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Síria

 

Síria, oficialmente chamado oficialmente a República Árabe Síria (em árabe, Al Arabiyah Jumhuriyah al ", como Suriyah, em Inglês: Síria), é um estado no Oriente Médio limitado a norte pela Turquia, a leste pelo Iraque, a sul pela Jordânia e Israel e ao oeste pelo Líbano e pelo Mar Mediterrâneo.

Sua área é de 185,180 km ² (França: 547 030 km ²), o país tem acesso ao Mar Mediterrâneo por 183 km de litoral.

Síria

A capital da Síria é Damasco.

Outras cidades importantes são Aleppo, no norte, Homs, no centro e no porto de Latakia.

Síria é um país aberto para o Mediterrâneo, Mesopotâmia, ndia, Ásia Menor, do Cáucaso e do Egito terra.

Sua história é rica, porque o choco civilizações que ratificaram sua presença por esplêndidos edifícios e belas arquiteturas.

A Abu Huraira, na terra da Síria foi descoberto o primeiro homem que começou a tomar consciência de suas próprias habilidades e foi capaz de se adaptar e conviver com a natureza. Este homem era capaz de expressar suas idéias através de desenhos nas paredes e esteve protegido contra as idéias da natureza fora das cavernas e a construção de casas .

O povo da Síria vieram da península Arábica, eles eram conhecidos com os nomes: amorreus, os cananeus, fenícios, sírios, Ghassanids e nabateus.

A Síria antiga era muito maior do que a Síria de hoje. Ela viu o domínio dos romanos, gregos, bizantinos, abássidas, fatimidas, otomanos, mongóis, hebraico e francês (como protetores), e cada um era fundamental no país.

Em 1516, sob a ocupação otomana, a Síria experimentou um renascimento, e desde 1860 a Síria começou a ter contato com o mundo exterior e aprender com os outros povos.

Os britânico prometeram libertar a Síria se ganhasse a Primeira Guerra Mundial, mas no final eles compartilhavam com terras otomanas da França de uma forma muito discreta no acordo de Sykes Picot em 1920. O consentimento pelos ingleses ocupava e controlava a França das terras otomanas e o mandato sobre a Síria e o Líbano foi confiada a ele pela Liga das Nações (SDN).

Em 1920, os sírios decidiram recusar esse mandato e pediram a independência do país que se transformou em uma monarquia sob a liderança do Príncipe Faysal.

Em 1948, a Síria começou uma guerra contra a criação do Estado de Israel, edepois de um conhecido golpes de Estado, que interromperam a estabilidade do país.

Outra guerra começou contra Israel em 1967: foi a Guerra dos Seis Dias que permitiu Hafed El Asad para pendurar a tocha do poder.

A Constituição de 1973 tentou integrar o país em relações políticas com outros países, mas a guerra de Yom Kippur com Israel dificultou este plano.

Em 1974, o país viveu uma forte tensão com o Iraque por causa da formação da represa Tabqa Eufrate, e em 1980, a Síria tem demonstrou o seu apoio para o Irã durante sua guerra com o Iraque.

Entre 1980 - 1982, a Síria foi ocupava o controle da situação interna voltada para o movimento da Irmandade Muçulmana.

Em julho de 2000, após a morte de Hafed El Asad, filho Bashar el Asad chegou ao poder e foi introduzido para facilitar o coração da Síria, apesar das pressões que o país sofresse ... a história da Síria ainda não terminou e só podemos desejar-lhe um bom futuro.

Fonte: colegiosaofrancisco.com.br

Síria

CULTURA MILENAR

Num cenário natural, de montanhas escarpadas, prados verdes e vastos desertos, praias tranqüilas picos de montanha cobertos de neve e vales férteis, se desenvolve a misteriosa e tranqüila Síria. Sua rica herança histórica faz este país sumamente importante. Em cada canto se percebe o enlace de culturas.

Durante centenas de anos a terra que se estende entre o Mediterrâneo e o Eufrates foi o cenário onde se fez a história.

A capital, Damasco, esta considerada como uma das cidades mais antigas do mundo e o alfabeto encontrado em umas tábuas de barro em Ugarit, é o mais antigo conhecido na história.

Cidades como Palmira, a pérola do deserto, guardam lendas apaixonantes de antigas civilizações. Uma viajem através da Síria é uma passagem através do mundo da arte, da história da cultura e das relações humanas. Tolerância e hospitalidade são as características que definem o caráter de sua gente. O visitante pode andar livremente por esse país, sem problemas e não deve esquecer que o trato com as mulheres é muito mais relaxado em Síria que em outros países vizinhos. Em definitivo Síria oferece ao viajante os esplendores de um rico passado e, ao mesmo tempo, o refinamento próprio de uma cultura milenária.

ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

Passaporte em vigor. Para entrar na Síria é necessário visto de turista. Si se permanece mais de 15 dias se pode tramitar uma prorrogação do visto nos postos de imigração existentes nas principais cidades do país.

CLIMA

Síria tem um clima mediterrâneo moderado com quatro estações definidas e um céu limpo e azul, a maior parte o ano sem nuvens. A temperatura no outono e primavera oscilam entre 20 e 25º.C, no verão chegam a alcançar os 30 graus e no inverno caem a 15 ou 5graus . O inverno é geralmente moderado e um pouco húmedo na litoral e mais frio no interior. O verão são quentes e secos no interior e quente e húmedo nas zonas costeiras.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

Os Sírios são em geral conservadores na sua forma de vestir, sobre tudo no que se refere a entrada a lugares sagrados. As pessoas costumam ir a praia em busca de diversão e ócio com bastante roupa, isto pode chocar aos acidentais a costumados a tirar a roupa em presença de sol e calor. Se reúnem na areia grupos de familiares, enquanto que os jovens costumam ir em grupos separados por sexo. Porém é um povo tolerante e levando em conta seus costumes podemos nos comportar com naturalidade. Para entrar nos lugares sagrados se recomenda respeitar as normas. No inverno é recomendável levar roupa abrigada principalmente nos meses de outubro a maio.

