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Sedentarismo

 

 

Sedentarismo

Movimento é vida. O sangue que "corre" nas nossas veias, o coração que o impulsiona, as células que se multiplicam infatigavelmente, os neurónios que "fabricam" os nossos pensamentos, os nossos sonhos, a nossa vontade, este microcosmos movimentando-se no imenso macrocosmos que nos envolve, tudo o que vive faz parte dum processo dinâmico, nunca estável, um movimento contínuo do qual nós somos, referência humana, uma pequena parte. Por isso, se a vida é sempre movimento, o contrário, o repouso absoluto, é necessariamente a morte.

Vejamos. O meu caro leitor não tem tempo para fazer exercício. Depois de engolir um pequeno-almoço, bem pequeno, à pressa (lembra-se do stress ?) vai de carro para o emprego. E regressa de carro, claro. E depois de jantar está tão cansado que fica sentado a ler o jornal ou a ver televisão. Ou vai de carro ao cinema, onde fica duas horas sentado, naturalmente. Ao sábado e ao domingo vai de carro dar um passeio com a família.

O leitor tem uma vida sedentária. Ora as pessoas que sofrem das coronárias têm, habitualmente, uma vida sedentária. É por isso que nos últimos anos tem havido um interesse aumentado no estudo da influência da vida sedentária no desenvolvimento da coronariopatia, tendo sido confirmado, por diversos inquéritos epidemiológicos, que a urbanização, a mecanização dos transportes e a automatização do trabalho, levando a uma relativa inatividade física, são prejudiciais às artérias.

A sedentariedade contribui, por si mesmo, para a aterogénese, mas, para que se verifique uma proteção arterial, é necessário que a atividade muscular seja grande. A comprová-lo está um estudo relativamente recente, sobre a atividade no trabalho e a mortalidade por doença coronária, efetuado nos EUA, em 3686 trabalhadores das docas, que foram classificados em trabalhadores com alto, médio e baixo dispêndio de calorias, e observados durante 22 anos, isto é, até falecerem ou atingiremos 75 anos. Anualmente foram reclassificados de acordo com as mudanças do tipo de trabalho. Ora os resultados finais mostraram que os trabalhadores, que se encontravam nas categorias de média e inferior atividade, tiveram taxas de mortalidade coronária quase dupla dos que estavam sujeitos a grande esforço físico, independentemente do grupo etário. A morte súbita foi três vezes mais frequente nas categorias de trabalhadores moderados e ligeiros. A diferença na mortalidade coronária, entre os grupos de trabalho pesado e ligeiro persistiu, quando foram tomados em consideração os efeitos de outros fatores de risco, como o tabaco, a hipertensão arterial, a obesidade, a doença cardíaca prévia e a diabetes. Em inquérito efetuado pela Organização Mundial de Saúde, a atividade física profissional aparece, também, como protetora das coronárias.

Nos nossos dias já poucas pessoas se dedicam a atividades ocupacionais vigorosas e, nas sociedades mais avançadas, o trabalho é cada vez mais ligeiro e sedentário. O homem cedeu o lugar à máquina. Daí a necessidade de ocupação dos tempos livres que serão, num futuro próximo, senão a única, pelo menos a principal fonte de exercício. Acontece, no entanto, que a percentagem de homens e mulheres que mantêm um recreio físico regular, como fonte principal de atividade no tempo livre, é extremamente reduzida.

Resultado: homens sedentários e de meia idade têm uma incidência de doença coronária três vezes maior do que aqueles que nos tempos livres praticam exercício físico! Vejamos agora as vantagens do exercício físico regular e como poderemos explicar o efeito protetor da atividade física.

Sabe-se que o exercício físico compensa, em certa medida, a redução do calibre arterial. Além disso, pode objetivamente reduzir a obesidade, a osteoporose dos idosos, mantendo uma razoável forma cardio-respiratória e osteoarticular. Subjetivamente, fato não menos importante, produz um certo bem estar com concomitante alívio das tensões emocionais.

A atividade muscular age, sem dúvida, de maneira complexa: todo o exercício físico regular, especialmente se vigoroso, aumenta o débito cardíaco e o das artérias coronárias, e desenvolve a circulação colateral, contribuindo assim para uma melhor irrigação do miocárdio (músculo cardíaco), e duma maneira geral, de todos os músculos. Determinados efeitos ligados às oxidações musculares podem igualmente desempenhar um importante papel, baixando o colesterol e os ácidos gordos saturados, e reduzindo a agregabilidade das plaquetas. O treino pode, por sua vez, reduzir as respostas da tensão arterial e da frequência cardíaca ao exercício, tendo como resultado, também, uma diminuição do trabalho ventricular. As arteríolas do músculo cardíaco aumentam de tamanho. Parece, portanto, que a hipertensão, a hiperlipidemia, a taquicardia e a obesidade, bem como a função das plaquetas, poderão ser beneficamente influenciadas pela atividade física.

