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Pólipo



Pólipo uterino é uma projeção da mucosa que pode ser cervical (colo uterino) ou endometrial (revestimento interno do útero).

Pólipo

Os pólipos de colo uterino são comuns em mulheres entre 40 e 50 anos.

O sintoma mais frequente é a sinusiorragia (sangramento na relaçãosexual) e sangramento intermenstrual. O pólipo uterino é diagnosticado através do exame físico ginecológico e na maioria das vezes pode ser retirado facilmente em consultório ginecológico. Apenas 0,3% deles tem degeneração maligna (câncer).

Dentre as pacientes com pólipos de colo uterino, 40% apresentam concomitantemente pólipos endometriais.

Pólipo

Cerca de 25% das mulheres apresentam pólipos endometriais.

Como fatores de risco para pólipos endometriais destacam-se:

Menopausa tardia

Uso de terapia de reposição hormonal

Obesidade

Apresentam-se como assintomáticos (sem sintomas), ou como alterações mentruais. Geralmente são diagnosticados através de utrassonografia transvaginal ou histeroscopia diagnóstica.

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Além do diagnóstico a histeroscopia cirúrgica propicia o tratamento coma retirada completa do pólipo. Este procedimento geralmente é realizado pelo(a) ginecologista em ambiente hospitalar, sob sedação, com alta após recuperação anestésica e retorno às atividades rotineiras da mulher em muito breve. A melhor época para a realização do procedimento é entre 3 a 7 dias do término da menstruação. A chance de malignização é de 0,5% .

Mioma Uterino

Mioma uterino é a neoplasia (neo = novo + plasia = formação) benigna mais comum da mulher, respondendo por 95% dos tumores benignos do trato genital feminino.  

É difícil saber ao certo a real incidência do mioma uterino, mas a prática diária nos relata que 20% a 50% das mulheres no período da vida menstrual (menacme) têm diagnóstico de mioma. A miomatose uterina representa a maior causa de histerectomia (procedimento cirúrgico para remoção do útero).

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Tipos de tumores (miomas uterinos)

Os miomas uterinos são tumores em forma de nódulos que podem ser únicos ou múltiplos, pequenos ou gigantes, pediculados ou sésseis. Podem localizar-se no colo uterino, no istmo ou no corpo uterino.

Fatores que determinam o aumento da incidência de miomas:

História familiar

Raça negra

Obesidade

Nuliparidade (não ter partos)

Sinais e Sintomas

A maioria das pacientes com mioma uterino é assintomática (sem sintomas). De acordo com seu tamanho e localização, podem apresentar sangramento uterino anormal, dor pélvica ou disfunções reprodutivas (dificuldade para engravidar), necessitando tratamento. O diagnóstico é realizado principalmente através de ultrassonografia transvaginal.

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Tratamento

O tratamento do mioma uterino irá variar conforme:

Tamanho

Localização

Idade e expectativa da paciente em relação ao seu futuro reprodutivo

Sintomas causados pelo mioma

Treinamento e habilidade do(a) ginecologista, aliados à maior ou menor disponibilidade de equipamentos sofisticados de videocirurgia e radiologia.

As pacientes sem sintomas (assintomáticas) devem ser acompanhadas clinicamente, não se justificando qualquer tipo de tratamento. Neste caso são indicados exame clínico e ultra-sonografia periódicos para monitorar o volume e a velocidade do crescimento relacionado ao mioma.

Tipos de tratamento

Miomectomia histeroscópica - consiste na retirada de miomas submucosos (camada mais interna do útero) realizados através da histeroscopia. Este procedimento é ambulatorial (não precisa de internação, paciente após recuperação anestésica tem sua alta). É realizado sob anestesia, não se realizam incisão e sutura (corte e ponto). É semelhante a uma endoscopia e através de um eletrocatério é realizada a retirada do mioma. A paciente submetida tem rápida recuperação pós-operatória, podendo em breve voltar a sua rotina normal.

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Embolização da miomas uterinos - a técnica se baseia na interrupção do fluxo arterial para os miomas, o que leva à degeneração do mioma. Utilizada em casos específicos, principalmente com objetivo de preservar fertilidade.

Miomectomia videolaparoscópica - remoção do mioma pela técnica de vídeo-cirurgia. realizado para miomas intramurais e subserosos.

