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Região Centro-Oeste do Brasil

Região Centro-Oeste do Brasil

A região Centro-Oeste faz parte das cinco subdivisões do Brasil. As outras são: região Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. Os estados que compõem o Centro-Oeste são: Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. A soma das áreas dos quatro estados resulta num total de 1.606.371,505 km². Essa área lhe dá o status de segunda maior região do Brasil, em superfície territorial.

A segunda maior região também é uma das menos populosas. A densidade populacional dela, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 8,26 habitantes/km². E mais, de acordo com as estatísticas do órgão, a região Centro-Oeste possui cerca de 14 milhões de habitantes. Se fizermos um paralelo com a região Sudeste, que tem sua população contabilizada em cerca de 80 milhões de habitantes, percebemos o porquê da região Centro-Oeste estar nessa posição, com menos população.

No início do século XVI, o Brasil recebeu os europeus, oriundos de Portugal. Antes, no país, só habitavam os indígenas e as terras não haviam sido tocadas pelo o homem branco. O território onde se localiza a região Centro-Oeste, pelo menos, ainda não. No período da colonização, bem no começo, os lusitanos só podiam se alojar nas terras que pertenciam ao litoral brasileiro.

O Brasil era dividido em lotes; a parte litorânea era dos portugueses, e eles começavam a explorar, e a outra dos espanhóis. No entanto, os colonos de Portugal decidiram ampliar suas terras e saíram a conhecer e tomar conta de uma região maior. Aventuravam-se em expedições e bandeiras, a fim de descobrir o que mais o território indígena tinha a oferecer.

Na região Centro-Oeste, como dito anteriormente, foram os primeiros habitantes dessa região. Nela, havia muitas minas de ouro que, quando descobertas pelos bandeirantes, começaram a ser exploradas. Desse modo, deram início às primeiras vilas: a Vila Real do Bom Jesus de Cuiabá, território atual da capital do estado do Mato Grosso, Vila Boa, o atual estado de Goiás e a Meya Ponte, pertence, hoje, à cidade de Pirenópolis.

Uma das primeiras atividades da economia da região foi a criação de gado. Ora, os fazendeiros de Minas Gerais e de São Paulo também criaram grandes fazendas no território da atual região Centro-Oeste. Os grandes coronéis se estabeleceram nessa terra e, até hoje, é possível ver as imensas fazendas nas áreas verdes de Goiás.

Como estratégia de defesa de nossas fronteiras contra as outras nações, os habitantes da região Centro-Oeste erigiram um forte, chamado de Forte de Coimbra. Essa fortaleza foi edificada onde hoje se localiza o município de Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Em Goiás, também existe um município de mesmo nome; porém, para que não haja dúvida, o Forte Novo de Coimbra, como é chamado, está no Mato Grosso do Sul.

A partir da construção dele, surgiram novos aglomerados e povoados. A população da região Centro-Oeste aumentou, na medida em que novas estradas de ferro, rodovias e hidrovias davam acesso à região.

O povoamento da região não teria aumentado muito, se não fosse pela transferência da Capital Federal para, vamos dizer, o “centro do país”. Em meados da década de 1950, atendendo a pedidos da época do Brasil Império, iniciariam a construção de Brasília, exatamente no estado do Goiás.

Grande parte da população migrou para a futura capital. Em sua maioria, os nordestinos vieram para trabalhar na construção do antigo sonho de Marquês de Pombal, que desejava a capital no interior do país, e para José Bonifácio, o Patriarca da Independência e idealizador do nome “Brasília”. O presidente, na época, Juscelino Kubitschek, tinha o projeto chamado de “Cinquenta anos em cinco”, em que construiria a moderna capital, em pouco tempo – e fez jus ao nome do projeto. Ela foi inaugurada em 21 de abril de 1960. Começaram as obras em 1955.

Além do povoamento, a nova capital pode contribuir para o desenvolvimento sócio-econômico da região Centro-Oeste, que até então era pouco povoada e com baixas taxas de crescimento. Um exemplo disso é o território que hoje pertence ao estado do Tocantins – a antiga parte norte do Goiás. Ele era de responsabilidade também do governo, fazia parte do território goiano, mas sempre houve maior foco na parte sul.

