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Reino Protista

Este reino é formado por seres dos mais diversos tipos: unicelulares, pluricelulares e coloniais, sendo conhecidas dezenas de milhares de espécies.

Todos são eucariontes, isto é, apresentam carioteca (membrana nuclear).

A nutrição ocorre geralmente por absorção, fotossíntese ou ingestão por fagocitose ou pinocitose. A reprodução pode ocorrer envolvendo processos sexuados e assexuados (fragmentação e bipartição). Esse reino é constituído por algas eucarióticas e protozoários. Alguns biólogos incluem os mixomicetos nesse grupo pelas suas características amebóides (são unicelulares e não possuem forma fixa).

As algas pluricelulares não apresentam tecidos ou órgãos bem definidos. Esse caráter de simplicidade fez com que esses seres vivos fossem classificados como protitas.

O grupo das algas possui grande diversidade, diferentes colorações, formas e tamanhos. A tendência atual é dividir esse grupo em filos.

São eles:

Filo Euglenófitas

Reino Protista

O nome deriva do gênero Euglena viridis, a principal categoria representante. São algas unicelulares com paramilo como substância de reserva e presença de pigmentos do tipo clorofila a e b, carotenos e xantofilas; sem paredes celulares, apresentam uma membrana elástica com dois flagelos e, em alguns representantes, vacúolo pulsátil. Existem centenas de espécies de euglenóides. A reprodução se dá por cissiparidade (assexuadamente). A nutrição ocorre por fotossíntese, mas também por fagocitose. São encontradas principalmente em água doce.

Filo Pirrófitas

Reino Protista

São algas unicelulares, com aproximadamente mil espécies. O nome deriva do grego pyro, fogo, pela cor avermelhada da maioria de seus representantes.

Apresentam como pigmentos a clorofila a e c, carotenos e xantofilas; sua substância de reserva é o amido. Os representantes do filo são também conhecidos como dinoflagelados pela presença de dois flagelos. São encontradas principalmente nos mares. A reprodução é feita em sua grande maioria por cisiparidade.

Essas algas apresentam placas celulósicas formando couraças denominadas lorica. Alguns representantes, como o gênero noctiluca, são bioluminescentes; o gênero gonyaulax é responsável pelas marés vermelhas e vários outros gêneros produzem saxitonina, uma substância que, agindo no sistema nervoso, causa paralisia. Algumas pirrófitas são conhecidas como algas coralíneas, pois absorvem carbonato de cálcio.

Filo Clorófitas

Reino Protista

São algas uni ou pluricelulares com milhares de espécies. O nome do filo deriva do grego khloros (verde) + phyton (planta). Apresentam como pigmentos a clorofila a e b, caroteno e xantofilas; sua substância de reserva é o amido. As clorófitas vivem principalmente em água doce e sua reprodução pode ocorrer por cissiparidade ou formação de zoósporo.

Filo Feófitas

Reino Protista

São algas pluricelulares, com aproximadamente duas mil espécies. O nome do filo deriva do grego phaios (marron) + phyton (planta), pela cor marron de seus representantes. Apresentam como pigmento a clorofila a e c, caroteno e fucoxantina; sua substância de reserva é a laminarina. A parede celular dessas algas apresenta celulose e ácido algínico. As feófitas são quase exclusivamente marinhas.

Filo Rodófitas

Reino Protista

São algas na grande maioria pluricelulares, com aproximadamente quatro mil espécies distribuídas pelos mares tropicais, água doce, superfícies úmidas e florestas.

Como pigmento apresentam clorofila a e b, ficocianina e ficoeritrina; sua substância de reserva é o amido das florídeas. A reprodução é variada, podendo ser tanto sexuada como assexuada. Na reprodução sexuada os gametas não são móveis, sendo transportados pela água.

Filo Crisófitas

As crisófitas, também conhecidas por algas douradas são unicelulares, clorofiladas e vivem na água doce ou salgada. Em sua maioria, são representadas pelas diatomáceas, algas que tem o corpo protegido por uma carapaça formada de sílica.

Observação

As algas pertencem ao Reino Protista, não confundir as cianobactérias com algas (apesar de terem sido consagradas como "algas azuis"), elas são fotossintetizantes mas procariontes, pertencendo ao Reino Monera.

Fonte: www.roxportal.com

Reino Protista

Os organismos unicelulares eucariontes, representados pelos protozoários - como amebas e paramécios - e certas algas unicelulares - como euglenafíceas, pirrofíceas e crisofíceas -, constituem o reino Protista.

Sendo eucarionte, os protista são portados de núcleo individualizado - delimitado por membrana nuclear denominada carioteca e de organelas citoplasmáticas bem definidas. Essas características permitem a distinção entre protista e moneras.

