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Primeiros Socorros

 

Primeiros socorros é a prestação de atendimento imediato a uma vítima com uma lesão ou doença, geralmente feita por uma pessoa leiga, e realizada dentro de uma faixa limitada habilidade.

Primeiros socorros é realizado normalmente até a lesão ou doença está satisfatoriamente resolvida (como no caso de pequenos cortes, pequenas contusões, e bolhas) ou até que o próximo nível de cuidados, tais como um paramédico ou médico, chega.

O primeiros socorros, como ensinado para o socorrista deve ajudar a estabilizar o estado da pessoa, isto é, para permitir que aguardam ajuda em condições que podem afetar o menos possível estado de saúde da vítima.

Definição

Primeiros socorros representando todos assistência às vítimas de um acidente de técnicas, um desastre, um problema de saúde ou um problema social no curto prazo comprometer a sua saúde.

Estas técnicas dar respostas eficazes a vida em risco e como objetivo minimizar o impacto, garantindo a sobrevivência das pessoas, dando-lhes os primeiros socorros.

Primeiros socorros é o elo inicial no alívio a montante da cadeia para apoiar os serviços de emergência especializados.

As técnicas de primeiros socorros podem ser aplicadas em muitas áreas. Em particular, eles podem se referir a toda a primeiros socorros e emergência dispensados a doentes e feridos por uma pessoa que não é necessariamente o médico quando a vida de uma pessoa é ameaçada por uma assistência médica de acidente, doença ou disfunção do corpo, tal desconforto.

Fonte: www.portalsaofrancisco.com.br

Primeiros Socorros

Introdução

Os Primeiros Socorros ou socorro básico de urgência são as medidas iniciais e imediatas dedicadas à vítima, fora do ambiente hospitalar, executadas por qualquer pessoa, treinada, para garantir a vida, proporcionar bem-estar e evitar agravamento das lesões existentes.

A prestação dos Primeiros Socorros depende de conhecimentos básicos, teóricos e práticos por parte de quem os está aplicando.

O restabelecimento da vítima de um acidente, seja qual for sua natureza, dependerá muito do preparo psicológico e técnico da pessoa que prestar o atendimento.

O socorrista deve agir com bom senso, tolerância e calma.

O primeiro atendimento mal sucedido pode levar vítimas de acidentes a seqüelas irreversíveis.

O bom samaritano

Para ser um socorrista é necessário ser um bom samaritano, isto é, aquele que presta socorro voluntariamente, por amor ao seu semelhante. Para tanto é necessário três coisas básicas, mãos para manipular a vítima, boca para acalmá-lá, animá-lá e solicitar socorro, e finalmente coração para prestar socorro sem querer receber nada em troca.

Requisitos básicos de um socorrista

Análise primária

1- Verifique a inconsciência.
2- Abra as vias aéreas respiratórias.
3- Verifique a respiração.
4- Verifique os batimentos cardíacos.
5- Aplicar colar cervical (inconsciente)..

Análise secundária

1- Proceda o exame da cabeça aos pés.
2- Questione a vítima (se possível).
3- Questione as testemunhas (se houver).

Primeiros Socorros
Primeiros socorros

Colocação do colar cervical

P= 4 dedos
M= 4,5 dedos
G= 5 dedos
Nota: Regulável

Primeiros Socorros
Primeiros socorros

Parada cardiorrespiratória

É a ausência das funções vitais, movimentos respiratórios e batimentos cardíacos. A ocorrência isolada de uma delas só existe em curto espaço de tempo; a parada de uma acarreta a parada da outra. A parada cardiorrespiratória leva à morte no período de 3 a 5 minutos.

Sinais e sintomas

Inconsciência
Ausência de movimentos respiratórios e batimentos cardíacos.

Freqüência respiratória por minuto

HOMEM: 15 A 20 RESPIRAÇÕES
MULHER:
18 A 20 RESPIRAÇÕES
CRIANÇA:
20 A 25 RESPIRAÇÕES
LATENTE:
30 A 40 RESPIRAÇÕES

Freqüência cardíaca em batimentos por minuto

HOMEM: 60 A 70 BATIMENTOS
MULHER:
65 A 80 BATIMENTOS
CRIANÇA:
120 A 125 BATIMENTOS
LATENTE:
125 A 130 BATIMENTOS

Reanimação cárdio pulmonar

1 ou 2 Socorristas

Primeiros Socorros
Primeiros socorros

PROCEDA 04 CICLOS E REPITA A ANÁLISE PRIMÁRIA

Insolação

Ocorre devido à exposição prolongada dos raios solares sobre o indivíduo.

Sinais e sintomas

Temperatura do corpo elevada.
Pele quente, avermelhada e seca.
Diferentes níveis de consciência.
Falta de ar.
Desidratação.
Dor de cabeça, náuseas e tontura.

Primeiros socorros

Remover a vítima para lugar fresco e arejado.
Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo, envolvendo-a com toalhas umedecidas.
Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma freqüente.
Mantê-la deitada.
Avaliar nível de consciência, pulso e respiração.
Providenciar transporte adequado.
Encaminhar para atendimento hospitalar

Intermação

Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (fundições, padarias, caldeiras etc.) intenso trabalho muscular.

Sinais e sintomas

Temperatura do corpo elevada.
Pele quente, avermelhada e seca.
Diferentes níveis de consciência.
Falta de ar.
Desidratação.
Dor de cabeça, náuseas e tontura.
Insuficiência respiratória.

Primeiros socorros

Remover a vítima para lugar fresco e arejado.
Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo, aplicando compressas de pano umedecido com água.
Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado.
Avaliar nível de consciência, pulso e respiração.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Desmaio

É a perda súbita e temporária da consciência e da força muscular, geralmente devido à diminuição de oxigênio no cérebro, tendo como causas: hipoglicemia, fator emocional, dor extrema, ambiente confinado, etc.

Sinais e sintomas:

Tontura.
Sensação de mal estar.
Pulso rápido e fraco.
Respiração presente de ritmos variados.
Tremor nas sobrancelhas.
Pele fria, pálida e úmida.
Inconsciência superficial

Primeiros socorros:

Colocar a vítima em local arejado e afastar curiosos.
Deitar a vítima se possível com a cabeça mais baixa que o corpo.
Afrouxar as roupas.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Convulsão

Perda súbita da consciência acompanhada de contrações musculares bruscas e involuntárias, conhecida popularmente como “ataque”.

Causas variadas: epilepsia, febre alta, traumatismo craniano, etc.

Sinais e sintomas:

Inconsciência.
Queda abrupta da vitima.
Salivação abundante e vômito.
Contração brusca e involuntária dos músculos.
Enrijecimento da mandíbula, travando os dentes.
Relaxamento dos esfíncteres (urina e/ou fezes soltas).
Esquecimento.

Primeiros socorros:

Colocar a vítima em local arejado, calmo e seguro.
Proteger a cabeça e o corpo de modo que os movimentos involuntários não causem lesões.
Afastar objetos existentes ao redor da vitima.
Lateralizar a cabeça em caso de vômitos.
Afrouxar as roupas e deixar a vítima debater-se livremente.
Nas convulsões por febre alta diminuir a temperatura do corpo, envol-vendo-o com pano embebido por água.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Ferimentos externos

São lesões que acometem as estruturas superficiais ou profundas do organismo com grau de sangramento, laceração e contaminação variável.

Sinais e sintomas:

Dor e edema local.
Sangramento.
Laceração em graus variáveis.
Contaminação se não adequadamente tratado.

Primeiros socorros:

Priorizar o controle do sangramento.
Lavar o ferimento com água.
Proteger o ferimento com pano limpo, fixando-o sem apertar.
Não remover objetos empalados.
Não colocar qualquer substância estranha sobre a lesão.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Hemorragias

É a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sanguíneo (artérias, veias e capilares).

Toda hemorragia deve ser controlada imediatamente.

A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 minutos.

Como reconhecer o sangramento

Primeiros Socorros
Arterial

Primeiros Socorros
Venoso

Primeiros Socorros
Capilar

Hemorragia externa

Sinais e sintomas:

Sangramento visível.
Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea.
Palidez de pele e mucosa.

Primeiros socorros:

Comprimir o local com um pano limpo.
Elevar o membro quando possível.
Comprimir os pontos arteriais.
Prevenir o estado de choque.
Aplicar torniquete (amputação, esmagamento de membro).
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Hemorragia interna

Sinais e sintomas:

Sangramento geralmente não visível.
Nível de consciência variável dependente da intensidade e local do sangramento.

Primeiros socorros:

Manter a vítima aquecida e deitada, acompanhando os sinais vitais e atuando adequadamente nas intercorrências.
Agilizar o encaminhamento para o atendimento hospitalar.

Hemorragia nasal

Sinais e sintomas:

Sangramento nasal visível.

Primeiros socorros:

Colocar a vítima sentada, com a cabeça ligeiramente voltada para trás, e apertar-lhe a(s) narina (s) durante cinco minutos.
Caso a hemorragia não ceda, comprimir externamente o lado da narina que está sangrando e colocar um pano ou toalha fria sobre o nariz. Se possível, usar um saco com gelo.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Estado de choque

É a falência do sistema cardiocirculatório devido à causas variadas, proporcionando uma inadequada perfusão e oxigenação dos tecidos.

