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Normas Para Redação de Teses

1. REQUISITOS GERAIS

Este documento contém os requisitos mínimos, estabelecidos pelo Colegiado do Pro-grama de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento (PGM), da Universidade Esta-dual de Maringá (UEM), obrigatórios na apresentação formal da tese definitiva.

Após aprovação pela Banca Examinadora, o estudante entregará o original de sua tese à secretaria do PGM, para avaliação do Colegiado. Após autorização, o autor entregará sete exemplares encadernados (um para cada membro da banca, um para o PGM e outro para a Biblioteca Central da UEM), um exemplar em meio eletrônico (cd-rom) e, no mínimo, um artigo científico relativo ao trabalho de tese, publicado, aceito, ou sub-metido para publicação

2. EDITORAÇÃO

2.1. Papel e processo de multiplicação

O papel de impressão da tese é de cor branca, tipo apergaminhado, gramatura mínima de 24 Kg, ou equivalente, formato A4 (210 x 297 mm).

A multiplicação é feita utilizando método que reproduza o original com nitidez.

2.2. Digitação

A impressão é feita somente em uma face do papel, em preto, permitindo-se cores nas figuras, em situações em que sejam absolutamente necessárias.

São aceitas somente fontes arredondadas, preferencialmente Arial 12.

O corpo dos Quadros, das Figuras e dos rodapés pode conter letras menores, desde que legíveis.

Títulos e subtítulos podem ser apresentados em negrito.

Nomes científicos devem ser diferenciados pelo uso de itálico.

2.2.1. Espaçamento

O original da tese é digitado em espaço 1,5 cm. Espaço simples é usado apenas em quadros longos, notas de rodapé, notas de fim de texto, títulos e subtítulos com mais de uma linha e citações bibliográficas.

2.2.2. Margens e parágrafos

As margens terão as seguintes dimensões: Superior = 30 mm; Inferior = 20 mm; Es-querda = 30 mm; e Direita = 20 mm.

Todo parágrafo é iniciado a 15 mm, a partir da margem esquerda.

Na primeira página de toda divisão principal da tese, o título é centralizado, sem pontu-ação e o primeiro parágrafo começa a 30 mm do topo da mesma.

2.2.3. Numeração das páginas

Os números de página, de mesmo tipo e tamanho dos utilizados no texto, são coloca-dos sem pontuação e centralizados na margem inferior da página.

As páginas preliminares são numeradas com algarismos romanos consecutivos, em-pregando-se letras minúsculas e começando-se com “ii” na página de aprovação da te-se.

Todas as demais páginas do texto são numeradas consecutivamente com algarismos arábicos, começando com 1 (um) na primeira página da Introdução.

Todas as páginas da tese onde haja texto, Quadro(s) ou Figura(s) devem ser numera-das.

A colocação horizontal ou vertical de Quadros ou de Figuras não altera a posição do número da página e das margens.

2.2.4. Notas e rodapés

Notas e rodapés serão usados apenas em casos de real necessidade, com aprovação da Comissão Orientadora.

2.2.5. Quadros e Figuras

“Quadro” geralmente designa dados numéricos tabulados, sendo incluído no corpo e/ou nos apêndices da tese. Não deve ser denominado como tabela.

“Figura” geralmente designa outros materiais, como gráficos, fotografias ou ilustrações, podendo ser incluída no corpo, ou nos apêndices da tese.

Todos os Quadros e todas as Figuras são usados no texto após a sua citação, na mesma página ou na página seguinte.

Fotografias e outras ilustrações deverão ser inseridas, com processo digital (por meio de recursos computacionais), de forma definitiva e incluídas no corpo da tese.

Quadros e Figuras são numerados em séries separadas. Exemplo: Quadro 1, Quadro 2, Quadro 3, etc.; Figura 1, Figura 2, Figura 3, etc...

No interior dos Quadros textos em negrito ou itálico somente são usados para nomes científicos ou títulos.

