Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Concordância Verbal  Voltar

Concordância Verbal



A regra básica da concordância verbal manda que o verbo concorde com o sujeito gramaticalmente. O verbo, porém, pode concordar, por atração. Pode, ainda, deixar de concordar com o sujeito, para concordar com o predicativo.

 A) Quando os substantivos são sinônimos ou têm sentidos aproximados, o sujeito, embora composto, pode deixar o verbo no singular:

 a) “O medo e a covardia destrói a auto-estima.”
 b) “A pureza e a inocência ainda comove.”

 B) Quando o sujeito composto está posposto (após o verbo), o verbo pode concordar apenas com o mais próximo, por atração:

 a) “Morava ali o fazendeiro e as filhas.”
 b) “Morreu o jumento e todas as ovelhas, por causa da seca.”

 C) Se o sujeito composto contiver pronomes pessoais, a Norma aconselha que o verbo concorde, no plural, com o núcleo pronominal que for mais predominante. A 1ª pessoa prevalece sobre a 2ª e a 3ª; a 2ª pessoa prevalece sobre a 3ª:

 a) “Ele e teu pai são sócios.” (3ª pessoa com 3ª pessoa)
 b) “Sereis amaldiçoados vós e vossa geração.” (2ª pessoa e 3ª pessoa)
 c) “Tu e ela decidireis tudo juntos.” (2ª pessoa e 3ª pessoa).
 d) “Seremos felizes tu e eu.” (2ªº pessoa e 1ª pessoa)

 D) “No caso de o sujeito composto possuir núcleos unidos pela conjunção ou, o verbo concordará com o núcleo mais próximo, se essa conjunção indicar retificação ou exclusão:

 a) “O culpado ou os culpados serão punidos.”
 b) “O pai ou a mãe ficará com a criança, após o divórcio.”

 Obs. Se a idéia expressa no verbo puder se referir a qualquer dos núcleos, indiferentemente, o verbo irá para o plural:

 a) “Uma maçã ou uma pêra me satisfariam neste momento.”

 E) Quando o sujeito composto tem núcleos unidos pela conjunção com, o verbo pode ficar no singular, por atração com o núcleo singular, que queremos enfatizar:

 a) “Abandonou a fazenda o sertanejo com todos os filhos.”
 b) “Leonardo, com seus colegas, pichou a parede da sala.”

 F) Se o sujeito composto tiver os núcleos unidos pela conjunção nem, o verbo ficará no singular, se a idéia expressa pelo verbo se refere apenas a um dos núcleos e não pode se referir aos dois:

 a) “Depois do divórcio, nem o pai nem a mãe ficará com a criança.”
 b) “Nem Conde nem Cabral será eleito prefeito.”

 Obs. Se a idéia puder se referir a qualquer um dos núcleos, o verbo ficará no singular ou no plural:

 a) “Nem o Valle nem o Bittar será eleito deputado (= nem o Valle será nem o Bittar será...)
 b) “Nem o Valle nem o Bittar serão eleitos deputados.”

 G) Sujeito composto com núcleos correlacionadas pode levar o verbo ao singular ou ao plural. Se quiser enfatizar o núcleo mais próximo, deixe o verbo no singular:

 a) “Não só o professor, mas também o médico merecem as atenções do Governo.”
 b) “Não só o professor,  mas também o médico merece as atenções do Governo.”

 H) O verbo ficará no singular se o sujeito é um substantivo coletivo no singular:

 a) “O pelotão descansou após a batalha.”
 b) “O enxame penetrou na sala.”

 Obs. Caso o sujeito coletivo tenha substantivo no plural, o verbo ficará gramaticalmente no singular, mas poderá ficar no singular, se a intenção for enfatizar a ação individual dos elementos da expressão coletiva:

 a) “Um enxame de abelhas invadiu a casa.”
 b) “O enxame de abelhas invadiram a casa, por todos os lados.

 Obs. Há uma diferença se sentido no verbo invadir. Em “a” você imagina o enxame entrando em massa. Em “b”, imaginamos o enxame disperso, as abelhas não são vistas como um enxame. Podem ser vistas, individualmente, em todos os lugares da casa.

