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Romênia

Romênia

Nome Oficial da Romênia

Romênia (România).

Capital da Romênia

Bucareste

Localização de Romênia

Sudeste da Europa

Geografia de Romênia

Área: 238.391 km².

Hora local: +5h.

Clima: temperado continental.

Cidades: Bucareste (2.027.512), Iasi (348.399), Constança (344.876), Timisoara (334.098), Cluj-Napoca (332.792), Galati (331.360) (1997).

População da Romênia

22,4 milhões (2001)

Nacionalidade: romena;

Composição: romenos 89,4%, húngaros 7,1%, ciganos 1,8%, alemães 0,5%, ucranianos 0,3%, outros 0,9% (1992).

Idioma: romeno (oficial), húngaro, alemão.

Religião: cristianismo 88% (ortodoxos 85,1%, católicos 14,5%, outros 12,8%, dupla filiação 24,4%), sem religião 7,4%, ateísmo 3,3%, islamismo 1,3% (2000).

Densidade: 93,96 hab./km² (2001).

Pop. urb.: 56% (2000).

Cresc. dem.: -0,26% ao ano; exp. de vida

M/F: 66,5/73,3 anos; mort. infantil: 22,1- (2000-2005).

Analfabetismo: 1,8% (2000).

Economia da Romênia

Moeda: leu romeno; cotação para US$1 ou R$1 : ver conversão de moedas.

PIB: US$ 34 bilhões (1999).

Cresc. PIB: -0,8% ao ano (1990-1999).

Renda per capita: US$ 1.470 (1999).

Força de trabalho: 11 milhões (1999).

Export.: US$ 8,5 bilhões (1999).

Import.: US$ 10,4 bilhões (1999).

Parceiros comerciais: Alemanha, Itália, Federação Russa, França, Coréia do Sul.

Fonte: www.fea.usp.br

Romênia

A Romênia é situada no Sul-Este da Europa Central, no norte da Península dos Balcâs, na bacia inferior do Danúbio, com saída para o Mar Negro.

Vizinhos da Romênia são: Moldavia, Ucrânia, Hungria, Jugoslâvia, Bulgária, Mar Negro (234 km).

A superficia do pais é de 238.391 km2, ocupando o 130 lugar na Europa..

A mapa da Romênia é bem semelhante com a mapa do Estado de Paraná.

Distribuição do relevo é muito harmoniosa: 31% montanhas, 36% colinas, 33% campos.

A população é de 21.680.976 habitantes, com uma densidade de 95,7 habitantes/km2, 55% população urbana.

A estrutura da população é seguinte: 89,4% romenos, 10,6 % minorias étnicas (ungaros, alemães, ciganos, búlgaros, turcos judeus).

A religião predominante é ortodoxa ( 86,8% de população), mas existem também romano-católicos (4,7%), Reformados (3,2%) grego-católicos (1%).

A capital da Romênia é Bucareste, com uma população de 2.016.000 habitantes.

Existem 25 cidades com uma população superior a 100.000 habitantes.

As maiores cidades que tem mais 300.000 habitantes são: Iasi, Constanta, Timisoara, Cluj-Napoca, Brasov, Craiova.

Língua oficial: romeno – a representante mais oriental da família das línguas românicas, procedente do latim falado na antigüidade nas províncias romanas da Dácia e Moesia. Línguas estrangeiras usuais: Inglês, Francês, Alemão.

Organização de estado: Republica, com um parlamento bicameral, eleito por uma legislatura de 4 anos. Presidente: TRAIAN BASESCU, eleito em 20.12.2004.

Moeda leu (plural lei) 1$=28.000 lei

Dia Nacional: 1 de Dezembro (a comemoração da União de todos os romenos num único Estado em 1918).

Produto Interno Bruto (1997) – 30 bilhões $, e por habitantes 1.230 $. Peso de setor privado no PIB – 58%.

Numero de empregados: 5.123.200, e de desempregados 881.435 (8,8% da população). Reformados 5.609.000.

Reserva internacional liquida: 3.578 milhões $.

Divida externa: 8.251 milhões $.

HISTORIA DA ROMÊNIA

Ao 20 milênio a.c., a princípios da época do bronze cristaliza-se na região carpato-balcânica o ramo trágico da família indo-europeu. Na primeira metade do 10 milênio a.c., no espaço carpato-danubiano-pôntico afirmam-se as tribos dos geto-dacios como ramo distrinto dos Trácios, espaço povoado por elas se chamava Dácia. No período 70-44 a.c. os tribos dácios foram unidos sob a rei Burebista. O reino Dácio conhece máxima florescência no tempo do rei Decebal (87-106), quando o Império Romano, chegado ao apogeu sob imperador Trajano, precisava de duas guerras duras (101-102 e 105-106) para o sobmeter e transformar a maior parte da Dácia em província romana.

O processo intenso de romanização, marcado pela assimilação definitiva do latim pelos Dácios autóctones, faz dos habitantes desse espaço, no primeiro milênio da nossa era a mais oriental dos povos românicos da Europa.

Os romenos que por seu nome (do lat. romanos), e por nome do pais Romania, conservaram a memória do cunho de Roma.

Esta se dizendo que Romênia é uma ilha latina num mar eslavo.

Entre os séculos IV a XIII o território romeno foi percorrido por ondas sucessivas de populações migratórias.

Na Idade Media os romenos, cristão ortodoxos, viveram separados em três principados: o Pais Romeno ( Valaquia), Moldávia e Transilvania, e tiveram vizinhos grandes Impérios – Otomano, Habsburgo e Russo.

Conseguiram unir-se os primeiros dois principados, em 1859 e o novo Estado tomou o nome de Romênia.

Em 1877 a Romênia conquistou a independência e se transformou em reino em 1881.

Depois da primeira querra mundial sob o rei Ferdinant I, em 1 de Dezembro de 1918, se unirão ao pais também Bassarábia, Bucovina e Transilvania. A união nacional foi pagada com mais de 800.000 mortos, feridos e desaparecidos durante a guerra.

Os dois decênios de florescimento econômico, político e cultural da Grande Romênia foram cruelmente interrompidos pelo desencadeamento da segunda querra mundial.

Em 1940 a Romênia perdeu pelas amputações territoriais um terço do seu território e da sua população.

Em 1945, depois de 4 anos de querra que resultaram na perda de 750.000 vidas, as tradições de quase um século, foram brutalmente cortadas, igual que nos outros Estado do leste europeu, pela ocupação dos tropas soviéticas e a instauração, à força do regime comunista.

Em 1965 chegou ao poder Nicolae Ceausescu que instaurou uma ditadura tremenda, de um arbitrário nunca igualado na historia da Romênia.

A Romênia tornem-se cada vez mais isolado do resto do mundo nos anos "80".

A revolta popular de dezembro de 1989, derrubando o regime ditatorial, abriu a perspectiva de restauração da democracia, assenta um sistema pluripartidista, do regresso à economia livre de mercado e da reintegração da Romênia no espaço político e cultural europeu do que fora separada decênios inteiros pela Cortina de Ferro.

O caminho para a nova Romênia, devido à herança opressiva do regime totalitário, verifica-se muito mais comprido e difícil do que se acreditava na euforia dos primeiros dias.

A consolidação dos novos valores democráticas, a nova vida política e parlamentar, a Constituição votada em 1991, as eleições de 1990, 1991 e, sobretudo, de 1996, o regresso aos valores culturais e espirituais tradicionais da Romênia moderna são outras tantas provas do abandono definitivo do passado totalitário.

A vida política da Romênia de hoje

A Romênia, conforme a Constituição de 1991 é um Estado nacional, soberano, e independente, unitário e indivisível, cuja forma de governo é a república.

A Romênia é um Estado de direito, democrático e social, em que a dignidade humana, os direitos e as liberdades cívicas, o livre desenvolvimento da personalidade humana, a justiça e o pluralismo político são valores supremos, garantidos pela Constituição, que também estipula a separação das três autoridades – legislativa, executiva e judicial.

O Parlamento e bicameral – Câmara dos Deputados – 332 sítios e o Senado – 137 sítios.

O Presidente da Romênia e eleito por voto universal para 5 anos, podendo ser reeleito só uma vez.

Ele designa um candidato a função de primeiro-ministro e nomeia o governo em base do voto de confiança outorgado pelo Parlamento.

A administração pública das unidades administrativo-territoriais-camunas, cidades, distritos – assenta nos princípios da autonomia local e da descentralização dos serviços públicos.

O governo nomeia um prefeito em cada distrito e no município de Bucareste.

A justiça realiza-se pela Corte Suprema de Justiça, ao instâncias de apelação e as demais instâncias judiciais.

Economia

Em princípios de 1990, consistia essa herança em propriedade socialista generalizada (de Estado e cooperativista), em centralização excessiva, planificação rígida, baixa eficácia, desequilíbrio entre os ramos e sub ramos da produção e também, em industrialização forçada e criação de gigantes energofagos, sem nenhuma correlação com os recursos de matérias-primas do pais.

As reduções exageradas das importações, a promoção forçada das exportações, sacrificando todos os critérios de eficácia a fim de pagar a divida externa em princípios de 1989 (no período de 1975-1989 a Romênia reembolsou mais de 21 bilhões $), tornaram mais funda a crise na economia interna.

A reforma aplicada na área econômica pelos governos no período 1990-1996 foi lenta em comparação àquela dos demais Estados ex-comunistas da Europa Central.

Por falta de privatização, reestruturação e modernização industrial, a economia continuo-se apoiando num sistema de produção subvencionada que conduziu a um défice do orçamento e do comércio externo, a uma alta inflação e à desvalorização da moeda nacional.

Transporte e comunicações

A Romênia goza de uma posição geográfica – chave à interseção dos mais importantes estradas que unem a Europa Ocidental ao Mar Negro e ao Oriente Médio, como também dos corredores que ligam a zona do Mar Báltico à Península dos Balcãs e à bacia mediterrânea.

A Romênia é atravessada por três dos dez corredores de transporte paneuropeu: o corredor no.4 – Dresda – Praga – Viena – Bucareste – Salonica – Istambul, no.9 - Helsinki – Moscovo – Bucareste – Alexandropolis e no.7, que acompanha o percurso do Danúbio navegável, inclusivo o Canal Danúbio – Mar Negro, inaugurado em 1989.

A rede ferroviária totaliza 11.400 km (1/3 eletrificada), e a rede das estradas publicas totaliza 73.000 km, 14.700 dos quais sendo estradas nacionais.

O trafico fluvial realiza-se quase exclusivamente pelo Danúbio.

O trafico aéreo se realiza principalmente pela Companhia Nacional de Aviação TAROM que lega as cidades do pais com mais de 40 metrópoles de 4 continentes.

Paralelamente estão operando companhas aéreas particulares – Miravia – Romavia, Dac Air , Jaro etc.

Privatização e investimentos estrangeiros

O Setor particular abrange hoje em dia, 80% da superfície arável e quase 90% dos efetivos animais e aves, produzindo entre 75 e 90% dos produtos agrícolas e animais.

No período 1992-1996 foram privatizadas 2842 empresas com 857.000 empregados, sobretudo nas áreas do comercio, construção, dos serviços.

O governo instalado depois das eleições de 1996 passou a acelerar a privatização, conseguindo vender em 1997, 1304 sociedades comerciais com um capital social de 2.166 bilhões lei, e em 1998 tem com mata de privativas 2709 empresas com um capital social de 30.356 bilhões lei. O problema principal e o capital para privativas.