Protozoários (filo Protozoa)

Os protozoários são eucariontes unicelular desprovidos de clorofila, que vivem isolados ou formando colônias, nos mais variados tipos de hábitat. Podem ser aeróbicos ou anaeróbicos e exibir vida livre ou associar-se a outros organismos. Neste último caso, alguns se comportam como simples comensais, isto é, sem causar danos se alojam no organismo hospedeiro, nutrindo-se de seus restos alimentares. É o caso da Entamoeba coli, protozoário comensal que pode ser encontrado no intestino humano. Outros se comportam como mutualísticos, isto é, estabelecem com o hospedeiro uma relação de benefícios mútuos; é o caso do Trichonympha collaris, que vive no intestino de cupins, onde promove a digestão da celulose, auxiliando assim a nutrição desses animais; em troca, o protozoário encontra no inseto alimento e hábitat adequado para sua sobrevivência. Alguns atuam como parasitas do homem e de outros seres vivos.

Os protozoários são microscópicos, mas existem exceções que podem ser visualizadas a olho nu, como o Spirostomum, que mede cerca de 5 milímetros de comprimento.

Classificação dos protozoários

Os protozoários podem ser fixos ou se deslocar através de cílios, flagelos ou pseudopodes.

De acordo com o tipo e a presença ou não dessas organelas locomotoras, os protozoários classificam-se em:

Rizópodes ou sarcodíneos - locomovem-se através de pseudópodes

Flagelados ou mastigóforos - locomovem-se de flagelos

Ciliados - locomovem-se através de cílios

Esporozoários - desprovidos de organelas locomotoras.

Rizópodes ou sarcodíneos

As amebas são os principais representantes dos rizópodes, protozoários que se deslocam e se alimentam através de pseudópodes. A maioria é de vida livre, podendo ser marinhas ou dulcícolas (de água doce, como rios, represas, poças, tanques, lodo e mesmo terra úmida).

A emissão de pseudópodes permite a locomoção e a captura de alimento por parte das amebas. Ao detectarem a presença de um alimento qualquer, como algas ou protozoários menores, as amebas deslocam-se até ele englobando-o com seus pseudópodes, fenômeno conhecido por fagocitose.

Nas amebas dulcícolas, além das organelas comuns de uma célula típica, constata-se a presença de um vacúolo denominado contrátil ou pulsátil. Considerando a Amoeba proteus, uma ameba comum de água doce, verifica-se que seu fluído citoplasmático é hipertônico em relação ao meio onde viva. Isso determina um fluxo de água, por osmose, do meio ambiente para p interior da célula. Esse fluxo, sem dúvida, acabaria por promover a ruptura celular, não fosse a atividade reguladora do vacúolo pulsátil. De fato, esse vacúolo recolhe o excesso de água que penetrou na célula e, através de movimentos de pulsação, elimina essa água para o meio externo. Nas amebas marinhas - cujo habitat não apresenta esse tipo de problema, já que a concentração salina da água é semelhante à concentração do fluído citoplasmático desses protozoários - o vacúolo pulsátil seria funcionalmente inativo, o que justifica a ausência dessa organela em tais protozoários.

A Entamoeba histolytica vive no intestino humano, onde atua como parasita. Essa ameba pode ser adquirida através da ingestão de cistos, formas resistentes que surgem condições ambientais inadequadas, presentes em água e alimentos contaminados. No intestino grosso, o cisto é dissolvido através de enzimas, e a Entamoeba histolytica prende-se então à parede intestinal atingindo capilares sangüíneos, fagocitando glóbulos vermelhos (hemácias) para nutrir-se. Surgem ulcerações intestinais e diarréias, quadro clinica básico da disenteria amebiana. Caso a ameba consiga atravessar a parede intestinal, pode, através da corrente sangüínea, alojar-se em órgãos como pulmões, fígado e cérebro, provocando graves lesões que identificam o quadro clínico da amebíase.

A profilaxia da amebíase é de difícil execução, pois não depende apenas do tratamento da matéria fecal e do lixo, mas também da proteção da água potável e dos alimentos, da higiene pessoal e principalmente da educação sanitária. Mesmo em países ricos e de higiene pública adequada, como os Estados Unidos, aparece grande número de pessoas contaminadas.Portanto em países do Terceiro Mundo, como o Brasil, Peru e Colômbia, as dificuldades para uma profilaxia são ainda maiores. Nos grandes centros urbanos , a amebíase, um grave problema sanitário, agrava-se e deve ser combatida principalmente com a distribuição da rede de esgoto para toda a cidade e com o tratamento do lixo. É sempre fundamental o uso de instalações sanitárias adequados, tratamento de água, higiene pessoal e lavagem cuidadosa dos alimentos, sobretudo frutas e verduras, e uma grande campanha de educação sanitária que atinja toda a população.

