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São Paulo

 

Pontos Turísticos

Jockey Clube de São Paulo

A primeira corrida que aconteceu no Jockey Club de São Paulo foi em 29 de outubro de 1876, no Hipódromo da Mooca, na rua Bresser. Com direito a banda de música e a presença de numeroso público, os dois cavalos inscritos na primeira corrida, Macaco e Republicano, inauguraram as raias instaladas nas colinas da Mooca em 29 de Outubro de 1876. Republicano era o favorito, mas Macaco levou o Primeiro Prêmio da Província.

Somente mais tarde, em 25 de janeiro de 1941 foi inaugurado o atual Hipódromo da Cidade Jardim.

Atravessando diversos períodos de importância para o Estado e para o País, como a Abolição dos Escravos, a Proclamação da República e, mais tarde, as Revoluções de 24, 30 e 32, o Jockey Club sofreu algumas suspensões de suas corridas. Foi de lá, também que, em 28 de abril de 1912, levantou vôo o aeroplano pilotado por Edu Chaves que tentou, pela primeira vez, fazer o percurso Rio-São Paulo via aérea. Já em 1920 passa a ter a capacidade de abrigar 2.800 espectadores e, em 1923, é criado o Grande Prêmio São Paulo, até hoje uma das disputas mais importantes do turfe brasileiro.

Hoje, o Jockey Club de São Paulo abriga cerca de 1.500 animais puro-sangue inglês de corrida, mais os 500 cavalos que estão alojados nos centros de treinamento e que ajudam a formar os programas de corridas. O hipódromo conta com quatro pistas, uma de grama com 2.119 metros, e outra de areia, com 1.993 metros de volta fechada, que são utilizadas para corridas oficiais.

Av. Lineo de Paula Machado,599

Monumento às Bandeiras

O emblema arquitetônico e histórico da cidade está localizado no Parque do Ibirapuera. Obra de Victor Brecheret, o monumento de 50 metros de extensão e que consumiu quase trinta anos de trabalho, homenageia o avanço dos bandeirantes rumo ao interior.

A idéia da criação do monumento surgiu em 1921, logo após a Primeira Guerra Mundial e só foi inaugurada em 1953. No dia 25 de janeiro daquele ano acontecia a comemoração do 399º aniversário da cidade. Com 12 metros de altura, o monumento representa uma expedição bandeirante subindo um plano, com dois homens a cavalo. Uma das imagens representa o chefe português e a outra, o guia índio. Atrás deles, há um grupo formado por índios, negros, portugueses e mamelucos, que puxa a canoa das monções, usada pelos bandeirantes nas expedições pelos rios.

O monumento, também conhecido como "Empurra-Empurra", consumiu 250 blocos de granito, alguns pesando até 50 toneladas. Victor Brecheret nasceu em 1894, participou da importante Semana de Arte Moderna de 1922 e é considerado o maior escultor brasileiro do século XX.

Museu de Arte Moderna de São Paulo

O Museu de Arte Moderna de São Paulo inscreve-se na história cultural da América Latina como um dos primeiros museus de arte moderna do continente. São cerca de 4.000 obras de arte contemporânea brasileira.

Entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, vídeos, instalações e perfomances, há peças modernas de Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret, além de performances de Laura Lima, instalações de Regina Silveira, Nelson Leirner e José Damasceno.

O Museu de Arte Moderna de São Paulo está sediado em uma área privilegiada do Parque do Ibirapuera, integrando a estrutura paisagística e arquitetônica projetada por Oscar Niemeyer. O prédio, desenhado por Lina Bo Bardi, foi construído sob a marquise do parque por ocasião da 5ª Bienal de São Paulo, em 1959.

O edifício possui duas galerias de exposição, auditório, ateliê, loja e restaurante.

Sala São Paulo

Construída entre 1926 e 1938 para ser a sede da Estrada de Ferro Sorocabana - companhia criada em 1875 pelos barões do café, para o escoamento deste produto até o porto de Santos, a Estação Júlio Prestes foi reformada e transformada em Complexo Cultural em uma obra que durou um ano e meio e custou R$ 44 milhões. O edifício abriga a Sala São Paulo, que é uma das mais modernas e bem equipadas salas de concerto do mundo e atual sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

A inauguração do espaço aconteceu no dia 9 de julho de 1999. A sala seguiu os mais modernos parâmetros técnico-acústicos. A grande inovação tecnológica foi a construção de um teto móvel, formado por placas que podem ser abaixadas ou levantadas para ajustar a qualidade de som, de acordo com o tipo de música a ser tocada. Com mil metros quadrados e 24 metros de pé-direito, o antigo hall da Estação Júlio Prestes ganhou 1.509 assentos de metal e madeira, divididos entre platéia, balcões e camarotes. O forro móvel é composto por 15 placas, de 7,5 toneladas cada uma, sustentadas por 20 rolos de cabos de aço e suspensas 25 metros acima da platéia. Ele pode ser ajustado de forma a permitir uma alteração volumétrica entre 12 mil e 28 mil metros cúbicos, o que garante a apresentação de composições de qualquer intensidade na sua concepção acústica. A movimentação pode ser feita independente ou em conjunto, controlada por computadores, travas e sensores automáticos. Aliadas à flexibilidade do teto, 26 bandeiras de veludo descem até oito metros, de acordo com a necessidade de vibração.

Acima do teto, há uma cobertura com extremidades arredondadas em policarbonato , respeitando a mesma concepção do projeto original do prédio, porém com materiais modernos, telha termoacústica ao invés de cobre e policarbonato ao invés de vidro. A cobertura treliçada acondiciona 230 toneladas de estrutura metálica que sustenta um piso técnico, constituído de uma laje (tipo steel deck) armada, apoiada sobre um reticulado estrutural de aço.

Vista aérea do edifício Banespa

Como diz a canção "é sempre lindo andar na cidade de São Paulo". A capital do mais importante estado brasileiro realmente não pára. Sua vocação para o trabalho a levou a ser a primeira cidade da América Latina e uma das maiores do mundo. A construção desta potência só foi possível graças ao duro trabalho de brasileiros e imigrantes de todos os cantos do planeta. Com isso, São Paulo é uma alegre e divertida miscigenação étnica. É fácil reconhecer isso ao passar pelos milhares de restaurantes da cidade. São Paulo já foi considerada a "Capital Gastronômica do Mundo". Pense num prato de qualquer recanto do mundo e você o achará em São Paulo: desde o famoso pastel até o cardápio mais cosmopolita.

O mesmo acontece com as grifes internacionais. Na capital paulista você encontra de tudo. Comprar em São Paulo é quase obrigatório com as suas famosas ruas comerciais e os inúmeros shoppings.

Na parte cultural a cidade também faz bonito. A capital do Estado tem quase 300 salas de cinema, mais de 100 teatros, uma dezena de centros culturais e 70 museus, entre diversas edificações históricas.

Sinta a cidade. Passeie e descubra a magia que acontece não só ao cruzar a Av. Ipiranga com a Av. São João. E na noite iluminada, com as milhares de luzes dos arranha-céus, abra o coração e desvende os mistérios desta metrópole que é muito mais que concreto e trabalho. São Paulo é, com certeza, muito mais.

Avenida Paulista

A famosa Avenida Paulista se tornou ícone máximo dos paulistanos. Como um dos pontos turísticos mais característicos da cidade, sua grandiosidade diferencia São Paulo das outras cidades do Brasil e do mundo.

Difícil é imaginar que a região, em meados de 1782, era apenas uma grande floresta, chamada pelos índios de Caaguaçu (em tupi “mato grande”). Era ali, atravessando o sítio do Capão, que a estrada da Real Grandeza cortava a vegetação grossa por uma pequena trilha. Quando o engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio Borges, juntamente com dois sócios, compraram a área, começaram a trabalhar na sua urbanização de forma inovadora, criando grandes lotes residenciais. Em 8 de dezembro de 1891, foi inaugurada a primeira via a ser asfaltada e a primeira a ser arborizada. A população da cidade não passava de cem mil habitantes quando se fez a Avenida Paulista.

Seu desenvolvimento prosseguiu com a inauguração do Parque Villon, em 1892. Anos mais tarde o nome do parque foi mudado para Siqueira Campos e em seguida Parque Trianon, como permanece até hoje. Sua área verde é remanescente da Mata Atlântica, possuiu espécies nativas e diversas esculturas.

Em 1903, empresários paulistas fundaram o Instituto Pasteur de São Paulo. Direcionado para a pesquisa do vírus rábico, desde o início,esta instalado no mesmo edifico. O Sanatório Santa Catarina, primeiro hospital particular da cidade, foi construído em 1906. Atualmente, a região abrange um dos maiores complexo hospitalares do mundo.

