A República Checa, República Tcheca, Chéquia, Tchéquia é um país da Europa Central, limitado a norte pela Polónia, a leste pela Eslováquia, a sul pela Áustria e a oeste e norte pela Alemanha. A capital do país é Praga. É membro da União Europeia desde 2004.
As terras tchecas emergiram nos fins do século IX quando foram unificadas pelos Premyslidas (Přemyslovci). O reino da Boémia foi uma potência regional com significado, mas conflitos religiosos como as Guerras Hussitas do século XV e a Guerra dos Trinta Anos do século XVII foram devastadoras. Mais tarde, a Boémia caiu sob influência dos Habsburgos e passou a fazer parte da Áustria-Hungria.
Depois do colapso deste estado, que se seguiu à Primeira Guerra Mundial, os tchecos e os seus vizinhos eslovacos juntaram-se e formaram a república independente da Checoslováquia em 1918. O primeiro presidente da tchecoslováquia foi Tomás Masaryk. Este jovem país continha uma minoria alemã de grandes dimensões, na região dos Sudetas, o que iria levar à dissolução da tchecoslováquia quando a Alemanha anexou a minoria por via do Acordo de Munique em 1938, e a Eslováquia também se separou. O estado checo remanescente foi ocupado pelos alemães em 1939.
Depois da Segunda Guerra Mundial, a tchecoslováquia caiu na esfera de influência soviética. Em 1968, uma invasão de tropas do Pacto de Varsóvia pôs fim aos esforços dos líderes do país para liberalizar o regime e criar um "socialismo de rosto humano", durante a Primavera de Praga.
Em 1989, a Tchecoslováquia recuperou a liberdade por via de uma "Revolução de Veludo" pacífica. A 1 de Janeiro de 1993, o país separou-se em dois pacificamente, resultando em países independentes: República Tcheca e Eslováquia.
A República tcheca aderiu à OTAN em 1999 e à União Europeia em 2004.
O cenário político da República Tcheca abrange um amplo espectro de partidos políticos, desde o semi-reformado Partido Comunista da Boêmia e Morávia na extrema-esquerda até os vários partidos nacionalistas na extrema direita. Geralmente, a direita liberal é dividida, exceto no caso específico do gigantesco Partido Democrático Cívico, e tem falhado a várias tentativas de unificação.
O eleitorado tcheco se mostrou dividido nas eleições parlamentares de junho de 2002, dando maioria à coalizão dos social-democratas (ČSSD), de centro-esquerda, e dos comunistas. Não houve possibilidade de formar-se um governo funcional por causa do ferrenho anticomunismo de Vladimír Špidla. Os resultados levaram a um governo de coalizão do ČSSD com os democrata-cristãos (KDU-ČSL) e os liberais (US-DEU), enquanto os democratas cívicos (ODS) e comunistas (KSČM) ficaram na oposição. Após os resultados da eleição de junho de 2004 para o Parlamento Europeu, o governo promoveu uma reforma ministerial com a mesma base aliada, mas excluindo Špidla após uma revolta em seu próprio partido. Nas eleições de 2006, o parlamento entrou em um impasse, pois dois grupos se dividiram em exatamente 5O por cento das cadeiras, demorando meses até que o partido de direita, ODS, conseguiu fazer de Mirek Topolánek Primeiro-Ministro, em coligação com o partido Cristão-Democrata (KDU-ČSL) e o Partido Verde. Foi a primeira vez na história que o Partido Verde tcheco conseguiu os necessários mínimos 5 por cento dos votos para entrarem no Parlamento. O partido US-DEU foi encerrado, depois de serem rejeitados nas urnas.
O primeiro-ministro é o chefe de governo e mantém poderes consideráveis, incluindo o direito de determinar a maior parte da política interna e externa, mobilizar a maioria parlamentar e nomear ministros.
Václav Klaus, agora presidente da República Tcheca, ex-presidente dos democratas cívicos (ODS), ainda é um dos políticos mais populares do país. Como chefe-de-Estado formal, tem poderes específicos como o direito de veto, nomear juízes do Tribunal Constitucional, indicar o primeiro-ministro e dissolver o parlamento sob raras e especiais condições.