Em face do exposto, julgamos que o desenvolvimento duma atividade física regular deve ser o comportamento normal desde criança, com a quantidade e tipo de exercício determinados individualmente. No entanto, todas as pessoas de meia idade devem fazer o rastreio dos fatores de risco de doença coronária antes de iniciar programas regulares de exercício físico, que não é, neste grupo etário, naturalmente, isento de riscos, se não for convenientemente controlado por técnicos competentes. Não obstante tal risco, sabe-se, contudo, que a morte súbita de causa cardíaca é mais frequente nos sedentários do que na população ativa.

Qual a relação entre o regular exercício físico e os fatores de risco de doença coronária?

Lípidos plasmáticos - se é verdade haver pouca relação entre a atividade física e os níveis de colesterol, parece que sobre os triglicerídeos ela tem um efeito favorável.
Obesidade -
Como já tivemos oportunidade de referir, se a ingestão calórica permanecer constante, o exercício físico facilita a redução do peso.
Tabaco -
O exercício aumenta a eliminação do monóxido de carbono, habitualmente menor nos que dão valor à forma física que, por norma, não são grandes fumadores.

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São tão importantes estes fatores, que a atividade física, mesmo vigorosa, não é protetora da doença coronária, quando eles se encontram associados e em níveis muito elevados. Daí a necessidade de, simultaneamente como exercício, fazer dieta e suspender o tabaco! Uma vez que é difícil, no nosso meio, onde as ocupações se estão tornando cada vez mais sedentárias, praticar exercício físico em circunstâncias agradáveis e convenientes, é necessário encontrar uma forte motivação para utilizar saudavelmente os tempos livres com vista a um aumento do bem estar físico e mental.

Daí, algumas conclusões e recomendações:

1. Na medida em que o sedentarismo é um fator de risco para as doenças vasculares, e embora na incerteza de quanta e que grau de atividade física São necessários para uma prevenção da doença coronária, justifica-se encorajar jovens e adultos de todas as idades e sexos a manterem ou adquirirem hábitos de exercício físico.
2.
São benéficos a marcha rápida, subir escadas ou colinas, a corrida, o "jogging", a natação, o ciclismo, o ténis, o "badmington" ou o "squash", por serem exercícios rítmicos, dinâmicos e enérgicos.
3.
O levantamento de pesos ou o transporte de cargas pesadas, de pouco valor para aumentar a forma cardiopulmonar, podem até, em certos indivíduos e algumas ocasiões, ser prejudiciais pela hipertensão arterial a que podem conduzir.
4.
Uma vez que o exercício dinâmico regular é, em princípio, destituído de risco, quando executado lenta e gradualmente, na grande maioria das pessoas não há necessidade de exame médico prévio, sendo, contudo, mandatória essa atitude em pessoas idosas, obesos e indivíduos com história de doença vascular, bem como nos que, com o exercício, apresentarem inesperadamente sintomatologia desagradável.
5.
Se não houver contra-indicação, na sequência dum enfarte do miocárdio, o doente deve retomar a sua atividade profissional, e recomeçar ou iniciar, sob vigilância médica, um exercício físico gradual, para tirar proveito dos seus benefícios físicos e psicológicos.

Upa! Upa!

6. Como e quem deve fazer exercício?

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Toda a gente, naturalmente, deve fazer exercício.

Não vamos aqui abordar a falta de condições nos estabelecimentos de ensino para o início, tão cedo quanto possível, da prática do exercício físico das nossas crianças e jovens. No entanto todos sabemos que o movimento é fundamental para um desenvolvimento harmonioso de todo o ser humano, e que muitos problemas de delinquência seriam minimizados se as escolas proporcionassem verdadeiros espaços de utilização saudável da energia inesgotável da gente nova.

Quanto às pessoas de meia-idade, se já estão há muitos anos a fazer exercício regular, desde que aumentem gradualmente o vigor do exercício, podem continuar, mesmo sem exame médico, os exercícios dinâmicos.

As pessoas mais idosas, obesos ou com história de doença cardiovascular, devem fazer exercício, mas sujeitar-se a prévio exame médico.

As pessoas que inesperadamente apresentem sintomas desagradáveis, durante o exercício, devem igualmente sujeitar-se a observação médica.

Lembramos finalmente que São tão inúmeras e diversificadas as "receitas" de como fazer exercício físico, quanto o tipo de pessoa e as motivações que impelem a fazê-lo. Nos nossos dias, sobretudo nos meios urbanos, os Centros de Ginástica, vulgarmente chamados Ginásios, são uma das respostas para os que dificilmente encontram forma de se disciplinar e utilizar meia-hora, em casa, de manhã ou à noite, exercitando os músculos, no sentido de relaxar a tensão diária e eliminar as toxinas.

Então, a senhora vai ao Ginásio e inscreve-se numa classe de ginástica de manutenção; a juventude geralmente faz ginástica aeróbica e o cavalheiro também tem por onde escolher, desde a ginástica de manutenção até aos pesos e halteres. Sem falar nas saunas, massagens, duche escocês, etc.