 I) As expressões a maior parte, grande número etc deixam  o verbo gramaticalmente no singular, mas pode levar o verbo a concordar, por atração, no plural, com o substantivo, se houver substantivos nessas expressões coletivas:

 a) “A maior parte faltou à aula.”
 b) “A maior dos alunos faltou à aula.
 c) “Grande número de peixes morreram com a poluição”.
 d) “Grande número de peixes morreu com a poluição.”

 J) Com as expressões um e outro, nem um nem outro, o verbo pode ficar no singular ou no plural, indiferentemente.

 a) “Um e outro merece / merecem o presente.”
 b) “Nem um nem outro compareceu / compareceram à reunião.”

 L) A expressão um ou outro deixa o verbo no singular:

 a) “Um ou outro remédio lhe fará bem.”
 b) “Uma ou outra jovem aceitará sua companhia.”

 M) Com a expressão um dos que, o verbo deve ficar no plural. Essa expressão indica que algo ou alguém se destaca de um grupo de coisas ou pessoas.

Atualmente há uma tendência em deixar o verbo no singular, por atração com a palavra um:

 a) “Geraldo é um dos que mais trabalham por essa escola.”
 b) “O Colégio Carmela Dutra é um dos que mais se esforçam para educar o aluno.”

 A concordância feita gramaticalmente se baseia, por exemplo, na letra “a”, no fato de que várias pessoas trabalham muito pela escola, e que Geraldo é uma dessas pessoas.

 N) A expressão mais de um deveria deixar o verbo gramaticalmente no plural, mas, como no item anterior, há uma tendência em se deixar o verbo no singular, por atração com a palavra um:

 a) “Mais de um aluno ficou em recuperação.”
 b) “Mais de um aluno ficaram em recuperação.”

 Às vezes, a idéia de plural dessa expressão fica mais evidente quando há reciprocidade.

Neste caso, a concordância por atração seria inadmissível: o verbo tem de ficar no plural:

 a) “Mais de um deputado se agrediram na Câmara.”
 b) “Mais de uma candidata se abraçaram após a divulgação do resultado.”

 O) Embora a Norma Culta aconselhe que, no casos de expressões com pronomes pessoais, a concordância se faça com a pessoa gramatical que prevalecer, ela aceita a concordância por atração.

 Nas expressões quais de vós e alguns de nós, por exemplo, há pessoas gramaticais diferentes dentro de cada uma delas: quais (3ª pessoa do plural) e vós (2ª pessoa do plural); alguns (3ª pessoa do plural) e nós (1ª pessoa do plural):

 a) “Quais de vós aceitareis essa verdade ?”
 b) “Quais de vós aceitarão essa verdade ?”
 c) “Alguns de nós faremos tudo para aprender.”
 d) “Alguns de nós farão tudo para aprender.”
 e) “Quantos de nós não teremos amado em vão ?”
 f) “Quantos de nós não terão amado em vão ?”

 Em “a”, “c” e “e”, a concordância se faz, gramaticalmente, com aquela pessoa gramatical que, de conformidade com a Norma Culta, deve prevalecer. Nos demais exemplos, a concordância se faz por atração com o pronome indefinido interrogativo.

 P) Na situação de sujeitos, o pronome quem leva o verbo, gramaticalmente, à 3ª pessoa, e que deixa o verbo na mesma pessoa em que estiver o nome antecedente:

 a) “Eras tu quem sonhava com esta viagem.”
 b) “Somos nós quem se encarregará disso tudo.”
 c) “És tu que mereces o prêmio.”
 d) “Fui o primeiro que terminou a prova.”

 Essa regra não é rígida:

 a) “Sou eu quem paga isso.” (concordância gramatical)
 b) “Sou eu quem falo agora.” (concordância por atração com o sujeito da oração anterior).

 Q) Alguns nomes próprios locativos, embora estejam no plural, se referem a um local único ou unificado. Estados Unidos, Países Baixos, Campinas,  Minas Gerais, Campos Elísios, Laranjeiras, Ramos,  Umbuzeiros etc. Alguns desses nomes ainda guardam o sentido de unificação de unidades distintas. Nesse caso, até hoje aceitam o artigo plural.

