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Coesão



Ainda dentro da coesão interfrásica, existe o processo de justaposição, em que a coesão se dá em função da seqüência do texto, da ordem em que as informações, as proposições, os argumentos vão sendo apresentados. Quando isto acontece, ainda que os operadores não tenham sido explicitados, eles são depreendidos da relação que está implícita entre as partes da frase. O trecho abaixo é um exemplo de justaposição.

Foi em cabarés e mesas de bar que Di Cavalcanti fez amigos, conquistou mulheres, foi apresentado a medalhões das artes e da política. Nos anos 20, trocou o Rio por longas temporadas em São Paulo; em seguida foi para Paris. Acabou conhecendo Picasso, Matisse e Braque nos cafés de Montparnasse. Di Cavalcanti era irreverente demais e calculista de menos em relação aos famosos e poderosos. Quando se irritava com alguém, não media palavras. Teve um inimigo na vida. O também pintor Cândido Portinari. A briga entre ambos começou nos anos 40. Jamais se reconciliaram. Portinari não tocava publicamente no nome de Di.

(Revista VEJA, no 37,setembro/97)

Há, neste trecho, apenas uma coesão interfrásica explicitada: trata-se da oração "Quando se irritava com alguém, não media palavras". Os demais possíveis conectores são indicados por ponto e ponto-e-vírgula.

A dita Era da Televisão é, relativamente, nova. Embora os princípios técnicos de base sobre os quais repousa a transmissão televisual já estivessem em experimentação entre 1908 e 1914, nos Estados Unidos, no decorrer de pesquisas sobre a amplificação eletrônica, somente na década de vinte chegou-se ao tubo catódico, principal peça do aparelho de tevê. Após várias experiências por sociedades eletrônicas, tiveram início, em 1939, as transmissões regulares entre Nova Iorque e Chicago - mas quase não havia aparelhos particulares. A guerra impôs um hiato às experiências. A ascensão vertiginosa do novo veículo deu-se após 1945. No Brasil, a despeito de algumas experiências pioneiras de laboratório (Roquete Pinto chegou a interessar-se pela transmissão da imagem), a tevê só foi mesmo implantada em setembro de 1950, com a inauguração do Canal 3 (TV Tupi), por Assis Chateaubriand. Nesse mesmo ano, nos Estados Unidos, já havia cerca de cem estações, servindo a doze milhões de aparelhos. Existem hoje mais de 50 canais em funcionamento, em todo o território brasileiro, e perto de 4 milhões de aparelhos receptores. [dados de 1971]

(Muniz Sodré, A comunicação do grotesco)

Temos, neste parágrafo, a presentação da trajetória da televisão no Brasil, e o que contribui para a clareza desta trajetória é a seqüência coerente das datas: entre 1908 e 1914, na década de vinte, em 1939, Após várias experiências por sociedades eletrônicas, (época da) guerra, após 1945, em setembro de 1950, nesse mesmo ano, hoje.

Embora o assunto neste tópico seja a coesão temporal, vale a pena mostrar também a ordenação espacial que acompanha as diversas épocas apontadas no parágrafo: nos Estados Unidos, entre Nova Iorque e Chicago, no Brasil, em todo o território brasileiro .

a) Durante o período da amamentação, a mãe ensina os segredos da sobrevivência ao filhote e é arremedada por ele. A baleiona salta, o filhote a imita. Ela bate a cauda, ele também o faz. (Revista VEJA, no 30,julho/97)

ela, a - retomam o termo baleiona, que, por sua vez, substitui o vocábulo mãe. ele - retoma o termo filhote ele também o faz - o retoma as ações de saltar, bater, que a mãe pratica.