Ciliados

São protozoários portadores de cílios que se prestam à locomoção e captura de alimentos. Os ciliados são considerados os protozoários mais especializados pois apresentam muitas organelas, que garantem a realização dos mais diversos vitais. Abundantes em água doce e salgada, exibem vida ou associada a outros seres vivos.

Os ciliados são muito utilizados em experimentos diversos, uma vez que apresentam porte relativamente grande e sua criação é fácil. Os mais conhecidos pertencem ao gênero Paramecium, em que se destacam as espécies Paramecium aurelia e Paramecium caudatum.

Para descrição do grupo, utilizaremos os ciliados do gênero Paramecium. Enquanto as amebas obtêm seu alimento por fagocitose, através de qualquer parte da superfície celular, os ciliados alimentam-se por meio de uma depressão da superfície, denominada sulco oral. No final do sulco oral existe uma estrutura chamada citóstoma ("boca" da célula). O movimento dos cujos provoca turbilhonamento na água, que facilita a penetração de uma eventual partícula alimentar no sulco oral; o alimento atravessa então o citóstoma e penetra numa região denominada citofaringe. No final da citofaringe o alimento é definitivamente adquirido pelo paramécio formando um vacúolo digestivo. Após a digestão e absorção do nutrientes, os digestivos são eliminados para o através de um poro denominado citopígeo ou citoprocto. Há ainda um vacúolo pulsátil, que elimina o excesso de água.

O Balantidium coli, outro tipo de ciliado, é o maior protozoário que parasita o homem, sendo causador de disenteria. Embora não ocasione lesões graves no organismo hospedeiro, muitos casos podem apresentar sintomas tão semelhantes ao da disenteria amebiana que o diagnostico apenas se torna claro pela identificação do balantídio nas fezes do indivíduo infectado. Seus hospedeiro naturais são o porco, o cavalo, o macaco e o rato selvagem, sendo que no porco não aparecem o sintomas de infecção. Pois com este animal o balantídio desenvolve exclusivamente uma relação de comensalismo, alimentado-se apenas do conteúdo intestinal, rico em substâncias amiláceas (que contem amido) . A transmissão ao homem se dá principalmente pela ingestão de cistos do protozoário, através de alimento ou água contaminada tanto por portadores da infecção como por fezes de animais com balantídio. A prevenção é basicamente a mesma indicada para a Entamoeba histolytica.

Esporozoários

Os esporozoários são protozoários parasitas desprovidos de organelas de locomoção e vacúolos pulsáteis. Entre as doenças causadas por esses microorganismos, citamos a malária humana e a coccidiose em aves e coelhos.

A malária é causada por esporozoários do gênero Plasmodium, que são inoculados no homem através da picada das fêmeas do gênero Anopheles, infectadas.

Quando o mosquito (transmissor ou vetor) pica um indivíduo, injeta-lhe um pouco de saliva que contem substâncias anticoagulares. Caso o mosquito esteja infectado, juntamente com a saliva são injetados esporos infestantes dos plasmódios. Esses esporos alcançam a corrente sangüínea do homem e se instalam em órgãos diversos, como o fígado e o baço, onde ficam inoculados por vários dias. Após o período de incubação, os esporos retornam à corrente sangüínea e penetram nas hemácias, onde se reproduzem assexuadamente. As hemácias então se rompem e liberam para o sangue novos plasmódios, que passam a infectar novas hemácias sadias, repetindo-se o processo. O ataque de frio e febre observado nas pessoas doentes coincide com a liberação dos plasmódios infestantes e parece da ação de substâncias tóxicas no sangue, liberadas por ocasião da ruptura das hemácias infestadas.

Depois de algumas gerações, certos plasmódios transformaram-se em formas sexuadas denominadas gametócitos. Essas formas poderão ser adquiridas pelo mosquito, ao sugar o sangue de um novo indivíduo doente. No interior do tubo digestivo do inseto, os gametócitos completam seu desenvolvimento e se transformam em gametas, que originam zigotos. Cada zigoto produz muitos plasmódios, que acabam se instalando nas glândulas salivares do Anopheles e podem ser transmitidos a outras pessoas sadias, recomeçando o ciclo.

O ciclo evolutivo do Plasmodium compreende, portanto, duas fases:

Fase assexuada

Ocorre no interior das hemácias; por alojar a fase assexuada, o homem é considerado hospedeiro intermediário

Fase sexuada

Ocorre no tubo digestivo do mosquito, que é então considerado hospedeiro definitivo.