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Lembre-se que todas as dúvidas com relação ao mioma uterino devem ser tiradas pelo seu ginecologista. Portanto, agende uma consulta.

Fonte: www.histeroscopiacriciuma.com

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O pólipo endometrial é uma tumoração pediculada ou com base plana (sésseis) do revestimento interno do útero. Os pediculados são mais comuns que os sésseis e o tamanho de ambos varia de alguns milímetros a vários centímetros. Os pólipos pediculados podem se projetar através do cérvix até o orgão genital feminino e pequenos vasos sanguíneos podem estar presentes nos pólipos maiores.

Ocorre em aproximadamente 10% da população feminina, principalmente a partir dos 0 anos. É difícil estabelecer com precisão a frequência por serem assintomáticos na maioria das vezes. Quando sintomáticos cursam geralmente com sangramento uterino anormal, nestes casos foram encontrados pólipos em 38%.

A associação de pólipos endometriais com o câncer do endométrio ainda é controversa, enquanto alguns relataram ocorrência de carcinoma em apenas 0,5% dos casos, outros observaram em estudo prospectivo o desenvolvimento de carcinoma em 3,5% das portadoras de pólipos.

A ultrassonografia transvaginal permite a suspeita diagnóstica na maioria dos casos, e a histeroscopia confirma o diagnóstico e possibilita o tratamento cirúrgico preciso e correto.

Sob a visão histeroscópica, podemos classificá-los nos seguintes tipos:

Glandulares: São semelhantes ao endométrio circundante, sendo, portanto, difíceis de identificar, e quando possuem base ampla são confundidos com miomas submucosos revestidos de endométrio. Geralmente são lisos e brilhantes.

Císticos: Apresentam cistos de retenção na superfície com conteúdo mucoso por transiluminação.

Adenofibromatosos: São semelhantes aos pólipos glandulares, podem ser abundantes e muito vascularizados.

Fibrosos: Comuns em mulheres em idade avançada, têm superfície regressiva de pólipos adenomatosos.

Telangiectásicos: Possuem superfície lisa e brilhante com abundante vascularização longitudinal e sangram com facilidade.

SINAIS E SINTOMAS:

Geralmente não há sintomas, quando ocorrem incluem sangramento menstrual irregular, sangramento entre períodos menstruais, sangramento menstrual excessivo e sangramento do orgão genital feminino depois da menopausa. O sangramento a partir dos vasos sanguíneos dos pólipos endometriais contribui para elevada perda sanguínea durante a menstruação. Se o pólipo endometrial projetar-se através do cérvix até o orgão genital feminino , pode ocorrer dor durante a menstruação.

SAIBA MAIS:

Não é conhecida nenhuma causa definitiva para os pólipos endometriais ou uterinos, mas eles parecem ser afetados pelos níveis hormonais e crescem em resposta ao estrogênio circulante.

Pólipos endometriais são encontrados em cerca de um terço das histeroscopias diagnósticas.

Acometem as mulheres durante o menacme e na pós-menopausa, sendo raros antes da menarca.

Se os pólipos desenvolverem-se perto dos tubos de falópio, podem ocasionar dificuldade para engravidar.

A recorrência desses pólipos é frequente.

Fatores de risco incluem obesidade, hipertensão e histórico de pólipos cervicais.

Terapia de reposição hormonal também eleva o risco de pólipos uterinos.

É uma das causas do excesso de menstruação, do sangramento uterino e das cólicas fora do período menstrual.

A frequência do diagnóstico dos pólipos aumentou significativamente, assim como o interesse do ginecologista em conhecer melhor esse problema e suas formas de tratamento.

Quando é feita a curetagem alguns pólipos podem não ser achados.

A remoção dos pólipos pode ser feita histeroscopicamente por meios mecânicos, laser ou eletrocirurgia. Geralmente não é necessária laparoscopia concomitante, exceto quando requer grande manipulação.

Há carência de dados sobre os riscos de complicações, especificamente na polipectomia.

Alguns médicos questionam a eficácia da retirada das lesões intracavitárias na cura do sangramento uterino anormal, sugerindo que em muitos casos, a causa do sangramento pode ser outra.

Procure o seu médico ginecologista.

Fonte: www.dgabc.com.br

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