b) Madre Teresa de Calcutá, que em 1979 ganhou o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho com os destituídos do mundo, estava triste na semana passada. Perdera uma amiga, a princesa Diana. Além disso, seus problemas de saúde agravaram-se. Instalada em uma cadeira de rodas, ela mantinha-se, como sempre, na ativa. Já que não podia ir a Londres, pretendia participar, no sábado, de um ato em memória da princesa, em Calcutá, onde morava há quase setenta anos. Na noite de sexta-feira, seu médico foi chamado às pressas. Não adiantou. Aos 87 anos, Madre Teresa perdeu a batalha entre seu organismo debilitado e frágil e sua vontade de ferro e morreu vítima de ataque cardíaco. O Papa João Paulo II declarou-se "sentido e entristecido". Madre Teresa e o papa tinham grande afinidade. (Revista VEJA, nº 36, setembro/97)

que, seu, seus, ela, sua referem-se a Madre Teresa. princesa retoma a expressão princesa Diana. papa retoma a expressão Papa João Paulo II. onde refere-se à cidade de Calcutá.

Há ainda outros elementos de coesão, como Além disso, já que , que introduzem, respectivamente, um acréscimo ao que já fora dito e uma justificativa.

c) Em Abrolhos, as jubartes fazem a maior esbórnia. Elas se reúnem em grupos de três a oito animais, sempre com uma única fêmea no comando. É ela, por exemplo, que determina a velocidade e a direção a seguir. Os machos vão atrás, na expectativa de ver se a fêmea cai na rede, com o perdão do trocadilho,e aceita copular. Como há mais machos que fêmeas, elas copulam com vários deles para ter certeza de que engravidarão. (Revista VEJA, no 30, julho/97)

Neste exemplo, ocorre um tipo bastante comum de referência - a anafórica. Os pronomes elas (que retoma jubartes ), ela (que retoma fêmea ), elas (que se refere a fêmeas ) e deles (que se refere a machos ) ocorrem depois dos nomes que representam.

d) Ele foi o único sobrevivente do acidente que matou a princesa, mas o guarda-costas não se lembra de nada. (Revista VEJA, no 37, setembro/97)

e) Elas estão divididas entre a criação dos filhos e o desenvolvimento profissional, por isso, muitas vezes, as mulheres precisam fazer escolhas difíceis. (Revista VEJA, no 30, julho/97)

Nas letras d, e temos o que se chama uma referência catafórica. Isto acontece porque os pronomes Ele e Elas, que se referem, respectivamente a guarda-costas e mulheres aparecem antes do nome que retomam.

f) A expedição de Vasco da Gama reunia o melhor que Portugal podia oferecer em tecnologia náutica. Dispunha das mais avançadas cartas de navegação e levava pilotos experientes. (Revista VEJA, no 27, julho/97)

Temos neste período uma referência por elipse. O sujeito dos verbos dispunha e levava é A expedição de Vasco da Gama, que não é retomada pelo pronome correspondente ela, mas por elipse, isto é, a concordância do verbo - 3ª pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo - é que indica a referência.

Existe ainda a possibilidade de uma idéia inteira ser retomada por um pronome, como acontece nas frases a seguir:

a) Todos os detalhes sobre a vida das jubartes são resultado de anos de observação de pesquisadores apaixonados pelo objeto de estudo. Trabalhos como esse vêm alcançando bons resultados. (Revista VEJA, no 30, julho/97)

O pronome esse retoma toda a seqüência anterior.

b) Se ninguém tomar uma providência, haverá um desastre sem precedentes na Amazônia brasileira. Ainda há tempo de evitá-lo. (Revista VEJA, junho/97)

O pronome lo se refere ao desastre sem precedentes citado antes.

c) A lei é um absurdo do começo ao fim. Primeiro, porque permite aos moradores da superquadra isolar uma área pública, não permitindo que os demais habitantes transitem por ali. Segundo, o projeto não repassa aos moradores o custo disso, ou seja, a responsabilidade pela coleta de lixo, pelos serviços de água e luz e pela instalação de telefones. Pelo contrário, a taxa de limpeza pública seria reduzida para os moradores. Além disso, a aprovação do texto foi obtida mediante emprego de argumentos falsos. (Revista VEJA, julho/97)

Este texto apresenta diferentes tipo de elementos de coesão. ali - faz referência a área pública , anteriormente citada. disso - retoma o que é considerado um absurdo dentro da nova lei. Ao mesmo tempo, disso é explicado a partir do operador ou seja . ou seja, pelo contrário - conectores que introduzem uma retificação, uma correção. Além disso - conector que tem por função acrescentar mais um argumento ao que está sendo discutido. Primeiro e Segundo - estes conectores indicam a ordem dos argumentos, dos assuntos.

