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Reprodução Assexuada

Qualquer processo reprodutivo, que não envolve a meiose ou a singamia (Processo em que dois gametas se unem na fertilização) é dito ser assexuada, ou vegetativo.

A ausência de singamia (Processo em que dois gametas se unem na fertilização)significa que um tal evento pode ocorrer na geração esporofito ou na fase de gametófito. Por causa da falta de novo material genético, um organismo em si clona através deste processo e torna organismos geneticamente idênticos. Isto pode ser vantajoso em algumas circunstâncias, mas prejudicial em outros, dependendo de como a composição da planta se adapte ao seu ecossistema.

Há algumas maneiras principais em que as plantas se reproduzem assexuadamente nos seus ciclos de vida para fixar as futuras gerações.

Novas plantas podem crescer pela separação de partes da planta original. Quando a fragmentação, ou divisão, ocorre uma prole é criada pela separação de uma única parte da planta. Com o plantio de partes do tubérculo da batata, pode-se criar novos organismos com a mesma composição genética. Quando as ervas daninhas são quebrados, eles podem voltar a crescer a partir de cada caule subterrâneo fragmentado. Em Marchantia, a fragmentação do talo dá origem a reprodução vegetativa. Quando gotas de chuva atingem as plantas, estas estruturas são cdolocadas para fora e podem germinar completamente novas plantas.

Com estas estruturas vegetativas, muitos clones pode ser formado a partir de um dos progenitores originais. Bulbos e rizomas também são exemplos de reprodução assexuada.

Estruturas de dispersão especiais, como uma cápsula e um capuz também podem ajudar a planta quando se reproduz de forma assexuada. Gema são um exemplo de uma estrutura de dispersão que leva a um organismo geneticamente idênticos. Como mini-adultos, a morfologia da unidade reprodutiva é semelhante ao do progenitor. Uma planta pode produzir plântulas (plantas mini) nos seus caules ou folhas que germinam mais tarde no clones do original.

Finalmente, algumas plantas desenvolveram uma maneira de produzir sementes sem suas flores serem fertilizados. Em apomixia (reprodução assexuada), um embrião é criado a partir de uma célula diplóide no óvulo. Em seguida, os óvulos amadurecem em sementes. O dente de leão é uma planta que usa essa forma de reprodução vegetativa.

A reprodução assexuada pode ser vantajoso e / ou desvantajoso. Um aspecto positivo é que pode criar indivíduos rapidamente e em grandes quantidades.

Em segundo lugar, ignorando o processo sexual pode ajudar a planta em períodos de seca desde espermatozóides móveis necessitam de água para fertilizar o óvulo.

Outra vantagem reside no fato de que as plantas com as características desejadas pode ser clonada, por razões económicas (agrícola). No entanto, se algo der errado, como como a ocorrência de uma mutação fatal, toda a sociedade de clones pode ser encerrado.

Por esta razão, os agricultores têm o cuidado na determinação de como propagar sua vegetação.

Em conclusão, o processo de reprodução assexuada é um passo importante para as plantas.

Fonte: www.ucmp.berkeley.edu

Reprodução Assexuada

A reprodução é uma função característica dos seres vivos, que permite o aparecimento de novos indivíduos, através da divisão celular. Esta função tem a particularidade de ser necessária para a perpetuação da espécie, mas não para a sobrevivência do indivíduo.

Os organismos podem reproduzir-se através de uma grande diversidade de mecanismos reprodutores, que podem ser classificados em dois grandes grupos:

Reprodução sexuada envolve a união de duas células especializadas – os gâmetas – que são formados através da meiose.

Reprodução assexuada ocorre quando um indivíduo se reproduz sem a união de gâmetas e está, geralmente associada à mitose.

A reprodução assexuada é um processo biológico através do qual um organismo produz uma cópia geneticamente igual a si próprio. Neste tipo de reprodução não há fecundação, isto é, não há a união de duas células especializadas - os gâmetas.

Os seres resultantes são geneticamente idênticos ao progenitor e denominam-se clones. Devido a isto, este tipo de reprodução não contribui para a variabilidade genética das populações, porém, assegura o seu rápido crescimento e a colonização de ambientes favoráveis.

A divisão de uma célula em duas é um exemplo comum, ainda que o processo não se limite a organismos unicelulares, pois também acontece em organismos pluricelulares. A maior parte das plantas tem a capacidade de se reproduzir assexuadamente, tal como alguns animais, como a hidra.

Muitos dos animais que se reproduzem assexuadamente também o podem fazer sexuadamente, sempre que as condições do meio se tornem desfavoráveis. Esta capacidade permite-lhes diminuir o risco de extinção, uma vez que a reprodução sexuada, conduz à variabilidade genética, logo a uma maior capacidade de ultrapssar as adversidades do meio ambiente.

A mitose é o mecanismo que permite a ocorrência da reprodução assexuada e consiste na multiplicação de uma célula em duas células-filhas, geneticamente idênticas à célula-mãe.

Reprodução Assexuada
Reprodução Assexuada

Processos de reprodução assexuada

Bipartição

A bipartição, também denominada cissiparidade, divisão simples ou divisão binária, é um processo de reprodução assexuada através do qual uma célula se divide em duas, semelhantes, que depois vão crescer até atingir o tamanho da progenitora.

A bipartição é o processo de reprodução mais comum entre os organismos unicelulares procariontes, ocorrendo também em unicelulares eucariontes. No entanto, mesmo as bactérias têm necessidade de realizar a conjugação genética, que pode ser considerada uma forma de reprodução sexual ou para-sexual, a fim de renovar o seu material genético

Divisão múltipla

Na divisão múltipla também denominada pluripartição ou esquizogonia, o núcleo da célula-mãe divide-se em vários núcleos. Cada núcleo rodeia-se de uma porção de citoplasma e de uma membrana, dando origem às células-filhas, que são libertadas quando a membrana da célula-mãe se rompe.

A divisão múltipla ocorre em protistas, como o tripanossoma ou a amiba e em alguns fungos.

Fragmentação

A fragmentação é um tipo de reprodução assexuada em que se obtêm vários individuos a partir da regeneração de fragmantos de um indivíduo progenitor.

Este tipo de reprodução ocorre em algas, como a espirogira, mas também em alguns animais pouco diferenciados, como as planárias e algumas estrelas-do-mar.

Gemulação

A gemulação, ou gemiparidade, ocorre quando, na superfície da célula ou do indivíduo, se forma uma dilatação denominada gomo ou gema. Ao separar-se, o gomo dá origem ao novo indivíduo, geralmente com dimensões menores do que o progenitor.

A gemulação ocorre em seres unicelulares, como as leveduras, e em seres pluricelulares, como a esponja ou a hidra. Também pode-se dar em plantas superiores.

Partenogénese

A partenogénese consiste no desenvolvimento de um indivíduo a partir de um oócito não fecundado.

A partenogénese ocorre em algumas plantas, mas também em animais, como, por exemplo, nas abelhas e nos afídeos, em alguns peixes, anfíbios e répteis.

Apomixia

Algumas espermatófitas, em que a norma é a reprodução sexuada, podem igualmente produzir sementes sem que haja fertilização dos óvulos.

Esporulação

A esporulação consiste na formação de células especiais denominadas esporos, que originam novos seres vivos. Os esporos são formados em estruturas especiais, os esporângios,  e possuem uma camada protetora muito espessa, pelo que são muito resistentes, mesmo em ambientes desfavoráveis.

A esporulação é um processo de reprodução assexuada comum em fungos e certas algas e consiste na formação de células especiais denominadas mitósporos (esporos formados por mitose), que originam novos seres vivos. Estes esporos assexuados são formados em estruturas especiais denominadas esporângios e possuem uma camada protetora muito espessa, pelo que são muito resistentes, mesmo em ambientes desfavoráveis.

Multiplicação vegetativa

A multiplicação vegetativa, ou propagação vegetativa, é um processo de reprodução exclusivo das plantas e ocorre devido à exist~encia, nestas de tecidos especiais chamados de meristemas, que mantêm a capacidade de diferenciação.

No processo de multiplicação vegetativa , certas estruturas multicelulares fragmentam-se e separam-se  da planta-mãe, dando origem a uma nova planta.

Existem vários processos naturais de multiplicação vegetativa, no entanto o Homem também utiliza alguns processos artificiais para a propagação vegetativa de plantas.

Fonte: www.mundos-fantasticos.com

Reprodução Assexuada

Não ocorre variabilidade genética, ou seja, os indivíduos descendentes são idênticos cromossomicamente ao organismo matriz (genitor). Nesse caso não envolve o encontro de gametas, também não ocorre a fecundação.

Organismos oriundos a partir desse processo são tidos como clones.

Uma forma de multiplicação repetitiva, tendo como princípio: sucessivas divisões mitóticas, ou mecanismo de bipartição, também chamada de divisão binária ou cissiparidade, processos de brotamento, partenogênese e propagação vegetativa.

A divisão mitótica é um recurso utilizado por eucariotos unicelulares e multicelulares, originando dois descendentes com a mesma bagagem genética, porém com diferença volumétrica do citoplasma.

CISSIPARIDADE

É o tipo de reprodução mais freqüente em protozoários, bactérias e algas unicelulares. Consiste em uma simples divisão binária de uma célula em duas menores.

Pode ser chamado de divisão binária ou fissão binária.

GEMIPARIDADE OU BROTAMENTO

Este tipo de reprodução caracteriza-se pelo surgimento de várias gemas ou brotos na superfície do corpo de um indivíduo. Cada uma destas gemas ou brotos pode evoluir para formas adultas que assumem as características totais da espécie.

Ex: Poríferos, Cnidários e fungos.

DIVISÃO MÚLTIPLA

O núcleo divide-se repetidamente e apenas no fim o citoplasma se subdivide em volta de cada um deles. Cada célula assim formada crescerá para formar um novo indivíduo.

Este processo, característicos de organismos que tenham que sobreviver a períodos longos de condições adversas, ocorre em protozoarios como o Plasmodium, causador da malária.

FRAGMENTAÇÃO

A fragmentação é um tipo de reprodução assexuada em que se obtêm vários indivíduos a partir da regeneração de fragmentos de um indivíduo progenitor. No fundo consiste na divisão do corpo do organismo progenitor em várias partes e cada uma dessas partes é capaz de regenerar as partes em falta.

Este tipo de reprodução ocorre em animais como esponjas, estrelas-do-mar, anêmonas, minhocas e planárias.

Obs: A Regeneração nem sempre é considerada um tipo de reprodução assexuada mas vale lembrar que em planárias a regeneração dá origem a outros indivíduos a partir de uma planária mãe que foi seccionada em duas ou mais partes.

ESPORULAÇÃO

Forma de reprodução adaptada por algumas plantas inferiores (briófitas e pteridófitas), produzindo células diplóides denominadas esporos. Que diferem dos gametas pela sua capacidade de “germinação”,reproduzindo-se através de mitoses até originar indivíduos completos.. Alguns esporos são móveis, pela presença de flagelos (zoósporo) ou imóveis (aplanósporos).

Ex. Algumas bactérias, fungos, Samambaias...

ESQUIZOGONIA

É uma forma de reprodução comum aos protozoários esporozoários, como o Plasmodium malariae, caracteriza-se pela fragmentação do núcleo da célula.

Cada um desses fragmentos cerca-se de uma porção de citoplasma e membrana, formando esporos que darão origem a novos indivíduos.

ESQUIZOGÊNESE

Ocorre nos anelídeos poliquetos, onde os vermes adultos separam segmentos da região final de seu corpo, os quais formam novos indivíduos.

