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Grupos Vegetais

 

 

Os quatro principais grupos de plantas: Musgos, samambaias, coníferas, e Angiospermas.

As plantas terrestres evoluíram de cerca de 500 milhões de anos atrás.

Eles enfrentaram um problema que não existia para as plantas aquáticas: eles precisavam para viver em dois mundos diferentes. Eles precisavam de fazer parte do mundo do solo, para obter água, nutrientes e estabilidade, mas também precisava estar no ar, para obter luz solar e dióxido de carbono. As plantas terrestres resolveu este problema através do desenvolvimento de raízes, bem como caules e folhas, e um sistema de vasos (xilema e floema) para conectá-los.

Todos os quatro grupos de plantas terra têm estas características (exceto musgos não possuem vasos).

Suas diferenças são vistas em se ou não têm sementes ou flores, e em aspectos desses recursos.

Todas as plantas terrestres têm outra característica, chamada alternância de gerações. Não vamos entrar em detalhes sobre isso, além de indicar as duas gerações são chamadas a gametófito (produz gametas) eo esporófito (produz esporos) gerações. Precisamos mencionar estes porque os quatro grupos de plantas têm cada alternância única de gerações.

Musgos

O primeiro grupo de plantas terrestres são os musgos e seus aliados, as hepáticas e antóceros. Juntos, eles são chamados de briófitas. São plantas terrestres, mas não têm sementes ou flores. O gametófito geração, isto é, a geração que é a maior, mais facilmente visto, é aquele que produz gâmetas, não aquele que produz esporos. A geração esporófito é uma pequena planta que cresce sobre ou logo abaixo do solo e raramente é visto.

Musgos reproduzir com esporos. Se você olhar de perto, às vezes você pode ver um pouco do bulbo em uma haste fina, colocando-se a partir do musgo. Esta estrutura é chamada de seta, e que é a geração esporófito. A haste é chamado de pé, e a lâmpada no final é chamada de uma cápsula. Ele contém o esporângio, que é a estrutura que produz os esporos. Musgos falta vasos, por isso eles estão restritos a tamanhos menores e ambientes mais úmidos do que outras plantas terrestres.

Musgos, então, são as plantas terrestres sem sementes ou flores, com uma geração de gametófito dominante.

Samambaias

Samambaias, cavalinhas e seus aliados formam o segundo grupo de plantas terrestres, as pteridófitas. Estas plantas têm todos os sistemas vasculares, constituídos de xilema (fluxo de água e nutrientes das raízes para as folhas) e floema (fluxo de açúcares e outros produtos metabólicos das folhas para as raízes). Musgos não têm sistemas vasculares. Samambaias, no entanto, não têm flores.

As Samambaias reproduzem por meio de esporos. Muitas vezes você pode vê-los se você virar uma folha madura. Você vai ver fileiras de pequenos pontos.

Cada ponto representa uma sori, que contém os esporângios, que é a estrutura que produz milhares de esporos. Cada esporo cresce em uma planta muito pequena, chamada de gametófito, e é a geração gametófito. O gametófito produz gametas (óvulos e espermatozóides), que se unem para produzir a planta samambaia. A planta samambaia que conhecemos, que tem as folhas, caules e raízes, produz esporos, por isso é a geração esporófito.

Coníferas

As gimnospermas ("sementes nuas") compõem o terceiro grupo de plantas terrestres. Eles produzem sementes, e não esporos, que estão contidos dentro de um cone. As sementes são um grande desenvolvimento evolutivo, uma vez que, ao contrário de esporos, que são multicelulares e conter nutrição para o novo, o desenvolvimento da planta, tudo dentro de um revestimento protetor. O maior grupo de gimnospermas são as coníferas ("cone ao portador"), que incluem as sequóias e Dougles-abetos, que são as plantas dominantes de Caz.

Coníferas produzem cones de pólen, em que se desenvolvem microsporangia, que se submetem a meiose, produzindo grãos de pólen, que são gametófitos masculinos imaturos. O pólen é soprado pelo vento para cones femininos. Este é um processo relativamente ineficaz, de modo que as coníferas tem de produzir uma quantidade muito grande de pólen para garantir os cones femininos se fertilizado. Se você está em uma floresta de coníferas na primavera, você vai achar que a sua tenda e carro tornar-se coberto em grãos de pólen. Quando um cone fêmea fica fertilizado com o pólen, produz sementes. As sementes não estão contidos dentro de um ovário. A planta alta que reconhecemos como um pau-brasil é a geração esporófito.