Não sendo esta a forma mais económica de fazer exercício físico, pode optar pela corrida, a marcha, o ciclismo, que até lhe permitem estabelecer o seu próprio horário.

Ternos vindo a assistir, hoje em dia, a uma verdadeira explosão de revistas, vincadamente dirigidas ao consumo do sexo feminino. Ao folheá-las todas, encontramos invariavelmente anúncios de produtos para o emagrecimento e conselhos para manter a forma com exercícios físicos de todo o tipo. Na televisão, a publicidade a qualquer produto, seja um automóvel ou um chocolate, é veiculada por corpos atraentes, saudáveis, cheios de força e de vigor. Ora o conceito de beleza é muito relativo. Beleza pode ser tão somente saúde mental e física. E olhe que o movimento, no sentido específico do exercício físico, pode ajudá-lo muito a evitar a doença ou a recuperar a força, a saúde do corpo ou do espírito.

Vamos, mexa-se! Levante-se já da cadeira e vá dar um longo passeio a pé...

Estamos em Maio, mês do coração. Se ainda não estabeleceu o seu "programa de comemorações" faça-o hoje mesmo com o juramento de que, se ainda não começou, vai começar a fazer exercício físico. Ouvimos, há poucos dias, o Professor Manuel Carrageta, Presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, dizer que em termos de prevenção cardiológica, numa época em que as doenças do coração se estão a tornar uma verdadeira epidemia, o médico é o professor, o conselheiro, e o doente o médico de si próprio. Siga o conselho.

Procure o seu médico de família, informe-se como deve proceder no seu caso particular, e seja um bom médico do doente que mais deve prezar, isto é, você mesmo: motive-o, aconselhe-o, repreenda-o quando ele prevaricar. Não espere pelas complicações para recorrer ao médico, porque mais vale prevenir...

Olhe que a morte súbita é muito frequente, e depois dela acontecer, nem o médico lhe poderá valer.

Fonte: www.geocities.com

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O que é

Um estilo de vida sedentário é um modo de vida em que uma pessoa, adulto ou criança tem de não se envolver em atividade ou exercício físico suficiente para o que é geralmente considerado uma vida saudável.

O termo é frequentemente usado por médicos ou profissionais da comunidade médica para descrever um estilo de vida entre muitas pessoas em países altamente desenvolvidos, que não tem tempo para criarem oportunidades para uma atividade física. Este tipo de vida tem sido fortemente influenciada pela propagação de formas passivas de entretenimento, como a televisão, jogos de vídeo, e uso do computador. Junto com esses tipos inativos de entretenimento, um grande número de trabalhadores adultos mudaram de trabalho físico para trabalhos de escritório, especialmente em países tecnologicamente desenvolvidos

Definição

O sedentarismo é a falta ou a diminuição da atividade física.

A pessoa sedentária é aquela que gasta poucas calorias por semana com atividades ocupacionais, não necessariamente em atividades esportivas.

Isto acarreta um grande risco à saúde: o sedentarismo está associado ao aumento da incidência de diversas doenças e males, como obesidade, diabetes, aumento do colesterol ruim (LDL), depósito de gordura nas artérias, hipertensão arterial e infarto do miocárdio.

Hoje, as principais causas de mortes no Brasil podem estar relacionadas à falta de atividades físicas.

Confira alguns dados:

Somente 13% dos brasileiros praticam exercícios;
Mais de 60% da população brasileira é completamente sedentária;
O sedentarismo aumenta em 54% os casos de infarto e em 50% do risco de morte por derrame cerebral;
Por ano, morrem mais de 300 mil brasileiros pela falta de atividade física;
Tornar-se um pouco mais ativo, diminui o risco de morte por doenças cardíacas em 40%.

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Aumento do percentual de gordura e a redução dos músculos

As pessoas reduzem gradativamente o nível de atividade física a partir da adolescência. Com a diminuição do metabolismo, ao longo dos anos, o corpo começa a perder músculos e acumular gorduras.

Por isso, os especialistas recomendam: MOVIMENTE-SE, pois as atividades físicas são grandes aliadas na redução e na manutenção de um peso saudável.

Além disso, pesquisas americanas revelam que a expectativa de vida sobe em média, 5 anos para os praticantes de atividade física.

Sedentarismo, a doença do Século

O sedentarismo é considerada a “doença do século”, cada vez mais observamos que a obesidade começa na infância, e a praticidade que a tecnologia nos oferece torna cada vez mais sedentários.

A falta de atividade física não significa necessariamente não praticar esportes, podemos, por exemplo: limpar a casa, caminhar para o trabalho, ir de escada e não de elevador; isto já conta como atividade física. O importante é “se mexer” gastar as calorias adquiridas durante o dia.

A Obesidade começa aos poucos, vamos se cuidar!

Saúde é Fundamental!

Como se determina ou diagnostica a obesidade e a pré-obesidade?

