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Quiabo

 

Nome científico: Abelmoschus esculentus (L.) Moench.

Outros nomes: gombô, quibombô, quimbombô.

Nome em inglês: okra, gumbo.

Família: Malvaceae

Origem: África

Quiabo
Quiabo

Características da planta

Planta arbustiva anual, com caule ereto, esverdeado ou tingido de vermelho, que pode atingir de 5 cm a 3,0 m de altura.

As hastes, folhas e frutos são geralmente cobertos com pêlos duros e ásperos. Os frutos são mucilaginosos, do tipo cápsula, de coloração verde-clara, devendo ser consumidos ainda imaturos, pois assim apresentam um menor teor de fibras.

Características da flor

As flores são grandes e vistosas, com 5 a 8 cm de diâmetro quando abertas. As pétalas são de coloração amarelo-clara, com o centro vermelho-escuro.

Localizam-se, individualmente, na axila das folhas.

São hermafroditas e polinizadas principalmente por: formiga lava-pé, vespa selvagem e abelha irapuá.

Melhores variedades: Capinas -2 IAC 4076, campinas - IAC 4076, campinas - IAC 4075, santa-cruz e green-velvet.

Espaçamento: 100 x 50cm ou 1,50 x 0,50m (duas plantas por cova).

Sementes necessárias: 6Kg/ha.

Combate à erosão: Plantio em nível.

Adubação

Por metro de sulco: 250g de superfosfato simples; 20g de cloreto de potássio e 20g de sulfato de amônio
Em cobertura:
40g de sulfato de amônio (em duas vezes, aos 25 e 40 dias após a germinação)
Pulverização foliar:
molibidato de amônio 2g/10 litros de água, duas vezes até o florecimento.

Tratos culturais: Capinas, desbaste e amontoa.

Irrigação: Por infiltração, quando necessária.

Combate à moléstias e pragas

Afídios: Malatol 50-E a 0,20% ou Phosdrin a 0,15%
Fungos: Dithane M-45 a 0,20%; Manzate M-45 a 0,20%
Oídio: Karathane WD a ,09% Benlate a 0,06%

Época de colheita: 60 dias após o plantio e durante 70 dias.

Produção normal: 10 A 15t/ha de frutos.

Melhor rotação: Milho, melancia, batata e feijão-vagem.

Observações

Cultura adaptada às mesmas condições de solo e clima próprias para algodão. Semeia-se no local definitivo.

Fonte: www.agrov.com

Quiabo

A origem do quiabo não é muito certa, porém alguns historiadores afirmam que este legume provavelmente seja proveniente do continente africano, de onde foi introduzido nas Américas por meio do comércio de escravos.

Atualmente, esta hortaliça é cultivada em quase todas as regiões tropicais e subtropicais do mundo.

Além de um razoável teor em vitaminas, o quiabo é boa fonte de cálcio e sais minerais.

Nas regiões quentes do Brasil, o quiabeiro pode ser plantado o ano inteiro, de preferência de março a julho, quando os preços são mais compensadores.

Nas regiões de inverno mais rigoroso, a época de plantio ocorre de setembro a janeiro.

O período de safra começa em janeiro e se estende até maio e a colheita ocorre entre 60 e 80 dias após o plantio e se prolonga por três meses. Após esse período, a poda a 20 centímetros do chão permite nova brotação e segunda safra, em condições climáticas favoráveis.

A produtividade normal varia de 15 a 22 toneladas do legume por hectare. As variedades mais cultivadas no Brasil são de origem nacional ou norte-americana.

As principais espécies são “Chifre de veado” - a mais antiga variedade brasileira; “Campinas 2” – criada pelo Instituto Agronômico e “Santa Cruz 47” – criada pela Embrapa.

As principais pragas que incidem sobre as plantações de quiabo são lagarta-rosca, pulgão, vaquinha, podridãomole, entre outras. O controle deve ser feito com defensivos agrícolas, além de fazer sempre a rotação de cultura, de preferência com melancia, batata e feijão-vagem, porém, os agrônomos recomendam evitar o plantio de algodão.

A doença, conhecida como tombamento ou mela, é causada por fungo e o controle deve ser feito com tratamento das sementes ou pulverização com inseticidas.

