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Quiabo

Hibiscus esculentus

Quiabo

Outros nomes: gombô, quibombô, quimbombô.
Nome em inglês: okra, gumbo.

Origem

Alguns autores afirmam ser planta originária da África, outros, da Ásia.

Clima

Quente (18°C a 30°C). Sensível ao frio. pH do solo: 5,2 a 6,8.

Cultivares

Amarelinho, Campinas 2, Colhe-Bem, Roxo, Santa Cruz 47, etc.

Época de plantio

Setembro a janeiro; em regiões mais quentes, o ano todo.

Semeadura

Em canteiro definitivo.

Principais pragas e doenças

Ácaros, lagarya-rosca, vaquinha, oídio, murcha-de-verticílio e podridão-mole.

Colheita

De 60 a 80 dias após o plantio e até por volta de 90 dias (período de colheita).

Fonte: www2.petrobras.com.br

Quiabo

Quiabo

A origem do quiabo não é muito certa, porém alguns historiadores afirmam que este legume provavelmente seja proveniente do continente africano, de onde foi introduzido nas Américas por meio do comércio de escravos. Atualmente, esta hortaliça é cultivada em quase todas as regiões tropicais e subtropicais do mundo. Além de um razoável teor em vitaminas, o quiabo é boa fonte de cálcio e sais minerais. Nas regiões quentes do Brasil, o quiabeiro pode ser plantado o ano inteiro, de preferência de março a julho, quando os preços são mais compensadores. Nas regiões de inverno mais rigoroso, a época de plantio ocorre de setembro a janeiro.

O período de safra começa em janeiro e se estende até maio e a colheita ocorre entre 60 e 80 dias após o plantio e se prolonga por três meses. Após esse período, a poda a 20 centímetros do chão permite nova brotação e segunda safra, em condições climáticas favoráveis. A produtividade normal varia de 15 a 22 toneladas do legume por hectare. As variedades mais cultivadas no Brasil são de origem nacional ou norte-americana.

As principais espécies são “Chifre de veado” - a mais antiga variedade brasileira; “Campinas 2” – criada pelo Instituto Agronômico e “Santa Cruz 47” – criada pela Embrapa. As principais pragas que incidem sobre as plantações de quiabo são lagarta-rosca, pulgão, vaquinha, podridãomole, entre outras. O controle deve ser feito com defensivos agrícolas, além de fazer sempre a rotação de cultura, de preferência com melancia, batata e feijão-vagem, porém, os agrônomos recomendam evitar o plantio de algodão. A doença, conhecida como tombamento ou mela, é causada por fungo e o controle deve ser feito com tratamento das sementes ou pulverização com inseticidas. No entanto, a doença que mais causa problemas ao quiabeiro é a cinza ou oídio.

A incidência é maior nas culturas de inverno, quando o mofo ataca as folhas mais velhas e se alastra rapidamente, causando desfolhamento da planta. Nesse caso, o controle é feito com espaçamentos maiores e pulverizações com fungicidas.

Há ainda a ocorrência de lagartas, pulgões, nematóides e brocas que podem ser combatidos com a pulverização de inseticidas. No Brasil, o quiabo não aparece entre as hortaliças de maior importância econômica, mas apesar da abundante gosma que se solta durante o cozimento é bem popular na culinária nacional. Já no estado de São Paulo, a produção está concentrada na região de Araçatuba (56%) e de Campinas (20%).

Fonte: www.jornalentreposto.com.br

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