O pterígio, conhecido popularmente como carne no olho, é um tecido fibroso e vascularizado que cresce sobre a córnea.
Pterígio Grau II

Pterígio Grau II
O pterígio pode manter-se pequeno ou crescer até interferir com a visão.

Pterígio Grau IV
O pterígio se localiza com
maior freqüência no canto interno dos olhos, porém pode aparecer no ângulo
externo. Às vezes o pterígio é erroneamente denominado de
catarata. No entanto, pterígio e catarata são
doenças distintas.

Pterígio Grau III
A causa exata do pterígio não
está definida por completo, porém o pterígio é mais freqüente
em pessoas expostas à luz do sol ou que passam muito tempo ao ar livre, em
especial durante o verão. A exposição prolongada à luz solar, sobretudo aos
raios ultravioletas e a irritação crônica do olho parecem desempenhar um papel
importante na etiologia do pterígio.
O pterígio tem grande incidência nas populações que vivem
em regiões mais próximas à linha do Equador, como o Nordeste brasileiro.

Pterígio Recidivado
O pterígio deixa o olho vermelho,
o que costuma resultar, por parte dos pacientes, em queixa por motivo estético.
Também são freqüentes os sintomas de ardência, irritação, sensação de corpo
estranho, queimação e outros relacionados às desordens da superfície ocular.
Com o crescimento sobre a córnea, há distorção da curvatura corneal, com repercussão
sobre o erro refracional. Se negligenciado, o pterígio pode, ocasionalmente,
aumentar ainda mais encobrindo parcial ou totalmente o eixo visual.

Pterígio Inflamado
Os motivos que levam os pacientes a desejarem a remoção cirúrgica do pterígio se referem à estética e à sintomatologia. A indicação do oftalmologista pela realização da cirurgia de pterígio é feita quando há ameaça real à visão ou se esta já se encontra comprometida.
Fonte: www.aptomed.com.br
O pterígio é um espessamento vascularizado da conjuntiva (membrana de coloração róseo-avermelhada que recobre a porção interna das pálpebras e a porção anterior branca do olho, esclera). Apresenta-se como uma membrana que acaba por invadir a superfície transparente do olho (córnea) adquirindo a forma triangular que se estende do canto nasal em direção a córnea, pode também ocorrer do lado oposto. Pode comprometer a visão quando cresce em direção a pupila. Ainda não se sabe exatamente as causas do pterígio.
Dentre as causas observamos que o componente genético está associado ao quadro com freqüência, além de situações como a exposição aumentada à radiação ultravioleta (sol) e a permanência em ambientes poluídos (p.ex.,excesso de poeira). Apresenta-se com crescimento benigno e pode ser retirado por procedimento cirúrgico. Observamos casos de recorrência naqueles indivíduos que são submetidos a exposição solar excessiva após cirurgia, quando não é realizada a utilização adequada das medicações após o procedimento, ou nos indivíduos submetidos a retirada cirúrgica ainda quando muito jovens.
O paciente refere queixas como:
Sintomas: sensação de areia, ardência, episódios de dor discreta, coceira
Sinais: olho vermelho, observação de uma membrana que cresce em direção à porção colorida do olho (íris);
É importante a avaliação pelo oftalmologista que irá determinar pontos importantes para o tratamento como: se há algum tipo de tratamento clínico a ser utilizado para amenizar as queixas, tal como o uso de colírios, ou se há necessidade de realização de procedimento cirúrgico e qual a técnica a ser utilizada.
A prevenção pode ser realizada a partir da proteção dos olhos contra os raios ultravioleta, evitando os excessos de exposição através da utilização dos óculos solares apropriados, ou mesmo a utilização de protetores como chapéus e bonés, além evitar condições ambientais de ambientes secos e muito poluídos (excesso de poeira). Pode ainda utilizar os lubrificantes.
Fonte: cerpo.com.br