Coesão lexical

Neste tipo de coesão, usamos termos que retomam vocábulos ou expressões que já ocorreram, porque existem entre eles traços semânticos semelhantes, até mesmo opostos. Dentro da coesão lexical, podemos distinguir a reiteração e a substituição.

Por reiteração entendemos a repetição de expressões lingüísticas; neste caso, existe identidade de traços semânticos. Este recurso é, em geral, bastante usado nas propagandas, com o objetivo de fazer o ouvinte/leitor reter o nome e as qualidades do que é anunciado. Observe, nesta propaganda da Ipiranga, quantas vezes é repetido o nome da refinaria.

Em 1937, quando a Ipiranga foi fundada, muitos afirmavam que seria difícil uma refinaria brasileira dar certo.

Quando a Ipiranga começou a produzir querosene de padrão internacional, muitos afirmavam, também, que dificilmente isso seria possível.

Quando a Ipiranga comprou as multinacionais Gulf Oil e Atlantic, muitos disseram que isso era incomum.

E, a cada passo que a Ipiranga deu nesses anos todos, nunca faltaram previsões que indicavam outra direção.

Quem poderia imaginar que a partir de uma refinaria como aquela a Ipiranga se transformaria numa das principais empresas do país, com 5600 postos de abastecimento anual de 5,4 bilhões de dólares?

E, que além de tudo, está preparada para o futuro?

É que, além de ousadia, a Ipiranga teve sorte: a gente estava tão ocupado trabalhando que nunca sobrou muito tempo para prestar atenção em profecias.

(Revista VEJA, nº 37, setembro/97)

Outro exemplo:

A história de Porto Belo envolve invasão de aventureiros espanhóis, aventureiros ingleses e aventureiros franceses, que procuraram portos naturais, portos seguros para proteger suas embarcações de tempestades.

(JB, Caderno Viagem, 25/08/93)

A substituição é mais ampla, pois pode se efetuar por meio da sinonímia, da antonímia, da hiperonímia, da hiponímia. Vamos ilustrar cada um desses mecanismos por meio de exemplos.

Sinonímia

a) Pelo jeito, só Clinton insiste no isolamento de Cuba. João Paulo II decidiu visitar em janeiro a ilha da Fantasia. (Revista VEJA, nº 39, outubro/97)

Os termos assinalados têm o mesmo referente. Entretanto, é preciso esclarecer que, neste caso, há um julgamento de valor na substituição de Cuba por ilha da Fantasia, numa alusão a lugar onde não há seriedade.

b) Aos 26 anos, o zagueiro Júnior Baiano deu uma grande virada em sua carreira. Conhecido por suas inconseqüentes "tesouras voadoras", ele passou a agir de maneira mais sensata, atitude que já levou até a Seleção Brasileira.

Patrícia, a esposa, e os filhos Patrícia Caroline e Patrick são as maiores alegrias desse baiano nascido na cidade de Feira de Santana. "Eles são a minha razão de viver e lutar por coisas boas", comenta o zagueiro.

Na galeria do ídolos, Júnior Baiano coloca três craques: Leandro, Mozer a Aldair. "Eles sabem tudo de bola, diz o jogador. O zagueiro da Seleção só questiona se um dia terá o mesmo prestígio deles.

Deixando para trás a fase de desajustado e brigão, o zagueiro rubro-negro agora orienta os mais jovens e aposta nesta nova geração do Flamengo.