2.2.6. Legendas de Quadros e Figuras

As palavras “Quadro” e “Figura”, com apenas a inicial em maiúscula, e suas legendas, com apenas a primeira palavra com a inicial em maiúscula, devem ser colocadas acima do Quadro ou abaixo da Figura, deixando um espaço simples entre a última linha da le-genda e a linha de cima do quadro ou abaixo da figura. Se o quadro continuar na pági-na seguinte ou subseqüente, a legenda conterá, por exemplo: Quadro 18, Cont.. A le-genda não é repetida na continuação, e um espaço simples deve ser deixado antes da continuação do corpo do Quadro.

As legendas devem seguir a mesma orientação, vertical ou horizontal, dos correspon-dentes Quadros e Figuras.

Entre as linhas das legendas o espaço é simples.

Na legenda do Quadro não há ponto final. Na legenda da Figura, por ser inserida após a mesma, deve-se incluir o ponto final.

2.2.7. Encadernação

A encadernação das cópias é de responsabilidade do pós-graduando.

Para os exemplares de defesa a encadernação deverá ser confeccionada no tipo espi-ral, em capa plástica com a frente transparente.

Os exemplares definitivos deverão receber encadernação do tipo brochura com capa em papel couchecote (kromecote), com gramatura de 180 g/m² na cor branca, com as inscrições gravadas na cor preta

2.2.7.1. Lombada (encadernação do dorso da tese)

A lombada da tese, deverá ser impressa na cor preta, contendo os seguintes elemen-tos: nome do autor (impresso longitudinalmente e legível do alo para o pé da lombada, possibilitando a leitura quando o trabalho está no sentido horizontal, com a face voltada para cima) e data (mês e ano da defesa da tese).

3. ESTRUTURA

3.1. Capa

A capa não é considerada como página da tese e deverá conter, iniciado a 30 mm a-baixo do topo da página, centralizado e em negrito, os seguintes elementos:

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ, escrito na parte superior da folha, 30 mm abaixo do topo da página, com letras maiúsculas e em ordem normal.

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO, escrito abaixo de UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ.

NOME DO CANDIDATO: nome completo, escrito abaixo de PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GENÉTICA E MELHORAMENTO, com letras maiúsculas e em ordem normal.

Título da tese: escrito no meio da página, conforme foi aprovado pela Banca Exami-nadora. Índices, expoentes e símbolos (letras gregas) devem ser evitados no título. Deverá ser escrito em letra 14, em negrito e com apenas a primeira palavra iniciada com letra maiúscula.

Local: MARINGÁ

PARANÁ - BRASIL (escrito na parte inferior da página).

Data: MÊS - ANO DA DEFESA (Ex.: JULHO -2007), escrito abaixo de PARANÁ - BRASIL

Todos os textos devem ser centralizados, utilizando-se fonte do tipo Arial, maiúscula, tamanho 12, exceto para o título que deverá ser em tamanho 14.

3.2. Folha de rosto

A folha de rosto não é numerada, devendo conter os seguintes elementos:

NOME DO CANDIDATO: nome completo, centralizado a 30 mm abaixo do topo da página, escrito com letras maiúsculas e em ordem normal.

Título da tese: escrito no meio da página, Deverá ser escrito em letra 14, centraliza-do, em negrito e com apenas a primeira palavra iniciada com letra maiúscula.

Título acadêmico: entre o Título e a parte inferior da página, com recuo de 70 mm da margem esquerda, sem recuo de primeira linha, escreva-se: Tese (para o Curso de Mestrado escreva-se Dissertação) apresentada à Universidade Estadual de Ma-ringá, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento, para obtenção do título de Mestre / Doutor.

Nome do(a) orientador(a): escrito abaixo do Título acadêmico (Tese/Dissertação), com o mesmo formato de parágrafo, precedido pelas abreviaturas “Prof. Dr.” ou “Profª Drª”.

Local: MARINGÁ (centralizado na parte inferior da página)

PARANÁ - BRASIL (centralizado abaixo de MARINGÁ).

