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Síria

     

A atual Síria, que não coincide com a antiga região do mesmo nome, berço de antiqüíssimas civilizações, esbarra na instabilidade política do Oriente Médio em sua tentativa de fugir ao subdesenvolvimento e enfrenta um aumento populacional difícil de assimilar num país na maior parte desértico.

A Síria situa-se no Oriente Médio, na costa leste do mar Mediterrâneo, no extremo sudoeste do continente asiático. Ocupa uma superfície de 185.180km2, com forma aproximadamente triangular. Limita-se ao norte com a Turquia; a leste e a sudeste com o Iraque; ao sul com a Jordânia; a sudoeste com Israel e Líbano; e a oeste com o mar Mediterrâneo. As colinas de Golan, no sudoeste de seu território, foram ocupadas em 1967 por Israel, que anexou a área unilateralmente em 1981.

O clima sírio é mediterrâneo na estreita orla costeira e na região montanhosa ocidental, com precipitações relativamente abundantes e temperaturas médias moderadas, mas com uma longa estação seca de maio a outubro. No resto do país, o clima é desértico ou semidesértico, com chuvas escassas, além de verões e invernos mais rigorosos do que no litoral. Na costa, a temperatura média varia de 13°C em janeiro (inverno) a 27°C em agosto (verão). No leste, esses números são de, respectivamente, 5°C e 40°C.

Longos períodos de domínio externo prejudicaram a formação de uma cultura nacional síria. A educação ficou restrita a um pequeno grupo, que preservou as antigas bibliotecas e manuscritos do país. Após a independência, em 1946, uma nova vida cultural começou a despertar, em grande parte por intermédio de um pequeno número de clubes que recebiam ajuda financeira do estado. O governo tem sido ativo na direção e promoção da vida cultural. Objetivo importante tem sido a afirmação de uma identidade nacional árabe, a despeito de influências culturais estrangeiras.

Fonte: www.happydayturismo.com.br

Síria
     
Na Síria, a comida é boa, barata e segura

Damasco

Comer na Síria é bom, barato e seguro. Como não poderia deixar de ser em um país com tanta tradição gastronômica, há boas opções na maioria dos lugares, desde mercados e pequenos comércios de rua a restaurantes mais sofisticados.

A melhor dica é: aproveite as oportunidades. Viu algo apetitoso, pare e experimente imediatamente - porque não é certo que surgirá uma chance semelhante.

Os mercados de Damasco e Aleppo são locais onde, quando menos se espera, surge uma guloseima imperdível.

Há desde pequenas lojas que vendem os mais diferentes tipos de salgadinhos a especialistas em frutas secas, como tâmaras, figos e damascos - e balas de diversos tipos e qualidades. É tudo muito bem arrumado e colorido, e os comerciantes são simpáticos e deixam os turistas experimentarem antes de decidir o que comprar.

Nas ruelas antigas das duas principais cidades sírias, fique de olho em pequenos comércios que vendem esfiha feita na hora. Escolha o sabor e a esfiha vai para o forno na sua frente.

Outra opção deliciosa é um tipo de pão feito sobre uma chapa de ferro em formato côncavo. A massa é derramada sobre essa superfície incandescente, espera-se um pouco até que comece a ficar sólida e, então, coloca-se algum recheio, que pode ser de queijo, molho de tomate ou um molho mais apimentado. Aquele pão fininho é enrolado como se fosse um charuto e, pronto, é só sair comendo, andando pelas ruas. Uma delícia.

E tem o falafel, claro, um bolinho frito à base de grão-de-bico, que é colocado em um pão sírio, acompanhado de diversos tipos de salada e creme de homus com tahine. Fique bem atento porque não é em todo lugar que você encontrará um falafel feito na hora, crocante e saboroso. Quando encontrar um, pare tudo e não perca.

Esqueça o Regime

E como não falar dos doces, tão variados e apetitosos. Em Damasco também tem, mas Aleppo é o local ideal para saborear as receitas à base de nozes e pistache, entre outras opções. Esqueça o regime - e desfrute.

Lembro-me também da surpresa e do prazer de tomar suco de laranja, a fruta espremida na hora, numa pequena barraca do mercado de Aleppo. Aquele líquido de cor maravilhosa, tão viva, o sabor azedo de provocar careta, a sensação de frescor. Foi um momento único de felicidade motivada pelo paladar. Saindo das ruas e entrando nos restaurantes, o prazer continua. Por toda parte na Síria é possível comer bem em restaurantes mais ou menos sofisticados. E as porções são sempre muito generosas, especialmente as entradas, como homus, babaganuche e outras pastas. E tem charutinho, quibe, arroz com carneiro... É uma culinária variada, saudável e à qual nós, brasileiros, estamos muito acostumados. Afinal, milhões de habitantes da Síria e do Líbano emigraram para o Brasil durante o século 20.