Sinais e sintomas:

Inconsciência profunda.
Pulso fraco e rápido.
Aumento da freqüência respiratória.
Perfusão capilar lenta ou nula.
Tremores de frio.

Primeiros socorros:

Colocar a vítima em local arejado, afastar curiosos e afrouxar as roupas.
Manter a vítima deitada com as pernas mais elevadas.
Manter a vítima aquecida.
Lateralizar a cabeça em casos de vômitos.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Queimaduras

Queimadura é uma lesão produzida no tecido de revestimento do organismo, por agentes térmicos, elétricos, produtos químicos, irradiação ionizante e animais peçonhentos.

Sinais e sintomas:

1º Grau

Atinge somente a epiderme.
Dor local e vermelhidão da área atingida.

2º Grau

Atinge a epiderme e a derme.
Apresenta dor local, vermelhidão e bolhas d’água.

3º Grau

Atinge a epiderme, derme e alcança os tecidos mais profundos, podendo chegar até o ósso

Primeiros socorros:

Isolar a vítima do agente agressor.
Diminuir a temperatura local, banhando com água fria (1ºGrau).
Proteger a área afetada com plástico.
Não perfurar bolhas, colocar gelo, aplicar medicamentos, nem produtos caseiros.
Retirar parte da roupa que esteja em volta da área queimada.
Retirar anéis e pulseiras, para não provocar estrangulamento ao inchar.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Queimaduras nos olhos

Primeiros socorros:

Lavar os olhos com água em abundância durante vários minutos.
Vedar o(s) olho(s) atingido(s) com pano limpo.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Corpo estranho nos olhos

É a introdução acidental de poeiras, grãos diversos, etc. Na cavidade dos glóbulos oculares.

Sinais e sintomas:

Dor.
Ardência.
Vermelhidão.
Lacrimejamento.

Primeiros socorros:

Não esfregar os olhos.
Lavar o olho com água limpa.
Não remover o corpo estranho manualmente.
Se o corpo estranho não sair com a lavagem, cobrir os dois olhos com pano limpo.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Intoxicações e envenenamentos

O envenenamento ou intoxicação resulta da penetração de substância tóxica/nociva no organismo através da pele, aspiração e ingestão.

Sinais e sintomas:

Dor e sensação de queimação nas vias de penetração e sistemas correspondentes.
Hálito com odor estranho.
Sonolência, confusão mental, alucinações e delírios, estado de coma.
Lesões cutâneas.
Náuseas e vômitos.
Alterações da respiração e do pulso.

Primeiros socorros

Pele

Retirar a roupa impregnada.
Lavar a região atingida com água em abundância.
Substâncias sólidas devem ser retiradas antes de lavar com água.
Agasalhar a vítima.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Aspiração

Proporcionar a ventilação.
Abrir as vias áreas respiratórias.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Ingestão

Identificar o tipo de veneno ingerido.
Provocar vômito somente quando a vítima apresentar-se consciente, oferecendo água.
Não provocar vômitos nos casos de inconsciência, ingestão de soda cáustica, ácidos ou produtos derivados de petróleo.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Picadas e ferroadas de animais peçonhentos

Animais peçonhentos são aqueles que introduzem no organismo humano substâncias tóxicas. Por exemplo, cobras venenosas, aranhas e escorpiões.

Se possível deve-se capturar ou identificar o animal que picou a vítima, mas sem perda de tempo com esse procedimento. Na dúvida, tratar como se o animal fosse peçonhento.

Sinais e sintomas:

Marcas da picada.
Dor, inchaço.
Manchas roxas, hemorragia.
Febre, náuseas.
Sudorese, urina escura.
Calafrios, perturbações visuais.
Eritema, dor de cabeça.
Distúrbios visuais.
Queda das pálpebras.
Convulsões.
Dificuldade respiratória.

Primeiros socorros - Cobras:

Manter a vítima deitada. Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção de veneno.
Se a picada for na perna ou braço, mantenha-os em posição mais baixa que o coração.
Lavar a picada com água e sabão.
Colocar gelo ou água fria sobre o local.
Remover anéis, relógios, prevenindo assim complicações decorrentes do inchaço.
Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para que possa receber o soro em tempo.
Não fazer garroteamento ou torniquete.
Não cortar ou perfurar o local da picada.

Medidas preventivas:

Usar botas de cano longo e perneiras.
Proteger as mãos com luvas de raspa ou vaqueta.
Combater os ratos.
Preservar os predadores.
Conservar o meio ambiente.

Sinais e sintomas - Escorpiões/Aranhas:

Dor.
Eritema.
Inchaço.
Febre.
Dor de cabeça.

Primeiros socorros:

Os mesmos utilizados nas picadas de cobras.
Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para avaliar a necessidade de soro específico.

Medidas preventivas:

Usar botas de cano longo e perneiras.
Proteger as mãos com luvas de raspa ou vaqueta.
Combater os ratos.
Preservar os predadores.
Conservar o meio ambiente.

Picadas e ferroadas de insetos

Há pessoas alérgicas que sofrem reações graves ou generalizadas, devido a picadas de insetos (abelhas e formigas).

Sinais e sintomas:

Eritema local que pode se estender pelo corpo todo.
Prurido.
Dificuldade respiratória (Edema de glote).

Primeiros socorros:

Retirar os ferrões introduzidos pelo inseto sem espremer.
Aplicar gelo ou lavar o local da picada com água corrente.
Encaminhar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para avaliar a necessidade de soro específico.

Choque elétrico

É o fenômeno da passagem da corrente elétrica pelo corpo quando em contato com partes energizadas.

Sinais e sintomas:

Parada cardiorrespiratória.
Queimaduras.
Lesões traumáticas.

Primeiros socorros:

Interromper imediatamente o contato da vítima com a corrente elétrica, utilizando luvas isolantes de borracha de acordo com a classe de tensão, com luvas de cobertura ou bastão isolante.
Certificar-se de estar pisando em chão seco, se não estiver usando botas com solado isolante.
Realizar avaliação primária (grau de consciência, respiração e pulsação).
Aplicar as condutas preconizadas para parada cardiorrespiratória, queimaduras e lesões traumáticas.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Fratura

Fratura é o rompimento total ou parcial de qualquer osso.

Existem dois tipos de fratura:

Fechadas: sem exposição óssea.
Expostas: o osso está ou esteve exposto.

Identificando uma fratura

Compare o membro supostamente fraturado com o correspondente não comprometido.

Procure a presença de:

Deformações.
Inchaço.
Espasmo da musculatura.
Feridas.
Palidez.

Procure a presença de:

Dor à manipulação.
Creptação óssea.
Enchimento capilar lento.
Diminuição da sensibilidade.
Redução da temperatura.

Primeiros socorros:

Fraturas Fechadas:

Imobilizar com tala ou material rígido

Fraturas Expostas:

Cobrir o ferimento com pano limpo.
Estancar o sangramento.
Prevenir contra o estado de choque.
Não Movimente a parte fraturada.
Não de nada de comer ou beber à vítima.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Entorse-distensão-luxação

Entorse é a separação momentânea das superfícies ósseas articulares, provocando o estiramento ou rompimento dos ligamentos.
Distensão
é o rompimento ou estiramento anormal de um músculo ou tendão.
Luxação
é a perda de contato permanente entre duas extremidades ósseas numa articulação.

Sinais e sintomas:

Dor local intensa.
Dificuldade em movimentar a região afetada.
Hematoma.
Deformidade da articulação.
Inchaço.

Primeiros socorros:

Manipular o mínimo possível o local afetado.
Não colocar o osso no lugar.
Proteger ferimentos com panos limpos e controlar sangramentos nas lesões expostas.
Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima.
Se possível, aplicar bolsa de gelo no local afetado.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Lesões da coluna vertebral

A coluna vertebral é composta de 33 vértebras sobrepostas, localizada do crânio ao cóccix, e no seu interior há a medula espinhal, que realiza a condução dos impulsos nervosos.
As lesões da coluna vertebral mal conduzidas podem produzir lesões graves e irreversíveis de medula, com comprometimento neurológico definitivo (tetraplegia ou paraplegia).
Todo o cuidado deverá ser tomado com estas vitimas para não surgirem lesões adicionais.

Sinais e sintomas:

Dor local intensa.
Diminuição da sensibilidade, formigamento ou dormência em membros inferiores e/ou superiores.
Paralisia dos segmentos do corpo, que ocorrem abaixo da lesão.
Perda do controle esfincteriano (urina e/ou fezes soltas).

Nota: Todas as vitimas inconscientes deverão ser consideradas e tratadas como portadoras de lesões na coluna.

Primeiros socorros:

Cuidado especial com a vítima inconsciente.
Imobilizar o pescoço antes do transporte, utilizando o colar cervical.
Movimentar a vítima em bloco, impedindo particularmente movimentos bruscos do pescoço e do tronco.
Colocar em prancha de madeira.
Encaminhar para atendimento hospitalar.

Transporte de acidentados

O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em resgate (Corpo de Bombeiros, Anjos do Asfalto, outros).

O transporte realizado de forma imprópria poderá agravar as lesões, provocando seqüelas irreversíveis ao acidentado.

A vítima somente deverá ser transportada com técnicas e meios próprios, nos casos onde não é possível contar com equipes especializadas em resgate.

Fonte: www.fundacentro.gov.br

Primeiros Socorros

O que são os primeiros socorros e qual a sua importância nas indústrias?