IDIOMA

O idioma oficial é o árabe. Se fala também o arameo, armênio e kurdo. A leste do rio Eufrates também se fala turco. Também se fala o Inglês e francês. E aqueles que só falam árabe são geralmente atentos hospitaleiros com os estrangeiros.

RELIGIÃO

Os desertos guardam um grande simbolismo com as três religiões monoteístas, permitindo um contato com Deus, um Deus que realiza milagres como um oásis.

Não é de se estranhar que a fé a esperança sejam tão desenvolvidas nessas terras. 86 % da população pratica o Islã além de minorias como os chiítas, drusos (em Síria vivem uns 400.000drusos, muçulmanos praticantes de um rito surgido a final do século X que atualmente se encontra no norte do território) e alauitas. Existe uma porcentagem de cristãos que pertencem a diferentes igrejas como a ortodoxa grega, a ortodoxa síria, a ortodoxa armênia, a católica romana, a protestante, e a maronita. Também existem alguns judeus concentrados em Damasco.

ELETRICIDADE

A tensão elétrica é de 220 Voltz a 50 Hz. Se costuma suspender o fornecimento durante quatro horas diárias, é importante considerar isso ao fazer seus planos.

O motivo no está muito claro.

MOEDA E CÂMBIO

A moeda oficial é a Lira Síria. Enquanto que os cheques de viagem podem ser trocados em qualquer banco, que costumam trocar dólares e cheques de viagem ao mesmo preço, sem comissão. Os cartões de crédito não são de uso corrente.

EMERGÊNCIA - SAÚDE - POLICIAMENTO

Síria é um pais muito seguro Se pode caminhar de dia e de noite pelas ruas sem problemas, mas se recomenda cuidado na área do centro de Alepo e em algumas zonas de Damasco. Síria conta com uma boa rede de hospitais e numerosas farmácias. É preciso tomar cuidado com o sol e o calor.

CORREIOS E TELEFONIA

O preço de envio de cartas é barato, o serviço é lento porém eficiente.

As chamadas telefônicas podem ser realizadas em postos telefônicos, nas principais cidades o de qualquer hotel 5 estrelas. As vezes pode ser necessário ter que esperar horas para uma conexão. As ligações locais podem ser feitas em cabinas públicas que funcionam com moedas.

FOTOGRAFIA

Se pode encontrar material fotográfico facilmente. Slides só se encontra em Damasco e Alepo. Existe lojas de revelação porém a qualidade não é muito boa.

Não existe problemas em tirar fotografias mas não o faça em regiões militares e lugares sagrados. É recomendável cautela ao fotografar mulheres, sendo recomendado pedir permissão dela e do acompanhante.

HORÁRIO COMERCIAL

Sexta-feira esta quase tudo fechado pois é o dia de descanso semanal. O horário de repartições públicas e bancos é de 8:00 às 14:00 horas. As lojas ficam abertas todo o dia até as 19:00 horas no inverno e até as 20:00 horas no verão. Algumas lojas fecham na hora do almoço. Os museus e monumentos abrem de 8:00 a 14:00 horas e algumas vezes também pela tarde. A maioria fecha terça-feira.

GORJETAS

São bem aceitas. Normalmente esta incluída no serviço mas os carregadores, porteiros, guias etc esperam uma gorjeta, que dependera do critério pessoal de cada um.

TAXAS E IMPOSTOS

Existe uma taxa de saída do Aeroporto Internacional.

Os hotéis que cobram em dólares colocam os preços dos quartos de acordo com a cotação oficial. Se você fizer algum extra tente pagar no momento com liras sírias.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Não se trata de um país grande uma vez que Síria tem uma área de só 185.000 Km quadrados. A oeste faz limites com Mar Mediterrâneo, Líbano, e Palestina, ao sul com Jordânia a leste com Iraque e Turquia.

O país esta dividido geograficamente em quatro regiões:

A faixa costeira, fértil, com 180 km de costa abrupta e rochosa, que se estende entre o Líbano e Turquia. As colinas Ansariyah (Jebel an-Nusariyah) formam praticamente a costa norte, e servem de base ao Sahl Akkar (planalto Akkal) ao sul. Os planos aluviais férteis são intensamente cultivados durante todo ano. Os portos mais importantes são Latakia e Tartesos. Em Baniyas existe uma refinaria de petróleo.

As montanhas, Jebel an-Nusariyah formam uma cordilheira que se estende de norte a sul no interior da faixa costeira. A altura media é de 1.000 m. São freqüentes as nevadas em seus picos no inverno. A faixa dos montes do planalto marcam a fronteira entre Síria e Líbano com uma altura média de 2.000 m. A montanha mais alta da Síria é Jebel ash-Sheikh, conhecido na Bíblia como Monte Hermon, com 2.814 m. O maior rio que nasce nessa cordilheira é o Barada.

Outras regiões mias pequenas incluem o Jebel Druso, ao sul perto da fronteira com Jordânia e o Jebel Abu Rujmayn ao norte de Palmira.

A estepe, exceto a costa de clima ,mediterrâneo, e nas montanhas e regiões banhadas pelos rios, predomina a estepe. Aí se encontra Damasco, Homs, Hama, Alepo, Deir Ezzour, Hassake e Qamishle, banhada pelo Orontes, O Eufratres, e o Khabour.

O deserto conta com alguns grandes oásis como o de Palmira. Sua privilegiada situação no meio de ricas terras produtoras de cereais, algodão, e leguminosas, lhe a dado o papel de importante mercado agrícola. O deserto ocupa o sudoeste do país, onde acampam os beduínos com seus milhões de cabeças de gado bovino.

Síria além disso esta cortada pelos oleodutos levam seu petróleo juntamente com o do Iraque Arábia em direção a costa libanesa pôr um lado, e por outro em direção a Baniyas, localidade perto de Latakia, principal porto comercial sírio.

FLORA E FAUNA

Os abundantes bosques que existiam na cordilheira ao longo da costa Síria foram destruídos pela intensa exploração. A pesar disso resta algumas áreas protegidas. Nas zonas onde a vegetação não foi reduzida predominam as ervas daninhas, os tiexos, limeiras e pinheiros. Nos outros lugares a vegetação está dominada pela agricultura. No deserto sírio não existe praticamente nenhuma vida vegetal, salvo nos oásis e nos chamados pastos de primavera.

