Portugal é um país que se situa ao longo da costa atlântica da Península Ibérica. Faz fronteira, a Oeste e Norte, com a Espanha e, a Este e Sul, com o oceano Atlântico. Ocupando cerca de 16% da Península Ibérica, Portugal tem uma área total de 92 389 km2, ocupada por cerca de dez milhões de habitantes.
Apesar da sua pequena dimensão, este país apresenta uma grande diversidade a nível geográfico, contrastando planaltos com áreas extremamente montanhosas.
Até aos anos 70, o território português incluía, para além dos arquipélagos da Madeira e Açores, que ainda hoje se mantêm sob a sua alçada, as ilhas de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique (todos em África), Macau (na Ásia) e Timor (na Oceânia). Só Macau se manteve sob a dependência portuguesa até aos finais do século XX, altura em que passou para o domínio chinês.
Como membro da Comunidade Europeia e da NATO (North Atlantic Treaty Organization), Portugal desempenha um papel, tanto nos assuntos europeus como nos mundiais, muito maior do que o seu tamanho sugeriria.
Total: 92 389 km2 (incluindo Madeira e Açores)
Terra: 91 959 km2
Mar: 430 km2
Uso da terra: 26% de terra cultivável; 9% de área cultivada; 9% para pasto; 36% de florestas e bosques; 20% outros.
Clima: marítimo temperado; frio e chuvoso no Norte, quente e seco no Sul.
Terreno: montanhoso a Norte do rio Tejo, vales e serras a sul.
Portugal manteve, ao longo da sua história, difíceis relações com o seu poderoso vizinho peninsular (Castela/Espanha), debatendo-se com a expansão da Meseta (parte antiga da Península Ibérica, emersa desde a era secundária, dividida a meio pelo Sistema Luso-Castelhano) e lançando-se ao mar para salvaguardar a sua liberdade e independência.
Existindo desde o século XII como estado independente, o território que hoje forma Portugal, possuía já nos séculos X e XI, na região de Entre-o-Douro-e-Minho, o esboço de uma organização política, econômica e social distinta do reino de Leão, do qual se autonomizou no decurso das lutas de reconquista contra os mouros.
O contato com o Atlântico foi dando aos portugueses os conhecimentos e o arrojo que caracterizam os povos marítimos, permitindo-lhes preparar com décadas de antecedência a expansão marítima europeia. A presença de fortes comunidades judaicas e árabes garantiu também os ensinamentos científicos necessários ao movimento das descobertas, que se iniciaria no século XV sob a direcção da casa real.
Em 1415, os portugueses fizeram-se ao mar numa épica viagem que os transformaria nos primeiros homens a descobrir as rotas marítimas para a Índia, Brasil, China e Japão. Nas suas inúmeras viagens, muitas foram as trocas efetuadas, o que conduziu a um enriquecimento do país, em muitas áreas, ainda hoje aplicado.
O fim do século XVIII assistiu à tentativa de introdução do "despotismo esclarecido" por parte do Marquês do Pombal, ministro do rei D. José I, que deixaria a sua marca na reconstrução da capital Lisboa (em 1755), destruída por um violento abalo sísmico que causou profunda comoção em toda a Europa.
Portugal é um dos países mais antigos do mundo, nascido em 1143 e cujas fronteiras continentais foram estabelecidas em 1297.
Portugal é um prolongamento das formações montanhosas da Península Ibérica. Na sua fisionomia distinguem-se dois tipos de relevo: a Sul e a Norte do rio Tejo.
A Norte, o relevo é mais acidentado, sendo o terreno escarpado e cortado por vales profundos. A erosão decorrente de fenômenos atmosféricos esculpiu as elevações de terreno, dando-lhes um cunho distinto das da paisagem espanhola.
Entre os rios Minho e Douro estende-se uma cadeia montanhosa, que se ramifica até à linha da costa, deixando uma estreita faixa ribeirinha. Entre o Douro e o Tejo elevam-se os picos mais elevados, a Serra do Marão e a Serra da Estrela (1 993m).
A Sul do Tejo, aparecem as terras mais uniformes, de escasso relevo e pantanosas. A vegetação predominante nesta região limita-se a plantas e arbustos (charnecas) ou a árvores mediterrâneas (sobreiros, azinheiras, figueiras e oliveiras).
A rede hidrográfica é rica, ganhando caudal e importância rios nascidos em Espanha, como os rios Minho, Douro, Tejo e Guadiana que desaguam no Oceano Atlântico. As fozes do Douro e do Tejo constituem importantes ancoradouros, tendo garantido à nação portuguesa uma importante plataforma natural para uma existência vocacionada para o comércio atlântico e ultramarino.
