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Roberto Cavalli

Roberto Cavalli: peles, patchwork e sucesso!

Responda rápido: quem é a bola da vez no mundo fashion? A griffe mais desejada por 10 entre 10 fashion victims - e muitas descoladas - é a Roberto Cavalli. Sabendo como ninguém promover a própria imagem, o estilista florentino se considera o "artista da moda".

Ele está mesmo com tudo. Franca Sozzano, editora-chefe da Vogue Italia, definiu-o como "um filho do minimalismo e um romântico aberto às críticas".

Cavalli é o estilista do momento aqui na Itália, mas sua carreira não começou agora. A historiadora e professora de moda Jacqueline Ceresoli descreve brevemente sua trajetória até hoje: "na verdade, ele 'nasceu' nos anos 70. Nos 80, entendeu que deveria investir em imagem e que as pessoas estavam cansadas do minimalismo. Apelou, então, para uma mulher selvagem e animalesca, quando abusou do couro e das peles".

Roberto Cavalli

Roberto Cavalli começou desenvolvendo estampas para griffes como Valentino e Hermès, até que resolveu desenhar e criou sua própria marca. Estreou na semana do prêt-à-porter de Paris em 1970, em um desfile que foi "um sucesso de crítica, mas que não vendeu nada", segundo conta. Ele foi um empreendedor porque desenvolveu um couro mais macio e leve e fez as mulheres "soltarem as feras" novamente.

Os pontos fortes de seu trabalho sempre foram a inspiração na natureza (é bom lembrar que Cavalli é considerado o 'promoter' das peles de animal), os patchworks e, é claro, as estampas.

E a jornalista de moda Lucia Mari aponta as razões desse sucesso: "ele mostra nas estampas um trabalho de pesquisa e, ao mesmo tempo, de experimentação de novas tecnologias. Mais ainda, Roberto Cavalli trata o couro como se fosse a tela de um quadro e o corpo da mulher que veste suas roupas parece tatuado".

Porém, ele só explodiu na década de 80, quando investiu maciçamente em publicidade, mesmo que diga ter reservas quanto a isso. "Uma mulher não deve comprar um vestido só porque viu na TV. É como se tirássemos sua personalidade. Deve-se comprar algo porque se gosta. O produto deve ter sozinho a força de atração", repete. E completa: "a maior publicidade que existe é quando uma mulher vai a uma festa vestindo uma criação minha e é elogiada".

Nos anos 90, cogitou sair do mundo da moda. Foi quando começou a segunda fase do seu sucesso, que perdura até hoje. A do Jeans Cavalli (assim mesmo, com letra maiúscula).

Roberto Cavalli

Atualmente, tem uma linha feminina, uma masculina, underwear, timewear e eyewear e pretende lançar a linha casa. Em outubro do ano passado, abriu um barzinho em Milão, o Just Cavalli Cafe. Está com uma mostra itinerante que de Florença, ainda passará por Milão, Roma e New York. Sua marca è vendida em mais de 30 países. Há quem diga que é a única griffe que consegue ganhar dinheiro de verdade nesse período de crise.

Mas é claro que o "Cavalli lifestyle" não agrada a todos. Ceresoli, por exemplo, atesta: "sua moda tem muita agressividade sexual. Eu, particularmente, nunca usaria Cavalli".

Fonte: www2.uol.com.br

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