Na década de 50, as construções residenciais, com seus estilos variados, começaram a ceder lugar aos edifícios comerciais. Um dos marcos da arquitetura moderna foi a inauguração do Conjunto Nacional, em 1956.

A região atraiu muitos investimentos por estar bem localizada e por possuir grande infra-estrutura. Todo esse interesse consolidou a Avenida como o maior centro empresarial da América Latina. Por causa da grande quantidade de sedes de empresas, bancos e hotéis, a Paulista recebe milhares de turistas de negócios todos os dias.

Além da vocação econômica, a Avenida oferece uma rica variedade de programas culturais. O Masp - Museu de Arte Moderna Assis Chateaubriand - inaugurado em 1968, possui o acervo da arte ocidental mais significativa dos países latinos. A Casa das Rosas foi concebida em 1953 por Ramos de Azevedo nos padrões do classicismo francês. A galeria de arte hoje é tombada por seu valor histórico. Essas pérolas culturais e tantos outros cinemas, teatros, centros culturais e cafés instalados na Paulista garantem um passeio repleto de opções. As pessoas que circulam por toda sua extensão de 2,8 quilômetros, tanto utilizando o metrô, como ônibus ou a pé, encontram diversos restaurantes e lanchonetes, conhecem os magníficos prédios e obras que se espalham por ali.

A Associação Paulista Viva foi criada no final da década de 80, com o objetivo de preservar a imagem do símbolo de São Paulo e melhorar a qualidade de vida de todos que freqüentam a mais famosa via da cidade, a Avenida Paulista.

Catedral da Sé

Em 1913, deu-se início à construção da Catedral como é hoje, elaborada pelo alemão Maximilian Emil Hehl, professor de Arquitetura da Escola Politécnica. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de1954, na comemoração do 4º Centenário da cidade de São Paulo, ainda sem as duas torres principais.

A primeira versão da Igreja foi instalada ali em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade construído em taipa de pilão (parede feita de barro e palha socados estruturados em toras).

Em 1745, a "velha Sé", como era chamada, foi elevada à categoria de Catedral. Por isso, neste mesmo ano, inicia-se a edificação da segunda matriz da Sé no mesmo local da anterior. Ao lado dela, em meados do século XIII levanta-se a Igreja de São Pedro da Pedra. Em 1911, os dois templos foram demolidos para dar espaço ao alargamento da Praça da Sé e, finalmente, à versão atual da Catedral.

O monumento também teve a sua importância na vida política recente do país. Em tempos de despotismo militar, assumiu o arcebispado D. Agnelo Rossi (1964-1970), inaugurando a fase da teologia da libertação e da opção preferencial pelos pobres. Desde 1970, sobressaiu-se a figura do cardeal arcebispo D. Paulo Evaristo Arns, que dedicou todo o seu tempo e o seu esforço ao combate à ditadura militar, denunciando os crimes, as torturas e cedendo a Sé catedral para as manifestações políticas e ecumênicas pelos desaparecidos políticos e pela anistia. Mobilizou-se por ocasião dos assassinatos do jornalista Vladimir Herzog e do operário Manuel Fiel Filho.

Um dos cinco maiores templos góticos do mundo, a catedral foi reaberta em 2002, depois de três anos de reformas e voltou a ter missas diárias.Além disso, agora há visitas monitoradas aos domingos, das 12h às 13h.

Edifício Copan

O edifício Copan, localizado no centro da cidade, completou neste 25 de maio 40 anos de inauguração. Símbolo da arquitetura moderna brasileira, o projeto da obra foi concebido pelo líder do movimento, o arquiteto Oscar Niemeyer, em 1954, na ocasião do IV Centenário de São Paulo. Encomendado pela Companhia Pan-Americana de Hotéis e Turismo, o objetivo principal era construir um grande centro urbanístico no modelo do Rockfeller Center. No entanto, a obra só foi iniciada em 1957, depois de várias alterações no plano original. O fato de São Paulo apresentar um enorme potencial imobiliário e turístico foi um dos principais motivos para o desenvolvimento do projeto, finalizado em 1966, por Carlos Leme.