A fauna síria não é muito abundante, além dos míticos camelos se pode encontrar lobos, texugos e varracos selvagens, chacais, cervos, ursos, cotias, esquilos.

HISTÓRIA

Síria possui uma historia que remota a tempos muito antigos, desde dos arameos e assírios, marcada fortemente pela influencia e rivalidade de Mesopotâmia e Egito. Depois de ser ocupada pelos persas, Síria foi conquistada por Alexandre Magno. Na época helênica passou a ser centro do reino dos Seleúcidas e se converteu em província romana no século I antes de Cristo. Grandes cidades se desenvolveram nessa região como a mítica Palmira, uma das mais originais e descanso de caravanas.

Com o auge do Islã, Síria foi um dos focos mais brilhantes da civilização árabe, sobre tudo na época do califado Omeya (Damasco, 660-750) e da Dinastia dos Hamdaníes (Alepo, 944-1003). Porém, pela sua situação, foi objeto de ambição estrangeira o que conduziu a divisão do seu território. Os cruzados se estabeleceram na Síria durante algum tempo e construíram importantes fortificações, como o Crac dos Cavalheiros. Finalmente em 1.516, Síria passou a formar parte do Império otomano.

Turca até 1.918, foi então dividida em duas partes: uma sob mandato francês, que compreendia a Síria e o Líbano atual, e a outra baixo mandato britânico, composta por Palestina, Transjordania (atualmente Israel e Jordânia) e Iraque.

Depois da independência

Conseguiu a independência em 1946. Sofreu uma infortunada guerra com Israel (1948) e numerosos golpes de Estado militares. Em 1958 se uniu ao Egito para formar a República Árabe Unida (R.A.U.), da qual se separou depois do levantamento militar de 28 de setembro de 1961, se convertendo em República Síria e, depois da tomada de poder em 1963 pelo partido Baas, socialista e nacionalista, que empreendeu uma serie de profundas reformas sociais e econômicas, ficando constituída como República Popular da Síria em 1964.

Em 1966 se alia de novo a Egito, sofrendo agressão de Israel. O país se viu envolvido na guerra dos seis dias em 1967 e mais tarde ataca a Israel em 1973 na chamada guerra do Yom Kippur. Em maio de 1974 foi feito o acordo de retirada das tropas. Interferiu na defesa do Líbano em 1978. Síria é partidária da causa da Palestina, se mostrando contra as negociações egipcio-israelis, que ocorreram depois da viajem de Sadat a Jerusalém. As negociações empreendidas em 1979 com Iraque, encaminhadas a uma fusão de ambos países não prosperaram (naquele mesmo ano se romperam as relações entre ambos estados devido a implicação do Baas iraquiano num atentado em Damasco). Em 1980 se realizou uma outra tentativa de união, que também faliu, desta vez com Líbia.

Ultimas décadas

O conjunto de comunidades étnicas e religiosas que constituem o país, tanto muçulmanas como cristãs, assim como o ressurgimento do integralismo islâmico, criaram situações difíceis ao presidente al-Asad, de orientação laica y socialista. Não obstante foi reeleito em 1980 como secretario general do Baas, o que reforçou seu poder. Em 1980, um tratado de cooperação com a URSS deu a al-Asad o papel de representante dos interesses soviéticos na região e lhe permitiu contar com sofisticado armamento de origem soviética. Ao mesmo tempo com a crescente deterioração das relações com Israel, Síria controla militarmente o norte do Líbano, onde sustentou encontros com as forças de Israel y se opôs a forças americanas. Síria se caracterizou no Líbano pela sua oposição a todos os planos de paz de Estados Unidos para Oriente Médio e protege Damasco das facções da OLP opostas a Arafat, enquanto no Líbano a figura de al-Asad aparecia a princípios de 1986 como a do inevitável mediador para qualquer solução de fundo nos assuntos políticos religiosos daquele país. Em 1992 foi eleito novamente. Com a Guerra do Golfo na qual se opôs a Iraque, e depois da sua participação no processo de paz (Madri, 1991), Síria mantém uma boa reputação no mundo.

Artes populares

Síria conserva atividades artesanais tradicionais, como o trabalho em metal, ebanisteria, tafiletería e trabalhos em seda. Ainda se pode encontrar em Damasco, Hama y Alepo tecedores de seda trabalhando em seus teares de madeira, como faziam seus ancestrais em Ebla a tempos atrás. Sopradores de vidro em fornos de cerâmica recordam a seus antepassados que inventaram como colorir o vidro a 3.000 anos atrás. Os artistas ainda desenham heróis épicos quase idênticos aos que estão gravados nas pedras por seus antepassados do ano 3.000 antes de cristo.

Arquitetura

No terreno arqueológico Síria conta com uma importante história. Entre 660 e 750, Damasco viveu uma idade de ouro com a Dinastia dos Omeyas que determinou a aparição de um grandioso estilo arquitetônico composto, que combinava influencias antigas e bizantinas com tradições sírias e mesopotâmicas.

A arquitetura civil atingiu um refinamento inigualado quando os turcos estenderam sua hegemonia sobre Síria no século XVI. A arte da corte otomana outorga preponderância a decoração, que mistura delicados motivos vegetais com caligrafias sutis.

Acontecimentos Culturais

Durante todo ano se celebram na Síria acontecimentos culturais interessantes. Exposições, leituras e seminários são propostos nas Universidades, museus e centros culturais. A pintura e escultura dos artistas locais são expostos em galerias privadas em todo país. Entre os artistas de renome figura o pintor Fateh Mudarress, Turki Mahmud Beyk, Naim Ismail, Maysoun al-Jazairi, Mahmud Hammad y Abd al-Qader Arnaout entre otros.

A repressão política manteve a produção literária quase morta. Com exceção ao autodidata Zakariya Tamir, que viveu em exílio em Londres desde 1978. Sua obra gira em torno da vida diária na cidade, marcada pela frustração e desespero nascidas da opressão social.

Um grande numero de festivais musicais acorrem regularmente na Síria. Destaca-se o Festival de Musica de Câmara de Palmira. A televisão conta com dois canais, um em árabe e outro inglês e francês. Além de jornais em árabe, existem jornais locais em inglês.

