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Salsa

 

Salsa
Salsa ou Salsinha

A salsa ou salsinha (Petroselinum crispum (Mill.) Nym.; Apiaceae (Umbelliferae) é uma planta herbácea bienal, podendo-se também cultivar como anual.

Forma uma roseta empenachada de folhas muito divididas, alcança 15 cm de altura e possui talos floríferos que podem chegar a exceder 60 cm.

Natural da Europa, a salsa (conhecida também por salsinha, salsa-de-cheiro ou salsa-hortense) foi trazida para o Brasil no início da colonização. O cultivo da salsa faz-se há mais de trezentos anos, sendo uma das plantas aromáticas mais populares da gastronomia mundial.

A variedade de salsa grande Petroselinum crispum tuberosum, possui uma raíz engrossada axonomorfa, parecida com a cherivia, esta é a que se consume como hortaliça crua ou cozida. Esta variedade tem folhas maiores e mais rugosas que a salsa comum, sendo mais semelhantes à espécie silvestre.

As flores são pequenas, hermafroditas e estão reunidas numa inflorescência do tipo umbela. Apresentam coloração amarelo-clara e suas pétalas possuem uma pequena reentrância no ápice.

Salsas são ricas em vitaminas A, B1, B2, C e D, isto se consumidas cruas, já que o cozimento elimina parte dos seus componentes vitamínicos.

É diurética (facilita a secreção da urina); emenagoga (provoca a vinda da menstruação); carminativa (combate os gases intestinais); expectorante (facilita a expectoração); antitérmica (combate a febre); eupéptica (melhora a digestão); vitaminizante (colabora na regeneração das células); aperiente (abre o apetite); antiinflamatória (combate inflamações).

Mas cuidado! A salsa, através de uso interno, é contra-indicada para gestantes e lactantes, pois um de seus componentes, o apiol, é estrogênico; isto é, altera o sistema reprodutor feminino e pode provocar o aborto.

Dela tudo pode ser usado: folhas, caules, raízes e sementes.

A reprodução é feita por sementes, num local ensolarado e em solo que não seja demasiado compacto. Também pode ser cultivada em vasos fundos em uma janela ensolarada.

Fonte: www.viaintegral.com

Salsa

Nome científico: Petroselinum sativum L.

Família: Umbelliferae

Origem

Sul da Europa e Oriente Médio

Características da planta

Planta bienal ou perene, herbácea, com 0,60 a 1,00 m de altura, de caule oco, cilíndrico, pouco ramificado, de coloração verde-clara e rico em canais oleíferos que lhe dão aroma e sabor peculiar. As folhas maiores estão reunidas em roseta basal, são de coloração verde-escura, brilhantes e compostas por folíolos triangulares, serrilhados e largos. Também possuem aroma forte e agradável.

Características da flor

As flores são pequenas, hermafroditas e estão reunidas numa inflorescência do tipo umbela. Apresentam coloração amarelo-clara e suas pétalas possuem uma pequena reentrância no ápice.

A salsinha é originária da Europa e pertence à família Apiaceae (Umbeliferae). Hoje, seu consumo está disseminado pelo mundo todo. No Brasil, foi introduzida pelos primeiros colonizadores portugueses. É usada como condimento e/ou elemento decorativo de vários pratos.

As variedades são agrupadas pelo tipo de folha em: lisas (mais cultivadas no Brasil), crespas e muito crespas. Há , ainda, variedades cultivadas na Europa, cujo produto comestível são as raízes, que atingem cerca de 15cm de comprimento e 4 a 5cm de diâmetro.

Zoneamento agrícola

O cultivo da salsa é indicado para regiões de clima ameno, desenvolvendo-se melhor sob temperaturas entre 7 e 24oC. Não tolera temperaturas extremas.

Apesar de ser uma espécie pouco exigente em fertilidade, prefere solos com textura média, ricos em matéria orgânica, bem drenados e com pH entre 5,5 e 6,8.

Época de plantio

Para regiões onde o inverno não é rigoroso, a melhor época é de março a setembro. Em regiões serranas, de clima ameno, pode ser cultivada o ano todo; porém, em locais onde o inverno é rigoroso, evitar a semeadura nos meses frios.