A região Centro-Oeste, hoje, conta com um Produto Interno Bruto (PIB) de cerca de R$ 279 bilhões, sendo mais de R$ 100 bilhões só do Distrito Federal – percebe-se a influência que trouxe a Capital Federal para a região. E também possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) elevado, marca 0,815, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

População da região Centro-Oeste

Região Centro-Oeste do Brasil

Pessoas, mais pessoas e carros, mais carros. Essa expressão caberia se estivéssemos falando da região Sudeste, onde tem gente que não acaba mais. Porém, o Centro-Oeste do Brasil é a segunda subdivisão menos populosa, isso, segundo os censos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Perceba: as regiões mais populosas são as que se aproximam do litoral, onde começaram a se desenvolver os povoados, por meio da colonização. Enfim, a região Centro-Oeste possui 1,6 milhões km² e nessa imensa faixa de terra, estão cerca de 14 milhões de habitantes. É muita terra para pouca gente.

O Distrito Federal é uma espécie de retângulo na ponta sudeste do estado de Goiás. Dentro do DF, estão cerca de 2,6 milhões de habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), distribuídos em 30 regiões administrativas (RA). Das RA, a mais populosa é Ceilândia, com 365 mil habitantes, segundo a Companhia do Desenvolvimento do Planalto Central (Codeplan).

A área total do Distrito Federal é equivalente a 5802 km², aproximadamente. Como é uma cidade planejada, no início, era previsto a capacidade de 500 mil habitantes; porém, hoje, tem-se mais que o dobro. Hoje, apresenta um total de 433 habitantes por quilômetro quadrado.

O Mato Grosso é o maior estado da região Centro-Oeste: tem uma área total de cerca de 900 mil quilômetros quadrados, sendo o terceiro estado mais extenso do Brasil. A população do estado é, consoante dados do IBGE, de 3.033.991 habitantes, um total de 3,36 habitantes por km² e representa 1,47% da população nacional. Pode ser considerada uma terra pouco habitada, tendo em vista as proporções entre área e população. A cidade mais populosa é Cuiabá, com 551.350 habitantes.

Mato Grosso do Sul representa em torno de um terço do tamanho do estado de Mato Grosso. Sua área é de 357.124 km² e nela são distribuídos, de acordo com o censo do IBGE, 2.449.331 habitantes, um total de 6,86 habitantes/km². De todas as cidades do estado de Mato Grosso do Sul, a capital, Campo Grande, possui o maior número populacional: 787.204, seguido do município de Dourados, com 196.068 pessoas.

O estado de Goiás é o terceiro maior da região Centro-Oeste, em tamanho territorial. Ele possui uma área total de 340.086 km². A população de Goiás totaliza, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, seis milhões de habitantes, o que dá um total de 17,65 habitantes por quilômetros quadrados. Em primeiro lugar, no quesito população, está a capital, Goiânia, com 1.301.892 milhões de habitantes, seguido de Aparecida de Goiânia, com 455.735 pessoas.

Economia da região Centro-Oeste

A região Centro-Oeste tem sua economia baseada no setor da agricultura. Há outros também, como: o extrativismo mineral e vegetal, a indústria e etc. O Produto Interno Bruto (PIB) da região é de cerca de R$ 279 bilhões, isso, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No segmento da agricultura há o cultivo de milho, mandioca, abóbora, feijão e arroz. Além disso, os grãos que eram plantados nas regiões sul e sudeste também vêm para o Centro-Oeste, que são o café, o trigo e a soja.

Goiás

A pecuária é outro setor da economia que é bastante promissor, principalmente na produção da carne bovina. A criação de gado recompensa o Goiás com o terceiro maior rebanho de gado do Brasil. Além da produção de carne, o estado lucra com leite, couro, lã e pele.

No setor primário, no estado de Goiás, por exemplo, a agropecuária é a principal atividade econômica do local. Embora o cerrado não seja o melhor pasto para o gado, a parte sul de Goiás se mostra bem promissora nesse ramo. Em contrapartida, o solo e a abundância dos recursos naturais da região ajudam no segmento da agricultura.

