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PVC

 

Policloreto de vinila

O PVC é o material ideal para as mais diversas aplicações. É o único material plástico que é 100% derivado do petróleo, contendo, em peso, 57% de cloro (originado do cloreto de sódio – sal de cozinha) e 43% de eteno (derivado do petróleo). A partir do sal marinho, pelo processo de eletrólise, obtém-se o cloro, soda cáustica e hidrogênio. A eletrólise é a reação química resultante da passagem de uma corrente elétrica por água salgada (salmoura). Assim se dá a obtenção do cloro, que representa 57% da resina de PVC produzida.

O petróleo, que representa apenas 43% desta resina, passa por um caminho um pouco mais longo. O primeiro passo é uma destilação do óleo cru, obtendo-se aí a nafta leve. Esta passa, então, pelo processo de craqueamento catalítico (quebra de moléculas grandes em moléculas menores com a ação de catalisadores para aceleração do processo), gerando-se o eteno. Tanto o cloro como o eteno estão na fase gasosa e eles reagem produzindo o DCE (dicloro etano). A partir daí, obtém-se o MCV (mono cloreto de vinila, unidade básica do polímero). As moléculas de MVC são submetidas ao processo de polimeração, ou seja, elas vão se ligando formando uma molécula muito maior, conhecida como PVC (policloreto de vinila), que é um pó muito fino, de cor branca, e totalmente inerte. O PVC pode ser rígido ou flexível, opaco ou transparente, brilhante ou fosco, colorido ou não. Estas características são obtidas com a utilização de plastificantes, estabilizantes, pigmentos, entre outros aditivos, usados na formulação do PVC.

Depois de formulado, o PVC é utilizado na fabricação de uma série de produtos, tais como:

Produtos médicohospitalares: embalagens para medicamentos, bolsas de sangue (sendo o material que melhor conserva o sangue), tubos para transfusão e hemodiálise, artigos cirúrgicos, além de pisos de salas onde é indispensável o alto índice de higiene;
Janela, que oferecem excelente resistência às mudanças de clima e à passagem dos anos, mesmo em ambientes corrosivos (beiramar);
Revestimentos de paredes e pisos que são decorativos, resistentes e laváveis;
Brinquedos e artigos infláveis como bolas, bóias, colchões e barcos;
Artigos escolares, pela facilidade de moldagem, variedade de aspectos (cor, brilho, transparência) e baixo custo;
Embalagens usadas para acondicionar alimentos, protegendoos contra umidade e bactérias. Estas embalagens são impermeáveis ao oxigênio e ao vapor, dispensando, assim, o uso de conservantes, preservando o aroma;
Garrafas para água mineral. São transparentes e leves;
Tubos e conexões utilizados na canalização de água e esgotos, pois são resistentes e facilmente transportados e manipulados graças ao seu baixo peso;
Mangueiras, que são flexíveis, transparentes e coloridas;
Laminados utilizados para embelezar e melhorar painéis de madeira e metal. Resistem bem ao tempo, aos raios UV, à corrosão e à abrasão;
Laminados impermeáveis, utilizados em piscinas, túneis, tetos;
Móveis de jardim, que precisam ser resistentes às variações climáticas e devem ser de fácil manutenção.

A maioria dos produtos de PVC (perfis de janelas, tubos de distribuição de água e de saneamento, revestimento de cabos entre outros) tem uma vida útil muito longa. Por outro lado, as embalagens de PVC têm curto tempo de utilização, por serem descartáveis. No entanto, a proporção dos plásticos nos depósitos de lixo é baixa (em média, 6% do peso total), sendo que o PVC, que é reciclável, representa apenas, em média, 0,8% desse total.

O ciclo de vida útil desse produto varia de 15 a 100 anos em 64% dos casos, de 2 a 15 anos em 24% dos casos e até 2 anos em 12% dos casos.

A reciclagem Mecânica (reaproveitamento do material descartado para confecção de outros produtos), a Energética (recuperação da energia contida no resíduo plástico) e a Química (retorno às matériasprimas de origem), são maneiras bem eficientes de reaproveitálo. O PVC reciclado tem diversas aplicações, é utilizado na camada central de tubos de esgoto, em reforços para calçados, juntas de dilatação para concreto, perfis, cones de sinalização, etc. Em alguns países, a Legislação já permite a utilização de plástico reciclado como camada intermediária em uma embalagem, mesmo esta sendo destinada a armazenar alimentos. A condição é que nesta embalagem, a camada de plástico que ficará em contato com o alimento seja fabricada com plástico virgem.

O PVC na construção Civil

A construção civil é responsável por mais de 60% do mercado brasileiro e mundial do PVC. Pela durabilidade, vem conquistando cada vez mais espaço em edificações e obras públicas. Atua como calhas, eletrodutos, esquadrias, portas e janelas, recobrimentos de fios, forros e divisórias, galpões infláveis e estruturados, mantas de impermebialização, persianas e venezianas, pisos, rede de saneamento básico, revestimento de parede e piscinas, etc.

O PVC rígido é o material adequado para o transporte de água, pois evita contaminações externas e previne perdas por vazamento, devido à fácil e eficiente soldagem entre os tubos e as conexões. Ocupa lugar de destaque no saneamento e irrigação, em aplicações no saneamento e na irrigação

Principais processos de fabricação de produtos de PVC baseados em extrusão

A produção de tubos rígidos de PVC normalmente é feita por meio da utilização de extrusoras de rosca dupla, a partir do composto na forma de “dry blend”. No passado utilizavamse extrusoras de rosca simples, principalmente em tubos de menores diâmetros, porém essa tecnologia hoje apresenta pouca competitividade em relação à extrusão com

rosca dupla, que pode atingir produtividade da ordem de 1.000 Kg/h.

O processo de produção de tubos rígidos de PVC iniciase na Extrusora, responsável pela gelificação, plastificação e homogeneização do composto originalmente na forma de pó. Uma vez fundido, o composto alimenta a matriz, responsável pela conformação do material na forma do produto final. À saída da matriz encontrase um calibrador a vácuo, o qual resfria o material fundido e dá dimensões ao produto final. Para linhas de maior profundidade ou em tubos de maiores espessuras é comum a utilização de água gelada no resfriamento do calibrador, de modo a conseguir maiores taxas de remoção de calor. Na seqüência do calibrador propriamente dito, dentro da própria câmara de vácuo, o tubo passa por uma série de jatos de água para resfriamento adicional. Nas linhas de alta produtividade ou na produção de tubos de maiores espessuras podem ainda ser incorporadas banheiras adicionais de resfriamento. À frente de linha encontramse o puxador e o dispositivo de corte e recepção das barras cortadas.

Uma vez cortadas, as barras passam por um dispositivo de formação de bolsa: por meio de aquecimento de uma de suas pontas, o tubo recebe um macho que ajusta o diâmetro interno do tubo para perfeito acoplamento entre as barras. Outros tipos de tubos podem sofrer processos de incorporação de roscas machos e fêmeas, como no caso de tubos para irrigação, ou ainda incorporação de juntas de borracha para garantir estanqueidade na junção ponta/bolsa.

Com relação à matriz vale comentar que a mesma deve ser projetada para suportar altas pressões, principalmente nas máquinas de maior produtividade. O projeto deve ainda levar em conta a ausência de “pontos mortos” ou pontos de estagnação, ou seja, pontos de pouca ou nenhuma velocidade de fluxo do composto no interior da matriz. Devido a sensibilidade inerente do PVC à temperatura, o mesmo pode sofrer degradação nesses pontos de retenção, causando problemas de marcas nos tubos e fazendo com que o processo tenha de ser interrompido com maior freqüência para abertura e limpeza do ferramental, com impacto direto nos custos de produção devido à perdas de horas produtivas e descarte de material devido à necessidade de novos ajustes na partida do equipamento.

Observamse os principais componentes da matriz: flange de acoplamento à Extrusora, torpedo, aranha (ou cruzeta), macho e matriz, responsáveis pela conformação do composto fundido no formato do tubo.

Características do PVC

Leve (1,4 g/cm3), o que facilita seu manuseio e aplicação;
Resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores;
Resistente à maioria dos reagentes químicos;
Bom isolante térmico, elétrico e acústico;
Sólido e resistente a choques;`
Impermeável a gases e líquidos;
Resistente às intempéries (sol, chuva, vento e maresia);
Durável: sua vida útil em construções é superior a 50 anos;
Não propaga chamas: é autoextinguível;
Versátil e ambientalmente correto;
Reciclável e reciclado;
Fabricado com baixo consumo de energia.

Fonte: www.albag.com.br

PVC

Policloreto de Vinila (PVC)

A origem do PVC

O PVC não um material como os outros. É o único material plástico que não é 100% originário do petróleo. O PVC contém 57% de cloro (derivado do cloreto de sódio) e 43% de petróleo. A partir do sal, pelo processo de eletrólise, obtém-se o cloro, soda cáustica e hidrogênio. A eletrólise é a reação química resultante da passagem de uma corrente elétrica por água salgada. Assim se dá a obtenção do cloro que representa 57% do PVC produzido.

O petróleo, que representa apenas 43% do PVC formado, passa por um caminho mais longo. O primeiro passo é uma destilação do óleo cru para a obtenção da nafta leve. Esta passa então por um processo de craqueamento catalítico (quebra de moléculas grandes em moléculas menores com a ação de catalisadores para a aceleração do processo), gerando assim, o etileno. Tanto o cloro como o etileno estão na fase gasosa produzindo o DCE (dicloro etano). A partir do DCE obtém-se o MVC (mono cloreto de vinila, unidade básica do polímero que é formado pela repetição da estrutura monomérica). As moléculas de MVC são submetidas ao processo de polimeração, ou seja, ela vão se ligando e formando uma molécula muito maior, conhecida como PVC (policloreto de vinila), que é um pó muito fino, de cor branca e totalmente inerte.

