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Poejo

 

Poejo
Poejo

Nome científico: Mentha pulegium

Família: LAMIACEAE (LABIATAE)

Descrição

Planta perene, rasteira e herbácea, de 30 a 50cm de altura e que desenvolve intensamente seu ritmo foliar.

Possui, sobre os rizomas alongados, pequenos caules muito ramificados, de coloração verde-clara, que atingem até 40cm de comprimento.

As folhas são estreitas e ovais, de coloração acinzentada.

As flores de coloração rósea ou violeta são reunidas em inflorescências que surgem a partir da metade superior dos ramos.

Cultivo

Clima: Temperado.
Luminosidade: Sol pleno.
Solo: Tem predileção por solos muito úmidos.
Propagação: Rizomas.

Indicações Terapêuticas

O chá das folhas, flores e talos é empregado contra tosse, rouquidão, asma, coqueluche, doenças pulmonares, acidez estomacal, diarréia, insônia, problemas menstruais, vermes, insônia e cãibras.

Sua ação no fígado é muito mais forte do que a da hortelã. Usado também contra o mau hálito.

Contra-indicado na gravidez.

Modo de usar

O chá das folhas, flores e talos.

Fonte: www.clubedojardim.com.br

Poejo

Descrição

Da família das Lamiaceae.

Também conhecida como menta-silvestre.

Erva rasteira que atinge de 25 a 60 centímetro de comprimento. As folhas sào opostas, ovais e verde-acinzentadas. Se vista contra a luz, observamos nas folhas numerosos pontos clatos, qua armazenam o óleo essencial.

As flores roseas ou violáceas se agrupam formando bolas que surgem a partir da metade superior dos ramos. É uma espécie de menta que se diferencia das outras por possuir odor mais forte.

É cultivada ou nasce espentâneamente em regiões de solo mais úmido, necessitando receber, no minimo, 4 horas ddiárias de luz solar direta.

A melhor reprodução se dá atravéz dos ramos da planta-mãe, plantados, de preferência, na primavera ou outono, em solo bem adubado, profundo e úmido, espalhado-se com grande facilidade. A colheita deve ser feita durante o verão, com o corte dos galhos floridos, logo abaixo das flores.

Origem

Europa, região mediterrânea e Ásia.

Modo de conservar

Os ramos floridos, juntamente com as folhas, são secos à sombra, em local ventilado. Gaurdar em sacos de papel ou em vidros escuros.

Propriedades medicinais

Digestiva, tônica.

Indicações

Bronquite, cólica estomacal e intestinal (sedativo e gases), dor, gripe, tosse.

Contra-indicações/cuidados

CUIDADO: Pode provocar o aborto.

Aromaterapia

Aroma anti-stress, relaxante.

Digestivo

Tônico estomacal; cólicas intestinais; gases intestinais: em 1 xícara de chá, coloque 2 colheres de sopa de folhas e flores picadas e adicione água fervente.

ABafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá, 10 minutos antes das principais refeições.

Afcções bucais (feridas, sapinhos, aftas): Coloque 1 colher de sopa de folhas picadas em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos. Desligue o fogo e abafe por 15 minutos. Coe e adicione 1 colher de chá de bicabornato de sódia. Faça bochehcos, de 2 a 3 vezes ao dia.
Tosses (expectorante e protetor de mucosa):
em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de sopa de flores de folhas picadas, 1 colher de sopa de quiabo bem fatiado e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos, coe e adoce com um pouco de mel. Tome 1 xícara de chá , de 1 a 3 vezes ao dia. Para crianças dar somente metade da dose.
Banho estimulante:
coloque 5 colheres de sopa de folhas picadas em 2 litros de água em fervura. Deixe ferver por 10 minutos. Em seguida, coe e adicione 2 colheres de sopa de sal grosso e espere dissolver. Acrescente à água morna do banho. Faça banho de imersão por 15 minutos.

Fonte: www.plantasquecuram.com.b

Poejo

Poejo
Poejo

O poejo atua como digestivo, expectorante e antiespasmódico.

