sintéticos formados por grandes moléculas. São materiais “amolecíveis” por calor ou solventes e, neste estado, facilmente moldáveis. Aliás, o vocábulo “plástico” indica a relativa facilidade de levar-se tais materiais ao estado plástico. Podem receber aditivos, como estabilizadores, que lhes conferem resistência a ácidos, calor e raios solares, e também pigmentos, que lhes dão as cores e tonalidades desejadas.

A expressão “resina sintética” aparece geralmente associada a plásticos.

Faz supor que a resina sintética, elaborada pelos químicos nos laboratórios, é a reprodução servil de uma resina natural. No entanto, as resinas sintéticas que dão origem à maioria dos plásticos, geralmente não são produtos artificiais que copiam com exatidão a estrutura química das resinas encontradas na natureza.

Ao contrário, são resinas que não existem na natureza, mas, sim, foram criadas pelo homem após observações e experiências das mais diversas.

Assim, há plásticos que tem como matéria-prima uma resina sintética proveniente, por sua vez, de outras substâncias que, combinadas, lhe deram origem.

E também há plásticos que não procedem de resinas sintéticas, mas, sim, de substâncias naturais, como é o caso, por exemplo, da celulose (substância proveniente de vegetais) e da caseína (proteína encontrada no leite).

Monômeros e Polímeros

Na produção de resinas sintéticas entram compostos químicos, como o fenol, formaldeído, uréia, melamina, acetato de vinilo, etileno e outros, conhecidos como monômeros, isto é, são constituídos de moléculas simples. Toma-se um destes materiais monoméricos, ou uma seleção de dois ou mais deles, e faz-se com que as suas moléculas se combinem para formar moléculas maiores (macromoléculas), constituídas, portanto, de grande número de pequenas moléculas combinadas.

Essa combinação de moléculas de monômeros é chamada de polimerização e as substâncias decorrentes de tal combinação são chamadas de polímeros.

Portanto, polimerização – palavra muito encontrada nas publicações de nossos dias – é uma operação química em que as moléculas iguais ou os conjuntos de moléculas se ligam, formando cadeias compridas ou redes sem que sua estrutura molecular se altere. O produto destas ligações é uma nova substância com propriedades específicas, que podem ser fixadas de antemão.

Exemplifiquemos com o etileno. O etileno é um gás que se desprende da nafta, durante o processo de fracionamento, na indústria petroquímica. As moléculas do etileno se contentam com apenas seis átomos – dois de carbono e quatro de hidrogênio – o que lhes atribui um peso atômico de apenas 28. Com a polimerização, porém, as moléculas em miniatura do etileno se agigantam e se tornam macromoléculas, e o etileno, por sua vez, transforma-se em polietileno, material sólido, com um peso molecular de 60.000.

Os polímeros são a base de grande número de matérias plásticas. De uma forma geral, quanto maiores as moléculas dos polímeros, melhores as propriedades físicas dos plásticos que produzem.

Citamos alguns monômeros e, dentro de parênteses, os polímeros que eles formam: fenol, formaldeído (resina de fenol formaldeído), uréia, formaldeído (resina de uréia formaldeído), acetato de vinilo (acetato de polivinilo), etileno (polietileno). Dessa forma, o polietileno é um polímero do etileno (gás extraído do petróleo). O poliestireno é um polímero extraído do estireno (por sua vez, um líquido incolor que pode vir da reação do benzeno com o etileno, na presença de um catalisador, o cloreto de alumínio). O polipropileno é um termoplástico obtido pela polimerização do gás propileno, este extraído do petróleo. Isto, quanto a matérias-primas plásticas.

As Categorias

Quanto aos plásticos, classificam-se em duas categorias: os termoplásticos, que, sob pressão e calor, passam por uma transformação física, não sofrem mutação em sua estrutura química, e se tornam reversíveis, isto é, podem ser reaproveitados em novas moldagens; e termoestáveis ou termofixos, quando sofrem uma transformação química sob efeito de calor e pressão, tornam-se irreversíveis, não podendo ser reaproveitados. Pertencem à primeira categoria os derivados de celulose, PVC rígido e não rígido, polietileno de alta e baixa densidade, polipropileno, poliestireno, policarbonato, “nylon” e outros. E pertencem à categoria dos termoestáveis os plásticos fenólicos, uréicos, o poliéster e a melamina.