No entanto, a doença que mais causa problemas ao quiabeiro é a cinza ou oídio.

A incidência é maior nas culturas de inverno, quando o mofo ataca as folhas mais velhas e se alastra rapidamente, causando desfolhamento da planta. Nesse caso, o controle é feito com espaçamentos maiores e pulverizações com fungicidas.

Há ainda a ocorrência de lagartas, pulgões, nematóides e brocas que podem ser combatidos com a pulverização de inseticidas.

No Brasil, o quiabo não aparece entre as hortaliças de maior importância econômica, mas apesar da abundante gosma que se solta durante o cozimento é bem popular na culinária nacional. Já no estado de São Paulo, a produção está concentrada na região de Araçatuba (56%) e de Campinas (20%).

Origem

Alguns autores afirmam ser planta originária da África, outros, da Ásia.

De origem africana e trazido para o Brasil juntamente com os escravos, o fruto do quiabeiro, Abelmoschus esculentus, é um exemplo de uso de alimentos associado às mais bonitas raízes culturais brasileiras. Sua presença compõe pratos típicos regionais, seja como alimento ritual de festas religiosas como o Caruru - quiabo cozido com camarão seco - prato principal na homenagem da Bahia aos Santos Meninos (São Cosme e São Damião), seja através da tradicional culinária mineira, com o Frango com Quiabo e o Refogado de Carne com Quiabo.

Utilizado nas mais diversas formas de preparo, refogado, frito, co-zido ou assado, o quiabo também possui qualidades medicinais e terapêuticas reconhecidas nos tratamentos de doenças do aparelho digestivo.

Clima: Quente (18°C a 30°C).

Sensível ao frio. pH do solo: 5,2 a 6,8.

Cultivares: Amarelinho, Campinas 2, Colhe-Bem, Roxo, Santa Cruz 47, etc.

Época de plantio: Setembro a janeiro; em regiões mais quentes, o ano todo.

Semeadura: Em canteiro definitivo.

Principais pragas e doenças

Ácaros, lagarya-rosca, vaquinha, oídio, murcha-de-verticílio e podridão-mole.

Colheita

De 60 a 80 dias após o plantio e até por volta de 90 dias (período de colheita).

Fonte: www.jornalentreposto.com.br/www2.petrobras.com.br

Quiabo

O quiabeiro (Abelmoschus esculentus) é uma planta de porte ereto, muito alta, chegando a atingir 3 m. Cerca de 90% das raízes, porém, situam-se até os 20 cm de profundidade.

Os quiabos, frutos do quiabeiro, são do tipo cápsula, lisos e roliços, com secção transversal circular ou pentagonal. A coloração externa varia do branco até o verde escuro, conforme o cultivar. A ponta é sempre afilada.

Rico em fibras o quiabo funciona como um regulador do intestino, sendo um laxante natural. O período de safra da hortaliça é de dezembro a março, porém pode ser encontrado em qualquer época do ano. Contém ferro, cobre, cálcio, fósforo e vitaminas A, B e C. Este última se perde com o cozimento.

Na medicina caseira, o quiabo é estimulante do estômago e do intestino. Infusões feitas com os frutos e as folhas, adoçadas com mel, são benéficas no tratamento de pneumonias e bronquites.

Ao comprar verifique se o quiabo está tenro, de uma cor verde uniforme, sem manchas ou pintas.

Faça um teste infalível: dobre a pontinha do quiabo - se quebrar está no ponto. Se curvar sem quebrar, deve estar fibroso e duro.

O quiabo pode ser preparado de diversas formas: refogado, cozido, assado, em saladas e sopas. O que mais afasta esse alimento tão nutritivo da mesa de muitas pessoas é sua baba.

Mas é fácil tirá-la: basta pingar algumas gotas de limão depois de cortadinho, antes de usá-lo ou mesmo durante o cozimento.

Valores Nutricionais

100 g contêm, em média:

Macrocomponentes Glicídios (g) 4
Proteínas (g) 2
Lipídios (g) 0
Fibras alimentares (g) 3
Vitaminas Vitamina A1 (mg) 66
Vitamina B1 (mg) 200
Vitamina B2 (mg) 60
Vitamina B3 (mg) 1
Vitamina C (mg) 21
Minerais Sódio (mg) 8
Potássio (mg) 3003
Cálcio (mg) 81
Fósforo (mg) 63
Ferro (mg) 0
Conteúdo energético (kcal) 26

Como Comprar

Procure sempre quiabos pequenos ou médios, de coloração verde-escura e sem manchas. As vagens devem estalar ou furar facilmente sob suave pressão.

