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Simbiose

A Simbiose e a Evolução

Simbiose
Os liquens são bons exemplos de simbiose

A Simbiose ( uma relação entre seres vivos vantajosa para todos) é um dos modos que a natureza achou para que a Evolução aconteça.

É como uma caixa de ferramentas para a Evolução. Os seres vivos eucariontes, a própria célula eucarionte, pode ter surgido assim.

Imagine um ser vivo procarionte que se associa a outro. Um dos seres vivos é capaz de fazer moléculas mais complexas de substâncias inorgânicas ( como a água e o gás carbônico), em presença da Luz Solar. E outro é capaz de dar um suporte, como uma proteção, para o primeiro.

Estabelece-se assim uma troca de favores: um dá a proteção e o outro produz moléculas que irão produzir energia.

Talvez, tenha sido assim que uma célula procarionte se juntou a outra.

Primeiro, de maneira facultativa: hora estavam unidas, hora não. E depois de maneira absolutamente dependente uma da outra.

Pode ter sido assim que os cloroplastos tenham aparecido. Uma evidência é que essas organelas têm material genético próprio.

Por que os cloroplastos têm esse material genético próprio?

Talvez, em uma passado remoto tenham sido como as bactérias fotossintetizantes atuais.

Outro exemplo, bem semelhante a esse , pode ter acontecido com a mitocôndrias. Essa organelas são responsáveis por converter glicose e oxigênio em energia.

Pode ter acontecido uma simbiose, a muito tempo atrás, entre uma célula procarionte e outra também procarionte. Mas uma delas era altamente especializada em converter oxigênio e glicose em energia.

Uma evidência forte para isso é que, além da mitocôndria ter material genético próprio, muitos protozoários que vivem em simbiose com bactérias não têm mitocôndrias mas realizam respiração aeróbia por intermédio das bactérias, localizadas no interior de vacúolos.

Simbiose
Possíveis mecanismos de endosimbiose da mitocôndria e do cloroplasto

A maioria das relações simbióticas podem ter acontecido puramente facultativas. Após muitas gerações, as espécies que se mostraram mais bem adaptadas foram selecionadas pelo meio ambiente.

Ou seja: a célula que conseguiu se manter mais em simbiose com outra e com isso obteve mais condições de sobreviver, teve mais sucesso em se reproduzir e passou essa característica para a geração seguinte.

Essa teoria é conhecida por simbiogênese. E é bastante ampla e bem reconhecida entre os especialistas.

Fonte: dicasdeciencias.com

Simbiose

Relação interespecífica entre dois ou mais indivíduos que lhes permite viver com vantagens mútuas. Em casos extremos, os simbiontes, elementos intervenientes nesta relação, não podem viver quando se interrompe a associação. Pode contudo acontecer que dois indivíduos se proporcionem benefícios mútuos, mas ambos possam fazer vida independente sem que tal cause qualquer dano. Neste caso, fala-se em cooperação, embora muitas vezes se atribua à simbiose um significado mais amplo que inclui também esta forma de associação.

É muito frequente que a associação dos simbiontes se realize por intermédio de adaptações anatómicas ou funcionais características. Entre os exemplos de simbiose pode mencionar-se os casos dos líquenes, que resultam da associação de uma alga com um fungo; das micorrizas, que são associações de fungos com raízes de plantas superiores; e das bacteriorrizas, que são associações de bactérias com raízes de plantas leguminosas.

Conhecem-se também exemplos em que se associa um animal e um vegetal ou dois animais. Como exemplo dos primeiros, podem citar-se numerosas simbioses digestivas ou nutricionais; como a de algumas algas unicelulares com determinados animais, como medusas, turbelários e moluscos, ou as simbioses de animais fitófagos (comedores de plantas) com diversas bactérias e protozoários que digerem a celulose dos seus alimentos. São bem conhecidos os casos dos ruminantes (touro, ovelha, cabra, girafa, etc.) que graças às simbioses digestivas são capazes de aproveitar a enorme quantidade de celulose contida nos vegetais de que se alimentam. Também se incluem, neste grupo de simbiose, os animais granívoros, que se alimentam de cereais, e os animais xilófagos, como as térmitas, que se alimentam de madeira, graças à simbiose com alguns protozoários flagelados que têm a capacidade de digerir a celulose.

Outro caso interessante de simbiose digestiva é a de determinados animais hematófagos (que se alimentam de sangue), como as sanguessugas, as carraças (aracnídeos), algumas moscas e certos mosquitos, que mantêm simbiose com bactérias específicas que colaboram na digestão das hemácias sugadas às suas vítimas.

Embora a cooperação não seja uma simbiose no sentido restrito do termo, é muitas vezes difícil, na prática, determinar até que ponto a colaboração entre os indivíduos determina a dependência mútua. Por esta razão, estes casos são muitas vezes incluídos na simbiose.

Um exemplo típico de cooperação é a associação do caranguejo eremita ou casa alugada com diferentes actínias ou com colónias de hidras. Outro exemplo é a associação que os crocodilos mantêm com algumas aves. Estas obtêm facilmente alimento sobre o corpo do crocodilo, que deixa limpar dos dentes e da boca os parasitas que aderem à sua pele e à sua mucosa bucal.

Em sítese:

Simbiose - tipo de vida compartilhado por duas espécies em que ambas se ajudam mutuamente.

Fonte: www.infopedia.pt

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