De maneira geral, as condições de higiene não são um problema no país. É claro que é sempre bom ficar atento, mas não há maior dificuldade em encontrar locais adequados tanto nas ruas quanto em restaurantes. E tem a boa notícia do preço. Nas ruas ou nos pequenos comércios situados nas calçadas, comer é quase de graça. Nos restaurantes há bastante variação, mas dá para se alimentar muito bem e receber uma conta mais do que razoável. Os mais caros, só freqüentados por turistas mais exigentes, dificilmente custam mais do que uns US$ 25 ou US$ 30 por pessoa.

A Síria não é um dos países mais rígidos em relação à regra islâmica que proíbe o comércio e a ingestão de bebidas alcoólicas, mas há locais que respeitam a limitação. Se você gosta de beber uma cerveja ou um vinho durante as refeições, é bom perguntar antes se o restaurante serve álcool.

Outra coisa: o vinho, em geral, é importado do Líbano, que tem uma produção de qualidade internacional. Prove!

Fonte: www.colibri.com.br

Síria
     

Capital: Damasco
Idioma: árabe
Moeda: libra síria
Clima: árido e mediterrâneo
Fuso horário (UTC): +2 (+3)

Pontos turísticos

Palmira

Construída em meio ao deserto, ao pé de uma cadeia de colinas, suas ruínas romanas conservam o esplendor do império. Destruída por um grande incêndio e mais tarde por um terremoto, é possível visitar as ruínas do Templo de Baal, a Grande Colunata, a Ágora, e o Palácio Qala´at ibn Maan, um castelo árabe do século XVII.

Aleppo

Cidade com cidadela, museus e caranvaçarais. Os fascinantes souqs são cobertos, e se extendem por um grande labirinto. Ao norte dos souqs, a Grande Mesquita possui um minarete construído em 1090 e um púlpito entalhado em madeira de grande interesse.

Crac des Chevaliers

Um fabuloso castelo dos Cruzados, está exatamente como era há 800 anos, quando foi construído. O castelo é dividido em duas partes, a muralha externa com treze torres e a muralha interna, que contém um portão imponente de 5 metros de altura, a antiga capela transformada em mesquita, entre outras atrações.

Fonte: www.geomade.com.br

Síria
     

Nome Oficial: República Árabe da Síria (Al-Jumhuriya al-'Arabiya as-Suriya)
Capital da Síria: Damasco
Área: 183.885 km² (88º maior)
População: 19.314.747 (2007)
Idioma Oficial: Árabe
Moeda: Libra Síria
Nacionalidade: Síria
Principais Cidades: Aleppo, Damasco, Homs, Al Ladhiqiyah, Hamah

Fonte: www.webbusca.com.br

Síria
     

A Síria é um país do Médio Oriente, limitado a norte pela Turquia, a leste e sul pelo Iraque, a sul pela Jordânia e a oeste por Israel, pelo Líbano e pelo Mar Mediterrâneo, através do qual se aproxima de Chipre. A sua capital é Damasco.

República Árabe Síria

Lema: República das Duas Estrelas
Hino nacional Homat el Diyar
Língua oficial Árabe
Capital Damasco
Presidente Bashar al-Assad
Primeiro-Ministro Muhammad Naji al-Otari
Área 86º
- Total 185.180 km²
- % água 0.06%
População 55º
- Total (2002) 17.585.540
- Densidade 93/km²
Independência Da França de Vichy
- Declarada
1 de Janeiro de 1944
- Reconhecida 17 de Abril de 1946
Moeda Libra
Fuso horário UTC +2
Código Internet .SY
Código telefónico 963

História da Síria

A Síria possui uma história muito antiga, desde os arameos e assírios, marcada fortemente pela influência e rivalidade de Mesopotâmia e Egito. Depois de ser ocupada pelos persas, a Síria foi conquistada por Alexandre III da Macedónia. Na época helenística passou a ser centro do reino dos selêucidas e se converteu em uma província romana no século I a.C.. Grandes cidades se desenvolveram nessa região como a mítica Palmira, uma das mais originais e descanso de caravanas.

Com o auge do Islã, a Síria foi um dos focos mais importantes da civilização árabe, sobre tudo na época do califado Omeya (Damasco, 660-750) e da Dinastia dos Hamdaníes (Alepo, 944-1003). Porém, pela sua situação, foi objeto de ambição estrangeira o que conduziu a divisão do seu território. Os cruzados se estabeleceram na Síria durante algum tempo e construíram importantes fortificações, como o Crac dos Cavaleiros. Finalmente em 1.516, Síria passou a formar parte do Império otomano. Turca até 1.918, foi então dividida em duas partes: uma sob mandato francês, que compreendia a Síria e o Líbano atual, e a outra baixo mandato britânico, composta por Palestina, Transjordania (atualmente Israel e Jordânia) e Iraque.