Cultivares: Comum, Crespa, Gigante Portuguesa, Lisa Comum e Lisa Preferida.

Espaçamento: 0,20 a 0,25m x 0,10 a 0,15m.

Sementes necessárias: 2 a 3kg/ha.

Semeadura

Feita em canteiros definitivos, em sulcos com profundidade de 0,2 a 0,4cm, em fileiras contínuas. A germinação é muito lenta, de 12 a 13 dias quando a temperatura do solo está entre 25 e 30oC, e 30 dias quando está a 10oC. A germinação pode ser apressada, deixando-se as sementes de molho por uma noite.

Quando as plantas estiverem com 4 a 5cm de altura (duas folhas definitivas) faz-se o desbaste, deixando-se as mais vigorosas, espaçadas de 0,10 a 0,15m.

Podem-se aproveitar as mudas vigorosas para transplante.

Calagem

Aplicar calcário para elevar a saturação por bases do solo até 80% e o teor de magnésio a um mínimo de 8 mmolc/dm3.

Adubação orgânica

Aplicar, pelo menos 30 dias antes da semeadura, 30 a 50 t/ha de esterco de curral bem curtido ou composto orgânico, que podem ser substituídos por 7,5 a 12,5t/ha de esterco de galinha ou 2,5 a 4,0t/ha de torta de mamona fermentada sendo, a dose maior, para solos arenosos.

Adubação mineral de plantio

10kg/ha de N, 90 a 180kg/ha de P2O5 e 45 a 90kg/ha de K2O. A quantidade, maior ou menor, de adubo a ser utilizada dependerá das análises de solo e foliar, cultivar empregado e produtividade esperada.

Adubação mineral de cobertura

30 a 60kg/ha de N e 15 a 30kg/ha de K2O, parcelados em duas ou mais aplicações, entre 30 e 60 dias após a semeadura à medida que vão sendo feitos os cortes, deve-se repetir a adubação de cobertura, parcelando-a em duas vezes: na época do corte e 15 dias após.

Irrigação

Pode ser feita por infiltração ou aspersão, o suficiente, porém, para proporcionar bom desenvolvimento.

Tratos culturais

Manter a cultura livre de plantas invasoras pois, além da concorrência, a salsinha perde valor comercial quando cortada juntamente com mato. Fazer escarificação após cada corte.

Principais pragas

Lagarta-rosca, lagartas, vaquinhas, pulgões e cochonilhas.

Principais doenças

Esclerotínia, septoriose, mancha de Alternaria, mofo-cinzento.

Colheita

Inicia-se entre 50 e 70 dias, dependendo do cultivar, fazendo-se nova colheita a cada 30 dias. O corte é feito quando as plantas atingem cerca de 10cm de talo. Corta-se a planta pela base ou, o que é mais aconselhável, apenas as folhas mais desenvolvidas, assim, a produção será maior e mais prolongada.

Produtividade normal: 7.000 a 8.000 maços por hectare, que correspondem a 14 a 16 t/ha.

Rotação: Hortaliças de outras famílias, milho e leguminosas usadas como adubo verde.

Fonte: www.agrov.com

Salsa

Valor nutricional Salsa ou “Salsinha”

Curiosidades

A salsa, salsinha ou perrexil é uma planta herbácea bienal, podendo-se também cultivar como anual. Forma uma roseta empenachada de folhas muito divididas, a salsa pode alcançar 15 cm de altura e possui talos floríferos que podem chegar a exceder 60 cm com pequenas flores verdes amareladas.

O cultivo da salsa faz-se há mais de trezentos anos, sendo uma das plantas aromáticas mais populares da gastronomia mundial.

A planta é originária da Europa. À salsa também se atribuem propriedades medicinais, como antioxidante e expectorante.

A variedade de salsa grande Petroselinum crispum tuberosum, possui uma raiz engrossada axonomorfa, parecida com a cherivia, esta é a que se consume como hortaliça crua ou cozida.

Esta variedade tem folhas maiores e mais rugosas que a salsa comum, sendo mais semelhantes à espécie silvestre.

As folhas de todos os tipos de salsa são ricas em vitaminas A, B1, B2, C e D, isto se consumidas cruas, já que o cozimento elimina parte dos seus componentes vitamínicos.

Salsa
Salsa ou Salsinha

Tabela Nutricional

Quantidade 100 Gramas
Água (%) 88,7
Calorias (Kcal) 33
Proteína (g) 3,3
Carboidrato (g) 5,7
Fibra Alimentar (g) 1,9
Colesterol (mg) n/a
Lipídios (g) 0,6
Ácido Graxo Saturado (g) n/a
Ácido Graxo Mono insaturado (g) n/a
Ácido Graxo Poli insaturado (g) n/a
Cálcio (mg) 179
Fósforo (mg) 49
Ferro (mg) 3,2
Potássio (mg) 711
Sódio (mg) 2
Vitamina B1 (mg) 0,12
Vitamina B2 (mg) 0,15
Vitamina B6 (mg) 0,47
Vitamina B3 (mg) *
Vitamina C (mg) *

Fonte: www.informacaonutricional.net

Salsa

Salsa
Salsa ou Salsinha

Salsa - Petroselinum crispum

A salsa ou salsinha talvez seja uma das ervas mais antigas utilizadas pelo homem como condimento. O nome em latim vem do radical grego, sélinon que significa aipo, ou salsão, e quando se coloca o radical petro o significado passa a ser “aipo da pedra”. Isto provavelmente devido a sua origem ser justamente de lugares pedregosos. Já fazia parte do conhecimento herbal dos gregos já no terceiro século antes de Cristo. Muito difundida por todos os continentes, se tornou tão popular que passou a ser o condimento mais empregado na cozinha do dia-a-dia. No Brasil se juntou com a cebolinha e formou o famoso cheiro verde, praticamente indispensável nos nossos pratos.

Planta de folhas de um bonito e brilhante verde escuro, pequenas, com bordos franjados, forma ligeiramente triangular e um longo pecíolo. A planta toda exala um agradável aroma. Podem se apresentar de duas formas, a de limbo foliar liso, também denominada de salsa italiana, e a de limbo todo repicado. Esta é de cultivo mais difícil no Brasil, pois parece preferir climas mais amenos. O sabor é praticamente o mesmo, só que para a decoração dos pratos a repicada é mais bonita.

Possui raiz grossa, que muitas vezes parece com a cenoura, só que de cor branca amarelada. O ciclo de vida pode se estender por até 2 anos, quando se inicia o lançamento do pendão floral.

A salsa possui ação diurética, emenagoga, galactofuga, estimulante e sedativa. Para abscesso doloroso pegue um punhado de salsa, pique-a e triture-a até transformá-la em pasta, acrescente uma colher de vinagre, misture bem e aplique sobre o abscesso. Repita 2 a 3 vezes ao dia. Quando se deseja diminuir o fluxo de leite, recomenda-se aplicar sobre o seio um cataplasma à base de salsa triturada e esmagada.

Para pessoas com retenção hídrica recomenda-se adicionar 30 g de sementes de salsa em um copo de água fervente (200 ml), após uns 10 minutos filtrar e bebê-lo em duas tomadas, espaçadas de 3 horas uma da outra. Para acidez estomacal, flatulência, gastralgia recomenda-se o infuso das sementes de salsa após as refeições. Além disso, a salsa ainda é muito empregada para problemas do fígado, rins, hemorragia nasal, hipertensão, intestino, menstruações com muita dor e ardência nos olhos.

Onde não colocar uma salsa?

Acho que é mais fácil procurar algum prato onde não se use a salsa a relatar todos os pratos que podem utilizar a salsa para aromatizá-lo. Praticamente utilizamos para todos os pratos, desde saladas, sopas, peixes, molhos, massas, enfim, tem uma capacidade muito ampla de ser utilizada. Um molho muito gostoso para temperar peixes se prepara com um punhado de salsa bem picada, suco de limão, azeite, sal e pimenta do reino. Deixe o peixe marinar algumas horas neste tempero antes de prepará-lo. Uma salada muito gostosa preparávamos quando íamos a fazenda de meu tio. O nosso país realmente é abençoado por Deus, tem uma capacidade produtiva que dá inveja a qualquer povo. Íamos à horta e coletávamos uma cesta enorme de cebolinha e salsa. Levávamos até ao tanque para lavar, folha por folha, em uma água gelada que vinha de uma mina próxima.