Como Conservar

O quiabo é um produto muito perecível, deteriorando-se rapidamente. Guardar na geladeira, sem lavar e em saco plástico, por até cinco dias.

Como Consumir

Cozido combina com ovos, batatas e outras hortaliças. Há quem prefira o quiabo assado, para evitar o líquido que solta quando é fervido em água.

Fonte: www.ceasacampinas.com.br

Quiabo

Quiabo
Quiabo

A vitamina C contida no quiabo não é aproveitada pelo organismo porque se perde no cozimento. No entanto, essa hortaliça é rica em vitamina A, boa para a pele, mucosas em geral e para a vista.

Por conter vitaminas que fazem parte do Complexo B, o quiabo ajuda no processo de crescimento. E seus sais minerais, como Cálcio, Fósforo, Ferro e Cobre ajudam na formação dos ossos, dentes, sangue, além de fornecerem energia para o corpo todo.

Altamente nutritivo, pode ser preparado de várias formas: em sopas, refogados, fritos, em saladas ou enriquecendo qualquer prato.

Na hora de comprar o quiabo, procure escolher os tenros, bem cheios e firmes. Quando ele está bom para consumo, sua ponta se quebra com facilidade e sua cor é verde-clara.

O quiabo tem uma goma viscosa, pouco apreciada. Para evitar que ela se desprenda, recomenda-se pingar algumas gotas de limão ou vinagre enquanto estiver cozinhando.

Com baixo teor calórico , o quiabo é de fácil digestão, sendo recomendado para pessoas de aparelho digestivo delicado. Por esse motivo, ele é eficaz contra infecções dos intestinos, da bexiga e dos rins.

Seu período de safra vai de janeiro a maio.

O Quiabo

É um vegetal pobre em calorias e rico em amido, que apresenta alto teor de folato.

É, também, uma rica fonte das vitaminas antioxidantes A e C e de potássio, eletrólito que mantém o equilíbrio de líquidos no organismo e que ajuda a transmitir os impulsos nervosos, além de ser necessário para o exercício muscular e o metabolismo.

Sua viscosidade não agrada algumas pessoas, mas é uma forma excelente de espessar sopas e ensopados.

Para evitar essa secreção viscosa que o quiabo libera à medida que cozinha, o jeito é cozinhá-lo no vapor ou escaldá-lo até que fique macio.

Fonte: www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br

Quiabo

Quiabo
Quiabo

Classificação Botânica

O Quiabo, Abelmoschus esculentum, faz parte da Família das malvaceae. O gênero Abelmoschus compreende por volta de 10 espécies conhecidas.

Dessas 10 espécies, duas são cultivadas por seu fruto Abelmoschus esculentum e Abelmoschus caillei, uma é cultivada por suas folhas Abelmoschus manihot e uma por suas sementes Abelmoschus moschatus.

Abelmoschus esculentum não é influenciado pelo fotoperíodo. Ele começa a florescer um ou dois meses após a semeadura.

Abelmoschus caillei é tardio e começa a florescer entre dois e quatro meses após a semeadura. Ele é influenciado pelo fotoperíodo. Seu ciclo de crescimento pode durar um ano. Ele é cultivado em estação seca.

Não é fácil distinguir uma espécie da outra.

Entretanto algumas características diferem nessas duas espécies: coloração do fruto seco, estriamento das sementes, comprimento do pedicelo.

História

Existem incertezas quanto ao centro de diversidade da origem de Abelmoschus. Poderia ser na Índia, pois uma de suas espécies é originária de Uttar Pradesh, Abelmoschus tuberculatus.

Entretanto, não existe nenhum nome em sânscrito e os primeiros botânicos na Índia não fizeram nenhuma menção.

Abelmoschus esculentum é sem dúvida originário da Etiópia.

Ele é agora muito cultivado na África: Sudão, Nigéria, Egito, Mali e Burkina Faso.