Os artigos plásticos são produzidos em máquinas de injeção (armários, assentos sanitários, gaveteiros, garrafeiras), de extrusão (chapas, laminados, tubos), de sopro (frascos, brinquedos), de compressão (também assentos, pratos, xícaras), de calandragem (chapas planas transformadas em onduladas).

Processos de Transformação

Na preparação de uma mistura moldável de plástico, além das resinas plásticas, podem ser utilizados aditivos tais como: plastificantes, cargas, corantes e pigmentos, estabilizantes, modificadores de impacto e lubrificantes.

Após o processo de produção, os plásticos que são gerados em forma de grãos são enviados para as indústrias transformadoras, que irão transformar a resina em produtos através dos seguintes processos: Extrusão

Uma extrusora consiste essencialmente de um cilindro em cujo interior gira um parafuso de Arquimedes (rosca sem-fim), que promove o transporte do material plástico. Este é progressivamente aquecido, plastificado e comprimido, sendo forçado através do orifício de uma matriz montada no cabeçote existente na extremidade do cilindro. O aquecimento é promovido ao longo do cilindro e no cabeçote, geralmente por resistências elétricas, vapor ou óleo. O material assim amolecido e conformado é submetido a um resfriamento. Desta forma, o processo de extrusão pode ser utilizado para obtenção de filmes de PEBD, para uso como saco plástico, ou tubos de PVC ou PE.

Sopro

A moldagem por sopro permite a confecção de peças ocas como bolsas, frascos ou garrafas. O processo consiste na expansão de um tubo pré-conformado sobre a ação de aquecimento e ar comprimido no interior de um molde bipartido. Em contato com o molde, o material resfria e endurece, permitindo a abertura e a retirada do artefato. Pode-se observar no frasco plástico uma linha contínua que percorre toda a embalagem, resultante desse tipo de moldagem.

Injeção

A moldagem por injeção é o processo que permite a confecção de utensílios plásticos em geral - bacias, tampas, caixas, pára-choques, calotas, etc. Consiste na introdução do plástico em um molde fechado e frio ou pouco aquecido, por intermédio de pressão fornecida por um êmbolo. O material preenche as cavidades do molde e o artefato é posteriormente extraído. Em geral, pode-se observar na base da peça plástica uma "cicatriz", que é o ponto de injeção do material plástico dentro do molde.

Fonte: www.simplago.org.br

Plásticos

Classificação dos Plásticos

Os plásticos são representados por um triângulo eqüilátero, composto por três setas e o numero de identificação ao centro. Em tese todos os materiais plásticos deveriam conter tal simbologia gravada em algum lugar da peça ou embalagem a fim de facilitar o processo de reciclagem, porem não é raro encontrarmos algum produto ou embalagem que não possui tal simbologia. A maioria dos profissionais quando não a detecta utiliza um método prático, que produz resultados satisfatórios na maioria dos casos...

Plásticos
PET
Polietileno Tereftalato

Transparente e inquebrável o PET é uma material extremamente leve.

Usado principalmente na fabricação de embalagens de bebidas carbonatadas (refrigerantes), além da Indústria alimentícia esta presente também nos setores hospitalar, cosméticos, têxteis, etc.

Plásticos
PEAD
Polietileno de alta densidade

Material leve, inquebrável, rígido e com excelente resistência química.

Muito usado em embalagens de produtos para uso domiciliar tais como: Detergentes, amaciantes, sacos e sacolas de supermercado, potes, utilidades domesticas, etc.

Seu uso em outros setores também é muito grande tais como: Embalagens de óleo, bombonas para produtos químicos, tambores de tinta, peças técnicas, etc.

Plásticos
PVC
Policloreto de Vinila

Material transparente, leve, resistente a temperatura, inquebrável. Normalmente usado em embalagens para água mineral, óleos comestíveis, etc. Além da indústria alimentícia é muito encontrado nos setores farmacêuticos em bolsas de soro, sangue, material hospitalar, etc. Uma forte presença também no setor de construção civil, principalmente em tubos e esquadrias.