GASTRONOMIA

A gastronomia Síria é por um lado refinada, legado das cozinhas imperiais dos sasanidad iranies, os abasiés de Bagdad, armênios e os turcos otomanos (cada um com suas delicias e sofisticadas criações), por outra parte a tradição austera do costume de comer pão, tâmaras e, quando se pode, pedaços de carne de cordeiro, cabra, camelo o caça cozidos ao fogo no deserto.

A pesar de que os sírios utilizam os alimentos mediterrâneos, muito bem conhecidos pela cultura ibérica, a forma de cozinhar é diferente. Entre os pratos sírios se destaca o humus ( purê de grão de bico) e o muttabal (purê de beringela), o labne (iogurte), o falafel (bolinhos de grão de bico moído e frito), o tabule ( salada de trigo partido, tomate, cebola, cheiro verde e hortelã), o Kibbe ( bolinhos frito de carne com trigo). Estes pratos podem ser comidos sozinhos ou como complemento do shish Kebab (churrasquinho de carne moída assada na brasa), do shawarma (carne de frango e cordeiro), o do frango ao forno ou ensopado.

Para acompanhar nada melhor do que o pão sírio quente, o burgul (trigo partido) e o arroz. Como sobremesa os doces sírios são simplesmente deliciosos.

Bebidas

Aconselhamos provar o Arak, a bebida nacional (anis seco com água). também se encontrará cervejas nacionais e de exportação , assim como, vinhos, refrigerantes, e água mineral.

COMPRAS

Comprar na Síria se pode converter num prazer sem fim. O comerciante espera que você regateie a pesar de que os preços estejam controlados pelas autoridades, requerem grande habilidade e paciência. Saber esperar e conseguir o preço justo forma parte de uma arte, que lamentavelmente na Europa se perdeu.

O viajante não pode escapar da originalidade dos objetos locais. Nos zocos é possível encontrar sedas, jóias e tapetes a preços difíceis de se encontrar em outros países. Nos antiquários se encontra azulejos antigos, artesanato beduíno e muitos outros objetos. As toalhas de mesa bordadas e a roupa tradicional são característicos sobre tudo o Kafiyyeh, que é um lenço para a cabeça,. Em Damasco são famosos os cofres e os jogos de Backgamon, com incrustações de nácar, Os trabalhos em couro e vidro, são igualmente atrativos. Narguillés, essências o dicionários árabes se podem encontrar também nos diferentes zocos do país. Em Alepo são famosos os sabões de azeite de louro, assim como os pistaches. Os doces e bombons também são destacáveis em toda Síria. Também se poderá levar música muçulmana, que existe em grande variedade. Comparando com os preços de Europa , tudo resulta incrivelmente barato.

POPULAÇÃO E COSTUMES

Síria tem uma população de mais de 14 milhões de habitantes. Etnicamente os sírios são de origem semítico. 90 por cento da população árabe, se inclui algumas minorias como os beduínos que somamuns 100.00. O resto se compõe de pequenos grupos de kurdos, armênios circassianos e turcos.

O caráter dos sírios é amável e tolerante, são pessoas hospitaleiras que gostam de conversar durante longas horas, com uma xícara de chá como desculpa, São sem embargo conservadores com respeito as mulheres e na forma de vestir se comparamos com o ocidente. Mas essa é sua cultura e no devemos esquecer que estamos de visita, e é recomendável guardar respeito.

ENTRETENIMENTO

Síria é sinônimo de entretenimento. Na costa existe uma infinidade de lugares para se divertir, praias com montanhas de onde se vê o mar e onde se pode respirar ar fresco, todas elas provistas de adequada infra-estrutura para passar umas boas férias de verão. Nos rios de pode desfrutar as originais rodas d´águas de madeira, especialmente na província de Hama.

Nas cidades é recomendável visitar os zocos pois além de comprar se pode passear, conversar, degustar comidas típicas ou se sentar e desfrutar de uma boa e refrescante xícara de chá. Se pode visitar os numerosos museus que existem pelo território ou assistir aos festivais e eventos culturais. Entre eles se destacam o Festival das Flores em Latakia, o Festival Internacional de Mostra de Flores de Damasco em maio. O Festival do Algodão em Alepo em julho, o de Vinho em Sweida, em Julho e o Festival de Teatro e o Festival de Cinema de Damasco em novembro.

Os banhos sírios são um prazer a parte. Se pode perder sem se dar conta umas hora num Hammam. Em todas os povoados se encontrará pelo menos um.

Depois da purificação dos corpos se costuma tomar uma xícara de chá para evitar a queda de pressão Em Alepo é famoso o Hammam Yalbougha al-Nasri enquanto que em Damasco se destaca o Nur ed-Din. As mulheres não podem ter acesso a todos os Hammam, e em alguns tem o horário restringido. Em Palmira as águas sulfurosas do manancial Efca são utilizadas desde tempos romanos para tomar banho que se completam com lamas e massagens.

O viajante não deve descartar a possibilidade de uma travessia pelo deserto de carro. A aventura pode ser realizada em veículos 4x4 o em caravanas de camelos.

Por outro lado Síria não conta com uma variada oferta noturna. A maiorias dos filmes são altamente censuradas, porém nos centros culturais se podem ver coisas de qualidade. Além dos espetáculos musicais e de danças do ventre que organizam os grandes hotéis, se encontrará clubes noturnos e cabarés

FESTIVIDADES

O dia festivo e de descanso da semana é a sexta -feira.

Principais Festividades Civis:

Primeiro de janeiro é celebrado o Ano Novo

22 de fevereiro Dia da União

8 de março é o Dia da Revolução e Dia da Mulher

21 de março é o Dia das Mães

22 de março é o Dia da Liga Árabe

17 de abril é o Dia da Independência

Primeiro de maio é o Dia do Trabalhador.

6 de maio é o Dia dos Mártires

25 de dezembro é Natal

Festas Muçulmanas

As festas islâmicas variam dependendo do calendário lunar, sendo assim elas se deslocam aproximadamente 13 dias menos com respeito ao ano anterior. Por exemplo si uma festa muçulmana foi comemorada no dia 20 de julho de 1996, no ano 1997 será celebrada aproximadamente a 7 de julho.

A mediados e final de janeiro os muçulmanos desfrutam com o Aïd el-Fitr , festividade que marca o fim do mês santo do Ramadán a princípios e mediados de abril chega o Aïd el Kebir em que comemoram o sacrifício de Abrahán que se conhece popularmente como a festa do cordeiro. A mediados de maio começa o ano muçulmano. A mediados de julho se comemora o Malud, a celebração do nascimento do profeta.

TRANSPORTES

Avião

Sirian Arab Airlines tem vôos diretos desde Madri hasta Damasco, Porém os vôos internos são limitados. As principais companhias aéreas da Europa oferecem vôos a Damasco. Existem conexões nacionais com Damasco, Alepo e Qamishle.

Também se pode entrar facilmente desde Jordânia ou Turquia. A fronteira pode estar congestionada devido aos tramites de entrada e saída.

Barco

Se pode chegar ao pais através dos portos de Latakia e Tartus na costa Mediterrânea.

Trem

Síria conta com trens de fabricação alemã. As tarifas são econômicas e costumam ser bastante pontuais. A desvantagem é que as estações geralmente estão um pouco longe do centro da cidade. Existe primeira e segunda classe. É conveniente comprar os bilhetes com antecedência. A principal linha une as cidades de Damasco Alepo, Deir Ezzour, Hassake e Qamishle. Existe outra linha que vai de Alepo a Lattakia.

Ônibus

Na Síria se encontra um moderno sistema de ônibus que comunica as principais cidades. A linha JETT liga diariamente Aman, em Jordânia, com Damasco. As estradas são boas e o transporte público é econômico e freqüente.

Carro

Se pode alugar carros com facilidade. E necessário apresentar carteiras de dirigir internacional e ter precauções si se realizam viagens pelo deserto. Em alguns lugares pessoas e carros utilizam a mesma vias o que fará necessário o uso de buzina.

Transporte público

As principais cidades dispõe de sistema de ônibus urbanos, que são úteis e econômicos para levar até as estações distantes, a pesar de que é necessário um pouco de imaginação para adivinhar o destino o aprender algo de árabe, pois os letreiros vem no idioma local.

Taxi

O taxi coletivo é um meio rápido para ir a qualquer lugar. Só transitam pelos trajetos principais e custam três vezes mais que os micro ônibus viajar.

Fonte: www.rumbo.com.br

Síria

A atual Síria, que não coincide com a antiga região do mesmo nome, berço de antiqüíssimas civilizações, esbarra na instabilidade política do Oriente Médio em sua tentativa de fugir ao subdesenvolvimento e enfrenta um aumento populacional difícil de assimilar num país na maior parte desértico.

A Síria situa-se no Oriente Médio, na costa leste do mar Mediterrâneo, no extremo sudoeste do continente asiático. Ocupa uma superfície de 185.180km2, com forma aproximadamente triangular. Limita-se ao norte com a Turquia; a leste e a sudeste com o Iraque; ao sul com a Jordânia; a sudoeste com Israel e Líbano; e a oeste com o mar Mediterrâneo. As colinas de Golan, no sudoeste de seu território, foram ocupadas em 1967 por Israel, que anexou a área unilateralmente em 1981.

O clima sírio é mediterrâneo na estreita orla costeira e na região montanhosa ocidental, com precipitações relativamente abundantes e temperaturas médias moderadas, mas com uma longa estação seca de maio a outubro. No resto do país, o clima é desértico ou semidesértico, com chuvas escassas, além de verões e invernos mais rigorosos do que no litoral. Na costa, a temperatura média varia de 13°C em janeiro (inverno) a 27°C em agosto (verão). No leste, esses números são de, respectivamente, 5°C e 40°C.

Longos períodos de domínio externo prejudicaram a formação de uma cultura nacional síria. A educação ficou restrita a um pequeno grupo, que preservou as antigas bibliotecas e manuscritos do país. Após a independência, em 1946, uma nova vida cultural começou a despertar, em grande parte por intermédio de um pequeno número de clubes que recebiam ajuda financeira do estado. O governo tem sido ativo na direção e promoção da vida cultural. Objetivo importante tem sido a afirmação de uma identidade nacional árabe, a despeito de influências culturais estrangeiras.

Fonte: www.happydayturismo.com.br

Síria

Síria é um país na Arábia.

A capital é Damasco.

A principal religião é o Islã.

A língua principal é o Árabe.

Após a Primeira Guerra Mundial, a França adquiriu um mandato sobre a parte norte do antigo Império Otomano na província da Síria. Os Francêses administraram a área como a Síria até conceder-lhe a independência em 1946. O novo país carecia de estabilidade política, no entanto, e experimentou uma série de golpes militares durante suas primeiras décadas. A Síria uniu-se com o Egito em Fevereiro de 1958 para formar a República Árabe Unida. Em Setembro de 1961, as duas entidades separaram-se, e a República Árabe Síria foi restabelecida. Em Novembro de 1970, Hafiz al-Asad, um membro do Partido Socialista Ba'th e a minoria da seita Alawi, tomaram o poder em um golpe sem derramamento de sangue e trouxeram estabilidade política ao país. Em 1967 na Guerra Árabe-Israelense, a Síria perdeu as Colinas do Golã para Israel. Durante a década de 1990, a Síria e Israel mantiveram conversações de paz ocasionais sobre o seu retorno. Após a morte do Presidente al-Asad, seu filho, Bashar al-Asad, foi aprovado como presidente por referendo popular em Julho de 2000. As tropas Sírias estacionadas no Líbano desde 1976 em um ostensivo papel de manutenção da paz - foram retiradas em Abril de 2005. Durante o conflito de Julho-Agosto de 2006 entre Israel e o Hezbollah, a Síria colocou suas forças militares em alerta, mas não interviu diretamente em nome de seu aliado Hezbollah. Em Maio de 2007 Bashar al-Asad foi eleito para seu segundo mandato como presidente.