Primeiros socorros é o cuidado imediato a alguém ferido ou doente, com a finalidade de: preservar a vida, promover a recuperação ou prevenir que o caso piore, portanto trata-se de uma atenção rápida, imediata a uma pessoa que está em perigo de vida, realizando tais cuidados para manter as suas funções vitais e reduzindo seus agravos até que a vitima receba atendimento de emergência adequado. Este pré-atendimento tem fundamental importância, seja nas indústrias ou não, pois evita complicações futuras e pode até salvar vidas. Contudo, deve ser realizado pelo socorrista (profissional que vai fazer o atendimento) que deve ter treinamento e realizar o atendimento em condições seguras para a prestação de socorro. É importante, após realizar o primeiro atendimento, solicitar ou encaminhar a vítima para avaliação médica.

Quando os procedimentos de emergência devem ser realizados e como utilizá-los?

Estes procedimentos devem ser realizados por pessoas treinadas em socorrer as vítimas. Geralmente, as indústrias possuem profissionais capacitados para dar treinamento a todos os funcionários na prestação do atendimento básico. Este treinamento deve ser ministrado por um profissional habilitado e que tenha noções de primeiros socorros. Deve ser utilizado por um profissional, que tenha feito um curso para esta capacitação e, principalmente, que entenda sobre as iniciais dos primeiros socorros ABC. Sendo A - verificar a passagem de ar da vitima, B - observar a respiração e C - verificar a circulação. Estes são os principais passos, por exemplo, para o atendimento em uma reanimação cardiorrespiratória (uma parada cardíaca, que exige profissional habilitado).

Quais são os princípios básicos do atendimento de emergência?

Baseia-se nos três “R”:

Rapidez no atendimento.
Reconhecimento das lesões.
Reparação das lesões.

O que deve ser recomendado aos socorristas?

Procurar sempre conhecer a história do acidente, pedir ou solicitar que seja pedido um resgate especializado enquanto os procedimentos básicos são realizados, sinalizar e isolar o local do acidente e utilizar durante o atendimento, de preferencialmente, luvas e calçados impermeáveis.

Quais os procedimentos adequados de emergência a serem tomados no local do acidente?

Os procedimentos adequados são:

Verificar no local do acidente se não há riscos para o socorrista, como fios elétricos soltos, fumaças, líquidos inflamáveis e objetos cortantes que possam ferir quem vai fazer o atendimento.

Chamar um serviço médico de emergência (geralmente todas as indústrias fornecem este serviço com profissionais da saúde).

Acalmar-se e ganhar a confiança da vitima, avaliar seu estado de consciência e suas lesões e com a ausência destas funções realizar o ABC, sendo que a massagem cárdiaca requer treinamento com um profissional responsável, caso contrário,chamar a emergência o mais rápido possível.

Quais os principais acidentes que podem ocorrer nas indústrias? E como realizar os primeiros socorros nestes casos?

Os principais acidentes que ocorrem são: ferimentos em geral, entorse, fratura, hemorragias, choque elétrico, insolação, intoxicação, queimaduras.

Como realizar os primeiros socorros?

Os primeiros socorros variam de acordo com a lesão, por exemplo:

Ferimentos em geral:

Deve-se lavar com água e sabão se for um ferimento pequeno. Se a extensão do ferimento for maior, deve-se estancar o sangramento e levar a vítima ao serviço de emergência.

Entorse:

A entorse é causada por uma "virada" numa articulação (junta). Uma vitima com entorse sente dor intensa na articulação afetada e surge inchaço no local.
Deve-se imobilizar a articulação e colocar compressas frias no local.

Fratura:

A fratura é uma lesão que quebra o osso. Ela pode ser interna (não há rompimento da pele) e a fratura exposta (o osso perfura a pele e é exposto). Na fratura interna a vitima tem dor intensa, deformação do local afetado, limitação de movimentos e inchaço. Nesse caso, deve se imobilizar o local afetado com tala e acolchoá-las com pano macio, deixar na posição normal se possível (não tente colocar o osso no lugar) e não amarrá-las no local da fratura deixando os dedos de fora para observar a circulação e ver se esta muito apertada.
Na fratura exposta deve-se proteger o ferimento com gaze ou pano limpo antes de imobilizar, para não entrar poeira ou outras substancias que podem favorecer infecções e imobilizar (não tentar colocar o osso no lugar) e procurar socorro medico.

Hemorragias:

Pode ser hemorragia externa (ferimento com saída de sangue para o exterior) ou interna (ferimento profundo nos órgãos internos), com sintomas de suor intenso, pele fria, sede, tonteira. Nas hemorragias externas em geral deve-se estancar os ferimentos com pano limpo. Com ferimentos internos deve-se encaminhar a vítima o mais rápido possível ao atendimento de emergência médica.

Choque elétrico:

Não tocar na vitima sem antes desligar a corrente elétrica, se não for possível, garantir que os pés do socorrista não estejam molhados, para então afastar a vitima do choque elétrico. Usar um material que não conduza corrente elétrica, como borracha ou madeira seca, não aproximar enquanto a corrente elétrica do local não for desligada. Em seguida, deitar a vitima e verificar se está respirando, observando se a língua está obstruindo a passagem de ar e chamar o serviço medico.

Insolação:

Procurar colocar a vitima à sombra, fazer compressas frias sobre a cabeça e envolver seu corpo com pano molhado para baixar a temperatura, deitar a pessoa de costas apoiando a cabeça e os ombros mais alto que o resto do corpo, após o socorro procurar serviço medico.

Intoxicação:

Pode ser a intoxicação por fumaças, gases, agentes químicos e outros. Qualquer intoxicação com produtos químicos e outros devem ser encaminhados rapidamente ao serviço de emergência medica. O socorrista deve ser orientado sobre os produtos que trabalham e utilizam, pois ao retirar qualquer produto do corpo com água, algumas substancias pioram a corrosão. Para evitar prejudicar ainda mais a lesão da vitima, primeiramente retirar a vitima do local e encaminhar ao serviço medico.

Queimadura:

Existem queimaduras de 1°, 2° e 3° grau. A de 1° grau é a mais comum, geralmente deixa a pele avermelhada e ressecada, pode se oferecer água a vitima, colocar compressas frias no local ou ficar um tempo no chuveiro frio. A de 2° grau atinge um pouco as camadas profundas da pele formando bolhas, nesses casos ofereça muito líquido a vitima, aplique compressas frias e encaminhe à emergência.

A de 3° é o caso mais grave, pois acomete todas as camadas da pele e podem alcançar os músculos e ossos. Deve-se então, manter a vitima deitada, lavar bem as mãos antes de tratar as queimaduras, em seguida cortar as roupas que estão próximas à região da queimadura, mas não retirar a roupa que está em cima da queimadura, para evitar agravamento, não fure as bolhas, não aplicar nenhuma substancia sobre a queimadura, se a vitima estiver consciente ofereça muita água para beber (pois há perda de muito liquido) e então chamar a emergência.

Como prevenir tais acidentes de trabalho?

A maioria dos acidentes que ocorrem no local de trabalho pode ser evitada com o uso correto dos EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva) e EPIs (Equipamento de Proteção Individual). Alguns exemplos de EPCs são o cone de sinalização, fita de sinalização e extintor de incêndio. Devem-se utilizar os EPIs necessários para cada ambiente de trabalho, evitando exposições direta com o perigo. Para os EPIs é necessário também fazer treinamento com a equipe de profissionais especialistas da empresa (como utilizar o EPI adequadamente, noções de primeiros socorros e outras palestras). Outra medida básica da prevenção é estar atento ao trabalho realizado, sem se distrair facilmente.

Quais as principais Normas Regulamentadoras (NRs) que auxiliam a reduzir os riscos encontrados no ambiente de trabalho?

A NR-7 - PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional) tem objetivo de rastrear e diagnosticar precocemente os agravos á saúde dos trabalhadores, identificando os riscos á saúde, além de constatar a existência de doenças profissionais ou danos irreversíveis á saúde dos trabalhadores.
A NR-9 - PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais)
preserva a saúde, a integridade do trabalhador, antecipa e reconhece os riscos no ambiente de trabalho.
NR-6 - EPIs (Equipamento de Proteção Individual):
equipamentos destinados à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Fonte: www.prevencaonline.net

Primeiros Socorros

A importância dos primeiros socorros

A grande maioria dos acidentes poderia ser evitada, porém, quando eles ocorrem, alguns conhecimentos simples podem diminuir o sofrimento, evitar complicações futuras e até mesmo salvar vidas.

O fundamental é saber que, em situações de emergência, deve se manter a calma e ter em mente que a prestação de primeiros socorros não exclui a importância de um médico.

Além disso, certifique-se de que há condições seguras o bastante para a prestação do socorro sem riscos para você. Não se esqueça que um atendimento de emergência mal feito pode comprometer ainda mais a saúde da vítima.

O artigo 135 do Código Penal Brasileiro é bem claro: deixar de prestar socorro à vítima de acidentes ou pessoas em perigo eminente, podendo fazê-lo, é crime.

Conceitos preliminares de Socorro de Emergência

Deixar de prestar socorro significa não dar nenhuma assistência à vítima. A pessoa que chama por socorro especializado, por exemplo, já está prestando e providenciando socorro.

Qualquer pessoa que deixe de prestar ou providenciar socorro à vítima, podendo fazê-lo, estará cometendo o crime de omissão de socorro, mesmo que não seja a causadora do evento.

