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Serosa

 

Membranas Serosas e Células Serosas

São geralmente formadas por epitélio pavimentoso simples.

Revestem as cavidades gerais do corpo como coração (pericárdio), pulmão (pleura), tubo gastrintestinal (peritôneo).

As células serosas têm como exemplo típico a célula pancreática e a célula caliciforme. O termo seroso provêm do fato de o produto de secreção destas células ser um fluido claro, pouco viscoso e rico em proteínas.

Coriorretinopatia central serosa

Coriorretinopatia central serosa caracteriza-se pelo descolamento seroso da retina sensorial secundário ao extravasamento focal do soro da circulação coroideana através de um defeito na barreira de difusão de líquidos que localiza-se ao nível das fortes junções e aderências das células do epitélio pigmentar da retina (EPR).

Tipicamente afeta adultos entre 20 e 45 anos com preferência para o sexo masculino, em proporção de no mínimo 10:1 e maior na raça branca.

O acometimento bilateral pode ocorrer nos indivíduos afetados.

É comum o relato de estres emocional, pressão excessiva no trabalho ou mostrar personalidade ansiosa. De fato, fatores psicológicos podem influenciar na gênese da coriorretinopatia central serosa, mas a verdadeira razão para ocorrência desta doença é ainda naõ é completamente conhecida.

Os pacientes podem apresentar embaçamento visual, metamorfopsia, micropsia ou da presença de escotoma (figura 1). Este escotoma central relativo além de metamorfosia podem com freqüência aparecerem no teste com a tela de Amsler (figura 2). A acuidade visual é normal ou próxima do normal podendo melhorar com pequena correção hipermetrópica. Mas casos mais graves podem levar a perda visual importante (figura 3).

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Figura 1:
Representação esquemática da visão de um paciente com escotoma central secundário a um buraco macular

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Figura 1: Exemplo de metamorfopsia

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Figuras 2: Exemplos de alterações possíveis da visão central detectada na tela de Amsler nas doenças maculares.
Presença de metamorfopsia (superior a esquerda), metamorfopsia + escotama central (superior à direita e inferior à esquerda).

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Figuras 3: Caso clássico de Coriorretinopatia central serosa, com aspecto muito típico ao angiograma,
com hiperfluorescência em vazamento com fumaça de chaminé e em guarda-chuva ("umbrela").

O tratamento para coriorretinopatia central serosa dependerá da intensidade do caso, o quanto que afetará as atividades diárias do paciente, se é o primeiro episódio ou uma caso crônico, a presença ou ausência e a localização de um ponto de vazamento na região macular, entre outros aspectos.

É importante enfatizar que a grande maioria dos casos a doença é auto-limitada, ocorrendo melhora espontânea dentro de algumas semanas.

Em casos selecionados temos as seguintes opções de tratamento: tratamento clínico, tratamento com fotocoagulação à laser, e em raros casos, a terapia fotodinâmica (PDT).

Fonte: www.hojf.com.br

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Visceras em Geral

Segundo SCHWARZE (1980), as vísceras, em sentido amplo, são todos os órgãos que se alojam nas cavidades do corpo.

Víscera vem da palavra viscus (latim) que quer dizer molhado, pegajoso. Mas há um sinônimo para esta palavra, que é splancnos (grego). Daí surge o termo esplancnologia = estudo de órgãos internos.

Durante a embriologia, temos que o embrião, de placa, fecha-se em um tubo, composto inicialmente de endoderma, mesoderma e ectoderma. Este tubo recebe o nome de arquêntero (arqui = antigo; entero = intestino), originando o trato digestório primitivo. Com o crescimento fetal e consequente evolução animal, forma-se a cavidade celomática, onde os órgãos vão de acomodando. Para isso, surgem então folhetos de revestimento, denominados de serosas, que evitam o atrito de um órgão com o outro, impedem as aderências, mantém os órgãos umidificados, promovem separações de cavidades (mediastino) e mantém a estática visceral.

Mamíferos desenvolvem o diafragma, músculo que separa o celoma em cavidades torácica e abdominal.

De acordo com ROSS e ROMRELL (1993), a membrana serosa ou simplesmente serosa, reveste as cavidades peritoneal, pleural e pericardíaca. Estas cavidades são geralmente descritas como cavidades fechadas do corpo, embora na fêmea, a cavidade peritoneal se comunique com o exterior através das tubas uterinas. Estruturalmente, a serosa é constituída por um epitélio de revestimento, chamado mesotélio; por um tecido conjuntivo de sustentação; e por uma lâmina basal entre os dois. As membranas serosas não contem glandulas e o líquido presente em sua superfície é aquoso.

O líquido lubrificante peritoneal é liberado por vesículas do citoplasma das células mesoteliais pavimentosas. Isso não as caracteriza como glândulas. A reabsorção desse líquido é feito pelas mesmas células, independente de estarem no paquímero dorsal ou ventral.

Já o revestimento voltado para o exterior é a mucosa. É constituída por um epitélio de superfície, com ou sem glândulas, um tecido conjuntivo de sustentação (lâmina própria), uma lâmina basal e às vezes, uma camada de tecido muscular liso (ROSS e ROMRELL, 1993). Não podemos confundir essa camada muscular da mucosa com a túnica muscular dos órgãos tubulares, que se orientam em sentido longitudinal e em espiral (rever em histologia).

Alguns órgãos, por não se encontrarem em cavidades, são desprovidos de serosas, mas apresentam um tecido conjuntivo frouxo, chamado de adventícia. Não libera secreção alguma, simplesmente mantém a estática do órgão em meio a outros, evitando atrito, estiramentos, compressões, torções e deslocamentos.

Os órgãos podem ser ocos ou parenquimatosos.

Há ainda uma terceira classificação: pseudo-parenquimatosos.

Os órgãos ocos apresentam três túnicas básicas: serosa ou adventícia, muscular e mucosa.

Caso típico do trato digestório. Já o órgão parenquimatoso tem característica maciça, com o preenchimento do esqueleto fibroso por tecido conjuntivo e células do órgão, sem uma luz propriamente dita. Temos como exemplo os ovários, o baço, as glândulas endócrinas. Os órgãos pseudo-parenquimatosos apresentam morfologia de parenquimatoso, mas é constituído por tubos, formando luz em seu interior, é o caso dos rins e dos testículos. O fígado é um órgão classificado entre parenquimatoso e pseudo-parenquimatoso.

Fonte: www.ceunes.ufes.br

Serosa

Considerada uma doença do mundo moderno, que tem causa relacionada ao estresse e à ansiedade.

O Que é

Doeça pouco comum, que afeta a mácula, região central da retina (lente do olho). O nome correto da doença é retinopatia serosa central e costuma atrapalhar a visão repentinamente. Pessoas sem outras doenças oculares podem sofrer do problema.

Números

Em geral, para cada dez doentes, nove são homens. A idade mais comum para surgimento de problemas é entre 25 e 45 anos. Em mulheres, é mais comum durante a gravidez.

O Olho Normal

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É na mácula que a imagem se forma. O nervo ótico se encarrega, a partir daí, de levar a imagem para o cérebro. É um processo instantâneo.

Como Surge a Doença

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O enfraquecimento de uma membrana abaixo da retina – de Bruch – faz com que escape líquido dos vasos próximos à mácula.

Serosa
O acúmulo de líquidos faz surgir uma bolha que eleva a camada mais superficial da retina, formando um tipo de calombo.

Olho com Serosa

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A bolha deforma a superfície da retina, provocando deslocamento do foco na região central da formação da imagem, onde está a mácula.

Visão Normal

Serosa
Quando não há problema de visão, a imagem é formada na superfície regular da retina.
É na mácula que a imagem está mais pura, mais visível. Na região periférica da retina, os objetos vistos estão desfocados.

Visão com Serosa

Serosa
Ocorre embaçamento e distorção súbita da visão central em um dos olhos.
Pode acontecer, em casos mais graves, piora na percepção de cores ou escotoma (mancha escura no campo de visão).
O doente pode perder definitivamente até 90% da visão central.

Causa

Serosa

Apesar de ter causas desconhecidas, a serosa tem forte relação com estresse e ansiedade. Acredita-se que o uso de corticóide inalatório também provoque a doença.

Cura

Na maioria dos casos, é espontânea e os sintomas regridem entre quatro e oito semanas. Aproximadamente um terço dos pacientes apresenta recorrência do problema. Se o líquido não for reabsorvido em poucas semanas, apenas o laser resolverá o problema.

Diagnóstico

Serosa

Feito através de um exame de fundo do olho e confirmado por uma angiofluoresceinografia, exame no qual são feitas fotografias do fundo de olho. O oftalmologista consegue notar, a partir de uma injeção de contraste, a área invadida pelo líquido sob a retina.

Tratamento

Antiinflatórios não-hormonais

Sem corticóide.

Ajudam na reabsorção do líquido extravasado.

Laser

Indicado para os casos especiais, de repetição. Principalmente entre os que não melhoram em três meses e os que precisam de recuperação rápida, como pilotos de avião, por exemplo.

O jato de laser atravessa o olho e queima o tecido no ponto onde está vazando líquido. Em uma semana, forma-se uma cicatriz no ponto de escoamento. A doença pode reaparecer em outra região da retina.

Fonte: www.santalucia.com.br

Serosa

Membrana Serosa

(Túnica Serosa ou Serosa)

Revestimento delgado das cavidades fechadas do corpo. Composto por uma camada única de células epiteliais escamosas (MESOTÉLIO) sobre uma fina camada de tecido conjuntivo e coberta por um líquido claro filtrado (secreted) do sangue e vasos linfáticos.

Entre as principais membranas serosas no corpo estão: pericárdio, PERITÔNEO e pleura.

O que é

Membrana, em forma de saco achatado, que contém serosidade e amacia o contato dos tecidos: o peritônio, as pleuras, o pericárdio são serosas. O mesmo que membrana serosa.

Definição de Medicina: Membrana serosa

Revestimento externo dos órgãos e cavidades do corpo do abdômen e no peito, incluindo o estômago. Também chamada serosa.

A Serosa é membrana que reveste internamente diversos órgãos e que é umidificada por secreção líquida que contém, quase sempre, quantidade maior ou menor de muco.

Serosa: cada uma das membranas que segregam serosidade em sua face interna, e revestem uma determinada cavidade do corpo; são elas as pleuras, o pericárdio e o peritônio.

O revestimento de alguns órgãos, como o estômago, o cólon, etc., por membrana serosa, e que pode, ou não, ser completo.

Serosa

Serosa

Serosa
Membrana dupla serosa

Fonte: www.lookfordiagnosis.com

Serosa

MEMBRANAS SEROSAS

As membranas serosas delimitam as cavidades do tronco refletidasno interior das vísceras móveis que se situam dentro destascavidades.

Serosa

Disposição da pleura no interior da cavidade torácica.
Observar que, sob condições normais, a cavidade pleural é umespaço semelhante a uma fenda,
e as camadas parietal e visceralda pleura estão separadas por pequena quantidade de líquidoseroso
.

Consistem em uma camada lisa de mesotélio, mantida por uma finacamada de tecido conectivo.

A membrana serosa que delimita aparede da cavidade é denominada camada parietal , e a que cobreas vísceras é denominada camada visceral .

O estreito intervalo emforma de fenda que separa estas camadas forma as cavidades pleural, pericárdica e peritoneal e contém pequena quantidade delíquido seroso, o líquido pleural . Este lubrifica a superfície dasmembranas e permite que as duas camadas deslizem facilmenteuma sobre a outra.

Os mesentérios, omenta e ligamentos serosos são descritos emoutros capítulos deste livro.

Fonte: amadeuw.com.br

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