Em uso tópico é bom cicatrizante e antiséptico. Isso devido seu óleo essencial e taninos, além da carvona, pulegona e mentol.

Contra tosse, bronquite, insônia, acidez estomacal, arrotos, febre e gases. Eficaz também para transtornos menstruais , crises nervosas e reumatismo.

As pessoas que sofrem de hipocloridria podem se beneficiar com o uso do chá de poejo misturado com algumas gotas de suco de limão.

Alivia inflamação e fermentação intestinal, enjôos, azia.

É um excelente coadjuvante para estados gripais.Um escalda pés de poejo também é excelente para alívio da gripe e resfriados.

A ingestão da planta também é indicada no combate a vermes intestinais.

Infuso: 5 gramas da erva em 100 ml de água fervente por 10 minutos. Tomar 3 vezes ao dia, após as refeições.

Cosmética

O poejo presta-se a um delicioso banho estimulante. Ferva 100 gs de folha em 2 litros de água por 10 minutos. Coe e dissolva 2 colheres de sal grosso.

Acrescente à água da banheira.

Uso caseiro: Aplicado sobre picadas de insetos ajuda a aliviar a dor; bom repelente para traças. Uma cama de poejo na casa dos animais ajuda a afastar as pulgas. Bom repelente de insetos. Perfuma sachês e potpourris
Uso culinário:
Tempera saladas de frutas e verduras, aromatiza sucos e drinques.Chás refrescantes de verão e também usado nos molhos de mentas para acompanhar carnes de carneiro e ovelha.
Uso mágico:
Usado nas viagens dentro dos sapatos, evita enjôos de ar e mar. Erva de paz, e plantado perto da casa acaba com as brigas. Traz saúde e alegria para as famílias. Boa para proteção.

Curiosidade

O poejo ganhou o nome científico de Mentha pulegium por causa de seu efeito repelente de insetos. No latim, “pulex” significa pulga. Para se livrar das pequenas indesejáveis, costumava-se esfregar as folhas da erva nas roupas e na pele.Queimar a planta no ambiente infestado também era comum. “Queimando a erva, você espanta as pulgas.

Na cozinha, suas folhas são usadas frescas no cozimento de carnes de sabor forte, como de ovelha, de carneiro, de cabrito e de bode, ou ainda para finalizar e decorar pratos. “É uma erva bastante difundida na Itália.

Dica

Seu chá alivia inflamações, acidez e fermentações intestinal como enjôos e azia, atua como digestivo, anti-espasmódico. Eficaz também para transtornos menstruais, crises nervosas e reumáticas.Expectorante, gripes, resfriados, tosse crônica, asma, diarréia, enjôo, acidez e ardor no estômago.

Como beber: Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.

Aromaterapia

Efeitos colaterais: Como as demais mentas, o poejo não deve ser consumido em grandes quantidades, pois a pulegona contida na planta pode exercer ação paralisante sobre o bulbo raquidiano.

Nomes Populares: Poejo das hortas, hortelã dos pulmões, menta selvagem,erva de São Lourenço.

Nome Científico: Mentha pulegium, Pulegium vulgare / Família Labiadas

Origem

Recebeu esse nome de Plínio, por sua reputação de afastar pulgas (oulex em latim). Planta originária da Europa e Ásia Ocidental

Partes usadas

Folhas e sumidades floridas

Lendas e Mitos

Alguns povos da Antiguidade usavam o poejo para confeccionar coroas empregados em cerimônias religiosas. Os antigos chineses também já faziam referências a suas virtudes calmantes e antiespasmódicas.

Características e Cultivo

Planta vivaz, perene, de 30 a 50 cm de altura. Folhas verde vivo, pequeninas e de cheiro parecido com hortelã pimenta, caules frouxos, rastejantes, lançando raízes nos pontos em que entram em contato com o solo.

