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Satiríase

O que é?

Satiríase é a condição compulsivo em um macho de se envolver em relações sexuais recorrentes com diferentes parceiras, promiscuamente e sem se apaixonar, mas não como um gigolô pago, prostituta ou garoto de programa.

Em psiquiatria, satiríase é um termo vagamente aplicada a um homem com um apetite sexual insaciável.

Desejo sexual patológico ou exagerado no sexo masculino. O termo correspondente no sexo feminino é de ninfomania

Excessivo, o desejo sexual, muitas vezes incontrolável.

Definição

1. Um desejo anormal, obsessivo, incontrolável e insaciável sexual por homens, geralmente um desejo sexual para as mulheres.

2. A paixão ou desejo excessivo de sexo por um homem, também chamado de satiríase.

Satiríase: Um homem com impulso sexual excessivo.

Explicação

Satiríase é um transtorno mental que é conhecido como ninfomania nas mulheres. Ela denota um aumento impulsos sexuais ou atividade sexual nos homens.

Como é o caso com ninfomaníacas, aqueles que sofrem de satyriasis não têm inibições sexuais e carecem de um verdadeiro sentimento de amor.

Satiríase refere-se a hipersexualidade em um homem.

É uma quantidade freqüente ou aumento de apetite sexual ou atividade sexual.

Condições médicas, como bipolar, e álcool pode afetar a condição. A condição é conhecida como nimfomania numa mulher.

Significados de Satiríase:

Patologia sexual que se caracteriza por uma excitação exagerada do homem; insaciabilidade sexual masculina; exacerbada excitação sexual masculina.

Mitologia Grega: Satyros era considerado um semideus sensual, libertino, com metade do corpo humano e metade de bode, com chifres , habitante das florestas, era representado com orgãos sexuais de dimensões acima da média e em ereção.

Fonte: Internet

Satiríase

COMPULSÃO SEXUAL: VICIADOS EM SEXO

"As compulsões, comportamentos compulsivos ou aditivos são hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia. São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente. Diz-se que esses comportamentos compulsivos são mal adaptativos porque, apesar do objetivo que têm de proporcionar algum alívio de tensões emocionais, normalmente não se adaptam ao bem-estar mental pleno, ao conforto físico e à adaptação social. Eles se caracterizam por serem repetitivos e por se apresentarem de forma freqüente e excessiva. A gratificação que segue ao ato, seja ela o prazer ou alívio do desprazer, reforça a pessoa a repeti-lo mas, com o tempo, depois desse alívio imediato, segue-se uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a gratificação inicial (o reforço positivo) permanece mais forte, levando a repetição".( Dr. Geraldo Ballone - psiquiatra).

Assim, a sexualidade para algumas pessoas, sendo feita de maneira compulsiva, não é saudável e é exercida de forma insaciável, independente do número e frequência de relaçoes sexuais.

Este distúrbio atinge mais homens que mulheres. Nos homens o nome é donjuanismo ou satiríase e nas mulheres ninfomania. Esse transtorno acomete homens por volta dos 35 anos.

A origem desse transtorno pode ser biológica, genética ou vinda do histórico de vida dessa pessoa. Essa compulsão pode estar associada a outros disturbios, como transtorno bipolar, esquizofrenia, depressão, e o transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

Para descobrirmos a causa desse transtorno, precisa-se conhecer a história da pessoa portadora dessa compulsão.

Para o tratamento dar resultados o compulsivo sexual necessita procurar um atendimento psiquiatrico, mais um psicoterápico e também participar de grupos de ajuda mutua ( ex: DASA - dependentes de amor e sexo anônimos ).

Teste de Dependência do Amor e Sexo. Fonte : DASA - DEPENDENTES DE AMOR E SEXO ANONIMOS

As 40 perguntas abaixo lhe ajudarão a identificar possíveis SINTOMAS de dependência de amor e sexo. Contudo, não são um diagnóstico infalível. As respostas negativas não indicam ausência da doença.

Além do que, os dependentes possuem condutas diferentes entre si, o que resulta em diferentes formas de respondê-las:

Você já tentou controlar quanto sexo faria, ou com que freqüência encontraria alguém?

Você se acha incapaz de deixar de ver uma pessoa específica, mesmo sabendo que encontrá-la é destrutivo para você?

Você sente que não quer que ninguém saiba das suas atividades sexuais ou amorosas? Você sente que precisa esconder essas atividades dos outros - amigos, família, colegas de trabalho, orientadores, etc?

Você se sente "alto" ao fazer sexo e/ou se envolver em Relacionamentos?

Você já fez sexo em momentos ou lugares inadequados, e/ou com pessoas inadequadas?

Você faz promessas, ou estabelece regras para si mesmo em relação a seu comportamento sexual ou amoroso, e que percebe que não pode cumprir?

Você fez ou faz sexo com alguém que não queria fazer?

Você acha que o sexo e/ou um relacionamento vai tornar sua vida tolerável?

Você já sentiu que TINHA que fazer sexo?

Você acha que alguém pode "consertar" você?

Você tem uma lista, escrita ou não, dos parceiros que teve?

Você se sente desesperado ou ansioso quando está longe de seu companheiro, ou parceiro, sexual?

Você perdeu a conta dos parceiros sexuais que teve?

Você se sente arrebatado pela necessidade de um parceiro de sexo ou futuro companheiro?

Você faz, ou fez, sexo apesar das conseqüências (o risco de ser pego ou de contrair herpes, gonorréia, Aids, etc.)?

Você acha que tem um padrão de repetir relacionamentos ruins?

Você sente que seu único, ou "principal", valor num relacionamento é seu desempenho sexual, ou habilidade para dar apoio emocional?

Você se sente como fantoche inanimado se não houver alguém com quem possa flertar? Você se sente que não está "realmente vivo" se não estiver com seu parceiro amoroso/sexual?

Você se sente com o "direito" de fazer sexo?

Você se encontra num relacionamento que não consegue Deixar?

Você já ameaçou sua estabilidade financeira, ou posição na sociedade, ao manter um parceiro sexual?

Você acha que os problemas da sua "vida amorosa" vêm de não ter a quantidade suficiente ou tipo certo de sexo? Ou de continuar se relacionando com a pessoa errada?

Você já teve um relacionamento sério ameaçado, ou rompido, por causa de atividades extraconjugal?

Você acha que a vida não teria sentido sem um relacionamento amoroso, ou sem sexo? Você sente que não teria identidade se não fosse amante de alguém?

Você se flagra flertando, ou sendo sedutor, com alguém mesmo quando não tenha essa intenção?

O seu comportamento sexual, e/ou amoroso, afeta sua reputação?

Você faz sexo, e/ou tem "relacionamentos", para lidar ou escapar dos problemas da vida?

Você se sente desconfortável em relação a sua masturbação por causa da freqüência, das fantasias relacionadas, dos acessórios que usa e/ou dos lugares em que pratica?

Você se envolve em prática de voyerismo, exibicionismo, etc, de formas que lhe trazem desconforto ou dor?

Você se percebe precisando se dedicar e variar cada vez mais suas atividades amorosas, ou sexuais, apenas para alcançar um nível "aceitável" de alívio físico e emocional?

Você precisa fazer sexo, ou se "apaixonar", para sentir um "verdadeiro homem" ou "uma verdadeira mulher"?

Você sente que seu comportamento amoroso e sexual é tão gratificante quanto empurrar uma porta giratória? Você está exausto?

Você está com dificuldade de se concentrar em outras áreas de sua vida por causa de pensamentos, ou sentimentos, relacionados a alguém, ou a sexo?

Você se sente obsessivo com determinada pessoa, ou atividade sexual específica, mesmo que esse pensamento lhe cause dor, ansiedade ou desconforto?

Você já desejou poder parar, ou controlar, suas atividades amorosas e sexuais por um determinado período de tempo? Já desejou ser menos dependente emocionalmente?

Você acha que a dor na sua vida só aumenta, não importa o que você faça? Tem medo que no fundo você não tenha valor?

Você sente que lhe falta dignidade e inteireza?

Você sente que sua vida amorosa/sexual afeta sua espiritualidade de forma negativa?

Você sente que sua vida está ingovernável por causa de seu comportamento sexual, e/ou amoroso, ou das suas excessivas necessidades dependentes?

Você já pensou que poderia fazer outras coisas na sua vida, se não fosse tão guiado pela busca sexual/amorosa?

Rita Maria Brudniewski Granato

Fonte: www.ritagranato.psc.br

Satiríase

Quando o sexo vira obsessão

Compulsões: Há pessoas que nunca ficam saciadas, independentemente do quanto repetem aquilo que lhes dá muito prazer. Limite entre o saudável e o doentio nem sempre é claro.

O que é ser compulsivo ou ter compulsão por alguma coisa? Alcoólatras são compulsivos por bebida? Dependentes químicos são compulsivos por drogas?

Existe compulsão por comida? E por sexo? Terão todas as compulsões a mesma origem? O jornal O TEMPO inicia, neste domingo, uma série de reportagens que abordam diferentes tipos de compulsões, para tentar entender o mecanismo que move cada uma, começando pela compulsão sexual.

Há pessoas para as quais a sexualidade está longe de ser saudável e a vontade de fazer sexo nunca é saciada, independentemente do número e da frequência das relações. Uma primeira constatação é que o distúrbio atinge mais os homens que as mulheres.

"Nos homens, o nome correto é donjuanismo, ou satiríase, enquanto as mulheres viciadas em sexo são chamadas de ninfomaníacas", explica o ginecologista, sexólogo e coordenador do setor de Sexologia do Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, Gerson Lopes.

Não há números precisos nem explicação definitiva, mas a experiência médica indica que 90% dos casos acomete os homens por volta dos 35 anos.

"Atendi um grande empresário em São Paulo, cuja vida girava em torno de sexo. Ele chegou num ponto que não fazia mais questão de esconder da esposa que ele saía com garotas de programa e com colegas de trabalho. A pessoa vai ficando fora de controle", conta.

Lopes diz que em seu consultório recebe pacientes recomendados por ginecologistas e urologistas, já que as pessoas se recusam a admitir que são compulsivas em relação ao sexo.

"Geralmente as pessoas procuram o terapeuta porque a esposa ou o marido se queixa delas, aí elas não aguentam ser rejeitadas. Os compulsivos sexuais são pessoas com graves problemas emocionais e de relacionamento e nunca ficam satisfeitas com as relações sexuais, independente do número de vezes que façam", explica Lopes.

Origem

Assim como as outras compulsões, por droga ou bebida, o distúrbio pode ser tratado com medicamentos e terapia. "Para indicar o tratamento, temos que identificar as possíveis causas, que variam. Podem ser biológicas, genéticas ou vindas do histórico de vida da pessoa", explica o psiquiatra e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, Maurício Viotti Daker.

Para o Daker, a compulsão geralmente está associada a outros distúrbios, como transtorno bipolar, esquizofrenia, depressão, transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

"Os tratamentos costumam ter resultados, mas é preciso conhecer a história da pessoa para buscarmos as causas", conclui.

Fonte: www.abead.com.br

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