A indústria e o comércio atuam juntamente com a produção de alimentos da terra. Após a implantação de agroindústrias na região, Goiás se tornou um dos principais produtores de tomate. Além disso, vale lembrar que o estado da região Centro-Oeste produz, em grandes quantidades, o arroz, o café, o algodão, o feijão, o milho, a cana-de-açúcar, o sorgo, o trigo, o alho, o girassol, o tomate e outros.

Um dado curioso é que, no ano de 2009, o estado de Goiás produziu 680 mil toneladas de tomate, o equivalente a 22% da safra brasileira. O Produto Interno Bruto (PIB) do Goiás é equivalente a cerca de R$ 65 milhões.

O motivo da exploração das terras goianas pelos bandeirantes foi a sua riqueza. Até hoje, o estado de Goiás apresenta essa abundância. O solo é rico em níquel, calcário, fosfato e manganês, bem como ouro, cianeto, esmeralda, nióbio e outros. Essa variedade de elementos gera outra atividade econômica, não tão forte quanto à agricultura e pecuária, que é o extrativismo mineral e vegetal.

O estado atua no setor secundário por meio das indústrias. As multinacionais têm tomado o espaço econômico e, com isso, têm fortalecido a economia da região Centro-Oeste. Indústrias como a Mitsubishi, Hyundai e Suzuki Motors. No setor terciário, a área de turismo é a que se destaca, pois Goiás possui belas paisagens, ainda não tocadas, bem como suas tradicionais cidades e festas. Como, por exemplo, a Festa do Divino de Pirenópolis.

Mato Grosso

Na economia mato-grossense, a agricultura e a pecuária se sobressaem. A agricultura com a exportação de grãos. A soja é o principal cultivo e produto das exportações. Na época colonial, os principais produtos agrícolas eram a cana-de-açúcar, a erva-mate, a poaia e a borracha. A criação de gados era outra comum do período.

Hoje, focado na questão da exportação de grãos, Mato Grosso possui oito municípios no ranking dos dez mais ricos. São responsáveis por 65% das exportações da região Centro-Oeste. No país, é o segundo maior exportador de grãos. O Produto Interno Bruto do Mato Grosso totaliza cerca de 42 bilhões de reais.

Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul se encontra em excelente posição, se considerarmos as relações comerciais. Faz fronteira com outros países e com grandes centros comerciais como São Paulo, Paraná e Minas Gerais. A economia sul-mato-grossense é focada na produção rural, indústria, extrativismo, turismo e prestação de serviços.

A agropecuária é uma atividade forte na região. Mato Grosso do Sul mantém um dos maiores rebanhos bovinos do país – sem contar que, como a região é coberta pela vegetação do pantanal, a qualidade alimentar do gado é bem melhor.

Lá, existe um local chamado de corredor bioceânico, que são saídas para os oceanos Atlântico e Pacífico, que beneficia a economia da região. Os produtos cultivados em terras sul-mato-grossenses são os agrícolas: a soja, o açúcar, o cacau, café, as frutas em geral, o arroz, o milho, a soja e outros. Há, também, a extração de madeira, látex, para a fabricação da borracha, castanha. Agora, fora da extração, tem carne e produtos industrializados.

O setor de serviços oferece o ecoturismo, devido a biodiversidade encontrada no famoso “pantanal mato-grossense”, que proporciona belas paisagens, atraindo turistas de todos os cantos. Existem muitos locais bonitos. E, se desejar, pode ir para o Paraguai também. O Produto Interno Bruto de Mato Grosso do Sul é equivalente a, aproximadamente, 33 milhões de reais, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Distrito Federal

O Distrito Federal não possui altas taxas de produção agrícola, muito menos de produção pecuária, nada disso. Esses elementos estão distribuídos em 8% de toda a economia do DF. A economia do Distrito Federal é, de acordo com o IBGE, baseada, 91%, no segmento de prestação de serviços. O Produto Interno Bruto é de cerca de R$ 120 bilhões.

São 40% dos moradores da capital, o total de pessoas que trabalham para o governo no serviço público. A economia do DF se baseia em alguns setores: o governo, as comunicações, as finanças, o entretenimento, a tecnologia, as indústrias, a construção civil, processamento de alimentos, fabricação de móveis, reciclagem, farmácia e imprensa.