Altura máxima de quinze centímetros.Floração em forma de espiga arroxeadas, brancas ou lilazes. Pede clima ameno, com muita claridade mas sem incidência direta de sol, solo leve e rico em matéria orgânica, úmido.Se aclimata também em locais não muito úmidos, ficando bem mais rastejante.

Fonte: www.conhecimentosgerais.com.br

Poejo

Nome científico: Mentha pulegium

Nomes populares: poejo, menta selvagem, erva de São Lourenço

Poejo
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Poejo
Poejo

 

Origem

Originário da Eurásia é uma espécie de menta muita difundida na Europa. Alguns povos da Antigüidade usavam o poejo para confeccionar coroas empregadas em cerimônias religiosas. Os antigos chineses também já faziam referências a suas virtudes calmantes e antiespasmódicas.

Características

Planta vivaz, perene, de 30 a 50 cm de altura, com talos erguidos ou prostrados, folhas pequeninas, verde escuras. Flores brancas, lilases ou radas. A planta desprende um aroma adocicado, agradável. Gosta de solo úmido, exposto ao sol ou meia sombra.

Parte utilizada

Folhas, talos e flores.

Utilização

O poejo atua como digestivo, expectorante e antiespasmódico. Em uso tópico é bom cicatrizante e anti-séptico. Isso devido a seu óleo essencial e taninos, além da carvona, pulegona e mentol.

Medicinal

Planta utilizada para aliviar azia, fraqueza estomacal, enjôos, má digestão, flatulências, cólicas abdominais, nervosismo, fermentação e inflamação intestinal, insônia, irregularidades menstruais, tosses catarrais. É um excelente coadjuvante para estados gripais. Infusão é feita na proporção de 2 colheres de sopa para um litro de água fervente, tomar 3 xícaras por dia. A ingestão da planta também é indicada no combate a vermes intestinais. Um escalda pés de poejo também é excelente para alívio da gripe e resfriados.

Caseira

Aplicado sobre picadas de insetos ajuda a aliviar a dor; bom repelente para traças. Uma cama de poejo na casa dos animais ajuda a afastar as pulgas. Bom repelente de insetos. Perfuma saches e potpourris.

Cosmética

O poejo presta-se a um delicioso banho estimulante. Ferva 100 g de folha em 2 litros de água por 10 minutos. Coe e dissolva duas colheres de sal grosso. Acrescente à banheira.

Culinária

Chás refrescantes de verão e também usado nos molhos de mentas para acompanhar carnes de carneiro e ovelha.

Mágica

Usado nas viagens dentro dos sapatos, evita enjôos de ar e mar. Erva da paz. Plantada perto da casa acaba com as brigas. Traz saúde e alegria para as famílias.

Boa para proteção.

Observação

Como as demais mentas, o poejo não deve ser consumido em grandes quantidades, pois a pulegona contida na planta pode exercer ação paralisante sobre o bulbo raquidiano.

Fonte: www.drogariasilva.com.br

Poejo

Poejo
Poejo

O poejo (Mentha pulegium) é uma das espécies mais conhecidas do género Mentha.

Da família Lamiaceae, é uma perene cespitosa de raízes rizomatosas que cresce bem em sítios húmidos ou junto de cursos fluviais, onde pode ser encontrada selvagem entre gramíneas e outras plantas. Os seus erectos talos quadrangulares, muito ramificados, podem chegar a medir entre 30 a 40 cm.

As folhas são lanceoladas e ligeiramente dentadas, de cor entre os verdes médio e escuro. Dispõem-se opostamente ao longo dos talos. As diminutas flores rosadas nascem agrupadas em densas inflorescências globosas

Princípios Ativos

Seu princípio ativo mais importante é o mentol.

Propriedades Medicinais

Erva de são lourenço
Poejo das hortas
Poejo real
Menta selvagem
Menta silvestre
Propriedades
Funciona como tônico
Excitante
E bom contra dores de barriga
Contra gases
Enjôo
Auxilia na ausência de menstruação
Em dores histéricas
Em forma de chá atua como expectorante nas bronquites

Fonte: natural.enternauta.com.br

Poejo

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Poejo

Nome científico: Mentha pulegium L.