Data: MÊS - ANO DA DEFESA (centralizado abaixo de PARANÁ - BRASIL).

3.3. Ficha catalográfica

Deverá ser representada no verso da página de rosto e impressa na parte inferior da página em um retângulo de 75 x 125 mm, conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano. A ficha catalográfica deverá ser elaborada pela Biblioteca Central da UEM.

3.4. Folha de aprovação

A folha de aprovação será confeccionada pela secretaria do PGM e fornecida após a defesa da tese, devendo ser acrescentada imediatamente após a folha de rosto.

3.5. Página de direitos autorais (se aplicável)

Esta página só é adicionada se houver reserva de direitos.

3.6. Dedicatória (optativa)

A dedicatória é sucinta e centralizada na página, não sendo necessário título.

3.7. Agradecimento

O agradecimento inclui uma curta apresentação de agradecimentos ou reconhecimen-tos por qualquer ajuda especial. Caso o estudante tenha usufruído bolsa de estudo ou a pesquisa teve suporte de instituição pública, a consignação de reconhecimento terá sempre que ser feita. Exemplo: A Deus; À UEM; À Capes, CNPq, ou Fundação Araucá-ria; Ao orientador; e Demais agradecimentos.

A partir desta seção as páginas preliminares passam a contar com o título (AGRADECIMENTO, BIOGRAFIA, ÍNDICE, RESUMO e ABSTRACT), em letras maiús-culas, centralizado e sem pontuação, iniciando-se a 30 mm do topo da página.

3.8. Biografia

A biografia deve ser escrita na terceira pessoa e conter informações relevantes da for-mação acadêmica e atividade profissional e, entre outros pormenores, a data e o local de nascimento do autor.

As informações devem limitar-se a uma página digitada em espaço um e meio e podem ser apresentadas em forma sumária.

3.9. Sumário

A listagem do conteúdo inicia-se junto à margem esquerda, a 30 mm abaixo do título. Todos os títulos e subtítulos das partes que vem após o índice são listados. Nenhum material precedente pode nele figurar.

3.10. Resumo

O primeiro parágrafo é em espaço simples e contém o nome do candidato tal como aparece na página de rosto, como o nome de família em primeiro lugar (em letra maiúscula); a abreviatura do título a ser obtido(M. Sc., ou D. Sc.); o nome da instituição que confere o título (Universidade Estadual de Maringá); mês e ano do cumprimento da exigência; o título da tese (exatamente como aparece na página de rosto); e os nomes completos do professor orientador e dos professores conselheiros.

Em seguida, vem a redação, em parágrafo único, sobre o assunto da tese, uma expla-nação breve sobre a pesquisa e um resumo daquilo que foi obtido. Não usar diagramas, ilustrações, índices ou expoentes e referências bibliográficas.

O resumo não deve ultrapassar 400 palavras. Números, símbolos e abreviaturas são contadas como palavras.

Após o resumo devem ser apresentadas três “Palavras-chave:”.

3.11. Abstract

Será redigido em inglês, no formato apresentado para o RESUMO (M 3.10).

Após o abstract devem ser apresentadas três “Key words:”.

3.12. Corpo da Tese

O corpo da tese deverá conter as seguintes seções: 1. INTRODUÇÃO; 2. REVISÃO DE LITERATURA; 3. MATERIAL E MÉTODOS; 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO; 5. CONCLUSÕES; e 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

3.13. Títulos e subtítulos

Os títulos e subtítulos das seções do trabalho devem ser numerados em seqüência crescente pelo sistema decimal. Os números são colocados diante dos títulos das se-ções e separados por um ponto e espaço.

O título principal de cada seção do corpo da tese (descritas no item 3.12) deverá ser centralizado, em letras maiúsculas e em negrito.

Os demais títulos e subtítulos deverão ser alinhados à esquerda, em negrito.