LACERAÇÃO

Processo semelhante à esquizogênese, sendo que a diferença está no tipo de fragmentação do corpo, sendo a laceração um processo traumático e não tão natural quanto a esquizogênese.

Os vários fragmentos do corpo de uma planária podem regenerar-se, formando novos indivíduos. Este é um exemplo de reprodução assexuada. Repare que na reprodução assexuada nem se fala em gametas.

Ex: planarias

ESTROBILIZAÇÃO COM ALTERNÂNCIA DE GERAÇÕES

Metagênese: Ocorre uma alternância de gerações sexuadas e assexuadas.

Os exemplos são cnidários das classes cifozoários e hidrozoários, que alternam uma fase poliplóide, que se reproduz assexuadamente com uma fase medusóide com reprodução sexuada.

PARTENOGÊNESE

Neste caso o óvulo desenvolve-se sem ter sido fecundado, dando origem a um novo organismo, que será haplóide (n).

Pode ser:

ARRENÓTICA - origina apenas machos, como no caso das abelhas.

TELIÓTICA - origina apenas fêmeas, como no caso dos carrapatos e escorpiões

DEUTERÓTICA - que pode originar um ou outro, como no caso dos pulgões

PEDOGÊNESE

É comum entre certos vermes platelmintes, como a Fasciola hepatica e o Schistosoma sp., que parasitam os dutos hepáticos de mamíferos, inclusive do homem.

Esses animais, ainda em estado de larva, produzem óvulos que, sem terem sido fecundados (partenogênese), desenvolvem-se, originando novas larvas, mais evoluídas.

POLIEMBRIONIA

Em mamíferos, como os tatus (Dasypus sp.), cada óvulo fecundado resulta em um único zigoto, que pode originar quatro embriões monozigóticos. Portanto, a poliembrionia caracteriza-se quando um único par de gametas forma um zigoto, e este se fragmenta, originando dois, três ou mais embriões.

Vantagens e Desvantagens

O grande número de descendentes em curto espaço de tempo

O difícil controle de doenças provocadas por agentes patológicos com este mecanismo reprodutivo

A manipulação destes organismos, utilizando seu potencial na industrialização associado à biotecnologia: produção alimentícia e de medicamentos (insulina sintética e penicilina).

Regis Romero

Fonte: www.aridesa.com.br

Reprodução Assexuada

Na reprodução assexuada os descendentes são originados a partir de um único progenitor que se divide por mitose, sem ocorrer fusão de gâmetas (isto é, sem fecundação), podendo em pouco tempo originar um grande número de descendentes. A descendência é geneticamente igual ao progenitor, designando-se de clones.

É um processo característico dos organismos unicelulares, embora muitos organismos multicelulares também se reproduzam de forma assexuada (por exemplo, animais como a planaria e a minhoca, os fungos e um grande número de plantas como o morangueiro, os fetos).

A reprodução assexuada é muito eficiente dado que não envolve o cruzamento entre organismos, logo tem menores exigências. Assim, a energia pode ser canalizada diretamente na produção de descendência, permitindo um rápido aumento da população. No entanto, como os descendentes são clones do progenitor e entre si, não há variação genética a menos que ocorram mutações. A baixa variabilidade genética de uma população pode ser um entrave à sua adaptação a novas condições ambientais, podendo mesmo levar à sua extinção.

Existem várias estratégias de reprodução assexuada sendo as mais comuns: bipartição, fragmentação, partenogénese, divisão múltipla, esporulação, multiplicação vegetativa e gemulação.

Vantagens e desvantagens da reprodução assexuada

A reprodução assexuada é um processo natural de clonagem através do qual se obtém descendentes geneticamente idênticos ao progenitor.