Plantas com flores

O último grupo de plantas terrestres são as angiospermas, também conhecidas como as plantas com flores. A evolução da flor representa o ponto alto da evolução das plantas. A flor atrai muitos animais que ajudam na polinização, tornando o processo de polinização mais eficiente e menos aleatória do que nas gimnospérmicas. A semente se desenvolve dentro de um ovário, o que se torna um fruto. O fruto serve para ajudar a dispersão de sementes, uma vez que os animais comem as sementes, que geralmente passam ilesos através do trato intestinal do animal. Aves e mamíferos pode depositar as sementes, junto com um pouco de fertilizante, um longo caminho a partir da planta de origem.

O carvalho tanbark também é uma planta com flores, mas suas flores são pequenas e imperceptíveis. O "bolos" que é produzido é a semente.

Fonte: www.davidlnelson.md

Grupos Vegetais

Com os avanços nos conhecimentos na genética, evolução e bioquímica, a divisão dos seres vivos da Natureza em dois Reinos: Animal e Vegetal, como como era aceita desde a Grécia antiga, não mais se ajusta à realidade.

Embora alguns cientistas ainda discutam onde deveriam ser classificados alguns organismos, a maioria concorda com a necessidade que sejam classificados em, pelo menos, cinco grandes Reinos:

Monera - onde ficam seres anucleados, como as bactérias e as algas azuis.
Protista -
onde seriam colocados seres nucleados e unicelulares
Fungi -
onde classificamos os cogumelos, fungos em geral, mofos, leveduras e mixomicetos
Vegetalia ou Metáfita -
onde são colocadas as algas mais evoluídas e os vegetais verdadeiros, terrestres
Animalia ou Metazoa -
onde ficam os animais pluricelulares

A Botânica, como ciência tradicional, ainda não se adaptou totalmente a essas novas idéias, continuando a estudar as bactérias, algas azuis e fungos, junto com os vegetais mais desenvolvidos.

É isto o que você pode notar do estudo dos grandes grupos de seres estudados pela Botânica, como veremos a seguir:

Monera

Bactérias - unicelulares, anucleadas, sem plastos ou mitocôndrias. São importantes agentes decompositores e causadores de inúmeras doenças, tanto em animais como em vegetais.

Têm um papel importante no Ciclo do nitrogênio e como decompositores na reciclagem da matéria orgânica nos ecossistemas.

Podem apresentar respiração aeróbica ou anaeróbica e, neste último caso, são importantes pela fermentação lática (azedam o leite) e acética (na produção do vinagre).

Sua reprodução normalmente é por cissiparidade, mas podem em certos casos, apresentar trocas genéticas, que podem ser feitas através de virus (transdução), ou diretamente entre indivíduos (conjugação).

Quando arredondadas são chamadas de cocos Ex: estreptococos (colônia em forma de colar), estafilococos (colônia em forma de cacho).

Quando alongadas denominam-se bacilos Ex: bacilo, espirilo (bacilo espiralado) e vibrião (bacilo em forma de vírgula).

Cianófita ou cianobactérias - são vulgarmente conhecidas como algas azuis, unicelulares ou formando colônias filamentosas. Assim como as bactérias, não têm núcleo individualizado, ficando o material nuclear disperso no citoplasma.

Possuem um pigmento especial, a ficocianina, que juntamente com a clorofila , lhes dá a cor azulada.

Também são importantes no ciclo do nitrogênio, como fixadoras, e neste particular, são responsáveis pela maior produtividade das plantações de arroz irrigado, pois na lâmina de água em que a cultura se desenvolve, fixam uma quantidade apreciável de nitrogênio.

Algas

Euglenofita - Algas verdes, nucleadas, unicelulares, clorofiladas que podem nadar pelo batimento do flagelo que possuem.