3.14. Tese em capítulos

Somente para o Curso de Doutorado o corpo da tese poderá ser organizado na forma de capítulos, sendo composto das seguintes seções: 1. INTRODUÇÃO GERAL; 2. REVISÃO DE LITERATURA; 3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS; 4. CAPÍTULOS; e 5. CONCLUSÕES GERAIS.

Neste caso a organização interna de cada capítulo deverá conter as seguintes seções: 1. INTRODUÇÃO (contendo abordagem da literatura pertinente); 2. MATERIAL E MÉTODOS; 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO; 4. CONCLUSÕES; e 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

3.15. Referências Bibliográficas

Qualquer tese que faça uso de trabalho de outrem, quer em citação direta, quer por referência, deve conter as referências bibliográficas listando tais fontes. Eventualmente podem, e em alguns casos devem, constar também as consultadas ou até as que se-jam úteis para quem pretenda obter uma visão de conjunto.

3.16. Normas para Referências Bibliográficas

Artigos em Periódicos:

AUTORIA DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Periódico, número do volume: pági-na inicial-final do artigo, data.

Exemplos:

MEYERS, B.C.; CHIN, D.B.; SHEN, K.A.; SIVARAMAKRISHNAN, S.; LAVELLE, D.O.; ZHANG, Z.; MICHELMORE, R.W. The major resistance gene cluster in lettuce is highly duplicated and spans several megabases. Plant Cell, 10:1817-1832, 1998.

MICHELMORE, R.W.; MEYERS, B.C. Clusters of resistance genes in plants evolve by divergent selection and a birth-and-death process. Genome Res., 8:1113-1130, 1998.

Teses e Dissertações:

AUTORIA. Título. Local: Instituição, Ano. Número de páginas. Tese ou Dissertação (Grau e Área).

Exemplo:

CRUZ, C.D. Aplicação de algumas técnicas multivariadas no melhoramento de plantas. Piracicaba: Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz, 1990. 188p. Tese (Doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas).

POLETINE, J.P. Herança da resistência do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) às ra-ças 69 (epsilon) e 453 (zeta) de Colletotrichum lindemuthianum (Sacc. et Magn.) Scrib. Maringá: Universidade Estadual de Maringá, 1997. 66p. Dissertação (Mestrado em Agronomia).

Livros:

AUTORIA. Título. Edição. Local: Editora, Ano. Número de páginas.

Exemplo:

FALCONER, D.S. Introduction to quantitative genetics. London: Longman, 1996. 464 p.

SINGH, R.K.; CHAUDHARY, B.D. Biometrical methods in quantitative genetic anal-ysis. New Delhi: Kalyani Publishers, 1979. 304p.

Capítulos de Livros:

AUTORIA DA PARTE. Título da parte. In: AUTORIA DA OBRA. Título da obra. Edição. Local: Editora, ano. Página inicial-final da parte.

Exemplo:

MONTALVÁN, R.; BARBIN, D. Estatística e melhoramento genético de plantas. In: DESTRO, D.; MONTALVÁN, R. (eds.). Melhoramento genético de plantas. Londrina: EDUEL, 1999. p. 85-102.

Artigos publicados em eventos científicos:

AUTOR. Título do trabalho. In: NOME DO EVENTO, Local, ano de realização. Título dos anais. Local de publicação: Editora, ano de publicação. Página inicial-final do arti-go.

Exemplo:

FONSECA, J.R.; VIEIRA, E.H.N.; SILVA, H.T.; COSTA, J.G.C.; RAVA, C.A. Coleta, ava-liação e preservação de cultivares tradicionais de feijoeiro-comum do Brasil. In: VII CONGRESSO NACIONAL DE PESQUISA EM FEIJÃO. Viçosa, 2002. Resumos Ex-pandidos... Viçosa: UFV, 2002, p.336-337.

TINGEY, S.V.; RAFALSKY, J.A.; WILLIANS, J.G.K. Genetic analysis with RAPD markers. In: APPLICATIONS OF RAPD TECHNOLOGY TO PLANT BREEDING SYMPOSIUM, 1993, Madison. Proceedings... Madison: Crop Science Society of America, 1993. p.3-8.