Vantagens:

Maior número de descendentes

Linhagens homogéneas, com características idênticas (ex. Cereais)

Rapidez na obtenção de descendentes (exemplo, através da divisão múltipla)

Reprodução sem necessidade de encontrar um parceiro, sem gasto de energia na produção de gâmetas e na fecundação (muito vantajoso para seres sésseis ou com baixa mobilidade)

Desvantagens:

Falta de variabilidade genética – os descendentes são clones dos progenitores – se a s condições ambientais se modificarem as populações podem ser gravemente afetadas devido à fraca capacidade adaptativa

Fonte: wikiciencias.casadasciencias.org

Reprodução Assexuada

O mecanismo em que um único indivíduo origina outros, sem que haja troca de material genético ou a participação de gametas, é denominada reprodução assexuada ou agâmica.

Essa forma de reprodução é muito freqüente no mundo vivo e constitui a forma mais comum de reprodução em organismos unicelulares, como as bactérias.

Nesse caso, o tipo de divisão celular que se verifica é a mitose. Assim, a reprodução assexuada caracteriza-se, na ausência de mutações, por originar descendentes geneticamente iguais entre si e as suas ancestrais.

Existem várias formas de reprodução assexuada. Destacaremos a cissiparidade, a gemiparidade e a propagação vegetativa em plantas.

Cissiparidade ou fissão binária ou divisão simples ou bipartição

Na cissiparidade, um organismo simplesmente divide-se em duas partes geneticamente iguais, que passarão a constituir novos indivíduos. Esta reprodução é em geral verificada em bactérias, algas unicelulares e protozoários.

Gemiparidade ou brotamento

Nesse tipo de reprodução assexuada o organismo emite lentamente um "broto", que cresce, formando um novo organismo. Esses indivíduos que "brotam" podem se manter agregados ao organismo parental, constituindo uma colônia. A gemiparidade ocorre em certas bactérias, em protozoários, fungos, poríferos e celenterados.

Propagação vegetativa

Consiste na reprodução assexuada de plantas, através de partes de seu corpo vegetativo, principalmente pedaços de caule, que são utilizados como "mudas".

Na agricultura, é muito freqüente a propagação vegetativa em plantas como a cana-de-açúcar, a mandioca, a batata, a roseira e a bananeira, entre outros exemplos. Os caules contêm gemas portadoras de Tecidos meristemáticos, que possuem células com elevada capacidade proliferativa. Essas células são capazes de originar uma nova planta, em condições adequadas. Assim, cortando-se uma batata-inglesa ou batata comum em vários pedaços, cada um desses pedaços poderá dar origem a uma nova planta, desde que contenha uma gema, popularmente conhecida como "olho" de batata. Da mesma maneira, cortando-se o caue de uma cana-de-açúcar em vários pedaços portadores de gemas, cada um desses pedaços de caule, conhecidos como "toletes", poderá também formar um novo indivíduo

Reprodução dos vegetais

A primavera é um período de intensa atividade das plantas. Nesta época, os botões das plantas herbáceas perenes brotam, além de se reproduzirem. Raízes são criadas e as novas plantas adquirem vida própria, o que demonstra a possibilidade das plantas se reproduzirem sem a fecundação ou utilização de pólen. Rizomas e Corredeiras são exemplos de plantas que conseguem reproduzir a si mesmas. A reprodução das plantas por meios próprios é conhecida por reprodução assexuada.

O sistema de reprodução das plantas está nas flores. Os estames (órgãos reprodutores masculinos) possuem anteros e filamentos responsáveis pela produção das células sexuais masculinas (pólen). Já o pistilo (órgão sexual feminino) tem o ovário. A produção de sementes ocorre quando as células femininas e masculinas se unem. Este processo de reprodução é conhecido como reprodução sexuada.

Outro fator que contribui para a disseminação das plantas é o conjunto dos métodos que a natureza desenvolveu para espalhar as sementes no final da floração.

O vento, os pássaros e os animais encarregam-se de espalhar as sementes que criam novas plantas.

Fonte: www.iesambi.org.br

Reprodução Assexuada

É a forma mais simples de reprodução, envolvendo apenas um indivíduo. No caso de organismos unicelulares, por exemplo, a reprodução é feita a partir da fissão da célula que se divide em duas, originando dois novos organismos. Em organismos pluricelulares também há reprodução assexuada, apesar de não ser a única forma de reprodução das espécies.

Alguns vegetais como as gramíneas, por exemplo, possuem raízes especiais, os rizomas, que, à medida que crescem sob a terra, geram novos brotos. Dessa forma, surgem novos indivíduos, interligados entre si. Mesmos que essa ligação desapareça, os indivíduos podem continuar a viver independentemente.

Outro exemplo é a chamada planta Folha da Fortuna (fig. ao lado). Em suas folhas, surgem pequenos brotos que podem dar origem a novos indivíduos.

A reprodução assexuada não está restrita às plantas, diversos grupos animais podem se reproduzir desse modo. Algumas espécies de esponjas lançam na água pequenos pedaços que geram novos organismos completos. Certos Celenterados, como a Hydra, produzem pequenas expansões que se destacam e originam novos organismos, em um processo conhecido como brotamento. Plateomintes como a planária podem dividir-se transversalmente, regenerando as porções perdidas e, assim gerando dois indivíduos a partir de um. Em Echinodermas como a estrela-do-mar, a partir de um braço do animal pode surgir um novo organismo.

Em todos os casos citados ocorre um tipo de clonagem natural, ou seja, na reprodução assexuada são gerados indivíduos idênticos ao organismo que os gerou.

Portanto, nesse tipo de reprodução a única fonte de variabilidade é a mutação, que por sinal ocorre em freqüências bastante baixas. É interessante notar que, de modo geral, os organismos que realizam exclusivamente reprodução assexuada apresentam taxas de reprodução relativamente altas, como as bactérias por exemplo. Assim, há maior probabilidade de surgirem organismos diferentes por mutação, uma vez que o número de indivíduos originados é imenso.

Tipos:

Divisão simples ou cissiparidade: Ocorre em organismos unicelulares, onde um divisão simples pode dar origem a dois novos indivíduos com composição genética idênticas à célula mãe. São considerados organismos imortais.

Esporulação: Ocorre múltipla divisão nuclear (cariocinese), com posterior divisão citoplasmática (citocinese), onde cada núcleo será envolvido por uma porção citoplasmática. Neste tipo de reprodução as células filhas também são consideradas imortais e semelhantes entre si.

Brotamento ou gemiparidade: Nesta forma de reprodução um indivíduo adulto emite de seu corpo um "broto" que cresce e forma um novo organismo.

Este novo indivíduo formado pode ou não desprender-se do indivíduo que lhe deu origem. Este tipo de reprodução ocorre em organismos que formam colônias, como em espongiários e cnidários.

Gemulação: No interior do animal aparece um conjunto celular de células indiferenciadas (embrionárias) envolvidas por uma capa dotada de uma abertura - micrópila. A esse conjunto denominamos gêmula. Numa determinada época as células são liberadas pela micrópila e originarão, se as condições permitirem um ser completo.

Fonte: www.coladaweb.com

Reprodução Assexuada

Esta situação verifica-se quando os descendentes são produzidos por um único progenitor, sem a participação de estruturas reprodutoras especiais.

Muito comum em plantas, nos animais multicelulares é mais comum em formas aquáticas sésseis ou flutuantes simples (esponjas, cnidários e tunicados), embora possa ocorrer em formas mais complexas como planárias, poliquetas e mesmo vertebrados. É, no entanto, a forma de reprodução principal em protistas.

A reprodução assexuada só é possível devido ao fenómeno de divisão nuclear da mitose, pelo qual uma célula-mãe origina duas células-filhas, exatamente com a mesma informação genética (salvo ocorram mutações), ou seja, clones.

A mitose, a base da reprodução assexuada, tem um importante papel na vida dos organismos.

Dado o rigor com que, na grande maioria dos casos, a duplicação do DNA de faz neste processo, a mitose permite:

Crescimento – um organismo aumenta o seu número de células através de mitoses sucessivas, onde o conteúdo nuclear se mantém inalterado

Renovação – a substituição de células velhas ou danificadas permite a manutenção do corpo do organismo em condições óptimas

Regeneração – substituição de órgãos ou partes de órgãos, como caudas de lagartixa ou braços de estrelas-do-mar.

Geralmente são os seres mais simples, unicelulares, que se reproduzem assexuadamente. No entanto, devido ás grandes vantagens deste tipo de reprodução mesmo animais e plantas complexos podem utilizá-lo.

Estas vantagens derivam de dois aspectos:

Aumento populacional rápido – através de reprodução assexuada o aumento do número de descendentes pode, por vezes, ser exponencial, pois o investimento por parte do progenitor é muito baixo (não há busca de parceiro ou com a produção de gâmetas)

Estabilidade genética – devido à produção de clones, um conjunto de características bem adaptadas ao meio, no momento, pode ser reproduzido sem risco de perda de grau de adaptação, tirando o máximo partido das condições favoráveis.

No entanto, esta estabilidade genética pode tornar-se uma armadilha mortal num meio em constante mudança, pelo que, na sua maioria, os organismos podem reproduzir-se sexuadamente, quando as condições assim o exijam.

Existem diversos tipos de reprodução assexuada:

Muito comum em protozoários como a paramécia, a bipartição consiste na divisão do organismo em duas metades mais ou menos iguais, as quais posteriormente crescem para o tamanho normal do indivíduo. Compreende-se, assim, que o progenitor perde a individualidade durante o processo. O núcleo divide-se primeiro e depois o citoplasma.

Na gemulação, o organismo filho surge a partir de uma gema ou gomo, que crescerá até atingir o tamanho adulto. O descendente pode libertar-se do progenitor, ou não. Neste último caso irá formar-se uma colónia, como no caso de esponjas e cnidários.

A fragmentação é comum em platelmintes de vida livre e pode ocorrer em cnidários e equinodermes mas apenas com intervenção externa. O indivíduo divide-se em diversos pedaços, independentemente da composição interna de cada um deles, e cada um irá regenerar um indivíduo completo.

Por vezes também designada esporulação, a divisão múltipla não deve ser confundida com a esporulação que ocorre em fungos. A possível confusão resulta da formação de uma espécie de esporo ou quisto, no interior do qual ocorrem as divisões celulares.

No caso da divisão múltipla, o núcleo divide-se repetidamente e apenas no fim o citoplasma se subdivide em volta de cada um deles. Cada célula assim formada crescerá para formar um novo indivíduo. Este processo, característicos de organismos que tenham que sobreviver a períodos longos de condições adversas, ocorre em protozoários como o Plasmodium, causador da malária.

Nos casos anteriores o descendente resulta do desenvolvimento de tecidos somáticos do progenitor mas na esporulação existem estruturas especializadas na reprodução assexuada, que produzem esporos assexuados. Os esporos são células muito resistentes e leves, facilmente disseminadas.

Existem dois tipos principais de esporulação:

Esporulação endogénica - neste caso o micélio produz hifas verticais designadas esporangióforos,,com uma extremidade dilatada - esporângio - que contém todo o citoplasma da célula. A columela separa o esporângio do resto do micélio, onde decorrem mitoses sucessivas que formarão centenas ou mesmo milhares de esporos ou endósporos. Estes serão libertados simultaneamente após o rebentamento do esporângio

Esporulação exogénica - o micélio produz hifas verticais designadas conidióforos, de aspecto simples e com extremidade ramificada. Dessa extremidade vão sendo gradualmente libertados os esporos, produzidos por gemulação. Os esporos, ou conídios, são ovóides e geralmente de coloração verde-azulada ou amarelada.

A multiplicação vegetativa resulta da elevada capacidade de regeneração tecidular das plantas, devido ao crescimento contínuo que a presença de meristemas confere.