Cultura da região Centro-Oeste

A cultura da região Centro-Oeste é bastante diversificada devido à influência de outras. As danças, costumes, comidas típicas, como também o folclore compõem a riqueza que podemos encontrar . Anessa região. Há, também, aquelas músicas caipiras, que ficaram famosas no Brasil inteiro e que são sucesso, mesmo as mais antigas.

As duplas sertanejas, modas de viola, as festas religiosas, todas essas coisas são produtos da riqueza proporcionada pela região Centro-Oeste. Quando você vai à padaria, encontra aquele empadão, o delicioso bolinho de mandioca, a pamonha e outras derivações do milho, aquele arroz com pequi – só para quem gosta, pois tem gente que lê e fala: “eca!”.

Outras influências na cultura do Centro-Oeste são os paraguaios, que têm o costume de tomar um mate gelado e o tererê. O arroz carreteiro, macarrão boiadeiro, pacu assado, farofa de banana, de carne, o licor de pequi e outros. Todos esses elementos são comidas típicas da região Centro-Oeste.

Para as pessoas mais animadas, a região Centro-Oeste tem o Cururu, o Siriri, a Guarânia, a Viola-de-Cocho, que são danças típicas do Centro-Oeste, comuns no estado de Mato Grosso. Os eventos bastante conhecidos são: o Carnagoiânia, as Romarias do Divino Pai Eterno, Congada de Catalão, as Cavalhadas de Pirenópolis, são festas que acontecem no estado de Goiás.

Na capital, acontece o Brasília Music Festival, onde são recebidos artistas nacionais e internacionais. Outros festivais acontecem em Brasília e são bem famosos. O Capital Fashion Week, um grande evento de moda de Brasília, os festivais de cinema, o Brasília Indoor, que recebe grandes bandas brasileiras como o Asa de Águia.

No Distrito Federal, mais do que essas festas religiosas, tem várias opções de saída nos fins de semana. São muitas casas de shows, bares, pubs, que oferecem atrações de música, espetáculos teatrais, cinemas, bem típicos de grandes centros urbanos.

O Mato Grosso do Sul tem a cultura parecida com a do Mato Grosso, em relação às danças, manifestações, festas. Nelas, acontecem as quadrilhas, que fazem parte do folclore da região Centro-Oeste também. O polca-rock é um ritmo musical bem popular no Mato Grosso do Sul e é resultado da mistura de alguns ritmos como: blues, folk, pop, metal, grunge, progressivo e jazz.

A região Centro-Oeste é bastante influenciada por outras culturas. A música sertaneja é um movimento muito forte da região, bem como o forró, visto que tem uma grande porcentagem de nordestinos. O rock, axé, funk, forró, tecno brega, eletrônica são ritmos com grande destaque, principalmente, nas regiões metropolitanas. No interior, é mais fácil se deparar com as modas de viola e duplas, músicas mais tranquilas – lembrando que isso não é regra.

Relevo e clima da região Centro-Oeste

A região Centro-Oeste é um local quente O clima é o tropical semiúmido, os verões são quentes e chuvosos e o inverno é frio e seco. Isso acontece entre os meses de outubro até março, ou seja, o verão; e de abril a setembro, o inverno. Nas partes de planalto central, o clima recorrente é o tropical de altitude.

Nos locais de planície do pantanal, o clima é o mais quente e atrai os ventos alísios do Nordeste brasileiro, que causam as fortes chuvas. Parte da região Centro-Oeste, precisamente ao norte dela, as temperaturas são características do clima equatorial, com grandes quantidades de chuva.

O relevo da região é dividido em três altos e baixos: planalto central, o planalto meridional e a planície do pantanal.

O planalto central consiste em blocos de rochas, formados pelas chamadas rochas cristalinas e rochas sedimentares. Em certas partes, existem ondulações e acidentes; em outras áreas são comuns as formações de chapadas, em que os picos são planos. Essas, recebem o nome de serras. A vista é muito bela e quando você viaja pelas estradas do Centro-Oeste, é possível se deparar com essas paisagens, principalmente quando passa pela região do Mato Grosso, nordeste do Goiás, onde se localiza a Chapada dos Veadeiros, entre outras.

As planícies do pantanal são locais que, quando chove, inundam. Ela se encontra entre os planaltos da região Centro-Oeste e formam várias áreas alagadas. O responsável pela formação dessas planícies cheias de água é o rio Paraguai. Essas “piscinas” são chamadas de lagos ou baías. Outro elemento que faz parte desse relevo são as cordilheiras que, ao contrário das baías, são pequenas elevações secas.

O planalto meridional é o local da terra boa e fértil, totalmente a favor dos agricultores que, diga-se de passagem, são muitos na região Centro-Oeste. Onde se tem a famosa terra roxa. Esse relevo é comum na área que tange à região Sul, Mato Grosso do Sul e o Goiás.

Há o cerrado, o pantanal, os campos limpos, a floresta amazônica e matas, em determinadas áreas do cerrado. As florestas amazônicas são caracterizadas por vegetação fechada e cobre a parte norte e oeste da região Centro-Oeste. A maior parte é coberta pelo cerrado, tipo savana.

Nele, há a presença de muitas árvores de troncos contorcidos, as folhas são duras e as raízes são bem grandes, que é conhecida como cerradão. No cerrado, são menos arbustos e árvores e muitas gramíneas. O pantanal predomina nas regiões do Mato Grosso do Sul, que é onde existem os campos limpos, semelhantes ao pampa gaúcho.

Outro atributo do pantanal são as cheias. E elas ocorrem na época do verão que, no clima tropical semiúmido, é o período chuvoso. A vegetação é bem diversificada nessas áreas. De acordo com os estudiosos do meio ambiente, as áreas verdes da região Centro-Oeste são as que possuem maior biodiversidade.

Fonte: regiao-centro-oeste.info

Região Centro-Oeste do Brasil

Região Centro-Oeste do Brasil

O termo Região Centro-Oeste existe institucionalizado pelo Governo Federal, desde 1941, quando o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística fez a primeira divisão territorial do Brasil em macrorregiões. Atualmente a região é formada pelos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e pelo Distrito Federal.

Ocupa uma área de 1.604.852 km2 ( 18,5% da área do país ), entre as latitudes de 7,5 º e 23º ao sul do equador e entre as longitudes de 65º e 45º a oeste de Greenwich, abrangendo a maior parte do Planalto Central com seus chapadões recobertos por cerrados e clima tropical com estação seca bem definida.

A Região Centro-Oeste é limitada ao norte pelos Estados do Amazonas e Pará, a noroeste pelo Estado de Rondônia, a nordeste pelo Estado de Tocantins, a leste pelo Estado da Bahia, a sudoeste pela Bolívia e Paraguai, a sudeste pelos Estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

O total da população residente em 1995 era de 10.320.755 de habitantes e a densidade demográfica registrada em 1991 foi de 5,85 hab/km2.

Estados da Região Centro-Oeste

Goiás: situado entre os Estados de Mato Grosso (oeste), Mato Grosso do Sul (sudoeste), Tocantins (norte), Bahia (leste) e Minas Gerais (leste e sudeste), ocupa uma área total de 340.166 km2, dividida em 232 municípios reunidos em 20 microrregiões.

Mato Grosso: situado entre os Estados do Amazonas e Pará (norte), Tocantins e Goiás (leste), Mato Grosso do Sul (sul) e Rondônia (oeste), contém parte da fronteira com a Bolívia a oeste. Ocupa uma área total de 901.421 km2, dividida em 95 municípios reunidos em 22 microrregiões.

Mato Grosso do Sul: situado entre os Estados de Mato Grosso e Goiás (norte), Minas Gerais e São Paulo (leste), Paraná (sudeste), contém parte da fronteira com o Paraguai ao sul e Paraguai e Bolívia a oeste. Ocupa uma área total de 357.471 km2, dividida em 77 municípios reunidos em 11 microrregiões.

Distrito Federal: situado no Planalto Central encravado em território goiano, apenas em seu limite sudeste faz fronteira com o Estado de Minas Gerais. Ocupa uma área total de 5.794 km2. Embora seja a capital federal do país abrigando as sedes dos poderes legislativo, executivo e judiciário, possui poderes executivo e legislativo próprios, como os outros estados da federação .

Fonte: infoener.iee.usp.br

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