A polimerização é realizada a partir do monômero cloreto de vinila que por sua vez é obtido através de um processo de duas etapas: o etileno reage com HCL e gerando o 1,2 – dicloroetano. Este se piroliza a cloreto de vinila e HCL, sendo este último reciclado.

A polimerização em suspensão é o método mais comum de se produzir o PVC, sendo utilizado para moldagem, extrusão e calandragem. Devido à grande instabilidade ao calor e à luz, da ligação C – Cl, torna-se variavelmente necessária a utilização de estabilizadores térmicos e plastificantes lubrificantes dentre outros para o processamento e utilização do material.

Propriedades básicas: excelente resistência ao stress cracking; inércia térmica; resistência à corrosão e à água; rigidez; transparência; isolamento térmico e elétrico. Suas propriedades podem ser melhoradas através de uma ampla gama de formulações, porem o preço pode também aumentar.

O seu processamento é delicado devido a sérios problemas de degradação do material.

O PVC possui inúmeras características vantajosas para sua utilização. Ele é leve (1,4g/cm3), o que facilita seu manuseio, a aplicação é resistente à maioria doa reagentes químicos e à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores. É um bom isolante térmico, elétrico e acústico além de ser sólido e resistente a choques e impermeável a gases e líquidos. Versátil e ambientalmente correto é reciclável e reciclado.

Aplicações: frascos para óleo comestível, água, detergente e xampu dentre outros.

O PVC é reciclável e pode ser utilizado em uma diversidade de produtos com aceitação de até 15% de mistura com outros plásticos.

Além disso, apresenta uma versatilidade de design a custos menores de produção com máquinas mais simples e de menor custo, moldes econômicos, corpo e alça transparente, facilidade de diversificação de cor e facilidade de impressão.

A reciclabilidade do PVC não é uma novidade. Ela acontece desde o começo da sua produção. No entanto, só tornou impulso de forma mais organizada com os movimentos ecológicos dos países desenvolvidos.

No Brasil representam em média 3%. Os resíduos de PVC representam em média 0,3% do peso total do lixo domiciliar. Isso ocorre porque o PVC é mais utilizado em produtos de longa duração, como tubos e conexões, fios e cabos para a construção civil.

O PVC reciclado tem diversas aplicações; é utilizado na camada central de tubos de esgoto, em reforço para calçados, juntas de dilatação para concreto, perfis, cones de sinalização. A legislação em defesa do consumidor e as normas técnicas vetam no mundo todo o uso do plástico reciclado em embalagens de alimentos e remédios, brinquedos e artigos médico-hospitalares.

O que é o PVC ?

1- Sua história

O Policloreto de Vinila (PVC) é um dos plásticos mais versáteis e devido a esta característica este é um dos materiais mais estudados e utilizados da atualidade.

Em 1835 o Monômero de Cloreto de Vinila (MVC) foi sintetizado pela primeira vez em laboratório por Justus Von Liebig.

A descoberta de Liebig fez-se por meio da reação do dicloroetileno com hidróxido de potássio em solução alcoólica.

Em 1939 Victor Regnault publica suas observações sobre a aparição de um pó branco que se formava quando uma ampola fechada contento o MVC era exposto à luz solar.

Regnault pensou que esse pó fosse PVC, mas estudos indicaram tratar-se de poli (cloreto de vinilideno).

Em 1860 A. W. Hoffman publica um informe sobre a polimerização do Brometo de Vinila (Polibrometo de Vinila).

Em 1872 E. Baumann sintetiza o Policloreto de Vinila (PVC).

Em seus registros é informado a mudança do MVC, induzida pela luz, em um produto sólido branco.

Em 1912 Fritz Klatte descobre a base para a produção industrial do PVC.

Klatte descobriu os meios para a produção do MVC por intermédio da chamada rota do acetileno (reação do gás acetileno com o cloreto de hidrogênio).

2- Polimerização do PVC nos dias de hoje

O PVC, que é uma resina termoplástica, é produzido quando as moléculas de cloreto de vinila se associam, formando cadeias de macromoléculas.

Este processo é chamado de polimerização e pode ser realizado de várias maneiras.

Os dois principais processos de obtenção do PVC são a polimerização em suspensão e a polimerização em emulsão.

Ambos usam um processo semi-contínuo, em que os reatores são alimentados com o monômero cloreto de vinila (MVC), aditivos e catalisadores.

A reação de polimerização ocorre em meio aquoso.

As diferenças entre os processos de suspensão e emulsão se manifestam no tamanho e nas características dos grãos de PVC obtidos.

O PVC obtidos por estes processos são utilizados segundo as aplicações e os resultados que se desejam obter com o PVC.

Após o término da reação, os reatores são esvaziados e a mistura de água e PVC é separada do monômero que não reagiu.

O PVC é centrifugado, secado, peneirado e embalado.

A água é reciclada ou tratada na unidade de tratamento de efluentes.

Como o MVC tem propriedades tóxicas, é muito importante que ele não seja liberado para a atmosfera nem permaneça no produto.

Por esta razão, várias etapas do processo e as características dos equipamentos onde ele ocorre foram concebidas para evitar tais perdas.

Isso permite que as resinas contenham menos de 1g de VCM por tonelada de PVC.

3- Vantagens do PVC

Produzido a partir do Sal (NaCl) e principalmente do Petróleo, é um dos plásticos mais utilizados da atualidade.

A principal vantagem do PVC é a sua versatilidade:

Mediante a adição de aditivos podemos mudar as características do produto final

Peças com várias durezas (desde produtos rígidos como tubos e conexões até produtos flexíveis como sandálias e mangueiras de jardim).
Peças translúcidas, cristalinas ou opacas.
Peças brilhantes ou foscas
Peças compactas (sólidas) ou espumadas (expandidas)
Superfícies com texturas diferenciadas.
Peças com diversas cores (aspecto perolizado, alumínio, metálico etc...).

Esta versatilidade faz com que o PVC esteja presente em nosso dia a dia nos mais diversos setores da economia:

Construção civil (forros, perfil de janelas, tubos, conexões, tapetes de banheiro, fios e cabos, mangueiras de jardim, conduites, pisos, juntas de dilatação e etc...)
Industria em geral (perfis rígidos, botas de segurança, luvas, mangueiras com e sem alma rígida e etc...)
Industria de brinquedos
Industria automobilística (fiação elétrica, frisos laterais, mangueiras etc...)
Industria de calçados (solados, sandálias e etc...)
Área médica/hospitalar (bolsas de sangue e soro, cateteres, conectores e etc...)
Indústria de alimentos (filmes esticáveis, frascos, etc...)

4- Principais características do PVC

Durabilidade: Produtos confeccionados a partir do PVC têm vida longa, viabilizando a sua aplicação em bens duráveis como tubos para água e esgoto, fios e cabos, perfis industriais, janelas, forros e etc...
Não inflamável:
devido ao cloro existente em sua molécula, o PVC não se queima com facilidade nem inflama sozinho. Por esta razão é extensivamente empregado para isolar e proteger cabos elétricos e para outros insumos na indústria da construção, automobilística, eletrodomésticos, bens de uso, etc.
Estável quimicamente:
De uma maneira geral o PVC tem boa resistência a ácidos e bases o que viabiliza a sua utilização na industria médico/hospitalar, alimentícia e industrial. Devido a sua inércia química a embalagem de PVC preserva as propriedades organoléticas do produto embalado.
Recuperação de energia
: o PVC tem um alto valor energético. Nos sistemas modernos de valorização energética de resíduos, onde as emissões são muito controladas, o PVC pode fornecer energia e calor na indústria, residências ou em outros lugares.
Fácil de processar:
trabalhando com equipamentos adequados, o PVC é transformado na maioria dos processos industriais de transformação de materiais termoplásticos (injeção, extrusão, calandragem, sopro e etc...)
Fácil de reciclar:
Devido ao fato de ser uma resina termoplástica o PVC é 100% reciclável.
Propriedades de barreira:
baixa permeabilidade ao oxigênio e ao gás carbônico o que viabiliza sua aplicação na indústria de alimentos.

Fonte: www.planetaplastico.com.br

PVC

Fabricação e Características

O PVC contém 57% de cloro (derivado do cloreto de sódio – sal de cozinha) e 43% de petróleo.

Através da eletrólise (passagem de uma corrente elétrica pela água salgada) obtém-se o cloro e a soda cáustica.

O petróleo ao ser refinado, desde a destilaço do óleo cru, passa por várias etapas até chegar ao etileno.

Ao se reagirem, o cloro e o etileno, ambos em fase gasosa, dão origem ao DCE (dicloro-etano), representado quimicamente pela equação :

C2 + h2 (etileno) + CL2 (cloro) = 2h2CL2 (1,2-dicloroetano)

e por um processo em um circuito fechado, o DCE sofre uma transformação e obtem-se o MVC, também em estado gasoso, representado por :

C2h2CL2 (DCE) = 2h2CL (monômero cloreto de vinila) + HCL

Finalmente, através do agrupamento destes monômeros, mais conhecido como processo de Polimerização, formam-se os polímeros, moléculas gigantes de Policloreto de Vinila, o nosso conhecido PVC.

A resina de PVC é um pó muito fino na cor branca e totalmente inerte. Com a adição de plastificantes, estabilizantes, pigmentos, modificadores ou aditivos de uma maneira geral, chega-se ao composto de PVC que, em função do tipo de aplicação a ser utilizado, emprega um ou vários dos componentes citados.

Como características principais podemos citar:

Leve, com pêso específico variando de 1,30 a 1,70 g/cm³
Versátil, em função dos vários processos em que pode ser utilizado
Resistente ao fogo, não propaga as chamas – auto-extinguível
Inerte, não possuí cloro livres na sua fabricação final
Isolante, térmico, elétrico e acústico
Impermeável, resiste bem a diversos gases e líquidos
Resistente, possuí uma resistência boa a choques
Durável, em função do produto fabricado pode chegar a 50 anos
Reciclável, adequando-se perfeitamente a grande preocupação de nosso planeta, que é a reciclagem de materiais plásticos.

