A rubéola é uma infecção viral de maior frequência na infância e de desenvolvimento habitualmente benigno. Pode ser praticamente assintomático ou apresentar-se com febrícula ou febre de forma inconstante. Erupção tênue rosada que começa no rosto e tórax, generalizando-se em todo o corpo em aproximadamente 24 horas. As manchas desaparecem de 1 a 5 dias. É frequente encontrar gânglios na região da nuca e na região posterior das orelhas e podem ser dolorosos. É frequente a dor de garganta (faringite).
Causas da rubéola em crianças e bebês
É uma enfermidade viral, e portanto contagiosa. O período de
incubação é entre 10 e 23 dias. O período de contágio
acontece entre 1 ou 2 dias prévios à aparição
da erupção até 6 ou 7 dias logo depois.
Tratamento da rubéola em crianças e bebês
A infecção por rubéola pode ser prevenida por vacinação. A Organização Mundial da Saúde recomenda dar a primeira dose entre 12 e 18 meses de idade e a segunda com 36 meses de idade. Existem também campanhas de vacinação em adultos para combater a síndrome da rubéola congênita. Mulheres grávidas não devem ser vacinadas, pois a vacina contém vírus vivo.
É preventivo com a aplicação da vacina tríplice viral (SRC). A vacina evita a transmissão da doença e consequentemente a incidência de Rubéola Congênita. A infecção intrauterina por Rubéola pode causar malformações congênitas múltiplas (surdez, retardo no crescimento intrauterino, transtornos oculares, malformações cardíacas, etc.) ou aborto (no primeiro trimestre). A SRC é encontrada na Rede Pública de Saúde. Depois da aplicação pode ocorrer febre baixa e coriza. Caso a febre ultrapasse 38o.C, pode-se usar um antitérmico.
A rubéola é uma infecção viral de maior frequência na infância e de desenvolvimento habitualmente benigno. Pode ser praticamente assintomático ou apresentar-se com febrícula ou febre de forma inconstante. Erupção tênue rosada que começa no rosto e tórax, generalizando-se em todo o corpo em aproximadamente 24 horas. As manchas desaparecem de 1 a 5 dias. É frequente encontrar gânglios na região da nuca e na região posterior das orelhas e podem ser dolorosos. É frequente a dor de garganta (faringite).
Causas da rubéola em crianças e bebês
É uma enfermidade viral, e portanto contagiosa. O período de incubação é entre 10 e 23 dias. O período de contágio acontece entre 1 ou 2 dias prévios à aparição da erupção até 6 ou 7 dias logo depois.
Tratamento da rubéola em crianças e bebês
A infecção por rubéola pode ser prevenida por vacinação. A Organização Mundial da Saúde recomenda dar a primeira dose entre 12 e 18 meses de idade e a segunda com 36 meses de idade. Existem também campanhas de vacinação em adultos para combater a síndrome da rubéola congênita. Mulheres grávidas não devem ser vacinadas, pois a vacina contém vírus vivo.
É preventivo com a aplicação da vacina tríplice viral (SRC). A vacina evita a transmissão da doença e consequentemente a incidência de Rubéola Congênita. A infecção intrauterina por Rubéola pode causar malformações congênitas múltiplas (surdez, retardo no crescimento intrauterino, transtornos oculares, malformações cardíacas, etc.) ou aborto (no primeiro trimestre). A SRC é encontrada na Rede Pública de Saúde. Depois da aplicação pode ocorrer febre baixa e coriza. Caso a febre ultrapasse 38o.C, pode-se usar um antitérmico.
Fonte: br.guiainfantil.com
O que é a rubéola?
A rubéola é uma doença infecciosa aguda, causada por um vírus, o vírus da rubéola.
Em que idade aparece geralmente a rubéola?
A rubéola é uma doença própria da infância, atingindo habitualmente as crianças em idade escolar e os adolescentes, nos países onde não existe vacinação. Embora com menos frequência, pode afectar adultos não vacinados e que não tenham tido a doença na infância.
A rubéola é uma doença contagiosa?
Sim, a rubéola é uma doença contagiosa transmitindo-se por via inalatória através dos vírus presentes nas gotículas de saliva, ou por contacto com o doente que apresenta vírus nos vários líquidos orgânicos (urina, saliva, sangue, secreções do nariz e da garganta, etc.)
Qual é o período de contágio da rubéola?
A possibilidade de contágio da rubéola é de cerca de catorze dias, desde sete dias antes de aparecer a erupção na pele até sete dias depois do seu aparecimento.
Ao fim de quanto tempo de contacto com um doente com rubéola aparece a doença, se houver contágio?
O tempo ao fim do qual a doença se manifesta após o contacto com um doente com rubéola (período de incubação) varia de dez a vinte e um dias.
Em que altura do ano há mais casos de rubéola?
A rubéola é uma doença que pode aparecer em qualquer altura do ano. No entanto, nos países de clima temperado como Portugal, aparece com mais frequência no Inverno e na Primavera.
Quais são as manifestações da rubéola?
"A rubéola é uma doença que se manifesta em duas fases distintas, uma fase inicial, chamada fase prodrómica, que se caracteriza pelo aparecimento de sintomas inespecíficos como febre e mal estar, e uma fase chamada exantemática que se caracteriza pelo aparecimento de uma erupção na pele (o exantema da rubéola).
A fase prodrómica da rubéola dura dois ou três dias. A febre, que em geral não é elevada, dura um ou dois dias e o estado geral não é muito afectado; o diagnóstico não é ainda evidente, pois os sintomas presentes são comuns a muitas outras doenças. Nas crianças é frequente não existir esta primeira fase, começando a doença com o aparecimento da erupção.
O exantema da rubéola é uma erupção na pele constituída por pequenas manchas de cor rosada, pequenas como cabeças de alfinete, localizadas inicialmente na cabeça e no pescoço, que se espalham rapidamente pelo tronco e pelos membros, atingindo todo o corpo ao fim do primeiro dia. Esta erupção não causa comichão, não atinge as palmas das mãos nem as plantas dos pés e desaparece ao fim de dois ou três dias.
Além da erupção poderão surgir outros sintomas, como dor de garganta, rinorreia (ranho) e dores nas articulações. Estes sintomas são mais frequentes nos adultos que nas crianças.
Outro sinal que, associado à erupção, contribui para o diagnóstico de rubéola, é o aparecimento de adenopatias (gânglios inchados e dolorosos). Os gânglios podem aparecer alguns dias antes da doença se manifestar ou após o aparecimento da erupção na pele, e localizam-se preferencialmente no pescoço, atrás das orelhas e na nuca, e por vezes nas axilas e nas virilhas. O desaparecimento dos gânglios pode demorar desde alguns dias até algumas semanas.
Um quarto dos doentes com rubéola não apresentam a erupção típica e, como os sintomas gerais são ligeiros, a doença pode passar despercebida."
A rubéola é uma doença benigna?
"A rubéola é geralmente uma doença de evolução benigna, em particular quando afecta as crianças. As suas consequências mais graves relacionam-se com o aparecimento da doença na mulher grávida. Para prevenir estas consequências graves para o desenvolvimento do bébé, todas as mulheres devem estar vacinadas antes do início da vida sexual."
Que complicações pode ter a rubéola?
"As complicações mais graves da rubéola estão
associadas ao aparecimento da doença durante a gravidez, especialmente
nos primeiros três meses . Neste período em que se dá
a formação dos órgãos do bebé, a infecção
pelo vírus da rubéola pode causar malformações
graves ou morte no útero.
Outras complicações como artrite (inflamação das
articulações), encefalite (infecção do cérebro)
ou púrpura trombocitopénica (alteração da coagulação
do sangue por diminuição das plaquetas), são possíveis,
embora extremamente raras nas crianças."
Para diagnosticar a rubéola é habitual fazer análises?
A coexistência de um quadro febril ligeiro, com a erupção típica e gânglios inflamados em vários locais do corpo é suficientemente sugestivo de rubéola para fazer o diagnóstico sem necessitar de exames laboratoriais. No entanto, a existência de outras doenças virais com sintomas parecidos com os da rubéola, obriga à realização de um exame de sangue sempre que for importante um diagnóstico de certeza, como acontece na mulher.
Como se trata a rubéola?
"Como acontece com muitas outras doenças virais não existe um tratamento específico para a rubéola, que é uma doença auto limitada, ou seja, que evolui espontaneamente para a cura ao fim de alguns dias. O tratamento tem apenas como objectivo o alívio dos sintomas presentes (controlo da febre se esta for elevada e alívio das dores articulares, se estão presentes). O paracetamol, que tem simultaneamente efeito sobre a febre e a dor, pode ser utilizado para esse fim."
Existe vacina contra a rubéola?
"Sim. A vacina contra a rubéola faz há vários anos parte do Plano Nacional de Vacinação, sendo por isso uma vacina gratuita. A sua administração deve ser feita aos quinze meses em conjunto com as vacinas do sarampo e da papeira (VASPR ou tríplice vírica).
O reforço desta vacina é feito entre os cinco e os seis anos de idade, com excepção para as crianças nascidas antes de 1993, que seguem o esquema vacinal anterior, fazendo o reforço da VASPR entre os onze e os treze anos de idade.
O principal objectivo da vacinação contra a rubéola é a prevenção da rubéola congénita, ou seja, da infecção que atinge o feto durante a gravidez.
As mulheres em idade fértil que não tiveram rubéola e que não se encontram vacinadas, podem e devem fazer a vacina antes de engravidar. Para isso, deve ser confirmado através de uma análise que não tiveram rubéola, e a mulher deve utilizar um método contraceptivo eficaz nos dois meses anteriores e nos dois meses posteriores à vacinação."
Fonte: www.medicoassistente.com
A Rubéola ou Rubela é uma doença causada pelo vírus da rubéola e transmitida por via respiratória. É uma doença geralmente benigna mas que pode causar malformações no embrião em mulheres grávidas.
Grupo: Grupo IV ((+)ssRNA)
Familia: Togaviridae
Género: Rubivirus
Espécie: Rubella virus
O virus da rubéola é um togavirus com genoma de RNA unicatenar (simples) de sentido positivo (serve de mRNA para sintese proteica directamente). Possui um capsídeo icosaédrico e um envelope bilípidico.
A rubéola é um dos cinco exantemas (doenças com marcas vermelhas na pele) da infância. Os outros são o sarampo, a varicela, o eritema infeccioso e a roséola.
A transmissão é por contacto directo, secreções ou pelo ar. O vírus multiplica-se na faringe e nos orgãos linfáticos e depois dissemina-se pelo sangue para a pele. O período de incubação é de duas a três semanas.
A infecção, geralmente, tem evolução benigna e em metade dos casos não produz qualquer manifestação clínica. As manifestações mais comuns são febre baixa (até 38ºC), aumento dos gânglios linfáticos no pescoço, manchas (máculas) cor-de-rosa (exantemas) cutâneas, inicialmente no rosto e que evoluem rapidamente em direção aos pés e em geral desaparecem em menos de 5 dias. Outros sintomas são a vermelhidão (inflamação) dos olhos (sem perigo), dor muscular das articulações, de cabeça e dos testículos, pele seca e congestão nasal com espirros.
O virus da rubéola só é realmente perigoso quando a infecção ocorre durante a gravidez, com invasão da placenta e infecção do embrião, especialmente durante os primeiros três meses de gestação. Nestas circunstâncias, a rubéola pode causar aborto, morte fetal, parto prematuro e mal-formações congênitas (cataratas, glaucoma, surdez, cardiopatia congênita, microcefalia com retardo mental ou espinha bífida). Uma infecção nos primeiros três meses da gravidez pelo virus da rubéola é suficiente para a indicação de aborto voluntário da gravidez.
TratamentoO diagnóstico clinico é díficil por semelhança dos sintomas com os dos outros exantemas. É mais frequentemente sorologico, com detecção de anticorpos específicos para o virus, ou por ELISA. A doença não é séria e as crianças de sexo masculino não necessitam realmente de tomar vacina, mas frequentemente também são inoculados para prevenir as epidemias ou que depois infectem companheira grávida não vacinada. Às de sexo feminino é administrada sempre, devido ao risco de que apareça mais tarde durante períodos de gravidez. A vacina é por virus vivo atenuado e causa a doença em 15% dos casos, mas como já foi dito, em crianças é inócua. A vacina permitiu a sua erradicação em Cuba em 1993, o primeiro país a consegui-lo.
A vacina é composta por vírus vivos atenuados, cultivados em células de rim de coelho ou em células diplóides humanas. Pode ser produzida na forma monovalente, associada com sarampo (dupla viral) ou com sarampo e caxumba (tríplice viral).A vacina se apresenta de forma liofilizada, devendo ser reconstituída para o uso. Após sua reconstituição, deve ser conservada à temperatura positiva de 2º a 8º C, nos níveis local e regional. No nível central, a temperatura recomendada é de menos 20º C. Deve ser mantida protegida da luz, para não perder atividade. A vacina é utilizada em dose única de 0,5 ml, via subcutânea.
Em inglês Rubeolla é outra designação de measles ou sarampo. A Rubéola é denominada German measles (sarampo alemão) ou Rubella. A confusão vem do facto de antigamente as doenças serem indistinguiveis para os médicos.
Grupo: Grupo IV ((+)ssRNA)
Familia: Togaviridae
Género: Rubivirus
Espécie: Rubella virus
O virus da rubéola é um togavirus com genoma de RNA unicatenar (simples) de sentido positivo (serve de mRNA para sintese proteica diretamente).
Possui um capsídeo icosaédrico e um envelope bilípidico.
A rubéola é um dos cinco exantemas (doenças com marcas vermelhas na pele) da infância. Os outros são o sarampo, a varicela, o eritema infeccioso e a roséola.
A transmissão é por contacto directo ou com secreções. O vírus multiplica-se na faringe e nos orgãos linfáticos e depois dissemina-se pelo sangue para a pele. O período de incubação é de duas a três semanas.
A infecção, geralmente, tem evolução benigna e em metade dos casos não produz qualquer manifestação clínica. As manifestações mais comuns são febre baixa (até 38ºC), aumento dos gânglios linfáticos no pescoço, manchas (máculas) cor-de-rosa (exantemas) cutâneas, inicialmente no rosto e que evoluem rapidamente em direção aos pés e em geral desaparecem em menos de 5 dias. Outros sintomas são a vermelhidão (inflamação) dos olhos (sem perigo), dor muscular das articulações, de cabeça e dos testículos, pele seca e congestão nasal com espirros.
O virus da rubéola só é realmente perigoso quando a infecção ocorre durante a gravidez, com invasão da placenta e infecção do embrião, especialmentr durante os primeiros três meses de gestação. Nestas circunstâncias, a rubéola pode causar aborto, morte fetal, parto prematuro e mal-formações congênitas (cataratas, glaucoma, surdez, cardiopatia congênita, microcefalia com retardo mental ou espinha bífida). Uma infecção nos primeiros três meses da gravidez pelo virus da rubéola é suficiente para a indicação de aborto voluntário da gravidez.
O diagnóstico clinico é díficil por semelhança dos sintomas com os dos outros exantemas. É mais frequentemente serologico, com detecção de anticorpos específicos para o virus, ou por ELISA.
A doença não é séria e as crianças de sexo masculino não necessitam realmente de tomar vacina, mas frequentemente também são inoculados para prevenir as epidemias ou que depois infectem companheira grávida não vacinada. Às de sexo feminino é administrada sempre, devido ao risco de que apareça mais tarde durante períodos de gravidez.
A vacina é por virus vivo atenuado e causa a doença em 15% dos casos, mas como já foi dito, em crianças é inócua. A vacina permitiu a sua erradicação em Cuba em 1993, o primeiro país a consegui-lo.
Fonte: pt.wikipedia.org