Possuem uma mancha denominada de "mancha ocelar" ou "estigma" que sente as variações da intensidade luminosa, fazendo com que a alga mergulhe ou suba para a superfície, quando a luz é fraca ou intensa demais.

Na luz fazem fotossíntese e são autótrofas e no escuro se alimentam por fagocitose, como os animais.

Pirrófita - Algas unicelulares, nucleadas, com dois flagelos e revestidas por placas de celulose, como se fossem escamas de peixe.

Também possuem "mancha ocelar", como a Euglena.

São importantes pois, em condições de superalimentação, podem se reproduzir explosivamente, causado a "maré vermelha".

Têm um gênero, denominado Noctilluca, que é luminiscente, fazendo que, em noites escuras, o mar brilhe como se estivesse cheio de vaga-lumes.

Crisófita - algas douradas, uni ou pluricelulares cuja característica mais marcante é a membrana celular impregnada de sílica.

Delas, o grupo mais importante é o das Diatomáceas, unicelulares, que formam uma carapaça denominada "frústula", formada por duas tampas que se fecham como se fosse uma caixa de sapatos.

Quando morrem as f'rústulas afundam, formando um sedimento denominado diatomido, que é usado para a fabricação de cerâmicas, pasta de dentes e dinamite.

Clorófita - Algas verdes, uni ou pluricelulares, que podem ser encontradas praticamente em quaisquer ambientes úmidos.

Nos seus cloroplastos pode ser encontrado um grão de amido com albumina: o "pirenóide".

O grupo das Conjugatae, têm uma forma especial de reprodução, denominada "conjugação", na qual duas algas filamentosas se acoplam através de uma "ponte nupcial", passando o material genético de uma (macho) para a outra (fêmea).

Na evolução dos vegetais, provavelmente, deram origem às plantas terrestres.

Feófita - Algas pardas, predominantemente marinhas, muito evoluídas, podendo apresentar falsos tecidos.

De sua membrana é extraído o ácido algínico, usado na industria de alimentos e por dentistas.

Formam o "mar dos sargaços", podem ser comestíveis e são usadas como adubo.

Rodófita - algas vermelhas, com talos maciços e ramificados.

Têm carbonato de cálcio na membrana e delas se extrai o agar-agar, usado em laboratórios e em alimentos.

Vivem fixas no fundo dos oceanos (bentônicas).

Algas

Fungos

Seres aclorofilados, em cuja membrana, no lugar da celulose, é encontrada quitina. Sua substância de reserva é o glicogênio.

Podem ser uni ou pluricelulares e, neste último caso, seu corpo é denominado "micélio" formado por filamentos denominados hifas.

São importantes por produzirem a fermentação alcoólica e antibióticos. Um deles, o Schacharomyces cerviseae, além de produzir bebidas alcoólicas é utilizado no fabrico do pão (fermento). Muitos são comestíveis e outros venenosos.

Modernamente são divididos em dois grandes grupos, Eumicetos (fungos verdadeiros) e Mixomicetos (fungos gelatinosos).

Os eumicetos se dividem em cinco classes:

Arquimicetos - amebóides, sem parede, parasitas de plantas terestres e aquáticas,. EX: Plasmodiophora brassicae.

Ficomicetos - formados por filamentos (hifas} plurinucleadas, não divididas em células. Formam os bolores. Ex. Mucor sp. e Plamophara sp.

Ascomicetos - formados por hifas divididas em células.

Produzem esporos dentro de estruturas epeciais denominadas ascas, muitas vezes reunidas em estruturas comestíveis: os "corpos de frutificação"..Ex: Claviceps sp., Morchella sp., Schacharomyces cerviseae e Penicillium notatum.

Basidiomicetos - são os fungos mais evoluídos, formam esporos dentro de estruturas formadas basídias, às vezes agrupadas em "corpos de frutificação" que formam o cogumelo verdadeiro. Ex: Amanita sp. (venenoso) e Agaricus sp. (comestível)

Deuteromicetos ou fungos imperfeitos - como os fungos têm um ciclo de vida bastante complexo, com alternância de gerações em que as fases podem ocorrem em hospedeiros diferentes, muitas vezes não se lhes conhece o ciclo de vida completo. Até que isto venha a acontecer, estes fungos são enquadrados nesta categoria.

Os Mixomicetos, antigamente classificados à parte, não são fungos verdadeiros e se trata de organismos amebóides, cujo corpo é um plasmódio. Se alimentam por fagocitose e vivem em cascas de árvores, troncos podres em lugares úmidos e sombreados.

Líquens

Associação simbiôntica permanente entre fungos e algas, nas quais os fungos formam duas camadas corticais exteriores, ficando a camada média formada por algas e fungos.

Os fungos fixam o organismo em substrato e dele retiram água com sais minerais; as algas, protegidas pelas duas camadas de fungo, utilizam estes materiais para fazer fotossíntese e o produto é utilizado pelos dois.

Os liquens são importantes agentes de erosão pois ajudam a desintegrar a rochas, transformando-as em solo.

Sua forma de reprodução é um conjunto formado por pedaços de fungos e algas, que é levado pelo vento: o sorédio.

Briófitas

Primeiros vegetais que se adaptaram à vida terrestre, apresentando tecidos verdadeiros, porém não possuem tecidos de condução ou flores.

Seus órgãos reprodutores são os anterídios e os arquegônios.

Uma característica importante é que apresentam uma alternância obrigatória de gerações em que a fase haplóide ou gametofítica (protonema) é perene e tem vida relativamente longa, enquanto que a fase diplóide, o esporófito é pequeno e tem vida curta, vivendo como um parasita sobre o gametófito.

Sãos os musgos e as hepáticas

Pteridófitas

Vegetais terrestre, com tecidos verdadeiros, inclusive os de condução. Também não tem flores e seus órgãos reprodutores também são os anterídos e arquegônios.

Possuem alternância de gerações obrigatória onde, ao contrário das Briófitas, a fase perene e mais desenvolvida é o esporófito, formado por raízes, caules e folhas; a fase gametofítica (protalo) é pequena e tem vida curta.

Foram os primeiros vegetais a formarem grandes florestas que dominaram a terra. Seus fósseis deram origem à hulha ou carvão mineral.

Gimnospermas

Primeiros vegetais a apresentar flores, que são incompletas e não formam ovário. Por isso mesmo produzem sementes nuas, sem frutos.

Sua inflorescência é chamada de estóbilo

Angiospermas

São os vegetais mais desenvolvidos, com flores completas em que o óvulo é produzido dentro de um ovário, cujas paredes se transformam no fruto.

Se dividem em dois grupos:

Monocotiledôneas e Dicotiledôneas, cujas características estão no quadro a seguir:

Monocotiledôneas

Um cotilédone na semente
Raízes fasciculadas com células com reforço em "u" na endoderme. Geralmente não engrossam.
Caules com estrutura astélica (atactostélica), com feixes condutores em que o xilema e o floema não estão separados pelo câmbio(colaterais fechados), e por isso, salvo raras exceções, não engrossam.
Folhas com nervuras paralelas, estômatos nas duas epidermes (anfiestomáticas), mesófilo indiferenciado ou simétrico..
Flores geralmente homeoclamídeas (com perigônio formado por sépalas) e trímeras

Dicotiledôneas

Dois cotilédones na semente
Raízes axiais com "estrias de Caspari" nas células da endoderme. Geralmente engrossam.
Caules com estrutura eustélica, com feixes de condutores em que o xilema e o floema estão separados pelo câmbio. Normalmente engrossam.
Folhas com nervuras ramificadas (reticuladas ou peninervas), estômatos apenas na epiderme inferior (hipoestomáticas).
Flores heteroclamídeas (com perianto formado por sépalas e pétalas diferentes). Dímeras, tetrâmeras ou pentâmeras.

Veja agora o ciclo de vida de uma Pteridófita

Aqui, a fase de vida haplóide (gametófito), também mostrada em sombreado, é que é pequena e tem vida curta, enquanto que a fase diplóide(esporófito) é permanente e tem vida longa.