Com todos estes predicados o PVC se adequa a vários usos dentro do enorme mercado de plástico mundial, servindo inclusive como índice de desenvolvimento de um País.

O seu uso diversificado aplica-se a vários tipos de indústria: construção civil, saúde, eletroeletrônicos, calçados, brinquedos, automóveis, aviação, alimentação e embalagens.

Processos de transformação

Componentes

Conforme a utilização final do produto de PVC são agregados aditivos e outros componentes para se obter as características necessárias.

De acordo com os tipos empregados teremos características diferentes:

Estabilizantes: protegem o PVC contra a degradação do calor e da luz.
Plastificantes:
dão ao PVC flexibilidade.
Lubricantes:
os internos reduzem a viscosidade do PVC fundido. Os externos impedem a aderência e retardam a solidificação.
Cargas:
melhoram as propiedades mecânicas e reduzem o custo.
Pigmentos:
dão ao PVC a coloração desejada, a opacidade e a proteção contra os raios Ultra Violetas.

Calandragem

As calandras são máquinas com cilindros superpostos, alternados entre metálicos e borrachas, e podem diferir em função do tipo de uso a que se destinam.

Com a mistura de PVC e outros componentes tais como: aditivos, estabilizantes, pigmentos, etc... , alisando-se e comprimindo-se esta mistura, produz-se uma massa que passa por um conjunto de pares de rolos aquecidos, denominados de Calandra, produzindo-se um filme único na espessura e características desejadas.

No final este filme passa por um cilindro de gravação onde irá receber os detalhes de acabamento de sua superfície.

A Calandra com seus cilindros de aço, com uma superfície endurecida, sofre e recebe pressão da 'massa' plástica amoldando-a e transformando-a em um filme de PVC.

O PVC calandrado possuí diversos tipos de acabamento em função do cilindro de gravação que faz o papel de um 'negativo', obtendo-se no filme de PVC o 'positivo' da gravação do cilindro.

Extrusão

Processo de transformação de termoplásticos que consiste em empurrar o material a ser moldado através de uma matriz de extrusão. Os materiais plásticos são misturados conforme o produto final a ser fabricado e colocados na extrusora que irá empurrá-los até a matriz de extrusão.

A extrusora é uma máquina que, como princípio geral, possuí uma entrada de material chamada de funil de alimentação, vindo em seguida um corpo formado por um cilindro dentro do qual gira um parafuso sem fim, e uma cabeça que serve de suporte para a matriz de extrusão.

Pode se fazer com que o termoplástico, na saída da extrusora passe por cilindros de gravação, onde receberão o acabamento necessário a sua utilização.

Na maioria das vezes, como processo final da transformação, o produto final é cortado ou enrolado.

Injeção

A injeção é um processo de moldagem de materiais plásticos (termoplásticos e termofixos), onde o material é fluidificado por aquecimento e a seguir injetado em um molde de uma ou mais partes. Na injetora existe um conjunto denominado de rosca-pistão, onde o plástico é fluidificado para ser injetado no molde. A cavidade do molde é essencialmente o negativo da peça a ser produzida. A cavidade se enche de plástico sob grande pressão e sofre um resfriamento indo para o estado sólido, quando finalmente a peça é expulsa da cavidade, resultando no produto final.

As pressões aplicadas neste processo podem variar de 5000 a 20.000 psi, e por este motivo o molde é seguro e fechado durante a injeção e resfriamento, com forças medidas em toneladas.

Este processo permite produzir peças com uma grande precisão com tolerâncias de medidas muito pequenas.

Esta precisão é alcançada com a elaboração de moldes específicos e, utilizando-se o plástico adequado ao produto que se deseja produzir. Normalmente estes moldes são fabricados em aço endurecido, com um ciclo de produção alto, ou em alumínio, ou em outros materiais, quando o ciclo de produção não fôr grande.

Por este motivo torna-se um processo caro quando a quantidade de peças não fôr grande, só ficando viável quando se produz uma grande quantidade de peças que compense os custos do molde.

Sopro

A principal utilização deste processo se encontra na fabricação de garrafas e recepientes plásticos, que é o principal mercado do sopro. O polímero fundido proveniente de uma extrusora é expulso de uma fenda onde está o molde do recepiente a ser utilizado.

Neste momento um fluxo de ar prevíamente dimensionado é 'soprado' para dentro do molde herméticamente fechado, fazendo com que o polímero assuma a forma do mesmo.

Uma vez em contato com a parede fria do molde, o plástico se solidifica e se ajusta a todas as paredes do mesmo, então o molde é aberto e a garrafa amoldada é retirada ou expulsa.

Existem diversos tipos de máquinas de sopro com diferenciações entre o tipo de recepiente e o volume de produção.

Formas de apresentação

Filmes de PVC

Calandrados ou Extrusados

Com certeza estes produtos têm uma ampla utilização, ficando quase impossível descriminar todas, pois o filme de PVC, calandrado ou extrusado, permite uma infinidade de aplicações e é fácil entender porque. Tendo como princípio que o PVC pode apresentar diversas formas de gravações, flexibilidade, resistência mecânica, textura, espessura e cores, consegue-se empregá-lo em vários usos.

Normalmente apresentam-se em laminas contínuas, em geral na largura padrão de 1,38 a 1,40 mt., podendo-se separá-los conforme tipo de uso ou até mesmo uma classificação em: flexíveis, semi-rígidos e reforçados.

Flexíveis

Consiste na lamina originária da calandra ou extrusora, possuíndo uma superfície gravada e a outra lisa, por ex : para se obter um material gravado como a “camurça” ( que lembra um tecido camurçado ) emprega-se um cilindro gravado com esta gravação. Para se fazer um material “cristal” ( transparente como o vidro igual a foto acima ) emprega-se um cilindro espelhado que dará este resultado.

Estes filmes podem ser feitos para uso final, ou como base para outros produtos, tais como: estampados, reforçados e outros.

Quando se destinam ao produto final já são feitos na côr e espessura necessárias.

Para vinil adesivo já se encontram prontos para serem impregnados com uma cola vínilica, que irá aderir a vários tipos de superfícies, amplamente utilizados na comunicação visual em out-doors, banners e outros subestratos.

Semi-Rígidos

Por possuír uma maior 'dureza' que os flexíveis são empregados em usos onde se precisa mais rigidez no produto final confeccionado com este PVC.

Em embalagens que precisam ser maleáveis e ao mesmo tempo “encorpadas” são amplamente empregados, por exemplo: embalagem de cobertores e outros confeccionados de grande volume ou peso.

Na confecção de brindes, pastas e artigos de papelaria, o semi-rígido é muito utilizado, pois também amolda o produto final.

Reforçados

Quando necessita-se aumentar a resistência do filme de PVC para determinados usos, acopla-se ao mesmo, em um dos lados ou no meio de dois filmes fazendo-se um “sanduiche”, uma trama que pode ser um tecido sintético ( nylon ) ou simplesmente um fôrro.

Desta forma o conjunto do filme, mais o tecido, garantem um ótimo produto para costuras como lonas, materiais para confecção de roupas, acessórios, e estofamento de móveis, a conhecida Napa e Courvin.

O filme com tecido acoplado no meio, as lonas em geral, são muito usadas em comunicação visual na confecção de out-doors e banners, podendo também ser empregados em toldos e coberturas pois são resistentes às intempéries.

Chapas e Bobinas

Calandradas - Extrusadas

Também são filmes de PVC mas apresentam-se em bobinas e chapas planas. Têm uma resistência mecânica superior ao filme flexível e uma maior dureza.

No caso de bobinas, em geral transparentes (cristais), são fabricadas em qualquer largura pois destinam-se para o processo de vacuum-forming e blisters, mas comercialmente encontra-se nas larg. de 400 mm, 550 mm e 650 mm.

As chapas possuem dois tamanhos, sendo o pequeno igual a 62 por 122 cms, e as grandes 122 por 225 cms, que são medidas padronizadas de mercado.

Em ambos os casos variam sua espessura em função do seu emprego, indo de 0,15 mm até 5.000 mm ou superior.

Tubos e Perfis

Empregados largamente na Construção Civil apresentam-se em vários diamêtros e espessuras, principalmente na execução de instalações hidraúlicas e elétricas das construções.

Os perfis podem ser feitos em qualquer formato em função do seu emprego.

Peças Técnicas

Extrusão, Injeção e Sopro

Desde uma minúscula peça em um equipamento de saúde até grandes recepientes como um tanque de combustível de um automóvel, encontramos o PVC empregado através dos processos de transformação descritos acima.

Como já dissemos suas propriedades permitem que se façam vários produtos e, de uma maneira genérica, podemos dizer que se apresentam como “Peças Técnicas”.

Usos e aplicações

Por ser muito versátil o PVC pode ser empregado em uma gama muito grande de produtos e, com certeza, neste momento, você terá bem próximo de suas mãos algum objeto feito em parte, ou em todo de PVC.

Não é nossa intensão enumerar todos os usos do PVC, nem fornecermos todas as características técnicas de cada uso, mas sim ressaltar os principais deles e aumentar o seu conhecimento sobre os produtos que podem ser feitos com ele.

Construção Civil

No Brasil é amplamente utilizado em confecções de tubulação hidraúlica e elétrica, além de vários componentes elétricos e esquadrias. Na Europa e USA faz parte de construções residenciais e comerciais, empregado em módulos de esquadrias, grades, murais além das mesmas empregadas aqui.

Cada vez mais vem substituíndo com rapidez e facilidade de instalação sistemas convencionais de alvenaria e cimento, resultando mais em conta em função do aumento do custo da mão-de-obra das formas tradicionais.