Depois da independência

Conseguiu a independência em 1946. Sofreu uma infortunada guerra com Israel (1948) e numerosos golpes de Estado militares. Em 1958 se uniu ao Egito para formar a República Árabe Unida (R.A.U.), da qual se separou depois do levantamento militar de 28 de setembro de 1961, se convertendo em República Síria e, depois da tomada de poder em 1963 pelo partido Baas, socialista e nacionalista, que empreendeu uma serie de profundas reformas sociais e econômicas, ficando constituída como República Popular da Síria em 1964.

Em 1966 se alia de novo a Egito, sofrendo agressão de Israel. O país se viu envolvido na guerra dos seis dias em 1967 e mais tarde ataca a Israel em 1973 na chamada guerra do Yom Kippur. Em maio de 1974 foi feito o acordo de retirada das tropas. Interferiu na defesa do Líbano em 1978. Síria é partidária da causa da Palestina, se mostrando contra as negociações egipcio-israelis, que ocorreram depois da viagem de Sadat a Jerusalém. As negociações empreendidas em 1979 com Iraque, encaminhadas a uma fusão de ambos países não prosperaram (naquele mesmo ano se romperam as relações entre ambos estados devido a implicação do Baas iraquiano num atentado em Damasco). Em 1980 se realizou uma outra tentativa de união, que também faliu, desta vez com Líbia.

Últimas décadas

O conjunto de comunidades étnicas e religiosas que constituem o país, tanto muçulmanas como cristãs, assim como o ressurgimento do integralismo islâmico, criaram situações difíceis ao presidente al-Asad, de orientação laica y socialista. Não obstante foi reeleito em 1980 como secretario general do Baas, o que reforçou seu poder. Em 1980, um tratado de cooperação com a URSS deu a al-Asad o papel de representante dos interesses soviéticos na região e lhe permitiu contar com sofisticado armamento de origem soviética. Ao mesmo tempo com a crescente deterioração das relações com Israel, Síria controla militarmente o norte do Líbano, onde sustentou encontros com as forças de Israel y se opôs a forças americanas. Síria se caracterizou no Líbano pela sua oposição a todos os planos de paz de Estados Unidos para Oriente Médio e protege Damasco das facções da OLP opostas a Arafat, enquanto no Líbano a figura de al-Asad aparecia a princípios de 1986 como a do inevitável mediador para qualquer solução de fundo nos assuntos políticos religiosos daquele país. Em 1992 foi eleito novamente. Com a Guerra do Golfo na qual se opôs a Iraque, e depois da sua participação no processo de paz (Madri, 1991), Síria mantém uma boa reputação no mundo.

Política da Síria

A Síria é uma república parlamentar. No entanto, os seus cidadãos votam desde 1970 por um presidente e deputados duma lista única organizada pelo partido Ba'ath . O president Hafez al-Assad foi "eleito" desta forma para cinco mandatos consecutivos e, com a sua morte, o seu filho Bashar al-Assad foi escolhido para o suceder e confirmado por um "referendo" em Julho de 2000.

Subdivisões da Síria

A Síria está dividida em catorze governadoratos: Damasco, Rif Dimashq, Quneitra, Dara, As Suwayda, Homs, Tartous, Latakia, Hama, Idlib, Aleppo, Ar Raqqah, Dayr az Zawr e Al Hasakah.

Geografia da Síria

Não se trata de um país grande uma vez que Síria tem uma área de só 185.000 Km quadrados. A oeste faz limites com Mar Mediterrâneo, Líbano, e Palestina, ao sul com Jordânia a leste com Iraque e Turquia. O país esta dividido geograficamente em quatro regiões:

A faixa costeira, fértil, com 180 km de costa abrupta e rochosa, que se estende entre o Líbano e Turquia. As colinas Ansariyah (Jebel an-Nusariyah) formam praticamente a costa norte, e servem de base ao Sahl Akkar (planalto Akkal) ao sul. Os planos aluviais férteis são intensamente cultivados durante todo ano. Os portos mais importantes são Latakia e Tartesos. Em Baniyas existe uma refinaria de petróleo.

As montanhas, Jebel an-Nusariyah formam uma cordilheira que se estende de norte a sul no interior da faixa costeira. A altura media é de 1.000 m. São freqüentes as nevadas em seus picos no inverno. A faixa dos montes do planalto marcam a fronteira entre Síria e Líbano com uma altura média de 2.000 m. A montanha mais alta da Síria é Jebel ash-Sheikh, conhecido na Bíblia como Monte Hermon, com 2.814 m. O maior rio que nasce nessa cordilheira é o Barada. Outras regiões mias pequenas incluem o Jebel Druso, ao sul perto da fronteira com Jordânia e o Jebel Abu Rujmayn ao norte de Palmira.