Depois de limpas picávamos tudo, e colocávamos em uma grande bacia de alumínio. Adicionávamos cebola branca fatiada bem fininha e alho esmagado.

Temperávamos com limão cravo, óleo, sal e pimenta-do-reino a gosto. Esta salada acompanhada com arroz, tutu de feijão e carne de porco feita no fogão à lenha é inesquecível. Experimente quando estiver fazendo um molho de tomate para uma massa italiana, acrescentar após desligar o fogo, um bom punhado de salsa picada grosseiramente. Mexa e imediatamente coloque sobre a massa e acrescente um bom punhado de queijo parmesão ralado fresco. Só vai faltar uma boa taça de vinho tinto seco, de preferência um Cabernet Sauvignon.

Ademar Menezes Jr

Fonte: www.alumiar.com

Salsa

Salsa
Salsa ou Salsinha

A salsinha é originária da Europa e pertence à família Apiaceae (Umbelíferas). Hoje, seu consumo está disseminado pelo mundo todo. No Brasil, foi introduzida pelos primeiros colonizadores portugueses. É usada como codimento e/ou elemento decorativo de vários pratos.

Variedades

As variedades são agrupadas pelo tipo de folha em: lisas (mais cultivadas no Brasil), crespas e muito crespas. Há, ainda, variedades cultivadas na Europa, cujo produto comestível são as raizes, que atingem cerca de 15cm de comprimento e 4 a 5cm de diâmetro.

As mais plantadas no brasil são a Crespa, Gigante Portuguesa, Graúda Portuguesa, Lisa Comum e Lisa Preferida.

Plantio

Para regiões onde o inverno não é rigoroso, a melhor época é de março a agosto. Em regiões de clima ameno, planta-se o ano todo; porém, em locais onde o inverno é rigoroso, evitar a semeadura nos meses frios.

A semeadura é feita em canteiros definitivos, em sulcos com profundidade de 0,5 cm, em fileiras contínuas, e quando estiverem com duas folhas definitivas ou 5cm, fazer a raleação das plantas fracas, mantendo-se distância mínima de 10cm ente plantas e 25cm entre fileiras. A germinação é muito lenta, de 12 a 13 dias quando a temperatura do solo está entre 25 e 30ºC, e 30 dias quando está a lOºC. A germinação pode ser apressada, deixando-se as sementes de molho por uma noite. Quando tiver que ralear plantas vigorosas aproveite-as para transplantes em outros espaços.

Gosta da companhia do aspargo e do tomate, ja em rotação plante hortaliças de outras famílias.

Clima e Solo

O cultivo da salsa é indicada para regiões de clima ameno, desenvolvendo-se melhor sob temperaturas entre 8 e 22ºC. Temperaturas acima desta ocasiona o aparecimento precoce de flores e as temperaturas abaixo desta reterda o seu desenvolvimento. É pouco exigente em fertilidade, prefere solos areno-argilosos, ricos em matéria orgânica, bem drenados e com ph entre 5,5 e 6,8.

Tratos Culturais

A adubação orgânica deve ocorrer pelo menos 30 dias da semeadura, aplicando-se de 30 a 50 t/ha de esterco de curral bem curtido ou composto orgânico, estes que podem ser substituídos por 8 a 12 t/ha de esterco de galinha ou 3 a 4t/ha de torta de mamona fermentada, sendo a dose maior para solos arenosos.

As quantidade, maior ou menor, de adubo ou calcário a ser utilizada depende das análises de solo e foliar, cultivar empregado e produtividade esperada.

A Irrigação deve ser diária; elimine plantas daninhas e afofe a terra em volta das plantas.

Colheita e Embalagem

A colheita inicia-se entre 50 e 70 dias, dependendo do cultivar, efetuando nova colheita a cada 30 dias. O corte é feito quando as plantas atingem cerca de 10 cm de talo. Corta-se a planta pela base ou, o quë é mais aconselhado, apenas as folhas mais desenvolvidas, assim, a produção será maior e mais prolongada.

Para o consumo de sementes, quando a planta tiver acima de 60cm.

Pragas e Moléstias

É uma planta resistente, mas pode ocorrer a seguintes pragas: lagartas, vaquinhas, pulgões e cochonilhas. As principais doenças fúngicas são a esclerotinia, septoriose, mancha de Alternaria, mofo-cinzento.