O ciclo começa pela formação de esporos haplóides que caem no chão e germinam. Ao germinar o esporo dá origem a uma pequena lâmina em forma de coração - o prótalo - onde são produzidos os órgãos reprodutores os anterídios e os arquegônios. Aqui também o gameta masculino, produzido no anterídio, precisa de uma gota de água para atingir o gameta feminino localizado dentro do arquegônio. Esta é a geração gametofítica, pois forma gametas. Ao se fundirem os gametas, começa a fase de vida diplóide - esporófito - formado por raízes, caules e folhas.

Na face inferior de algumas folhas formam-se conjuntos de esporângios, os soros, onde as 'células mãe de esporo", diplóides, sofrem meiose, produzindo esporos haplóides, que ao germinarem vão produzir um novo prótalo, recomeçando o ciclo.

Algumas Pteridófitas são heterosporadas e produzem dois tipos de esporos que dão origem a dois tipos de prótalo: o megaprótalo (feminino) que produz arquegônios e o microprótalo (masculino) que produz anterídios. Aqui também o gameta masculino (anterozóide) precisa de uma gota de água para nadar até o gameta feminino.

Fonte: www.herbario.com.br

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Briófitas

Briófitos, termo genérico que se aplica a cerca de 22.000 espécies de plantas pequenas, que crescem geralmente em locais úmidos, sobre o solo, troncos de árvores e rochas. São plantas embrionárias não vasculares (sem vasos condutores) que incluem musgos, hepáticas e antocerotáceas. Todas as espécies de briófitas caracterizam-se pela alternância de gerações.

Musgos, nome comum de alguns dos membros de uma divisão de plantas distribuídas por todo o mundo. Crescem sobre solo, pedra e cascas de plantas e em turfeiras e riachos rasos. Quase todos são formados por caules e folhas pequenas e delgadas, sem tecido vascular. Carecem de verdadeiras raízes, mas têm uma estrutura filamentosa, chamada de rizóide, encarregada das funções de fixação subterrânea e condução de nutrientes. Os órgãos de reprodução sexual encontram-se no gametófito, que é uma planta de vida independente. Quando é produzida a fecundação, o óvulo cresce e se transforma em esporófito. Este consta de base ou pé, embebido no tecido gametofítico, caules e cápsula terminal que contém numerosos esporos. Estes germinam para formar o gametófito.

Classificação científica: Classe Musci, divisão Bryophyta.

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Existem mais de 14 mil espécies de musgos, plantas primitivas da divisão Briófitas. Quase todas são terrestres e, ainda que necessitem de abundante umidade, são muito adaptáveis e vivem em rochas, troncos, tocos, madeira de construção e coberturas asfálticas. Várias espécies estão adaptadas à vida em turfeiras, pântanos e rios.

PTERIDÓFITAS

VEGETAL VASCULAR, PRODUTOR DE ESPOROS, HABITANDO AMBIENTES ÚMIDOS E REPRODUZINDO POR MECANISMO DE METAGÊNESE.

Samambaia, nome comum aos membros de uma divisão de plantas criptógamas (produtoras de esporos). As samambaias arborescentes, como a samambaiaçu, são também chamadas de fetos e formam troncos rematados por uma fronde. Esses troncos costumam ser usados para fazer vasos de xaxim. Mas a maior parte das samambaias carece de tronco e as folhas brotam diretamente de um pequeno talo subterrâneo.

O ciclo reprodutivo das samambaias compreende duas gerações, uma assexuada e outra sexuada. A assexuada ou esporófito corresponde à planta verde da samambaia tal como é conhecida. Sobre suas folhas, formam-se grupos de estruturas portadoras de esporos chamadas esporângios, dispostas em pequenas formações de cor castanha denominadas soros.

Quando um esporo cai num lugar que reúne as condições apropriadas de calor e umidade, começa a germinar e se transforma numa pequena samambaia sexuada, chamada prótalo.

O prótalo é o gametófito: uma estrutura pequena, na qual encontram-se os órgãos sexuais (o feminino ou arquegônio e o masculino ou anterídio). De cada prótalo surge apenas um esporófito; quando a planta inicia seu desenvolvimento, o prótalo do qual surgiu morre.

Classificação científica: Constituem a divisão Pteridófita. As que pertencem à ordem das Filicáceas são conhecidas também como feto. Diversas espécies recebem o nome de samambaiaçu, entre elas Alsophila corcovadensis, Alsophila elegans, Hemitelia grandifolia e Cyathea schanschin.

