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Dia Mundial da Alfabetização

08 de Setembro

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) celebra, hoje (08), o Dia Internacional da Alfabetização. O Dia, criado em 1967, tem o objetivo de "despertar a consciência da comunidade internacional e chegar a um compromisso em matéria de educação e desenvolvimento".

Para este ano, a ideia é destacar o papel e a importância da alfabetização para a participação, a cidadania e o desenvolvimento.

É importante ressaltar que, atualmente, estar alfabetizado significa não só soletrar palavras ou rabiscar o nome. Uma pessoa alfabetizada deve saber ler, escrever, compreender e transmitir suas ideias por escrito.

Segundo a Unicef, no mundo, 776 milhões de adultos são analfabetos e 75 milhões de crianças estão descolarizadas. O analfabetismo está relacionado à pobreza e às desigualdades sociais.

De acordo com informações do Sistema de Informação de Tendências Educativas na América Latina (Siteal), "os mais vulneráveis são os que vivem os maiores níveis de exclusão, a quem se nega o ingresso e a permanência nos processos educativos", ademais das pessoas que vivem em regiões rurais.


A situação não é diferente na América Latina. Segundo dados da Campanha Latino-americana pelo Direito à Educação (Clade), cerca de 35 milhões de pessoas maiores de 15 anos se consideram analfabetas na região. Ou seja, de cada 100 latino-americanos jovens e adultos, dez não sabem ler nem escrever, o que representa 10,3% da população de 15 anos ou mais.

É importante destacar que as cifras também não são iguais para todos os países da região. No Haiti, por exemplo, metade das pessoas é analfabeta. Situação parecida vive a população de Honduras, El Salvador e Nicarágua, onde cerca de 20% não sabe ler. Por outro lado, Chile, Uruguai, Argentina e Cube têm o índice mais reduzido da região, com 4% da população analfabeta.

Equador sem analfabetismo

Equador, por sua vez, recebe hoje a declaração da Unesco de "território livre de analfabetismo". Desde 2007, o país combate o analfabetismo. De acordo com informações da Telesul, dois anos depois, Equador consegue a alfabetização de umas 420 mil pessoas.

Hoje, o país sul-americano apresenta 2,7% da população sem saber ler e escrever, quase sete pontos percentuais a menos que em 2007. Segundo a Unesco, para solicitar a declaratória de nação livre de analfabetos, a população analfabeta no país não pode superar 3,9% do total de cidadãos.

Fonte: www.adital.com.br

Dia Mundial da Alfabetização

08 de Setembro


O dia mundial da alfabetização é comemorado em 8 de setembro.

A alfabetização é o processo que desenvolve as habilidades de leitura e de escrita de um sujeito, tornando-o capaz de identificar e decifrar os códigos escritos.

A UNESCO se comprometeu a diminuir os índices de analfabetismo no mundo, pois nos países subdesenvolvidos cerca de 25% de adultos e crianças não sabem ler e escrever, chegando a um total de novecentos milhões de pessoas.

O índice de cidadãos alfabetizados de um país indica o nível de desenvolvimento do mesmo. Quanto mais pessoas analfabetas, menos desenvolvimento. Isso faz com que governantes procurem favorecer suas estatísticas, criando projetos que melhorem essas taxas, mas não garantem o aprendizado, como a educação por ciclos, onde os alunos não podem repetir o ano, sendo aprovados para as séries seguintes, mesmo apresentando grandes deficiências.

Os métodos mais utilizados no processo de alfabetização normalmente levam os nomes de seus precursores. Jean Piaget, Montessori, e Paulo Freire são exemplos disso.

A comemoração da data no Brasil acontece desde 1930, no dia 14 de novembro, data da fundação do Ministério da Educação e Saúde Pública. Foi uma importante conquista do governo de Getúlio Vargas, que havia acabado de tomar posse.

A criação do ministério visava promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.

Em 2000, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizou o censo sobre educação, concluindo que o índice de analfabetismo no país atinge cerca de 13% da população do Brasil com mais de dez anos de idade; a população de analfabetos absolutos de nosso país ultrapassa o número de 16 milhões. Além desses índices, existem as pessoas com mais de quinze anos que não permaneceram por quatro anos nas escolas, consideradas analfabetas funcionais – leem, mas não interpretam, numa margem de trinta milhões de brasileiros.

As grandes incidências de analfabetismo em um país o deixa mais propenso a aceitar as imposições dos governantes, assim como dos meios de comunicação de massa, pois essa parte da população torna-se despreparada para compreender os problemas sociais e lutar por seus direitos enquanto cidadãos.

Fonte: www.emdianews.com.br

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