Influenciados por grandes revoltas que começaram no resto da região, protestos antigovernamentais irromperam no sul da província de Da'ra em Março de 2011 com os manifestantes pedindo a revogação da Lei de Emergência restritiva permitindo detenções sem acusação, a legalização dos partidos políticos, e a remoção de funcionários locais corruptos. Desde então, as manifestações e tumultos se espalharam para praticamente todas as cidades na Síria, mas o tamanho e a intensidade dos protestos têm flutuado ao longo do tempo, e Aleppo e Damasco mantiveram-se relativamente calmas. O governo reagiu à agitação com uma mistura de concessões - incluindo a revogação da Lei de Emergência e aprovando novas leis que permitam novos partidos políticos e a liberalização de eleições locais e nacionais - e a força. No entanto, a resposta do governo não foi capaz de atender às demandas da oposição para ASAD renunciar, e as operações de segurança do governo em curso para conter tumultos e um aumento na atividade da oposição armada levaram a violentos confrontos entre as forças do governo e os oposicionistas. Em Novembro de 2011, a pressão internacional sobre o regime de ASAD se intensificou quando as 22-nações da Liga Árabe e a Turquia votaram por impor sanções economicas. Em Janeiro de 2012, o Conselho dos Direitos Humanos da ONU estimou que pelo menos 5.400 pessoas foram mortas desde o início dos protestos Sírios.

Síria, um país de maioria Árabe no coração do Oriente Médio, tem sido um centro de comércio por mais de 5.000 anos. Sua capital, Damasco, é a mais antiga cidade do mundo continuamente habitada. A localização estratégica da Síria, ligando a Ásia com a África e a Europa, atraiu comerciantes e conquistadores através dos tempos. Eles incluíram os Egípcios, Fenícios, Gregos, Romanos, Árabes, Mongóis, Turcos e Franceses. A Síria se tornou uma nação independente em 1946.

População

A Síria tem uma população de mais de 22,5 milhões de pessoas. Existem quatro grupos étnicos principais e diversos menores. Os Árabes representam mais de 90 por cento da população. Kurdos, Armênios e povos Turcos também são importantes. Existem também vários grupos menores.

Linguagem

O Árabe é a língua oficial. O Kurdo, Armênio, e Aramaico são amplamente compreendidos. O Francês e o Inglês também são falados.

Religião

Aproximadamente 75 por cento dos Sírios são Muçulmanos Sunitas. Os outros dois principais grupos Muçulmanos são os Alawitas e os Drusos.

O segundo-maior grupo Muçulmano, os Alawitas, datam dos séculos 9 e 10. Os Alawitas viveram perto dos grupos Cristãos por séculos. Como resultado, as crenças, festivais, e os costumes dos Alawitas têm sido influenciados pelo Cristianismo.

A perseguição por parte da maioria Muçulmana Sunita e a reclusão geográfica na região montanhosa do noroeste da Síria, levaram a grande coesão social entre os Alawitas. Esta coesão social permitiu aos Alawitas ganhar o controle do Partido Baath (Renascimento Árabe Socialista) e o início do governo da Síria nos anos 1960s. Os Drusos são o terceiro maior grupo Muçulmano. Eles vieram para a Síria no século 11 do Egito. Mais de 10 diferentes grupos Cristãos compõem cerca de 10 por cento da população da Síria.

Na Síria tradicional e moderna, a associação religiosa é muito importante para a identidade de uma pessoa. A posição na sociedade também é influenciada pelas relações familiares e grupais.

Educação

A educação na Síria é gratuita e obrigatória para crianças de 6 a 12. Grandes universidades e bibliotecas estão localizadas nas cidades de Damasco, Aleppo, Homs e Latakia. Na década de 1930, menos da metade dos homens com mais de 15 anos de idade, e muito poucas mulheres com idade acima de 15, sabiam ler nem escrever. Hoje, essas taxas estão em 80 por cento para os homens e 74 por cento para as mulheres.

Modo de Vida

No final da Primeira Guerra Mundial, 80 por cento da população da Síria era rural. Elas viviam em cerca de 4.000 aldeias espalhadas. A Síria sofreu a urbanização dramática começando no meio do século 20. Por 2010, mais da metade dos Sírios moravam em cidades e quase todas as cidades da Síria tinham se expandido muito além de suas muralhas medievais.

A maioria dos Sírios nas cidades trabalham no comércio ou nas crescentes indústrias de manufatura e de serviços. Uma característica distintiva da vida da cidade é o mercado, ou souk. No mercado cada rua estreita é dedicada a um determinado comércio ou ofício.

As fronteiras das regiões desérticas da Síria são o lar dos Beduínos. Um povo nômade ou semi-nômade, os Beduínos têm tradicionalmente viajado com seus rebanhos em busca de pasto. Hoje a maioria dos Beduínos vivem em comunidades permanentes por partes do ano. Eles vendem lã e produtos lácteos para as cidades próximas.

Algumas comidas Sírias são populares em todo o Oriente Médio. Os pratos favoritos consistem geralmente de carne misturada com arroz ou outros grãos, como o trigo. Outros pratos favoritos incluem espetinhos (carne assada) feitos com cordeiro, frango, ou carne.

Terra

Nos tempos antigos e medievais, a Síria foi o termo geográfico para a parte noroeste da região inteira uma vez conhecida como o Crescente Fértil. Esta massa de terra, que se estende desde os Rios Eufrates e Tigre no leste até o Mar Mediterrâneo a oeste, agora contém o Líbano, Israel, Jordânia e parte do Iraque, bem como a Síria moderna.

A Síria é constituída por um planalto desértico semi-árido, estreitas planícies costeiras, e uma cadeia de montanhas no oeste.

O país tem várias regiões terrestres distintas: montanhas, vales férteis e planícies, e desertos e planícies.

Regiões da terra

As montanhas Anti-Líbano formam a fronteira ocidental da Síria com o Líbano. Este intervalo contém o Monte Hermon, o pico mais alto do país. O Monte Hermon se eleva a 9.232 pés (2.814 metros) acima do nível do mar.

Vales férteis seguem o Rio Orontes, que corre paralelo à costa do Mediterrâneo, e o Rio Eufrates, que atravessa o nordeste do país. As planícies costeiras são também bem regadas e são ideais para a agricultura.