Alguns cultivares podem passar de três metros. As folhas lobadas e peludas têm entre 20 e 30 cm de comprimento. As flores são magníficas, de cor amarela, com um coração vermelho, ou de cor rosa. O fruto é uma cápsula cuja cor pode ser verde, violeta, vermelho ou branco em função dos cultivares.

Segundo o historiador de Candolle, o Quiabo constitui um dos legumes mais delicados dos países tropicais.

Nos EUA, ele é o símbolo da cozinha dos Estados do sul do país. Nos nossos dias ainda é um prato nacional em numerosos países Africanos e Orientais.

Nutrição

Os frutos se colhem bem antes da maturidade, isto é, quando eles têm entre 4 e 8 cm de comprimento, uma dezena de dias após a fecundação, enquanto as sementes são ainda brancas e que elas não passam de 3 mm de diâmetro.

Eles são consumidos crus, cortados em fatias, nas saladas, temperadas com vinagre ou limão. Eles podem também se consumir crus e existem muitas maneiras de acomodá-lo nas cozinhas africanas, antilhanas, orientais e indianas.

Em alguns países Africanos, as folhas são também consumidas cozinhadas.

Conselhos de jardinagem

A germinação das sementes é às vezes cheia de caprichos. É aconselhável colocá-las durante 24 horas na água antes da semeadura.

O Quiabo é uma espécie exigente no calor. É de fato uma das espécies mais bem adaptadas às estações quentes tropicais. Seu crescimento pára quando a temperatura é inferior a 15°C.

É aconselhável semear as sementes em copinhos, 6 semanas antes das últimas geadas, a uma temperatura de 25°C.

O Quiabo sendo sensível aos nematódeos, é muito recomendável praticar uma cultura associada aos tagetes nematocidas.

Nas regiões quentes, o quiabo pode ser semeado diretamente no lugar.

Polinização

Abelmoschus esculentum produz uma flor a cada dois ou três dias enquanto Abelmoschus caillei pode produzir até 15 flores por dia segundo o processo de crescimento.

Todas as flores do gênero Abelmoschus são hermafroditas. Os insetos são muito atraídos pelas pétalas amarelas. O estilo é envolvido por uma coluna estaminal que pode ser composta de 100 estames. O pólen entra em contato com o estigma seja por elongação da coluna estaminal, seja pela atividade dos insetos polinizadores.

Foto ... envolver as flores, logo antes que elas se abram, em um pequeno saco de papel ou de véu bem fechado na base. O pequeno saco é colocado na noite que precede a abertura das flores.

As flores do Quiabo são então auto fecundas.

Entretanto as polinizações são muito freqüentes: de 0 a 70% foram observadas.

O nível de alogamia depende de diversos fatores ambientais e florais:

Presença de polinizadores
Posição da coluna estaminal e velocidade do processo de elongação dessa coluna.

Os cientistas de ORSTOM na França observaram, na África, que a porcentagem de alogamia é muito elevada por volta de 6 horas da manhã e quase nula por volta de meio dia.

A fim de preservar a pureza das variedades, é aconselhável isolar as diferentes variedades. A distância de isolamento varia enormemente em função dos autores.

Alguns preconizam 500 metros, outros como Michel e Jude Fanton do Seed Savers Australiano preconizam em “The Seed Savers Handbook” somente 30 metros como distância mínima. Suzanne Ashworth, em “Seed to Seed” preconiza, quanto a ela, uma distância de mais de um quilômetro.

Os jardineiros que desejam colher as sementes a partir de muitas variedades crescendo no mesmo jardim, podem colocar uma ou duas plantas porta-sementes em gaiola de filó, ou envolver as flores, logo antes que elas se abram, em um pequeno saco de papel ou de véu bem fechado na base. O pequeno saco é colocado na noite que precede a abertura das flores. A fecundação acontece na manhã e à tarde as flores já não são mais receptivas ao pólen.

O saco é retirado em seguida, dois dias depois, quando a fecundação aconteceu. Não se deve esquecer de se colocar uma etiqueta em volta do pedúnculo das flores auto-fecundas sob proteção.