Fonte: www.criareplantar.com.br

Salsa

Salsa
Salsa ou Salsinha

Salsa é uma das ervas mais conhecidas na culinária, entra no preparo dos mais variados pratos e costuma fazer dupla com outra planta muito conhecida - a cebolinha -, compondo o famoso “cheiro verde”. Mas saiba que nem sempre ela foi assim bem-vinda.

Foto SalsaGraças à suavidade de seu aroma e sabor, a salsa (Petroselinum sativum, Petroselium crispum) é um daqueles temperos aceitos até por quem não é fã de ervas aromáticas na culinária. Tanto as folhas como os talos da salsa são usados para realçar o sabor de peixes, frutos do mar, carnes vermelhas, aves, legumes, ovos, sopas, molhos, massas, enfim, em quase todos os tipos de pratos salgados. Só que nem sempre e planta foi assim popular. Na Idade Média, por exemplo, acreditava-se que a erva estava ligada às forças do mal. Algumas crenças que cercavam o cultivo e uso da salsa são bem interessantes. Uma delas explica que as sementes da planta demoram a germinar porque precisam antes de tudo “ir até ao diabo e voltar sete vezes”, antes de começar a crescer.

Outra crença está relacionada ao suposto “poder maléfico” da erva: suas raízes e folhas podiam ser usadas em rituais de magia para destruição de um inimigo.

Por outro lado, a mitologia greco-romana resgata os valores positivos da salsa: conta-se que Hércules (Heracles), ao vencer o leão da Numídia, foi coroado com folhas de salsa, como um tributo à fama e alegria. Para relembrar o feito, nos “jogos numídios” passou-se a premiar os vencedores com esta erva.

Para os antigos egípcios, a salsa era um santo remédio para a dor de estômago e distúrbios urinários. Já os romanos - que adoravam regar seus banquetes com litros de vinhos - acreditavam que a salsa evitava intoxicação e a usavam para desodorizar o ar repleto de álcool.

Crespa ou lisa, ela é de fácil cultivo

A planta também é conhecida popularmente como salsinha, salsa-de-cheiro ou salsa-das-hortas.

São duas as espécies mais usadas: a salsa lisa e a salsa crespa.

Planta da família das Umbelíferas, deve ser plantada em solos profundos e ricos em matéria orgânica, de preferência ricos em nitrogênio e fósforo. Propaga-se por meio de sementes ou divisão de touceiras. A semeadura é feita diretamente no local definitivo, se possível na primavera, pois a planta é sensível ao frio rigoroso.

Apesar da facilidade de cultivo, é preciso observar alguns cuidados básicos: as sementes apresentam desenvolvimento bastante lento e nas primeiras cinco ou seis semanas iniciais de germinação, é preciso regar todos os dias para evitar ressecamento. Além disso, a salsa deve ser cultivada sob sol pleno em regiões de clima frio e à meia-sombra em locais mais quentes. Quanto à adubação, recomenda-se o uso de torta de mamona, seguindo as instruções da embalagem.

O plantio pode ser feito tanto em canteiros, como em vasos ou jardineiras, mas o fundamental é garantir à salsa boas condições de luminosidade e evitar excesso de regas, caso contrário ela não se desenvolve bem.

Medicinal e cosmética

Em função do seu óleo essencial, onde se destacam substâncias como o apiol e a miristicina, qualquer parte da planta tem efeitos medicinais - desde as sementes e raízes até as folhas aromáticas da salsa. Ela é considerada estimulante e diurética, boa fonte de vitaminas A e C e auxiliar na digestão. Em forma de emplastro, é aplicada para aliviar dores e irritações em picadas de insetos. A infusão feita a partir das folhas da salsa tem sido divulgada como auxiliar em regimes de emagrecimento, mas é preciso alertar que o seu uso pode reduzir a produção do leite materno.

É na cosmética caseira que a erva tem se destacado muito:

Boa para pele e cabelos, a infusão de salsa ajuda a combater poros abertos, olhos inchados, clarear sardas e tratar acne juvenil. Para prepará-la, coloque 1 colher (chá) da planta em 1 xícara e despeje água fervente por cima. Abafe com uma tampa e deixe descansar por 10 minutos antes de usar.