São exemplos em que o sujeito leva o verbo ao plural:

 a) “Os Estados Unidos não aceitam mais imigração de mexicanos.”
 b) “Os Países Baixos não exportam mais tais produtos.”

Os demais nomes citados não têm artigo pluralizados e isso deixa claro que não se trata de um conjunto de coisas, embora tenham forma de plural. Sabemos que, enquanto Estados Unidos é um locativo que lembra a união de diversos estados confederados, os demais nomes são simples denominações de locais considerados unidades indecomponíveis.

Deixam, portanto, o verbo no singular:

 a) “Campinas não fica tão distante.” (nome de cidade)
 b) “A Umbuzeiros ficou alagada.” (nome de rua)
 c) “Laranjeiras foi prejudicado pelas obras.” (nome de bairro)

 A concordância não se faz com a palavra, mas com a idéia de localidade: “A cidade (Campinas)...”; “A Rua (Umbuzeiros)...”; “O bairro (Laranjeiras)...”

 No caso de título de obras (livro, jornal, filme, peça teatral, novela, programa de rádio ou TV) esses títulos, ainda que tenham forma de plural , deixam o verbo no singular. O fato de terem artigo plural não muda essa regra: o verbo estará concordando com a idéia singular de romance, jornal, filme etc):

 a) Os Lusíadas emociona os portugueses até hoje”.
 b) “Bonés é acentuado graficamente.”
 c)Paulo Afonso foi considerada um monumento nacional.”
 d)Os Trapalhões hoje começará  às oito horas.”
 e)Dois-pontos não será empregado nessas frases.”
 f)Quatro-olhos não larga os livros nunca.”

 Essa concordância que se faz, não com apalavra presente na frase mas com uma idéia, é chamada de concordância ideológica. Os nomes destacados em negrito são formas resumidas:  obra Os Lusíadas, palavra bonés, cachoeira  Paulo Afonso,  programa Os Trapalhões, sinal dois-pontos, menino quatro-olhos (= de óculos).

Quando exemplos como esses aparecem com o verbo concordando, no plural, não se trata então de título de coisas ou pessoas, mas sim da pessoa ou coisa em si.

Aí a concordância se faz gramaticalmente:

 a) “Bonés possuem abas.”
 b) “Os lusíadas inspiravam Camões.” (= os portugueses).
 c) “Os trapalhões desembarcam hoje no Galeão.”
 d) “Os dois pontos darão a vitória ao Flamengo.”
 e) “Do quarto dos gêmeos, quatro olhos olhavam fixamente para mim.”

 R) Você já aprendeu que, se um verbo é impessoal, ele não tem sujeito, e se não tem sujeito, não ficará no plural como se tivesse concordando com um sujeito.

Então vamos apenas acrescentar o seguinte: o auxiliar de um verbo impessoal fica também impessoal, no singular:

 a) “Devia haver nesse cofre dois mil reais.”
 b) “Deve fazer dois anos que ele se formou.”

 S) A expressão de realce é que não interfere na concordância entre o sujeito e o verbo:

 a) “Nós é que sabemos a verdade.”
 b) “As crianças é que falam com sinceridade.”

 T) Com as expressões comparativas bem como, assim como, como, há sujeito composto. O verbo concordará com o primeiro núcleo, pois a intenção é destacar esse núcleo:

 a) “O saci, bem como a mula-sem-cabeça, não existe”.
 b) “Paulo César, como seu pai, se formou em Biologia.”

 Se, contudo, a intenção não é comparar, mas englobar os dois núcleos, o verbo irá para o plural:

 a) “Tanto Paulo quanto Francisco conseguiram aprovação.”
 b) “A matemática bem como a Filosofia devem ser estudadas.”

 U) Verbos que indicam marcação de horas, como bater, soar, dar, concordam com o número de horas indicado no sujeito:

 a) “Iam dar duas horas.”
 b) “Naquele momento, começaram a bater as seis horas.”
 c) “Soavam as dez horas, quando cheguei.”
 d) “Bateram nove horas na torre da igreja.”