Fontes “On Line”

AUTORIA. Título. Disponível em: <endereço eletrônico> Acesso em: data (dia, mês, ano).

Exemplo:

FAO. Faostat database gateway. Disponível em: http://apps.fao.org/lim500/nph-sdgwrap.pl?Production.Crops. Primary & Domain=SU. Acesso em: 14, abril, 2006

VALLEJO, V.; KELLY, J.D. The use of AFLP analysis to tag the Co-12 gene conditioning resistance to bean anthracnose. Disponível em: http://www.intl-ag.org/pag/10/abstracts/PAGX_P233.html. Plant and Animal Genome X Conference 2002, San Diego, CA, 2002.

A referência deve conter os nomes de todos os autores, sendo proibido o uso da ex-pressão “et al.”.

3.17. Normas para citações

No texto deve ser incluído o nome do autor (com apenas a inicial em maiúscula) e o ano entre parênteses. Exemplos: (Searle, 1961) ou (King e Wilson, 1975).

Nas referências com mais de dois autores deverá ser citado somente o primeiro autor, seguido da expressão “et al.”. Exemplo: (Comstock et al., 1958).

As referências devem ser citadas no texto seguindo a ordem cronológica. Exemplo: (Ideber, 2001; Uetz, 2002; Ottavai, 2004).

Exemplos: Os estudos da divergência genética podem ser realizados por meio de diferentes meto-dologias, cuja escolha baseia-se na precisão desejada pelo pesquisador, na facilidade da análise e na forma de obtenção dos dados (Rodrigues et al., 2002). De acordo com Shimoya et al. (2002), a avaliação da divergência genética é efetuada através de métodos preditivos, ou seja, aqueles que levam em consideração caracterís-ticas agronômicas, fisiológicas, genéticas e morfológicas, apresentadas pelos progenitores na determinação da divergência (Rao et al., 1981; Cruz, 1990; Carvalho et al., 1995).

Estudos realizados por Franco et al. (2001), utilizando marcadores RAPD para caracte-rizar a diversidade genética entre 19 acessos de feijoeiro, dos grupos gênicos Andino e Mesoamericano, evidenciaram uma menor diversidade genética dentro destes dois gru-pos gênicos, e a existência de alto nível de polimorfismo genético entre os grupos, sen-do que no grupo Andino a diversidade genética relativa foi maior do que aquele encon-trado no grupo Mesoamericano.

3.18. Apêndices (Optativo)

O Apêndice é comumente usado para acrescentar material ilustrativo suplementar, dados originais e citações longas demais para inclusão no texto ou que não sejam essenciais para a compreensão do assunto.

Esta seção é separada do material precedente por uma folha de rosto trazendo o tí-tulo APÊNDICES (ou, se há apenas um, APÊNDICE), em letras maiúsculas, centra-lizado e sem pontuação. A folha é contada, mas não é numerada.

Os Apêndices são subdivididos em APÊNDICE A, APÊNDICE B, APÊNDICE C, etc., dependendo dos tipos e das quantidades dos materiais usados, recebendo o tratamento de divisões de primeira ordem.

Se houver somente um Apêndice, colocar Quadro 1A, Quadro 2A, etc.; Figura 1A, Figura 2A, etc.; porém, chamá-lo de APÊNDICE e não de APÊNDICE A.

Fonte: www.pgm.uem.br

Normas Para Redação de Teses

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE DISSERTAÇÃO E TESE

1.REQUISITOS GERAIS

1.0 Normas gerais

1.1 Teses constituem o produto final de pesquisas desenvolvidas em cursos de Mestrado e Doutorado. Exigem investigações próprias à área de especialização e métodos específicos. As teses de Doutorado envolvem contribuições originais.

1.2 A tese é de responsabilidade do Candidato, da Comissão Orientadora e da Banca Examinadora, a quem competirá determinar alterações na forma, na linguagem e no conteúdo.

1.3 A tese poderá ser redigida em Português, Inglês ou Espanhol, a critério da Comissão Orientadora.

1.4 Após a aprovação da tese pela Banca Examinadora, o Candidato apresentará ao Conselho Técnico de Pós- Graduação (CTP) três cópias impressas, que serão assim distribuídas: uma cópia para o Professor Orientador, uma cópia para arquivo na Biblioteca Central e uma cópia para arquivo na Coordenação do Programa de Pós-Graduação de vinculação do Candidato. No caso da existência de convênios financiadores da tese (bolsas de estudo, custeio de trabalhos de campo e de laboratório e outros), cópia adicional impressa deverá ser apresentada, desde que solicitada pela instituição conveniada.

1.5 O Candidato também apresentará ao CTP a versão final de sua tese em meio eletrônico, idêntica à versão impressa. O CTP encarregar-se-á de encaminhar cópias da versão eletrônica para o Professor Orientador e para os órgãos conveniados com a UFV.

2.0 Estrutura

2.1 A tese deverá ser composta de: (i) capa, (ii) páginas prétextuais, (iii) corpo da tese propriamente dito e, opcionalmente, (iv) anexo (páginas pós-textuais).

2.2 A capa deverá conter a autoria, título da tese, local e ano da aprovação da tese, dando visibilidade ao nível (Mestrado ou Doutorado) e à UFV. As capas das teses encadernadas em mais de um volume deverão conter as mesmas informações, acrescidas da identificação do respectivo volume.

2.3 As páginas pré-textuais serão compostas de:

2.3.1 Primeira folha interna (página de rosto), contendo: (i) autoria, (ii) título da tese, (iii) nota explicativa de que se trata de um trabalho de tese, mencionando o Programa de Pós- Graduação, a Universidade e o grau pretendido (Mestrado ou Doutorado), e (iv) local e ano de aprovação da tese. Constará, no verso desta folha, a ficha catalográfica.

2.3.2 Segunda folha interna, contendo as três primeiras partes do item anterior, a data de aprovação da tese, e os nomes e as assinaturas dos participantes da Banca Examinadora.

2.3.3 Opcionalmente, poderão ser incluídas páginas adicionais contendo: (i) dedicatória, (ii) agradecimento(s), (iii) biografia do autor e (iv) lista de símbolos, figuras, quadros e tabelas.

2.3.4 Folha(s) em que conste(m) o resumo em Português e o abstract em Inglês. Ambos os textos serão precedidos por um cabeçalho contendo: sobrenome do Candidato, seguido de seus demais nomes, por extenso; abreviatura do título acadêmico obtido; nome da instituição que conferiu o título (Universidade Federal de Viçosa); mês e ano da aprovação da tese; título da tese (exatamente como aparece na página de rosto); e os nomes completos do Professor Orientador e dos Conselheiros.

2.3.5 Folha(s) de conteúdo ("índice").

2.4 O corpo da tese conterá todo o trabalho impresso, avaliado e aprovado pela Banca Examinadora. O corpo da tese poderá ser organizado de três formas alternativas: (i) texto corrido, (ii) capítulos, ou (iii) artigos científicos pertinentes ao trabalho da tese, publicados, aceitos, ou submetidos para publicação. Admitir-se-á a composição da tese na forma mista de capítulos e artigos científicos.

2.5 O corpo da tese em "texto corrido" será composto das seções: (i) Introdução, (ii) Revisão Bibliográfica (opcional), (iii) Material e Métodos, (iv) Resultados, (v) Discussão, (vi) Conclusões (opcional) e (vii) Bibliografia. Os itens iv e v poderão ser fundidos numa única seção. Os títulos das referidas seções serão definidos pelo Professor Orientador.

2.6 O corpo da tese em "capítulos" será composto das seções: (i) Introdução Geral, (ii) Capítulos e (iii) Conclusões Gerais. A organização interna de cada capítulo poderá obedecer o disposto no item 2.5. A Bibliografia poderá aparecer ao final de cada seção ou capítulo, ou como bibliografia única ao final da tese.