A salsa também entra como ingrediente de receitas naturais fáceis de preparar.

Como estas criadas pela herborista Maly Caran:

Máscara de salsa para combater rugas e rejuvenescer a pele:

Triture a salsa (cerca de 1 copo bem cheio) com um pilão e faça um chá bem forte da erva. Deixe descansar por 30 minutos, coe e misture com 500 ml de mel puro, até obter uma pasta grossa. Aplique sobre o rosto limpo e deixe a máscara agir por cerca de 30 minutos. Enxágüe e aplique a seguir um creme hidratante, se necessário.

Creme nutritivo para o cabelo:

Coloque no liquidificador 1 colher (sopa) de cada um dos seguintes ingredientes: lecitina de soja, óleo de rícino, glicerina, vinagre de maçã e salsa. Bata para misturar tudo. Lave bem os cabelos e, a seguir, aplique o creme. Deixe atuar por pelo menos 30 minutos e depois enxágüe bem, até retirar tudo.

Rose Aielo Blanco

Fonte: www.jardimdeflores.com.br

Salsa

Salsa
Salsa ou Salsinha

Salsa - Petroselinum sativum

Características

Planta com uma espessa massa de folhas. As flores surgem no Verão, são verde-amarelado claro e as sementes são castanhas.

Planta que atinge até 45 cm de altura, com caule reto. Suas folhas são verdes e serrilhadas, e as flores amareladas.

ORIGEM

Sul da Europa.

COMPOSIÇÃO

Rica em vitaminas
Sais minerais

PROPRIEDADES

Antiinflamatórias
Antianémica
Sedativa
Digestivas
Estimulante
Tonificante.
Diuréticas

FUNÇÕES TERAPÊUTICAS

Auxilia no tratamento da hipertensão

PARTES USADAS

Caule e folhas.

FORMAS EM QUE SE ENCONTRA

Pode ser encontrada fresca ou seca (desidratada), embora no segundo caso o seu aroma seja prejudicado.

COMO CONSERVAR

Fresca: Lave-a bem e coloque-a em recipientes fechados ou em saquinhos para alimentos, e guarde-a na geladeira, por no máximo uma semana.
Seca:
Guarde-a em recipiente fechado, em lugar protegido da luminosidade e umidade.
Congelada:
Conserva-se no freezer por alguns meses. Lave bem as folhas e leve-as a congelar em recipiente aberto. Depois que tiverem congelado, coloque-as em saquinhos fechados.

USO INDICADO EM ALIMENTOS

Cozida ou crua tempera bem qualquer tipo de prato salgado.

Deve ser acrescentada ao prato no final do cozimento, pois o seu aroma se perde com este.

Multiplicação

Por sementeira na Primavera ou no final do Verão.

Utilização

As folhas podem ser colhidas e secas em qualquer época. A salsa intensifica os sabores e é usada em sopas, estufados, carnes, peixes, verduras, temperos, molhos e recheios. È rica em vitaminas A, B e C, em ferro, cálcio e outros minerais.

Fonte: web.educom.pt/www.sensibilidadeesabor.com.br

Salsa

Nome científico: Petroselinum crispum
Nome comum: Salsa
Nomes populares: Salsa
Família: Apiaceae
Origem: Mediterrâneo

Salsa
Salsa ou Salsinha

Habitat: Campos e jardins da Europa, Ásia, América.

História

A Salsa era tida em grande estima pelos Gregos, que a utilizavam para coroar as vitórias nos Jogos Ístmicos e para decorar túmulos, em ligação com Arquémoro, o arauto da morte. Embora os Gregos a usassem em Medicina e Homero diga que os guerreiros a davam a comer aos seus cavalos, parece que os Romanos foram os primeiros a utilizá-la na alimentação.

Há muitas variedades de salsa e todas são ricas em vitaminas, sais minerais e clorofila, sendo por isso uma espécie de plantas tão benéfica quanto atraente.

A salsa pode cultivar-se perto de roseiras para as ajudar a crescer com saúde e aroma.

Pode-se mastigar a folha crua da salsa para refrescar o hálito e contribuir para uma pele saudável.