Entre as chamadas plantas superiores – Tracheophyta – os descendentes podem formar-se a partir de diferentes partes da planta adulta mas é frequente surgirem estruturas especializadas, nomeadamente:

Estolhos - estas estruturas não são mais que longos e finos ramos de crescimento horizontal aéreo. Estes ramos originam novas plântulas a espaços regulares, em cada “nó”. Dada a posição aérea do estolho este não apresenta reservas, sendo as plantas-filhas alimentadas pelos vasos condutores da planta-mãe até serem independentes, altura em que o estolho seca e morre. Os morangueiros são plantas produtoras de estolhos

Rizomas - estas estruturas são caules subterrâneos de crescimento horizontal, muito frequentes em gramíneas, por exemplo. Estes caules apresentam geralmente pouca quantidade de substância de reserva no seu parênquima e produzem folhas e flores, além de raízes. Toda a estrutura está protegida por folhas modificadas designadas escamas, com aspecto seco. Reside nesta estrutura a espantosa capacidade colonizadora de muitas das chamadas “ervas daninhas”. São exemplo de plantas que produzem rizomas os fetos, o gengibre, as íris, o trevo, etc.

Tubérculos - este caule subterrâneo entumecido é extremamente rico em substâncias de reserva, principalmente sob a forma de amido. Com excepção dos tecidos condutores, todo o interior da estrutura é composto por parênquima de reserva. O tubérculo apresenta numerosos “olhos” ou gemas, protegidos por pequenas saliências em forma de meia-lua designadas escamas, que resultam da elementos foliares modificados

Bolbos - trata-se novamente de caules subterrâneos de crescimento vertical mas comprimidos e de aspecto cónico. Deste modo a estrutura lenhosa é reduzida, obrigando as folhas carnudas modificadas – escamas - a encaixarem todas quase no mesmo local. Geralmente apenas apresentam uma gema central, envolvida pelas escamas, mas podem existir outras. As camadas mais externas são secas, fornecendo proteção contra o atrito. Produzem bolbos as cebolas, os alhos, os gladíolos, etc.

Cormos - muito semelhantes aos bolbos exteriormente, não apresentam as folhas carnudas modificadas como local de armazenamento de reservas mas sim o parênquima do próprio caule. Externamente são revestidos por escamas secas, tal como os bolbos. São exemplos de plantas produtoras de cormos os crocus, as begónias, cíclames, etc.

Fonte: simbiotica.org

Reprodução Assexuada

Ocorre com a participação de um único indivíduo, que dá origem a outros que são geneticamente idênticos, já que não há troca de material genético. Essa forma reprodutiva é considerada evolutivamente pior, por diminuir as probabilidades de variações nos descendentes.

Divisão simples ou cissiparidade:

Ocorre em organismos unicelulares, onde uma divisão simples pode dar origem a dois novos indivíduos com composição genética idênticas à célula mãe. São considerados organismos imortais.

Esporulação:

Ocorre múltipla divisão nuclear (cariocinese), com posterior divisão citoplasmática (citocinese), onde cada núcleo será envolvido por uma porção citoplasmática.

Neste tipo de reprodução as células filhas também são consideradas imortais e semelhantes entre si.

Brotamento ou gemiparidade:

Nesta forma de reprodução um indivíduo adulto emite de seu corpo um "broto" que cresce e forma um novo organismo. Este novo indivíduo formado pode ou não se desprender do indivíduo que lhe deu origem. Este tipo de reprodução ocorre em organismos que formam colônias, como p.e. em espongiários, e cnidários.

Gemulação:

No interior do animal aparece um conjunto celular de células indiferenciadas (embrionárias) envolvidas por uma capa dotada de uma abertura - micrópila. A esse conjunto denominamos gêmula. Numa determinada época as células são liberadas pela micrópila e originarão, se as condições permitirem um ser completo.

Fonte: www.vestibular1.com.br

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