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Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro
Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro

Inaugurado em 1958, o Museu de Arte Moderna tem localização privilegiada e muita história para contar. Com 130m de comprimento e 25m de largura, o prédio está instalado em meio a jardins no Aterro do Flamengo junto a Baía de Guanabara e bem próximo do centro da cidade.

Vítima de um grande incêndio no ano de 1978, o Museu de Arte Moderna mobilizou a solidariedade de centenas de pessoas em todo o mundo, o que foi fundamental para a recuperação de sua sede e de seu acervo. Atualmente, o MAM possui uma coleção com cerca de 1.700 obras, entre pinturas, esculturas e gravuras de artistas brasileiros e estrangeiros. Além de uma biblioteca especializada em artes e uma importante cinemateca, onde acontecem as mostras mais concorridas da cidade.

Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Aterro – Centro

Fonte: www.riotur.rj.gov.br

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro
Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro
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O Museu de Arte Moderna (MAM) localiza-se na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Integrante do Parque do Flamengo, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, o seu projeto é a obra melhor conhecida de seu criador, o arquiteto carioca Affonso Eduardo Reidy (1909-1964).

Inaugurado em 1952, funcionou provisoriamente no Palácio da Cultura, transferindo-se, em 1958, para uma sede própria, as suas atuais instalações.

O seu valioso acervo conta com obras dos maiores artistas nacionais e estrangeiros.

O museu foi palco de diversos acontecimentos da vanguarda brasileira, tendo sediado as mostras Opinião 65, Opinião 66, Nova Objetividade (1967) e o Salão da Bússola (1969). Foi na mostra Nova Objetividade, de 1967, que Hélio Oiticica expôs a sua obra Tropicália, cujo nome deu origem ao Movimento Tropicalista.

No dia 8 de julho de 1978, um incêndio causado ou por um cigarro ou por uma falha elétrica, destruiu 90% de seu acervo, principalmente obras de Picasso (cabeça cubista e um Retrato de Dora Maar), Miró, Salvador Dalí, Max Ernst, René Magritte, Ivan Serpa, Manabu Mabe e muitos outros, além de todos os trabalhos presentes em uma grande retrospectiva de Joaquin Torres García.

Reformado, o prédio voltou a funcionar.

Em 1993, o museu recebeu a doação da coleção particular de Gilberto Chateaubriand, cerca de 4.000 obras, inclusive telas de Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Di Cavalcanti e gravuras de Oswaldo Goeldi, entre outras.

Fonte: pt.wikipedia.org

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