Automovéis

Empregado em vários acabamentos internos, desde a confecções de painéis, revestimento de laterais e teto, e perfis de encaixes. Emprega-se também nas peças e cabos elétricos.

Embalagens

O PVC rígido moldado pelo processo de “vaccum forming” confere excelente uso para embalagens de alimentos por ser totalmente transparente, permitindo a visualização total do produto.Também é muito utilizado na embalagem de remédios, “blisters”, onde têm a principal função de uma embalagem, que é mostrar o produto final, além de conferir uma proteção mecânica contra elementos nocivos aos remédios tais como umidade e gases.

Na forma de filmes flexíveis o PVC também é muito empregado, pois é totalmente inerte podendo ficar em contato com alimentos e outros produtos, como a película estícavel que encontramos em supermercados para acondicionar produtos.

Móveis e confeccionados

Os laminados reforçados de PVC encontram-se em diversos tipos de móveis, principalmente em estofados, porque possuem resistência graças a trama do tecido acoplado a ele, e um belo acabamento com diversos tipos de gravações, cores e estapagem.

Nos confeccionados encontramos um laminado reforçado de PVC que possuí um toque muito macio, lembrando muito o couro natural, e por este motivo denominado de “couro sintético”.

Além destes , o laminado simples de PVC é empregado na confecção de vários tipos de roupas especiais tais como: aventais, capas de chuva, calça plástica infantil e hospitalar, sendo feitas em um laminado com extrema maciez e um toque muito suave, especialmente fabricado para esta finalidade.

Diversos

Encontramos ainda vários setores onde o PVC é empregado:

Agricultura: confecção de canais de irrigação, mangueiras, armazéns de estocagem...
Brinquedos:
bolas, carrinhos, bonecas de vários tipos, todos injetados. Os laminados em geral são empregados em infláveis e detalhes de acabamento e acessórios.
Papelaria:
capas de pastas e livros, réguas de precisão, agendas, calendários, envelopes plásticos...
Decoração:
estofados de uso em piscina e praia, cadeiras, mesas, guarda-sol e almofadas.

Diversos

Queremos completar nossa abordagem mostrando algumas técnicas que são utilizadas tendo o PVC como base para as mesmas, e que muitas vezes complementam o produto final feito com ele.

Vacuum Forming

Largamente utilizado na confecção de embalagens e peças técnicas. O vacuum forming consiste em “aspirar” uma lâmina de termoplástico , aquecida até um estado maleável, para dentro de um molde através do vácuo formado dentro do molde do produto que se deseja fabricar.

Primeiramente é feito uma fôrma modelo, do produto que será moldado, com o uso de um produto que resista a temperatura do processo, utilizando-se em muitos casos o epóxy para este fim.

Furos são feitos na forma modelo, além dos que já existem máquina de vacuum forming, e fixa-se na estrutura da mesma, ficando pronto para receber o termoplástico.

O termoplástico sofre um aquecimento adequado ao tipo do produto que se vai fabricar, em função da espessura do plástico e do tamanho da peça, e é colocado na cavidade para ser moldado. Quando o vácuo é aplicado no conjunto o plástico é “puxado” para dentro do molde, aderindo a todas as partes do mesmo.

Após o resfriamento a peça é retirada e cortada, tomando a forma definitiva do molde, ou seja, do produto final.

Na indústria farmacêutica utiliza-se uma técnica semelhante para fabricação de embalagem de remédios, só que em vez de vácuo, usa-se um jato de ar que empurra o plástico para dentro do molde, conhecido como “blister”.

O vacuum forming é amplamente utilizado para confecção de várias peças plásticas além de embalagens a gaveta de verduras de sua geladeira certamente foi produzida através desta técnica.

Solda Eletrônica

A “solda dielétrica” é a melhor maneira de emendar ou confeccionar produtos plásticos que possuam moléculas polares, como o PVC, náilon e outros.

O príncipio físico chamado “perdas dielétricas”, pelo qual um isolante ( plástico ) dissipa energia quando é submetido a ação de um campo elétrico alternado, é empregado na máquina de solda também chamada de alta frequência ou rádio frequência.

A energia dissipada neste processo esquenta o plástico até a sua fusão, e com a pressão que a máquina exerce sobre o eletrodo e o plástico ocorre a solda do mesmo.

Pode-se criar diferentes tipos de eletrodos com as mais variadas formas, permitindo-se além de soldar lâminas plásticas , executar o corte e o acabamento do produto final.

O processo de solda eletrônica é utilizado na confecção de peças que vão desde pequenas agendas de telefone até grandes lonas para coberturas.

Silk-Screen - Serigrafia

Técnica conhecida desde o século VIII na China , foi amplamente utilizada no pós guerra por vários artistas, pois permite fácilmente transpor fotografias e ilustrações.

Sua aplicação comercial consiste na gravação de imagens e desenhos em vários tipos de materiais tais como: tecidos, plásticos papel , etc ...

Através de uma tela de nylon, em alguns casos usa-se a tela de sêda, deixa-se livre a parte que se deseja imprimir obturando-se ( bloqueando ) o resto da mesma, sendo esta etapa preparada por um processo fotográfico.

A tela pronta é fixada em um quadro rígido e colocada sobre a superfície do material a ser impresso, e com um “rodo”ou “puxador” espalha-se a tinta que passa através da trama da tela, imprimindo no material a figura desejada.

Para cada cor utilizada na figura a ser impressa repete-se esta passagem até que a mesma fique completa.

A tinta deve ser específica em função do material a ser impresso, no caso do PVC utiliza-se a tinta vínilica.

Rotogravura

Técnica descoberta em 1852 por William H. F. Talbot. Talbot entalhou a figura de uma folha de árvore numa chapa de aço utilizando um pedaço de pano preto entre a folha e uma camada fotossensível. Nesta experiência ele percebeu que se formaram alvéolos ( covas ) de diferentes profundidades correspondente a trama do tecido.

Anos mais tarde o tecido foi substítuido por duas folhas de vidro com linhas paralelas e colocadas perpendicularmente, imitando a trama do tecido. Esta técnica de impressão por entalho foi chamada de rotogravura.

Desta forma consegue-se criar cilindros revestidos com chapas de aço, que são estampados com as figuras desejadas sempre como um “positivo” de um filme do que se vai imprimir.

Estes cilindros são colocados em máquinas rotativas e ficam semi-mergulhados num cocho com tinta de secagem rápida, tendo logo após uma lâmina que retira o excesso de tinta, de tal forma que quando o laminado plástico é pressionado contra o cilindro apenas a tinta que está dentro dos alvéolos ( covas do desenho a ser impresso ) penetra no plástico, fazendo a gravação da imagem no mesmo.

Como podemos ter alvéolos de diferentes profundidades que seguram quantidades diferentes de tinta, podemos ter uma variação de tons muito grande, permitindo imprimir fotografias e figuras perfeitamente.

A maioria dos plásticos estampados são feitos por este processo, imprimindo-se sobrê um laminado liso qualquer tipo de figura.

Fonte: www.plasticoscarone.com.br

PVC

Processo de Fabricação do PVC

O PVC é o único material plástico que não é totalmente originário do petróleo. Ele contém, em peso, 57% de cloro, um derivado do cloreto de sódio (sal de cozinha), e 43% de eteno, derivado do petróleo. Portanto, a principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, um recurso natural renovável e disponível em abundância na natureza.

Uma das principais características do PVC é o longo ciclo de vida de suas aplicações, que varia de 15 a 100 anos, sendo a média superior a 60 anos. Por ser reciclável, contribui diretamente para o melhor desempenho das empresas, ao reduzir custos e economizar insumos, além de contribuir nos resultados ambientais decorrentes da diminuição de resíduos.

O PVC é...

Leve (1,4 g/cm3), o que facilita seu manuseio e aplicação.
Resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores.
Resistente à maioria dos reagentes químicos.
Bom isolante térmico, elétrico e acústico.
Sólido e resistente a choques.
Impermeável a gases e líquidos.
Resistente às intempéries (sol, chuva, vento e maresia).
Durável: sua vida útil em construções é superior a 50 anos.
Não propaga chamas: é auto-extingüível.
Versátil e ambientalmente correto.
Reciclável e reciclado.
Fabricado com baixo consumo de energia.

Principais Aplicações do PVC

O PVC pode ser rígido ou flexível, opaco ou transparente, brilhante ou fosco, colorido ou branco. Estas características são obtidas com a utilização de plastificantes, estabilizantes térmicos, pigmentos e outros aditivos usados na sua formulação.

Depois de formulado, obtêm-se os compostos de PVC que são utilizados na fabricação de uma série de produtos, tais como:

PRODUTOS MÉDICO-HOSPITALARES: Embalagens para medicamentos, bolsas de sangue, tubos para transfusão e hemodiálise, artigos cirúrgicos, além de pisos de salas onde é indispensável o alto índice de higiene.
ESQUADRIAS:
Oferecem excelente resistência às mudanças de clima e à passagem dos anos, mesmo em ambientes corrosivos (por exemplo, beira-mar), em áreas rurais ou urbanas.
FORROS:
Opção versátil e prática para residências e escritórios.
PISOS E REVISTIMENTO DE PAREDES:
Peças decorativas, resistentes e facilmente laváveis.
BRINQUEDOS E ARTIGOS INFLÁVEIS:
Bolas, bóias, colchões e barcos, etc.
ARTIGOS ESCOLARES:
Facilmente moldados, têm grande variedade de aspectos (cor, brilho, transparência) e baixo custo.
EMBALAGENS:
Usadas para acondicionar alimentos, protegendo-os contra umidade e bactérias. Estas embalagens são impermeáveis ao oxigênio e ao vapor, dispensando, assim, o uso de conservantes, preservando o aroma.
TECIDOS ESPALMADOS DECORATIVOS E TÉCNICOS:
Usados principalmente para móveis, vestuários, malas e bolsas.
GARRAFAS PARA ÁGUA MINERAL:
Leves e transparentes.
ESTRUTURAS DE COMPUTADORES:
Assim como peças técnicas destinadas à indústria eletrônica.
AUTOMÓVEIS:
Aplicado a revestimento de interiores devido à sua facilidade de moldagem e de manutenção.
TUBOS E CONEXÕES:
Utilizados na canalização de água e esgotos. No caso da água potável, evita contaminações externas e previne perdas por vazamento, devido à fácil e eficiente soldagem entre os tubos e as conexões. Também são muito utilizados em sistemas de irrigação, de redes subterrâneas e de superfícies a tubulações e filtros para poços profundos e minas, além de redes de drenagem agrícolas e de estradas.
MANGUEIRAS:
São flexíveis, transparentes e coloridas.
LAMINADOS:
Utilizados para embelezar e melhorar painéis de madeira e metal. Resistem bem ao tempo, aos raios ultravioletas, à corrosão e à abrasão.
LAMINADOS IMPERMEÁVEIS:
Utilizados em piscinas, túneis, tetos, etc. e também para a impermeabilização de aterros sanitários, protegendo o solo e lençóis freáticos.
FRASCOS PARA ACONDICIONADOR COMÉSTICOS E PRODUTOS DOMÉSTICOS:
Por sua impermeabilidade e resistência a produtos químicos e ótima relação custo x benefício na hora da troca de moldes, além de facilitar o design.
MÓVEIS DE JARDIM:
Têm grande resistência às variações climáticas e são de fácil manutenção.