A Romênia tem uma legislação atraente para os investidores estrangeiros (o direito de propriedade dos investidores estrangeiros até o 100%, a repartição completa dos ganhos e do capital, a retenção total e livre utilização dos lucros obtidos a partir das exportações).

Em 1 de janeiro de 1998 os investimentos estrangeiros na Romênia totalizavam 3,6 bilhões $, o numero das sociedades com participação estrangeira alcançava 56.000. Os países investidores eram 145, enquanto 74 % do capital investido provinha do grupo dos países G 24 (54 % dos Estados membros da União Europeea).

Principais investidores são: França, Coréia do Sul, Holanda, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Grã-Bretanha.

O sistema financeira-bancário também esta sofrendo uma reestruturação e privatização.

Atualmente funcionam na Romênia 42 bancos: 11 são com capital autóctone e estrangeiro, 9 são sucursais do bancos estrangeiros, 5 são com capital totalmente particular estrangeiro, 4 com capital estadual e particular misto, 4 com capital integralmente particular romeno.

Educação, saúde e cultura

O ensino elementario (clases I-VIII) é obrigatorio.

No ano lectivo 1997-1998 freqüentaram a escola um numero de 4.641.000 de alunos (20,6 % da população do pais), o numero de estudantes era de 360.000 (1/4 dos quais integrados em estabelecimentos particulares). O numero de alunos e estudantes por 100.000 habitantes era de 1623 e respectivamente, 159.

A assistência medica é geralmente gratuita. Unidades médicas: hospitais 415, com 173.000 leitos, policlínicas 590, clinicas médicas 6.058, farmácias 3603. O pessoal médico – sanitário do setor público: médicos 40919, estomatologistas – 5974, farmacêuticos 2572, pessoal sanitário de formação media 128.038.

Em 1 de julho de 1996 estavam registrados 4057 casos de SIDA.

O único povo latino da Europa Oriental, cuja gênese e desenvolvimento ocorreram num contexto diferente dos demais povos românicos, os romenos trazem uma nota aparte à cultura européia.

Permaneceram fiéis à origem latina, mas por outro lado, eles foram fortemente marcados pelas culturas vizinhas, primeiro pela bizantina. De aí a sua abertura para outras culturas, por um lado, e, por outro lado, a sua capacidade de assimilar as influências.

Na Idade Media, a criação cultural patenteou-se principalmente na arquitetura e nas artes plásticas. Dão testemunho acerca disso os mosteiros da Moldavia, entre os quais se destaca Voronetz, sobrenomeado A Capela Sixtina de leste, com os seus maravilhosos frescos exteriores, únicos na Europa.

Entre grandes personalidades da cultura romena destacam-se o poeta nacional Mihail Eminescu (1850-1889), que tem uma semelhança forte com poeta brasileiro Castro Alves, o compositor George Enescu, o escultor Constantin Brâncusi, o dadaista Tristan Tzara com uma grande influência também no Brasil, o Eugen Ionescu, com seu teatro absurdo, Mircea Eliade, grande historiador das religiões, George Emil Palade, laureado do Prêmio Nobel de medicina, Henri Coanda, construtor do primeiro avião à reação, Nicolae Titulescu, grande diplomata, dois vezes presidente do Liga das Nações, o regente de orquestra Sergiu Celibidache.

Alem da cultura, os romenos desempenharam um papel importante no esporte .

Entre muitos atletas romenos bem conhecidos são: ginasta Nadia Comâneci, tenista Ilie Nastase (ele foi presente como técnico na partida de Copa Davis entre Brasil e Romênia que se realizou entre 25 e 27 de setembro de 1998 em Florianópolis), o time de futebol romeno, chefiado pelo atacante Hagi.

Relações internacionais e comércio exterior

A Romênia tem relações diplomáticas com 176 Estados, é membro da ONU e de muitas outras organizações internacionais.

A opção firme da Romênia pós-comunista foi de integrar as estruturas euro-atlanticas e europeias (OTAN e U.E.), decisão apoiada tanto pelas forças políticas, como pela população. A Romênia tornou-se membro do Conselho da Europa em 1993, membro associado da U.E. em 1995.

O relacionamento com o Brasil, pais irmão latino, tem mais de 100 anos.

Foi em 1880 que e primeiro mensageiro diplomático romeno, o coronel Voinescu chegou no Brasil, como enviado extraordinário em missão especial, junto ao imperador Pedro II, que expressou "os sentimentos inalteráveis de simpatia que animam o soberano, o governo e a nação romena, em face do Império do Brasil".

Em resposta, dom Pedro II manifestou muita simpatia pela Romênia e destacou que "o desenvolvimento do Estado romeno é necessário ao equilíbrio europeu e oferece uma garantia de progresso e prosperidade para o Oriente".

A Romênia abriu em 1921 primeira missão diplomática na América Latina, no Rio de Janeiro. Antes, o Brasil abriu seu Consulado em Bucareste, em 1914.

As relações entre os dois países conheceram um bom desenvolvimento durante a historia, principalmente por causa das afinidades das duas culturas, ambas de origem latina e as complementaridade das suas economias.

O atual embaixador Brasileiro na Romênia mencionava que o povo romeno e mais parecido com o povo brasileiro de todos os povos latinos.

Nos últimos anos, com mudanças realizadas na Romênia, o relacionamento conheceu um expressivo desenvolvimento, mas ainda não e ao nível desejado por causa da grande distancia e das prioridades regionais dos dois países.

No período 1993-1996 o comércio bilateral quase triplicou, alcançando quase 160 milhões dólares.

No ano passado, o valor de intercâmbio comercial registrou uma baixa (80 milhões $ - 47 milhões $ exportações brasileiras e 33 milhões $ exportações romenas).

Os Principais produtos de interesse na importação do Brasil são:

mineiro de ferro e de manganês;

açúcar e derivados;

café, farelo de soja;

equipamentos e componentes para máquinas da alta tecnologia;

couro e carne;

produtos químicos

Os principais produtos oferecidos e exportados da Romênia para o Brasil:

combustível e derivados de petróleo;

dormentes de aço e materiais para estrada do ferro;

produtos químicos, fertilizantes;

equipamentos para industria de exploração e processamento de petróleo;

transformadores;

rolamentos;

produtos farmacêuticos e cosméticos;

vinhos embutidos

Uma Potência Turística

Apresentação geral do potencial turístico da Romênia

Uma pessoa que viajar pela primeira vez para a Romênia, sempre voltará para visitá-la. É o lema do turismo do País, baseado na qualidade dos serviços prestados, junto com as ofertas de todo tipo. A enciclopédia do turismo romeno atende praticamente a todas as exigências e todas as preferências durante o ano inteiro, com uma riqueza e diversidade raramente encontradas, em uma superfície comparável a do Estado de São Paulo.

Ao contrário da sua história tumultuada, a natureza da Romênia oferece generosamente, em compensação, um ambiente harmonioso, desde as altas montanhas até o litoral do Mar Negro, sendo difícil de escolher o forte dos tipos de turismo que se podem praticar: férias no litoral no verão, esportes de inverno nas montanhas, visitas aos castelos, museus e sítios arqueológicos, inclusive turismo cultural de todo tipo, turismo curativo e medicinal, parques nacionais alpinos, ou do Delta do Danúbio, caça e pesca, folclore, quase sem igual na Europa, festivais nacionais e internacionais diversos, até congressos e reuniões especializadas, com infra-estrutura apropriada. Junta-se a tudo isso a alma de um povo acolhedor, latino, hospitaleiro e alegre com sua arte culinária específica sempre acompanhada de bons vinhos, pois o Deus Bachus, segundo as lendas da antigüidade, nasceu nessas terras.

Esta qualidade de potência turística da nossa época é sustentada pôr uma rede de hotéis de boa categoria com facilidades conforme os padrões internacionais e uma capacidade total de 300.000 lugares, média por habitante das mais elevadas hoje existentes. A rede rodoferroviária do país, assim como as conexões aéreas com todas as capitais da Europa, facilitam bastante o acesso.

Pelo fato de que o País é reconhecido como grande potência cultural, talvez convenha se começar pelo turismo relacionado à cultura, ressaltando só uma das duas potencialidades: mais de 3.000 museus, sítios arqueológicos, castelos e palácios, mosteiros e igrejas antigas, monumentos e fortalezas bem conservadas.

Praticamente todas as capitais e até as demais cidades dos 40 departamentos do país têm o seu museu de história. A maioria deles começa suas coletâneas por peças da antigüidade dos dácios – os antepassados dos romenos-gregos, romanos e celtas, atravessando a Idade Média até a época moderna.

O Museu Nacional de História da Romênia em Bucareste tem, entre outras coisas, como peça de destaque, um fabuloso tesouro em ouro, dos achados arqueológicos, de inestimável valor.

Junta-se a cópia da Coluna do Trajano, tirada do original da Praça do Capitólio de Roma, pois sendo esta a certidão do nascimento do povo romeno, assinada pelo Imperador Trajano, cujas legiões conquistaram a Dácia.

Os grandes sítios arqueológicos de Sarmisegetuza e Constanta falam dos dácios e das colônias gregas no litoral do Mar Negro.

Os museus de Alba Iulia, Cluj-Napoca, Turnu-Severin têm milhares de peças da antigüidade romana, sendo este Império Romano o único conquistador que a história elogia nos territórios onde ocupou. Da simbiose dos romanos com os dácios nasceu o povo romeno que, desde os seus primórdios, foi um povo cristão, o primeiro da área, sendo a fé em Cristo trazida pelas legiões imperiais.

Por isso, a riqueza em arte sacra é um dos patrimônios mais caros aos romenos. Desde igrejas rupestres da época da perseguição dos cristãos até as catedrais da Transilvânia (Brasov), a diversidade nunca mais acaba, predominando o estilo bizantino. Ficam no patrimônio da UNESCO, portanto da humanidade, os mosteiros medievais de Bucovina e da Moldávia, erguidos no século XV, com pinturas até nas paredes exteriores, bem conservadas apesar das intemperies, durante os cinco séculos que passaram.

Pesca e caça na Romênia

Pesca e caça na Romênia

No Delta de Danúbio e em muitos rios e lagos há mais de 16 espécies de peixes entre os quais: truta, censure, esturjão, pike, barata, umber, zander.

A fauna é muito rica, incluindo: cervo, javali selvagem, lobo, galo montanhoês, lince, camurça, urso, faisão, raposa.
Vida selvagem é protegida em reservas naturais.

A época da caça é observada estritamente, existindo períodos quando é permitida a caça para cada especie.

Culinária da Romênia

Culinária da Romênia

Culinária da Romênia

Culinária internacional está disponível em restaurantes de classe alta. Mas a maioria deles, e especialmente os restaurantes tradicionais, oferecem famosos e altamente apreciados pratos romenos: mititei, sopa de tripa, guisado de tripa, guisado de porco com mamaliga (farinha de milho fervida com água e sal), sarmale (carne moída com arroz embrulhada em repolho ou em folhas de vinha), carne de veado, especialidades de peixe.

Entre as bebidas específicas: tuica – águardente de ameixa, e vinhos romenos muitas vezes premiados internacionalmente (Murfatlar, Cotnari, Jidvei, Dealul Mare, Odobesti, Târnave, Valea Calugareasca, etc.).

Fonte: www.cons-gen-romania-rio.com

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