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As samambaias estão entre as plantas mais antigas da Terra, onde vivem há mais de 200 milhões de anos. São criptógamas, isto é, plantas produtoras de esporos. Vivem em todo o mundo em lugares sombrios e nascem no solo, entre pedras e sobre outras plantas. Medem desde uns poucos centímetros até quase 25 m de altura. Os talos subterrâneos e as folhas de algumas espécies são comestíveis.

Ciclo de Vida das Samambaias

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GIMNOSPERMAS

Gimnospermas, (do latim gymn, “desnuda” e do grego sperma, “semente”), nome que recebem as plantas vasculares que formam sementes, mas carecem de flores.

Compreendem vários grupos: cicadófitas, ginkgos, coníferas e gnetófitas. Diferenciam-se das angiospermas pelo fato de que as sementes não estão encerradas em carpelos, mas sim dispostas sobre escamas organizadas em cones. São as plantas com sementes mais antigas e, ao que parece, procedem de fetos do Devoniano. As gimnospermas são abundantes nos climas temperados e raras no Brasil.

Classificação científica: As gimnospermas estão organizadas em quatro filos: Cycadophyta, Ginkgophyta, Pinophyta e Gnetophyta.

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As pinhas ou cones são estruturas especializadas portadoras de sementes, exclusivas das coníferas, como abetos, cedros, pinheiros, ciprestes e piceas. As sementes são formadas dentro das pinhas. No pinheiro, o desenvolvimento pode durar até três anos. Pouco depois da maturação, as escamas protetoras abrem-se e liberam as sementes.

CLASSIFICAÇÃO

Cicadófitas, nome comum de uma divisão ou filo de plantas de crescimento lento, parecidas com as palmeiras. Gimnospermas primitivas, têm sementes expostas em estruturas semelhantes a pinhas, que se formam no ápice. São plantas de folhas perenes e folhagem atrativa. Muitas delas são cultivadas como ornamentais.

Atualmente só se conhecem 11 gêneros e 150 espécies, mas no Jurássico, cerca de 200 milhões de anos atrás, dominavam a vida vegetal.

Classificação científica: Divisão Cicadófitas. O gênero mais representativo é Cycas, da família das Cicadáceas.

Ginkgo, gênero de árvores caducifólias. O ginkgo é o único durante o Mesozóico. É uma árvore dióica. Isto significa que os cones masculinos e femininos se formam em plantas diferentes. A folha tem forma de leque. Planta-se com freqüência em parques e jardins, como árvore ornamental. Desde tempos muito remotos, é conservada como árvore sagrada nos jardins dos templos chineses. Os botânicos acreditavam que essa prática salvou a espécie da extinção, mas recentemente foram encontrados ginkgos silvestres em vales isolados do oeste da China.

Classificação científica: Família das Ginkgoáceas, ordem dos Ginkgogoales. O ginkgo é a espécie Ginkgo bilob.

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Esta árvore é considerada o membro vivo mais primitivo das plantas com flores. Forma folhas bilobadas de cor verde-claro e alcança até 25 m de altura. No fim do verão e princípio do outono produz um fruto malcheiroso com uma semente comestível.

Coníferas, nome comum de um grupo de plantas caracterizado pelo desenvolvimento das sementes em estruturas chamadas cones ou pinhas; compreende entre 550 e 700 espécies de gimnospermas. Têm mais de 290 milhões de anos de existência.

As sementes não estão rodeadas pelo tecido do carpelo: são formadas nas escamas das pinhas femininas; e o pólen não se forma nas anteras, e sim em pinhas masculinas. A polinização é produzida pela ação do vento. As folhas costumam ser aciculares ou escamiformes, quase sempre perenes.

Classificação científica: Constituem a divisão Pinophyta (para certos autores, Coniferófitos).

Ciclo de Vida de Gimnospermas (Coníferas)

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Angiospermas

Angiospermas, nome comum da divisão ou filo que contém as plantas com flor, que constituem a forma de vida vegetal dominante. Pertencem a esse grupo quase todas as plantas arbustivas e herbáceas, a maior parte das árvores, salvo pinheiros e outras coníferas, e plantas mais especializadas, como suculentas, epífitas e aquáticas.

O elemento mais característico das angiospermas é a flor, cuja função é assegurar a reprodução da planta mediante a formação de sementes. Estas são formadas a partir de um óvulo envolvido por um ovário que, conforme cresce a semente fecundada, se desenvolve até converter-se em fruto.

No final de 1998, foram encontrados na China os resíduos fósseis da mais antiga angiosperma que se conhece. Com 140 ou 150 milhões de anos, a planta, que recebeu o nome científico de Archaefructus liaoningensis, pertence ao grupo das angiospermas do período jurássico; tem a mesma idade dos dinossauros e antecede em 25 milhões de anos a primeira planta com flor de que se tinha notícia até então.

Classificação científica: Angiospermas é a denominação comum da divisão Magnoliophyta.

O grupo das Angiospermas divide-se em duas classes: Magnoliopsida e Liliopsida, conhecidas como dicotiledôneas e monocotiledôneas.

Grupos Vegetais
A flor é formada por até quatro tipos de folhas modificadas. As sépalas, que envolvem o capulho, são as peças mais externas. Em seguida, encontram-se as pétalas, que atraem os polinizadores, tanto pela cor como pelo cheiro segregado por certas glândulas. Mais para o interior há um ou dois círculos de estames produtores de pólen, que são os órgãos de reprodução masculinos. Os pistilos, formados por estigma, estilete, ovário e óvulo, são as peças mais internas. O carpelo recebe o grão de pólen e, se se produz fecundação, forma o fruto. Acredita-se que o carpelo evoluiu como meio de proteção contra insetos devoradores de óvulos e contra outros elementos nocivos do meio.

Grupos Vegetais

Fonte: br.geocities.com/bermudesbio

Grupos Vegetais

RESUMO DOS GRANDES GRUPOS VEGETAIS

ALGAS PLURICELULARES

Vive nos oceanos, lagos, rios e solos úmidos, não tem órgão especializado, seu corpo  é denominado de talo, sua reprodução pode ser sexuada ou assexuada e são representadas pelas clorófitas, rodófitas e feófitas.

BRIÓFITAS

Plantas pequenas com poucos centímetros de comprimento, vive em locais úmidos e sóbrios, seu corpo é formado basicamente por rizóides, caulóides e filóides, faltam-lhes vasos condutores especializados no transporte de nutrientes , vivem em água doce e sua reprodução depende da água para que haja deslocamento dos anterozóides em direção à oosfera.

PTERIDÓFITAS

Planta em forma de feto quando em fase de desenvolvimento, foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos condutores de nutrientes. Os vasos condutores contribuíam para a adaptação dessas plantas a ambientes terrestres, seu corpo possui raiz, caule e folha, seu caule em geral é subterrâneo e horizontal e as vezes aéreo, suas folhas se dividem em partes cada vez menores chamados folíolos, sua reprodução se divide em uma fase sexuada e outra assexuada.

GIMNOSPERMAS

São plantas terrestres que vivem preferencialmente em lugares de clima frio ou temperado. Possuem raízes, caule, folhas e ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos, as sementes se originam nos estróbilos femininos, não possuem frutos, suas sementes são nuas ou seja, não ficam encontradas em frutos.Sua reprodução pode ocorrer com plantas de sexos separados ou uma planta com os dois sexos, há conquistas evolutivas onde as gimnospermas não dependem de água para a fecundação, são as primeiras plantas capazes de produzir sementes, as sementes podem ser entendida como uma fortaleza biológica que abriga e protege o embrião contra desidratação, calor frio e ação de certos parasitas.

ANGIOSPERMAS

Produzem raiz, caule , folha, flor, semente e fruto, os frutos contém e protegem as sementes se dividem em duas classes as monocotiledôneas e as dicotiledôneas, monoco... quer dizer plantas com 2 cotilédones, há diferenças entre as mono e as dicoti, as raízes fasciculadas ocorrem nas mono e as raízes pivotantes ocorrem nas dicoti, as monoco possuem folhas paralelinérveas, as dicoti possuem folhas reticuladas.

Fonte: cantinhodaprofessoraana.com.br

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