Plásticos
PEBD
Polietileno de baixa densidade

Material flexível, leve, transparente e impermeável.

Pelas suas qualidades é muito usado em embalagens flexíveis tais como: Sacolas e saquinhos para supermercados, leites e iogurtes, sacaria industrial, sacos de lixo, mudas de plantas, plasticultura, embalagens têxteis, etc.

Plásticos
PP
Polipropileno

Material rígido, brilhante com capacidade de conservar o aroma e resistente às mudanças de temperatura. Normalmente é encontrado em pecas técnicas, caixarias em geral, utilidades domesticas, fios e cabos , etc. Potes e embalagens mais resistentes

Plásticos
PS
Poliestireno

Material impermeável, leve, transparente, rígido e brilhante. Usado e potes para iogurtes, sorvetes, doces, pratos, tampas, aparelhos de barbear descartáveis, revestimento interno de geladeiras, etc

Plásticos
OUTROS
Outros tipos de Plásticos

Neste grupo estão classificados os outros tipos de plásticos.

Entre eles: ABS/SAN, EVA, PA, etc.

Normalmente são encontrados em peças técnicas e de engenharia, soldados de calçados, material esportivo, corpos de computadores e telefones, CD'S, etc.

Fonte: www.reciclaveis.com.br

Plásticos

Plásticos

O Plástico está, nas suas mais diversas formas, presente no dia-a-dia de cada um de nós e, na maioria das vezes, nem damos conta da sua importância nos mais ínfimos aspectos da vida humana.

O Plástico é indissociável do estilo de vida moderno, e este extraordinário material conseguiu, ao longo dos últimos 150 anos, mudar radicalmente a sociedade em que vivemos, contribuindo para o aumento do nível de vida e bem-estar geral: se pensarmos nos avanços tecnológicos, na medicina cirúrgica, ou mesmo na Internet, é fácil concluir que nada disso seria possível sem o Plástico... A prova cabal de que o material do Século XXI é o Plástico está à frente dos nossos olhos, bastando para tal contar quantos dos objetos que nos rodeiam neste preciso momento são de plástico... Existem, hoje em dia, mais de 1000 plásticos diferentes, usados para os mais diversos fins.

Mas afinal, o que é o Plástico?

A palavra plástico tem origem no grego plastikos, que significa moldáveis, uma característica essencial destes materiais.

Os plásticos são materiais constituídos por longas cadeias de moléculas chamadas polímeros.

Classificação (por propriedades físicas):

Termoendurecíveis: ganham forma de produtos rígidos por ação do calor e de reações químicas e não são susceptíveis de serem moldados novamente por ação do calor
Elastómeros:
vulgarmente conhecidos como borrachas, podem ser classificados em dois grandes grupos, as naturais (por exemplo, Látex) e as sintéticas (por exemplo, SBR)
Termoplásticos:
amolecem quando aquecidos e endurecem de novo quando arrefecem, o que permite moldá-los sucessivas vezes. Mais de 80% dos plásticos vulgarmente utilizados são deste tipo.

A TRANSFORMAÇÃO DO PLÁSTICO

No final do processo de polimerização, ao polímero poderão ser adicionados alguns aditivos de modo a conferirem: as propriedades desejadas.

Abaixo são referidos alguns dos tipos de aditivos mais usados na indústria de plásticos:

Estabilizantes e anti-oxidantes - evitam a degradação
Pigmentos -
dotam o plástico da cor desejada
Plastificantes -
conferem maior flexibilidade
Materiais minerais -
rigidificam ou modificam o aspecto, a textura
Agentes anti-estáticos -
reduzem a atração de poeiras devido à eletricidade estática
Agentes anti-UV -
limitam a degradação do plástico por ação da luz
Agentes de expansão -
tornam o plástico mais leve
Agentes anti-fogo -
dotam o plástico de maior resistência ao fogo.