O clima, através do seu efeito na vegetação, divide Portugal.
Tal como em Espanha, estão envolvidos três tipos de influências: atlântica, continental e mediterrânea.
A atlântica é predominante, o que faz com que grande parte do país se insira na zona húmida na Península Ibérica. Isto é especialmente comprovado no noroeste, onde o clima é temperado e chuvoso.
Portugal vê-se influenciado pela benéfica ação dos ventos marítimos, em especial ao longo da sua longa costa de 700 km de extensão.
A humidade declina à medida que nos vamos afastando da costa, predominando no interior o clima de feição continental, à excepção do vale Norte do Tejo, onde o clima se mantém húmido e suave. A região Norte beneficia dos ciclones atlânticos, enquanto as regiões Sul e Este são dominadas pelo anticiclone subtropical, que permite a subida das temperaturas até aos 40º C durante o Verão.
O clima varia de acordo com a altitude e as temperaturas mais elevadas verificam-se, geralmente, nas regiões baixas do sul.
Resumindo, Portugal é um país com um clima que não apresenta temperaturas exorbitantemente altas, nem demasiado baixas. Tudo depende da área e da altura do ano que escolher para fazer a sua visita.
A vegetação de Portugal é uma mistura de espécies atlânticas, europeias e mediterrâneas, variando muito de acordo com a região em que se desenvolvem.
No Norte encontram-se, principalmente, plantas de origem europeia, ao passo que no sul as predominantes são as de origem mediterrânea.
A fauna em Portugal é, novamente, uma mistura das espécies europeias e norte africanas. Tal como em Espanha, a cabra e o porco selvagens e o veado encontram-se no campo. O lobo sobrevive em pequenas zonas da Serra da Estrela e o lince no Alentejo. A raposa, o coelho e a lebre ibérica estão em quase toda a parte.
As espécies de pássaros existentes são muito ricas, porque a Península Ibérica situa-se nas rotas de emigração de Inverno das espécies provenientes do Oeste e da Europa Central. Nas águas atlânticas da costa portuguesa existe muito peixe, especialmente a sardinha europeia. Os crustáceos são mais comuns nas encostas rochosas do norte.
Os portugueses são conhecidos, em todo o mundo, como navegadores e poetas.
Apesar de ter sido formada por variados elementos, a população portuguesa é uma das mais homogéneas na Europa e a maioria (cerca de 95%) é católica.
Menos de 1% da população é Protestante. A população judaica manteve-se sempre muito reduzida, o que fez com que os Judeus se convertessem ou emigrassem.
A dança e a canção representam uma forte componente do modo de vida deste povo tão típico. Cada região tem o seu próprio estilo de dança e cantigas, sendo frequentemente utilizados instrumentos como o acordeão (nas danças populares) e a guitarra portuguesa (no fado).
O fado, conhecido em todo o mundo, espelha a saudade, um dos lados mais românticos e melancólicos do carácter dos habitantes de Portugal.
Humildes, simpáticos e acolhedores, os portugueses cultivam a arte de bem receber, não só nas muitas estruturas destinadas ao turismo, como também nas suas próprias casas, ou não dissesse a canção: "Numa casa portuguesa fica bem pão e vinho sobre a mesa e se à porta alegremente bate alguém, senta-se à mesa com a gente"!
Portugal é uma República desde a queda da monarquia, que se deu em 1910. O status de estado democrático apareceu com a conhecida Revolução do 25 de Abril (de 1974), também denominada Revolução dos Cravos, que deitou a baixo o sistema autoritário estabelecido por António de Oliveira Salazar, em 1932.
As eleições para o Parlamento em Lisboa realizam-se de quatro em quatro anos, semelhança do que acontece com as eleições do Presidente da República, dos Governos regionais e dos concelhos locais.
As eleições são coloridas, barulhentas e divertidas e os candidatos dos vários partidos políticos percorrem todo o país, com atrações artísticas atrás, organizando o que se chama comícios, onde se tenta angariar o maior número possível de votos.
A cultura portuguesa é baseada num passado que remonta aos tempos pré-históricos das invasões dos Romanos e Mouros. Todos eles deixaram as suas marcas, deixando uma rica herança de ruínas arqueológicas, tais como o Templo de Diana em Évora, e a típica arquitetura moura de cidades do Sul, como Olhão e Tavira.