2.7 O corpo da tese em "artigos científicos" será composto: de (i) Introdução Geral, (ii) Artigo(s) Científico(s) e (iii) Conclusões Gerais. A Introdução Geral e as Conclusões Gerais poderão conter suas respectivas bibliografias. Os artigos terão formatação livre, desde que seja adotada uma consistência interna.

2.7.1 Em caso de redação da tese na forma de artigo único, serão dispensadas a Introdução Geral e as Conclusões Gerais.

2.7.2 Admitir-se-ão artigos com formatações diferentes na mesma tese.

2.7.3 Admitir-se-ão artigos redigidos em idiomas diferentes na mesma tese.

2.7.4 No caso da inclusão de artigo(s) previamente publicado(s) no corpo da tese, o(s) mesmo(s) poderá(ão) ser reproduzido(s) do(s) originais, desde que respeitado o disposto em 3.0.

2.8 O anexo (páginas pós-textuais) conterá material pertinente e suplementar à tese.

3.0 Editoração

3.1 Composição tipográfica As teses deverão ser impressas em forma permanente e legível, com caracteres de alta definição e de cor preta. Admitir-se-á a apresentação de cópias xerográficas, para o cumprimento do item 1.4.

3.2 Notação científica e medidas A nomenclatura científica deverá ser diferenciada contextualmente, de acordo com as normas internacionais. As unidades métricas deverão seguir o padrão do Sistema Internacional de Unidades.

3.3 Papel Recomenda-se utilizar papel A4 (210 x 297 mm) branco, e suficientemente opaco para leitura normal. Ambas as faces do papel poderão ser utilizadas, desde que a legibilidade não fique comprometida.

3.4 Margens Recomenda-se que a margem referente ao bordo de encadernação não seja inferior a 40 mm e as outras margens, não inferiores a 20 mm.

3.5 Paginação Todas as páginas textuais e pós-textuais deverão ser numeradas em seqüência contínua, i.e., desde a página da Introdução (texto corrido), ou da Introdução Geral (capítulos ou artigos) do primeiro volume até a última página do último volume, em algarismos arábicos. A seqüência deverá incluir tudo que estiver no(s) volume(s), como mapas, diagramas, páginas em branco e outros. As páginas prétextuais poderão ser numeradas, seqüencialmente, com algarismos romanos minúsculos.

3.6 Ilustrações Fotografias e outras ilustrações deverão ser montadas de forma definitiva e incluídas no corpo da tese. É admitido o uso de cores nas figuras e ilustrações. Em nenhuma circunstância dever-se-á empregar fita adesiva ou material similar para afixação de ilustrações no corpo da tese. Folhas de tamanho superior ao formato adotado na tese serão aceitáveis. Serão dobradas, de forma a resultar em dimensões inferiores ao tamanho do papel adotado.

3.6.1 Contribuições complementares ou outros materiais isolados poderão ser anexados à tese. Cada cópia da tese referida no item 1.4 deverá conter um conjunto completo dos materiais complementares anexados.

4.0 Fontes de consulta

Alley M. 1996. The craft of scientific writing. New York: Springer- Verlag. 282 pp.
Barrass R. 1978. Os cientistas precisam escrever. São Paulo: Editora da Universidade Federal de São Paulo. 218 pp.
Eco U. 1977. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva. 184 pp.
França J. 2000. Manual para normalização de publicações técnicocientíficas.
Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais. 213 pp.
Gowers E. 1987. The complete plain words. London: Peguin Books. 288 pp.
Isaacs A, Daintith J, Martin E, eds. 1991. The Oxford dictionary for scientific writers and editors. Oxford: Claredon Press. 389 pp.
Phillips E & Pugh D. 1988. How to get a PhD. Milton Keynes: Open University Press. 161 pp.
Salisbury F, ed. 1996. Units, symbols, and terminology for plant physiology. New York: Oxford University Press. 234 pp.

Fonte: ftp.ufv.br

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