(Jornal dos Sports, 24/08/97)

Este tipo de procedimento é muito útil para evitar as constantes repetições que tornam um texto cansativo e pouco atraente. Observe quantas diferentes maneiras foram empregadas para fazer alusão à mesma pessoa. Dentro desse parágrafo, observamos ainda outros mecanismos de coesão já vistos anteriormente: sua, ele, o, que retomam o jogador Júnior Baiano, e deles, que retoma os três craques.

c) Como uma ilha entre as pessoas que se comprimiam no abrigo do bonde, o homem mantinha-se concentrado no seu serviço. Era especialista em colorir retrato e fazia caricatura em cinco minutos. No momento, ele retocava uma foto de Getúlio Vargas, que mostrava um dos melhores sorrisos do presidente morto. (Wander Piroli, Trabalhadores do Brasil )

d) Vestia um camisolão azul, sem cintura. Tinha cabelos longos como Jesus e barbas longas. Nos pés calçava sandálias para enfrentar o pó das estradas e, a cabeça, protegia-a do sol inclemente com um chapelão de abas largas. Nas mãos levava um cajado, como os profetas, os santos, os guiadores de gente, os escolhidos, os que sabiam o caminho do céu. Chamava os outros de "meu irmão". Os outros chamavam-no "meu pai". Foi conhecido como Antonio dos Mares, uma certa época, e também como Irmão Antonio. Os mais devotos o intitulavam "Bom Jesus", "Santo Antonio". De batismo, era Antonio Vicente Mendes Maciel. Quando fixou sua fama, era Antônio Conselheiro, nome com o qual conquistou os sertões e além. (Revista VEJA,setembro/97)

Os vocábulos assinalados indicam a sinonímia para o nome de Antônio Conselheiro.Por ser um parágrafo rico em mecanismos de coesão, vale a pena mostrar mais alguns deles. Por exemplo, o sujeito de vestia, tinha, calçava, levava, chamava, foi conhecido, fixou é sempre o mesmo, isto é, Antônio Conselheiro, mas só ao final do texto esse sujeito é esclarecido. Dizemos, então, que, neste caso, houve uma referência por elipse.

Chamavam-no e o intitulavam - os pronomes oblíquos no e o retomam a figura de Antônio Conselheiro. Da mesma forma, o pronome a (protegia-a) refere-se ao nome cabeça, e o possessivo sua (sua fama) tem como referente o mesmo Antônio Conselheiro.

e) Depois do ciclo Romário, o Flamengo entra na era Sávio. Pelo menos é essa a intenção do presidente Kleber Leite. O dirigente nega a intenção do clube em fazer de seu atacante uma moeda de troca. "No ano passado me ofereceram US $ 9 milhões e mais o passe do Romário pelo Sávio e eu não fiz negócio", lembrou. Segundo Kleber, o jogador tem categoria suficiente para se transformar em um ídolo nacional. Por falar em prata da casa,o presidente do Flamengo, apoiado por Zico, vai apostar nos jovens valores do clube para o segundo semestre. Ele acha que, mantendo a base, com Sávio, Júnior Baiano, Athirson, Evandro e Lúcio, o time rubro-negro terá condições de chegar às finais do Campeonato Brasileiro e Supercopa. (Jornal dos Sports, 24/08/97)

As expressões assinaladas em azul se referem à mesma pessoa. Na verdade, temos em dirigente um sinônimo de fato, enquanto as outras substituições podem ser chamadas de elipses parciais, embora todas remetam ao presidente do clube carioca. Existe igualmente sinonímia entre Sávio, atacante e jogador.

f) Penando para tentar reduzir a conta dos direitos e benefícios dos trabalhadores, todo governante europeu hoje em dia baba de inveja dos Estados Unidos - o país do cada um por si e o governo, de preferência, bem longe dessas questões. Pois foi justamente na terra do vale-tudo entre patrão e empregado que 185000 filiados de um sindicato cruzaram os braços neste mês e pararam por quinze dias a UPS, a maior empresa de entregas terrestres do mudo . (Revista VEJA, setembro/97)

Não podemos deixar de apontar que, neste exemplo, os sinônimos escolhidos para Estados Unidos se revestem de um juízo de valor, são denominações de caráter pejorativo.

