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Simbiose

 

Simbiose uma estreita, associação prolongada entre dois (ou mais) de organismos de diferentes espécies que podem, mas não necessariamente, beneficiar cada membro.

As interações biológicas específicas da simbiose pode ser subdividido em três:

Mutualismos, que ambos os organismos se beneficiam,
Comensalismo, em que apenas um deles benefícios, mas a outra não é afetado
Parasitismo, onde uma benefícios e a outro organismo

Por que é importante simbiose?

Simbiose é a estreita associação entre indivíduos de espécies diferentes, que ocorrem dentro de uma comunidade inteira.

São interações de espécies diferentes, e importante para manter um ecossistema saudável

Por que a simbiose acontece?

A Simbiose pode ocorrer entre os animais, plantas, fungos ou qualquer combinação dos mesmos.

Cada organismo contribui com algo que beneficia a sobrevivência do outro e, por sua vez, recebe um benefício de sobrevivência do seu próprio

Quais são os tipos de simbiose?

Mutualismo, comensalismo e parasitismo. Mutualismo acontece quando duas espécies se beneficiar do navio relação entre eles.

Um líquen é uma relação de mutualismo entre uma alga e um fungo. O fungo fornece uma úmido, casa nutritiva para as algas.

As algas fornece o alimento pela fotossíntese. Comensalismo é uma relação entre duas espécies em que uma espécie não prejudicou nem ajudou.

Pequenos peixes comensais esconder dos predadores perto dos tentáculos venenosos de uma água-viva. A água-viva não é afetada pelos peixes.

Parasitismo é uma relação em que um organismo vive com outro organismo e sem prejudica-lo de forma alguma.

Definição

Simbiose é uma relação estreita entre duas ou mais espécies diferentes.

Tipos

Existem três tipos de simbiose vamos descobrir:

Comensalismo - A relação onde uma espécie obtém comida ou abrigo das outras espécies. Não prejudicar ou ajudar as outras espécies.
Mutualismo -
A relação em que ambas as espécies se beneficiam do relacionamento.
Parasitismo -
A relação entre duas espécies em que uma espécie (parasita) se alimenta em detrimento das outras espécies.

Fonte: www.cals.ncsu.edu

Simbiose

O que é a simbiose?

Simbiose é uma forma de mutualismo, uma relação em que duas espécies diferentes se beneficiam.

Em simbiose, os organismos vivem perto, ou até mesmo em um dentro do outro.

Um exemplo de simbiose é a relação entre anêmonas do mar e caranguejos eremitas.

Os caranguejos incentivam as anêmonas a se agarrar em seus escudos, em seguida, viajam com eles ao longo do fundo do oceano. É uma situação ganha-ganha.

As anêmonas usam seus tentáculos como cachecol sobre os caranguejo e assim mantem os polvos e outros inimigos do caranguejo na baía.

O caranguejo protege as anêmonas de seus inimigos também.

Lembra-se daqueles filmes de natureza que muitas vezes vimos e que os pássaros assentavam nas costas de zebras e hipopótamos?

É uma relação simbiótica.

Os pássaros oxpeckers africanos, e enquanto eles comem carrapatos na peles dos grandes animais, eles têm um propósito mais sinistro.

Seu outro nome é pássaro vampiro, e tiram sangue das feridas abertas feita pelos carrapatos.

Eles, de fato, consumem carrapatos, também, para que os seus anfitriões provavelmente considerá-los uma troca justa.

Animais, incluindo seres humanos, e as bactérias têm uma relação simbiótica que tem caminho de volta.

Na verdade, os cientistas acreditam que mais de um bilhão de anos atrás, um predador como as bactérias comiam as bactérias menores, que não só sobreviveram, mas prosperaram, no corpo do hospedeiro. A vítima eventualmente evoluiu para um sistema de fornecimento de energia para o seu hospedeiro e, finalmente, os dois se tornaram uma célula, o início de todas as espécies multicelulares.

Endossimbiose ocorre quando um dos membros da relação benéfica vive dentro de outro.

Enquanto os comerciais de iogurte fizeram todos nós cientes das bactérias que vivem em nosso intestino, esses ajudantes digestivos são apenas uma fração das bactérias em nosso corpo. Os cientistas estimam que cada um de nós temos mais de 100 trilhões de células bacterianas, mais de 10 vezes o número de nossas células humanos. Estas bactérias têm um enorme efeito sobre a nossa saúde, regulando se vamos ou não ter uma doença ou até mesmo a forma como metabolizar comida. Bactérias do intestino podem até influenciar a química do cérebro.

Fonte: curiosity.discovery.com

Simbiose

Simbiose - O que é? Que tipos existem?

Simbiose
Simbiose

A simbiose é um tipo de relação que beneficia mutuamente vários (pelo menos dois) organismos de espécies diferentes.

Numa relação simbiótica os organismos agem em conjunto de modo a obterem assim um maior proveito, isto pode levar a que se realizem especializações no funcionamento de cada espécies.

Existem dois tipos de simbiose: simbiose forçada e simbiose facultativa.

A simbiose forçada ocorre quando os organismos dependem da relação simbiótica que mantém com o outro organismo para poderem sobreviver.

A simbiose facultativa ocorre quando as duas espécies podem viver sem que se estabeleça uma relação simbiótica ou podem trocar de parceiro, sem que saiam prejudicadas.

Fonte: www.geocities.com

Simbiose

Simbiose
Rêmora aderida ao corpo de uma raia: um exemplo de comensalismo, tipo de associação simbiótica

Associação de dois tipos de organismo que vivem juntos, na qual pelo menos um deles se beneficia do outro, geralmente sem prejudicá-lo. A palavra simbiose é de origem grega – significa viver junto. Os seres que vivem em simbiose são chamados simbióticos.

Existem três tipos de simbiose: parasitismo, comensalismo e mutualismo.

No parasitismo, um organismo obtém alimentação e abrigo à custa do outro. Excelente exemplo de parasitismo é dado pelo ancilóstomo, verme que pode viver no intestino do homem e de outros animais.

No comensalismo, um organismo obtém migalhas que sobram da alimentação do hospedeiro que o abriga. Pouco ou nenhum dano é causado. A rêmora, por exemplo, adere ao corpo de tubarões, raias e tartarugas do mar, obtendo transporte e proteção. Quando os hospedeiros comem uma presa, as rêmoras soltam-se e devoram os pedaços que sobram.

No mutualismo, ambas as partes se beneficiam. Este ocorre naturalmente quando uma alga e um fungo crescem juntos e formam um líquen. Ambos os organismos tiram proveito dessa estreita associação. O fungo, que não pode produzir seu alimento, retira-o da alga que, por sua vez, é protegida pelo fungo.

Fonte: www.klickeducacao.com.br

Simbiose

A Simbiose e a Evolução

Simbiose
Os liquens são bons exemplos de simbiose

A Simbiose ( uma relação entre seres vivos vantajosa para todos) é um dos modos que a natureza achou para que a Evolução aconteça.

É como uma caixa de ferramentas para a Evolução. Os seres vivos eucariontes, a própria célula eucarionte, pode ter surgido assim.

Imagine um ser vivo procarionte que se associa a outro. Um dos seres vivos é capaz de fazer moléculas mais complexas de substâncias inorgânicas ( como a água e o gás carbônico), em presença da Luz Solar. E outro é capaz de dar um suporte, como uma proteção, para o primeiro.

Estabelece-se assim uma troca de favores: um dá a proteção e o outro produz moléculas que irão produzir energia.

Talvez, tenha sido assim que uma célula procarionte se juntou a outra.

Primeiro, de maneira facultativa: hora estavam unidas, hora não. E depois de maneira absolutamente dependente uma da outra.

Pode ter sido assim que os cloroplastos tenham aparecido. Uma evidência é que essas organelas têm material genético próprio.

Por que os cloroplastos têm esse material genético próprio?

Talvez, em uma passado remoto tenham sido como as bactérias fotossintetizantes atuais.

Outro exemplo, bem semelhante a esse , pode ter acontecido com a mitocôndrias. Essa organelas são responsáveis por converter glicose e oxigênio em energia.

Pode ter acontecido uma simbiose, a muito tempo atrás, entre uma célula procarionte e outra também procarionte. Mas uma delas era altamente especializada em converter oxigênio e glicose em energia.

Uma evidência forte para isso é que, além da mitocôndria ter material genético próprio, muitos protozoários que vivem em simbiose com bactérias não têm mitocôndrias mas realizam respiração aeróbia por intermédio das bactérias, localizadas no interior de vacúolos.

Simbiose
Possíveis mecanismos de endossimbiose de mitocôndria e do cloroplasto

A maioria das relações simbióticas podem ter acontecido puramente facultativas. Após muitas gerações, as espécies que se mostraram mais bem adaptadas foram selecionadas pelo meio ambiente.

Ou seja: a célula que conseguiu se manter mais em simbiose com outra e com isso obteve mais condições de sobreviver, teve mais sucesso em se reproduzir e passou essa característica para a geração seguinte.

Essa teoria é conhecida por simbiogênese. E é bastante ampla e bem reconhecida entre os especialistas.

Fonte: dicasdeciencias.com

Simbiose

O que é

Relação interespecífica entre dois ou mais indivíduos que lhes permite viver com vantagens mútuas. Em casos extremos, os simbiontes, elementos intervenientes nesta relação, não podem viver quando se interrompe a associação. Pode contudo acontecer que dois indivíduos se proporcionem benefícios mútuos, mas ambos possam fazer vida independente sem que tal cause qualquer dano. Neste caso, fala-se em cooperação, embora muitas vezes se atribua à simbiose um significado mais amplo que inclui também esta forma de associação.

Simbiose
Os líquenes são exemplo de simbiose entre dois organismos: alga e fungo. A alga faz a fotossíntese
e fabrica matéria orgânica necessária à vida do fungo.
O fungo fornece matéria mineral e retêm água

Associação

É muito frequente que a associação dos simbiontes se realize por intermédio de adaptações anatómicas ou funcionais características. Entre os exemplos de simbiose pode mencionar-se os casos dos líquenes, que resultam da associação de uma alga com um fungo; das micorrizas, que são associações de fungos com raízes de plantas superiores; e das bacteriorrizas, que são associações de bactérias com raízes de plantas leguminosas.

Exemplo

Conhecem-se também exemplos em que se associa um animal e um vegetal ou dois animais. Como exemplo dos primeiros, podem citar-se numerosas simbioses digestivas ou nutricionais; como a de algumas algas unicelulares com determinados animais, como medusas, turbelários e moluscos, ou as simbioses de animais fitófagos (comedores de plantas) com diversas bactérias e protozoários que digerem a celulose dos seus alimentos. São bem conhecidos os casos dos ruminantes (touro, ovelha, cabra, girafa, etc.) que graças às simbioses digestivas são capazes de aproveitar a enorme quantidade de celulose contida nos vegetais de que se alimentam. Também se incluem, neste grupo de simbiose, os animais granívoros, que se alimentam de cereais, e os animais xilófagos, como as térmitas, que se alimentam de madeira, graças à simbiose com alguns protozoários flagelados que têm a capacidade de digerir a celulose.

Outro caso interessante de simbiose digestiva é a de determinados animais hematófagos (que se alimentam de sangue), como as sanguessugas, as carraças (aracnídeos), algumas moscas e certos mosquitos, que mantêm simbiose com bactérias específicas que colaboram na digestão das hemácias sugadas às suas vítimas.

Embora a cooperação não seja uma simbiose no sentido restrito do termo, é muitas vezes difícil, na prática, determinar até que ponto a colaboração entre os indivíduos determina a dependência mútua. Por esta razão, estes casos são muitas vezes incluídos na simbiose.

Um exemplo típico de cooperação é a associação do caranguejo eremita ou casa alugada com diferentes actínias ou com colónias de hidras. Outro exemplo é a associação que os crocodilos mantêm com algumas aves. Estas obtêm facilmente alimento sobre o corpo do crocodilo, que deixa limpar dos dentes e da boca os parasitas que aderem à sua pele e à sua mucosa bucal.

Em síntese:

Simbiose - tipo de vida compartilhado por duas espécies em que ambas se ajudam mutuamente.

Fonte: www.infopedia.pt

Simbiose

Simbiose no casamento

Simbiose
Simbiose

A simbiose é um conceito que pertence à biologia, e denota a associação entre dois seres que beneficia a ambos; melhor, ambos seres precisam de tal associação para continuarem vivos e produtivos.

Já dá para entender como esse conceito é transportado para as relações de casal: os dois não conseguem viver um sem o outro. 

Vamos começar fazendo algumas distinções.

Toda relação se constrói a partir de uma "troca" que pode parecer e, muitas vezes, é simbiótica: pais e filhos, amigos, casais e até empresas, grupos e assim em diante. Se estamos num relacionamento é porque ele nos dá algo de importante. Que esse "algo" nem sempre seja saudável são outros quinhentos.

Para o sistema mental da pessoa, para seus hábitos, medos e limites, a vantagem se apresenta de alguma forma como superior aos riscos que uma possível mudança traria.

Na relação entre pais e filhos, onde aparentemente, os filhos são os que ganham mais, é bom lembrar do espaço gigantesco que estes ocupam na vida e no coração de seus pais. Além de responsabilidades e problemas, crianças oportunizam adultos que, talvez nunca teriam essa chance, de se sentirem importantes,  de estar "acima" de alguém - se amor e crescimento recíproco não fossem suficientes.

Uma segunda noção que precisamos esclarecer é a idéia de que quando se ama de verdade se tende a "não poder viver sem a outra pessoa". A atração sexual ou aquela íntima e profunda cria uma tamanha sinergia de forças que duas pessoas podem superar muitos obstáculos para estarem juntas. Por outro lado, porém, faz parte das qualidades do amor dar a força para aguentar a distância, quando ela for necessária. Distanciamento físico ou emocional podem marcar alguns momentos da relação amorosa. Porque ninguém é pronto e resolvido e  porque a vida é imperfeita, amar não equivale a ter sempre momentos agradáveis e cheios de compreensão recíproca. Portanto, o "não posso viver sem você" do pique do amor romântico é um modo de dizer que tem valor num plano simbólico, enquanto que no concreto deve fazer lugar à maduridade de saber lidar com altos e baixos e com as contradições.

O casamento simbiótico é algo diferente. Ele é o resultado, geralmente, da união entre duas pessoas durante sua juventude, quando sua referência à família de origem e, sobretudo, às feridas e faltas que esta lhes deixou estão ainda fortemente gravadas na alma, gerando anseio por preenchimento. Os pombinhos inicialmente tendem a repetir o padrão mamãe-papai, prova é que há casais que chamam uns aos outros "filho" e "filha". Se o padrão de base das relaçãoes entre homens e mulheres é o do pai-filha e o da mãe-filho, nos casais simbióticos esse modelo é levado ao extremo, e literalmente os dois não sabem estar sem o outro.

Falta-lhe autonomia e independência.

A ausência de autonomia é a incapacidade de realizar atividades próprias à personalidade de cada um, e tomar escolhas que dizem respeito aos gostos de cada indivíduo. A individualidade lentamente se eclipsa e os dois formam um todo informe no qual não se distingue mais quem é quem. Se a autonmia é a capacidade de fazer coisas sozinhos, independência é aquela de ter iniciativa por si próprios. A pessoa independente não pede permissão para fazer o que sente vontade e é importante para ela. Ela própria se autoriza, seguindo seus instintos e pensamentos. No casal simbiótico, esses dois aspectos essenciais para o desenvolvimento saudável do ser humano se perdem, ou são sufocados.

O casal simbiótico é como um indivíduo com duas cabeças mas um corpo só. Mentalmente, eles continuam se sentindo diferentes um do outro, sabem reconhecer perfeitamente as falhas e qualidades de cada um, os hábitos e preferências. Mas, por baixo dessa camada consciente, existe o emaranhado de sentimentos inconscientes que eles partilham e os amarram.

O nó da meada é que eles sua união é funcional à cada um conseguir ir adiante na vida. Psicologicamente falando, uma série de projeções foi realizada sobre o outro, investindo não só sua função (por ex., trazer dinheiro para casa ou cuidar da casa), mas um nível mais profundo. O outro representa um pedaço de si, ou vários pedaços de si, ocupando um lugar tamanho e de tal relevo na vida psicológica da pessoa que, no bem ou no mal, ela não consegue fazer sem.

O problema dessa situação é que não conta com as mudanças. Apesar de tudo, a força evolutiva do ser humano é fenomenal. Nada permance igual e tudo muda.

Mudamos, queiramos ou não. Mesmo numa situação psicologicamente amputada, como a do casal simbiótico, a pressão interna na direção da individuação (que implica necessariamente em maior autonomia e independência) insiste e perturba. Aquele dos dois que está "para trás", aquele no qual este processo está mais sufocado, começa a se sentir inseguro e ansioso. Aquele que está "para frente", no qual a pressão interna tem mais via livre (geralmente de forma totalmente inconsciente), sentir-se-á "sufocado" pelo modelo de relação na qual está.

A vontade interna de novas experiências vai crescendo inexoravelmente. É como um cavalo jovem, cheio de vida e relinchando, desejoso de poder galopar livre pelas pradarias.

Na falta da liberdade verdadeira, que só viria evoluindo para fora desse modelo de relação, duas coisas podem ocorrer: sufoca-se mais energicamente o espírito de liberdade, inclusive com a ajuda de remédios ansiogênicos e calmantes; ou se encontra essa autonomia de forma escondida e nos espaços mais ilícitos, como traições pelos cantos, mentiras e subterfúgios.

Transformar uma situação dessa para melhor é complicado porque toda e qualquer mudança é percebida pelo casal simbiótico como ameaçadora. É como dividir gêmeos siameses, grudados pelo corpo. Há o risco da morte, que no caso do casal simbiótico é o risco de matar a relação, ou o impulso evolutivo que exige que ela seja renovada e, com ele, aniquiliar a individuação de cada um. Entretanto, adiar o processo de mudança, uma vez que as sementes já foram postas, na forma de insegurança, ansiedade, desconfiança e mentiras, promete um futuro sombrio.

O paradoxo desse tipo de relação é foi justamente graças à simbiose que ambos os indivíduos cresceram como pessoas ao ponto de sentirem agora a necessidade interior de ir além. É por causa da simbiose que hoje cada um têm condições de poder ir adiante sem ela. O tempo está maduro, é hora de virar gente grande.

Adriana Tanese Nogueira

Fonte: www.psicologiadialetica.com

Simbiose

Simbiose
Simbiose

Amor ecológico entre o crocodilo e a ave- palito.

Alguém nessa vida já te disse que esteve simbióticamente bem com você?Pra mim disseram.Pois é! acho que ouvi essa palavra em alguma aula de biologia, ou coisa do gênero, mas nunca me passou pela cabeça que alguém nessa vida fosse capaz de referir-se a quimica entre casais de forma tão ecológica.Puro romantismo ecológico, ou o que?

Simbiose é uma relação mutuamente vantajosa entre dois ou mais organismos vivos de espécies diferentes. Na relação simbiótica, os organismos agem ativamente (elemento que distingue "simbiose" de "comensalismo") em conjunto para proveito mútuo, o que pode acarretar especializações funcionais de cada espécie envolvida. A simbiose também é chamada de protocooperação.

Há alguma indefinição nos conceitos associados a este termo. Assim, dever-se-á ter presente que a simbiose implica uma inter-relação de tal forma íntima entre os organismos envolvidos que se torna obrigatória. Quando não existe obrigatoriedade na relação, dever-se-á utilizar antes o termo/conceito protocooperação."

Cooperação, Protocooperação ou Mutualismo Facultativo é toda relação ecológica harmônica, em que ambas as espécies são beneficiadas mas uma pode viver independentemente da outra.

A protocooperação é uma relação benéfica para ambas as espécies, embora não lhes seja indispensável.

Os seres associados mantêm certa independência: apenas se beneficiam das associações mais ou menos duradouras que estabelecem.

Exemplo de protocooperação:

A relação que ocorre entre as aves-palito e os crocodilos: freqüentemente existem sanguessugas e restos de comida entre os dentes dos crocodilos. Por causa disto, o crocodilo abre a boca e permite que a ave-palito pouse dentro dela para se alimentar dos restos de comida e das sanguessugas. Assim, o crocodilo fica livre desses "incômodos" e a ave-palito obtém alimento de maneira fácil e segura (porque o crocodilo não fecha a boca, e nenhum predador da ave-palito se aproxima do crocodilo).

Fonte: cammilaeabusca.com.br

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