A obesidade e a pré-obesidade são avaliadas pelo Índice de Massa Corporal (IMC). Este índice mede a corpulência, que se determina dividindo o peso (quilogramas) pela altura (metros), elevada ao quadrado.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, considera-se que há excesso de peso quando o IMC é igual ou superior a 25 e que há obesidade quando o IMC é igual ou superior a 30.

Índice de Massa Corpora

IMC > 18 < 25 Kg/m2 Normal
IMC > 25 < 30 Kg/m2 Excesso de Peso
IMC > 30 < 35 Kg/m2 Obesidade moderada (grau I)
IMC > 35 < 40 Kg/m2 Obesidade grave (grau II)
IMC > 40 Kg/m2 Obesidade mórbida (grau III)

No entanto, em certos casos, nomeadamente nos atletas, nos indivíduos com edemas e com ascite (hidropisia abdominal), o IMC não é fiável na medição da obesidade, pois não permite distinguir a causa do excesso de peso.

Fonte: www.linhabioslim.com.br

Sedentarismo

Sedentarismo

Sedentarismo é definido como a falta e/ou ausência e/ou diminuição de atividades físicas ou esportivas. Considerado como a doença do século, está associada ao comportamento cotidiano decorrente dos confortos da vida moderna. Pessoas com poucas atividades físicas e que perdem poucas calorias durante a semana são consideradas sedentárias ou com hábitos sedentários.

Consequências para a saúde

Uma vida sedentária é caracterizada pela ausência de atividades físicas pode provocar um processo de regressão funcional, perda de flexibilidade articular, além de comprometer o funcionamento de vários órgãos, distinguindo-se um fenômeno associado à hipotrofia de fibras musculares, além de ser a principal causa do aumento da ocorrencia de várias doenças, como a Hipertensão arterial, diabetes, obesidade, aumento do colesterol e infarto do miocárdio, e atuar direta ou indiretamente na causa de morte súbita.

Abolindo o Sedentarismo

Existem diversas sugestões para os indivíduos sedentários poderem adotar uma mudança de estilo de vida, de acordo com as possibilidades ou conveniências de cada um.  

A prática de atividades físicas como caminhar, correr, pedalar, nadar, praticar ginástica, exercícios com pesos e  jogar bola são propostas válidas para se combater o sedentarismo e melhorar sua qualidade de vida.

É recomendada a consulta a um médico para a orientação das melhores atividades físicas já que não são recomendadas as mesmas atividades para todas as pessoas. São considerados problemas como hipertensão arterial, dores nas articulações (joelhos, calcanhares) e esforço físico excessivo de modo a não prejudicar a postura e a coluna vertebral.

Fonte: www.nortonmellopersonal.com

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Deixando a sedentariedade, Sedentarismo x Saúde

A vida nos grandes centros urbanos com a sua automatização progressiva, além de induzir o indivíduo a gastar menos energia, geralmente impõe grandes dificuldades para ele encontrar tempo e locais disponíveis para a prática das atividades físicas espontâneas. A própria falta de segurança urbana acaba sendo um obstáculo para quem pretende fazer atividades físicas. Diante dessas limitações, tornar-se ativo pode ser uma tarefa mais difícil, porém não de todo impossível.

As alternativas disponíveis muitas vezes estão ao alcance do cidadão porém passam desapercebidas.

Aumentar o gasto calórico semanal pode se tornar possível, simplesmente reagindo aos confortos da vida moderna. Subir 2 ou 3 andares de escada ao chegar em casa ou no trabalho, dispensar o interfone e o controle remoto, estacionar o automóvel intencionalmente num local mais distante, dispensar a escada rolante no shopping-center, são algumas alternativas que podem compor uma mudança de hábitos.

Segundo trabalhos científicos recentes, praticar atividades físicas por um período mínimo de 30 minutos diariamente, contínuos ou acumulados, é a dose suficiente para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida.

Entretanto, a liberação plena para a prática de atividades físicas, particularmente as atividades competitivas e de maior intensidade, deve partir do médico.

Indivíduos portadores de hipertensão, diabetes, coronariopatias, doenças vasculares, etc. devem ser adequadamente avaliados pelo clínico não somente quanto à liberação para a prática de exercícios, como também quanto à indicação do exercício adequado como parte do tratamento da doença. Quando se trata de praticar exercícios moderados como a caminhada, raramente existirá uma contra-indicação médica, com exceção de casos de limitação funcional grave.

A principal recomendação é seguir o bom senso e praticar exercícios como um hábito de vida e não como quem toma um remédio amargo. A principal orientação é fazer exercícios com prazer, sentindo bem-estar antes, durante e principalmente depois da atividade física. Qualquer desconforto sentido durante ou depois de exercícios deve ser adequadamente avaliado por um profissional da especialidade. O exercício não precisa e não deve ser exaustivo se o propósito for a saúde.

Assim, para realizar exercícios com maior segurança e efetividade:

Usar roupas adequadas: A função da roupa durante o exercício é proporcionar proteção e conforto térmico. Agasalhos que provocam aumento excessivo da sudorese devem ser evitados porque provocam desconforto e desidratação, não exercendo nenhum efeito positivo sobre a perda de peso.
Hidratar-se adequadamente:
Deve-se ingerir líquidos antes, durante e depois de exercícios. A perda excessiva de líquidos e a desidratação constituem a principal causa de mal-estar durante o exercício.
Sentir bem-estar:
Escolha a modalidade e sobretudo a intensidade de exercício que traga prazer e boa tolerância. Ao fazer exercícios prolongados ajuste a intensidade que permita sua comunicação verbal sem que a respiração ofegante prejudique sua fala. Esta é uma forma prática de ajustar uma intensidade adequada.
Consulte seu médico:
Qualquer dúvida ou desconforto procure orientaçãoprofissional. Realizar uma avaliação física para elaboração de um programa de treinamento será uma atitude de grande utilidade prática. Não se deixe levar por propagandas muitas vezes enganosas prometendo resultados milagrosos com outros recursos recomendados para substituir os benefícios do exercício ativo.

A atividade física regular e realizada com prazer é um recurso insubstituível na promoção de saúde e qualidade de vida.

O que é?

Desde a época em que o homem habitou as cavernas, na pré-história, a civilização passou por três grandes ondas de sedentarismo. A primeira delas, há 10 mil anos, com o surgimento da atividade agrícola exercida em território ou sede fixa, daí o termo sedentário. A segunda onda foi por volta de 1750, na Europa, com o advento da máquina a vapor e a conseqüente Revolução Industrial, que substituiu gradativamente o trabalho braçal pela mecanização das tarefas de produção.

Já a terceira foi a partir de 1950, com a explosão da bomba atômica, marco do início da era tecnológica, que ampliou a mecanização de outras tarefas cotidianas domésticas, de lazer, transporte e locomoção.

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Pesquisas revelam que nos Estados Unidos morrem mais pessoas por ano em decorrência do sedentarismo do que por álcool, armas de fogo, acidente automobilístico, drogas ilícitas e doenças sexualmente transmissíveis, juntos. Para reverter este quadro, nada mais bacana que a atividade física. Numerosos estudos contribuem para que ela seja considerada um dos fatores estimulantes da saúde, diminuindo os riscos das pessoas desenvolverem algumas condições patológicas.

O sedentarismo custou pelo menos R$ 93,7 milhões aos cofres públicos no Estado de São Paulo no ano de 2002. O valor corresponde a 3,6% do total de gastos em saúde no Estado no ano e a mais da metade do total de gastos hospitalares (R$ 179,9 milhões) com dez problemas de saúde associados à inatividade.

O gastos com internações por doenças cardiovasculares respondem por 85% do custo do sedentarismo.

Com o combate ao sedentarismo a população teria inúmeros benefícios para a saúde e sua cidade, pois o dinheiro gasto com as despesas hospitalares poderiam estar sendo investidas em áreas diversas. Um exemplo prático disso vem sendo aplicado em São Paulo na campanha “Agita São Paulo”, melhorando assim a qualidade de vida dos participantes, pois é possível obter melhoras na saúde com um mínimo de 30 minutos de atividade física diárias ou também com um dispêndio calórico semanal acima de 2.200 kcal.

Portanto, fica evidenciado que a inatividade física (sedentarismo) está associada ao aparecimento de enfermidades prejudicando toda uma população, então não cabe mais ficar sentado em um sofá esperando a doença chegar, sendo que existem inúmeros meios para que se possam mudar alguns hábitos.

Importância do Exercício físico

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O exercício físico atua diminuindo o stress emocional, reduzindo a gorduracorporal, aumentando a massa muscular e a densidade óssea, melhorando odesempenho do sistema cardiorrespiratório, ativando o metabolismo dos nutrientes, modulando o sistema imunológico e proporcionando aptidão física para uma boa qualidade de vida.

Estudos revelam que a atividade física regular – diferente de medicamentos, vitaminas, etc – é o único fator, até hoje comprovado cientificamente, que concorre para um envelhecimento saudável. A opção por um ou outro exercício físico deve ficar por conta do prazer que cada pessoa encontra na sua prática.

O gasto calórico por atividade é algo diferente para cada pessoa, mas em média uma pessoa com 60 kg de peso corporal tem o seguinte gasto energético durante 30 minutos ao:

Andar de bicicleta (126 cal);
Andar acelerado (276 cal);
Arrumar a cama (66 cal);
Compras no supermercado (70 cal);
Ioga (50 cal);
Hidroginástica (150 cal);
Dançar (200 cal);
Subir escadas (310 cal)

Os exercícios físicos nos dão a oportunidade de estar em contato mais próximo com nosso corpo, identificar alguns limites, quebrar barreiras e favorecer o autoconhecimento. Provoca mudanças corporais, o que altera também a imagem que a pessoa tem de si mesmo, tornando-se mais confiante e melhorando em função disso o autoconceito e a afetividade. Além disso, ajuda na socialização e no exercício de pensar, questões estas tão carentes e fundamentais na sociedade atual.

Causas e Consequências

A falta de atividade física e que resulta em vários problemas, geralmente causada pela falta de determinação à ausência do esporte na vida gera muitos problemas e o principal é o sedentarismo e é na infância que ele é determinado, visto como uma doença que atingi metade da população em todo o mundo homens e mulheres de todas as idades, porém pessoas que nunca praticaram esportes são mais aptas a ser sedentárias, quem já praticou esporte em algum momento da vida raramente se tornará sedentário.

Caminhar, correr, passear a pé movimentar o corpo e uma freqüência maior do que a de costume já faz muita diferença, o que não pode é ficar parado se movendo apenas da cozinha para o sofá. Hoje em dia alguns fatores facilitam o sedentarismo como o computador, vídeo games de ultima geração, o acesso a internet, DVD, televisão, telefone entre outros aparelhos eletrônicos que interagem atraindo toda a atenção e facilitando de certa a forma a rotina.

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O que leva muitas pessoas ao sedentarismo é a falta de estímulos e influências, crianças sedentárias costumam ter esta influência dos pais e pode prejudicar muito no desenvolvimento dela, é altamente indicada à prática de esportes durante a infância, a influência é muito importante para exista a possibilidade de se exercitar em seguida vem o estimulo alguém que esteja por perto para te ajudar a prosseguir, quando isto tudo está em falta não tem o porquê a pessoa praticar atividades, ela se sente acomodada e quando não tem ninguém para lhe dar um “chacoalhão” ai é tarde demais, maioria das pessoas só buscam ajuda quando surge algum problema grave de saúde, ou melhor, quando este problema está muito grave, é preciso durante toda a vida se exercitar para evitar problemas futuros.

As consequências da falta de atividades físicas são visíveis a obesidade é o problema mais grave juntamente com a regressão funcional, hipotrofia das fibras musculares, perda de flexibilidade, infarto, colesterol alto, hipertensão arterial, diabetes e o comprometimento dos órgãos. Atividades como a caminhada, natação são leves é indicada para todas as idades, oferece baixo risco de lesões e ainda fornecem alto gasto calórico, são muito recomendadas para obesos, idosos e quem sofre com problemas nas articulações, pois não têm impacto, outras atividades como a bicicleta, corrida, vôlei, basquete, ioga, boxe entre outras podem ser muito interessantes e divertidas, vale a pena deixar de lado o sedentarismo e buscar por uma vida melhor e muito mais saudável.

Sedentarismo e Obesidade

O sedentarismo é a maior causa de obesidade em todo o mundo, além de obviamente o péssimo hábito alimentar que é muito comum entre a maioria das pessoas hoje em dia. pesquisas e estudos de especialistas que a prática de exercícios físicos evita certas doenças e principalmente mantém o físico em forma, e regula detalhes como a pressão arterial, colesterol, entre vários outros fatores que influenciam no bem estar da nossa saúde.

Sedentarismo

A obesidade, resultado da falta de exercíciios físicos, causa a baixa auto estima, problemas de coluna, lesões, frustrações, entre outros problemas tanto físico quanto psicológico. Desse modo, atinge pessoas de todas as idades e o número de crianças que sofrem com esse fato está aumentando significativamente depois do avanço da tecnologia, pois antes a diversão das crianças eram correr, subir em árvores e brincadeiras que exigiam mais movimentos, quanto que nos dias de hoje a maior diversão delas são os jogos de computador ou vídeo game, assim mantendo-se na mesma posição, acomodados em um sofá e geralmente comendo alguns alimentos rápidos e não tão saudáveis como, por exemplo, os salgadinhos, além de estarem ingerindo bebidas como refrigerante todo o tempo que estiver na frente do computador ou vídeo game.

Os filhos de pais obesos têm de 80% a 90% de terem o mesmo problema, por isso se você estiver ciente desse fato e for uma pessoa que sofre de obesidade, reeduque os hábitos alimentares do seu filho e também os meios de diversão dele. Os alimentos também devem ter grande importância nesse problema, evite os alimentos gordurosos, com excesso de açúcar ou sal, prefira os legumes, verduras e frutas, lembrando que as frutas já possuem o seu adocicado natural.

Reeducar o hábito alimentar influencia muito no ganho de peso, e para completar basta praticar algum exercício físico, até mesmo uma simples caminhada pode ter ótimos resultado se levada a sério e de um tempo mínimo de uma hora todos os dias, assim você notará uma grande diferença em sua saúde e seu peso em alguns meses. Basta ter vontade e se esforçar para notar brevemente os resultados positivos.

O que é?

O sedentarismo pode ser definido como falta de atividade física suficiente e pode afetar a saúde da pessoa. A falta de atividade física não está ligada a não praticar esportes. Pessoas com atividades físicas regulares, como limpar a casa, caminhar para o trabalho, realizar funções profissionais que requerem esforço físico, não são classificados como sedentários.