O prédio tem a maior estrutura de concreto armado do país, com 115 metros de altura, repartidos em 32 andares e 120 mil metros quadrados de área construída. É dividido em 6 blocos, com um total de 1.160 apartamentos de dimensões variadas, numa estimativa de 5 mil residentes e mais 70 estabelecimentos comerciais. Os Correios decidiram designar para o condomínio do edifício um CEP especial, 01066-900.

Sua arquitetura em forma de “S” está sempre evidente no horizonte de quem passa pelas principais vias da cidade. Está localizado na região Central, na avenida Ipiranga, 200. Considerado como um local que “tem de tudo um pouco”, o edifício já até cedeu seus segredos para um livro de ficção chamado “Arca sem Noé - Histórias do Edifício Copan”, de Regina Redha.

Estação da Luz

Aberta ao público em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ocupa uma área de 7.500 metros quadrados do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo deslocado aos poucos, mas não demorou muito para a que o novo marco da cidade fosse considerado como sala de visita de São Paulo. Todas as personalidades ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar lá. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedir.

A Estação tornou-se a porta de entrada da cidade também para os imigrantes, promovendo a pequena vila de tropeiros a uma importante metrópole. Esta importância, concedida à São Paulo Railway Station, como era oficialmente conhecida, durou até o fim da Segunda Guerra Mundial. Após este período, o transporte ferroviário foi sendo substituído por aviões, ônibus e carros, muito mais rápidos que os trens.

Em 1946, o prédio da Luz foi parcialmente destruído por um incêndio. A reconstrução foi bancada pelo governo e se estendeu até 1951, quando foi reinaugurada. A estação ainda passou por outras reformas ou restaurações e agora passa por um processo limpeza geral. Funcionários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM - monitorados pelo Departamento de Preservação Histórica - DPH -, pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Artístico - CONDEPHAT - e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN -, órgão do Ministério da Cultura, estão dando banho na mais charmosa das estações de trem da cidade.

Estão sendo realizadas a lavagem e a escovação das paredes e dos oito pilares, a pintura do teto, a restauração do piso, incluindo a rosácea (desenho artístico) e o tratamento de esquadrias e batentes de madeira do mezanino na face voltada à gare. Boa parte do trabalho é artesanal e fotos foram tiradas antes do início da reforma para que todas as características sejam mantidas.

Em 1982 o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).

Mercado Municipal

Por iniciativa do então prefeito José Pires do Rio, começou a ser construído em 1928, um importante edifício no estilo neoclássico de mais de 22 mil metros quadrados, requintado acabamento e coleção de belos vitrais , que demorou quatro anos para ser concluído e custou dez mil contos de réis. Esse edifício, era o Mercado Municipal de São Paulo. Nessa época, o Mercado não tinha perspectivas de sucesso, devido a falta de meios de transporte na região. Nessa época, surgiram os bondes "cara-de-pau", exclusivo dos comerciantes e suas mercadorias, bem como o "Trenzinho da Cantareira", uma composição que fazia o abastecimento do Mercado diretamente no seu interno.

Hoje, o Mercado é uma referência nacional pela diversidade de aromas, cores e sabores como os da frutas, verduras, legumes, vinhos, queijos, chocolates, carnes, peixes, frutos do mar, aves, embutidos, temperos, condimentos, e uma quantidade de produtos encontrados nos empórios, proporcionando ao cliente além de toda essa variedade, a oportunidade de provar os produtos e desfrutar do ambiente carregado de História que o prédio oferece, pois antes de ser um mercado, propriamente dito, o complexo serviu, entre 1927 e 1933 como quartel para Revolução de 32. Além disso, a arquitetura do prédio, concebida pelo conceituado escritório de Francisco de Paula Ramos de Azevedo , é estudada por universitários e pesquisadores.

O Mercado é famosos pelo pastel de bacalhau e o sanduíche de mortadela, que já viraram referência, e agora, inaugura uma nova fase onde o cotidiano, luxo e modernidade compartilham o mesmo espaço.

Museu do Ipiranga

Poucos meses após a proclamação da Independência, em 7 de setembro de 1822, surgiu a primeira proposta - seguida de inúmeras outras - de erigir um monumento à Independência do Brasil no próprio local onde ela havia sido proclamada, às margens do riacho do Ipiranga. Por falta de verbas e de entendimentos quanto ao tipo de monumento a ser erigido, é somente após sessenta e oito anos da proclamação que a idéia se concretiza, com a inauguração do edifício-monumento, em 1890.