Partes utilizadas: Toda a planta

Propriedades terapêuticas: amebicida, aperiente, digestivo, estimulante, tônico estomacal, sudorífera.

Indicações: acidez, ardor do estômago, arroto, bronquite, catarro, cólica estomacal e intestinal, debilidade geral, debilidade do sistema nervoso, diarréia, distúrbio gastroentestinal, dor de cabeça, enjôo, gases, gripe, hidropsia, histeria, insônia, palpitação do coração, reumatismo, rouquidão, tontura, transtorno menstrual, tosse, vermes.

Modo de usar

Preparo e dosagem:

Infusão: 20 g de planta fresca em 1 litro de água, ou 4 a 5 g por xícara de chá, ou ainda 1 a 2 g da planta seca por xícara de chá, tomar 1 a 2 xícara por dia.

O infuso deve ser tomado 10 min. antes das refeições, juntamente com o suco de 1/2 limão, estimula as funções gástricas.

Cosmética: O poejo presta-se a um delicioso banho estimulante. Ferva 100 g de folha em 2 litros de água por 10 minutos, coe e dissolva 2 colheres de sal grosso e acrescente à água da banheira.

Outros usos: serve para afugentar pulgas e mosquitos.

Afecções bucais (feridas, sapinhos, aftas): coloque 1 colher de sopa de folhas picadas em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos.

Desligue o fogo e abafe por 15 minutos. Coe e adicione 1 colher de chá de bicabornato de sódia. Faça bochechos, de 2 a 3 vezes ao dia.

Tosses (expectorante e protetor de mucosa): em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de sopa de folhas picadas, 1 colher de sopa de quiabo bem fatiado e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos, coe e adoce com um pouco de mel. Tome 1 xícara de chá , de 1 a 3 vezes ao dia. Para crianças dar somente metade da dose.

Conta indicações: A pulegona é citada por possuir efeito tóxico em altas doses. Devido à presença do borneol, não se recomenda o uso de planta por grávidas, especialmente nos 3 primeiros meses.

Outras observações: Muito antes de existirem os sprays inseticidas, a sabedoria popular já utilizava a vaporização do poejo para afugentar os parasitas. Poejo vem do latim pulex (pulga), pois os antigos Gregos e Romanos já utilizavam os seus vapores para matar as pulgas.

As propriedades medicinais do poejo já se conhecem desde há milênios. Dioscórides, o grande médico e botânico grego do século I DC , dizia que tinha “força de aquecer, emagrecer e de digerir”, ou seja, encheu demasiadamente o estômago, pede uma xícara de poejo para ajudar a fazer a digestão.

Alguns povos da antiguidade usavam o poejo para confeccionar coroas empregados em cerimônias religiosas. Os antigos chineses também já faziam referências a suas virtudes calmantes e antiespasmódicas. É uma planta vivaz, perene, de 30 a 50 cm de altura. Folhas verde vivo, pequeninas e de cheiro parecido com hortelã pimenta, caules frouxos, rastejantes, lançando raízes nos pontos em que entram em contato com o solo.

Pede clima ameno, com muita claridade mas sem incidência direta de sol, solo leve e rico em matéria orgânica, úmido. Se vista contra a luz, observamos nas folhas numerosos pontos clatos, que armazenam o óleo essencial.

As flores róseas ou violáceas se agrupam formando bolas que surgem a partir da metade superior dos ramos. É uma espécie de menta que se diferencia das outras por possuir odor mais forte. É cultivada ou nasce espontaneamente em regiões de solo mais úmido, necessitando receber, no mínimo, 4 horas diárias de luz solar direta. A melhor reprodução se dá através dos ramos da planta-mãe, plantados, de preferência, na primavera ou outono, em solo bem adubado, profundo e úmido, espalhado-se com grande facilidade.

Fonte: www.ciencialivre.pro.br

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