A estepe, exceto a costa de clima ,mediterrâneo, e nas montanhas e regiões banhadas pelos rios, predomina a estepe. Aí se encontra Damasco, Homs, Hama, Alepo, Deir Ezzour, Hassake e Qamishle, banhada pelo Orontes, O Eufratres, e o Khabour.

O deserto conta com alguns grandes oásis como o de Palmira. Sua privilegiada situação no meio de ricas terras produtoras de cereais, algodão, e leguminosas, lhe a dado o papel de importante mercado agrícola. O deserto ocupa o sudoeste do país, onde acampam os beduínos com seus milhões de cabeças de gado bovino.

Síria além disso esta cortada pelos oleodutos levam seu petróleo juntamente com o do Iraque Arábia em direção a costa libanesa pôr um lado, e por outro em direção a Baniyas, localidade perto de Latakia, principal porto comercial sírio.

Economia da Síria

Moeda: libra síria; cotação para US$ 1: 46 (jul./2000).
PIB: US$ 17,4 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 25,9%;
PIB indústria: 27,2%;
PIB serviços: 46,9% (1997).
Crescimento do PIB: 5,9% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 1.020 (1998).
Força de trabalho: 5 milhões (1998).
Agricultura: algodão em pluma, frutas, legumes e verduras, azeitona.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 7,7 mil t (1997).
Mineração: gás natural, petróleo, fosforito. Indústria: química, petróleo, carvão, petroquímica, têxtil, couro, calçados, alimentícia, bebidas.
Exportações: US$ 2,8 bilhões (1998).
Importações: US$ 4,5 bilhões (1998).
Parceiros comerciais: Alemanha, Itália, França, Arábia Saudita, Turquia.

Demografia da Síria

A maioria da população da Síria vive no vale do rio Eufrates, uma faixa fértil entre as montanhas costeiras e o deserto.

A maioria da população é de origem semita. Os muçulmanos são cerca de 90% do total, sendo 74% Sunitas e 16% outros, incluindo os alawitas, os xiitas e os druzos. A maioria dos 10% restantes são cristãos. Existem cidades como Khabab, no governadorato de Dara e Ma'alula, que são inteiramente católicas. Há ainda uma pequena (cerca de 4500 pessoas) comunidade de judeus sírios.

Cultura da Síria

Artes populares

Síria conserva atividades artesanais tradicionais, como o trabalho em metal, ebanisteria, tafiletería e trabalhos em seda. Ainda se pode encontrar em Damasco, Hama e Aleppo tecedores de seda trabalhando em seus teares de madeira, como faziam seus ancestrais em Ebla a tempos atrás. Sopradores de vidro em fornos de cerâmica recordam a seus antepassados que inventaram como colorir o vidro a 3.000 anos atrás. Os artistas ainda desenham heróis épicos quase idênticos aos que estão gravados nas pedras por seus antepassados do ano 3.000 antes de cristo.

Arquitetura

No terreno arqueológico Síria conta com uma importante história. Entre 660 e 750, Damasco viveu uma idade de ouro com a Dinastia dos Omeyas que determinou a aparição de um grandioso estilo arquitetónico composto, que combinava influencias antigas e bizantinas com tradições sírias e mesopotâmicas.

A arquitetura civil atingiu um refinamento inigualado quando os turcos estenderam sua hegemonia sobre Síria no século XVI. A arte da corte otomana outorga preponderância a decoração, que mistura delicados motivos vegetais com caligrafias sutis.

Acontecimentos Culturais

Durante todo ano se celebram na Síria acontecimentos culturais interessantes. Exposições, leituras e seminários são propostos nas Universidades, museus e centros culturais. A pintura e escultura dos artistas locais são expostos em galerias privadas em todo país. Entre os artistas de renome figura o pintor Fateh Mudarress, Turki Mahmud Beyk, Naim Ismail, Maysoun al-Jazairi, Mahmud Hammad y Abd al-Qader Arnaout entre otros.

A repressão política manteve a produção literária quase morta. Com exceção ao autodidata Zakariya Tamir, que viveu em exílio em Londres desde 1978. Sua obra gira em torno da vida diária na cidade, marcada pela frustração e desespero nascidas da opressão social.

Um grande numero de festivais musicais acorrem regularmente na Síria. Destaca-se o Festival de Musica de Câmara de Palmira. A televisão conta com dois canais, um em árabe e outro inglês e francês. Além de jornais em árabe, existem jornais locais em inglês

Fonte: pt.wikipedia.org

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