PVC E A CONSTRUÇÃO CIVIL

O PVC tornou-se uma das melhores opções para quem busca inovações tecnológicas que facilitem o dia-a-dia. Por suas potencialidades, esse plástico reúne todas as condições para que novas aplicações surjam em diversos setores, em especial na construção civil.

O segmento da construção civil é responsável pelo consumo de mais de 60% do PVC fabricado no Brasil. Versatilidade, durabilidade e baixa manutenção são algumas das características que fazem com que o PVC conquiste cada vez mais espaço nas edificações.

Quando comparado com materiais como madeira, metais e cerâmicas, o PVC apresenta excelente relação custo x benefício, e é mais eficiente em vários outros quesitos, como resistência química e a intempéries, isolamento térmico e acústico, fácil instalação e baixa manutenção.

Por todas essas características, os produtos em PVC voltados à construção civil têm sido cada vez mais utilizados por construtoras e arquitetos, estando presentes em portas, janelas, divisórias, perfis, revestimentos, pisos, forros e papéis de parede, entre outras aplicações.

PVC E O MEIO AMBIENTE

Um dos aspectos ambientais mais importantes e benéficos do PVC está na origem de suas principais matérias-primas: cloro, eteno e água. O sal marinho, recurso renovável na natureza que dá origem ao cloro, representa 57% do composto de PVC. Os 43% restantes são obtidos a partir do petróleo, utilizado na forma de eteno.

Devido a essa baixa dependência do petróleo, o PVC consome apenas 0,3% do petróleo extraído no mundo. Todos os polímeros juntos consomem 4% do petróleo mundial, enquanto 86% são destinados a aplicações menos racionais, como climatização, transporte e geração de energia.

Essa constatação, por si só, já credencia o PVC como um plástico que atende a um dos requisitos básicos do Desenvolvimento Sustentável.

O QUE É DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL?

“Desenvolvimento Sustentável é aquele que atende às necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender suas próprias necessidades”. (Comissão Brundtland)

Esse conceito, discutido e aprovado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), é uma visão ampla e avançada da obrigação do homem em promover o desenvolvimento até o máximo de suas necessidades e capacidade, preservando a integridade dos recursos naturais e humanos, que serão a fonte para o desenvolvimento continuado das futuras gerações.

A cadeia produtiva do PVC tem dado importante contribuição para o Desenvolvimento Sustentável. O produto está completamente inserido nos pilares da sustentabilidade, pois ajuda na conservação dos recursos naturais, melhora a qualidade de vida das pessoas e contribui para o crescimento econômico.

Os principais destaques são:

A principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, um recurso natural renovável.
O PVC pode ser reciclado várias vezes sem perder as suas propriedades originais.
O PVC é a resina de maior aplicação na área médica.
As embalagens de PVC evitam a contaminação de alimentos e medicamentos.
Os produtos de PVC ajudam a proteger o meio ambiente. Por exemplo, as janelas de PVC proporcionam excelente isolamento térmico com substancial economia de energia.

Custos competitivos, facilidade de instalação e baixa manutenção tornam os produtos de PVC perfeitamente adequados para atender às necessidades básicas: habitação, saneamento, suprimento de água e área médica.

Fonte: www.plasticosvipal.com.br

PVC

O PVC

O PVC - Policloreto de Vinila, é um produto de grande versatilidade e que está mais presente no nosso dia-a-dia do que podemos imaginar. Suas propriedades, características e relação custo/benefício combinados, revelam suas potencialidades de aplicação, tornando-o um produto de extrema importância para a indústria mas, sobretudo, para a humanidade.

A principal matéria-prima do PVC é o sal marinho, recurso renovável na natureza. A partir dele se obtém o cloro, que representa 57%, em peso, do PVC.

Os 43% restantes são obtidos a partir do petróleo, utilizado na forma de eteno. Entretanto, deve-se destacar que o Brasil possui tecnologia pra sua obtenção a partir do álcool da cana-de-açúcar, tornando-se também um recurso renovável e, por conseguinte, inesgotável.

Devido a essa baixa dependência do petróleo, o PVC consome apenas 0,3% do petróleo extraído no mundo, índice bem pequeno na medida que é um dos 3 plásticos mais utilizados. Para efeito de comparação, todos os polímeros juntos totalizam 4%, enquanto que 86% é destinado para climatização, transporte e geração de energia, se constituindo em aplicações pouco racionais, considerando-se que o petróleo é escasso e as reservas mundiais devem se esgotar em breve.

No caso do PVC, cujo processo de produção é eletro-intensivo, há uma outra vantagem ambiental importante. À água, abundante no país, é largamente utilizada em usinas hidrelétricas para gerar energia limpa, aplicada também na fabricação do PVC.

Essas constatações, por si só, já credencia o PVC como um plástico que atende a um dos requisitos básicos do Desenvolvimento Sustentável.

PVC, um plástico 100% reciclável.

Caracteristicas do PVC

Leve (1,4 g/cm3), o que facilita seu manuseio e aplicação.
Resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores.
Resistente à maioria dos reagentes químicos.
Bom isolante térmico, elétrico e acústico.
Sólido e resistente a choques.
Impermeável a gases e líquidos.
Resistente às intempéries (sol, chuva, vento e maresia).
Durável: sua vida útil em construções é superior a 50 anos.
Não propaga chamas: é auto-extingüível.
Versátil e ambientalmente correto.
Reciclável e reciclado.
Fabricado com baixo consumo de energia.

Principais aplicações do PVC

O PVC pode ser rígido ou flexível, opaco ou transparente, brilhante ou fosco, colorido ou branco. Estas características são obtidas com a utilização de plastificantes, estabilizantes térmicos, pigmentos e outros aditivos usados na sua formulação.

Depois de formulado, obtêm-se os compostos de PVC que são utilizados na fabricação de uma série de produtos, tais como:

Embalagens para medicamentos, bolsas de sangue, tubos para transfusão e hemodiálise, artigos cirúrgicos, além de pisos de salas onde é indispensável o alto índice de higiene.
Oferecem excelente resistência às mudanças de clima e à passagem dos anos, mesmo em ambientes corrosivos (por exemplo, beira-mar), em áreas rurais ou urbanas.
Opção versátil e prática para residências e escritórios.
Peças decorativas, resistentes e facilmente laváveis.
Bolas, bóias, colchões e barcos, etc.
Facilmente moldados, têm grande variedade de aspectos (cor, brilho, transparência) e baixo custo.
Usadas para acondicionar alimentos, protegendo-os contra umidade e bactérias. Estas embalagens são impermeáveis ao oxigênio e ao vapor, dispensando, assim, o uso de conservantes, preservando o aroma.
Usados principalmente para móveis, vestuários, malas e bolsas.
Leves e transparentes.
Assim como peças técnicas destinadas à indústria eletrônica.
Aplicado a revestimento de interiores devido à sua facilidade de moldagem e de manutenção.
Utilizados na canalização de água e esgotos. No caso da água potável, evita contaminações externas e previne perdas por vazamento, devido à fácil e eficiente soldagem entre os tubos e as conexões. Também são muito utilizados em sistemas de irrigação, de redes subterrâneas e de superfícies a tubulações e filtros para poços profundos e minas, além de redes de drenagem agrícolas e de estradas.
São flexíveis, transparentes e coloridas.
Utilizados para embelezar e melhorar painéis de madeira e metal. Resistem bem ao tempo, aos raios ultravioletas, à corrosão e à abrasão.
Utilizados em piscinas, túneis, tetos, etc. e também para a impermeabilização de aterros sanitários, protegendo o solo e lençóis freáticos.
Por sua impermeabilidade e resistência a produtos químicos e ótima relação custo x benefício na hora da troca de moldes, além de facilitar o design.
Têm grande resistência às variações climáticas e são de fácil manutenção.
Em 1950, o mundo conhecia um produto revolucionário com infinitas possibilidades de aplicações. Hoje, o PVC continua sendo um dos plásticos mais modernos e revolucionários do mundo.

Por suas potencialidades, esse plástico reúne todas as condições para que novas aplicações surjam na construção civil e naval, indústria automobilística, área médica, decoração de interiores, controle e proteção contra inundações, artigos para uso militar e espacial, rodovias e auto-estradas, artigos esportivos e aparelhos eletrônicos.