O sedentarismo se tornou possível com novas técnicas agrícolas e pecuárias. O desenvolvimento do sedentarismo aumentou a agregação populacional e levou à formação de vilas, cidades e outras formas de comunidades.

Sedentário é aquele que anda ou se exercita pouco; inativo.

Sedentarismo é a queima de menos de 2200 calorias por semana em atividades físicas ou a prática de atividade física leve por menos de 30 minutos diariamente.

Trata-se de um comportamento, entre outras coisas, induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna, provocando o desuso dos sistemas orgânicos funcionais.

Na verdade trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna. Com a evolução da tecnologia e a tendência cada vez maior de substituição das atividades ocupacionais que demandam gasto energético por facilidades automatizadas, o ser humano adota cada vez mais a lei do menor esforço reduzindo assim o consumo energético de seu corpo.

O sedentarismo é um dos fatores de risco intimamente relacionados com o aparecimento de doenças como a hipertensão, doenças respiratórias crónicas e distúrbios cardíacos. Pesquisas mostram que, o risco de se ter uma doença cardiovascular aumenta uma vezes e meia nas pessoas que não têm uma vida ativa.

Por isso, não deixe de encontrar um lugar na sua rotina para se mexer. É questão de boa vida!

Fonte: maushabitossedentarismo.com

Sedentarismo

O sedentarismo já é considerado a doença do próximo milênio. Na verdade trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna. Com a evolução da tecnologia e a tendência cada vez maior de substituição das atividades ocupacionais que demandam gasto energético por facilidades automatizadas, o ser humano adota cada vez mais a lei do menor esforço reduzindo assim o consumo energético de seu corpo

O que é

O sedentarismo é definido como a falta ou a grande diminuição da atividade física.

Na realidade, o conceito não é associado necessariamente à falta de uma atividade esportiva.

O indivíduo que tem atividades físicas regulares, como limpar a casa, caminhar para o trabalho, ou realizar funções profissionais que requerem esforço físico, não é classificado como sedentário.

Quais são as conseqüências do sedentarismo?

A vida sedentária provoca literalmente o desuso dos sistemas funcionais. O aparelho locomotor e os demais órgãos e sistemas solicitados durante as diferentes formas de atividade física, entram em um processo de regressão funcional, caracterizando no caso dos músculos esqueléticos, um fenômeno associado à atrofia das fibras musculares, à perda da flexibilidade articular, além do comprometimento funcional de vários órgãos.

Quais as doenças associadas à vida sedentária?

DOENÇAS ASSOCIADAS À VIDA SEDENTÁRIA

O sedentarismo é a principal causa do aumento da incidência de várias doenças:

Hipertensão Arterial
Diabetes
Obesidade
Ansiedade
Aumento do Colesterol
Infarto do Miocárdio.

Esses são alguns dos exemplos das doenças às quais o indivíduo sedentário se expõe.

O sedentarismo é considerado o principal fator de risco para a morte súbita, estando na maioria das vezes associado direta ou indiretamente às causas ou ao agravamento da grande maioria das doenças.

OS BENEFÍCIOS DE DEIXAR O SEDENTARISMO E PRATICAR ATIVIDADES FÍSICAS REGULARES

Melhoram a saúde como um todo, o bem estar e a auto-estima, além de:

Reduz o risco de morrer prematuramente
Reduz o risco de morrer de doença cardiovascular
Diminui o risco de desenvolver diabetes
Reduz o risco de desenvolver pressão alta
Ajuda a diminuir a pressão sanguínea em pessoas que já têm pressão alta
Reduz o risco de desenvolver câncer de cólon
Diminui os sentimentos de ansiedade e depressão
Ajuda a controlar o peso corporal
Ajuda a manter ossos, músculos e articulações saudáveis
Ajuda os idosos a ficarem mais fortes e mais capazes de se mover ao cair
Promove o bem-estar psicológico.

Como deixar de ser sedentário?

Para atingir o mínimo de atividade física semanal, existem várias propostas que podem ser adotadas de acordo com as possibilidades ou conveniências de cada um:

Praticar atividades esportivas como andar, correr, pedalar, nadar, fazer ginástica, exercícios com pesos ou jogar bola é uma proposta válida para evitar o sedentarismo e importante para melhorar a qualidade de vida. Recomenda-se a realização de exercícios físicos de intensidade moderada durante 40 a 60 minutos de 3 a 5 vezes por semana;
Exercer as atividades físicas necessárias à vida cotidiana de maneira consciente.

Quais são as alternativas às atividades físicas esportivas?

A vida nos grandes centros urbanos com a sua automatização progressiva, além de induzir o indivíduo a gastar menos energia, geralmente impõe grandes dificuldades para ele encontrar tempo e locais disponíveis para a prática das atividades físicas espontâneas. A própria falta de segurança urbana acaba sendo um obstáculo para quem pretende fazer atividades físicas. Diante dessas limitações, tornar-se ativo pode ser uma tarefa mais difícil, porém não de todo impossível.