Antonímia - É a seleção de expresões lingüísticas com traços semânticos opostos. Exemplos:

a) Gelada no inverno, a praia de Garopaba oferece no verão uma das mais belas paisagens catarinenses. (JB, Caderno Viagem, 25/08/93)

Hiperonímia e Hiponímia - Por hiperonímia temos o caso em que a primeira expressão mantém com a segunda uma relação de todo-parte ou classe-elemento. Por hiponímia designamos o caso inverso: a primeira expressão mantém com a segunda uma relação de parte-todo ou elemento-classe. Em outras palavras, essas substituições ocorrem quando um termo mais geral - o hiperônimo - é substituído por um termo menos geral - o hipônimo, ou vice-versa. Os exemplo ajudam a entender melhor.

a) Tão grande quanto as baleias é a sua discrição. Nunca um ser humano presenciou uma cópula de jubartes, mas sabe-se que seu intercurso é muito rápido, dura apenas alguns segundos. (Revista VEJA, no 30, julho/97)

b) Em Abrolhos, as jubartes fazem a maior esbórnia. Elas se reúnem em grupos de três a oito animais, sempre com uma única fêmea no comando. É ela, por exemplo, que determina a velocidade e a direção a seguir. (Idem)

c) Dentre as 79 espécies de cetáceos, as jubartes são as únicas que cantam - tanto que são conhecidas também por "baleias cantoras". (Idem)

d) A renda de bilro é a mais conhecida e criativa forma de artesanato catarinense. (JB, Caderno Viagem, 25/08/93)

e) O litoral norte de Santa Catarina tem um verdadeiro festival de localidades famosas: a praia de Camboriu, a ilha de São Francisco do Sul, a enseada do Brito . (Idem)

f) Dado que, entre os assentados, é expressivo o número de analfabetos, pode-se ter uma idéia de quanto é difícil elaborar um projeto ou usar novas tecnologias. Com pouco dinheiro e escassa assistência, eles costumam usar sementes de qualidade baixa e voltar-se para a produção de consumo familiar. Mesmo entre os instrumentos de trabalho mais corriqueiros, também há escassez brutal, e a maioria dos assentados não dispõe nem mesmo de uma ou de uma picareta. Entre eles, ainda que os sem-terra tenham escolhido a foice como um dos seus símbolos de luta pela reforma agrária, o instrumento mais comum ainda é a velha enxada. (Revista VEJA, nº 29, julho/97)

Hiperônimos (termos mais gerais)
Hipônimos (termos mais específicos)
baleias animais cetáceos artesanato litoral norte instrumentos jubartes jubartes baleias renda de bilro praia, ilha, enseada pá, picareta, foice, enxada

Vale a pena apontar também a coesão lexical por sinonímia, entre assentados e sem-terra (exemplo f) e entre jubartes e baleias cantoras (exemplo c). Os pronomes eles ( caso reto ) e se ( caso oblíquo ) são exemplos de coesão gramatical referencial, pois remetem aos assentados .

Fonte: acd.ufrj.br

Coesão

As técnicas ou mecanismos de coesão têm por objetivo dar consistência ao texto, interligando suas partes para que tenha uma unidade de sentido, evitando a repetição de palavras.

O que é coesão textual?

Existem basicamente dois mecanismos de coesão textual:

Coesão léxica

É obtida através de relações de sentido entre as palavras, ou seja, do emprego de sinônimos.

Coesão gramatical

É obtida a partir do emprego de artigos, pronomes, adjetivos, advérbios, conjunções e numerais.

Fonte: www.jurisway.org.br

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