A omissão de socorro e a falta de atendimento de primeiros socorros eficiente são os principais motivos de mortes e danos irreversíveis nas vítimas de acidentes de trânsito.

Os momentos após um acidente, principalmente as duas primeiras horas são os mais importantes para se garantir a recuperação ou a sobrevivência das pessoas feridas.

Todos os seres humanos são possuidores de um forte espírito de solidariedade e é este sentimento que nos impulsiona para tentar ajudar as pessoas em dificuldades. Nestes trágicos momentos, após os acidentes, muitas vezes entre a vida e a morte, as vítimas são totalmente dependentes do auxílio de terceiros.

Acontece que somente o espírito de solidariedade não basta. Para que possamos prestar um socorro de emergência correto e eficiente, precisamos dominar as técnicas de primeiros socorros.

Algumas pessoas pensam que na hora de emergência não terão coragem ou habilidade suficiente, mas isso não deve ser motivo para deixar de aprender as técnicas, porque nunca sabemos quando teremos que utilizá-las.

Socorrista: É como chamamos o profissional em atendimento de emergência. Portanto, uma pessoa que possui apenas o curso básico de Primeiros Socorros não deve ser chamado de Socorrista e sim de atendente de emergência.

Devemos, sempre que possível, preferir o atendimento destes socorristas e paramédicos, que contam com a formação e equipamentos especiais.

Atendimento Especializado

Na maioria das cidades e rodovias importantes é possível acionar o atendimento especializado, que chega ao local do acidente de trânsito em poucos minutos.

O que são primeiros socorros?

Como o próprio nome sugere, são os procedimentos de emergência que devem ser aplicados à uma pessoa em perigo de vida, visando manter os sinais vitais e evitando o agravamento, até que ela receba assistência definitiva.

Quando devemos prestar socorro?

Sempre que a vítima não esteja em condições de cuidar de si própria.

Quais são as primeiras atitudes?

Geralmente os acidentes são formados de vários fatores e é comum quem os presencia, ou quem chega ao acidente logo que este aconteceu, deparar com cenas de sofrimento, nervosismo, pânico, pessoas inconscientes e outras situações que exigem providências imediatas.

Quando não estivermos sozinhos, devemos pedir e aceitar a colaboração de outras pessoas, sempre se deixando liderar pela pessoa que apresentar maior conhecimento e experiência.

Se essa pessoa de maior experiência e conhecimento for você, solicite a ajuda das demais pessoas, com calma e firmeza, demonstrando a cada uma o que deve ser feito, de forma rápida e precisa.

Apesar da gravidade da situação devemos agir com calma, evitando o pânico:

Transmita confiança, tranqüilidade, alívio e segurança aos acidentados que estiverem conscientes, informando que o auxílio já está a caminho.
Aja rapidamente, porém dentro dos seus limites.
Use os conhecimentos básicos de primeiros socorros.
Às vezes, é preciso saber improvisar.

PROCEDIMENTOS INICIAIS PARA ATENDER ACIDENTADOS

É bom saber que o trabalho do socorrista realizado no local do acidente antes da chegada do médico é essencial, podendo significar a diferença entre a vida e morte do paciente.

Portanto a prática dos Primeiros Socorros pode, por exemplo, evitar algum tipo de hemorragia, manter a respiração, impedir que uma lesão se agrave, prevenir o estado de choque, proteger regiões do corpo que sofreram queimaduras além de ter o cuidado necessário com ossos possivelmente fraturados.

O transporte da vitima é outro fator de absoluta relevância. Mas antes de iniciar o atendimento é preciso inspirar confiança e evitar o pânico diante da vítima.

Após seguir todos os procedimentos iniciais, qualquer outro tipo de atendimento é responsabilidade do médico e é preciso aguardar a sua chegada.

Primeiras atitudes diante de um acidente

Geralmente os acidentes são formados de vários fatores e é comum quem os presencia, ou quem chega ao acidente logo que este aconteceu, deparar com cenas de sofrimento, nervosismo, pânico, pessoas inconscientes e outras situações que exigem providências imediatas.

Quando não estivermos sozinhos, devemos pedir e aceitar a colaboração de outras pessoas, sempre se deixando liderar pela pessoa que apresentar maior conhecimento e experiência.

Se essa pessoa de maior experiência e conhecimento for você, solicite a ajuda das demais pessoas, com calma e firmeza, demonstrando a cada uma o que deve ser feito, de forma rápida e precisa. Apesar da gravidade da situação devemos agir com calma, evitando o pânico.

Devemos transmitir confiança, tranqüilidade, alívio e segurança aos acidentados que estiverem conscientes, informando que o auxílio já está a caminho. Agir rapidamente, porém dentro dos seus limites e usando os conhecimentos básicos de primeiros socorros. Às vezes, é preciso saber improvisar.

OMISSÃO DE SOCORRO

Deixar de prestar socorro, ou seja, não dar nenhuma assistência a vítima de acidente ou a pessoa em perigo iminente podendo fazêlo, é crime segundo o artigo 135 do Código Penal Brasileiro.

A omissão ou a falta de um pronto atendimento eficiente são os principais motivos de mortes ou danos irreversíveis em vítimas de acidentes de trânsito.

Primeiros Socorros são os procedimentos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em perigo de vida, visando manter os sinais vitais e evitando o agravamento do seu estado, até que receba assistência especializada.

Fonte: www.fundec.edu.br

Primeiros Socorros

Primeiros Socorros: O que são e porquê aprendê-los

Os Primeiros Socorros são o auxílio imediato a um doente ou ferido até à chegada de ajuda qualificada.

Visa não só as sequelas físicas ou doenças, mas também outros cuidados iniciais, incluindo o apoio psicosocial a pessoas que sofrem traumas emocionais, causados por vicência ou testemunho de uma situação traumática.

Não devem ser considerados como uma alternativa à intervenção dos Serviços de Emergência, mas sim como a primeira fase vital na prestação de ajuda rápida e eficaz.

Nos primeiros minutos, os pequenos gestos corretamente aplicados podem fazer a diferença e melhorar as hipóteses de sobrevivência de uma vítima. Não são apenas técnicas, são um ato de humanidade e o elo chave na construção de uma cidadania global.

A maioria das pessoas não atua perante uma emergência porque não se sente preparada, porque desconhece a necessidade de agir prontamente ou porque tem esperança de que apareça alguém que acuda. Todos temos potencial para salvar vidas!

Frequente um curso de Primeiros Socorros: envolva e proteja a sua família, alerte os seus amigos e contribua ativamente para a sua comunidade.

Fonte: www.esocvp.org

Primeiros Socorros

Atendimento Pré-Hospitalar

O Atendimento Pré Hospitalar (APH), Visa capacitar e treinar as habilidades das pessoas através do aprendizado teórico e pratico das técnicas utilizadas para o pronto atendimento às vitimas de acidentes de qualquer natureza.

O socorrista como é chamado o profissional em atendimento de emergência, vai aprender sobre: Avaliação Primária, Avaliação Secundária, Lesões, Fraturas, Obstrução, de Vias aéreas, Hipotermia, Parada Cárdio-Respiratória, Eletrocussão, Estado de Choque.

A IMPORTÂNCIA DO APRENDIZADO DE PRIMEIROS SOCORROS

A grande maioria dos acidentes poderiam ser evitados, porém, quando eles ocorrem, alguns conhecimentos simples podem diminuir o sofrimento, evitar complicações futuras e até mesmos salvar vidas.

O fundamental é saber que em situações de emergência, deve-se manter a calma e ter em mente que a prestação de Primeiros Socorros não exclui a importância de um profissional médico. Além disso, certifique-se de que há condições seguras o bastante para a prestação do socorro sem risco para o socorrista. Não se esqueça que um atendimento de emergência mal feito pode comprometer ainda mais a saúde da vítima.

O artigo 135 do Código Penal Brasileiro é bem claro: deixar de prestar socorro à vítima de acidentes ou pessoa em perigo eminente, podendo fazê-lo, é crime.

A omissão de socorro e a falta de atendimento de primeiros socorros eficientes são os principais motivos de mortes e danos irreversíveis nas vítimas de acidentes.

Todos os seres humanos são possuidores de um forte espírito de solidariedade e é este sentimento que nos impulsiona para tentar ajudar as pessoas em dificuldades. Nestes trágicos momentos, após os acidentes, muitas vezes entre a vida e a morte, as vítimas são totalmente dependentes do auxílio de terceiros.

Fonte: www.hawkservice.com.br

Primeiros Socorros

Conceito

Toda pessoa que estiver realizando o atendimento de primeiros socorros deve, antes de tudo, atentar para a sua própria segurança.

O impulso de ajudar a outras pessoas não justifica a tomada de atitudes inconseqüentes, que acabem transformando-o em mais uma vítima.

A seriedade e o respeito são premissas básicas para um bom atendimento de primeiros socorros.

Para tanto, evite que a vítima seja exposta desnecessariamente e mantenha o devido sigilo sobre as informações pessoais que ela lhe revele durante o atendimento.

Primeiros Socorros

São os cuidados imediatos prestados a uma pessoa cujo estado físico coloca em perigo a sua vida ou a sua saúde, com o fim de manter as suas funções vitais e evitar o agravamento de suas condições, até que receba assistência médica especializada.

Socorrista

Atividade regulamentada pelo Ministério da Saúde, segundo a portaria n° 824 de 24 de junho de 1999. O socorrista possui um treinamento mais amplo e detalhado que uma pessoa prestadora de socorro.

Urgência

Estado que necessita de encaminhamento rápido ao hospital. O tempo gasto entre o momento em que a vítima é encontrada e o seu encaminhamento deve ser o mais curto possível.

Emergência

Estado grave, que necessita atendimento médico embora não seja necessariamente urgente.

Acidente

Fato do qual resultam pessoas feridas e/ou mortas que necessitam de atendimento.

Incidente

Fato ou evento desastroso do qual não resultam pessoas mortas ou feridas, mas que pode oferecer risco futuro.

Sinal

É a informação obtida a partir da observação da vítima.

Sintoma: É informação a partir de uma relato da vítima.

Aspectos Legais

Omissão do socorro

Segundo o artigo 135 do Código Penal, a omissão de socorro consiste em "Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, em desamparo ou em grave e iminente perigo; não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública."

Pena - detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Parágrafo único:

A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta em morte.

Importante:

O fato de chamar o socorro especializado, nos casos em que a pessoa não possui um treinamento específico ou não se sente confiante para atuar, já descaracteriza a ocorrência de omissão de socorro.

Direitos da pessoa que estiver sendo atendida

O prestador de socorro deve ter em mente que a vítima possui o direito de recusa do atendimento.

No caso de adultos, esse direito existe quando eles estiverem conscientes e com clareza de pensamento. Isto pode ocorrer por diversos motivos, tais como crenças religiosas ou falta de confiança no prestador de socorro que for realizar o atendimento.

Nestes casos, a vítima não pode ser forçada a receber os primeiros socorros, devendo assim certificar-se de que o socorro especializado foi solicitado e continuar monitorando a vítima, enquanto tenta ganhar a sua confiança através do diálogo.

Caso a vítima esteja impedida de falar em decorrência do acidente, como um trauma na boca por exemplo, mas demonstre através de sinais que não aceita o atendimento, fazendo uma negativa com a cabeça ou empurrando a mão do prestador de socorro, deve-se proceder da seguinte maneira:

Não discuta com a vítima.
Não questione suas razões, principalmente se elas forem baseadas em crenças religiosas.
Não toque na vítima, isto poderá ser considerado como violação dos seus direitos.
Converse com a vítima, informe a ela que você possui treinamento em primeiros socorros, que irá respeitar o direito dela de recusar o atendimento, mas que está pronto para auxiliá-la no que for necessário.
Arrole testemunhas de que o atendimento foi recusado por parte da vítima.

No caso de crianças, a recusa do atendimento pode ser feita pelo pai, pela mãe ou pelo responsável legal. Se a criança é retirada do local do acidente antes da chegada do socorro especializado, o prestador de socorro deverá, se possível, arrolar testemunhas que comprovem o fato.

O consentimento para o atendimento de primeiros socorros pode ser formal, quando a vítima verbaliza ou sinaliza que concorda com o atendimento, após o prestador de socorro ter se identificado como tal e ter informado à vítima de que possui treinamento em primeiros socorros, ou implícito, quando a vítima esteja inconsciente, confusa ou gravemente ferida a ponto de não poder verbalizar ou sinalizar consentindo com o atendimento.

Neste caso, a legislação infere que a vítima daria o consentimento, caso tivesse condições de expressar o seu desejo de receber o atendimento de primeiros socorros.

O consentimento implícito pode ser adotado também no caso de acidentes envolvendo menores desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Do mesmo modo, a legislação infere que o consentimento seria dado pelos pais ou responsáveis, caso estivessem presentes no local.

Sinais Vitais e de Apoio

A atividade de primeiros socorros pressupõe o conhecimento dos sinais que o corpo emite e servem como informação para a determinação do seu estado físico.

Alguns detalhes importantes sobre as funções vitais, os sinais vitais e sinais de apoio do corpo humano precisam ser compreendidos.

Sinais Vitais

Sinais vitais são aqueles que indicam a existência de vida. São reflexos ou indícios que permitem concluir sobre o estado geral de uma pessoa.

Os sinais sobre o funcionamento do corpo humano que devem ser compreendidos e conhecidos são:

Temperatura
Pulso
Respiração
Pressão arterial.

Os sinais vitais são sinais que podem ser facilmente percebidos, deduzindo-se assim, que na ausência deles, existem alterações nas funções vitais do corpo.

Temperatura Corporal

A temperatura resulta do equilíbrio térmico mantido entre o ganho e a perda de calor pelo organismo. A temperatura é um importante indicador da atividade metabólica, já que o calor obtido nas reações metabólicas se propaga pelos tecidos e pelo sangue circulante.

A temperatura do corpo humano está sujeita a variações individuais e a flutuações devido a fatores fisiológicos como: exercícios, digestão, temperatura ambiente e estado emocional. A avaliação diária da temperatura de uma pessoa em perfeito estado de saúde nunca é maior que um grau Celsius, sendo mais baixa pela manhã e um pouco elevada no final da tarde. Existe pequena elevação de temperatura nas mulheres após a ovulação, no período menstrual e no primeiro trimestre da gravidez.

Nosso corpo tem uma temperatura média normal que varia de 35,9 a 37,2ºC. A avaliação da temperatura é uma das maneiras de identificar o estado de uma pessoa, pois em algumas emergências a temperatura muda muito.

O sistema termorregulador trabalha estimulando a perda de calor em ambientes de calor excessivo e acelerando os fenômenos metabólicos no frio para compensar a perda de calor. Graças a isto, o homem é um ser homeotérmico que, ao contrário de outros animais, mantêm a temperatura do corpo constante a despeito de fatores externos.

Variação da temperatura do corpo

Estado térmico Temperatura

Sub-normal 34-36
Normal 36-37
Estado febril 37-38
Febre 38-39
Febre alta 39-40
Febre muito alta 40-41

Perda de Calor

O corpo humano perde calor através de vários processos que podem ser classificados da seguinte maneira:

Eliminação - fezes, urina, saliva, respiração.
Evaporação
- a evaporação pela pele (perda passiva) associada à eliminação permitirá a perda de calor em elevadas temperaturas.
Condução
- é a troca de calor entre o sangue e o ambiente. Quanto maior é a quantidade de sangue que circula sob a pele maior é a troca de calor com o meio. O aumento da circulação explica o avermelhamento da pele (hipermia) quando estamos com febre.

Verificação da Temperatura

Oral ou bucal - Temperatura média varia de 36,2 a 37ºC. O termômetro deve ficar por cerca de três minutos, sob a língua, com o paciente sentado, semi-sentado (reclinado) ou deitado. Não se verifica a temperatura de vítimas inconscientes, crianças depois de ingerirem líquidos (frios ou quentes) após a extração dentária ou inflamação na cavidade oral.
Axilar
- Temperatura média varia de 36 a 36,8ºC. A via axilar é a mais sujeita a fatores externos. O termômetro deve ser mantido sob a axila seca, por 3 a 5 minutos, com o acidentado sentada, semi-sentada (reclinada) ou deitada. Não se verifica temperatura em vítimas de queimaduras no tórax, processos inflamatórios na axila ou fratura dos membros superiores.
Retal
- Temperatura média varia de 36,4 a 37,ºC. O termômetro deverá ser lavado, seco e lubrificado com vaselina e mantido dentro do reto por 3 minutos com o acidentado em decúbito lateral, com a flexão de um membro inferior sobre o outro.

Não se verifica a temperatura retal em vítimas que tenham tido intervenção cirúrgica no reto, com abscesso retal ou perineorrafia.

A verificação da temperatura retal é a mais precisa, pois é a que menos sofre influência de fatores externos.

Febre

A febre é a elevação da temperatura do corpo acima da média normal.

Ela ocorre quando a produção de calor do corpo excede a perda.

Tumores, infecções, acidentes vasculares ou traumatismos podem afetar diretamente o hipotálamo e com isso perturbar o mecanismo de regulagem de calor do corpo. Portanto, a febre deve ser vista também como um sinal que o organismo emite. Um sinal de defesa.

Devemos lembrar que pessoas imunodeprimidas podem ter infecções graves e não apresentarem febre.

A vítima de febre apresenta a seguinte sintomatologia:

Inapetência (perda de apetite)
Mal estar
Pulso rápido
Sudorese
Temperatura acima de 40 graus Celsius
Respiração rápida
Hiperemia da pele
Calafrios
Cefaléia (dor de cabeça)

Primeiros socorros para Febre

Aplicar compressas úmidas na testa, cabeça, pescoço, axilas e virilhas (que são as áreas por onde passam os grandes vasos sanguíneos).

Quando o acidentado for um adulto, submetê-la a um banho frio ou cobri-la com coberta fria. Podem ser usadas compressas frias aplicadas sobre grandes estruturas vasculares superficiais quando a temperatura corporal está muito elevada.

O tratamento básico da febre deve ser dirigido para as suas causas, mas em primeiros socorros isto não é possível, pois o leigo deverá preocupar-se em atender os sintomas de febre e suas complicações.

Drogas antipiréticas como aspirina, dipirona e acetaminofen são muito eficientes na redução da febre que ocorre devido a afecções no centro termorregulador do hipotálamo, porém só devem ser usadas após o diagnóstico.