 Se o sujeito for expressões como relógio, sino, o verbo concordará com elas:

 “O sino da igreja bateu nove horas.”

Fonte: www.geocities.com

Concordância Verbal

Regra geral

O verbo concorda com o sujeito em número e pessoa.

Ex: Bancários iniciam campanha eleitoral.

Concordância do verbo com o sujeito composto

1º Caso

Quando o sujeito composto vier anteposto ao verbo, o verbo irá para o plural.

Ex: O milho e a soja subiram de preço.

Obs.:  Quando os núcleos do sujeito forem sinônimos, o verbo poderá ficar no singular ou no plural.

Ex: Medo e terror nos acompanha (acompanham) sempre.

Quando os núcleos do sujeito vierem resumidos por tudo, nada, alguém ou ninguém, o verbo ficará no singular.

Ex: Dinheiro, mulheres, bebida, nada o atraía.

Quando o sujeito for formado por núcleos dispostos em gradação (ascendente ou descendente) o verbo ficará no singular ou no plural.

Ex: Uma briga, um vento, o maior furacão não os inquietava (inquietavam).

2º. Caso

Quando o sujeito composto vier posposto ao verbo, o verbo irá para o plural ou concordará apenas com o núcleo do sujeito que estiver mais próximo.

Ex: Chegou o pai e a filha. Chegaram o pai e a filha.

3º. Caso

Quando o sujeito composto for formado por pessoas gramaticais diferentes, o verbo irá para o plural na pessoa que tiver prevalência. 1º , 2º , 3º. 2º , 3º.

Ex: Eu, tu e ele fizemos o exercício.Tu e ele fizeste / fizeram.

4º. Caso

Quando os núcleos do sujeito vierem ligados pela conjunção "ou" , o verbo ficará no singular se houver idéia de exclusão. Se houver idéia de inclusão o verbo irá para o plural.

Ex: Pedro ou Antônio será o presidente do clube. (Exclusão) Laranja ou mamão fazem bem a saúde. (Inclusão)

Casos especiais de concordância verbal

1º. Caso

Com a expressão "um dos que" o verbo ficará no singular e no plural. O plural é construção dominante.

Ex: Você é um dos que mais estudam (estuda).

2º. Caso

Quando o sujeito for constituído das expressões "mais de", "menos de", "cerca de" o verbo concordará com o numeral que segue as expressões.

Ex: Mais de uma pessoa protestou contra a lei.Mais de vinte pessoas protestaram contra a decisão.

Obs.: Com a expressão "mais de um"pode ocorrer o plural:- Quando o verbo dá idéia de ação recíproca (troca de ações).

Ex: Mais de uma pessoa se abraçaram.- Quando a expressão "mais de um" vem repetida.Ex: Mais de um amigo, mais de um parente estavam presentes.

3º. Caso

Se o pronome interrogativo ou indefinido estiver no singular o verbo só concordará com ele. Se esses pronomes estiverem no plural o verbo concordará com ele ou com o pronome pessoal.

Ex: Qual de nós?Alguns de nós.Qual de nós viajará? Quais de nós viajarão (viajaremos)?

4º. Caso

Quando o sujeito for um coletivo o verbo ficará no singular.

Ex: A multidão gritava desesperadamente.

Obs.:- Quando o coletivo vier seguido de um adjunto no plural, o verbo ficará no singular ou poderá ir para o plural.

Ex: A multidão de torcedores gritava (gritavam) desesperadamente.

5º. Caso

Quando o sujeito de um verbo for pronome relativo "que", o verbo concordará com o antecedente deste pronome.

Ex: Sou eu que pago.

6º. Caso

Quando o sujeito de um verbo for um pronome relativo "quem", o verbo concordará com o antecedente ou ficará na 3º pessoa do singular concordando com o sujeito quem.

Ex: Sou eu quem paga (pago).

7º. Caso

Quando o sujeito for formado por nome próprio que só tem plural, não antecipado de artigo, o verbo ficará no singular; se o nome próprio vier antecipado de artigo o verbo irá para o plural.