Em 1884 é contratado, como arquiteto, o engenheiro italiano Tommaso Gaudenzio Bezzi, que, no ano anterior, havia apresentado o projeto de um monumento-edifício para celebrar a Independência. O estilo arquitetônico adotado, o eclético, havia muito estava em curso na Europa e viria marcar, a partir do final do século XIX, a transformação arquitetônica de São Paulo. Valendo-se de uma das principais características do ecletismo (a recuperação de estilos arquitetônicos históricos) Bezzi utilizou, de forma simplificada, o modelo de palácio renascentista para projetar o monumento.

Teatro Municipal

Aberto ao público no dia 12 de setembro de 1911, o Teatro Municipal de São Paulo começou a ser construído oito anos antes, em 1903. Projetado por Cláudio Rossi e desenhado por Domiziano Rossi, o Municipal foi inaugurado pela ópera de Hamelet, de Ambroise Thomas, para uma multidão de 20 mil pessoas que se amontoavam na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo. Com isso, a cidade começava a se integrar ao roteiro internacional dos grandes espetáculos.

O Teatro Municipal foi idealizado nos moldes dos melhores teatros do mundo para atender a ópera - a primeira forma artística e de lazer típica da burguesia - e em virtude do grande número de italianos que viviam em São Paulo. Desde de sua inauguração, duas grandes restaurações marcaram as mudanças e renovações do Teatro: a primeira aconteceu em 1951 com o arquiteto Tito Raucht, que foi responsável pelos pavimentos para ampliação dos camarins, e redução dos camarotes; já o segundo restauro, ocorreu de 1986 a 1991, comandado pelo Departamento de Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura, restaurando o prédio e implementando estruturas e equipamentos mais modernos.

Hoje o Municipal coordena escolas de música e dança e busca desenvolver cada vez mais o trabalho de seus corpos estáveis: a Orquestra Sinfônica Municipal, a Orquestra Experimental de Repertório, o Balé da Cidade, o Quarteto de Cordas, o Coral Lírico e o Coral Paulistano. Para 2006, muitas apresentações foram incluídas na programação, como Óperas, Concertos, Balés e o grande Festival Mozarteando, que homenageia o aniversário de 250 anos de nascimento de Mozart.

Fonte: www.capital.sp.gov.br

São Paulo

Jesuítas fundam o colégio que deu origem à cidade de São Paulo

Em 25 de janeiro de 1554, por ordem do padre Manoel da Nóbrega, superior da Companhia de Jesus no Brasil, um grupo de 12 jesuítas (entre os quais o padre José de Anchieta) ergueu um barracão no alto de uma colina entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí..

Ali, num local estratégico dos campos de Piratininga, pretendiam converter ao cristianismo os índios que habitavam a região. Estava fundado o Colégio de São Paulo que originou a cidade de mesmo nome - hoje a maior metrópole da América do Sul.

Aos poucos, ao redor do colégio, formou-se uma povoado de índios cristianizados, elevado à categoria de vila em 1557. A região tornou-se uma espécie de ponto de partida para os portugueses que - depois de subir a serra do Mar, vindos das vilas de São Vicente ou de Santos - pretendiam desbravar o sertão brasileiro em busca de ouro e de pedras preciosas. Quem procura acha e, de fato, as expedições partidas de São Paulo - as Bandeiras - acabaram encontrando ouro na região que ficou conhecida como Minas Gerais, mas só no século 18.

São Paulo ganhou a condição de cidade em 1711, mas, a partir daí, estagnou-se, enquanto se desenvolviam as cidades mineiras de Vila Rica, Sabará e São João Del Rey. Somente no século 19, mais precisamente em 1828, quando foi inaugurada a Faculdade de Direito, a cidade voltou a adquirir importância nacional, processo que se iria se acelerar no final do mesmo século e no começo do seguinte, com o desenvolvimento da cultura do café e da industrialização, respectivamente.

Quanto ao velho Colégio, continua em pé até hoje, como se vê na foto acima. Certamente, não é a antiga palhoça erguida por Anchieta e seus companheiros, embora uma parede de taipa da época tenha resistido ao tempo e lá esteja, exposta à visitação pois o prédio transformou-se num museu. Atualmente, o local se chama Praça do Pátio do Colégio e merece ser conhecido por todos os brasileiros, havendo possibilidade.

Fonte: www.medio.com.br

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