Não se deve reutilizar, para uma outra polinização, o saco de proteção antes de dois ou três dias, pois o pólen que está depositado permanece viável pelo menos durante 24 horas, particularmente quando a temperatura não é muito elevada.

Essa modalidade de produção de sementes, por flores protegidas individualmente, possui a grande vantagem de selecionar estritamente plantas porta-sementes que sejam conformes ao tipo.

Quando se deseja envolver uma planta inteira com um véu de proteção, é aconselhável esperar que o primeiro fruto formado tenha um desenvolvimento suficiente a fim de verificar se ele corresponde às características da variedade.

Quando essa verificação se mostra positiva, é aconselhável retirar todos os frutos formados antes de proteger a planta sob o véu. As sementes assim produzidas serão totalmente puras, em termos de variedade.

Produção de sementes

O fruto é uma cápsula cônica mais ou menos alongada, contendo, na maior parte do tempo, 5 cavidades porta-óvulos. Quando ele está maduro, ele se abre por 5 fendas longitudinais que deixam aparecer 5 filas de sementes.

É importante de muito bem conservá-las no seco e no frio, pois elas rançam rapidamente, sendo muito oleaginosas, em particular nas zonas tropicais úmidas.

Existem variedades a frutos espessos com mais de 5 compartimentos.

É aconselhável colher os frutos secos antes da maturidade completa, pois eles têm tendência a serem muito deiscentes. Em algumas pessoas acontece dos frutos secos causarem irritações da pele e é preferível manipulá-los com luvas.

As sementes de Quiabo têm uma duração germinativa média de 5 anos. Entretanto elas podem conservar uma faculdade germinativa até 10 anos ou mais. Bem conservadas elas germinam a 50% no final de 5 anos.

Fonte: www.kokopelli-seed-foundation.com

Quiabo

O quiabo (Abelmoschus esculentus L. Moench) é um fruto rico em fibras, vitaminas e proteínas

Quiabo
Quiabo

O quiabo (Abelmoschus esculentus L. Moench) é uma planta arbustiva, podendo chegar aos 3 metros de altura, com folhas pilosas, frutos alongados e fibrosos, também pilosos, variando entre as cores verde, violeta e vermelha, com sementes brancas.

A provável origem do quiabo nos leva à África, mais precisamente à Etiópia, pois o quiabeiro adapta-se muito bem a regiões de altas temperaturas.

No Brasil, o cultivo de quiabo adaptou-se bem ao clima tropical e ao calor, sendo usado nos mais variados pratos, entre eles o prato típico nordestino, conhecido como Caruru, elaborado com quiabo e camarão seco.

São Paulo é o maior produtor de quiabo do país. Junto a outros estados, a produção brasileira de quiabo varia de 20 a 40 toneladas por hectare. Entretanto, esses números dependem de inúmeros  fatores como variedade, solo, clima, irrigação, tratos culturais e controle de doenças e pragas do quiabeiro.

Embora o quiabo apresente uma gosma viscosa, muitos não resistem ao seu sabor. Além disso, é um fruto rico em fibras, minerais, vitaminas e proteínas, excelente para a saúde, como para o bom funcionamento do fígado, do sistema nervoso e dos rins, além de ser bastante eficaz no tratamento de infecções intestinais.

Valores nutricionais em 100 g de quiabo cru:

Valor energético: 29.9 Kcal;
Carboidratos: 6,4 g;
Proteínas: 1,9 g;
Fibra alimentar: 4,6 g;
Vitamina C: 5,6 mg;
Potássio: 248,8 mg;   
Cálcio: 112,2 mg;
Fósforo: 55,8 mg;
Magnésio: 50,0 mg;
Manganês: 0,5 mg;
Ferro: 0,4 mg;
Zinco: 0,6 mg;
Sódio: 0,9 mg.

Principais características da planta:

Variedades: Campinas, Santa Cruz, Amarelinho, Chifre-de-Viado, Alecrim, Veludo Verde e Veludo Branco;
Altura:
de 2,0 a 3,0 metros;
Folhas:
verdes e pilosas;
Flores:
branco-amareladas, com centro vermelho-escuro;
Frutos:
em forma de cápsulas, alongados e estreitos;
Coloração dos frutos:
verde, violeta e vermelha;
Clima:
tropical;
Temperatura:
ultrapassando os 20ºC;
pH do solo:
de 6,0 a 6,5;
Tipo de solo:
leve, rico em matéria orgânica e boa drenagem;
Plantio:
Primavera-Verão;
Rotação de culturas:
com milho, batata e feijão;
Irrigação:
controlada, nem em excesso, nem em escassez;
Colheita:
de 60 a 80 dias após o plantio.

