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Variação dos Pontos de Fusão e de Ebulição

A distancia entre as partículas que formam qualquer substância varia conforme o estado físico em que o material se encontra. No estado sólido as partículas estão mais próximas entre si, e no gasoso, mais distantes. No estado líquido elas estão a uma distância intermediária.

As partículas de qualquer substância são mantidas juntas como conseqüência de forças de atração que se formam entre elas. No estado sólido essas forças são maiores do que no líquido e neste, maiores do que no estado gasoso.

Quando aquecemos um material sólido, suas partículas passam a se movimentar mais intensamente. Prosseguindo o aquecimento, elas chegarão a superar as forças de atração que as mantêm juntas. Quando essas forças são superadas, atinge-se a temperatura de fusão, e o sólido começa a derreter, passando para o estado líquido, no qual as partículas permanecem geralmente mais afastadas.

Continuando o aquecimento, as partículas passarão a se movimentar ainda mais intensamente, até romper as forças de atração que existem no estado líquido. Quando essas forças são vencidas, atinge-se a temperatura de ebulição, ou seja, o liquido começa a ferver e passa para o estado gasoso, no qual as partículas estão ainda mais afastadas.

No caso dos elementos puros, em geral, quanto maiores são essas forças, mais próximos os átomos permanecem. Isso confere ao elemento uma estrutura mais compacta e uma densidade maior. Além disso, quanto maiores essas forças, maior é a temperatura necessária para separar os átomos. Assim sendo, os pontos de fusão e de ebulição tendem a aumentar com a densidade.

Assim:

 

   

 

Ao longo dos períodos, os pontos de fusão e de ebulição aumentam das extremidades para o centro (tal como a densidade); ao longo dos grupos, eles aumentam de cima para baixo, com exceção dos grupos 1 (IA) e 2 (IIA), nos quais o aumento é de baixo para cima.

Além dessa periodicidade, há outras informações relacionadas ao estado físico que chamam a atenção:
O elemento de menor ponto de fusão (-269 °C) é o hélio (Z = 2).
Os maiores pontos de fusão são 3.410°C, para o tungstênio (Z = 74), e 3.500°C, para o
carbono (Z = 6).
O carbono, por sua posição na tabela periódica, deveria ter um ponto de fusão menor.
Essa exceção deve-se, porém, ao fato de seus átomos se disporem de tal maneira que
as forças de atração entre eles se tornam muito intensas.
O elemento gálio (Z = 31) é um metal com temperatura de fusão tão baixa (30°C) que
derrete, como se fosse manteiga, em contato com o calor da mão. (A temperatura do
corpo humano é de 37°C, aproximadamente).
De todos os elementos, somente o mercúrio (Z = 80) e o bromo (Z = 35) são líquidos à
temperatura ambiente (25°C). No estado gasoso temos o hidrogênio, nitrogênio,
oxigênio, flúor, cloro e os gases nobres (grupo 18 ou VIIIA). No estado sólido estão
todos os outros elementos (ver tabela periódica)

Um gráfico do ponto de fusão em função do número atômico, seria:

Fonte: www.christus.com.br

Variação dos pontos de fusão e de ebulição

Como todos sabem, ponto de fusão é a temperatura na qual a substância passa do estado sólido para o líquido e ponto de ebulição é a temperatura da passagem do líquido para o gasoso.

Na tabela periódica o ponto de fusão e o ponto de ebulição aumentam:

Fonte: quimica_basica.sites.uol.com.br

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