VANTAGENS DO PLÁSTICO

O Plástico tem infinitas possibilidades de utilização
O Plástico é um material higiénico e asséptico
O Plástico é um óptimo isolante térmico
O Plástico é um material leve
O Plástico é flexível e maleável
O Plástico é um material resistente
O Plástico é durável e fiável
O Plástico é reutilizável
O Plástico é reciclável.

PLÁSTICO E MEIO AMBIENTE: É Preciso Esclarecer!

Nem sempre o que se diz corresponde à verdade, e muitas são as ideias erradas que existem relativamente ao plástico na sua relação com o Meio Ambiente:

A produção de plástico contribui para o esgotamento das reservas de petróleo Apenas 4% do petróleo consumido no mundo ocidental se destina à produção de plásticos. A produção de plástico é altamente poluente
Com a utilização da tecnologia apropriada, a produção de plástico é totalmente eficiente, pois não há desperdício:
os restos de plástico voltam a entrar no processo produtivo, os gases emitidos na sua produção são aproveitados, etc. A produção e utilização do plástico faz desperdiçar energia; Na fabricação de plástico consome-se atualmente menos 40% a 70% de energia do que há 20 anos atrás. O plástico é o material mais usado nos equipamentos de produção de energias alternativas, como a energia eólica e a energia solar... ou ainda nos veículos verdes, pela sua leveza uso eficiente dos combustíveis. Os plásticos no final do ciclo de vida servem apenas para poluir o meio ambiente; Pelo contrário, na Europa Ocidental o ciclo de vida do plástico, através da reciclagem é cada vez mais prolongado, e o plástico é, por si só, uma valiosa fonte alternativa de energia.

A reciclagem

A poluição gerada pelos plásticos é, contrariamente ao que se possa pensar, principalmente visual.

O plástico não é nem mais, nem menos poluente do que qualquer outro objeto que se transforma em resíduo quando já não tem utilidade. No entanto, pese este fato, importa mobilizar a colaboração de todos na recolha e recuperação seletiva de todos os produtos plásticos no final da sua vida útil. A sensibilização dos cidadãos para a reciclagem dos materiais e dos plásticos em particular é crescente, como o comprovam os 34% de aumento obtidos pela Sociedade Ponto Verde em 2007 na recolha de embalagens plásticas. Este incremento corresponde a mais 8.536 toneladas que em 2006.

RECICLAGEM DOS PLÁSTICOS

Os cuidados a ter com o plástico são os mesmos a ter com quaisquer outros resíduos: sempre que possível separar as embalagens usadas e depositá-las no Embalão para que possam ser recicladas. Mais do que uma obrigação, a reciclagem é, cada vez mais, uma questão de responsabilidade individual e de civismo, pelo que todos devem adoptar a seguinte norma de conduta:

Uma Embalagem Usada, Uma Embalagem Reciclada!

Tipos de reciclagem dos Termoplásticos

Primária: o material não perde características (a matéria prima pode ser reutilizada para o mesmo fim
Secundária:
o material recuperado já não serve para o mesmo fim, mas para outros que impliquem especificações inferiores
Terciária:
nos casos em que o produto reciclado está no seu fim de vida, o material pode ser usado para produção de produtos químicos (consegue-se retirar os compostos necessários para produzir detergentes, por exemplo).
Quaternária:
consiste na valorização energética dos plásticos, através da queima controlada dos mesmos obtendo assim energia calorífica e eléctrica.

O processo produtivo

O know how e o serviço - ativos fundamentais que a Intraplás proporciona aos seus clientes - advêm não apenas da experiência mas também da capacidade de integração do processo produtivo, indo desde a Extrusão à Impressão, passando pela Termoformação. Importa, por isso, apresentar de forma genérica as três tecnologias que compõem o processo produtivo da Intraplás.