Fonte: www.portalagropecuario.com.br

Quiabo

O quiabo (nome científico Abelmoschus esculentus) é uma planta da família da Malva (Malvaceae) e tem origem provável na África. Também é conhecido por outros nomes populares como quimbobô, gombô, quimbombô e gobo.

A planta é arbustiva anual, com caule ereto esverdeado ou avermelhado, e atinge de 1 a 1,7 metros de altura. É uma hortaliça de clima quente e por isso é uma das cultivares mais bem adaptadas ao clima tropical brasileiro. Temperaturas baixas causam danos aos frutos e impedem o pleno crescimento da planta. A parte utilizada na culinária é o seu fruto, uma cápsula cheia de sementes brancas e redondas, numa consistência viscosa.

O quiabo é dividido em dois grupos, conforme o formato dos frutos, que podem ser cilíndricos ou quinados. Enquanto a parte externados frutos cilíndricos é lisa a dos quinados écomposta de cinco saliências. Quanto à coloração dos frutos, eles podem ser verdes, roxos ou amarelos.

Quiabo
Quiabo Santa Cruz 47

No Brasil, o tipo mais produzido e consumido é o cilíndrico verde e a principal cultivar é o Quiabo Santa Cruz 47.

Do mesmo grupo também se destaca o Quiabo Amarelinho.

Os dois são destinados ao mercado interno. Nos últimos anos, está crescendo o plantio do quiabo do tipo americano (quinado verde), este destinado ao mercado da América do Norte e europeu.

Quiabo
Quiabo Clemson Americano 80

Os estados brasileiros que mais produzem quiabo são Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.

O preparo culinário é fácil e variado. Não é preciso descascá-lo, basta remover suas pontas. Pode ser preparado cozido, refogado ou frito, mas também pode ser consumido cru, neste caso quando os frutos ainda são pequenos, menores que 5 cm de comprimento. É utilizado no preparo de pratos famosos como o frango com quiabo, o caruru e com a costelinha de porco. Também é saboroso no preparo de saladas frias, com tomate e pimentão.

No cultivo, o quiabo prefere solos com PH de 5,2 a 6,8.

Seu ciclo é de 70 a 80 dias e alcança uma produtividade de 15 mil a 20 mil quilos por hectare plantado. É uma ótima opção para os produtores.

O ponto ideal de colheita é quando os frutos estão tenros, bem cheios e firmes e sua ponta quebra com facilidade quando dobrada. Se a ponta apenas dobrar, sem quebrar, é sinal de que o fruto está murcho ou fibroso. A preferência do mercado é para frutos de cor verde intensa e com comprimento menor que 12 cm.

Fonte: isla.com.br

Quiabo

Quiabo
Quiabo

O quiabo é uma hortaliça pertencente à família Malvácea. Pode ter sido originário da África ou da Ásia, sendo introduzido no Brasil pelos escravos.

O fruto do quiabeiro é uma boa fonte de vitaminas, em especial as vitaminas A, C e B1, além de fornecer cálcio.

COMO COMPRAR

O quiabo é uma hortaliça de clima quente, com a maior oferta e os menores preços ocorrendo de janeiro a maio. Para verificar a qualidade dos quiabos não é preciso quebrá-los. Os frutos devem ter cor verde intensa, serem firmes, sem manchas escuras e com comprimento menor que 12 cm. Frutos acima de 12 cm e com coloração verde esbranquiçada (pálida) tendem a ser fibrosos e duros. Frutos manuseados sem o devido cuidado tornam-se escuros rapidamente.

COMO CONSERVAR

Após a colheita, o quiabo deve ser consumido rapidamente pois fica murcho, fibroso e escurece em seguida.

