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Revolução de 32

O movimento armado

Em 9 de julho eclodiu o movimento revolucionário, com os paulistas acreditando possuir o apoio de outros Estados, notadamente Minas Gerais, Rio Grande do Sul e do sul de Mato Grosso, para a derrubada de Getúlio Vargas.

Pedro de Toledo, que ganhara forte apoio dos paulistas, foi proclamado governador de São Paulo e foi o comandante civil da revolução constituionalista.

Foi lançado uma proclamação da "Junta Revolucionária" conclamando os paulistas a lutarem contra a ditadura. Formavam a Junta Revolucionária, Francisco Morato do Partido Democrático, Antônio de Pádua Sales do PRP, Generais Bertoldo Klinger e Isidoro Dias Lopes. O general Euclides Figueiredo assumiu a 2º Região Militar.

Alistaram-se 200.000 voluntários, sendo que estima-se que destes, 60.000 combaterem nas fileiras do Exército constitucionalista.

No Estado de São Paulo, a Revolução de 1932, contou com um grande contingente de voluntários civis e militares e o apoio de políticos de políticos de outros Estados, antigos apoiadores da Revolução de 1930, como, no Rio Grande do Sul, Raul Pilla, Borges de Medeiros, Batista Luzardo e João Neves da Fontoura entre outros, que formaram a Frente Única Rio Grandense, e que tentaram fazer uma revolta mas foram capturados, (salvo Batista Luzardo que conseguiu fugir), e exilados pelo interventor gaúcho.

No atual Mato Grosso do Sul foi formado um estado independente que se chamou Estado de Maracaju, que apoiou São Paulo. Em Minas Gerais, a revolução de 1932 obteve o apoio do ex presidente Artur Bernardes, que terminou também exilado.

São Paulo esperava a adesão do interventor do Rio Grande do Sul, o estado mais bem armado, mas este na última hora decidiu enviar tropas não para apoiar São Paulo, mas para combater os paulistas.

Quando se inicia o levante, uma multidão sai às ruas em apoio. Tropas paulistas são enviadas para os fronts em todo o Estado. Mas as tropas federais são mais numerosas e bem equipadas. Aviões são usados para bombardear cidades do interior paulista. 40 mil homens de São Paulo enfrentam um contingente de 100 mil soldados.

Cartaz
Cartaz convocando os paulistas às armas

Os planos paulistas previam um rápido e fulminante movimento em direção ao Rio de Janeiro pelo Vale do Paraíba, com a retaguarda assegurada pelo apoio que seria dado pelos outros estados.

Porém, sem o apoio dos outros estados o plano imaginado por São Paulo não se concretizou: Rio Grande do Sul e Minas Gerais foram compelidos por Vargas a se manterem ao seu lado e a publicidade de pretensão separatista do movimento levou São Paulo a se ver sozinho, com o apoio de apenas algumas tropas mato-grossenses, contra o restante do Brasil[8]. Comandados por Pedro de Toledo, aclamado governador revolucionário, e pelo general Bertoldo Klinger, as tropas paulistas se viram lutando em três grandes frentes: o Vale do Paraíba, o Sul Paulista e Leste Paulista.

O estado de São Paulo, apesar de contar com mais de quarenta mil soldados, estava em desvantagem. Por falta de apoio de outros estados, São Paulo se encontrava num grande cerco militar.

Como as fronteiras do Estado foram fechadas, não havia como adquirir armamento para o conflito, fora do país, assim muitos voluntários levaram suas próprias armas pessoais e engenheiros da Escola Politécnica do Estado (hoje EPUSP) e do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) passaram a desenvolver armamentos a serem produzidos pelo próprio Estado para suprir as tropas.

No teste de um novo canhão, um acidente matou o Comandante da Força Pública, Coronel Júlio Marcondes Salgado. Uma das armas mais sofisticadas feitas pela indústria paulista foi o trem blindado, usado na campanha militar no Vale do Paraíba.

São Paulo criou moeda própria, que foi falsificada pela ditadura e distribuída na capital paulista para desestabilizar a economia do Estado. O dinheiro paulista era lastreado pelo ouro arrecadado pela campanha "Ouro para o bem de São Paulo", também chamado de "Ouro para a vitória".

Também foram compradas armas nos EUA, mas o navio que as transportava foi apreendido. Houve muita falta de munição, o que levou os paulistas a inventarem e usarem um aparelho que imitava o som das metralhadoras, chamado de "matraca".

Houve intensa mobilização através do rádio, uma novidade na época, onde se destacou César Ladeira da Rádio Record. Usou-se muita propaganda e contra-propaganda ideológica por parte da ditadura que acusava São Paulo de estar nas mãos do facismo italiano trazido pelos imigrantes. Eram recrutados, pela ditadura, brasileiros de outras regiões para combaterem São Paulo dizendo-lhes que São Paulo queria se separar do Brasil.

A ditadura colocava elementos infiltrados em reuniões e comícios em São Paulo que pregavam o derrotismo e o desânimo da população.

O crime mais bárbaro, ocorrido durante a Revolução de 1932, ocorreu na cidade de Cunha onde as tropas da ditadura torturaram e mataram o agricultor Paulo Virgínio, por este se recusar a dizer onde estavam as tropas paulistas.

Paulo Virgínio foi obrigado a cavar sua própria sepultura e morreu dizendo:

Morro mas São Paulo Vence!

— Paulo Virgínio

Paulo Virgínio, junto com os jovens do MMDC, está enterrado no ponto central do Mausoléu do Ibirapuera e é homenageado dando seu nome a rodovia SP-171, que corta a região onde ele foi assassinado.

O movimento estendeu-se até 2 de outubro de 1932, quando foi derrotado militarmente.

O fim do conflito

Em meados de setembro, as condições de São Paulo eram precárias. O interior do Estado era invadido paulatinamente pelas tropas de Getúlio Vargas e a capital paulista era ameaçada de ocupação. A economia de São Paulo, asfixiada pelo bloqueio do porto de Santos, sobrevivia de contribuições em ouro feitas por seus cidadãos e as tropas paulistas desertavam em números cada vez maiores.

Vendo que a derrota e ocupação do Estado era questão de tempo, as tropas da Força Pública Paulista, atual Polícia Militar de São Paulo são as primeiras a se render, no final de setembro. Com o colapso da defesa paulista, a liderança revoltista se rende em 2 de outubro de 1932 na cidade de Cruzeiro para as forças chefiadas por Pedro Aurélio de Góis Monteiro. A maioria dos líderes paulistas, que não tinham sido exiladas em 1930, foram, com a derrota de Revolução de 1932, exilados.

Conseqüências

Terminado o conflito, a liderança paulista se refugia no exílio, enquanto os paulistas computam oficialmente 634 mortos, embora estimativas extraoficiais falem em mais de mil mortos paulistas. Do lado federal nunca foram liberadas estimativas de mortos e feridos. Foi o maior conflito militar da história brasileira no século XX.

Porém o término da revolução constitucionalista marcou o início do processo de democratização. A derrota militar entretanto se transforma em vitória política. Em 3 de maio de 1933 foram realizadas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte quando a mulher votou pela primeira vez no Brasil em eleições nacionais. Ao ver seu governo em risco, Getúlio Vargas dá início ao processo de reconstitucionalização do país, levando à promulgação em 1934 de uma nova constituição. Nesta eleição, graças à criação da Justiça Eleitoral, as fraudes deixaram de ser rotina nas eleições brasileiras.

Na versão do governo, a revolução de 1932 não era necessária pois as eleições já tinham data marcada para ocorrer. Segundo os paulistas, não teria havido redemocratização no Brasil, se não fosse o Movimento Constitucionalista de 1932.

Getúlio, terminada a revolução de 1932, se reconcilia com São Paulo, e depois de várias negociações políticas, nomeia um civil e paulista para interventor em São Paulo: Armando de Sales Oliveira, participando, mais tarde, em 1938, pessoalmente da inauguração da avenida 9 de julho em São Paulo.

Durante o Estado Novo, os dois interventores federais em São Paulo saíram das hostes do Partido Republicano Paulista: Adhemar Pereira de Barros (1938-1941) e Fernando de Sousa Costa (1941-1945) que havia sido secretário da agricultura do Dr. Júlio Prestes.

Durante a Revolução foi reavivada as tradições bandeirantes do estado, saindo nas notas do dinheiro paulista, e em muitas publicações, as imagens dos principais bandeirantes paulistas.

Para os paulistas, a Revolução de 1932 transformou-se em símbolo máximo do Estado, a exemplo da Guerra dos Farrapos para os gaúchos. Lembrada por feriado no dia 9 de julho, a revolução é fortemente comemorada na cidade de São Paulo do que no interior do estado, onde a destruição e as mortes provocadas pela rebelião são ainda recordadas e nas regiões de fronteira, especialmente no Vale do Paraíba paulista.

No restante do país, o movimento, assim como a já citada Guerra dos Farrapos, é mais lembrado pela versão imposta pelos vitoriosos, a de uma rebelião conservadora, visando a reconduzir as oligarquias paulistas ao poder, colocando está tentativa de volta ao poder como algo inaceitável, e de uma rebelião de velado caráter separatista, que são as versões predominante nos livros didáticos de história do Brasil, desconsiderando-se o imenso apoio popular obtido pelo movimento constitucionalista.

A preservação da memória e dos ideais de 1932

No feriado estadual de 9 de julho, anualmente se realizam comemorações e desfiles cívico-militares, sendo que o mais importante desfile se realiza no parque do Ibirapuera em São Paulo.

Neste solenidade são depositados no Mausoléu do Soldado Constitucionalista os restos mortais dos veteranos falecidos no ano corrente.

O Exército Constitucionalista ainda existe e é presidido por veteranos de 1932. A Sociedade dos Veteranos de 1932 preserva a memória e documentos e relíquias de 1932.

Frentes de Combate

Soldados paulistas
Soldados paulistas fotografados por Claro Jansson em Itararé.

Revolução de 32
Tropas revolucionárias paulistas resistindo ao avanço federal em uma casamata no interior do estado.

Vale do Paraíba

Principal acesso para o Rio de Janeiro, o vale do Rio Paraíba do Sul era visto pelos paulistas como teatro principal da guerra.

A estratégia paulista previa a conquista da cidade fluminense de Resende (que chegou a ser bombardeada por sua artilharia), e apoiado por tropas mineiras, a marcha em direção à cidade do Rio de Janeiro. Entretanto, com a falta de apoio de Minas Gerais, as tropas paulistas demoraram a se mover em direção a Resende e logo se viram defendendo seu próprio território das tropas federais.

Os combates mais importantes se deram na região do Túnel da Mantiqueira que divide São Paulo de Minas Gerais e que era considerado um ponto militar estratégico de grande importância.

O terreno acidentado do vale do Paraíba e a existência de diversas cidades levaram a um combate encarniçado entre as tropas, porém a superioridade de tropas e armamentos das forças de Vargas logo levaram à ocupação de diversas cidades paulistas do vale do Paraíba, como Lorena e Cruzeiro e o recuo das tropas paulistas em direção à capital.

Leste Paulista

Tropas paulistas penetraram no sul de Minas Gerais, sendo contidas em Pouso Alegre em julho de 1932 e repelidas pelas forças federais em direção a Campinas. Após setembro de 1932, cidades paulistas próximas à divisa com Minas Gerais, como Itapira,foram ocupadas pelas tropas fiéis a Vargas, tendo lutas travadas no Morro do Gravi, Atibaia e Bragança Paulista.

Tropas revolucionárias paulistas resistindo ao avanço federal em uma casamata no interior do estado.No alto da Serra da Mantiqueira, num local conhecido com Garganta do Embaú, ocorreram combates violentos com intuito de dominar aquele ponto estratégico, bem como o túnel da estrada férrea o que permitiria o controle do acesso ao sul de Minas por ferrovia. Os paulistas invadiram a cidade mineira de Passa-Quatro, que foi posteriormente libertada por tropas leais ao Governo Vargas.

Centro Paulista

No centro do Estado de São Paulo, destaca-se a região de Botucatu, onde inclusive a Igreja Católica participou ativamente das atividades revolucionárias, que ian desde a coleta de fundos campanha ouro para o bem do Brasil, até o envio de enfermeiras e paramédicos para as frentes de batalha, tendo o bispo local, Dom Carlos Duarte Costa,doado parte do tesouro da Diocese chegando mesmo a doar sua "Cruz Peitoral" e organizado um batalhão que ficou conhecido como o "Batalhão do Bispo".

Sul Paulista

Principal teatro de operações das tropas federais, era o setor mais desguardado do estado de São Paulo, pela crença do apoio que viria do Rio Grande do Sul.

Tropas do sul se posicionaram na divisa de São Paulo e Paraná, próximos a cidade de Itararé. Esta, por um grave erro logístico das tropas paulistas, não foi defendida, tendo estas se retirado para o rio Paranapanema, abrindo quase 150 quilômetros de território paulista para os federais.

Como nas demais frentes, tropas federais, em maior número e mais bem equipadas, ocupam cidades paulistas, com o agravante destas estarem situadas mais ao interior do estado do que nas outras frentes.

Sul de Mato Grosso (atual Estado de Mato Grosso do Sul)

O grande aliado dos paulistas na Revolução foi outro palco de combates, o estado do Mato Grosso do Sul (na época ainda fazia parte de Mato Grosso) fora até dividido durante a Revolução, com o sul se emancipando como Estado de Maracaju. Posteriormente a divisão aconteceu com a criação do Mato Grosso do Sul desejado desde o término da Guerra do Paraguai.

A tropas que deveriam integrar o contingente de São Paulo nunca conseguiram chegar ao destino, ocorrendo duas batalhas principais onde foram impedidos pelos federais; em Porto Murtinho e Coxim. Na região dessas duas cidades ocorreram combates violentos resistindo bravamente contra as forças federais formadas por soldados do norte do Estado (atual estado de Mato Grosso).

A luta pelo Porto Murtinho foi o feito mais notável dos Sul-mato-grossenses no conflito, houve batalhas sangrentas pela última esperança da entrada de recursos para São Paulo, já que o Porto de Santos estava sobre bloqueio naval governista. O Porto só fora tomado pelos getulistas no dia 12 de setembro de 1932, mais de 2 meses depois do início da luta.

Rio Grande do Sul

Apesar da "traição" oficial do governo do estado, alguns gaúchos entraram na luta no próprio Rio Grande. Liderados por Borges de Medeiros um batalhão de cerca 450 homens praticava, utilizando termos atuais, táticas de guerrilha para fixar tropas federais, isto é, atacando destacamentos que partiriam do Rio Grande do Sul para vir reforçar os getulistas contra São Paulo, impedindo-os de chegar nos frontes, principalmente na frente paranaense.

Os revolucionários rio-grandenses tiveram um fim na Batalha de Cerro Alegre, no município de Piratini no dia 20 de setembro de 1932, quando foram mortos mais de duzentos homens das forças constitucionalistas e o líder Borges de Medeiros preso. Infelizmente os feitos destes bravos revolucionários estão quase esquecidos, principalmente pelo fato de não haver apoio oficial do governo, considerado uma grande traição pelos paulistas, criando assim uma rivalidade entre os dois Estados.

Aviação na Revolução

Durante a revolução, a aviação teve um importante papel no conflito, sendo usado pelos legalistas para eventuais bombardeios e ataques a posições rebeldes. Como os dez bombardeios aéreos a Campinas que causo muitos danos e infrastrutura da cidade, que foi de 15 e 29 de setembro de 1932 comandado por major-aviador Eduardo Gomes. Além de outras cidades como Lorena sofreram com ataque em 19 de setembro.

Comparação com a Revolução Farroupilha de 1835

Devida a posição paradoxal tomada pelo governo do Rio Grande do Sul na Revolução de 1932 uma rivalidade muito grande entre paulistas e gaúchos acabou vindo a tona, potencializada pelo protagonismo das tropas riograndeses nos combates da frente sul em 32. Sendo a Revolução Constitucionalista de 1932 a data máxima de São Paulo e a Revolução Farroupilha a do Rio Grande, comparações entre as duas são frenqüentemente argumentos de discussões entre as duas nacionalionalidades regionais, sendo assim, é de importância relevante tecer alguns traços de comparações entre os dois movimentos.

Em primeiro lugar é gritante explicitar a diferença de caráter, oficial, dos dois movimentos. Em 1835 a inteção gaúcha era claramente estabilizar a República de Piratini como estado independente do Império Brasileiro, pensamento ecoado a partir da independência da Província da Cisplatina ocorrida anos antes. No entanto, em 1932 a posição dos revolucionários era de reconstitucionalizar o Brasil, visto que desde o golpe de 1930, o O Governo Provisório estava sem constituição vigente, sem outros poderes a exceção de algo que se assemelhava poder executivo. A guerra civil em 1932 travou-se com objetivos de "revolucionar o Brasil", sendo o - devido a política de Vargas com o estado - foco São Paulo, enquanto o movimento iniciado em 1835 tinha como objetivo "revolucionar o Rio Grande".

A não adesão do Rio Grande do Sul em 1932 é controversa por diversos motivos, primeiramente pelo fato do Governo do estado ter rompido com o Governo Provisório meses antes do conflito, isto é, em termos políticos, os gaúchos já estavam em caráter revolucionário. As oligarquias rio grandenses, que apoiaram a Revolução de 1930 com a intenção de desalojar as paulistas do monopólio político, estavam descontentes com o quadro governamental de Vargas, protagonizado nos anos de 1930 à 1932 por medidas centralizadoras e intervencionistas, o que contrastava com o federalismo com que se fora vivida a República Velha, algo de interesse tanto das oligarquias paulistas como gaúchas. A posição inicial do governo rio grandenses de rompimento com o Governo Central, mas que no entanto, não se confirmou no combate travado entre Julho e Outubro, deixou aos paulistas a impressão de "traição" por parte dos gaúchos. Embora a não adesão do Rio Grande do Sul seja explicada em grande parte pela habilidade política de Vargas ao domar as elites regionais, e a própria inabilidade dos revolucionários do estado e agregar mais aliados, como o principal homem a ser conquistado, o interventor Flores da Cunha, que relatou depois que se sentia "traído" pelos revolucionários, que não o colocavam a par das conspirações consititucionalistas.

Por outro lado, a "não-adesão" da Província de São Paulo, em 1835 é clara. No contexto dos primeiros anos da monarquia, a provícia paulista era pouco importante no âmbito imperial. Era sim um grande ponto de passagem de idéias provenientes do sul e da bacia platina ao centro do Império no Rio de Janeiro, no entanto, que era ainda de pouca importância política se comparada as províncias do nordeste ou mesmo a provícia rio grandense, que era a única grande e importante fronteira povoada do Império, aonde se contratava a monarquia brasileira com as repúblicas platinas. A adesão de São Paulo seria ilógica, pois ela só aconteceria caso a provícina também quisesse se seccionar do estado imperial, o que não foi o caso, pois após anos de abandono colonial, São Paulo estava se reerguendo e reestruturando, já que agora era a província mais próxima do centro de governo, e é importante ressaltar que o próprio possível apoio paulista seria, de certo modo, até pouco influente no movimento.

Do ponto de vista militar considerações devem ser feitas. No movimento do início do século XX em São Paulo, se travou uma guerra moderna, similiar ao primeiro conflito mundial, com armas de fogo batante desenvolvidas, transportes via estradas de ferro e veículos automotivos, a primeira guerra aérea da América do Sul, meios de comunicação demasiadamente mais eficientes, e São Paulo agora era o centro do país, as outras grandes forças da federação se encontravam ao seu redor como Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Geograficamente também a situação paulista era ímpar, o estado fora facilmente cercado, tanto por terra quando por mar. As únicas fronteiras que existiam era a paraguaia pelo Mato Grosso, que era pouco povoada e de pouca infra-estrutura e a Rio Grandense com o Uruguai e Argentina, que era apenas via os revolucionários, bastante prejudicada com a não adesão do governo, sendo assim, a compra de armamentos, equipamentos e suprimentos necessários a uma guerra moderna era bsatante prejudicada. Isso tudo explica resumidamente a "curta" duração dos combates em 1932, cerca de 90 dias.

Não obstante, o movimento do início do século XIX é extremamente oposto: Em prioridade temos o fato de que o estado brasileiro não era ainda consolidado, se encontrava no período regencial sem um líder, e se quer existia um exército nacional, isso somado a posição geográfica do estado belingerante, que ficava no extremo do sul do Império Brasileiro, o que dificultava a mobilização e o transportes das tropas utilizadas pelo império, a maioria formadas pelo recrutamento forçado e de última hora, além de se tratar de uma região de fronteira. E o Império ainda não era totalmente centralizado, o eixo de importância ainda era divido com o Rio de Janeiro e o Nordeste, sendo que ao mesmo tempo em que lidava com o movimento no Rio Grande do Sul o governo necessitava cuidar de outras agitações tão importantes quanto no Nordeste. A tecnologia da época também facilitava a capacidade de abstecimento de tropas, tanto por armamentos e equipamentos quando por suprimentos. Todos esses fatores explicam, a grosso modo, a extensa duração da República de Piratini, 10 anos.

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Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Bibliografia_sobre_a_Revolu%C3%A7%C3%A3o_de_1932"

Fonte: pt.wikipedia.org

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