A EXTRUSÃO

A extrusão é o processo que tem maior importância na transformação dos plásticos, se considerarmos como método de avaliação a quantidade de polímero transformada anualmente por cada uma das tecnologias empregues na transformação de termoplásticos. A extrusão consiste em fazer passar sob a ação da pressão um material através de um orifício com forma mais ou menos complexa (fieira), de modo a fazer com que o material adquira uma seção transversal igual à do orifício. Na extrusão de termoplásticos o processo não é tão simples, pois durante o processamento o polímero é fundido dentro de um cilindro e posteriormente arrefecido numa calandra. Este processo é, normalmente, contínuo, sendo usado para a produção de perfis, filmes plásticos, folhas plásticas, etc.

A TERMOFORMAÇÃO

A TermoformaçãoA termoformação consiste em aquecer uma folha de termoplástico acima de Tg (para os polímeros amorfos) ou perto da fusão (para os polímeros semi-cristalinos), forçando-a depois de encontro às paredes de um molde.

Em contato com o molde arrefecido pela circulação de um fluído (geralmente a água), o material arrefece ficando com a forma que o molde lhe deu. Finalmente, o molde abre e procede-se à extração da peça. A termoformação de plásticos é atualmente muito utilizada na produção de embalagens para a indústria alimentar.

A IMPRESSÃO

A impressão é uma tecnologia de acabamento que pode assumir diversas formas, usando as mais variadas técnicas. O processo de impressão utilizado na Intraplás é o Off Set a seco.

Off Set a Seco

O processo de impressão Off Set a seco consiste na reprodução na superfície das peças plásticas de imagens e textos, de modo a torna-las mais atrativas ao consumidor. O processo começa com a elaboração dos clichés (chapas metálicas com relevo em fotopolímero do motivo a imprimir) a partir duma imagem. A imagem é decomposta segundo as cores que a constituem, sendo produzidos tantos clichés quantas as cores que estavam presentes na imagem (até 8 cores diretas diferentes, limite permitido pelas máquinas). Decomposta a imagem segundo as cores, são produzidos os clichés. Cada um deles tem em relevo a parte da imagem correspondente à respectiva cor. A cada cliché está, pois, associada uma cor específica. Depois de elaborado, cada cliché é montado no respectivo tambor porta-clichés da máquina, tendo este a possibilidade de rodar sobre si mesmo. Neste movimento de rotação dos tambores, cada cliché toca, assim, no rolo de borracha do tinteiro que contem a tinta de cor correspondente à parte da imagem que está no cliché. Depois de terem passados pelos tinteiros, os clichés montados nos tambores porta-clichés transmitem a tinta recolhida a uma borracha montada num outro tambor que, possuindo igualmente um movimento de rotação, toca tangencialmente todos os tambores porta-clichés. Esta borracha, por sua vez, depois de ter recolhido as tintas de todos os clichés que constituem a imagem a imprimir, vai tocar a superfície da embalagem, depositando nesta todas as tintas adquiridas, produzindo assim a impressão. As embalagens passam depois para uma zona onde são expostas a lâmpadas U.V., de modo a proceder à secagem das tintas. Este processo é utilizado para imprimir as embalagens, copos e tampas que são produzidos na termoformação.

Fonte: www.intraplas.pt

Plásticos

As Vantagens do Plástico

Alguns exemplos mostram que materiais tecnicamente avançados, como o plástico, podem ajudar a reduzir o consumo de energia e a criar um futuro sustentável.

Um mundo mais leve com o plástico!

Os plásticos podem ajudar a conservar a própria energia pessoal! Embalagem de plástico significa compras mais leves para levar para casa.

Um mundo mais confortável com o plástico!

O plástico, se corretamente instalado, permite um isolamento que diminui a perda de calor ou do frio em casa ou na escola, de cerca de 70%, tornando-a mais quente ou mais fresca, mais confortável com eficiência energética!

Capturar a energia do vento com plástico!

A energia eólica é livre. Mas sabia que capturar a energia do vento seria impossível sem plástico? São utilizados produtos sintéticos especiais nos revestimentos das turbinas e das enormes pás para transformar o vento em fonte de energia amiga do ambiente!

Voar mais longe com menos combustível com o plástico!

Sabia que os plásticos estão a ser cada vez mais utilizados nos aviões? As caixas das asas do Airbus A380 utilizam compostos de fibras plásticas, o que reduz o peso da aeronave cerca de 1,5 toneladas. O avião pode voar mais e transportar mais carga usando a mesma quantidade de combustível, o que significa falar de eficiência energética!