Ao longo dos séculos, a arte portuguesa tem sido enriquecida por influências externas. As viagens dos descobridores portugueses contribuíram para que o país ficasse mais aberto às influências orientais e a revelação da riqueza brasileira, em jóias e ouro, influenciou a utilização da "chama" barroca na decoração.
O regime alimentar básico é constituído por peixe, carne, vegetais e fruta.
Apesar de as águas em Portugal serem ricas em peixe fresco, o prato nacional continua a ser o bacalhau seco e salgado, que é muitas das vezes importado. Em alguns países, na altura do Natal, o prato tradicional é o peru, ao passo que em Portugal se come bacalhau cozido, com grão, batatas e couves cozidas e regado com azeite.
É normal que em muitas zonas seja pouco frequente o consumo de carne, apesar do Alentejo ser conhecido pelos seus derivados de porco e Trás-os-Montes, pelas suas carnes curadas.
O pão e os doces - um dos últimos legados da ocupação dos Mouros - apresentam-se numa multiplicidade de formas e especialidades regionais, tais como os Dom Rodrigos do Algarve.
O vinho é a bebida de eleição dos portugueses às refeições.
Portugal é um país essencialmente agrícola, destinando-se 75% da sua produção agrícola e pecuária à exportação.
Fundamentalmente cerealífero, destaca-se o cultivo de trigo e milho, sendo também importantes as produções de azeite, legumes e hortaliças.
A vinicultura domina a atividade agrícola a Norte do Douro (destacando-se o generoso Vinho do Porto), que produz cerca de 15 milhões de Hl anualmente.
Portugal é o maior produtor da Europa de cortiça e tem, igualmente, peso apreciável na produção e exportação de azeite, concentrado de tomate e conservas. A atividade piscatória é importante no conjunto da atividade econômica.
As indústrias têxtil e de calçado são também importantes, assim como as de papel e de mobiliário. A construção e a metalo-mecânica têm-se expandido gradualmente, sendo de assinalar as condições naturais que favorecem o crescente desenvolvimento da indústria turística, fonte preciosa de vultuosas quantias em moeda estrangeira.
Membro da União Europeia desde 1986, Portugal goza, atualmente, de um crescimento econômico saudável.
Fonte: www.portugal-live.net
A Arquitetura Popular Portuguesa marcou a arquitetura portuguesa dos anos 50 que prevaleceu até ao final do Salazarismo.

Assiste-se hoje, em Portugal, a um fenômeno
complementar e inovador, a arquitetura contemporânea, no âmbito da arquitetura
portuguesa que, contrapõe a, conceitos velhos e conservadores de tradições
e modos de operar, a uma intenção afirmada, de inovar o espaço e construi-lo
com conceitos, materiais e técnicas que permitam viver em pleno a contemporaneidade.
A arquitetura contemporânea cruza várias gerações em simultâneo que marcaram
e continuam a marcar arquitetura portuguesa, desde meados do século XX até
aos nossos dias. Fernando Távora, Manuel Tainha, Álvaro Siza, Vítor Figueiredo,
Gonçalo Byrne, Eduardo Souto Moura, Filipe Oliveira Dias, Tomás Taveira e
Carrilho da Graça são os arquitetos que traduzem o que de melhor se produz,
de arquitetura, em Portugal. No entanto, estes projetos totalizam uma pequeníssima
parte das construções efetuadas no país.

Na literatura portuguesa, é eminente a poesia, estando entre
os maiores poetas portugueses de todos os tempos Luís de Camões e Fernando
Pessoa, aos quais se pode acrescentar Eugénio de Andrade, Florbela Espanca,
Cesário Verde, António Ramos Rosa, Mário Cesariny, Antero de Quental e Herberto
Helder, entre outros.
Na prosa, Damião de Góis, o Padre António Vieira, Almeida Garrett, Eça de
Queirós, Camilo Castelo Branco, Miguel Torga, Fernando Namora, José Cardoso
Pires, António Lobo Antunes, José Luís Peixoto e José Saramago (Nobel de Literatura)
são nomes de grande relevo. No teatro, destaca-se a figura maior de Gil Vicente,
António José da Silva - dito "o Judeu" - e Bernardo Santareno.
A música tradicional portuguesa é variada e muito rica. Do folclore fazem parte as danças do vira, do Minho, dos Pauliteiros de Miranda, da zona mirandesa, do Corridinho do Algarve ou do Bailinho, da Madeira. Instrumentos típicos são o cavaquinho, a gaita-de-foles, o acordeão, o violino, os tambores, a guitarra portuguesa (instrumento característico do fado) e uma variedade de instrumentos de sopro e percussão. Ainda na cultura popular existem as bandas filarmônicas que representam cada localidade e tocam vários estilos de música, desde a popular à clássica, sendo as bandas portuguesas das que melhor qualidade artística têm.