O parlamento é bicameral, com uma Câmara dos Deputados e um Senado. Após a divisão da antiga Tchecoslováquia, os poderes e responsabilidades do agora extinto parlamento federal foram transferidos para o Conselho Nacional Tcheco, que se renomeou como Câmara dos Deputados. Os deputados são eleitos a cada quatro anos em eleições proporcionais com cláusula de barreira de 5% dos votos. Há 14 distritos eleitorais que coincidem com as regiões administrativas do país.
Como o sistema nas condições tchecas produz repetidamente governos fracos (um problema específico é que o apoio recebido pelos comunistas, cerca de 20% do eleitorado, é rejeitado por todos os outros partidos) há debates constantes sobre mudanças, mas com poucas chances reais de fazer avançar as reformas. Uma tentativa de ampliar elementos de maioria "tweaking" os parâmetros do sistema (mais e menores distritos, por exemplo) proposta pelo ČSSD e o ODS durante seu "acordo de oposição" em 1998-2002, foi veementemente rejeitada por partidos menores e impedida pelo Tribunal Constitucional como contrária demais ao princípio de representação proporcional.
O primeiro Senado foi eleito em 1996; seus membros têm mandato de seis anos, sendo um terço dos senadores renovados a cada dois anos. Este sistema segue o modelo do senado dos EUA] mas cada distrito tem aproximadamente o mesmo tamanho e a eleição acontece em dois turnos. O Senado é relativamente impopular na opinião pública e sofre com baixo comparecimento eleitoral (até 10% em alguns distritos).
A instância judicial máxima do país é a Suprema Corte. O Tribunal Constitucional, que arbitra questões constitucionais, é nomeado pelo presidente e seus 15 juízes têm mandatos de 10 anos.
O relevo é montanhoso, devido a cadeia montanhosa dos Cárpatos, o clima da República Tcheca é o Temperado Continental. A vegetação é basicamente a Floresta Temperada, que possui folhas em forma de agulha que caem no inverno (caducifólia).
A economia da República Tcheca é baseada em indústrias siderúrgicas, automóveis, bebidas e cristais. O país mantém uma agricultura baseada na produção de trigo para a exportação.
A maioria dos 10,2 milhões de habitantes da República Checa são etnicamente e linguisticamente checos (95%). Outros grupos étnicos incluem germânicos, ciganos e polacos. Após a divisão de 1993, os eslovacos compõem cerca de 2% da população actual.
A fronteira entre a República Checa e a Eslováquia é aberta para pessoas com cidadania da antiga Checoslováquia. As Leis que estabelecem a liberdade religiosa foram criadas pouco após a revolução de 1989, revogando regras opressivas promovidas pelo regime comunista.
A maior comunidade religiosa é a Católica Romana (27% da população). Uma grande percentagem da população checa alega ser atéia (59%) (ver [1] para detalhes em Tcheco).
A comunidade judia soma alguns milhares hoje; uma sinagoga em Praga é memorial de mais de 80.000 checoslovacos judeus que foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial.
A República Checa é o país mais secularizado de toda a Europa, apesar de historicamente ser considerado um país católico. O censo de 2001 verificou que 59% da população não tem religião. Apenas 26,8% da população se considera católica e cerca de 2% são protestantes. 30% dos checos se declaram ateus, enquanto cerca de 50% acreditam em algum tipo de força espiritual, não sendo necessariamente Deus.
Entre os cineastas checos da atualidade com projecção internacional encontram-se Jan Sverak, Jan Hrebejk, Milan Cieslar, Frank Mellaneh e Gregor Stenpovich.
Os desportistas mais renomados da República Checa (incluindo também os atletas do tempo da Tchecoslováquia) são: Emil Zatopek (atletismo), Frantisek Planicka, Josef Masopust, Tomas Skuhravý,Petr Cech, Pavel Nedved e Milan Baros (todos do futebol) e Tomas Enge (automobilismo).
