Eles são tímidos, mas convivem muito bem com outros animais e crianças. Assim é o Russian Blue que com a sua aparência exótica é extremamente tranqüilo, ao contrário de outras raças que têm muita disposição. Quando você ganha a confiança do Russian Blue ele oferece total devoção.
É um animal dócil e afetuoso que gosta muito de brincar. É considerado inteligente, delicado e companheiro formando uma forte ligação com o seu proprietário. Apesar de quietos, conseguem demonstrar grande carinho pelos seus donos. Isto fez com que a raça se tornasse popular entre os idosos.
Sua pelagem é curta e densa com uma cor azul prateada e bastante brilhante. Geralmente seu pelo precisa ser escovado semanalmente. Os olhos desse animal são grandes, redondos e sua cor normalmente é verde vívida, o que faz um grande contraste com o seu pelo, tornando assim um animal muito vistoso.
O Russian Blue possui um corpo esguio e muito gracioso. Sua musculatura firme é uma de suas características fortes.
Pouco se sabe sobre a origem dessa raça. Entretanto, por volta de 1860,acredita-se que o Russian Blue foi levado por marinheiros da Rússia para a Europa.
Porém, logo após a Segunda Guerra Mundial existiam poucos exemplares desses animais que chegaram quase a serem extintos. Mas, depois de muita insistência, os criadores conseguiram manter e preservar a raça.
A aparência exótica dessa espécie vem do cruzamento com o gato siamês. O Russian Blue passou a ganhar popularidade apenas em 1960 como um gato calmo e tranqüilo.
Fonte: www.petfriends.com.br
A verdade é que pouco se sabe acerca da origem do Azul da Rússia. Contudo, abundam as histórias e as lendas. Entre as muitas, há os que acreditam que esta raça é natural das Ilhas Archangel no Norte da Rússia, onde os gatos eram mantidos em cativeiro por possuirem dupla camada de pêlo felpudo muitas vezes comparado ao do castor e da morsa.
Inicialmente, foi conhecido por Gato de Archangel, Foreing Blue (Azul Estrangeiro, por se assemelhar fisicamente aos gatos europeus) e Gato Maltês. Pensa-se, ainda, que poderá ter sido trazido por marinheiros, por volta de 1860, das Ilhas Archangel para Inglaterra e Norte da Europa e ainda que esta teoria não seja de todo verdadeira, o certo é que a densidade do pêlo é apropriada aos climas frios do Norte.
Há quem diga que Azul da Rússia é descendente do Gato Real dos Czars da Rússia e que era o gato favorito da Raínha Vitória.

CFA's Best Russian Blue 2002-2003
Breeder/Owner:Teresa Keiger and Rob Miller
Uma vez que não nasceu do cruzamento de duas raças diferentes, o Azul da Rússia é uma raça genuína que foi sendo apurada ao longo dos anos e que assim se tem mantido devido aos cuidados tido pelos criadores na escolha de progenitores sempre genuínos.
Obviamente que o mesmo não se aplica à reprodução doméstica. Nestes casos, é possível que, pela“deficiente” herança genética, se percam algumas das características, como por exemplo, a densidade da côr, o que, de modo nenhum, os tornará menos capazes de amar.
O Azul da Rússia, sendo de porte médio, é bem constituído, possui pêlo curto e linhas graciosas e esguias.
O que os distingue de todos as outras raças é, sem dúvida, a pelagem em dupla camada, muito densa, macia e sedosa, unicamente Azul e com cada uma das pontas dos pêlos prateada, o que lhe confere um aspecto muito brilhante e lustroso. A sua densidade torna-a volumosa mas, ao contrário do que seria de pensar, o Azul da Rússia perde pouco pêlo.
Os olhos são grandes, bem afastados e redondos e passam de amarelos a verdes claros e límpidos logo a partir dos 4 meses.
São gatos muito inteligentes, tranquilos, sensíveis, asseados e brincalhões.Adoram correr, pular e trepar mas apesar de muito ágeis e activos, raramente fazem estragos em casa. São capazes de aprender a abrir portas e “ensinam” os donos a atirar-lhes brinquedos e a participar nas suas brincadeiras.
Por serem tímidos e reservados, os donos terão de construir a sua relação com eles. A última palavra será deles mas, uma vez conquistados, são excelentes companheiros e muito dedicados, dando-se naturalmente bem com crianças e outros animais. Seguem os donos por toda a parte, só pelo simples prazer de estar perto deles. Tornam-se, contudo, desconfiados e assustadiços, se na presença de estranhos, e a sua sensibilidade pode levá-los a ressentirem-se e a tornarem-se medrosos e até temperamentais, se forem negligenciados ou colocados perante situações de tensão.
Uma vez apaixonados pelos donos, têm diversas formas de o demontrar como sejam as turrinhas e o saltar para o ombro do dono e deixar-se carregar por ele. A lealdade é tão grande que ficam verdadeiramente magoados se lhes for negada a possibilidade de transmitir afecto e ternura. Talvez por isso, a relação entre esta Raça e o Ser Humano acaba por tornar-se normalmente muito próxima e profunda.

17th Best Kitten 2002-2003 Breeder:
Karen Godwin/Lucille Westbrook Owner: Karen Godwin
São suficientemente independentes e capazes de se entreter, se forem deixados sós durante o dia mas, à chegada dos donos, não dispensam atenção e carinho redobrados e, talvez por essa razão, adoram uma boa escovadela, quem sabe, se não será por lhes permitir partilhar bons momentos com os donos.
Sendo animais de pêlo curto, a sua manutenção não exige cuidados de limpeza e tratamento nada extraodinários. O pêlo pode ser mantido com óptimo aspecto apenas com muitas festas e escovagens regulares. Os cuidados a ter com as unhas, olhos e ouvidos é igual aos de outra raça qualquer.
São “bons garfos” e facilmente ganham peso a mais. De forma a evitar a obesidade, é importante não exceder as doses recomendadas para a sua raça, idade e condição física.
São animais fortes e robustos, naturalmente saudáveis e sem problemas genéticos associados à raça, sendo que, com bons cuidados veterinários, uma boa alimentação, muito exercício físico e muito carinho, facilmente atingirão idades acima da média.
Fonte: www.felinus.org