Carros mais leves com plástico!

O plástico é o material ideal para a manufatura de automóveis. Num moderno carro de classe média, cerca de 11% dos seus componentes são de plástico. Isto significa menos peso, menor consumo de combustível e, consequentemente, menos emissões de CO2.

Captar a energia do sol com plástico!

Sabia que capturar a energia solar seria impossível sem plástico? Os painéis solares são feitos de plástico e a energia solar é uma fonte de energia livre e com grande eficiência!

A embalagem de plástico poupa combustível!

Sabia que a quantidade de combustível de um camião de transporte poderia ser reduzida consideravelmente se a carga utilizasse contentores de plástico?

É óbvio: menos peso significa menor consumo de combustível!

Mais plástico menos motor!

A utilização de plástico na exploração da energia do vento pode reduzir consideravelmente o consumo de combustível de um barco, o que significa menor consumo de petróleo e menos emissões de CO2!

Manter o fresco com plástico!

Atualmente os frigoríficos usam fibras sintéticas nos seus sistemas de isolamento, para garantir que os alimentos e as bebidas se mantenham mais frescas e geladas por mais tempo, gastando menos energia!

Mais luz com menor energia!

Tecnologia inovadora e lupas especiais de plástico são utilizadas nos Diodos Emissores de Luz ou seja são duas vezes mais luminosos que os convencionais, consumindo a mesma energia!

Melhor mundo com plástico!

Sabia que se utiliza o plástico para manter as casas mais quentes, os carros mais leves e a comida mais fresca? O plástico é também utilizado para controlar os recursos da energia eólica e solar, de uma forma limpa e eficiente!

Fonte: www.futurenergia.org

Plásticos

Tipos de Plásticos

Existem muitos tipos de plásticos. Os mais rígidos, os fininhos e fáceis de amassar, os transparentes, etc.

São divididos em dois grupos de acordo com as suas características de fusão ou derretimento: termoplásticos e termorígidos.

Os termoplásticos são aqueles que amolecem ao serem aquecidos, podendo ser moldados, e quando resfriados ficam sólidos e tomam uma nova forma. Esse processo pode ser repetido várias vezes. Correspondem a 80% dos plásticos consumidos.

Os termorígidos ou termofixos são aqueles que não derretem e que apesar de não poderem ser mais moldados, podem ser pulverizados e aproveitados como carga ou serem incinerados para recuperação de energia.

Tipos Aplicações
TERMOPLÁSTICOS
PET - Polietileno Tereftalato Frascos de refrigerantes, produtos farmacêuticos, produtos de limpeza, mantas de impermeabilização e fibras têxteis;
PEAD - Polietileno de Alta Densidade Embalagens para cosméticos, produtos químicos e de limpeza, tubos para líquidos e gás, tanques de combustível para veículos automotivos;
PVC - Policloreto de Vinila Frascos de água mineral, tubos e conexões, calçados, encapamentos de cabos elétricos, equipamentos médico-cirúrgicos, esquadrias e revestimentos;
PEDB - Polietileno de Baixa Densidade Embalagens de alimentos, sacos industriais, sacos para lixo, lonas agrícolas, filmes flexíveis para embalagens e rótulos de brinquedos;
PP - Polipropileno Embalagens de massas e biscoitos, potes de margarina, seringas descartáveis, equipamentos médico-cirúrgicos, fibras e fios têxteis, utilidades domésticas, autopeças (pára-choques de carro);
PS - Poliestireno Copos descartáveis, placas isolantes, aparelhos de som e tv, embalagens de alimentos, revestimento de geladeiras, material escolar;
Outros Plásticos especiais e de engenharia, CDs, eletrodomésticos, corpos de computadores,
TERMORRÍGIDOS
PU - Poliuretanos, EVA - Poliacetato de Etileno Vinil etc Solados de calçados, interruptores, peças industriais elétricas, peças para banheiro, pratos, travessas, cinzeiros, telefones e etc.

Fonte: www.siegplasticos.com.br

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