O quiabo não tolera temperaturas muito baixas por longo período de tempo, pois ficam escuros e deterioram-se. Por isso, ele deve ser colocado na parte inferior da geladeira, dentro de sacos de plástico. Nesta condição, ele pode ser conservado por até uma semana. Para congelar os frutos, estes devem ser levados, picados e acondicionados em saco de plástico, do qual se retira todo o ar com uma bombinha de vácuo.

Para congelar frutos inteiros, é recomendável lavá-los, secá-los, e em seguida deixá-los por 2 a 3 minutos em água fervente, por 4 a 5 minutos no vapor, ou por 3 1/2 a 4 1/2 minutos no microondas. Depois, deve-se secar os frutos e, quando estes estiverem frios, colocá-los em saco de plástico, retirando todo o ar com bombinha de vácuo. Após, deve-se lacrar o saco e levar ao congelador.

COMO CONSUMIR

O quiabo é uma hortaliça de fácil preparo. Não é preciso descascá-lo; somente remova as pontas. Geralmente é consumido cozido, refogado ou frito, porém, também pode ser consumido cru, quando os frutos são pequenos (menores que 5 cm de comprimento), tenros e recém-colhidos. Tradicionalmente utilizado no preparo de pratos típicos como frango com quiabo, caruru e com costelinha de porco, o quiabo também é saboroso no preparo de saladas frias com tomate, pimentão e cheiro verde. O descongelamento dos frutos pode ser lento, na parte inferior da geladeira ou rápido, direto ao fogo, durante o preparo do prato.

DICAS

Para evitar a baba, cozinhe ou frite o quiabo; somente o quiabo picado dá baba. Ou lave os frutos inteiros, seque-os, esfreque-os com caldo de limão. Após 15 minutos lave-os, corte as pontas e cabos e cozinhe-os.

O suco de limão não deve ser utilizado durante o cozimento para retirar a baba, pois altera a cor e o gosto dos frutos.

Fonte: www2.correioweb.com.br

Quiabo

Quiabo
Quiabo

Muito rico em vitaminas e sais minerais, é ótimo laxante facilitando o trabalho de intestinos, rins e bexiga e prevenindo doenças.

Rico em vitamina A e, portanto, de extrema importância para a visão, pele e mucosas em geral, o quiabo (Hibiscus esculentus) é hortaliça da família das Malváceas.

Seus frutos têm forma de cápsulas, são verdes e peludos e apresentam um tipo de goma viscosa. É geralmente usado frito, em sopas, saladas ou refogados e seus frutos devem ser escolhidos quando tenros e firmes.

Segundo dados de Alfons Balbach, no livro As Hortaliças na Medicina Doméstica, Edições A Edificação no Lar, em 100 gramas de quiabo estão agrupados:

850 U.I. de vitamina A
130 mcg de vitamina B1 (Tiamina)
75 mcg de vitamina B2 (Riboflavina)
0,70 mg de Vitamina B5 (Niacina)
25,80 mg de ácido ascórbico

Além disso, contém:

40,00% calorias (em 100 gramas)
89,60% de água
7,40 % de hidratos de carbono
1,80% de proteínas
0,20% de gorduras
1,00% de sais

Se por um lado a vitamina A exerce as funções já mencionadas, além de proteger o fígado, a vitamina B1 é decisiva para o bom funcionamento do sistema nervoso, a vitamina B2 é importante para o crescimento, principalmente na adolescência, segundo o Dr. Ernest Schneider, autor do livro A Cura e a Saúde pelos Alimentos, editado pela Casa Publicadora Brasileira.

Fruto de fácil digestão, é recomendado para pessoas que sofrem de problemas digestivos. Por isso mesmo, é eficaz contra infecções dos intestinos, bexiga e rins.

Uma vez que a natureza oferece tudo de que o homem necessita, o quiabo tem também outras vantagens terapêuticas. Alfons Balbach afirma em seu livro que ele é “laxante mecânico”, sendo indicado para casos de pneumonia, bronquite etc, quando ‘‘empregam-se cataplasmas de folhas cozidas’’, acompanhado de chá de flores ou frutos que deve ser tomado a gosto.

O período de safra do quiabo vai de janeiro a maio.

Quem tem alguma prevenção contra o quiabo por causa da aparência gosmenta, aqui vai a dica: basta pingar limão ou vinagre na hora da fervura e ela desaparecerá.

Fonte: www.herbario.com.br

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