Mais da metade das terras da Síria são deserto. O grande Deserto Sírio se espalha a partir do interior do sudeste, através da fronteira, e para o Iraque e a Jordânia. A sudoeste do deserto está a planície de Hawran, que se estende até as Colinas de Golã.

Cerca de 30 por cento da área total de terra da Síria é arável. A maior parte desta terra arável está localizada no vale entre Jebel Ansariyah e as faixas do Anti-Líbano, a oeste, e o largo vale do rio Eufrates, no leste. Grande parte da área no meio é semideserta.

Rios e lagos

O Rio Eufrates e seus afluentes formam o maior sistema de rios na Síria. Outros importantes rios da Síria são o Khabur e o Orontes. O maior lago da Síria é o Lago Al-Asad. Ele foi criado após a conclusão da Barragem Eufrates (Tabka) em 1973.

Clima

O oeste da Síria tem um clima ameno, com invernos frios e úmidos e verões quentes. A precipitação varia de 12 polegadas (300 milímetros) no extremo sudeste a 40 polegadas (1.000 milímetros) na costa do Mediterrâneo. As regiões de montanha e terras altas são muito mais frias do que as planícies e recebem neve freqüente.

As planícies do interior têm verões mais quentes e invernos mais frios, com chuvas moderadas. O leste da Síria tem um clima quente e seco do deserto.

Recursos naturais

Entre os mais importantes recursos naturais da Síria estão as suas terras. Estas estão localizadas ao longo da costa Mediterrânea, perto de Latakia, na planície Hawran e no vale do Rio Orontes, no vale do Rio Eufrates, e em torno das cidades de Damasco e Aleppo.

O petróleo é o recurso mineral do país mais importante. Mas a produção de petróleo é pequena se comparada com alguns outros países do Oriente Médio. Os fosfatos são extraídos para usos comerciais e de exportação. Existem também depósitos de minério de ferro, cromita, e mármore.

Cidades principais

Damasco é a capital da Síria e a segunda maior cidade. Ela encontra-se no sopé das montanhas Anti-Líbano, em uma área fértil banhada pelo Rio Barada.

Damasco é a mais antiga cidade continuamente habitada do mundo. Depois da conquista Árabe nos anos 600s, a cidade foi a capital do mundo Muçulmano por quase 100 anos.

Aleppo (Halab) é a maior cidade da Síria. É um importante centro de comércio e é o lar de um número de locais com importância religiosa e histórica. Um desses locais - a Mesquita de Zacharias - acredita-se seja a casa do túmulo do pai de São João Batista. Homs é a terceira maior cidade do país. É o lar da maior refinaria de petróleo do país. É também um centro da produção do algodão e do trigo.

Economia

O governo tem implementado reformas econômicas modestas nos últimos anos. Estas incluem o corte das taxas de juro sobre os empréstimos, a abertura de bancos privados, e a instituição da Bolsa de Valores de Damasco. As restrições econômicas a longo-prazo incluem a produção de petróleo em declínio; o desemprego elevado; déficits orçamentários crescentes, e a crescente pressão sobre o abastecimento de água causada pelo uso intenso na agricultura.

Dois terços dos trabalhadores da Síria estão empregados no setor de serviços. Ou seja, eles fornecem serviços em setores como bancos e finanças, educação, saúde, governo, transportes e comunicações, turismo e comércio. Menos de 20 por cento dos trabalhadores estão envolvidos na fabricação, incluindo a produção de têxteis e o processamento de alimentos.

A agricultura emprega o equilíbrio dos trabalhadores. Trigo e cevada são as principais culturas comerciais. Outras culturas importantes são o algodão, lentilhas, grão de bico, azeitonas, e beterraba.

As exportações principais incluem o petróleo bruto, minérios, produtos petrolíferos, frutas e legumes, e têxteis.

História

A localização geográfica da Síria entre o Vale do Nilo, a Mesopotâmia, e o planalto Iraniano tornaram-na uma estrada para caravanas e exércitos. Os Cananeus e os Fenícios vieram em 3000 aC. Escavações recentes a sudoeste de Aleppo indicam que um grande estado existia na Síria entre 3000 e 2500 aC. Os Egípcios conquistaram a parte meridional da Síria em 1600 aC, enquanto seus rivais, os Hititas, controlavam a parte norte. Nos séculos seguintes, os Babilônios, Assírios, e Arameus brigaram pela área, com os Arameus ganhando o controle por 1200 aC. Eles estabeleceram sua capital em Damasco, que tinha sido estabelecida primeiro em 2000. A Síria deriva seu nome do Siríaco, o dialeto Aramaico que era falado ao redor de Damasco.

A antiga Síria fez grandes contribuições culturais para a civilização do mundo ocidental. Uma delas foi o alfabeto utilizado pelos Fenícios e posteriormente adotado por muitos outros povos. No século 6 aC, a Síria tornou-se parte do distante Império Persa. Dois séculos mais tarde, Alexandre, o Grande destruiu o poder Persa, tomou a região, e pavimentou o caminho para a conquista Romana da Síria.

Ruínas Romanas ainda pontilham a paisagem da Síria. O Cristianismo, que nasceu na Palestina como um desdobramento do Judaísmo, floresceu na Romana-governada Síria. São Paulo foi convertido na estrada para Damasco, e fundou comunidades Cristãs por toda a Síria. Quando o Império Romano foi dividido nas secções leste e oeste no século 4, a Síria se tornou parte do Império Bizantino, do leste, com sede em Constantinopla (Istambul) na Turquia moderna.

Domínio Muçulmano

A Síria foi conquistada pelos Árabes Muçulmanos em 634-36.

Os Árabes deram à Síria duas de suas características de unificação nacional: a língua Árabe e a religião Islâmica. Mas até o final dos 1200s, a parte ocidental da Síria ao longo do Mediterrâneo (que na época incluía o Líbano) manteve-se mais de 50 por cento Cristã, com uma cultura Helenística orientada ao Ocidente.