Fonte: pt.wikipedia.org
Republica Checa — Czech Republic — République Tchéque
— Tschechische Republik — Czechoslovakia — Cesko Slovenska
— Ceská Republica
Capital: Praga – conhecida como uma das cidades mais
belas do mundo!
Área: 78.864 quilômetros quadrados. População
aproximada: 10,2 milhões (01/2007).
Religião: Cristianismo 43,9% (católicos 39,1%,
protestantes 4,3%, Igreja Ortodoxa 0,2%, outros cristãos 0,3%), sem
filiação e ateísmo 39,9%, outras 16,2% (1991).
Localização: área montanhosa na Europa
Central.
Características: extenso planalto limitado por cadeias
montanhosas baixas (NO, SO); terras baixas (centro-norte); cadeia dos Cárpatos
Brancos (L).
Cidades principais: Brno, Ostrava, Plzen, Olomouc.
Patrimônios da humanidade: Centros Históricos
de Praga, Ceský Krumlov e de Telc; Igreja da Peregrinação
de São João de Nepomuk, em Zelezná Ruda; Kutna Hora;
Paisagem Cultural de Lednice-Valtice.
Divisão administrativa: 7 regiões e a capital.
Moeda (numismática): coroa tcheca, koruna (Sk) / haleru
(Czech Republic Koruny ou Czech Koruna). Veja sistema monetário "coroa"!
Código internacional ISO 4217: CZK. "Gros"? para moedas (forma
Bohemia, pronuncia-se como "grosh"), nome da moeda equal to the
one-thirtieth de um "thaler". A palavra foi adotada do latim "denarius"...
"Grossus" = "Lit" = "A thick coin" where grossus
being "thick"....?
Por séculos, a República Tcheca, estava situada no centro das ações européias. O imperador Charles IV declarou Praga a capital do Santo Império Romano...
No final da Segunda Grande Guerra, o país desapareceu atrás da "cortina de ferro" e retornou à cena da Europa recentemente, após a Revolução Veelveet, de 1989.
Em 1º de janeiro de 1993, a antiga Federação Tchecoslováquia foi dividida em dois países independentes: República da Eslováquia e República Tcheca (que corresponde à porção ocidental do antigo país), como resultado de um processo de dissolução consensual e pacífico.
Morávia, no leste, e Boêmia, no oeste, são as principais regiões que formam a República Tcheca, membro da União Européia desde maio de 2004.
Os Estados tchecos são particularmente ricos em histórias e monumentos culturais, mais de dois mil castelos e palácios, e doze lugares são listados pela UNESCO, como Patrimônio Cultural da Humanidade.
Tradicional centro de cultura e artes (berço do escritor Franz Kafka), o país possui elevado padrão econômico e cultural.
Região industrializada desde o século passado, o território destaca-se na fabricação de máquinas e equipamentos. Produz grande quantidade de cereais e explora recursos florestais.
A República Tcheca tem raízes nas antigas Boêmia e Morávia. Povos eslavos dominam a região no século VII e são cristianizados no século VIII. O Reino da Morávia deixa de existir no século XI e sua parte ocidental é anexada à Boêmia.
No século XV, após guerra civil de caráter religioso, os hussitas (partidários do reformador protestante João Hus, queimado por ordem da Igreja de Roma) instalam uma Monarquia eletiva.
Em 1556, a Boêmia integra-se ao Sacro Império Romano-Germânico e depois ao Império Austro-Húngaro.
A tensão religiosa explode em 1618, quando 30 mil famílias protestantes são obrigadas a deixar o país. Em 1848, a onda revolucionária que sacode a Europa traz para a Boêmia a abolição da servidão da gleba, as liberdades individuais e o ressurgimento da cultura nacional.
No fim da I Guerra Mundial, a derrota austro-húngara leva à independência de tchecos e eslovacos, que se unem em 1918 para formar a Tchecoslováquia.
Em 1938, o Pacto de Munique (entre Inglaterra, França, Alemanha e Itália) determina que o país entregue à Alemanha a região dos Sudetos, habitada por população de origem alemã.
Hitler ocupa os Sudetos em outubro de 1938. Em março de 1939 anexa toda a Tchecoslováquia e impõe a repressão...
Em 1945, fase final da II Guerra Mundial, as Forças Armadas soviéticas libertam o país do domínio nazista. Em 1948, os comunistas, liderados por Klement Gottwald, dão um golpe de Estado e tomam o poder.
O país torna-se satélite da URSS. A partir de 1966 surge forte movimento por reformas democráticas, que resulta na chamada Primavera de Praga, esmagada pelos soviéticos.
Em 1989, a onda reformista desencadeada pelo líder soviético Mikhail Gorbatchov propicia, na Tchecoslováquia, a Revolução de Veludo, assim chamada pela maneira não-violenta com que se efetuam as mudanças.
O movimento começa com pressões populares pela libertação do dramaturgo Václav Havel, líder da oposição democrática, levando à queda do ministério e à renúncia do presidente Husák, em novembro de 1989.
Havel assume a Presidência em caráter provisório e Dubcek, que retorna à vida política, dirige o Parlamento. Em 1990, Havel é confirmado na Presidência.
Cresce na Eslováquia a campanha pela separação dos dois países. Havel, contrário à secessão, renuncia em julho de 1992; em novembro é aprovada a divisão do país.
No dia 1º de janeiro de 1993 surge a República Tcheca. Havel é eleito presidente e o reformista Václav Klaus torna-se primeiro-ministro. Um programa de privatização, lançado ainda em 1992, ganha impulso no ano seguinte...
Fonte: www.sergiosakall.com.br

A República Tcheca situa-se em uma bacia cercada por uma coroa de cordilheiras na fronteira. No passado, o país era cruzado por uma rede de rotas comerciais antigas, que se estendiam do leste, oeste, norte e sul ao longo de estreitos vales fluviais para se encontrar no interior do país. Ao longo dos séculos, as nações mais importantes da Europa se reuniam aqui, influenciando os destinos umas das outras.
Capital: Praga
População: 10.2 milhões
Idioma: Tcheco
Moeda: Coroa Tcheca (CZK)
Características do país:
As paisagens tchecas são praticamente uma vitrine de estilos arquitetônicos que se refletem em suas cidades históricas, castelos e solares, valiosas relíquias de arquitetura sacra e rural, coleções incríveis em museus e galerias e exemplos exclusivos de construção técnica. Os locais mais importantes - o centro histórico de Praga, as cidades de Kutna Hora, Cesky Krumlov, Telc, Litomysl e Kromeriz, a igreja de peregrinos St. John Nepomuk em Zelena Hora, próxima a Zdar e Sazavou, a área Lednice-Valtice e a vila de Holasovice no sul da Boêmia - conquistaram um lugar merecidamente na Lista de Patrimônios da Humanidade da UNESCO.
As personalidades mais famosas da ciência e da arte européias e mundiais deixaram sua marca permanente na história do país. Mozart, Goethe, Kafka, Beethoven, Einstein, Tycho Brahe e Casanova são apenas algumas das várias celebridades que foram influenciadas pelas terras tchecas ou que estavam de alguma forma a elas conectadas.
A beleza do campo está profundamente refletida na alma da nação. As regiões montanhosas na fronteira são um paraíso para quem aprecia caminhadas de verão ou esportes de inverno, enquanto a paisagem do sul da Boêmia, embelezada por um padrão de lagos, oferece pontos encantadores para longos passeios contemplativos. A região valáquia altamente característica, com o seu patrimônio de arquitetura folclórica rural, e as áreas de cultivo de videiras do sul da Morávia também são destinos bastante visitados. Os habitantes de lá são amistosos, hospitaleiros e dotados de um especial senso de humor.
Fonte: portugues.eurail.com
A República Tcheca está situada aproximadamente no centro geográfico da Europa e tem uma área de 78.866 km². É um país sem fronteiras com o mar, a 326 km do Mar Báltico e 322 km do Mar Adriático.