O mais conhecido estilo de música português é o Fado, cuja intérprete mais célebre foi Amália Rodrigues. Outros cantores como Alfredo Marceneiro, Vicente da Câmara, Nuno da Câmara Pereira, Frei Hermano da Câmara, António Pinto Basto e Hermínia Silva também se distinguiram como fadistas. No entanto, o Fado tem também nos últimos anos assistido ao aparecimento de jovens cantores que atingem grande êxito, como Camané, Mariza, Ana Moura, Mafalda Arnauth e Mísia, entre outros, bem como de jovens guitarristas como Bernardo Couto.
Recentemente, através dos Madredeus e de cantores como Mariza ou Dulce Pontes, a música portuguesa tem atingido um patamar de reconhecimento internacional e tem ajudado a divulgar a língua portuguesa em todo o mundo.
A nível de instrumentistas merece realce a carreira e composições do guitarrista Carlos Paredes, o mais conhecido mestre de guitarra portuguesa.
Referências da canção de finais do século XX (principalmente do período pré e pós-revolucionário) são Zeca Afonso, Sérgio Godinho, os Trovante entre outros. Mesmo sendo ainda o fado o género mais conhecido além fronteiras, a "nova" música portuguesa também tem um papel importante, demonstrando grande originalidade. Mafalda Veiga, Sara Tavares, Cristina Branco, Lúcia Moniz, Jorge Palma, Rui Veloso, Clã, GNR, Ornatos Violeta, Xutos & Pontapés, Moonspell, Da Weasel, Tiago Bettencourt, Fingertips e Primitive Reason são apenas alguns dos nomes mais conhecidos, indo do rock, à pop-eletrônica e ao rap, entre outros estilos.
A música erudita portuguesa constitui um capítulo importante da música ocidental. Ao longo dos séculos, sobressaíram nomes de compositores e intérpretes como os trovadores Martim Codax e D. Dinis, os polifonistas Duarte Lobo, Filipe de Magalhães, Manuel Cardoso e Pedro de Cristo, o organista Manuel Rodrigues Coelho o compositor e cravista Carlos Seixas, a cantora Luísa Todi, o sinfonista e pianista João Domingos Bomtempo ou o compositor e musicólogo Fernando Lopes Graça.
O período de ouro da música portuguesa coincidiu, discutivelmente, com o apogeu da polifonia clássica no século XVII (Escola de Évora, Santa Cruz de Coimbra). Entre as grandes referências atuais, pontificam os nomes dos pianistas Artur Pizarro, Maria João Pires, Olga Prats e Sequeira Costa, da violetista Anabela Chaves, do violinista Carlos Damas, do compositor Emmanuel Nunes, do compositor e maestro Álvaro Cassutto. As orquestras sinfônicas mais importantes são a Orquestra da Fundação Gulbenkian, a Orquestra Nacional do Porto e a Orquestra Sinfônica Portuguesa. No que diz respeito à ópera, o Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa é o mais representativo.
A gastronomia é muito rica em variedade e do agrado de nacionais e estrangeiros em geral. Cada zona do país tem os seus pratos típicos, incluindo os mais diversificados alimentos, passando pelas carnes de gado, carneiro, porco e aves, pelos variados enchidos, pelas diversas espécies de peixe fresco e marisco (grande variedade de pratos de bacalhau). Entre os queijos sobressaem os da Serra da Estrela e de Azeitão, entre muitos outros.

Portugal é um país fortemente vinícola, sendo célebres os vinhos do Douro, do Alentejo e do Dão, os vinhos verdes do Minho, e os licorosos do Porto e da Madeira. Em doçaria, e por entre uma enorme variedade de receitas tradicionais, são muito famosos os chamados pastéis de Belém, mantendo-se o segredo da sua confecção bem guardado, assim como os ovos moles de Aveiro, o pastel de Tentúgal, a sericaia ou o pão-de-ló de Ovar, a par de muitos outros.
De entre os pratos típicos, são de destacar o cozido à portuguesa, o bacalhau Brás, à Gomes de Sá ou em pastéis, as espetadas da Madeira, o cozido vulcânico dos Açores (São Miguel), o leitão assado à moda da Bairrada os rojões de Aveiro e do Minho, a chanfana da Beira, a carne de porco à alentejana, os peixes grelhados (em todo o país), as tripas (da região do Porto), as pataniscas (da região de Lisboa) ou o gaspacho (do Alentejo e Algarve). A cozinha portuguesa influenciou também outras gastronomias, tais como a japonesa, com a introdução da tempura.