Ex: Minas Gerais possui grandes fazendas.Os Estados Unidos são uma nação poderosa.

8º. Caso

Os verbos impessoais ficam sempre na 3º pessoa do singular.

Ex: Faz 5 anos...Havia crianças na fila.

Obs.:- Também fica na 3º pessoa de singular o verbo auxiliar que se põe junto a um verbo impessoal formando uma locução verbal.

Ex: Deve haver crianças na fila.- O verbo existir não é impessoal.

Ex: Existiam crianças na fila.Devem existir crianças na fila. (O verbo auxiliar de um verbo pessoal concordará com o sujeito).

9º. Caso

Com os verbos "dar", "bater", "soar" se aparecer o sujeito"relógio"a concordância se fará com ele; se não aparecer com o sujeito "relógio" a concordância se fará com o número de horas.

Ex: O relógio deu cinco horas.Deram cinco horas no relógio da matriz. ... relógio da matriz: Adjunto adverbial de lugar.

10º.  Caso

Quando o sujeito for formado por um pronome de tratamento o verbo irá sempre para 3º pessoa.Vossa Excelência leu meus relatórios?

11º.  Caso

Quando "se" funcionar como partícula apassivadora o verbo concordará normalmente com o sujeito da oração.

Ex: Pintou-se o carro.Alugam-se casas.

12º.  Caso

Quando o "se" funcionar como Índice de Indeterminação do Sujeito o verbo ficará sempre na 3º pessoa do singular.

Ex: Precisa-se de secretária.Vive-se bem aqui.

13º.  Caso

O verbo parecer, seguido de infinitivo admite duas construções:

Flexiona-se o verbo parecer e não se flexiona o infinitivo.

Flexiona-se o infinitivo e não flexiona-se o verbo parecer.

Ex: Os prédios parecem cair.Os prédios parece caírem.

Concordância com o verbo ser

a- Quando, em predicados nominais, o sujeito for representado por um dos pronomes TUDO, NADA, ISTO, ISSO, AQUILO: o verbo ser ou parecer concordarão com o predicativo.

Ex.: Tudo são flores./Aquilo parecem ilusões.

Poderá ser feita a concordância com o sujeito quando se quer enfatizá-lo.

Ex.: Aquilo é sonhos vãos.

b-   O verbo ser concordará com o predicativo quando o sujeito for os pronomes interrogativos QUE ou QUEM.

Ex.: Que são gametas?/ Quem foram os escolhidos?

c-   Em indicações de horas, datas, tempo, distância: a concordância será com a expressão numérica

Ex.: São nove horas./ É uma hora.

Em indicações de datas, são aceitas as duas concordâncias pois subentende-se a palavra dia.

Ex.: Hoje são 24 de outubro./ Hoje é (dia) 24 de outubro.

d- Quando o sujeito ou predicativo da oração for pronome pessoal, a concordância se dará com o pronome.

Ex.: Aqui o presidente sou eu.

Se os dois termos (sujeito e predicativo) forem pronomes, a concordância será com o que aparece primeiro, considerando o sujeito da oração.

Ex.: Eu não sou tu

e-  Se o sujeito for pessoa, a concordância nunca se fará com o predicativo.

Ex.: O menino era as esperanças da família.

f-  Nas locuções é pouco, é muito, é mais de, é menos de junto a especificações de preço, peso, quantidade, distância e etc, o verbo fica sempre no singular.

Ex.: Cento e cinqüenta é pouco./ Cem metros é muito.

g-  Nas expressões do tipo ser preciso, ser necessário, ser bom o verbo e o adjetivo podem ficar invariáveis, (verbo na 3ª pessoa do singular e adjetivo no masculino singular) ou concordar com o sujeito posposto.

Ex.: É necessário aqueles materiais./ São necessários aqueles materiais.

h- Na expressão é que, usada como expletivo, se o sujeito da oração não aparecer entre o verbo ser e o que, ficará invariável.Se aparecer, o verbo concordará com o sujeito.

Ex.: Eles é que sempre chegam atrasados./ São eles que sempre chegam atrasados.

Autora: Adriana Cristina Mercuri Pinto

voltar 12345avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal