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Rubéola

 

A Rubéola é uma doença causada pelo vírus do gênero morbillivirus que, apesar de ser classificada muitas vezes como própria da infância, acomete adultos e crianças.

Em 1954 o vírus causador da Rubéola foi isolado e vacinas para prevenção ficaram disponíveis em 1963.

Rubéola é espalhada pela respiração (contato com fluidos do nariz e boca de uma pessoa infectada, seja direto ou através da transmissão aerossol) e é altamente contagiosa - 90% das pessoas sem imunidade compartilhando o lar com alguém infectado são contagiadas.

O período de incubação geralmente dura entre 10-12 dias, durante os quais não há sintomas. Pessoas infectadas podem transmitir a Rubéola desde o aparecimento dos primeiros sintomas até 3-5 dias depois das manchas aparecerem.

Sintomas

Os sintomas clássicos da Rubéola incluem febre por pelo menos três dias, tosse, coriza e olhos vermelhos. A febre pode atingir até 40 graus. As manchas da Rubéola, que podem coçar, começam na cabeça antes de se espalharem e cobrirem a maior parte do corpo.

Tratamento

Não há tratamento específico para casos de Rubéola sem complicações, nos quais os pacientes recobram-se com descanso e tratamento de apoio.

Complicações

Complicações decorrentes da Rubéola são relativamente comuns, indo desde diarréia até pneumonia e encefalite. As complicações são geralmente mais severas em adultos que contraem o vírus.

Fonte: www.sec.ba.gov.br

Rubéola

Aspectos Epidemiológicos

É uma doença exantemática aguda, de etiologia viral, que apresenta alta contagiosidade, acometendo principalmente crianças.

Sua importância epidemiológica está representada pela possibilidade de ocorrência da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), atingindo o feto e recém-nascidos de mães infectadas durante a gestação e acarretando inúmeras complicações como: abortos, natimortos, surdez, cardiopatias congênitas.

Tal fato acarreta custos sociais ao país, conseqüentes à ocorrência de óbitos e acompanhamento de crianças que apresentam complicações.

Agente Etiológico

A Rubéola é transmitida por um vírus, pertencente ao gênero Rubivírus, família Togaviridae.

Reservatório

O homem.

Modo de Transmissão

Através de contato com as secreções nasofaríngeas de pessoas infectadas. A infecção se produz por disseminação de gotículas ou através de contato direto com os pacientes. É pouco freqüente a transmissão através do contato indireto com objetos recém contaminados com secreções naso-cutâneas, sangue, urina ou fezes.

Período de Incubação

De 14 a 21 dias, durando em média 17 dias, podendo variar de 12 a 23 dias.

Período de Transmissibilidade

Aproximadamente de 5 a 7 dias antes do início do exantema e pelo menos de 5 a 7 dias após. Lactentes com Rubéola congênita podem eliminar grandes quantidades de vírus através das secreções faríngeas e urina, por vários meses. Até aos 12 meses de idade, de 2 a 20% dessas crianças ainda permanecem infectantes.

Suscetibilidade e Imunidade

A suscetibilidade é geral. A imunidade ativa é adquirida através da infecção natural ou por vacinação. A imunidade é duradoura após infecção natural, permanecendo por quase toda a vida após a vacinação. Filhos de mães imunes geralmente permanecem protegidos por anticorpos maternos durante os primeiros 6 a 9 meses. Tem sido relatada a ocorrência de reinfecção, em pessoas imunes através de vacinação ou infecção natural, reexpostas ao vírus; essa ocorrência é usualmente assintomática, sendo detectável apenas por métodos sorológicos.

Distribuição, Morbidade, Mortalidade e Letalidade

O aumento de casos é observado durante a primavera. Epidemias importantes têm sido observadas a cada 10 a 30 anos, enquanto epidemias menores ocorrem a cada seis a nove anos; elas ocorrem de forma cíclica, a depender do aumento de indivíduos susceptíveis. A Rubéola é de distribuição universal. A sua distribuição geográfica depende do grau de imunidade e suscetibilidade da população, além da circulação do vírus na área. A sua ocorrência é maior nas faixas etárias de 5 a 9 anos de idade. No entanto, com a introdução do uso da vacina, observa-se o deslocamento da incidência para outras faixas etárias, acometendo adolescentes e adultos. Nos Estados Unidos, em 1964, uma epidemia acometeu cerca de 30.000 crianças.

Entre 1969-1979, uma média de 39 casos foram comunicados ao Center for Diseases Control and Prevention (CDC). Atualmente, são notificados cerca de oito casos por ano naquele país. No Brasil, em 1986, em 5 (cinco) capitais brasileiras, foi realizado inquérito sorológico em mulheres na faixa etária de 10 a 21 anos.

Encontrou-se, em 5.600 amostras coletadas, uma prevalência de anticorpos contra a Rubéola de 70,9%. A incidência de Rubéola congênita em uma população depende do número de susceptíveis, da circulação do vírus na comunidade e do uso da vacina específica. A Rubéola pós-natal é uma doença benigna, com baixa letalidade.

Fonte: www.pgr.mpf.gov.br

Rubéola

Rubéola
Rubéola

A Rubéola é uma doença causada por vírus (gênero Rubivirus da família Togaviridae), que se caracteriza por manchas avermelhadas na pele.

A sua distribuição é universal, com maior freqüência no final do inverno e início da primavera. É uma doença benigna, de baixa mortalidade, que atinge crianças, adolescentes e adultos. A maior preocupação com esta doença se dá pelo fato de poder causar diversas complicações para os fetos de gestantes infectadas (síndrome da Rubéola congênita).

Sinais e sintomas

As manchas avermelhadas na pele iniciam na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para o tronco e membros. O doente apresenta febre baixa e ínguas (algumas bem características, como a que aparece atrás da orelha) cerca de cinco a dez dias antes do aparecimento das manchas na pele. Adolescentes e adultos podem apresentar dores articulares, conjuntivite, coriza e tosse.

Em quanto tempo surgem sintomas?

Após a infecção a doença leva cerca de 14 a 21 dias para se manifestar, com duração média de 17 dias.

É transmissível?

Sim. A transmissão se dá pelo contato com secreções nasais ou bucais de pessoas infectadas. Isso pode ocorrer de cinco a sete dias antes do aparecimento das manchas vermelhas na pele até cinco a sete dias após.

Há tratamento?

A Rubéola não tem tratamento. O médico pode apenas aliviar os sintomas do doente até que se cure.

Como evitar?

Para diminuir a circulação do vírus da Rubéola e a chance de Síndrome da Rubéola Congênita deve ser feita a vacinação adequada da população. No calendário básico de vacinações, a vacina tríplice viral (MMR - do inglês sarampo, caxumba e Rubéola) é recomendada aos 15 meses de idade. Está contra-indicada a vacinação de gestantes e as mulheres vacinadas devem esperar pelo menos um mês antes de engravidar. Crianças e adultos com Rubéola devem ser afastados de suas atividades habituais durante o período de transmissibilidade.

Caso a gestante entre em contato com alguma pessoa infectada, deve procurar seu obstetra para avaliar as possíveis repercussões e receber maiores orientações.

Fonte: www.medicinal.com.br

Rubéola

O que é a Rubéola?

A Rubéola é uma doença aguda causada por vírus, muito contagioso, que se transmite com extrema facilidade. A pessoa doente pode apresentar manchas avermelhadas na pele, começando no pescoço, que depois se alastra para o tronco, pernas e braços.

Quais são as manifestações/sintomas da Rubéola?

A doença é aguda porque os sinais principais aparecem rapidamente, as manchas no corpo (exantema) apresentam máxima intensidade no 2º dia e desaparecem até o 6º dia, durando em média de 5 a 10 dias, coincidindo, geralmente com o início da febre, que é baixa. Esses sinais colaboram para fazer a diferença com outras doenças que apresentam manchas no corpo. Podem estar presentes, também, alguns sintomas gripais, dor de cabeça, dores generalizadas, conjuntivite, coriza e tosse. É importante saber que a metade dos casos de Rubéola são assintomáticos, ou seja, em 59% dos casos os sintomas não estão presentes, não são visíveis. O problema é que estes casos assintomáticos podem contagiar as pessoas suscetíveis, ou seja, pessoas desprotegidas, seja por não terem tido a doença, seja por não serem vacinadas.

Qual é o modo de transmissão da Rubéola?

Os vírus são transmitidos de uma pessoa infectada para outra quando esta entra em contato direto com as gotículas de secreções que saem do nariz e da boca da pessoa infectada ao tossir, falar ou espirrar. A transmissão por meio de objetos contaminados, ou seja, a transmissão indireta, pode acontecer. Quando a grávida mantém contato com as gotículas de secreções de pessoa doente, mesmo assintomática, ela transmite o vírus para o bebê através da placenta. O vírus provoca infecção na placenta e no feto.

A Rubéola não é uma doença grave o problema é quando ela é transmitida à mulher grávida. Neste caso a gestante pode abortar ou o bebê pode nascer morto, além disso o bebê pode nascer com a Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) e apresentar alguns problemas que perduram por toda vida.

Os problemas mais comuns são: deficiência auditiva (surdez), lesões oculares (retinopatia, catarata, glaucoma), problemas no coração (más formações cardíacas), problemas neurológicos.

Qual é o período de incubação da Rubéola?

O período de incubação varia de 14 a 21 dias. A média é de 17 dias.

Qual é o período de transmissão do vírus da Rubéola?

O período de transmissibilidade é de 5 a 7 dias antes do início do exantema, aproximadamente, e pelo menos de 5 a 7 dias depois.

Fonte: www.brasillivredarubeola.com.br

Rubéola

O que é?

É uma doença infecto-contagiosa causada por vírus que atinge, principalmente, crianças.

É transmitida por um vírus do gênero Rubivírus, família Togaviridae.

Quais os sintomas?

Na maioria das vezes, a infecção pós-natal é subclínica, não produzindo sintomas.

Quando presentes, os principais são: febre baixa, manchas avermelhadas na pele (exantema), ínguas na região do pescoço (inchaço dos gânglios linfáticos), perda de apetite, dor de cabeça, dores articulares e/ou musculares, coriza e tosse.

Como se transmite?

Por contato direto com uma pessoa infectada ou com secreções do nariz ou boca do doente.

Como tratar?

A Rubéola pós-natal é uma doença benigna. O tratamento consiste em controlar a temperatura corporal por meio de banhos mornos ou frios, ingerir bastante líquido e fazer repouso. É importante evitar contato com gestantes.

Como se prevenir?

A vacinação é única forma de prevenir a doença.

Fonte: portal.saude.gov.br

Rubéola

O que é a Rubéola?

É uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por via respiratória, isto é, o indivíduo doente lança no ar o vírus existente nas secreções nasais e da garganta.

A pessoa suscetível (não protegida, sem anticorpos), quando infectada poderá apresentar após um período de incubação de cerca de 20 dias: febre não elevada, manchas vermelhas pelo corpo (chamado exantema), "ínguas" no pescoço e nuca. Vários casos podem não apresentar o exantema e a doença passar despercebida.

Como prevenir a rubéola?

A prevenção da rubéola é feita através da vacinação. A vacina contra a rubéola contém o vírus vivo atenuado, isto é enfraquecido, mas com capacidade de induzir o organismo humano a produzir anticorpos.

No calendário de vacinação de rotina a vacina é aplicada aos 15 meses (junto com as vacinas contra o sarampo e a caxumba).

Todas as pessoas vacinadas estão protegidas?

A vacina contra a rubéola é muito boa, tem 95% de eficácia quando aplicada após o primeiro ano de vida.

Estão ocorrendo casos de rubéola no estado de São Paulo?

Sim. O Sistema de Vigilância da doença detectou inúmeros surtos de rubéola no ano 2000, totalizando mais de 2.500 casos da doença. A maior proporção da doença ocorreu nas pessoas entre 20 a 29 anos de idade. Em gestantes foram confirmados 135 casos de rubéola.

No ano 2001 surtos localizados vêm sendo notificados e, recentemente, houve um aumento da incidência dos casos em universidades e locais de trabalho, onde se aglomeram adultos jovens.

A rubéola é doença grave?

Normalmente a rubéola é benigna, exceto quando atinge uma mulher grávida.

A rubéola na mulher grávida é uma doença grave porque pode causar um aborto ou o bebê poderá nascer com defeitos congênitos, como: problemas no coração, cegueira, surdez, retardo mental, etc. Estes defeitos no recém nascido caracterizam a Síndrome da Rubéola Congênita.

Por quê a realização da campanha de vacinação este ano?

O vírus da rubéola circula quando encontra pessoas desprotegidas. A vacinação contra a rubéola, no serviço público, iniciou em 1992 com a vacinação de mais de 95% da população de crianças de 1 a 10 anos de idade. A partir de então, esta vacina passou a ser aplicada rotineiramente aos 15 meses de idade.

Com o aumento de casos em adolescentes e adultos jovens, e o risco do acometimento da doença em mulheres grávidas, é necessária a adoção de uma estratégia que permita reduzir a circulação do vírus da rubéola e eliminar a Síndrome da Rubéola Congênita.

Diante da disponibilidade de vacinas, adquiridas pelo Ministério da Saúde, suficientes para realizar uma campanha nos estados brasileiros que estão com situação semelhante, e estabelecendo como prioridade a eliminação da Síndrome da Rubéola Congênita a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo promoverá uma CAMPANHA DE VACINAÇÃO PARA MULHERES em novembro de 2001.

Quem deverá ser vacinado?

Deverão ser vacinadas nesta campanha TODAS as mulheres de 15 a 29 anos de idade mesmo aquelas que já tomaram a vacina anteriormente ou que referem já ter tido a doença.

A vacina utilizada será a vacina dupla viral (contra o sarampo e a rubéola).

Por quê vacinar as mulheres de 15 a 29 anos?

Porque a maior proporção de casos está ocorrendo nesta faixa de idade, e as mulheres estão em idade fértil, caracterizando um risco de nascerem bebês com a Síndrome da Rubéola Congênita.

É importante que se consiga vacinar mais de 95% das mulheres, pois desta forma reduz-se a circulação do vírus.

As mulheres que já tiveram filhos ou que não pretendem tê-los, recebendo a vacina não transmitirão o vírus para gestantes.

As mulheres já vacinadas ou que referem já ter tido a doença ao receberem a vacina contra a rubéola NÃO têm risco de apresentarem maiores efeitos colaterais, além disso estarão mais protegidas pois cerca de 5% das vacinadas anteriormente podem não ter desenvolvido anticorpos.

A mulher grávida pode receber a vacina?

A mulher grávida deverá receber a vacina somente após o parto, na própria maternidade ou em qualquer unidade de saúde. Esta vacina continuará disponível nas unidades de saúde, após a campanha para estas mulheres.

Fonte: www.cve.saude.sp.gov.br

Rubéola

A Rubéola pode se apresentar sob duas modalidades: a forma congênita ou pré-natal e a forma adquirida ou pós-natal.

A Rubéola é uma enfermidade de distribuição universal que ocorre com maior freqüência na infância, com surtos epidêmicos cada 4-5 anos.

A infecção por Rubéola na sua forma adquirida, em geral manifesta-se como uma enfermidade leve, sem grandes repercussões. No entanto, na forma congênita, principalmente quando acomete a gestante no primeiro trimestre, pode ocasionar graves malformações congênitas, o que constitui a síndrome da Rubéola congênita que não será detalhada neste momento. Apenas a título de lembrança as anomalias mais comumentes associadas a Rubéola congênita são as anomalias oftalmológicas (catarata, retinopatia e glaucoma congênito), cardíacas (persistência de canal arterial-PCA, estenose arterial pulmonar, defeito de septo atrial ou ventricular), auditivas (surdez sensorioneural), e neurológicas (microcefalia, meningoencefalite e retardo mental).

A epidemia americana de Rubéola em 1964 deixou um saldo de 20.000 crianças afetadas por Rubéola congênita. Nos países que implantaram a vacinação, a incidência da enfermidade foi drasticamente reduzida. Nos EUA e em outros países com altas taxas de imunização, houve uma redução de cerca de 99% e a maioria dos casos atualmente atinge adultos jovens não vacinados. Infelizmente, a notificação da Rubéola é precária e, na maioria os países, especialmente nos latino- americanos, não existe um sistema de vigilância efetivo para a Rubéola adquirida ou congênita.

O homem é a única fonte de infecção. A transmissão da Rubéola pós-natal se dá mediante contato direto ou através da disseminação de gotículas de secreções nasofaríngeas. A maior incidência ocorre no fim do inverno e no início da primavera. De 25% a 50% das infecções não apresentam sinais e sintomas clássicos da doença. O período de incubação é de 2 a 3 semanas e o de maior contágio vai de poucos dias antes (cinco a seis no máximo) até depois do aparecimento do exantema. Em algumas crianças com Rubéola congênita, a eliminação do vírus por via nasofaríngea e pela urina pode se estender durante mais de um ano, podendo resultar em transmissão a pessoas suscetíveis.

O vírus da Rubéola é constituído de RNA altamente sensível ao calor, a pH extremos e a um número variável de agentes químicos. Pertence a família dos togavírus, embora se assemelhe, no seu comportamento clínico e laboratorial, aos paramixovírus.

Fonte: www.casadevacinasgsk.com.br

Rubéola

Ao longo de sua evolução o ser humano desenvolveu meios de defesa eficientes contra diversas doenças. Estes meios de defesa, em conjunto, são chamados de sistema imunológico (da palavra imunizar : tornar imune, defender); ele é capaz de reconhecer muitos agentes infecciosos (como bactérias, vírus e fungos) e destruí-los. O sistema imunológico de um adulto sadio — ou mesmo o de uma criança — reage ao entrar em contato com microorganismos, inicialmente identificando-os como hostis ou não, e reagirá conforme este reconhecimento. Caso o invasor seja considerado hostil, haverá um alarme por todo o corpo e o sistema mobilizará recursos para destruí-lo, criando anticorpos específicos.

Cada invasor hostil será memorizado e combatido instantaneamente. O processo inicial de reconhecimento de um invasor hostil demora algum tempo e, neste período, o invasor pode se multiplicar e se fortalecer. Assim, em algumas doenças, como sarampo, caxumba e Rubéola, os sintomas aparecem em geral apenas uma vez, imunizando a pessoa contra cada uma delas. A aparência de que estas doenças são provocadas por agentes infecciosos benignos, o que as tornam doenças simples, em geral de auto-cura, é devida à capacidade de nosso sistema imunológico reconhecer e destruir seus causadores. A fragilidade ou o mau funcionamento do sistema imunológico pode tornar estas doenças perigosas e de difícil cura.

O sistema imunológico humano se desenvolve tardiamente, e seu desenvolvimento se completa após o nascimento. Durante a gestação, o feto é protegido pelo sistema imunológico da mãe e, após o nascimento, a criança recebe através do leite materno uma série de meios de defesa contra as agressões do ambiente. O contato com o meio ambiente irá estimular suas defesas orgânicas e desenvolvê-las plenamente.

Assim, algumas doenças de fácil tratamento, mesmo em crianças pequenas, podem ter efeitos catastróficos em um feto em formação, pois seu sistema imunológico ainda não está plenamente capacitado a combatê-las.

A Rubéola é uma dessas doenças que, em mulheres grávidas, prejudicam o desenvolvimento do feto, gerando más-formações (quando afeta a mulher até o terceiro mês da gestação) e até o aborto.

O que está em discussão

Sarampo, caxumba e Rubéola são doenças simples, mas que podem gerar seqüelas (conseqüências) principalmente nos organismos mais frágeis e desnutridos.

As conseqüências mais comuns são as pneumonias, pós-sarampo (a mais grave), pós-Rubéola e a orquite (inflamação do testículo) pós-caxumba.

Em geral a Rubéola não causa maiores transtornos, apenas obriga o doente a ficar em repouso; seu maior perigo está em atacar gestantes.

A Rubéola é uma doença viral, contagiosa e benigna — ou seja, na imensa maioria dos casos não deixa seqüelas nem mata. Atinge crianças entre 5 e 9 anos de idade, mas pode também acometer adultos. A pessoa só pode ter Rubéola uma vez, pois o próprio organismo infectado cria anticorpos que a protegem para sempre de outro ataque, tornando-a imune à doença.

O grande grupo de risco para a Rubéola, no qual a doença pode ser um problema grave, são as gestantes, e isto em função dos danos que causa ao feto em formação.

A Rubéola é uma doença infecciosa que se transmite da mesma forma que uma gripe. O vírus sobrevive na saliva e nas secreções nasais e, através da tosse ou da respiração, é transmitido para outras pessoas. Esta forma de transmissão facilita o contágio em creches e escolas, e é preciso ficar atento aos sintomas da doença.

Os sintomas da Rubéola aparecem sob a forma de manchas vermelhas no rosto, que se espalham pelo corpo e coçam; um pouco de catarro; gânglios doloridos atrás das orelhas; dores nas juntas das mãos e outras. Estes sintomas são inespecíficos, ou seja, eles podem ser confundidos com os sintomas de uma série de outras doenças, tais como gripe, sarampo, escarlatina e dengue. Por isso, o diagnóstico definitivo da Rubéola é feito através de um exame de sangue.

Não existe um tratamento clínico para Rubéola, pois o próprio organismo produz anticorpos que, alguns dias depois, promovem a cura e imunizam o doente para sempre.

A Rubéola é uma doença transmissível de uma pessoa para outra, e o doente deve ser isolado de aglomerações para evitar sua propagação. Um grande problema é que, às vezes, o portador tem a doença e não apresenta nenhum sintoma, contaminando as pessoas com que convive.

O grande risco da Rubéola está na gravidez: a gestante que contrai a Rubéola apresenta grandes riscos para o feto. Até os 3 primeiros meses de gravidez pode abortar, ter parto prematuro ou a criança pode nascer morta. O feto pode apresentar a síndrome da Rubéola congênita, que se caracteriza por má-formação e uma série de males que podem acometer a criança, como cegueira e surdez.

As crianças com a síndrome da Rubéola congênita muitas vezes não apresentam sintomas e, por isso, é importante que qualquer criança suspeita de estar com esta síndrome seja submetida ao exame competente, pois existirá o risco de transmitir a Rubéola até um ano de idade.

Como se trata de uma doença contagiosa, a vacinação é o principal meio de controle. Apesar de existir uma vacina específica para a Rubéola, a mais usada é a tríplice viral, que também imuniza contra a caxumba e o sarampo, e deve ser aplicada a partir de 15 meses de idade.

A vacina atua pela introdução no organismo do vírus enfraquecido. Este não consegue provocar a doença, mas é suficiente para que o sistema imunológico desenvolva anticorpos que irão evitar a Rubéola pelo resto da vida.

Antes de engravidar, a mulher precisa saber se está ou não imunizada contra a Rubéola, via vacina ou imunização natural (ter contraído anteriormente a doença).

Caso não esteja imunizada, a vacina só pode ser tomada pelo menos um mês antes de a mulher engravidar, pois mesmo os vírus enfraquecidos da vacina podem trazer complicações durante a gravidez.

Como se trata de uma doença infecciosa, é preciso que haja comunicação dos casos de Rubéola às autoridades de saúde, para evitarem-se epidemias.

Neste aspecto, a participação da comunidade é da maior importância: como a maioria dos casos da doença evolui de forma benigna, não chegando a passar pelo sistema de saúde, as autoridades de saúde pública deixam de receber informações importantes para o combate e a erradicação de um eventual surto de Rubéola.

Esta informação, portanto, deve vir através dos serviços de saúde que servem a comunidade.

Fonte: www.fozdoiguacu.pr.gov.br

Rubéola

Também conhecida como sarampo alemão, é causada por um vírus RNA (família Togavírus). É uma doença benigna e de elevada prevalência,onde cerca de 70-80% dos adultos já são imunes, sendo que 25% dos casos são assintomáticos. Quando sintomática, a rubéol a causa tipicamente febre, linfadenopatia e "rash" maculopapular.

EPIDEMIOLOGIA

As epidemias de Rubéola ocorrem em ciclos de 6 a 10 anos, no inverno e na primavera, envolvendo crianças em idade escolar até 9 anos, crianças mais velhas e adolescentes após vacinação. Estudos sorológicos recentes indicam que 10-20% dos jovens são susceptíveis a Rubéola. O contágio ocorre com grande facilidade, por via respiratória, por inalação de gotículas contaminadas pela orofaringe. O período de incubação varia de 2 a 3 semanas, co m uma média de 18 dias e a fase de contágio situa-se entre 1 semana antes e 1 semana após o rash cutâneo (exantema).

A Rubéola pode se apresentar sob duas modalidades: a forma congênita ou pré-natal e a forma adquirida ou pós natal.

ASPECTOS CLÍNICOS

Em crianças, há uma linfadenopatia generalizada com predominância nas regiões cervical posterior, suboccipital e auricular posterior. Surge o rash, de intensidade variável, começando pela testa e face, espalhando-se de cima para baixo, para o tronco e e xtremidades, desaparecendo em 3 dias. Em indivíduos mais velhos pode haver febre, mal estar e dores de cabeça.

As lesões fetais mais frequentes provocadas pelo vírus da Rubéola são: doença cardíaca congênita, catarata, coriorretinite, microcefalia, retardo mental, surdez, hepato-esplenomegalia, púrpura trombocitopênica, retardo no crescimento intrauterino, pneum onia intersticial e miocardite. Não existindo um sintoma patognomônico da Rubéola, o diagnóstico diferencial com outras infecções similares somente é realizado, com segurança, através de exames laboratoriais.

Rubéola CONGÊNITA

A transmissão ao feto se dá principalmente por ocasião da infecção materna. A passagem transplacentária do vírus ocorre durante a viremia materna e estudos epidemiológicos mostram que esta transmissão é altamente provável quando a infecção se dá no pri meiro trimestre da gestação, sendo de suma gravidade a ação teratogênica neste período.

A incidência de malformações varia de acordo com o momento da infecção materna: 40-60% de risco nos dois primeiros meses de gestação (aborto espontâneo ou defeitos con gênitos múltiplos), 30-35% no 3o mês (surdez ou doença coronariana congênita), caindo para 10% no 4o mês. A partir do 5o mês de gravidez, o risco de lesão fetal é praticamente nulo.

O recém-nascido infectado vai se transformar em reservatório do vírus, propagando a doença aos seus contatos, já que sua eliminação pode se dar até 18 ou 24 meses de idade.

O quadro clínico da Rubéola congênita é visto como uma doença crônica e progressiva, frequentemente silenciosa na sua evolução, sendo que os casos assintomáticos são em número muito maior do que os sintomáticos, mas nem por isso causam menos prejuí zo a criança. Além disso, deve-se lembrar que crianças que foram infectadas intra-útero e se mostram aparentemente normais ao nascimento podem apresentar as manifestações tardias da Rubéola congênita, que estão associadas com a persistência e reativação d o vírus e também com mecanismos auto-imunes (diabetes mellitus) em alguns casos.

Os casos clínicos sintomáticos podem apresentar uma variedade muito grande de sinais que já estão presentes ao nascimento ou que vão se evidenciar dentro do primeiro ano de vida.

Aspectos Imunológicos: na gestante, a IgG cruza a placenta e esta transferência passiva só ocorre de maneira substancial após a 16a a 20a semana, sendo que antes dessa época somente 5-10% dos níveis de anticorpos maternos são detectados no sangue fetal. Por outro lado, a resposta fetal humoral só se torna efetiva também por volta da segunda metade da gestação, quando se consegue encontrar anticorpos fetais em quantidades tituláveis. Desta maneira, existe um hiato de alguns meses entre a época de infecção do concepto (quando ela ocorre nas primeiras semanas da gestação) e a resposta imune efetiva, deixando campo aberto para que a invasão viral do feto se faça de maneira devastadora, atingindo praticamente todos os órgãos.

Normalmente, durante a 19a a 25a semana, o anticorpo IgM específico fetal pode ser detectado, e a partir daí, ele aumenta gradativamente até constituir parcela importante do pool de anticorpos do cordão umbilical. Às vezes, se a infecção é muito sev era , encontra-se também a IgA fetal . A IgG fetal também é produzida em pequenas quantidades mas se confunde com a IgG materna.

Resumindo, por ocasião do nascimento o sangue de cordão de um recém-nascido infectado contém:

IgG materna em grandes quantidades
IgA e IgM fetal
IgG fetal ( em pequenas quantidades )

A IgM fetal continua a ser produzida de 3 a 5 meses após o nascimento, se tornando a imunoglobulina dominante neste período devido à baixa de IgG materna pelo catabolismo natural. Mais tarde, quando diminui a replicação viral, usualmente após o 6o mês, cai o nível de IgM e começa a aumentar IgG, desta vez de origem da criança, já que por essa ocasião a IgG materna praticamente inexiste.

Níveis altos de IgG são mantidos durante vários anos, variando consideravelmente entre pacientes, demonstrando de maneira indireta que a replicação viral continua por tempo variável.

Rubéola ADQUIRIDA OU PÓS-NATAL

Na Rubéola pós-natal por ocasião de infecção primária, a primeira imunoglobulina que aparece é a IgM, já a partir da segunda semana e coincidindo com os primeiros dias do exantema. Atinge picos sanguíneos entre a terceira e quinta semanas de infecção po dendo persistir por vários meses. A IgG é detectada a partir da segunda semana e persiste em níveis altos durante alguns anos. Estes níveis caem gradativamente e se mantêm baixos, propiciando o alto grau de imunidade observada em adultos.

REINFECÇÃO

A reinfecção pelo vírus da Rubéola pode ocorrer apesar da presença de imunidade específica.

A maioria dos casos foram observados em indivíduos vacinados que apresentavam baixos títulos de anticorpos após novo contato com o vírus, e em menor frequência naqueles que sofreram a infecção natural.

A reinfecção é documentada por aumento significativo no título de anticorpos IgG, podendo ser detectado IgM em baixos títulos, sem qualquer sintoma ou sinal da doença. Nestes casos não foi evidenciada a viremia, pois o sistema imune do hospedeiro elimi na o vírus antes que possa invadir a corrente circulatória.

Contudo, não há concenso na literatura acerca da possibilidade de risco de embriopatia na reinfecção durante a gravidez.

IMUNIZAÇÃO ATIVA : VACINA

EFICÁCIA

A vacina quando corretamente administrada produz soroconversão em cerca de 95% dos indivíduos suscetíveis. Pesquisadores observaram que a cepa RA27/3 é a que confere maior proteção contra a reinfecção,pois a resposta imunológ ica se dá através de níveis de anticorpos ligeiramente mais baixos que aqueles que seguem a infecção natural.

INDICAÇÕES

1) Crianças de 1-12 anos de ambos os sexos
2) Adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil.

CONTRA-INDICAÇÕES

A gravidez constitui a maior contra-indicação à administração da vacina anti-Rubéola.

Com a vacinação ocorre a viremia, embora o vírus não seja detectável na maioria do casos, podendo atravessar a barreira placentária e atingir o feto.

Entretanto, apesar do risco teórico de teratogênese, nenhum caso de embriopatia foi relatado, o que recomenda maior cuidado na interrupção da gravidez quando a vacina for aplicada no prazo inferior a 90 dias antes da concepção.

Os pacientes portadores de doença maligna, deficiência imunológica, em uso de imunossupressores, corticóides e quimioterápicos não poderão ser vacinados.

DIAGNÓSTICO LABORATORIAL

O diagnóstico da Rubéola presente ou passada é importante em duas situações: diagnóstico da Rubéola congênita e verificação da imunidade em mulheres em idade reprodutiva.

As provas laboratoriais consistem, basicamente no isolamento viral e nos testes sorológicos:

ISOLAMENTO VIRAL

O vírus da Rubéola pode ser isolado em diversos órgãos e materiais como orofaringe, placenta, tecidos fetais de abortos, sangue, urina,e fezes. Através de culturas em células de órgãos de diversos animais sua identificação é definitivamente diagnóstica . Estas técnicas além de extremamente trabalhosas, demandam muito tempo ficando restritas ao diagnóstico da Rubéola congênita.

TESTES SOROLÓGICOS

Rápidos e simples, são empregados na prática diária, no diagnóstico de Rubéola congênita, diagnóstico da infecção pós natal e para determinar o estado imunitário. O ensaio imunoenzimático (ELISA) e a inibição da hemaglutinação (IHA) são os principais m étodos utilizados atualmente.

A IHA, baseia-se na capacidade do vírus de aglutinar hemácias e na propriedade de inibição desta pelo anticorpo específico. É uma reação trabalhosa, com inúmeras variáveis (hemácias , antígenos , inibidores específicos , temperatura e pH) e de custo e levado. O método ELISA é mais sensível, específico e rápido. Por isso, a tendência atual é substituir a IHA pelo ELISA.

Detecção da IgM

Os anticorpos específicos IgM são os primeiros a aparecer após o estímulo antigênico, indicando infecção recente. Podem ser demonstrados por método ELISA entre o 3º e 21º dia após o aparecimento do rash cutâneo. Entre 181º e 307º dias do rash a IgM foi raramente detectada.

Os anticorpos específicos surgem geralmente em torno do 9o dia da infecção e podem ser detectados a partir do 12º dia(podem permanecer negativos até o 5º dia após o aparecimento do rash cutâneo). Pacientes sem sintomas clínicos mas com títulos aumentados de anticorpos constituem especial problema, porque esses aumentos podem ser devido a uma primo infecção ou reinfecção. Para confirmação, deve-se realizar a determinação para Rubéola IgM, ou medir a avidez dos anticorpo s IgG por método ELISA.

Considerações finais

Nas gestantes com história de contato com o vírus deve-se pesquisar anticorpos duas semanas após a data da exposição. A presença de anticorpos IgG neste período, indica imunidade prévia. Caso contrário, a ausência de anticorpos nesta a mostra ou baixos níveis de IgG,exige nova determinação 5-15 dias mais tarde.

Nesta eventualidade, a primeira amostra deve ser testada novamente, junto com a segunda, nas mesmas condições como método, kit, técnico, temperatura, etc (sorologia pareada). A e levação dos anticorpos, na segunda amostra, de pelo menos quatro títulos, ou aumento nas leituras espectrofotométricas confirma infecção atual. A soroconversão em qualquer paciente é conclusiva de infecção recente.

Reação cruzada

Reação falso-positiva para anticorpos IgM pela interferência de fatores reumatóides eventualmente presentes nos soros. Esses fatores reumatóides são anticorpos IgM contra IgG, que ocorrem em altos níveis na artrite reum atóide mas que são encontrados com frequência em numerosas patologias, inclusive em recém-nascidos.

Reação Heterotípica

Os testes de captura de IgM podem apresentar ocasionalmente resultados falso-positivos em amostras de pacientes com mononucleose infecciosa, possivelmente porque a infecção pelo Epstein-Barr vírus estimula linfócito s B anteriormente estimulados pelo vírus da Rubéola.

Infecção antiga

Anticorpos IgM podem permanecer em títulos baixos por mais de 1 ano.
O diagnóstico de infecção congênita pode ser realizado com amostras de sangue obtidas através de punção da veia umbilical, a partir da 22 semana de gestação, pesquisando-se os anticorpos IgM específicos.

No período pós-natal o diagnóstico pode ser feito por:

Isolamento viral
Presença da IgM específica no sangue do recém nato, uma vez que a IgM não atravessa a placenta
Presença de anticorpos IgG transferidos passivamente pela placenta persistindo até 3 meses de vida(diagnóstico retrospectivo)

Fonte: www.labhpardini.com.br

Rubéola

A rubéola (sarampo de 3 dias) é uma infecção viral contagiosa que provoca sintomas ligeiros, como dor nas articulações e erupções.

A rubéola contagia-se principalmente ao respirar microgotas do ambiente que contêm o vírus e que tenham sido expelidas por uma pessoa infectada através da tosse.

O contato estreito com uma pessoa infectada também pode facilitar o contágio pela infecção. Uma pessoa é contagiosa desde a primeira semana antes do aparecimento do exantema até uma semana depois do seu desaparecimento. Um bebé infectado antes do nascimento pode ser contagioso durante muitos meses depois de nascer.

A rubéola é menos contagiosa do que o sarampo e muitas crianças nunca chegam a ser contagiadas. Não obstante, a rubéola é grave, sobretudo para as mulheres grávidas. Uma mulher infectada durante as primeiras 16 semanas (particularmente as primeiras 8 ou 10 semanas) de gravidez pode abortar, dar à luz um bebé morto ou ter um bebé com deficiências congénitas.

Entre 10 % e 15 % das mulheres adultas jovens nunca tiveram rubéola, pelo que podem correr o risco de ter filhos com graves deficiências congénitas se forem infectadas no início da gravidez.

As epidemias ocorrem em intervalos irregulares durante a Primavera. As maiores epidemias ocorrem de 6 em 6 ou de 9 em 9 anos. Nos países desenvolvidos atualmente o número de casos é menor que nunca. Um único ataque de rubéola imuniza a pessoa por toda a vida.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas começam entre o 14.º e o 21.º dias depois da infecção. Nas crianças, a doença começa com um período de 1 a 5 dias de mal-estar ligeiro, com inflamação de gânglios do pescoço e da nuca e, por vezes, dor nas articulações. A garganta não está inflamada, mas fica vermelha no princípio da doença. Nos adolescentes e nos adultos, estes sintomas precoces podem ser muito ligeiros ou até não aparecer em absoluto.

Também aparece uma erupção ligeira que dura aproximadamente 3 dias: começa na cara e no pescoço e estende-se rapidamente para o tronco, os braços e as pernas. À medida que aparece, a pele avermelha-se, sobretudo na cara. Aparecem manchas rosadas no céu da boca, que depois se fundem até formarem uma placa vermelha que se estende para a parte posterior da boca.

O diagnóstico baseia-se nestes sintomas típicos. No entanto, muitos casos de rubéola são diagnosticados erradamente ou são ligeiros e passam despercebidos. Pode fazer-se um diagnóstico de segurança, necessário durante a gravidez, medindo-se os valores no sangue dos anticorpos perante o vírus da rubéola.

Prognóstico e complicações

A maioria das crianças afetadas de rubéola recupera-se completamente.

Os adolescentes ou os adultos varões sofrem uma dor transitória nos testículos. Até um terço das mulheres sofre de artrite ou de dor articular quando têm rubéola. Em casos raros produz-se uma infecção no ouvido (otite média). A infecção cerebral (encefalite) é uma complicação rara e por vezes mortal. A rubéola numa mulher grávida pode ser muito grave, ao ponto de provocar deficiências congénitas, a morte do bebé ou um aborto.

Prevenção e tratamento

A vacina contra a rubéola (sarampo de 3 dias) é uma das imunizações sistemáticas da infância.

A vacina costuma ser injetada no músculo juntamente com as vacinas da parotidite e do sarampo.

Os sintomas da rubéola quase nunca são tão graves ao ponto de requerer tratamento. Uma infecção no ouvido médio pode ser tratada com antibióticos, mas nenhum tratamento pode curar a encefalite.

Fonte: www.manualmerck.net

Rubéola

Apresenta este nome pelo aspecto avermelhado ou rubro do paciente. A Rubéola é uma doença aguda, benigna, contagiosa, de crianças e adultos jovens. É conhecida como "sarampo alemão" ou sarampo de três dias. É uma das poucas infecções virais que está associada à gênese de anormalidade fetais.

Contágio

É direto, provavelmente das vias respiratórias ou da mãe para o feto através da circulação comum. Do mesmo modo que no sarampo, o doente deve ser isolado, pois é infectante durante uns 10 dias depois do aparecimento da erupção.

Sintomas e Sinais

O período de incubação é de 14 a 21 dias, após o que surgem sintomas variáveis em ocorrência e gravidade: cafaléia, mal-estar, mialgia, febre alta de até 38,5°C e, mais raramente, tosse, faringite e coriza. Aparecem, 24 ou 48 horas após o surgimento desses sintomas, os exantemas no rosto, atrás das orelhas e no couro cabeludo, disseminando-se depois para todo o corpo. No 3º dia, ocorre a descamação dos exantemas e conseqüentemente melhora do quadro. As manchas de Koplik não aparecem na Rubéola.

Complicações na gravidez

Existe ainda a chamada Rubéola congênita, em que a mãe, sintomática ou não, transmite o vírus pela circulação ao feto, provocando malformações congênitas com alterações cardíacas e oculares principalmente e, freqüentemente, leva a partos de natimortos

Tratamento e Prevenção

O tratamento consiste em repouso e diminuição da cafaléia que leva ao desconforto. A profilaxia (ou prevenção) se faz com vacinas de vírus atenuados nas várias faixas susceptíveis. Também aqui a imunidade é permanente.

Observação em caso de Rubéola consulte o Posto de Saúde mais próximo, ou Médico mais próximo, não tente se medicar sozinho (a), para não ocorrer gravidades no quadro.

Síndrome da Rubéola Congênita (SRC)

A infecção pelo vírus da rubéola durante a gestação, principalmente no primeiro trimestre, pode comprometer o desenvolvimento do feto e causar aborto, morte fetal, natimorto e anomalias congênitas, a que se denomina Síndrome da Rubéola Congênita (SRC).

As manifestações clínicas da SRC podem ser transitórias (púrpura, trombocitopenia, hepatoesplenomegalia, icterícia, meningoencefalite, osteopatia radioluscente), permanentes (deficiência auditiva, malformações cardíacas, catarata, glaucoma, retinopatia pigmentar), ou tardias ( retardo do desenvolvimento, diabetes mellitus).

As crianças com SRC freqüentemente apresentam mais de um sinal ou sintoma, mas podem ter apenas uma malformação, das quais a deficiência auditiva é a mais comum.

Agente Etiológico

O vírus da rubéola é um vírus RNA, pertencente ao gênero Rubivirus, família Togaviridae.

Transmissão

A SRC é transmitida pela via transplacentária, após a viremia materna.

Período de Transmisibilidade

Crianças com SRC podem excretar o vírus da rubéola nas secreções respiratórias e na urina por longos períodos. O vírus pode ser encontrado em 80% das crianças no primeiro mês de vida, 62% do primeiro ao quarto mês, 33% do quinto ao oitavo mês, 11% entre nove e doze meses, e apenas 3% no segundo ano de vida.

Atenção: Toda mulher em idade fertil (12 a 49 anos) deve ser vacinada contra rubéola.

Procure o centro de saúde mais próximo de sua casa e atualize suas vacinas e as da sua família.

Maria Elisa da Silveira

Fonte: www.saude.df.gov.br

Rubéola

A Rubéola é uma doença causada por vírus que atingem adultos e crianças.

Assim como muitos vírus, este entra, este entra em nosso organismo através do nariz ou garganta. A doença pode durar de um a cinco dias, entretanto o vírus pode permanecer incubado por até três semanas.

Sintomas

O sintoma clássico da rubéola inclui o aparecimento de manchas na face, as quais se espalham para o tronco e braços, e geralmente desaparecem depois de 3 dias. Outros sintomas podem incluir febre, gânglios linfáticos inchados, dor nas articulações, dor de cabeça e conjuntivite. Durante o período de incubação, que geralmente dura entre 2 a 3 semanas, a pessoa não apresenta sintomas mas pode transmitir a doença.

Tratamento

Não há tratamento específico para casos de rubéola sem complicações, nos quais os pacientes recobram-se com descanso e tratamento de apoio.

Complicações

Complicações decorrentes da rubéola são relativamente raras. A infecção de rubéola é geralmente moderada, sendo que o principal objetivo da imunização contra rubéola é evitar a síndrome da rubéola congênita.

O que é a síndrome da rubéola congênita

Rubéola pode causar síndrome da rubéola congênita em recém-nascidos. Essa síndrome segue-se a uma infecção intrauterina pelo vírus da rubéola e inclui defeitos cardíacos, cerebrais, oftálmicos e da audição. A síndrome da rubéola congênita também pode causar parto prematuro, pouco peso no recém-nascido, trombocitopenia neonatal, anemia e hepatite.

Prevenção

A infecção por rubéola pode ser prevenida por vacinação. A Organização Mundial da Saúde recomenda dar a primeira dose entre 12 e 18 meses de idade e a segunda com 36 meses de idade.

Fonte: www.sempretops.com

Rubéola

Rubéola
Rubéola

A rubéola, sarampo alemão ou sarampo de três dias é uma doença causada por vírus (gênero Rubivirus da família Togaviridae).

É transmitida através do contato direto através de minúsculas gotas de saliva liberadas no ar ao tossir, espirrar ou falar, ou através da mãe para o feto através da circulação comum. Apresenta este nome pelo aspecto avermelhado ou rubro do paciente. É uma das poucas infecções virais que podem causar anormalidade fetais, no caso da gestante ter contato com a doença. O paciente deve ficar isolado durante uns 10 dias após o aparecimento da erupção, visto que é uma doença contagiosa.

O período de incubação é de 14 a 21 dias e logo após começam os sintomas tais como: febre alta, cefaléia, mal-estar, dor de garganta, aumento das glândulas perto do pescoço e ouvidos e pintinhas vermelhas na pele. A rubéola dura cerca de uma semana.

Existe a chamada rubéola congênita, ou seja, transmitida da mãe para o feto pela circulação sanguínea, é a forma mais grave da doença porque pode provocar malformações congênitas como surdez e problemas visuais na criança. Também pode levar a parto de nati-mortos.

Para a rubéola não tem tratamento. O médico pode apenas aliviar alguns sintomas como a febre e a cefaléia com medicamentos específicos. E, também é aconselhado que o paciente faça repouso.

A rubéola é prevenida com a vacina Tríplice viral sendo eficiente em quase 100% dos casos e deve ser administrada em crianças aos 15 meses de vida. Mulheres que não tiveram a doença devem ser vacinadas antes de engravidar.

Referências Bibliográficas

Penna, G. O., et al Doenças infecciosas e parasitárias: aspectos clínicos, de vigilância epidemiológica e de controle - Guia de bolso - Brasília : Ministério da Saúde: Fundação nacional da Saúde, 1999.
Hashmey R, Shandera W.X. Infectious Diseases: Viral & Rickettsial.In:Tierney Jr. LM, McPhee SJ, Papadakis MA, editors. Current Medical Diagnosis and Treatment. 36th ed. Stamford: Appleton & Lange; 1997. p. 1218-1219.

Cássia Nunes e Ivana Silva

Fonte: www.fiocruz.br

Rubéola

Transmissão

A Rubéola é transmitida pelo ar, quando a pessoa doente tosse, espirra e fala.

A transmissão é iniciada uma semana antes à uma semana depois do aparecimento de manchas avermelhadas na pele.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através de um exame de sangue, está doença é muito confundida com gripe, pois tem os mesmos sintomas.

Sintomas

Febre baixa
Manchas que iniciam-se no rosto, evoluem em direção aos pés e desaparecem em menos de 5 dias
Vermelhidão nos olhos
Dores musculares e de cabeça
Pele seca
Congestão nasal

Tratamento

Não há tratamento específico, apenas as dores são controladas com analgésicos e recomenda-se ao paciente evitar contato com crianças e mulheres grávidas.

A rubéola é extremamente perigosa para mulheres grávidas, podendo levar ao aborto ou má formação do feto.

Fonte: www.sintomasda.com

Rubéola

Rubéola Congênita

É uma doença infecciosa causada por um vírus do gênero rubivírus, da família Togaviridae, cuja importância está ligada à sua capacidade de produzir sérios problemas congênitos em recém-nascidos de mães que contraem a doença durante a gestação, especialmente no 1º trimestre.

Sua transmissão ocorre através do contato com pessoas infectadas, sendo o período de máxima contagiosidade alguns dias antes e durante o aparecimento dos primeiros sintomas. O primeiro sintoma, em crianças, costuma ser as lesões de pele (exantema), mas, em adultos jovens, pode haver sintomas inespecíficos que precedem a erupção cutânea de alguns dias, como febre, anorexia, dor de garganta, tosse discreta, conjuntivite e dor de cabeça. Ínguas atrás das orelhas e atrás da cabeça também podem ocorrer. O exantema aparece primeiro na face e rapidamente espalha-se pelo corpo no final do primeiro dia, surgindo sob forma de manchas ou "bolinhas", róseas, discretas e não confluentes, que desaparecem em até três dias. Em 50% dos casos, a infecção ocorre sem a presença dos sintomas.

Acredita-se que 70 a 80% das mulheres em idade fértil sejam imunes à rubéola. Contudo, 20 a 30% das mulheres que podem engravidar são suscetíveis à doença e devem ser vacinadas até 90 dias antes da concepção, devendo evitar a gravidez no prazo mínimo de três meses após terem recebido a vacina.

Atualmente, dispõe-se de um exame de sangue chamado Inibição da Hemaglutinação (IH) que é capaz de informar se a pessoa é ou não imune ao vírus da rubéola. Pessoas com valores de IH > ou = a 1/16 estão protegidas, enquanto que uma IH < 1/16 indica que a pessoa ainda pode ter a infecção. Esse mesmo exame, Inibição da Hemaglutinação, também é realizado para o diagnóstico da doença em gestantes e repetido 2 a 4 semanas após. Uma elevação de 4 vezes ou mais no valor inicial é muito sugestiva de infecção recente. Outro teste, o ELISA IgM (mede a quantidade de anticorpos ou defesas recentes do organismo), deve ser realizado quando há a suspeita de rubéola, confirmando a doença se der positivo. No diagnóstico pré-natal, detecta-se ainda IgM no cordão umbilical, além de ser possível o diagnóstico por PCR (reação em cadeia da polimerase) em líquido amniótico.

A rubéola congênita ocorre apenas quando as mulheres apresentam a infecção ativa durante a gestação. A síndrome completa da rubéola é mais provável quando a infecção materna ocorre nos primeiros dois meses de gestação. Com menos de 12 semanas de gravidez, por volta de 80% dos fetos são afetados e entre 12 e 16 semanas, metade dos expostos serão afetados. Anormalidades congênitas e retardo de crescimento são raras após 16 semanas de gestação.

A síndrome composta por diversas anormalidades congênitas inclui defeitos cardíacos, surdez e catarata.

Muitas crianças afetadas podem apresentar retardo de crescimento, além de outros problemas, tais como: encefalite, microcefalia, sinais de meningomielocele, alterações nos pulmões, fígado e ossos, e diminuição das plaquetas (trombocitopenia).

Não existe tratamento específico para a rubéola, apenas medidas de suporte e combate dos sintomas. Atenção especial deve ser dada à prevenção através da vacinação pelo menos 3 meses antes da gestação. Embora nenhum defeito congênito tenha sido relatado em mulheres que fizeram a vacina durante a gestação, não é aconselhável a vacinação durante a gravidez, devido aos riscos teóricos por tratar-se de vírus atenuados.

Somente 2% das mulheres vacinadas não produzem as defesas suficientes após a infecção. A reinfecção por rubéola ocorre em 80% das mulheres vacinadas e em somente 3% das mulheres previamente infectadas, sendo o risco fetal para a reinfecção menor do que 5%. Esses dados de nenhuma forma diminuem a importância da vacina para a rubéola em mulheres suscetíveis que desejam engravidar.

Mães infectadas pela rubéola podem amamentar normalmente, não sendo necessário o isolamento mãe e filho, porém devem ser afastados dos demais.

Entretanto, a exposição ao vírus da rubéola antes dos 15 meses de idade, através da passagem do vírus vivo pelo leite materno ou através da vacina, pode prejudicar a resposta de defesa contra a infecção quando da realização da vacina proposta para aquela idade, embora ainda não se tenha comprovação de uma maior predisposição à infecção posteriormente. A vacina antes dos 15 meses só é recomendada em situações especiais.

Fonte: gravidez-segura.org

Rubéola

1 - O que é Rubéola?

É uma doença viral, contagiosa que pode acometer pessoas de qualquer idade. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por via respiratória, através das secreções nasais e da garganta, onde o vírus se encontra.

A pessoa não protegida, isto é, sem anticorpos, quando infectada apresentará, após um período de incubação de cerca de 15 dias, febre, manchas vermelhas pelo corpo (exantema) e “gânglios” no pescoço e nuca. Mas muitas vezes a doença passa despercebida, sem sintomas evidentes.

2 - A rubéola é grave?

Normalmente a rubéola é benigna, exceto quando atinge uma mulher grávida, porque pode causar aborto, parto prematuro ou defeitos congênitos no bebê (problemas cardíacos, cegueira, surdez, retardo mental, etc.). Estes defeitos no recém nascido caracterizam a Síndrome da Rubéola Congênita.

3 - Como prevenir a rubéola e a Síndrome da Rubéola Congênita?

A prevenção é feita através da vacinação. A vacina é aplicada a partir de 12 meses (junto com as vacinas contra o sarampo e a caxumba – vacina Tríplice Viral).

Para eliminar a rubéola congênita, mulheres e homens também precisam se vacinar.

4 - Quem se vacinou não terá a doença?

A vacina contra a rubéola tem 95% de eficácia quando aplicada após o primeiro ano de vida.

5 - Por que ocorrem campanhas de vacinação contra a rubéola?

Os serviços de Vigilância Sanitária de todo o Brasil ficam acompanhando o número de casos da doença. Ocasionalmente detectam surtos de rubéola (número de casos maior do que o esperado). Da mesma forma, detectam quais as idades em que houve maior proporção de casos. Quando isto ocorre, campanhas de vacinação são planejadas para conter a doença e evitar a Rubéola Congênita.

6 - Por que ocorrem os surtos de rubéola?

A vacinação de rotina contra a rubéola, no serviço público, iniciou em 1992 e no ano de 2000 já tínhamos mais de 95% da população de crianças de 1 a 10 anos de idade vacinadas. Mas as pessoas mais velhas naquela época não foram vacinadas, permanecendo suscetíveis à doença. Campanhas de vacinação de seguimento foram realizadas em 2000 e 2004 e a vacinação de mulheres em idade fértil foi concluída em todos os Estados do país em 2002. Com isso, houve uma redução do número de casos, mas em função do acúmulo de indivíduos não vacinados ao longo do tempo, principalmente homens, ainda há condições para a circulação do vírus da rubéola no país, o que contribui para a ocorrência de surtos de rubéola.

O vírus da rubéola circula quando encontra pessoas desprotegidas, sem anticorpos. Isso propicia o aparecimento de casos em adolescentes e adultos jovens, e aumenta o risco do acometimento da doença em mulheres grávidas. Para impedir surtos é necessária a adoção de estratégias para reduzir a circulação do vírus da rubéola e eliminar a Síndrome da Rubéola Congênita.

A meta do Ministério da Saúde é a eliminação da rubéola e da síndrome da rubéola congênita até 2010. Este é um compromisso do Brasil e demais países das Américas, assumido em 2003. Para tanto, devem ser implementadas estratégias de vigilância da rubéola e da síndrome da rubéola congênita, além de vacinação como rotina aos 12 meses de idade com uma segunda dose entre 4 e 6 anos de idade, mais as campanhas de vacinação de adolescentes e adultos.

7 - O que fazer se uma mulher grávida não vacinada tiver contato com alguém com rubéola?

As gestantes com suspeita de infecção por rubéola ou que tiveram contato com um caso confirmado de rubéola devem ser investigadas e acompanhadas pelo seu médico, que informará a equipe de vigilância municipal e estadual até o encerramento adequado do caso. Se houver confirmação de diagnóstico de rubéola na gestante, a equipe de vigilância municipal e estadual a acompanhará até o término da gestação, assim como seu recém-nascido, uma vez que nestes casos, há risco real de ocorrência da síndrome da rubéola congênita.

8 - A mulher grávida pode receber a vacina?

A vacina é contra-indicada em grávidas. A mulher grávida só deverá receber a vacina após o parto, a qualquer hora.

9 - E se a mulher não souber que está grávida e receber a vacina?

A contra-indicação baseia-se no risco teórico de acometimento do bebê, uma vez que a vacina contra rubéola é feita com vírus vivos atenuados. Para maior segurança da mãe e de seu bebê, todas as vacinas de vírus vivos são contra-indicadas na gravidez, assim como as vacinas de vivos “mortos” ou inativos, que devem ser evitadas no primeiro trimestre de gestação. No entanto, são inúmeras as mulheres que, acidentalmente (por não saberem estar grávidas) foram vacinadas nas últimas campanhas. Estas mulheres foram acompanhadas e nenhuma delas ou seus bebês sofreram qualquer dano por isso. Desta forma, não há motivo para pânico e não se deve pensar em interromper a gravidez.

10 - E se a pessoa não souber se já foi vacinada ou se já teve a doença deverá ser vacinada?

TODOS devem ser vacinados nesta situação, independente de idade ou sexo. Mesmos as pessoas já vacinadas ou que referem já ter tido a doença, ao receberem a vacina contra a rubéola NÃO têm risco de apresentarem maiores efeitos colaterais. Além disso, poderão estar mais protegidas, uma vez que cerca de 5% das pessoas vacinadas anteriormente podem não ter desenvolvido anticorpos.

11 - Onde a vacina está disponível?

A vacina pode ser encontrada em clínicas privadas e nos Postos de Saúde.

Nos Postos de Saúde está disponível para indivíduos a partir de 12 meses de idade, até 39 anos para os homens e 49 anos para mulheres. Na rede privada está disponível para qualquer idade, independente do sexo.

Fonte: www.vacinacao.com.br

Rubéola

A rubéola é uma doença aguda causada por vírus, muito contagioso, que se transmite com extrema facilidade. A pessoa doente pode apresentar manchas avermelhadas na pele, começando no pescoço, que depois se alastra para o tronco, pernas e braços.

A doença é aguda porque os sinais principais aparecem rapidamente, as manchas no corpo (exantema) apresentam máxima intensidade no 2º dia e desaparecem até o 6º dia, durando em média de 5 a 10 dias, coincidindo, geralmente com o início da febre, que é baixa. Esses sinais colaboram para fazer a diferença com outras doenças que apresentam manchas no corpo. Podem estar presentes, também, alguns sintomas gripais, dor de cabeça, dores generalizadas, conjuntivite, coriza e tosse. É importante saber que a metade dos casos de rubéola são assintomáticos, ou seja, em 59% dos casos os sintomas não estão presentes, não são visíveis. O problema é que estes casos assintomáticos podem contagiar as pessoas suscetíveis, ou seja, pessoas desprotegidas, seja por não terem tido a doença, seja por não serem vacinadas.

Os vírus são transmitidos de uma pessoa infectada para outra quando esta entra em contato direto com as gotículas de secreções que saem do nariz e da boca da pessoa infectada ao tossir, falar ou espirrar. A transmissão por meio de objetos contaminados, ou seja, a transmissão indireta, pode acontecer. Quando a grávida mantém contato com as gotículas de secreções de pessoa doente, mesmo assintomática, ela transmite o vírus para o bebê através da placenta. O vírus provoca infecção na placenta e no feto.

A rubéola não é uma doença grave o problema é quando ela é transmitida à mulher grávida. Neste caso a gestante pode abortar ou o bebê pode nascer morto, além disso o bebê pode nascer com a Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) e apresentar alguns problemas que perduram por toda vida.

Os problemas mais comuns são: deficiência auditiva (surdez), lesões oculares (retinopatia, catarata, glaucoma), problemas no coração (más formações cardíacas), problemas neurológicos.

Síndrome da Rubéola Congênita - o que é, manifestações, transmissões e tratamentos

É a infecção do feto pelo vírus da rubéola, causando um conjunto de malformações, em especial quando ocorre no primeiro trimestre da gravidez.

As malformações mais freqüentes são: catarata, glaucoma, surdez, cardiopatia congênita (persistência do canal arterial, estenose aortica e pulmonar) e neurológica.

As crianças com SRC podem transmitir o vírus e contaminar outras pessoas até um ano após o nascimento. É necessário evitar o contato destas crianças infectadas com gestantes. A transmissão do vírus é maior nos primeiros meses de vida e ocorre por meio de objetos recém contaminados pelas secreções nasofaríngeas, sangue, urina e fezes de recém-nascidos infectados.

Não existe tratamento específico para a SRC. Estas crianças necessitam tratamento cirúrgico para corrigir suas malformações e também requerem de reabilitação. Esta enfermidade pode provocar graves seqüelas e incapacidade nas crianças afetadas.

A campanha

Os objetivos da campanha de vacinação são:

Interromper a transmissão endêmica do vírus da rubéola mediante a realização de uma campanha nacional de vacinação nas coortes dos homens e das mulheres dos grupos de idade identificados com maior nível de susceptibilidade à rubéola no Brasil.

Elevar o nível de imunidade ao sarampo nos grupos de adultos suscetíveis para consolidar a estratégia de eliminação desta doença no Brasil.

Alcançar a meta de eliminação da rubéola e da SRC estabelecida para a região das Américas para o ano 2010.

A campanha inicia no dia 9 de agosto com término em 12 de setembro do ano de 2008. O dia central será em 30 de agosto. A aplicação da vacina será indiscriminada nos homens e nas mulheres de 20 a 39 anos em todas as 27 unidades federadas do Brasil. A vacina será a Dupla Viral (Sarampo e Rubéola), independentemente do antecedente de vacinação ou doença. Em cinco unidades federadas, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte a faixa etária será de 12 a 39 anos de idade. A vacina para o grupo etário de 12 a 19 anos de idade será a Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola).

Agora que você já sabe bastante sobre a rubéola e a campanha de vacinação, clique aqui e veja os postos de saúde disponíveis para vacinação. Leve toda sua família para vacinar e não esqueça, leve o cartão de vacinação! (Caso não tenha ou tenha perdido, lá será preenchido um novo para você!)

Fonte: lincolnlamas.com

Rubéola

1. Oque é rubéola?

É uma doença muito contagiosa, causada por um micróbio o vírus da rubéola que passa de uma pessoa para outra com muita facilidade sendo transmitindo por via respiratória.

2. Comose pega a rubéola?

O doente tem o vírus da rubéola na saliva e na coriza que ficam no nariz e na garganta. O vírus da rubéola sai do organismo do doente quando ele tosse, espirra, fala, ou simplesmente respira, transmitindo a doença por meio das gotinhas da saliva e da coriza. A pessoa sadia pega a rubéola quando tem contato direto com o doente, principalmente em ambientes fechados, quando o vírus entra no organismo da pessoa sadia pela boca ou pelo nariz.

3. A Rubéola éumadoença grave?

A rubéola geralmente não apresenta complicações. A preocupação da rubéola é quando ocorre em grávidas, principalmente nos três primeiros meses de gravidez podendo causar aborto, parto pré-maturo ou malformações no recém-nascido como problemas cardíacos, catarata, surdez, e retardo mental. Quando a gestante tem rubéola é preciso acompanhamento até o nascimento do bebê para investigar se ele apresentará essas malformações chamadas de síndrome da rubéola congênita (SRC).

4. Quais os sintomas deumpacientecomrubéola?

Apessoa pode apresentar febre baixa, manchas vermelhas na pele que começam no rosto e depois se espalham pelo corpo e caroços atrás da orelha (ínguas).

Em adultos a rubéola pode causar dor nas articulações. Às vezes o paciente está com rubéola, mas não sente nada, podendo passar de forma despercebida.

5. Oque fazer se aparecerem os sintomas de rubéola?

Não existe tratamento específico para a rubéola.Aos primeiros sintomas, procure o posto de saúde mais próximo para atendimento médico.

6. Épossível prevenir a Rubéola?

Vacinar é o único meio de prevenir a rubéola, evitando que a pessoa adoeça.Acriança deve tomar a vacina quando completa um ano de idade e uma dose de reforço da vacina entre os quatro e seis anos. Quem tem até 19 anos deve ter duas doses de vacina. Se já tem uma dose aplicada deverá tomar outra dose. A vacina é a tríplice viral, que protege, além da rubéola, o sarampo e a caxumba (papeira).As mulheres entre vinte e quarenta e nove anos e os homens entre vinte e trinta e nove anos devem ter pelo menos uma dose de vacina contra rubéola. É muito importante que os homens sejam vacinados para não transmitir a rubéola para gestantes.

7. Mulheres grávidas podem ser vacinadas?

Mulheres grávidas NÃO DEVEM ser vacinadas, pois a vacinada é feita com o vírus enfraquecido da própria doença. Mulheres grávidas não vacinadas contra rubéola devem evitar contato com pessoas que tenham rubéola. SOMENTE DEPOIS DO PARTO, as mães que não são vacinadas deverão tomar a vacina ainda na maternidade.Avacina não interfere na amamentação. Mulheres vacinadas contra rubéola não deverão engravidar num período de 30 dias.

Fonte: www.saude.pe.gov.br

Rubéola

A rubéola é uma infecção viral de maior frequência na infância e de desenvolvimento habitualmente benigno. Pode ser praticamente assintomático ou apresentar-se com febrícula ou febre de forma inconstante. Erupção tênue rosada que começa no rosto e tórax, generalizando-se em todo o corpo em aproximadamente 24 horas. As manchas desaparecem de 1 a 5 dias. É frequente encontrar gânglios na região da nuca e na região posterior das orelhas e podem ser dolorosos. É frequente a dor de garganta (faringite).

Causas da rubéola em crianças e bebês

É uma enfermidade viral, e portanto contagiosa. O período de incubação é entre 10 e 23 dias. O período de contágio acontece entre 1 ou 2 dias prévios à aparição da erupção até 6 ou 7 dias logo depois.

Tratamento da rubéola em crianças e bebês

A infecção por rubéola pode ser prevenida por vacinação. A Organização Mundial da Saúde recomenda dar a primeira dose entre 12 e 18 meses de idade e a segunda com 36 meses de idade. Existem também campanhas de vacinação em adultos para combater a síndrome da rubéola congênita. Mulheres grávidas não devem ser vacinadas, pois a vacina contém vírus vivo.

É preventivo com a aplicação da vacina tríplice viral (SRC). A vacina evita a transmissão da doença e consequentemente a incidência de Rubéola Congênita. A infecção intrauterina por Rubéola pode causar malformações congênitas múltiplas (surdez, retardo no crescimento intrauterino, transtornos oculares, malformações cardíacas, etc.) ou aborto (no primeiro trimestre). A SRC é encontrada na Rede Pública de Saúde. Depois da aplicação pode ocorrer febre baixa e coriza. Caso a febre ultrapasse 38o.C, pode-se usar um antitérmico.

A rubéola é uma infecção viral de maior frequência na infância e de desenvolvimento habitualmente benigno. Pode ser praticamente assintomático ou apresentar-se com febrícula ou febre de forma inconstante. Erupção tênue rosada que começa no rosto e tórax, generalizando-se em todo o corpo em aproximadamente 24 horas. As manchas desaparecem de 1 a 5 dias. É frequente encontrar gânglios na região da nuca e na região posterior das orelhas e podem ser dolorosos. É frequente a dor de garganta (faringite).

Causas da rubéola em crianças e bebês

É uma enfermidade viral, e portanto contagiosa. O período de incubação é entre 10 e 23 dias. O período de contágio acontece entre 1 ou 2 dias prévios à aparição da erupção até 6 ou 7 dias logo depois.

Tratamento da rubéola em crianças e bebês

A infecção por rubéola pode ser prevenida por vacinação. A Organização Mundial da Saúde recomenda dar a primeira dose entre 12 e 18 meses de idade e a segunda com 36 meses de idade. Existem também campanhas de vacinação em adultos para combater a síndrome da rubéola congênita. Mulheres grávidas não devem ser vacinadas, pois a vacina contém vírus vivo.

É preventivo com a aplicação da vacina tríplice viral (SRC). A vacina evita a transmissão da doença e consequentemente a incidência de Rubéola Congênita. A infecção intrauterina por Rubéola pode causar malformações congênitas múltiplas (surdez, retardo no crescimento intrauterino, transtornos oculares, malformações cardíacas, etc.) ou aborto (no primeiro trimestre). A SRC é encontrada na Rede Pública de Saúde. Depois da aplicação pode ocorrer febre baixa e coriza. Caso a febre ultrapasse 38o.C, pode-se usar um antitérmico.

Fonte: br.guiainfantil.com

Rubéola

O que é a rubéola?

A rubéola é uma doença infecciosa aguda, causada por um vírus, o vírus da rubéola.

Em que idade aparece geralmente a rubéola?

A rubéola é uma doença própria da infância, atingindo habitualmente as crianças em idade escolar e os adolescentes, nos países onde não existe vacinação.

Embora com menos frequência, pode afetar adultos não vacinados e que não tenham tido a doença na infância.

A rubéola é uma doença contagiosa?

Sim, a rubéola é uma doença contagiosa transmitindo-se por via inalatória através dos vírus presentes nas gotículas de saliva, ou por contato com o doente que apresenta vírus nos vários líquidos orgânicos (urina, saliva, sangue, secreções do nariz e da garganta, etc.)

Qual é o período de contágio da rubéola?

A possibilidade de contágio da rubéola é de cerca de catorze dias, desde sete dias antes de aparecer a erupção na pele até sete dias depois do seu aparecimento.

Ao fim de quanto tempo de contato com um doente com rubéola aparece a doença, se houver contágio?

O tempo ao fim do qual a doença se manifesta após o contato com um doente com rubéola (período de incubação) varia de dez a vinte e um dias.

Em que altura do ano há mais casos de rubéola?

A rubéola é uma doença que pode aparecer em qualquer altura do ano. No entanto, nos países de clima temperado como Portugal, aparece com mais frequência no Inverno e na Primavera.

Quais são as manifestações da rubéola?

"A rubéola é uma doença que se manifesta em duas fases distintas, uma fase inicial, chamada fase prodrómica, que se caracteriza pelo aparecimento de sintomas inespecíficos como febre e mal estar, e uma fase chamada exantemática que se caracteriza pelo aparecimento de uma erupção na pele (o exantema da rubéola).

A fase prodrómica da rubéola dura dois ou três dias. A febre, que em geral não é elevada, dura um ou dois dias e o estado geral não é muito afetado; o diagnóstico não é ainda evidente, pois os sintomas presentes são comuns a muitas outras doenças. Nas crianças é frequente não existir esta primeira fase, começando a doença com o aparecimento da erupção.

O exantema da rubéola é uma erupção na pele constituída por pequenas manchas de cor rosada, pequenas como cabeças de alfinete, localizadas inicialmente na cabeça e no pescoço, que se espalham rapidamente pelo tronco e pelos membros, atingindo todo o corpo ao fim do primeiro dia. Esta erupção não causa comichão, não atinge as palmas das mãos nem as plantas dos pés e desaparece ao fim de dois ou três dias.

Além da erupção poderão surgir outros sintomas, como dor de garganta, rinorreia (ranho) e dores nas articulações. Estes sintomas são mais frequentes nos adultos que nas crianças.

Outro sinal que, associado à erupção, contribui para o diagnóstico de rubéola, é o aparecimento de adenopatias (gânglios inchados e dolorosos). Os gânglios podem aparecer alguns dias antes da doença se manifestar ou após o aparecimento da erupção na pele, e localizam-se preferencialmente no pescoço, atrás das orelhas e na nuca, e por vezes nas axilas e nas virilhas. O desaparecimento dos gânglios pode demorar desde alguns dias até algumas semanas.

Um quarto dos doentes com rubéola não apresentam a erupção típica e, como os sintomas gerais são ligeiros, a doença pode passar despercebida."

A rubéola é uma doença benigna?

"A rubéola é geralmente uma doença de evolução benigna, em particular quando afeta as crianças. As suas consequências mais graves relacionam-se com o aparecimento da doença na mulher grávida. Para prevenir estas consequências graves para o desenvolvimento do bébé, todas as mulheres devem estar vacinadas antes do início da vida sexual."

Que complicações pode ter a rubéola?

"As complicações mais graves da rubéola estão associadas ao aparecimento da doença durante a gravidez, especialmente nos primeiros três meses . Neste período em que se dá a formação dos órgãos do bebé, a infecção pelo vírus da rubéola pode causar malformações graves ou morte no útero.

Outras complicações como artrite (inflamação das articulações), encefalite (infecção do cérebro) ou púrpura trombocitopénica (alteração da coagulação do sangue por diminuição das plaquetas), são possíveis, embora extremamente raras nas crianças."

Para diagnosticar a rubéola é habitual fazer análises?

A coexistência de um quadro febril ligeiro, com a erupção típica e gânglios inflamados em vários locais do corpo é suficientemente sugestivo de rubéola para fazer o diagnóstico sem necessitar de exames laboratoriais. No entanto, a existência de outras doenças virais com sintomas parecidos com os da rubéola, obriga à realização de um exame de sangue sempre que for importante um diagnóstico de certeza, como acontece na mulher.

Como se trata a rubéola?

"Como acontece com muitas outras doenças virais não existe um tratamento específico para a rubéola, que é uma doença auto limitada, ou seja, que evolui espontaneamente para a cura ao fim de alguns dias. O tratamento tem apenas como objetivo o alívio dos sintomas presentes (controlo da febre se esta for elevada e alívio das dores articulares, se estão presentes). O paracetamol, que tem simultaneamente efeito sobre a febre e a dor, pode ser utilizado para esse fim."

Existe vacina contra a rubéola?

"Sim. A vacina contra a rubéola faz há vários anos parte do Plano Nacional de Vacinação, sendo por isso uma vacina gratuita. A sua administração deve ser feita aos quinze meses em conjunto com as vacinas do sarampo e da papeira (VASPR ou tríplice vírica).

O reforço desta vacina é feito entre os cinco e os seis anos de idade, com excepção para as crianças nascidas antes de 1993, que seguem o esquema vacinal anterior, fazendo o reforço da VASPR entre os onze e os treze anos de idade.

O principal objetivo da vacinação contra a rubéola é a prevenção da rubéola congénita, ou seja, da infecção que atinge o feto durante a gravidez.

As mulheres em idade fértil que não tiveram rubéola e que não se encontram vacinadas, podem e devem fazer a vacina antes de engravidar. Para isso, deve ser confirmado através de uma análise que não tiveram rubéola, e a mulher deve utilizar um método contraceptivo eficaz nos dois meses anteriores e nos dois meses posteriores à vacinação."

Fonte: www.medicoassistente.com

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