Mede cerca de 32 cm e possui a plumagem verde predominante, com a cabeça negra e a porção inferior das asas cinza escuro, calções vermelhos, garganta e parte superior do peito azuis.
Áreas de palmeirais, campos, cerrados e no Pantanal.
Desde o sudeste da Bolívia, passando pelo Paraguai até o norte da Argentina, aparecendo no Brasil até o sudoeste do Mato Grosso.
Vive em grupos de 6 à 40 aves, em áreas de campo, ás vezes em grandes bandos, costuma andar pelo chão para se alimentar.
Sementes, bagas, frutas, insetos e larvas.
Os ninhos são normalmente feitos em cavidades de palmeiras ou ainda em postes de cercas (certamente devido à redução de locais naturais para reprodução), os ovos são colocados sobre serragem originada das próprias cavidades. A fêmea coloca geralmente 4 ovos e a incubação dura cerca de 24 dias. Os filhotes permanecem no ninho durante 7 semanas e os jovens podem permanecer com os pais após ter deixado o ninho.
Consta na lista oficial de animais ameaçados de extinção do IBAMA. Existem poucas informações disponíveis acerca das maiores ameaças para a espécie. Consta que em Mato Grosso, podem ser avistados (com relativa freqüência) grandes bandos desta ave, às vezes como animal de estimação de populares.
Fonte: www.vivaterra.org.br
Nome Popular: Príncipe-negro
Nome Científico: Nandayus nenday
Peso: 90 a 110g
Tamanho: 30 cm
Expectativa de Vida: 30 anos
Na natureza alimentam-se de sementes, frutos, bagas, nozes e provavelmente matéria vegetal. Em cativeiro, recomenda-se servir ração comercial específica, sementes, frutas e vegetais.
Botam de 3 a 4 ovos, cujo período de incubação é de 21 a 23 dias. Os filhotes deixam o ninho com aproximadamente 8 semanas de vida.
Ocorre no sudeste da Bolívia, sul do Mato Grosso, Paraguai e norte da Argentina.
Verde sendo mais pálido e mais amarelado nas partes dorsais. Cabeça preta e parte superior do peito azul. Penas das pernas vermelhas. Bico preto. Íris marrom-escuro e patas rosa-amarronzado. Não é possível distinguir machos e fêmeas por características externas.
Fonte: www.avedomestica.com
Nome Popular: Príncipe-negro
Nome Científico: Nandayus nenday
Peso: 90 a 110g
Tamanho: 30 cm
Expectativa Vida: Aproximadamente 30 anos
Na natureza alimentam-se de sementes, frutos, bagas, nozes e provavelmente matéria vegetal. Em cativeiro, recomenda-se servir ração comercial específica, sementes, frutas e vegetais.
Botam de 3 a 4 ovos, cujo período de incubação é de 21 a 23 dias. Os filhotes deixam o ninho com aproximadamente 8 semanas de vida.
Ocorre no sudeste da Bolívia, sul do Mato Grosso, Paraguai e norte da Argentina.
Verde sendo mais pálido e mais amarelado nas partes dorsais. Cabeça preta e parte superior do peito azul. Penas das pernas vermelhas. Bico preto. Íris marrom-escuro e patas rosa-amarronzado. Não é possível distinguir machos e fêmeas por características externas.
Fonte: www.casadopapagaio.com.br
Esse é o periquito típico das áreas de Chaco do centro do continente. O Pantanal é o seu limite norte e leste de distribuição, sendo pouco freqüente na RPPN, em virtude da localização próxima à borda de ocorrência. Podem ser observados em vários ambientes abertos, sujeitos à inundação periódica. Possuem, preferência, no entanto, pelos carandazais (a associação entre palmeiras carandás), formação ausente da RPPN. Ocorrem, com maior frequência, na área do Riozinho e rio Cuiabá.

O contraste entre o negro de grande parte da cabeça e bico com o verde do corpo é sua característica principal, sendo uma combinação de cores rara entre os psitacídeos. O peito é levemente azulado, com os calções vermelhos (foto). As longas penas das asas e cauda são negras.
Vive em bandos de poucos até dezenas de indivíduos. Mesmo no período reprodutivo, continua a viver nessas associações. Vários príncipes-negros inspecionam um potencial oco antes da postura dos ovos. Postura de 4 ovos; é desconhecido se mais indivíduos auxiliam o casal a tomar conta dos ovos e filhotes.

Comem frutos, coquinhos, flores e sementes, algumas vezes no solo. Gostam de mangas amadurecendo. Geralmente, pousam em arbustos baixos. Qualquer sinal de alarme dado no grupo faz com que todos levantem vôo e circulem a área. Seus gritos são fortes, altos, graves e parecidos com a jandaia-coroinha.
Fonte: www.avespantanal.com.br
Classificação: Ordem Psittaciformes, Família
Psittacidae
Comprimento: 32 cm
Voz: "Krä..."
Vive nos campos, em bandos soltos de mais de cem indivíduos. Frequentemente anda no solo. Ocorre da Argentina à Bolívia, Paraguai e Brasil.
Bibliografia
Sick, H. 1997. Ornitologia Brasileira. Volume Único, Editora Nova Fronteira.
Fonte: www.informaves.hpg.ig.com.br