Possui fronteira com a Alemanha a Oeste (810 km), Polônia ao Norte (726 km), Áustria ao Sul (466 km) e Eslováquia ao Leste (265 km). O ponto mais alto é o pico do Monte Sněžka (1.602 m acima do nível do mar) e o ponto mais baixo está próximo de Hřensko, onde o rio Labe sai do território tcheco (115 m acima do nível do mar).
A linha divisória entre os dois principais sistemas de montanhas da Europa - o Herciniano e o Alpino-Himalaio - atravessam o território Tcheco. A topografia do país é, portanto, variada: planícies (4,5% do país), encostas (50,1%) planaltos (33,9%) e montanhas (11,6%). Níveis de altura: as regiões baixas, com menos de 200 m acima do nível do mar, compõem 4,95% do país, as regiões entre 200-500 m acima do nível do mar constituem 74,1%, as regiões entre 600-1000 m acima do nível do mar 19,3%, e as regiões acima de 1.000 m acima do nível do mar 1,6%.
A República Tcheca está situada na zona temperada da Europa, o que causa verões brandos e agradáveis e invernos com apenas uma quantidade moderada de precipitações.
A temperatura média no verão (Junho, Julho, Agosto) é 20 ºC, mas pode subir até 30 ºC. A temperatura média no inverno (Dezembro, Janeiro, Fevereiro) é -5 ºC, mas pode cair até -20 ºC. A primeira neve nas montanhas costuma cair em Outubro e costuma ficar até Março.
A República Tcheca tem uma população de aprox. 10.235.000 habitantes (em 2005), com a densidade populacional de 130 habitantes/km².
Segundo a nacionalidade, mais de 90% da população são tchecos. As outras nacionalidades mais presentes são eslovacos, polonêses, ucranianos, vietnamitas e ciganos.
Fonte: www.mzv.cz
A REPÚBLICA TCHECA tem pouco mais de uma década de existência como nação, mas preserva seu patrimônio de séculos de história. Além de Praga, a região da Boêmia tem castelos medievais e balneários do século 19 que parecem congelados no tempo – e ainda produz ótimas cervejas. Quase duas décadas depois da Revolução de Veludo, as mesmas pessoas que participaram das manifestações que derrubaram o comunismo hoje comemoram a entrada do país na União Européia. Quem visita a República Tcheca tem, de uma vez só, uma aula de História Medieval, Moderna e Contemporânea.
O código telefônicoda República Tcheca é 420
LÍNGUA
Tcheco
MOEDA
Coroa (KC), que vale ¤ 0,03
TRANSPORTE
Use os trens expressos (rychlík), que custam um pouco mais caro mas param em poucas estações pelo caminho. Ainda há poucas rodovias expressas no país e a sinalização está longe do padrão europeu.
A praça da Cidade Velha, o gueto judaico, a Ponte Carlos. Do outro lado do Rio Vltava, os telhados e jardins de Malá Strana e o castelo lá em cima, coroando a paisagem. Para ir de uma atração a outra, ruelas charmosas, cheias de edifícios preservados. Praga escapou intacta da Segunda Guerra, ao contrário da maioria das capitais vizinhas. A cidade é como um filme, onde tudo é perto e tem iluminação perfeita. O tom dourado dos cartões-postais, você verá, não é truque. Mais de uma década depois do fim do comunismo, Praga está bem mais preparada para receber turistas que nos primeiros anos. Virou celebridade. Mas merece, como poucas, a fama que tem.
O aeroporto Ruzyne fica a 19 quilômetros do centro. A Cedaz (22011-4296) tem serviço de vans para os hotéis por KC 480 e microônibus para o centro por KC 90. Os ônibus 110, 119 e 510 (noturno) também fazem o trajeto. Um táxi cobrará cerca de KC 400.
A melhor maneira de explorar Praga é a pé. Os bondes e metrôs são freqüentes e fáceis de usar. A passagemunitária custa desde KC 14. Valide o bilhete nas estações de metrô ou dentro dos ônibus e bondes.
CASTELO DE PRAGA
Com belos salões góticos e renascentistas, foi palco da Defenestração de Praga – quando um grupo de protestantes arremessou pela janela dois governadores e um secretário católico. Ninguém se machucou, mas o fato marcou o início da Guerra dos Trinta Anos, em 1618. A gótica Catedral de São Vito, com lindos vitrais, afrescos e o túmulo do rei Venceslau, fica nos domínios do castelo, assim como a Viela Dourada, rua com pequenas casas que foram habitadas por guardas do castelo no século 16 e por artistas pobres no século 20 – Kafka morou na de número 22. – Tretí nádvorí, Hradcany, 22437-3368. 9h/17h (abril a outubro), 9h/16h (novembro a março). Ingresso combinado para as atrações: KC 350.
IGREJA DE SÃO NICOLAU
Exatamente no centro de Malá Strana, a importante construção barroca é um dos marcos no horizonte de Praga. O interior, em tons de verde e rosa, tem estátuas de Ignaz Platzer e belíssimos afrescos. – Malostranské námestí, 25753-4215. 9h/16h. KC 50.
MUSEU NACIONAL
Este impressionante edifício guarda coleções de história, arte, zoologia e paleontologia. – Václavské nám_stí, 68, 22449-7212, 10h/18h (maio a setembro), 9h/17h (outubro a março), fecha toda primeira terça-feira do mês. KC 100.
Fonte: viagemeturismo.abril.com.br
UM PASSEIO PELA CULINÁRIA DA REPÚBLICA TCHECA
Pratos Típicos: O prato nacional é porco assado com bolinhos e repolho. Pato assado, carne de caça, coelho, carpa e cogumelos silvestres. Para beber, o Slivovice, um conhaque de ameixas.
Passaporte válido e é necessário visto para entrar na República Tcheca, o passaporte poderá ser emitido ou revalidado pela Polícia Federal ou pelo despachante de sua confiança.
Em toda a Europa os cartões de créditos são muito bem aceitos é quase impossível encontrar um estabelecimento que não o aceite, os mais conhecidos são: American Express, Diners, Master Card ou Visa. Não se tem hábito no país de andar carregando muito dinheiro, desta forma o “dinheiro plástico” é a melhor forma de pagamento.
Os Traveller´s Cheques são bem aceitos em grandes lojas de departamento, hotéis e alguns restaurantes, mas lembre-se devem estar na moeda corrente do país que está visitando, caso esteja em outra moeda troque-os exclusivamente em agências bancárias ou casas de Cambio oficiais.
A corrente elétrica em toda a Europa é de 220 volts e 50 ciclos. As tomadas são de 2 pinos cilíndricos.
Leve seu adaptador, se esquecer peça no hotel às vezes tem algum sobrando.
Os pesos e medidas, na maioria dos paises europeus, são semelhantes aos nossos as distâncias são medidas em metros, os pesos em quilogramas, o volume em litros e as temperaturas em graus Celsius.
Em vôos internacionais é permitido o transporte de até dois volumes por passageiro, com um peso máximo de 32 kg (cada), além de 5 kg de bagagem de mão.
Em diversos paises da Europa é cobrada a TVA, uma taxa sobre as vendas,
na maioria destes países, os visitantes estrangeiros podem receber
reembolso pelo pagamento destes impostos, muitas lojas estão associadas
ao TAX FREE, convém saber a partir de qual valor de faturamento começa
a ter direito sobre ele, costuma variar de loja para loja, mas se puder opte
por lojas que ofereçam a devolução do imposto, no final
da viagem terá feito bastante economia.
Sempre apresentando o passaporte e preenchendo um formulário na loja
e guardando uma via dele depois de preenchido o espaço de competência
do vendedor.
O que trazer da República Tcheca: O famoso cristal tcheco - conhecido no Brasil como cristal da Boêmia. Cerâmica, bordados, rendas e artesanato em geral são outros itens populares.
Fonte: www.passeio.com.br