Principais aplicações do PVC na habitação

Janelas – Beleza, iluminação e ventilação que, aliadas à fácil limpeza, resistência à maresia, cupins e intempéries, têm sido a razão do sucesso das janelas de PVC .
Venezianas e persianas –
Favorecem a ventilação e a iluminação dos ambientes. Contribuem significativamente para a economia de energia.
Telhas –
Aumentam a iluminação natural. Utilizados em residências, estabelecimentos comerciais e industriais. Resistentes à ação do fogo.
Perfis e forros –
Ideais para instalações aparentes, dispensa a necessidade de quebrar paredes nas instalações elétricas e hidráulicas da edificação.
Piscinas –
Diversos formatos, cores e dimensões. Fáceis de transportar, instalação simples e rápida, além de reunir beleza e funcionalidade.
Laminados – Material que combina beleza e durabilidade. Ideal para revestimentos em geral, como móveis, estofados, papel de parede, etc.
Pisos – Alta resistência, higiênicos, anti-derrapantes, cores e desenhos variados, facilidade na instalação e limpeza. Reduzem a proliferação de bactérias.
Divisórias internas – Maior flexibilidade na divisão dos ambientes. Rápida instalação e fácil limpeza. Não necessitam pinturas. Manutenção zero. Conforto térmico e acústico do ambiente, economizando energia.
Portas e guarnições – Alta resistência mecânica, variedade de modelos e segurança. Facilidade e rapidez na instalação. Apresentam excelente isolamento térmico e acústico.

Tubos de PVC

Os tubos de PVC apresentam inúmeras vantagens técnico-econômicas em relação a outros materiais tradicionais, como ferro, concreto e cerâmica.

Os tubos de PVC são extremamente versáteis e são utilizados em uma diversidade abrangente de aplicações e segmentos, por exemplo:

Sistemas de drenagem residencial e industrial
Redes de abastecimento de água
Esgotamento sanitário
Ventilação
Irrigação
Rede elétrica
Tubulações industriais
Rede de telefonia

A capacidade de garantir um suprimento confiável e adequado de água para a população é um desafio constante das redes de abastecimento de água de diversas cidades e municípios.

Tubulações frágeis, envelhecidas, corroídas, podem causar sérios problemas à saúde da população, assim como gerar a necessidade de elevados recursos financeiros para reparar os sistemas danificados.

Vários tipos de materiais ainda são usados em diferentes regiões/países, podendo-se destacar: PVC, PE, ferro e concreto, os quais representam a maior parte dos materiais em uso no mercado internacional.

Entretanto, tubos metálicos e de concreto são os mais susceptíveis à corrosão e contaminação bacteriológica. Em conseqüência, a tubulação de PVC é recomendada pela maior parte das empresas de água e esgoto sanitário e firmas de consultaria na rede de distribuição de água e em países desenvolvidos ou em desenvolvimento.

Por outro lado, a disseminação do uso do PVC em sistemas de água e esgoto e a gradual eliminação do uso de outros materiais, reduziram significativamente os custos anuais de manutenção das redes de abastecimento, como também seus custos operacionais (redução dos custos de bombeamento devido ao menor atrito dos tubos de PVC).

Além disso, os tubos de PVC são inerentemente imunes à corrosão externa e interna. Mesmo os produtos químicas gerados em esgoto sanitário não afetam os tubos de PVC.

Destaque-se que os tubos de PVC são flexíveis, um benefício que a tubulação de ferro e concreto não possuem. Essa propriedade proporciona uma vantagem singular no processo de instalação da rede, principalmente em terrenos instáveis e de difícil acesso.

Convém assinalar que, em contraste com outros materiais, o índice de ruptura documentado para tubos de PVC foi da ordem de 0,7 por 100 km de tubulação de PVC e que seu custo de manutenção 14 vezes inferior ao custo de manutenção da tubulação de ferro.

Fonte: www.fazfacil.com.br

PVC

HISTÓRIA

Poli(cloreto de vinila) - PVC: um breve histórico

O desenvolvimento das resinas de PVC teve início em 1835, quando Justus von Liebig descobriu o monômero cloreto de vinila (VC), um gás à temperatura ambiente com ponto de ebulição igual a -13,8oC. A descoberta de Liebig fez-se por meio da reação do 1,2-dicloroetano com hidróxido de potássio em solução alcoólica. Entretanto, foi um de seus alunos, Victor Regnault, o responsável pela publicação de um trabalho, em 1839, relatando a ocorrência de um pó branco após a exposição à luz solar de ampolas seladas preenchidas com cloreto de vinila, o qual pensava-se tratar de poli(cloreto de vinila) - PVC, mas estudos indicaram tratar-se do poli (cloreto de vinilideno) 1,2. O primeiro registro da polimerização do cloreto de vinila e da obtenção do PVC ocorreu em 1872.

Baumann detalhou a mudança do monômero induzida pela luz para um produto sólido branco. As propriedades dessa substância, descritas por ele, coincidem com as propriedades apresentadas para o PVC 1,2. Em 1912, Fritz Klatte descobriu na Alemanha o procedimento básico para a produção do PVC. Klatte descobriu os meios para a produção do cloreto de vinila por intermédio da chamada rota do acetileno, pela reação desse gás com o cloreto de hidrogênio.

Descobriu ainda, em 1915, a polimerização do cloreto de vinila via radicais livres por meio de iniciadores do tipo peróxidos orgânicos. Porém, a produção comercial na Alemanha ficou limitada às várias tentativas de se construir equipamentos capazes de processar o PVC, devido à sua instabilidade térmica.

Tal fato levou à suspensão da manutenção das diversas patentes editadas, tendo aberto caminho para que outras empresas passassem a tentar produzir o PVC.

Finalmente em 1926, W. Semon descobriu nos Estados Unidos que, misturando o PVC com fosfato de tricresila ou ftalato de dibutila - hoje conhecidos como plastificantes - era possível processá-lo e torná-lo altamente flexível. O problema da baixa estabilidade ao calor foi posteriormente superado com o desenvolvimento de uma série de compostos organometálicos e sais baseados principalmente em chumbo, cádmio, bário, zinco, cálcio e estanho, com propriedades de estabilização dos intermediários responsáveis pelas reações de degradação térmica. Com isso, deu-se início à produção comercial do PVC. Os alemães começaram a produzi-lo nos anos 30, enquanto a produção britânica teve início nos anos 40.

No Brasil, a produção comercial do PVC teve início em 1954 em uma planta construída mediante a associação da B. F. Goodrich (EUA) e das Indústrias Químicas Matarazzo, utilizando tecnologia da primeira. Atualmente, o PVC é o segundo termoplástico mais consumido em todo o mundo, com uma demanda mundial superior a 27 milhões de toneladas no ano de 2001, sendo a capacidade mundial de produção de resinas de PVC estimada em cerca de 31 milhões de toneladas/ano. Dessa demanda total, o Brasil foi responsável pelo consumo de cerca de 2,5% de resinas de PVC. Esses dados mostram o potencial de crescimento da demanda de resinas de PVC no Brasil, uma vez que o consumo per

O que é o PVC?

O Policloreto de Vinila (PVC) é um dos plásticos mais antigos, avançados, utilizados e estudados da atualidade.

PVC
Justus Von Liebig (Sintetizou o Cloreto de Vinila, base do PVC, em 1835)

1835: O Cloreto de Vinila (VCM) é sintetizado pela primeira vez em laboratório por Justus Von Liebig.
1839:
Victor Regnault publica suas observações sobre a aparição de um pó branco que se formava quando uma ampola fechada contendo VCM era exposta a luz solar.
1860:
Hoffman publica um informe sobre a obtenção de Polibrometo de Vinila.
1872:
Barman sintetiza o Policloreto de Vinila.
1912:
Fritz Klate descobre a base para a produção industrial do PVC.
1929:
Os Estados Unidos elaboram o primeiro produto comercial de PVC.
1930:
A industria alemã começa a produção do PVC.
1940:
A comercialização do PVC começa na Inglaterra.
1950:
Dá-se início à produção e à comercialização de produtos de PVC na Argentina.
1956:
Se inicia a produção de PVC na Solvay do Brasil (que se chamava, à época, Eletrocloro). Atualmente, Solvay Indupa do Brasil.
1961:
A Indupa S.A. começa a produção de PVC em Cinco Saltos, província de Rio Negro, Argentina.

VANTAGENS

O PVC é um dos materiais mais importantes para a sociedade devido a suas propriedades e porque nos brinda com uma série de vantagens:

Versatilidade: Os produtos de PVC podem ser encontrados em casa, no escritório, em nossos veículos e em centenas de diferentes aplicações, pois tanto pode ser rígido como flexível e fácil de encontrar em qualquer dureza: translúcido e cristalino ou opaco; brilhante ou fosco; resistente a intempéries; grosso ou fino; compacto ou espumado e de qualquer cor, inclusive metalizado e impresso. O PVC pode ser transformado em artigos finais para uso em todas as tecnologias conhecidas de industrialização de plásticos. Suas propriedades mecânicas, físicas e químicas intrínsecas podem ser melhoradas, conforme a necessidade, mediante o uso de diferentes tipos de aditivos.
Estabilidade:
O PVC é estável e inerte. Tem boa resistência a solventes, ácidos e bases. Seu comportamento frente a líquidos, gases e vapores o tornam especialmente adequado para contato com alimentos, medicamentos e com o corpo humano em uso de práticas médicas.
Longevidade:
É um material excepcionalmente resistente. Os produtos de PVC podem durar dezenas de anos em aplicações como revestimentos, cabos, tubos para água e esgotos, janelas, etc.
Segurança:
Devido ao cloro que contém, o PVC não se queima com facilidade nem inflama sozinho. Por esta razão é extensivamente empregado para isolar e proteger cabos elétricos e para outros insumos na indústria da construção, automobilística, eletrodomésticos, bens de uso, etc.
Bom uso dos recursos: É fabricado a partir de matérias-primas naturais:
sal comum e petróleo ou gás. O sal é um recurso abundante, e o processo de produção de PVC emprega o gás ou petróleo de maneira extremamente eficaz, ajudando a conservar as reservas de combustíveis fósseis não renováveis.
Recuperação de energia:
O PVC tem um alto valor energético. Nos sistemas modernos de valorização energética de resíduos, onde as emissões são muito controladas, o PVC pode fornecer energia e calor na indústria, residências ou em outros lugares.

