Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  moda brechó página 2  Voltar

Moda Brechó

Nada de traças. Brechó é moda alternativa com estilo!

Já foi o tempo que brechó era ponto de encontro e fonte para compor o visual dos descolados. Atualmente são visitados por todos os tipos de pessoas, independente da idade, sexo ou poder aquisitivo. Paciência para revirar o brechó, bom gosto e bom senso são os primeiros mandamentos para os freqüentadores assíduos ou um toque fundamental para quem vai trilhar esse caminho da moda a partir de agora . Acessórios simpáticos e coloridos resgatam uma moda do fundo do baú que pode ser combinada com os estilos que estampam as vitrines atuais. Também é possível montar um look de época para uma festa temática ou encontrar uma peça única e matar suas amigas de inveja.

No brechó Dolly, na Vila Madalena em São Paulo tem peças semi-novas de marcas importadas, louças inglesas para decoração por R$ 30,00 e um vestido preto da Daslu todo bordado por R$ 600,00. Na Daslu, esse mesmo pretinho básico custaria R$ 20 mil, segundo a proprietária Teresinha Gonçalves de 68 anos, que há 12 cuida do brechó, um dos mais visitados da capital.

Geralmente os brechós localizam-se em ruas escondidas ou não tem uma fachada com a visibilidade das lojas dos grandes centros comerciais e corredores dos shoppings. Por isso, a maioria dos freqüentadores é indicada por amigos. E de onde vêm as peças dos brechós? Como é possível artigos relíquias e marcas importadas custarem bem menos? Não tem segredo , conta a gerente do Breshop, Vera Santana. Nossos fornecedores são pessoas físicas, que compram e viajam muito e não tem o costume de repetir roupa .

Para Vera, brechó é sinônimo de oportunidade, tem que freqüentar semanalmente, pois a procura por peças de marca é bem maior que a quantidade disponível nas araras. Na Breshop as calças da Diesel não custam mais que R$120,00 e uma bolsa legítima, tamanho médio da Louis Vitton em perfeito estado sai por R$800,00, bolsa essa que na vitrine da loja no Shopping Iguatemi em São Paulo custa R$ 12 mil.

O brechó mais completo do Brasil também está na capital paulista. O Troço Sem Traça tem 220m² e 170 mil itens, é um paraíso de relíquias e peças de grifes importadas. Tudo começou quando o dono Paulo Rogério, também decorador, cenógrafo e figurinista percebeu que tinha tanta coisa dentro de casa que só faltava oficializar a loja. Paulo conta que ainda existe muito preconceito com esse segmento de mercado, A mulher que é vista num brechó é tachada como dura, parece que não tem um tostão no bolso, não é bem por aí, vestir-se em brechó é uma questão de estilo, hoje as pessoas entendem mais isso .

Paulo recebe em seu estabelecimento um grupo fiel de famosos e endinheirados, que renovam seus guarda-roupas mensalmente e implora pelo sigilo do proprietário, ele apóia e brinca: Nós fazemos parte de uma nova classe - os pobres em ascensão trabalhamos muito mais para manter o que sobrou, então porque não economizar? , assim como ele e todas essas celebridades, que nesse caso preferem manter o anonimato, a procura pelos brechós aumentou muito de dois anos para cá.

BALADA NO BRECHÓ

O crescimento nesse setor fez com que o Café Mancebo, um brechó conceito , ampliasse seu negócio com mais quatro lojas. O gerente Fernando Figueiredo é o queridinho dos produtores de novelas, abastece os figurinistas com peças que parecem ter acabado de ir para a arara de loja de shopping, sempre com aspecto de novas e bem conservadas. Quem acompanhou as novelas Escrava Isaura (Record), Um só Coração (Globo) e Esmeralda (SBT) pôde aprovar a qualidade das peças do Mancebo Café que aproveitou a boa fama do local para ampliar o negócio e no fundo do sobrado de quatro andares lotado de mercadorias, montou um descolado café dentro de um jardim de inverno. Para ousar ainda mais, o café tem programação diária com destaques para as quintas-feiras, a partir das 22h rola um set lounge com os renomados DJ´s Pil Marques e Oscar Bueno, figuras de sucesso da cena eletrônica brasileira. Aos sábados uma feijoada light (se é que isso é possível). A peça mais barata do Mancebo é uma camiseta de R$5,00 e a mais cara um casado de pele de R$4.300,00.

A empresária Emily Cochrane decidiu transformar seu closet num negócio diferenciado. Era o início da Garage Sale - mix de brechó. Chegou um dia que abri meu guarda-roupa e tive um estalo, foi quando resolvi abrir uma loja diferente, com peças exclusivas a preços acessíveis. No começo tinha 1.300 peças, hoje devo ter umas 400 , conta Emily.

A Garage Sale funciona como uma multistore, tem a ala de semi-novos, que representa com exclusividade alguns estilistas e grifes nacionais, além de reunir num mesmo espaço: roupas, acessórios em geral, jóias, bijuterias e artigos para decoração.

COISAS DA VOVÓ

O crochê e o tricô estão em alta, dominaram as vitrines até das lojas mais modernas, como Colcci e Ópera Rock, muitas vezes adeptas do visual underground moderno.

Tamanho o sucesso, que a estilista Carol Arbex da Donna Doida, marca que tem como objetivo principal encantar as consumidoras com trabalhos manuais, aplicações e bordados, lançou uma linha com 12 modelos (foto) mergulhados nessa tendência , são ponchos, casacos de tricô com aplicação de pérola e bordado, estilos presentes nos brechós há muito tempo, que agora ganharam as capas de revistas e vestem as celebridades.

Dicas para comprar no brechó

Procure peças diferentes, daquelas que você não encontra em qualquer loja. Se olhe no espelho antes e aceite seu estilo. Não adianta levar uma blusa com 20 cores dos anos 60 se você não vai ter coragem de usá-la.

Verifique se a peça está em perfeito estado, pode faltar um botão, ter um furinho em algum lugar.

Peça instruções de como lavar certos tecidos.

Cuidado com muitas aplicações, podem cair na hora da lavagem.

Não deixe a preguiça vencer você, prove tudo que vai comprar, pois no geral, brechós não fazem trocas e nem aceitam devolução.

Gostou? Leve na hora, brechó é oportunidade, talvez no dia seguinte você não encontre mais a peça.

Fonte: yahoo.guiadasemana.com.br

Moda Brechó

Brechós viram febre!

Peças de marca com valor 60% menor

A moda agora é usar roupa retrô, com jeito de antigamente e muito tricô, que são facilmente encontradas neste tipo de loja.

A onda agora é comprar em brechós. Os locais, normalmente pequenos e muito disputados pelas modernosas, agora é a "bola da vez". Isso, porque além de vender estilo, num brechó é possível encontrar peças semi-novas, com pelo menos 50% ou 60% do valor da peça original.

Segundo a personal stylist Nina Ollive, os brasileiros, especialmente nas grandes cidades, estão deixando para trás o mito de que no brechó só encontra coisa velha. "Muitos brechós recebem roupas de pessoas que trabalham com moda, peças que foram usadas duas ou três vezes no máximo e são vendidas a preço super acessível", comenta. Sem contar, ressalta Nina Ollive, que em brechós é possível encontrar modelos que não existem nas lojas convencionais. "Não basta entrar em um brechó, é preciso saber qual a tendência da Estação e o que combina com seu estilo. Agora, estamos vivendo o auge da moda retrô, nesses casos, o melhor lugar para encontrar peças bacanas é mesmo em brechós", ensina Nina. A moda retrô privilegia tecidos brilhantes, tricô e jeito de antigamente, além de jóias que pareciam ter sido usadas pela vovó.

Mas vale lembrar que para achar roupas, sapatos e acessórios que combinam com cada estilo pessoal dentro de um brechó, é necessário tempo e paciência. "Muitas vezes encontramos verdadeiros 'achados' num brechó, mas é preciso procurar muito". Segundo a personal stylist, é preciso "garimpar" peças para sair de um brechó com roupas de qualidade e o mais importante, com bons preços. "No mais, é só deixar vir à tona o estilo de cada um, e compor com outras peças do guarda-roupa, para não comprar nenhum ´mico'", finaliza Nina.

Fonte: www.davo.com.br

Moda Brechó

Do baú para as vitrines

Lojas da cidade apostam no visual brechó em suas coleções. Roupas floridas e coloridas fazem parte do estilo

Aquela roupa que foi de uma tia, da avó, ou mesmo da irmã mais velha pode ficar com a cara da nova dona da peça. Algumas têm beleza própria — nem precisam de retoques. Outras precisam ser modificadas ou estilizadas. A moda brechó é o resgate dessas peças. Roupas que têm uma história, uma identidade, um estilo definido, como xales, capas, mantôs, bugingangas, peles, vestidos estampados. Para encontrar peças com esse perfil, pode-se recorrer aos brechós e aos armários de parentes mais velhos. Mas esses não são os únicos lugares para seguir a tendência.

Ainda mais em Brasília, onde brechós, literalmente, são artigos raros. Uma boa alternativa são as feiras Mundo Mix e BsB Mix e as lojas de grife da cidade, que estão investindo nesse look, expondo em suas vitrines roupas do tipo ‘‘encontrei no fundo do baú’’. Ir contra o produto formal e atender ao público jovem é o que o estilista Paulo Araújo acredita ser a intenção da tendência do visual brechó. ‘‘Precisamos enxergar além do mundo de alta-costura e chegar ao consumidor, especialmente ao mais jovem’’, afirma.

São esses consumidores, especialmente aqueles que têm um certo preconceito de comprar roupas usadas, o alvo das lojas. Paulo Araújo explica como funciona: ‘‘Catamos fragmentos para uma nova inspiração e fazemos uma releitura conforme a tendência’’. Mas atenção. Investir no visual brechó requer ousadia. Não se pode ter medo de misturar estampas, tecidos e muitos acessórios. Quanto mais, melhor. ‘‘É uma moda art-decó supercolorida. Uma roupa mais moderna, alternativa, que ressuscita formas. O brechó recicla a moda’’, explica Paulo. E não é só por aqui que esse visual está em alta. Os italianos Maurizio Galante e Carlo Ponti estão fazendo sucesso em Milão com o estilo retrô, que tem tudo a ver com o brechó.

Maurizio usa o crochê para fazer peças lindíssimas, que lembram aquelas roupas que sua avó passava meses fazendo para dar de presente de Natal. Carlo usa os tapetes de porta de box de banheiro, feitos de sobras de tecido coloridas, para confecionar vestidos de noiva — o máximo! Em Brasília, o próprio Paulo Araújo utiliza um dos materiais encontrados em brechós mundo afora — o fuxico — em suas criações. A técnica, que costura florezinhas de tecido feitas à mão (coisa do tempo da vovó), a propósito, está voltando à moda no século 21.

Biquínis, bolsas, chapéus e vestidos de noiva, quem diria, estão fazendo o maior sucesso. Para completar o visual brechó, não se pode esquecer dos acessórios. Broches — aqueles bem escandalosos com pedras, strass, brilho —, botas de cano curto, golas de pele, pérolas, estão todos de volta prontos para fazerem seu comeback com toda a pompa e circunstância.

Fonte: www2.correioweb.com.br

voltar 12avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal