Entenda por que algumas mulheres aceitam ser "a outra" e veja como sair de uma situação assim.
Aceitar ou não ser a outra
Quando uma mulher se apaixona por um homem comprometido, de cara, tem que aceitar uma espécie de contrato: aceitar ou não ser a amante. "Pela minha experiência, as que se negam de imediato têm mais chance de ficar com o amado. As que dizem sim, na esperança de que um dia mudarão a situação, viram mesmo a segunda opção", diz a psicóloga Claudia Guglieri.
Se a mulher só quiser mesmo diversão, não terá grandes conflitos nessa hora. Mas se sonha com uma relação estável, a coisa complica. "Quando ambos estão satisfeitos, tudo bem. E se há expectativas frustradas, uma das partes sofrerá", assinala.
O lado bom e o ruim de ser amante
"Quando uma mulher aceita sair com um homem comprometido sabe dos prós e contras", diz Marcelo Puglia, autor de "Mulheres que se Apaixonam por Homens Comprometidos"(Ed. Madras, R$ 24,90). Cabe a ela avaliar o quanto isso pesará na sua vida emocional.
Prós
independência
possibilidade de sair com outros
pouca ou nenhuma discussão, só divide os momentos bons
comodismo, devido à falta de expectativas
Contras
não pode telefonar quando quer
não passa datas importantes ao lado do amado
finais de semana solitários
encontros clandestinos
sofrer preconceito social
Por que elas vão atrás de homens casados?
Sexo
Muitas só querem mesmo saber "daquilo". Elas podem até ter outros parceiros também, mas adoram um casadão "bom de cama".
Solidão
Neste grupo estão as solitárias ou as que vivem relações frustradas. Ela busca no novo parceiro a atenção e o carinho. Não importa se o cara é casado ou não.
Defesa
São aquelas que optam por uma relação "impossível", porque já sabem que será difícil levá-la para frente. O motivo? O medo de se envolver, amar e sofrer.
Virilidade
Algumas creem que casados são melhores no sexo. Uma pesquisa americana revelou que eles são quatro vezes mais atraentes para às mulheres do que os solteiros.
Traumas
As que já passaram por uma relação infeliz, com pais ou amigos, creem que parcerias são assim mesmo, deficientes. E se conformam em embarcar em outras.
A hora de dizer chega
Quem sofre no papel de amante vive a fantasia de que um dia será a parceira oficial de seu amado. Por isso, romper o sonho é o primeiro passo para se libertar do problema.
"Ao se recusar a prosseguir em tal posição, a vida melhorará. Seja porque forçará o homem a tomar uma decisão, que pode ser a de ficar com ela, seja porque, caso ele opte pela esposa, ela estará livre para viver uma relação de verdade".
E a esposa dele?
Muitas amantes acham que a esposa é a verdadeira "outra", rotulando-a como submissa, covarde e até perversa. "A outra é a que não tem o amor e desejo do parceiro. O real, para elas, é o sentimento entre os amantes", diz a antropóloga Mirian Goldenberg, autora de "A Outra".
Há também as que sentem culpa e até solidariedade para com a traída. Mas, tal compaixão não abala sua consciência quando está com o parceiro: viver este amor vence o remorso.
Fonte: mdemulher.abril.com.br
Explicando de forma simples e sem frescura, amor é a afeição profunda, o sentimento que impele os seres para o que lhes parece belo, digno e grandioso, embora o vocábulo também possa ser definido como o conjunto de fenômenos afetivos e cerebrais que constituem o instinto sexual, o desejo carnal, a sensualidade.
Em outras palavras, amante, como adjetivo, é a pessoa que ama alguém
ou alguma coisa, ao passo que, na forma de substantivo, identifica quem mantém
relações ilícitas, ou vive em concubinato, procedimento
esse que pouco a pouco vem sendo aceito como padrão normal de comportamento
nesta nossa terra em que se plantando tudo dá, conforme Pero Vaz Caminha
informou ao rei de Portugal nos idos de 1500.
Alguém já disse que o amante, substantivo, não deve ser
visto como a pessoa que comete um ato de traição, porque sendo
o amor entendido como o afeto de um indivíduo por outro, de sexo diferente,
permite as mais variadas explicações.
Para uns, ele não passa de um sentimento carnal e de ambição; para outros, é a força que preside a ordem no mundo; muitos o consideram um apetite, mesmo vendo nele uma paixão nobre e generosa, enquanto não são poucos os que o encaram como mera função física.
Definições à parte, a verdade é que o preceito bíblico de “crescei e multiplicai-vos” - como forma de garantir a preservação da espécie humana - redundou no ato sexual que agrada a todos, razão pela qual ele de há muito deixou de lado a sua divina razão de ser e transformou-se em simples busca de prazer, um jogo de amor em que os parceiros procuram cada vez mais a completa satisfação corporal de um e outro, por considerá-la essencial e importante em seu próprio gozo.
Ao contrário dos outros animais terrestres, aquáticos ou alados,
que continuam na base do pim, pam, pum... e pronto.
Em razão disso surgiram os sexólogos e terapeutas do amor, gente
especializada em avaliar e consertar as disfunções ou distorções
que eventualmente possam prejudicar a saúde sexual do casal, impedindo
o sucesso de homens e mulheres nesse convidativo, saudável e estimulante
embate corpo-a-corpo.
O que explica as pesquisas regularmente feitas a pedido de gente do ramo,
visando descobrir o que pode ser feito, ou produzido, para estimular a performance
individual dos amantes e permitir-lhes alcançar o ai-ai-ai em todas
as relações amorosas que praticam.
Uma delas foi desenvolvida pela Bayer Shering Pharma para traçar o
perfil do homem “vitalsexual”, termo criado por ela para denominar
quem valoriza a qualidade de sua vida amorosa. E concluiu que esse indivíduo
é ativo, com mais de 40 anos; considera fundamentais o amor e a satisfação
de sua parceira, mantendo com ela um relacionamento estável; acredita
que a espontaneidade nas relações amorosas é essencial,
deseja ter uma vida sexual ativa e prazerosa pelo maior tempo possível,
idêntica à de quando era mais jovem; provavelmente já
teve dificuldades de ereção uma vez, ou mais, e por isso estaria
disposto não só a utilizar medicamentos caso tivesse novamente
esse tipo de problema, como também a conversar sobre ele com sua parceira
e com seu médico.
Um estudo feito pelo Instituto IPSOS-Opinião, a pedido da Bayer-Schering Pharma, revelou que 53% dos mil brasileiros entrevistados (8.000 mil em diversos países das Américas e Europa) se enquadram nesse conceito.
No que diz respeito à mulher, a pesquisa revelou que a “vitalsexual”
também tem mais de 40 anos, é independente, considera o sexo
fundamental, quer espontaneidade nas suas relações íntimas,
mais diálogo, e acredita na importância da satisfação
do parceiro.
Em “Mapa do Amor”, obra cuja apresentação diz que
“Embora existam muitos livros sobre o amor, poucos se baseiam no conhecimento
científico. Este foi escrito tendo como base centenas de estudos nacionais
e internacionais sobre o tema, o que lhe confere amplitude e seriedade.
O autor aborda, entre outros assuntos, a capacidade de amar, os caminhos
para iniciar um relacionamento amoroso, a seleção de parceiros,
além de analisar como as pessoas flertam e os fatores que limitam o
envolvimento, como a timidez. Obra indicada para todos os que estão
iniciando relacionamentos amorosos e também para aqueles que estão
tendo dificuldades nessa área, pois nela poderão encontrar os
esclarecimentos de suas dúvidas”, seu autor, o psicólogo
Ailton Amélio da Silva, esclarece que a beleza se fundamenta na harmonia
de traços, e por isso elas, as mulheres, desejam homens bonitos, altos
e de voz forte, com ombros e quadris proporcionais, maxilar largo, tórax
desenvolvido e sem cintura fina. Além disso, devem ter olhos meigos
e pele macia, pequenos detalhes que servem para suavizar sua masculinidade.
Pesquisa realizada a esse respeito verificou que na opinião preponderante
das entrevistadas, isso é verdade, porque essa história de beleza
interior é um “conto da carochinha” que embora tenha tido
a sua vez e época, hoje pertence ao passado. No dizer de todas elas,
“é claro que queremos um namorado legal, mas ele tem que agradar
visualmente, pois não existe nada mais estimulante do que abrir os
olhos e deparar com um ‘gato’ deitado ao nosso lado”.
O dia dos amantes é comemorado a cada 22 de setembro, mas não custa nada encurtar esse prazo para o mínimo possível. Como o casal só tem a ganhar com isso, é sempre válido experimentar, não é mesmo?
Fonte: www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br