O futebol é o mais conhecido, amado e praticado desporto em Portugal. O lendário Eusébio é ainda um grande símbolo da história do futebol português e os mais recentes fenômenos de popularidade Luís Figo, Vítor Baía, Rui Costa, João Vieira Pinto e Cristiano Ronaldo estão entre os numerosos exemplos de outros futebolistas de renome mundial nascidos em Portugal.
As modalidades desportivas em que o país mais se destaca a nível internacional são, além do futebol, a vela, equitação, o judo, o ciclismo, a esgrima, o hóquei em patins, o atletismo e o tiro. Portugal participou em todos os Jogos Olímpicos de Verão desde os Jogos de 1912, tendo tido 4 medalhas de ouro em atletismo (Carlos Lopes nos Jogos de 1984, Rosa Mota nos Jogos de 1988, Fernanda Ribeiro nos Jogos de 1996 e Nelson Évora nos Jogos de 2008) e numerosas medalhas de prata e bronze nos restantes desportos.
O Algarve, no Sul de Portugal, é por excelência um pólo turístico internacional, de muitos nacionais e europeus, sobretudo britânicos. O clima e a temperatura da água são os principais fatores que contribuem para o grande crescimento do turismo nesta região.

á Lisboa atrai muitos turistas pela história e pelo recheio de monumentos (como o Aqueduto das Águas Livres, a Sé Catedral, a Baixa Pombalina, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos). Os seus grandes pontos turísticos são os museus nacionais de Arte Antiga, dos Coches e do Azulejo, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro Cultural de Belém e o Teatro Nacional de São Carlos. De destacar também o Oceanário de Lisboa, a diversão nocturna e toda a área envolvente ao recinto da Exposição Mundial de 1998.
A Península de Setúbal tem várias características naturais e culturais destacando-se a Serra da Arrábida, as praias de Almada e Sesimbra, a baía natural do Seixal, as salinas de Alcochete, os moinhos de maré, as embarcações típicas do Tejo e Sado, as antigas vilas piscatórias e toda a fauna e flora ribeirinha.
No norte, o Porto é uma cidade que vem conquistando um lugar de relevo no panorama cultural do país e da Europa. Foi Capital Europeia da Cultura em 2001.
A Fundação de Serralves e a Casa da Música são de visita obrigatória, bem como a Torre dos Clérigos (ex-libris da cidade) e a Sé destacando-se também o Teatro Nacional São João, os Jardins do Palácio de Cristal e toda a zona do centro histórico.
A Madeira é também um pólo turístico internacional, todo o ano, tanto pelo seu clima ameno e paisagens exuberantes, como pelo seu réveillon com o maior espetáculo de fogo-de-artifício do mundo, as suas flores, o internacionalmente conhecido Vinho da Madeira e a sua característica gastronomia.

Na lista do Patrimônio Mundial encontram-se os centros históricos do Porto, Angra do Heroísmo, Guimarães, Évora e Sintra. São também Patrimônio Mundial o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Mosteiro de Alcobaça, o Mosteiro da Batalha, o Convento de Cristo em Tomar, os sítios de arte rupestre do Vale do Côa, a floresta laurissilva da Ilha da Madeira, e as paisagens vitivinícolas da Ilha do Pico e do Alto Douro Vinhateiro.
O Algarve e a Madeira também são locais de eleição por turistas estrangeiros e nacionais para a prática de golfe, desporto para cuja prática o país apresenta excelentes condições.
Portugal é também um pais onde se pratica, além de muitos outros desportos, surf. Entre os melhores spots estão o Guincho, Peniche, Ericeira, Carcavelos, São Pedro e São João do Estoril, Costa da Caparica e São Torpes.
Outras atrações importantes turísticas são as cidades de Braga (Centro Histórico, Bom Jesus e Bracalândia), Bragança (Centro Histórico, Castelo e Teatro Municipal), Chaves (centro histórico e termas), Coimbra (universidade, judiaria e Portugal dos Pequenitos), Vila Real (Solar de Mateus e Teatro Municipal), Covilhã e região envolvente (Serra da Estrela), as Aldeias Históricas da Beira Baixa e Beira Alta, Monsaraz e Marvão.
A floresta portuguesa potencia também a utilização turística, sendo de destacar o único parque nacional português (Parque Nacional da Peneda-Gerês).
Fonte: www.hoteisemportugal.com