Fonte: www.iesambi.org.br

Reino Protista

Células de Protistas

Os protistas são as algas unicelulares e os protozoários. A célula de um protista é semelhante às células de animais e plantas, mas há particularidades. Os plastos das algas são diferentes dos das plantas quanto à sua organização interna de membranas fotossintéticas. Ocorrem cílios e flagelos para a locomoção. Alguns protozoários, como certas amebas, têm envoltórios protetores, as tecas. Os radiolários e heliozoários possuem um esqueleto intracelular composto de sílica. Os foraminíferos são dotados de carapaças externas feitas de carbonato de cálcio. As algas diatomáceas possuem carapaças silicosas. Os protistas podem ainda ter adaptações de forma e estrutura de acordo com o seu modo de vida: parasita, ou de vida livre.

Segundo a classificação do mundo vivo em cinco reinos ( Whittaker – 1969 ), um deles, o dos Protistas, agrupa organismos eucariontes, unicelulares, autótrofos e heterótrofos. Neste reino se colocam as algas inferiores: euglenófitas, pirrófitas ( dinoflagelados ) e crisófitas (diatomáceas ), que são Protistas autótrofos (fotossintetizantes). Os protozoários são Protistas heterótrofos.

Protozoários são seres microscópicos, eucariontes e unicelulares. Quando dividimos os seres vivos em Animais e Vegetais, os protozoários são estudados no Reino Animal e os fitoflagelados – que são protozoários – são estudados no Reino Vegetal. Os protozoários constituem um grupo de eucariontes com cerca de 20 mil espécies. É um grupo diversificado, heterogêneo, que evoluiu a partir de algas unicelulares.

Em alguns casos essa origem torna-se bem clara, como por exemplo no grupo de flagelados. Há registro fóssil de protozoários com carapaças (foraminíferos), que viveram há mais de 1,5 bilhão de anos, na Era Proterozóica. Grandes extensões do fundo dos mares apresentam espessas camadas de depósitos de carapaças de certas espécies de radiolários e foraminíferos. São as chamadas vasas.

Os protozoários são, na grande maioria, aquáticos, vivendo nos mares, rios, tanques, aquários, poças, lodo e terra úmida. Há espécies mutualísticas e muitas são parasitas de invertebrados e vertebrados. Eles são organismos microscópicos, mas há espécies de 2 a 3 mm. Alguns formam colônias livres ou sésseis.

Muitos protozoários apresentam orgânulos especializados em determinadas funções, daí serem funcionalmente, semelhantes aos órgãos. Suas células, no entanto, podem ser consideradas “pouco especializadas”, já que realizam, sozinhas, todas as funções vitais dos organismos mais complexos, como locomoção, obtenção do alimento, digestão, excreção, reprodução. Nos seres pluricelulares, há divisão de trabalho e as células tornaram-se muito especializadas, podendo até perder certas capacidades como digestão, reprodução e locomoção.

Estrutura

A célula do protozoário tem uma membrana simples ou reforçada por capas externas protéicas ou, ainda, por carapaças minerais, como certas amebas (tecamebas) e foraminíferos. Há estruturas de sustentação, como raios de sulfato de estrôncio, carapaças calcáreas ou eixos protéicos internos, os axóstilos, como em muitos flagelados.

O citoplasma está diferenciado em duas zonas, uma externa, hialina, o ectoplasma, e outra interna, granular, o endoplasma. Nesta, existem vacúolos digestivos e inclusões.

Digestão

Nas espécies de vida livre há formação de vacúolos digestivos.As partículas alimentares são englobadas por pseudópodos ou penetram por uma abertura pré-existente na membrana, o citóstoma. Já no interior da célula ocorre digestão, e os resíduos sólidos não digeridos são expelidos em qualquer ponto da periferia, por extrusão do vacúolo, ou num ponto determinado da membrana, o citopígio ou citoprocto.

Respiração

A troca de gases respiratórios se processa em toda a superfície celular.

Excreção

Os produtos solúveis de excreção podem ser eliminados em toda a superfície da célula. Nos protozoários de água doce há um vacúolo contrátil, que recolhe o excesso de água absorvido pela célula, expulsando-a de tempos em tempos por uma contração brusca. O vacúolo é portanto osmorregulador.

PLÂNCTON

Corresponde a um conjunto de seres que vivem em suspensão na água dos rios, lagos e oceanos, carregados passivamente pelas ondas e correntes. No plâncton distinguem-se dois grupos de organismos:
fitoplâncton: organismos produtores (fotossintetizadores), representados principalmente por dinoflagelados e diatomáceas, constituem a base de sustentação da cadeia alimentar nos mares e lagos . São responsáveis por mais de 90% da fotossíntese no planeta.

Zooplâncton

Organismos consumidores, isto é, heterótrofos, representados principalmente por protozoários, pequenos crustáceos e larvas de muitos invertebrados e de peixes.

Fonte: www.biomania.com

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