Descrição

Espécie bienal, a Salsa é normalmente cultivada como anual. A raíz principal é ligeiramente carnuda e profundante.

A planta de Salsa possui folhas trifoliadas de cor verde. O caule é alongado e ramificado e produz umbelas terminais compostas.

Sementeira: Direta entre os meses de Fevereiro-Março e Agosto-Setembro. Deve ser preparada uma boa cama para as sementes e esta deve ficar a cerca de 5mm de profundidade.
Luz:
Meia-sombra
Solos:
Profundos, de textura franca, bom arejamento e boa capacidade de retenção de água.
Temperatura:
De estação fresca, resistente ao frio mas sensível a geadas fortes. A Salsa tolera mal as temperaturas muito elevadas (acima dos 27 Cº).
Rega:
Regular
Adubação:
Durante o crescimento e antes da floração.

Pragas e doenças

Alternariose, septoriose , mosca da cenoura entre outras.

Multiplicação

Por sementeira na Primavera ou no final do Verão.

Colheita

As folhas de Salsa podem ser colhidas e secas em qualquer época.

A salsa intensifica os sabores e é usada em sopas, estufados, carnes, peixes, verduras, temperos, molhos e recheios. È rica em vitaminas A, B e C, em ferro, cálcio e outros minerais.

Partes utilizadas: Caule e folhas.

Conservação

Fresca: Lave-a bem e coloque-a em recipientes fechados ou em saquinhos para alimentos, e guarde-a no frigorífico, no máximo uma semana.
Seca:
Guarde-a em recipiente fechado, em lugar protegido da luminosidade e humidade.
Congelada:
Conserva-se no congelador por alguns meses. Lave bem as folhas e leve-as a congelar em recipiente aberto. Depois que tiverem congeladas, coloque-as em saquinhos fechados.

Propriedades

Anti-inflamatórias, digestivas e diuréticas

Componentes principais: Apoil, miristicina e é rica em vitaminas e sais minerais.

Indicações

Rica em vitaminas A e C, alivia o mau hálito e promove o enriquecimento da pele. Com uso moderado, é indicada no tratamento de inflamações das vias urinárias, cálculos renais, retenção de líquidos e distúrbios menstruais.

Uso culinário

De aroma suave e agradável, a Salsa é indispensável no preparo de saladas, sopas, molhos e temperos em geral. Quando cozida, a salsinha destaca o sabor do prato principal. Geralmente é usada no clássico Bouquet Garni (ramalhete normalmente formado por três ervas).

Fonte: www.loja.jardicentro.pt

Salsa

Salsa
Salsa ou Salsinha

Hortaliça de pequenas folhas, também classificada com erva, é um dos alimentos mais nutritivos que há, com grande valor terapêutico.

A pasta da salsinha pode ser usada para eliminar toxinas de furúnculos ou quistos. A clorofila metaboliza o oxigênio no sangue, purificando-o, e limpando rins, fígado e vias urinárias.

A salsinha também acalma os distúrbios digestivos, beneficia os olhos, o sistema capilar, a glândula da adrenalina e a tireóide.

Rica em provitamina A, potássio, enxofre, cálcio, magnésio e clorina. Também vitamina C, fósforo e sódio. Procure as de cor verde mais escuro e sem folhas amareladas ou murchas.

A salsinha

A salsinha é rica em vitaminas A e C. Ela é ótima para aliviar dores no estômago e eliminar gases do estômago e intestino. Essa hortaliça atua nos distúrbios urinários por ser um diurético natural — que ajuda os vasos sangüíneos a eliminarem o excesso de líquido.

A salsa é também anticancerígena, devido à sua alta concentração de antioxidantes. Ela deve sempre fazer parte das saladas porque atua como um desodorante interno.

O suco da salsa, quando aplicado em gotas, alivia a dor de ouvido. As folhas, em cataplasmas, são antiinflamatórias. E quando usada em forma de tópicos, age como calmante das pálpebras e olhos, desodorante bucal e controlador da oleosidade da pele.

Indicação

Anemia, distúrbios da bexiga, câncer, circulação, desequilíbrio endócrino feminino, distúrbios cardíacos e visuais, doenças da pele, infecções urinárias e excesso de peso.

Fonte: www.blessing.com.br

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