PVC E O MEIO AMBIENTE

Os efeitos do PVC sobre a saúde e o meio ambiente têm sido cuidadosa e amplamente investigados em todas as suas etapas, possivelmente como os de nenhum outro produto, desde a produção do polímero, passando pela fabricação e pelos usos dos artigos obtidos até sua disposição final.

Como para qualquer produto ou setor das indústrias química e petroquímica, o PVC é objeto de investigações e regulamentações de autoridades nacionais e internacionais, assim como os demais polímeros. A indústria está continuamente investigando sua atividade em relação ao meio ambiente e seus avanços tecnológicos conduzem a contínuas melhoras dos procedimentos de produção e dos produtos resultantes.

Equilíbrio Ecológico

A análise do Ciclo de Vida (ACV) é um método científico empregado para avaliar o impacto de um material no meio ambiente durante toda sua vida em uma aplicação concreta, desde a obtenção das matérias-primas até o momento em que se descarta o produto.

Desse modo, pode-se comparar os impactos ambientais de diferentes materiais (produtos plásticos, metálicos, vidro, papel, etc.) ou de diferentes sistemas utilizados com um mesmo propósito.

Por utilizar como matéria-prima o sal comum (produto considerado inesgotável), por sua mínima dependência do petróleo, por ser leve e perfeitamente reciclável ao final de sua vida útil, a Análise do Ciclo de Vida do PVC é muito positiva frente a outros materiais. Estas análises mostram que o PVC é um material ambientalmente adequado.

Por estar pouco presente nos resíduos urbanos (menos de 1% do lixo urbano), a quantidade de PVC em aterros sanitários é mínima.

RECICLAGEM

O termo reciclar tornou-se popular e é constantemente usado, inclusive como solução única para os inumeráveis problemas ambientais.

Popularmente, reciclar é sinônimo de coletar um material para que ele volte a ser utilizado de alguma maneira. A etapa de coleta, no entanto, é somente a primeira de uma série de passos que envolve o processo de reciclagem. Para outros, reciclar é converter alguns materiais descartados em algo utilizável, mas esta é apenas outra das etapas de um ciclo muito mais complexo.

Uma definição mais acertada nos diz que reciclar é qualquer processo em que os materiais desperdiçados ou provenientes do pós-consumo são coletados e transformados em novos materiais ou substâncias que possam ser utilizados ou vendidos como novos produtos ou matérias-primas.

Reciclar é um processo que pode nos ajudar a resolver alguns dos inconvenientes que o lixo urbano representa para a sociedade.

Pode-se reciclar o PVC?

Sim. O PVC é um material reciclável e já amplamente reciclado em todo o mundo. No entanto, podemos diferenciar de forma clara os resíduos gerados na indústria transformadora daqueles gerados nas cidades. No primeiro caso, é hábito reutilizar o material residual (scrap), convertendo-o em nova matéria-prima, que é reutilizada em novas produções.

No segundo caso (zonas urbanas), deve existir uma boa organização por parte das autoridades locais para garantir a coleta seletiva desses resíduos gerados pela população.

PVC

Com relação aos produtos em PVC, nota-se claramente que a sua presença no lixo urbano é muito baixa porque, no Mercosul, por exemplo, cerca de 65% do consumo de PVC se destina a produtos cuja vida útil ultrapassa facilmente os 50 anos, como é o caso de tubos e conexões, fios e cabos, perfis, etc., uma vez que o PVC resiste bem ao envelhecimento e às intempéries.

Tipos de reciclagem

O PVC é facilmente reciclável e, uma vez reciclado, tem grande variedade de aplicações. Se estudarmos a história do PVC, vemos que sua reciclagem é tão antiga quanto sua fabricação, o que demonstra ser este um processo viável em termos tecnológicos e econômicos.

Graças à sua facilidade de transformação e à sua termoplasticidade, o PVC pode ser reciclado das seguintes formas:

Reciclagem mecânica: É o sistema mais utilizado, e devemos considerar dois tipos de PVC: o originário do processo industrial ou scrap (realizado desde as origens do material) e o proveniente de resíduos urbanos. Em ambos os casos, os resíduos são selecionados, moídos, readitivados (quando é o caso) e transformados em novos produtos. O que se diferencia são as etapas necessárias até a obtenção do produto reciclado, como, por exemplo, a necessidade de limpeza dos resíduos provenientes do pós-consumo.
O PVC recuperado e reciclado é empregado na fabricação de inumeros produtos, como tubos, perfis, laminados, artigos injetados, como corpos ocos, escovas, revestimentos de paredes, mangueiras, solados de calçados, artigos para a indústria automotiva, etc.
Reciclagem química:
Os resíduos são submetidos a processos químicos sob temperatura e pressão para decompô-los em produtos mais elementares, como óleos e gases. Atualmente, esse processo é usado apenas em países como Alemanha e Japão.
Reciclagem energética:
Consiste na queima controlada dos resíduos, sob condições tecnicamente avançadas, visando a recuperação da energia contida no material. Esta tecnologia é aplicada em toda a Europa, EUA e Ásia, mas pouco utilizada na América do Sul.

MÓVEIS

Utilização

O PVC rígido, com níveis diferentes de pesoe moleculares, é usado frequentemente na manufatura de partes de móveis, persianas, tetos, corrimãos da escada e protetores de parede.

As vantagens principais do PVC nestes tipos de produtos estão em sua excelente propriedade mecânica que oferecem um espaço infinito para criar formas e espessuras diferentes. Outras características são a facilidade da limpeza e manutenção, a estabilidade dimensional, a resistência ao risco e à luz ultravioleta. As persianas, a mobília, os tetos, os corrimãos da escada e os protetores são manufaturados por extrusão.

Vantagens

Resistência às variações climáticas, com preservação das cores contra a luz solar;

Fácil moldagem;
Fácil manutenção e limpeza;
Excelente aspecto do revestimento final;
Vasta diversidade de toques;
Infinitas possibilidades de design;
Imitações desde couros a veludos, com menor custo;
Boas propriedades mecânicas;
Conforto;
Resistência a substâncias, ao desgaste e ao rasgo.

Processo de fabricação

As aplicações rígidas são produzidas através do processo de extrusão e os punhos de PVC em ferramentas de jardim, pelas técnicas de imersão. Os móveis residenciais empregam laminados que são produzidos através do processo de espalmagem ou calandragem .

PAPEL DE PAREDE

Utilização:

O PVC é utilizado na confecção de papel de parede por ter boa aderência.

Vantagens

Boa durabilidade e boa resistência a manchas.
Fácil manutenção e limpeza.
Fácil impressão e gravação, em baixo e em alto relevo;
Infinitas possibilidades de criação de padrões.

Processo de fabricação

Os papéis de parede são fabricados através do processo de espalmagem. Eles podem ser feitos com plastisois, pastas líquidas de PVC.

CABOS

Utilização: Os cabos de automóveis freqüentemente são recobertos com PVC.
Vantagens:
O PVC tem grandes vantagens, pois comporta alto teor de aditivos que lhe conferem excelentes propriedades de isolação térmica e elétrica, grande resistência à água, a agentes químicos (ácidos e bases), a óleos e hidrocarbonetos, além de alta flexibilidade. É também um produto com excelente relação custo-benefício.
Processo de fabricação:
Os fios e cabos são produzidos através do processo de extrusão, pelo qual se consegue uma excelente isolação dos núcleos metálicos ou dos feixes de cabos.

CAMADA DE PROTEÇÃO

Utilização: Revestimento para a proteção da parte inferior do veículo.
Vantagens:
O PVC é ideal para a fabricação de camadas protetoras (mastics) para as chapas de aço colocadas embaixo dos automóveis por ser impermeável, ter resistência ao cascalho, durabilidade e facilidade de aplicação.
Processo de fabricação:
O revestimento é produzido por pistolagem.

ENCERADOS (lonas para caminhões)

Utilização: O PVC plastificado é indicado para a fabricação de encerados.
Vantagens:
Tem excelentes propriedades de resistência à umidade, à sujeira e à fuligem. É recomendado também pela facilidade com que pode receber impressão.
Processo de fabricação:
Os encerados são manufaturados através do processo de extrusão flat-die (coating), de espalmagem ou de uma combinação de ambos.

PAINÉIS DE PORTA E INSTRUMENTOS E REVESTIMENTOS DE BANCO

Utilização

O PVC é um material ideal para a fabricação dos revestimentos internos de veículos, como bancos, painéis de portas e de instrumentos.

Vantagens

Dentre os termoplásticos conhecidos, é dos mais versáteis.

Os produtos fabricados com PVC têm as seguintes características:

Excelentes resultados estéticos
Toque agradável
Conforto
Resistência a riscos e rasgos
São laváveis
São duráveis (normalmente excede a vida útil dos veículos)

Processo de fabricação

Os recobrimentos de bancos, painéis de porta e de instrumentos são fabricados com laminados de PVC obtidos através dos processos de "slush molding", calandragem ou "coatings" fabricados pelo processo de espalmagem, com resinas do tipo emulsão.

PERFIS DECORATIVOS E PROTETORES

Utilização: O PVC rígido e plastificado é usado na fabricação de perfis decorativos e protetores.
Vantagens:
O uso do PVC é vantajoso devido à sua capacidade de resistir à todas as condições climáticas, à sua rigidez elevada, à boa estabilidade térmica linear, à boa resistência ao risco e à excelente resistência a óleos e hidrocarbonetos.
Processo de fabricação:
Os perfis são fabricados pelo processo de co-extrusão ou co-injeção.