Devemos salientar que os primeiros socorros em casos febris só devem ser feitos em temperaturas muito altas (acima de 400C), por dois motivos já vistos:

A febre é defesa orgânica (é o organismo se defendendo de alguma causa) e
O o tratamento da febre deve ser de suas causas.

Pulso

O pulso é a onda de distensão de uma artéria transmitida pela pressão que o coração exerce sobre o sangue. Esta onda é perceptível pela palpação de uma artéria e se repete com regularidade, segundo as batidas do coração.

Existe uma relação direta entre a temperatura do corpo e a freqüência do pulso. Em geral, exceto em algumas febres, para cada grau de aumento de temperatura existe um aumento no número de pulsações por minuto (cerca de 10 pulsações).

O pulso pode ser apresentado variando de acordo com sua freqüência, regularidade, tensão e volume.

a) Regularidade (alteração de ritmo)

Pulso rítmico: normal
Pulso arrítmico:
anormal

b) Tensão

c) Freqüência - Existe uma variação média de acordo com a idade
d) Volume - Pulso cheio:
normal

Pulso filiforme (fraco): anormal

A alteração na freqüência do pulso denuncia alteração na quantidade de fluxo sanguíneo.

As causas fisiológicas que aumentam os batimentos do pulso são: digestão, exercícios físicos, banho frio, estado de excitação emocional e qualquer estado de reatividade do organismo.

No desmaio / síncope as pulsações diminuem.

Através do pulso ou das pulsações do sangue dentro do corpo, é possível avaliar se a circulação e o funcionamento do coração estão normais ou não.

Pode-se sentir o pulso com facilidade:

Procurar acomodar o braço do acidentado em posição relaxada.

Usar o dedo indicador, médio e anular sobre a artéria escolhida para sentir o pulso, fazendo uma leve pressão sobre qualquer um dos pontos onde se pode verificar mais facilmente o pulso de uma pessoa.
Não usar o polegar para não correr o risco de sentir suas próprias pulsações.
Contar no relógio as pulsações num período de 60 segundos. Neste período deve-se procurar observar a regularidade, a tensão, o volume e a freqüência do pulso.

Existem no corpo vários locais onde se podem sentir os pulsos da corrente sanguínea.

O pulso radial pode ser sentido na parte da frente do punho. Usar as pontas de 2 a 3 dedos levemente sobre o pulso da pessoa do lado correspondente ao polegar, conforme a figura abaixo.

O pulso carotídeo é o pulso sentido na artéria carótida que se localiza de cada lado do pescoço. Posicionam-se os dedos sem pressionar muito para não comprimir a artéria e impedir a percepção do pulso.

Do ponto de vista prático, a artéria radial e carótida são mais fáceis para a localização do pulso, mas há outros pontos que não devem ser descartados.

Respiração

A respiração é uma das funções essenciais à vida. É através dela que o corpo promove permanentemente o suprimento de oxigênio necessário ao organismo, vital para a manutenção da vida.

A respiração é comandada pelo Sistema Nervoso Central.

Seu funcionamento processa-se de maneira involuntária e automática. É a respiração que permite a ventilação e a oxigenação do organismo e isto só ocorre através das vias aéreas desimpedidas.

A observação e identificação do estado da respiração de um acidentado de qualquer tipo de afecção é conduta básica no atendimento de primeiros socorros.

Muitas doenças, problemas clínicos e acidentes de maior ou menor proporção alteram parcialmente ou completamente o processo respiratório. Fatores diversos como secreções, vômito, corpo estranho, edema e até mesmo a própria língua podem ocasionar a obstrução das vias aéreas.

A obstrução produz asfixia que, se prolongada, resulta em parada cardío-respiratória.

O processo respiratório manifesta-se fisicamente através dos movimentos ritmados de inspiração e expiração. Na inspiração existe a contração dos músculos que participam do processo respiratório, e na expiração estes músculos relaxam-se espontaneamente.

Quimicamente existe uma troca de gazes entre os meios externos e internos do corpo. O organismo recebe oxigênio atmosférico e elimina dióxido de carbono.

Esta troca é a hematose, que é a transformação, no pulmão, do sangue venoso em sangue arterial.

Deve-se saber identificar se a pessoa está respirando e como está respirando. A respiração pode ser basicamente classificada por tipo e freqüência.

A freqüência da respiração é contada pela quantidade de vezes que uma pessoa realiza os movimentos combinados de inspiração e expiração em um minuto.

Para se verificar a freqüência da respiração, conta-se o número de vezes que uma pessoa realiza os movimentos respiratórios:

01 inspiração + 01 expiração = 01 movimento respiratório.

A contagem pode ser feita observando-se a elevação do tórax se o acidentado for mulher ou do abdome se for homem ou criança. Pode ser feita ainda contando-se as saídas de ar quente pelas narinas.

A freqüência média por minuto dos movimentos respiratórios varia com a idade se levarmos em consideração uma pessoa em estado normal de saúde.

Por exemplo: um adulto possui um valor médio respiratório de 14 - 20 respirações por minuto (no homem), 16 - 22 respirações por minuto (na mulher), enquanto uma criança nos primeiros meses de vida 40 - 50 respirações por minuto.

Fatores fisiopatológicos podem alterar a necessidade de oxigênio ou a concentração de gás carbônico no sangue.

Isto contribui para a diminuição ou o aumento da freqüência dos movimentos respiratórios. A nível fisiológico os exercícios físicos, as emoções fortes e banhos frios tendem a aumentar a freqüência respiratória. Em contra partida o banho quente e o sono a diminuem.

Algumas doenças cardíacas e nervosas e o coma diabético aumentam a freqüência respiratória. Como exemplo de fatores patológicos que diminuem a freqüência respiratória podemos citar o uso de drogas depressoras.

Os procedimentos a serem observados e os primeiros socorros em casos de parada respiratória serão estudados a frente.

Pressão Arterial

A pressão arterial é a pressão do sangue, que depende da força de contração do coração, do grau de distensibilidade do sistema arterial, da quantidade de sangue e sua viscosidade.

Embora não seja recomendável a instrução a leigos da medição da pressão arterial com o aparelho, para não induzir a diagnósticos não autorizados após a leitura, julgamos necessário descrever de maneira sucinta as características da pressão arterial e a sua verificação.

No adulto normal a pressão arterial varia da seguinte forma:

Pressão arterial máxima ou sistólica - de 100 a 140 mm Hg (milímetros de mercúrio).
Pressão arterial mínima ou diastólica -
de 60 a 90 mm Hg.

A pressão varia com a idade, por exemplo: uma pessoa com a idade entre 17 a 40 anos apresenta a pressão de 140 x 90, já entre 41 a 60 anos apresenta pressão, de 150 x 90 mm de Hg.

A pessoa com pressão arterial alta sofre de hipertensão e apresenta, dentro de certos critérios de medição, pressão arterial mínima acima de 95 mm Hg e pressão arterial máxima acima de 160 mm Hg. A pressão muito baixa (hipotensão) é aquela em que a pressão máxima chega a baixar até a 80 mm Hg.

Uma pessoa com hipertensão deverá ser mantida com a cabeça elevada; deve ser acalmada; reduzir a ingestão de líquidos e sal e ficar sob observação permanente até a chegada do médico.

No caso do hipotenso, deve-se promover a ingestão de líquidos com pitadas de sal, deitá-lo e chamar um médico.

Medição da pressão arterial

Posição da pessoa: Sentada, semi-sentada (reclinada) ou deitada (esta é a melhor posição).

Material: Esfigmomanômetro e estetoscópio.

Técnica:

a) Tranqüilizar a pessoa informando-a sobre a medição de pressão.
b) Braço apoiado ao mesmo nível do coração para facilitar a localização da artéria braquial.
c) Colocar o manguito ao redor do braço, a cerca de 4 dedos da dobra do cotovelo. Prender o manguito.
d) Fechar a saída de ar e insuflar até que o ponteiro atinja a marca de 200 mm Hg. Pode ser necessário ir mais alto.
e) Posicionar o na artéria umeral, abaixo do manguito e ouvir se há batimentos.
f) Abrir a saída de ar lentamente e ouvir os batimentos regulares
g) Anotar a pressão indicada pelo ponteiro que será a Pressão Arterial Máxima.
h) A pressão do manguito vai baixando e o som dos batimentos muda de nítido desaparecendo. Neste ponto deve-se anotar a Pressão Arterial Mínima. Às vezes o ponto de Pressão Mínima coincide com o desaparecimento do som dos batimentos.

Sinais de Apoio

Além dos sinais vitais do funcionamento do corpo humano, existem outros que devem ser observados para obtenção de mais informações sobre o estado de saúde de uma pessoa. São os sinais de apoio; sinais que o corpo emite em função do estado de funcionamento dos órgãos vitais.

Os sinais de apoio podem ser alterados em casos de hemorragia, parada cardíaca ou uma forte batida na cabeça, por exemplo. Os sinais de apoio tornam-se cada vez mais evidentes com o agravamento do estado do acidentado.

Os principais sinais de apoio são:

Dilatação e reatividade das pupilas
Cor e umidade da pele
Estado de consciência
Motilidade e sensibilidade do corpo

Dilatação e Reatividade das Pupilas

A pupila é uma abertura no centro da íris - a parte colorida do olho - e sua função principal é controlar a entrada de luz no olho para a formação das imagens que vemos.

A pupila exposta à luz se contrai. Quando há pouca ou quase nenhuma luz a pupila se dilata, fica aberta. Quando a pupila está totalmente dilatada, é sinal de que o cérebro não está recebendo oxigênio, exceto no uso de colírios midriáticos ou certos envenenamentos.

A dilatação e reatividade das pupilas são um sinal de apoio importante.

Muitas alterações do organismo provocam reações nas pupilas.

Certas condições de "stress", tensão, medo e estados de pré-choque também provocam consideráveis alterações nas pupilas.

Devemos observar as pupilas de uma pessoa contra a luz de uma fonte lateral, de preferência com o ambiente escurecido. Se não for possível deve-se olhar as pupilas contra a luz ambiente.

Cor e Umidade da Pele

A cor e a umidade da pele são também sinais de apoio muito útil no reconhecimento do estado geral de um acidentado. Uma pessoa pode apresentar a pele pálida, cianosada ou hiperemiada (avermelhada e quente).

A cor e a umidade da pele devem ser observadas na face e nas extremidades dos membros, onde as alterações se manifestam primeiro

A pele pode também ficar úmida e pegajosa. Pode-se observar estas alterações melhor no antebraço e na barriga.

Estado de Consciência

Este é outro sinal de apoio importante. A consciência plena é o estado em que uma pessoa mantém o nível de lucidez que lhe permite perceber normalmente o ambiente que a cerca, com todos os sentidos saudáveis respondendo aos estímulos sensoriais.

Quando se encontra um acidentado capaz de informar com clareza sobre o seu estado físico, pode-se dizer que esta pessoa está perfeitamente consciente. Há, no entanto, situações em que uma pessoa pode apresentar sinais de apreensão excessiva, olhar assustado, face contraída e medo.

Esta pessoa certamente não estará em seu pleno estado de consciência.

Uma pessoa pode estar inconsciente por desmaio, estado de choque, estado de coma, convulsão, parada cardíaca, parada respiratória, alcoolismo, intoxicação por drogas e uma série de outras circunstâncias de saúde e lesão.

Na síncope e no desmaio há uma súbita e breve perda de consciência e diminuição do tônus muscular.

Já o estado de coma é caracterizado por uma perda de consciência mais prolongada e profunda, podendo o acidentado deixar de apresentar gradativamente reação aos estímulos dolorosos e perda dos reflexos.

Motilidade e Sensibilidade do Corpo

Qualquer pessoa consciente que apresente dificuldade ou incapacidade de sentir ou movimentar determinadas partes do corpo, está obviamente fora de seu estado normal de saúde. A capacidade de mover e sentir partes do corpo são um sinal que pode nos dar muitas informações.

Quando há incapacidade de uma pessoa consciente realizar certos movimentos, pode-se suspeitar de uma paralisia da área que deveria ser movimentada.

A incapacidade de mover o membro superior depois de um acidente pode indicar lesão do nervo do membro. A incapacidade de movimento nos membros inferiores pode indicar uma lesão da medula espinhal.

O desvio da comissura labial (canto da boca) pode estar a indicar lesão cerebral ou de nervo periférico (facial).

Pede-se à vítima que sorria.

Sua boca sorrirá torta, só de um lado.

Quando um acidentado perde o movimento voluntário de alguma parte do corpo, geralmente ela também perde a sensibilidade no local.

Muitas vezes, porém, o movimento existe, mas o acidentado reclama de dormência e formigamento nas extremidades. É muito importante o reconhecimento destas duas situações, como um indício de que há lesão na medula espinhal.

É importante, também, nestes casos tomar muito cuidado com o manuseio e transporte do acidentado para evitar o agravamento da lesão.

Convém ainda lembrar que o acidentado de histeria, alcoolismo agudo ou intoxicação por drogas, mesmo que sofra acidente traumático, pode não sentir dor por várias horas.

Identificando Riscos

O maior objetivo é dar orientações para que, numa situação de acidente, você possa tomar providências que:

1. Evitem agravamento do acidente, com novas colisões, atropelamentos ou incêndios
2.
Garantam que as vítimas não terão suas lesões agravadas por uma demora no socorro ou uma remoção mal feita.

Sempre, além das providências já vistas (como acionar o socorro, sinalizar o acidente e assumir o controle da situação), você deve também observar os itens complementares de segurança, tendo em mente as seguintes questões:

Eu estou seguro?
Minha família e os passageiros de meu veículo estão seguros?
As vítimas estão seguras?
Outras pessoas podem se ferir?
O acidente pode tomar maiores proporções?

Para isso, é preciso evitar os riscos que surgem em cada acidente, agindo rapidamente para evitá-los

Riscos mais comuns e cuidados iniciais

É só acontecer um acidente que podem ocorrer várias situações de risco.

As principais são:

Novas colisões.
Atropelamentos.
Incêndio.
Explosão.
Cabos de eletricidade.
Óleo e obstáculos na pista.
Vazamento de produtos perigosos.
Doenças infecto-contagiosas.

Novas colisões

Você já viu como sinalizar adequadamente o local do acidente. Seguindo as instruções fica bem reduzida a possibilidade de novas colisões. Porém, imprevistos acontecem. Por isso, nunca é demais usar simultaneamente mais de um procedimento, aumentando ainda mais a segurança.

Atropelamentos

Adote as mesmas providências empregadas para evitar novas colisões. Mantenha o fluxo de veículos na pista livre. Oriente para que curiosos não parem na área de fluxo e que pedestres não fiquem caminhando pela via.

Isole o local do acidente e evite a presença de curiosos.

Faça isso, sempre solicitando auxílio e distribuindo tarefas entre as pessoas que querem ajudar, mesmo que precisem ser orientadas para isso.

Incêndio

Sempre existe o risco de incêndio. E, ele aumenta bastante quando ocorre vazamento de combustível.

Nesses casos é importante adotar os seguintes procedimentos:

Afaste os curiosos.
Se for fácil e seguro, desligue o motor do veículo acidentado.
Oriente para que não fumem no local.
Pegue o extintor de seu veículo e deixe-o, pronto para uso, a uma distância segura do local de risco.
Se houver risco elevado de incêndio e, principalmente com vítimas presas nas ferragens, peça a outros motoristas que façam o mesmo com seus extintores, até a chegada do socorro.

Há dois tipos de extintor para uso em veículo: o do tipo BC, destinado a apagar fogo em combustível e em sistemas elétricos, e o do tipo ABC, que também apaga o fogo em componentes de tapeçaria, painéis, bancos e carroçaria.

O extintor tipo BC deverá ser substituído pelo tipo ABC, a partir de 2005, assim que expirar a validade do cilindro (Resolução 157 Contran).

Verifique o tipo do extintor e a validade do cilindro. Saiba sempre onde ele está em seu veículo. Normalmente, seu lugar é próximo ao motorista para facilitar a utilização.

Dependendo do veículo, ele pode estar fixado no banco sob as pernas do motorista, na lateral próximo aos pedais, na lateral do banco ou sob o painel do lado do passageiro.

Localize o seu e assinale sua posição no espaço reservado no final desta cartilha. Verifique também, como é que se faz para tirá-lo de sua posição, não deixe para ver isso numa emergência.

Nunca um extintor deve ser guardado no porta-malas ou em outro lugar, de difícil acesso. Mantenha sempre seu extintor carregado e com a pressão adequada. Troque a carga conforme a regulamentação de trânsito e também, sempre que o ponteiro do medidor de pressão estiver na área vermelha.

Para usar seu extintor, siga as instruções:

Mantenha o extintor em pé, na posição vertical.
Quebre o lacre e acione o gatilho.
Dirija o jato para a base das chamas e não para o meio do fogo.
Faça movimentos em forma de leque, cobrindo toda a área em chamas.
Não jogue o conteúdo aos poucos. Para um melhor resultado, empregue grandes quantidades de produto, se possível com o uso de vários extintores ao mesmo tempo.

Explosão

Se o acidente envolver algum caminhão de combustível, gás, ou outro material inflamável, que esteja vazando ou já em chamas, a via deve ser totalmente interditada, conforme as distâncias recomendadas e todo o local evacuado.

Cabos de eletricidade

Nas colisões com postes é muito comum que cabos elétricos se rompam e, fiquem energizados, na pista ou mesmo sobre os veículos. Alguns desses cabos são de alta voltagem, e podem causar mortes.

Jamais tenha contato com esses cabos, mesmo que ache que eles não estão energizados.

No interior dos veículos, as pessoas estão seguras, desde que os pneus estejam intactos e não haja nenhum contato com o chão. Se o cabo estiver sobre o veículo, elas podem ser eletrocutadas ao tocar o solo.

Isso já não ocorre se permanecerem no seu interior, pois o mesmo está isolado pelos pneus.

Outro risco é do cabo chicotear próximo a um vazamento de combustível, pois a faísca produzida poderá causar um incêndio.

Mesmo não havendo esses riscos, não mexa nos cabos, apenas isole o local e afaste os curiosos.

Caso exista qualquer dos riscos citados ou alguém eletrocutado, use um cano longo de plástico ou uma madeira seca e, num movimento brusco, afaste o cabo.

Não faça isso com bambu, metal ou madeira molhada.

Nem nunca imagine que o cabo já esteja desligado.

Óleo e obstáculos na pista

Os fragmentos dos veículos acidentados devem ser removidos da pista onde há trânsito de veículos e, se possível, jogue terra ou areia sobre o óleo derramado.

Normalmente isso é feito depois, pelas equipes de socorro, mas se você tiver segurança para se adiantar, pode evitar mais riscos no local.

Vazamento de produtos perigosos

Interdite totalmente a pista e evacue a área, quando veículos que transportam produtos perigosos estiverem envolvidos no acidente e existir algum vazamento. Faça a sinalização como já foi descrito.

Doenças infecto-contagiosas

Hoje, as doenças infecto-contagiosas são uma realidade. Evite qualquer contato com o sangue ou secreções das vítimas nos acidentes.

Tenha sempre em seu veículo, um par de luvas de borracha para tais situações. Podem ser luvas de procedimentos usadas pelos profissionais ou simples luvas de borracha para uso doméstico.

Limpeza da pista

Encerrado o atendimento e não havendo equipes especializadas no local, retire da pista a sinalização de advertência do acidente e outros objetos que possam representar riscos ao trânsito de veículos.

Etapas do Socorro

O atendimento de primeiros socorros pode ser dividido em etapas básicas que permitem a maior organização no atendimento e, portanto, resultados mais eficazes.

Avaliação do Local do Acidente

Esta é a primeira etapa básica na prestação de primeiros socorros.

Ao chegar no local de um acidente, ou onde se encontra um acidentado, deve-se assumir o controle da situação e proceder a uma rápida e segura avaliação da ocorrência.

Deve-se tentar obter o máximo de informações possíveis sobre o ocorrido.

Dependendo das circunstâncias de cada acidente, é importante também:

a) evitar o pânico e procurar a colaboração de outras pessoas, dando ordens breves, claras, objetivas e concisas
b)
manter afastados os curiosos, para evitar confusão e para ter espaço em que se possa trabalhar da melhor maneira possível.

A proteção do acidentado deve ser feita com o mesmo rigor da avaliação da ocorrência e do afastamento de pessoas curiosas ou que visivelmente tenham perdido o autocontrole e possam prejudicar a prestação dos primeiros socorros.

É importante observar rapidamente se existem perigos para o acidentado e para quem estiver prestando o socorro nas proximidades da ocorrência.

Por exemplo:

Fios elétricos soltos e desencapados; tráfego de veículos; andaimes; vazamento de gás; máquinas funcionando.

Devem-se identificar pessoas que possam ajudar.

Deve-se desligar a corrente elétrica; evitar chamas, faíscas e fagulhas; afastar pessoas desprotegidas da presença de gás; retirar vítima de afogamento da água, desde que o faça com segurança para quem está socorrendo; evacuar área em risco iminente de explosão ou desmoronamento.

Avaliar o acidentado na posição em que ele se encontra, só mobilizá-lo com segurança (sem aumentar o trauma e os riscos), sempre que possível deve-se manter o acidentado deitado de costas até que seja examinada, e até que se saiba quais os danos sofridos.

Não se deve alterar a posição em que se acha o acidentado, sem antes refletir cuidadosamente sobre o que aconteceu e qual a conduta mais adequada a ser tomada.

Se o acidentado estiver inconsciente, por sua cabeça em posição lateral antes de proceder à avaliação do seu estado geral.

É preciso tranqüilizar o acidentado e transmitir-lhe segurança e conforto. A calma do acidentado desempenha um papel muito importante na prestação dos primeiros socorros. O estado geral do acidentado pode se agravar se ela estiver com medo, ansiosa e sem confiança em quem está cuidando.

Proteção do Acidentado

Avaliação e Exame do Estado Geral do acidentado.

A avaliação e exame do estado geral de um acidentado de emergência clínica ou traumática é a segunda etapa básica na prestação dos primeiros socorros.

Ela deve ser realizada simultaneamente ou imediatamente à "avaliação do acidente e proteção do acidentado".

O exame deve ser rápido e sistemático, observando as seguintes prioridades:

Estado de consciência: avaliação de respostas lógicas (nome, idade, etc).
Respiração: movimentos torácicos e abdominais com entrada e saída de ar normalmente pelas narinas ou boca.
Hemorragia: avaliar a quantidade, o volume e a qualidade do sangue que se perde. Se é arterial ou venoso.
Pupilas: verificar o estado de dilatação e simetria (igualdade entre as pupilas).
Temperatura do corpo: observação e sensação de tato na face e extremidades.

Deve-se ter sempre uma idéia bem clara do que se vai fazer, para não expor desnecessariamente o acidentado, verificando se há ferimento com o cuidado de não movimentá-lo excessivamente.

Em seguida proceder a um exame rápido das diversas partes do corpo.

Se o acidentado está consciente, perguntar por áreas dolorosas no corpo e incapacidade funcionais de mobilização. Pedir para apontar onde é a dor, pedir para movimentar as mãos, braços, etc.

Cabeça e Pescoço

Sempre verificando o estado de consciência e a respiração do acidentado, apalpar, com cuidado, o crânio a procura de fratura, hemorragia ou depressão óssea.

Proceder da mesma forma para o pescoço, procurando verificar o pulso na artéria carótida, observando freqüência, ritmo e amplitude, correr os dedos pela coluna cervical, desde a base do crânio até os ombros, procurando alguma irregularidade. Solicitar que o acidentado movimente lentamente o pescoço, verificar se há dor nessa região.

Movimentar lenta e suavemente o pescoço, movendo-o de um lado para o outro. Em caso de dor pare qualquer mobilização desnecessária.

Perguntar a natureza do acidente, sobre a sensibilidade e a capacidade de movimentação dos membros visando confirmar suspeita de fratura na coluna cervical.

Coluna Dorsal

Perguntar ao acidentado se sente dor. Na coluna dorsal correr a mão pela espinha do acidentado desde a nuca até o sacro. A presença de dor pode indicar lesão da coluna dorsal.

Tórax e Membros

Verificar se há lesão no tórax, se há dor quando respira ou se há dor quando o tórax é levemente comprimido.

Solicitar ao acidentado que movimente de leve os braços e verificar a existência de dor ou incapacidade funcional. Localizar o local da dor e procurar deformação, edema e marcas de injeções.

Verificar se há dor no abdome e procurar todo tipo de ferimento, mesmo pequeno. Muitas vezes um ferimento de bala é pequeno, não sangra e é profundo, com conseqüências graves.

Apertar cuidadosamente ambos os lados da bacia para verificar se há lesões. Solicitar à vítima que tente mover as pernas e verificar se há dor ou incapacidade funcional.

Não permitir que o acidentado de choque elétrico ou traumatismo violento tente levantar-se prontamente, achando que nada sofreu. Ele deve ser mantido imóvel, pelo menos para um rápido exame nas áreas que sofreram alguma lesão.

O acidentado deve ficar deitado de costas ou na posição que mais conforto lhe ofereça.

Exame do acidentado Inconsciente

O acidentado inconsciente é uma preocupação, pois além de se ter poucas informações sobre o seu estado podem surgir, complicações devido à inconsciência.

O primeiro cuidado é manter as vias respiratórias superiores desimpedidas fazendo a extensão da cabeça, ou mantê-la em posição lateral para evitar aspiração de vômito. Limpar a cavidade bucal.

O exame do acidentado inconsciente deve ser igual ao do acidentado consciente, só que com cuidados redobrados, pois os parâmetros de força e capacidade funcional não poderão ser verificados. O mesmo ocorrendo com respostas a estímulos dolorosos.

É importante ter ciência que nos primeiros cuidados ao acidentado inconsciente a deverá ser mínima.

A observação das seguintes alterações deve ter prioridade acima de qualquer outra iniciativa.

Ela pode salvar uma vida:

Falta de respiração.
Falta de circulação (pulso ausente).
Hemorragia abundante.
Perda dos sentidos (ausência de consciência).
Envenenamento.

Observações:

1.Para que haja vida é necessário um fluxo contínuo de oxigênio para os pulmões. O oxigênio é distribuído para todas as células do corpo através do sangue impulsionado pelo coração.

Alguns órgãos sobrevivem algum tempo sem oxigênio, outros são severamente afetados. As células nervosas do cérebro podem morrer após 3 minutos sem oxigênio.

2.Por isso mesmo é muito importante que algumas alterações ou alguns quadros clínicos, que podem levar a essas alterações, devem ter prioridade quando se aborda um acidentado de vítima de mal súbito.

São elas:

Obstrução das vias aéreas superiores.
Parada cárdio-respiratória.
Hemorragia de grandes volumes.
Estado de choque (pressão arterial, etc).
C omas (perda da consciência).
Convulsões (agitações psicomotoras).
Envenenamento (intoxicações exógenas).
Diabetes mellitus (comas hiper e hipoglicêmicos).
Infarto do miocárdio; e
Queimaduras em grandes áreas do corpo.

3.Toda lesão ou emergência clínica ocorrida dentro do âmbito da Instituição deve ser comunicada ao NUST - Núcleo de Saúde do trabalhador/ DIREH, através de uma ficha de registro específica e anotada no "livro de registro de acidentes".

4.É importante ter sempre disponível os números dos telefones e os endereços de hospitais e de centros de atendimento de emergência; socorro especializado para emergências cardíacas; plantão da Comissão Nacional de Energia Nuclear; locais de aplicação de soros antiveneno de cobra e de outros animais peçonhentos e centro de informações tóxicofarmacológicas.

Fonte: www.saudeeseguranca.com

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