As alternativas disponíveis muitas vezes estão ao alcance do cidadão porém passam desapercebidas.

Aumentar o gasto calórico semanal pode se tornar possível, simplesmente reagindo aos confortos da vida moderna. Subir 2 ou 3 andares de escada ao chegar em casa ou no trabalho, dispensar o interfone e o controle remoto, estacionar o automóvel intencionalmente num local mais distante, dispensar a escada rolante no shopping-center, são algumas alternativas que podem compor uma mudança de hábitos.

Segundo trabalhos científicos recentes, praticar atividades físicas por um período mínimo de 30 minutos diariamente, contínuos ou acumulados, é a dose suficiente para prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida.

Quais são as contra-indicações para fazer exercícios?

A liberação plena para a prática de atividades físicas, particularmente as atividades competitivas e de maior intensidade, deve partir do médico. Nesses casos, um exame médico e eventualmente um teste ergométrico podem e devem ser recomendados. Indivíduos portadores de hipertensão, diabetes, coronariopatias, doenças vasculares etc. devem ser adequadamente avaliados pelo clínico não somente quanto à liberação para a prática de exercícios, como também quanto à indicação do exercício adequado como parte do tratamento da doença. Quando se trata de praticar exercícios moderados como a caminhada, raramente existirá uma contra-indicação médica, com exceção de casos de limitação funcional grave.

Idosos: Ninguém é tão velho que não possa aproveitar os benefícios da atividade física regular. Em especial aos idosos, a prática de exercícios de fortalecimento muscular pode reduzir o risco de quedas e fraturas de ossos, além de melhorar a capacidade de viver mais independentemente.
Pais:
O pais devem ajudar seus filhos a manterem um estilo de vida fisicamente ativo ao encorajar e dar oportunidades para atividades físicas. Eventos familiares devem incluir oportunidades para todos na família serem ativos.
Adolescentes:
Atividade física regular pode melhorar a força, construir músculos e diminuir a gordura corporal. Além disso, atividade física regular pode construir ossos mais fortes para toda a vida.
Pessoas em dieta:
Atividade física regular queima calorias e preserva a massa muscular, sendo um componente chave em qualquer esforço para emagrecer ou controlar o peso.
Pessoas com pressão alta:
Atividade física regular ajuda a baixar a pressão sanguínea.
Pessoas com ansiedade, depressão ou mau-humor:
Atividade física regular ajuda a melhorar o humor, ajuda a aliviar a depressão e melhorar a sensação de bem-estar.
Pessoas com artrite:
Atividade física regular pode ajudar a controlar o inchaço nas articulações e dor. Atividade física na quantidade e do tipo recomendado para manter a saúde não tem mostrado causar artrite.
Pessoas com de ciência física:
Atividade física regular pode ajudar pessoas com deficiência física a melhorar sua força muscular e resistência, dar sensação de bem-estar e elevar a qualidade de vida ao melhorar a capacidade de desempenhar atividades cotidianas.

Fonte: www.ced.ufsc.br

Sedentarismo

Sedentarismo

O sedentarismo representa um problema de saúde pública no mundo atual, na medida em que esta associado à prevalência de doenças crônico degenerativas, além de crescer tanto em paises desenvolvidos quanto em paises em desenvolvimento.

Para determinar o nível de sedentarismo de uma pessoa é preciso examinar a quantidade de atividade física realizada em quatro segmentos distintos sendo eles: o trabalho, as formas de deslocamento, o lazer e as atividades domésticas. Somente após uma avaliação desses quatro campos podemos determinar se uma pessoa é realmente sedentária.

Em particular tem-se dado bastante relevância ao estudo da participação em atividades físicas durante o lazer. Estudo realizado em Salvador sugere uma prevalência de 72.5% de sedentarismo no lazer.

Segundo dados do ministério da saúde o número de brasileiros que praticam atividade física regular aumentou de 15.5% em 2005 para 16.4% em 2008, porém cerca de 26.3% dos brasileiros são sedentários segundo o ministério.

Esses dados refletem que uma grande parte da população ainda não apresenta um bom nível de prática de atividade física.

A organização Mundial de Saúde (OMS) sugere que para o indivíduo não ser considerado sedentário é preciso realizar pelo menos 30 minutos de atividade física diariamente.

Essas atividades podem ser realizadas durante um programa de exercícios: aulas de ginástica, musculação, prática de esportes, corrida ou durante as atividades diárias como, por exemplo, caminhar mais durante o dia, lavar o carro, passear com o cachorro subir escadas evitando o elevador.

È de fundamental importância que a prática regular de exercícios seja estimulada desde a infância para que o hábito de exercitar-se seja cultivado e mantido por toda a vida. A escola possui um papel importante no incentivo a estas práticas, bem como o poder público através da implantação de programas de atividades físicas para a população, em ambientes públicos como praças e parques.

Fonte: www.carlosamorim.com.br

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