SEPARADORES DE BATERIA

Utilização: Diafragmas microporosos utilizados na separação das baterias de automóveis.
Vantagens:
A forma e a estrutura das partículas do PVC emulsão servem bem à fabricação dos diafragmas microporosos, que constituem os separadores das baterias dos carros. O PVC emulsão também é altamente resistente ao ácido e à oxidação.
Processo de fabricação:
Os separadores de bateria são produzidos através do processo de sintetização. Esta é a única aplicação em que o PVC é utilizado sem aditivos.

TAPEÇARIA

Utilização: O PVC é utilizado na confecção de tapetes para automóveis.
Vantagens:
Os tapetes de PVC para automóveis têm boa resistência e excelente capacidade de suportar desgastes e rasgos.
Processo de fabricação:
São confeccionados por moldagem do plastisol.

VEDANTES PARA JANELAS

Utilização: O PVC plastificado é usado freqüentemente para a produção de selantes de janelas e de gaxetas usadas em calafetação.
Vantagens:
O PVC é particularmente indicado por suas qualidades de flexibilidade e resistência à água.
Processo de fabricação:
Estes produtos são fabricados pelo processo de extrusão dos perfis ou com peças injetadas.

ARTIGOS DE PAPELARIA

Utilização: Os laminados rígidos, semi-rígidos ou flexíveis dos artigos de papelaria podem ser produzidos com PVC do tipo cristal ou com laminados do tipo "simili cuir". São muito usados na produção de pastas escolares, de laminados de agendas e materiais para encapar livros e cadernos.
Vantagens:
Apresenta uma diversidade muito grande de resultados de cores e motivos.
Processo de fabricação:
Os artigos de papelaria em PVC são manufaturados por calandragem, extrusão ou espalmagem.

BARCOS DE LAZER

Utilização: As barras de proteção lateral de barcos infláveis utilizam PVC semi-rígido. Para a fabricação dos barcos infláveis são usados laminados flexíveis de PVC. Os estofamentos de barcos mais sofisticados empregam laminados de PVC para revestimento.
Vantagens:
O PVC é muito utilizado nesse tipo de aplicação principalmente devido à sua excelente resistência às circunstâncias difíceis encontradas em ambientes marinhos, à boa resistência à abrasão e às suas propriedades mecânicas.
Processo de fabricação:
O processo consiste na extrusão de tiras da proteção usadas nas laterais dos barcos. No caso de barcos infláveis, são usados laminados flexíveis de PVC fabricados por extrusão "flat die". Os revestimentos para estofamentos são fabricados por espalmagem.

BRINQUEDOS

Utilização

O PVC é bastante empregado na fabricação de brinquedos, como bolas, bonecas, infláveis em geral e demais brinquedos flexíveis. O PVC confere um toque agradável, semelhante à pele humana (no caso das bonecas).

Vantagens

Atoxicidade
Flexibilidade
Boas propriedades mecânicas
Versatilidade de transformação em formas e cores diferentes

Processo de fabricação

Os brinquedos, como bolas e bonecas, são produzidos através do processo de rotomoldagem. Os laminados utilizados para a confecção de infláveis são fabricados por calandragem.

CALÇADOS

Utilização: O PVC é usado na fabricação de sapatos e sandálias dos mais variados modelos.
Vantagens:
Pode ser transformado em um filme transparente ou em outro que imite o couro com a mesma flexibilidade, tenacidade, acabamento e com maior leveza, sem perda da forma original. É também ideal para a fabricação de sapatos femininos, contribuindo com os diversos elementos para sua confecção (palmilhas, cabedais, forrinhos e boxes). O PVC plastificado também pode ser usado para fabricar solados leves, flexíveis ou semi-rígidos, devido à sua característica de suportar todos os tipos de condições de tempo, à resistência à abrasão e às suas propriedades antiestáticas.
Processo de fabricação:
A injeção compacta ou celular é usada na produção dos solados. Os demais laminados para calçados (cabedais, forrinhos, lixados, camurças e palmilhas) são fabricados por espalmagem.

CARPETES

Utilização

O PVC pode ser utilizado na confecção de tapetes e carpetes.

Vantagens

Os carpetes e capachos podem ser confeccionados combinando-se diversos tipos de materiais com uma base de PVC flexível. Eles não necessitam do processo de colagem, o que facilita a modificação dos ambientes sem que o revestimento tenha de ser descartado.
Excelente aspecto, especialmente da superfície do revestimento do produto
Boas propriedades mecânica
Fácil manutenção e limpeza
Boa durabilidade
Facilidade de personalização dos impressos e da decoração.

CARTÃO DE CRÉDITO

Utilização: Os cartões magnéticos, como os de banco, podem ser fabricados em laminados rígidos de PVC.
Vantagens:
O PVC é muito utilizado neste tipo de aplicação devido à facilidade de receber impressões, à durabilidade e à flexibilidade.
Processo de fabricação:
Os cartões de crédito são produzidos através do processo de calandragem.

MALAS

Utilização

O PVC rígido tem sido muito usado na fabricação de armações para malas. O PVC plastificado é utilizado no revestimento interno e externo de malas e valises.

Vantagens

Resistente a impactos e ao stress
Fácil limpeza e manutenção
Excelente aspecto visual no produto final

Processo de fabricação

Os revestimentos internos e externos são fabricados através do processo de espalmagem.

MANGUEIRAS

Utilização

O PVC plastificado é usado na fabricação de mangueiras flexíveis.

Vantagens

Boa elasticidade
Excelente transparência
Resistente a variações de temperatura
Resistente a agentes químicos (gases, álcalis e fluidos em geral)

Processo de fabricação

As mangueiras industriais normalmente são produzidas pelo processo de extrusão.

VESTUÁRIO

Utilização: Os tecidos feitos em PVC flexível são usados na fabricação de roupas comuns e especializadas.
Vantagens:
O laminado de PVC é apreciado por sua aparência, conforto, leveza, flexibilidade e por poder ser produzido numa larga escala de cores e designs.
Processo de fabricação:
As roupas podem ser confeccionadas com laminados de PVC feitos por espalmagem, extrusão ou calandragem.

CALHAS

Utilização: O PVC rígido também é bastante usado na produção de calhas.
Vantagens:
Tem boa resistência às condições climáticas, aos agentes químicos e atmosféricos e não exige manutenção constante.
Processo de fabricação:
As calhas são manufaturadas através dos processos de extrusão ou co-extrusão e os encaixes, através do processo de injeção.

CERCAS E PASSADIÇOS

Utilização

As cercas e os passadiços são feitos com PVC rígido.

Vantagens

Boas propriedades mecânicas;
Durabilidade;
Excelente resistência ao calor e à umidade;
Excelente aspecto visual.

Processo de fabricação

O processo utilizado é o de extrusão. Para produzir os encaixes e as conexões, utiliza-se o processo de injeção.

CONEXÕES

Utilização

O PVC rígido é ideal para a fabricação de conexões para transporte de água potável, de tubulações de esgoto e de drenagem.

Vantagens

Excelentes propriedades mecânicas;
Boa resistência química;
Durabilidade;
Facilidade na instalação - soldar ou rosquear.

Processo de fabricação

As conexões são fabricadas através do processo de injeção.

CORREIAS TRANSPORTADORAS

Utilização

As correias transportadoras são feitas através do recobrimento de tecidos, de não-tecidos ou de telas metálicas com camadas de PVC plastificado.

Vantagens

Durabilidade;
Estabilização contra propagação do fogo(retardantes de chama);
Qualidades antiestáticas;
Fácil higienização;
Excelentes propriedades mecânicas;
Versatilidade em design.

Processo de fabricação

As correias transportadoras são fabricadas através do processo de espalmagem.

ELEMENTOS DE VENTILAÇÃO

Utilização

O PVC rígido é usado com freqüência na produção de peças e elementos de ventilação.

Vantagens

Longa durabilidade
Capacidade de suportar as condições de tempo
Excelente resistência a agentes químicos e atmosféricos (chuva ácida)

Processo de fabricação

Os elementos de ventilação são produzidos através do processo de extrusão.

FORROS

Utilização

Forros, persianas, móveis e corrimãos são produzidos com PVC rígido. Os forros de PVC ganham cada vez mais espaço nas residências.

Vantagens

Propriedades mecânicas excelentes;
Possibilidades infinitas de criação de formas e acabamentos;
Facilidade de limpeza e manutenção;
Estabilidade dimensional;
Durabilidade;
Resistência aos raios ultravioletas.

JANELAS

Utilização

As janelas de PVC são usadas em edifícios e construções.

Vantagens

São resistentes aos raios UV, às condições de tempo, de fácil manutenção e instalação e fortes isolantes térmicos e acústicos.

Suas propriedades fundamentais são:

Estabilidade dimensional elevada;
Ótimas propriedades mecânicas (resistência ao impacto);
Resistência ao intemperismo;
Resistência à umidade.
Processo de fabricação
As esquadrias e venezianas são produzidas por extrusão.

LONAS E ENCERADOS

Utilização

As lonas e os encerados são feitos com PVC plastificado.

Vantagens

Proteção aos agentes atmosféricos;
Resistência às condições adversas de tempo ;
Facilmente laváveis;
Facilidade de manutenção e reparação.

Processo de fabricação

Os encerados e lonas são produzidos através do processo de calandragem ou espalmagem sobre suporte tecido.

MEMBRANAS

Utilização

As membranas para impermeabilização são feitas freqüentemente com PVC plastificado e são muito usadas na engenharia civil em fundações, proteções de estradas, encostas, lagos e de efluentes.

Vantagens

Excelente resistência à umidade e aos produtos químicos;
Flexibilidade: fácil instalação e manipulação.

Processo de fabricação

As membranas são feitas pela técnica da impregnação do PVC sobre telas naturais ou sintéticas (espalmagem). Também podem ser feitas por calandragem ou extrusão "flat die".

Fonte: www.solvayindupa.com

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