De 661 a 750, a Síria foi o centro do mundo Islâmico. Damasco foi a capital da dinastia Omíada, que governava um império que se estendia desde a Espanha à Índia. Os mercados da Síria estavam cheios de jóias, seda, especiarias e perfumes do Oriente, e têxteis, vinhos e artigos de vidro da Europa. Os artesãos de Damasco e de Aleppo eram mundialmente famosos por sua habilidade, especialmente com prata, ouro, bronze, e produtos de cobre. Aleppo, com a sua cidadela imponente, controlava a caravana do norte e as rotas militares. Ela era o corredor do Golfo Pérsico e do Oceano Índico para o Mediterrâneo.

A desintegração do califado Abássida no século 11 contribuiu para a conquista da Síria pelos Turcos Seljúcidas, que capturaram Damasco em 1075. Em 1091, os Europeus Ocidentais lançaram a primeira de várias Crusadas, o que resultou em quase um século de domínio Europeu sobre grande parte da Síria. Pelo final do anos 1100s, a Síria foi reconquistada pelos Árabes Muçulmanos, sob a liderança de Saladino.

Em 1516, a Síria foi conquistada pelos Turcos Otomanos, e para a maioria dos próximos quatro séculos, a Síria foi parte do Império Otomano. Ao final dos anos 1700s, no entanto, muito da Síria fora das cidades estava sob o controle dos senhores da guerra local, chamados paxás.

História moderna

Pelo final do século 19, o Império Otomano estava enfraquecido. As autoridades locais Otomanas na Síria e no Líbano estavam muitas vezes relutantes ou incapazes de travar combates entre os diversos grupos étnicos e religiosos na área. Massacres de Cristãos por Muçulmanos nos Estados do Levante (Síria e Líbano) trouxeram ameaças de intervenção Europeia. A França em particular parecia pronta para enviar tropas. A fraqueza Otomana e a ameaça constante da intervenção Europeia contribuíram para o surgimento do nacionalismo Árabe da Síria, que era bastante forte em 1914.

O Império Otomano entrou na Primeira Guerra Mundial ao lado da Alemanha e da Áustria, principalmente pela chance de ficar contra o seu velho inimigo, a Rússia. No início da guerra, a Grã-Bretanha e a França tentaram derrubar a Turquia com um ataque direto. Na falta deste, elas trabalharam pelo descontentamento e o nacionalismo dos Árabes sob o domínio Otomano para desencadear uma revolta. Liderados por T. E. Lawrence, um acadêmico Inglês que virara soldado, e Faisal Ibn Hussein, um príncipe do deserto, um exército Árabe travava uma guerra de guerrilhas contra os Turcos e capturou Damasco, em 1918.

Um congresso nacionalista Sírio fez de Faisal rei da Síria independente. No entanto, os Britânicos e Franceses já haviam concordado em dividir o controle da região entre eles. À França foram dados mandatos, ou poder administrativo, sobre a Síria e o Líbano. A Grã-Bretanha controlava a Palestina, o Iraque e a Jordânia. Para fazer cumprir o seu mandato, os Franceses derrotaram o exército Árabe da Síria em 1920 e forçaram a saída de Faisal. Os Britânicos o compensaram, fazendo-o rei do Iraque. De 1920 a 1946, os administradores Franceses exploraram as divisões étnicas e religiosas que sempre existiram na Síria.

Isso indignava os nacionalistas Árabes, que montaram uma longa e amarga campanha contra o domínio Francês. Eles finalmente venceram. A Síria se tornou independente em 1946.

A Síria foi então governada por uma série de governos instáveis e juntou-se ao Egito em 1958 para formar a República Árabe Unida. A união terminou violentamente em 1961 com um golpe militar na Síria. Em 1970, Hafez al-Assad, um Ba'thist, tomou o poder. Primeiro eleito presidente em 1971, ele ganhou todas as eleições subseqüentes a 1999. Sob o sistema Socialista que ele impôs, as antigas classes dominantes perderam seu poder, e a Síria recebeu a ajuda econômica e militar da União Soviética. Durante a Guerra do Golfo Pérsico (1991), a Síria juntou-se à coalizão anti-Iraque.

Relações com Israel e Líbano

A Síria se opôs à criação da nação de Israel. Ela participou de três guerras contra Israel, em 1948, 1967 e 1973. Como resultado da guerra de 1967, Israel primeiro ocupou, e em seguida, anexou, a Colinas de Golan da Síria. A Síria foi contra os acordos de paz dos anos 1990s entre Israel e a Organização de Libertação da Palestina (OLP). Ela continuou a exigir a devolução das Colinas de Golã.

Em 1976, a pedido do governo Libanês, a Síria enviou forças de paz para o Líbano, onde a guerra civil era travada. As tropas Sírias permaneceram no país após a guerra terminar em 1991. Em 2000, Assad morreu e seu filho, Bashar al-Assad, o sucedeu como presidente. Ele iniciou algumas reformas econômicas, agrícolas e educacionais.

A Síria se opôs fortemente à intervenção militar dos EUA em 2003 no vizinho Iraque. Em 2004 os Estados Unidos impuseram sanções comerciais à Síria em resposta a seu apoio à grupos terroristas anti-Israel. Em 2005, protestos em massa pelos Libaneses, juntamente com a pressão internacional, forçaram a Síria à concordar em remover as suas tropas remanescentes do Líbano.

Em 2006, eclodiram os combates entre Israel e o Hezbollah, um grupo guerrilheiro Muçulmano Xiita no Líbano, que é apoiado pela Síria. A Síria ameaçou responder se Israel atacasse o território Sírio. Em Novembro, a Síria e o Iraque restabeleceram relações diplomáticas, que tinham sido cortadas em 1982 durante a Guerra Irã-Iraque.

Israel e Síria começaram novas conversações de paz mediadas pela Turquia em 2008. A Síria também concordou em permitir inspetores das Nações Unidas (ONU) para investigar alegações que tinha construído secretamente um reator nuclear com a ajuda da Coréia do Norte. A estrutura, que a Síria negou era um sítio nuclear, tinha sido destruída por um ataque aéreo Israelense em Setembro de 2007. As esperanças para o processo de paz Israelo-Síria esmaeceram, porém, após a invasão Israelense da Faixa de Gaza em 2009.

A Primavera Árabe

A queda dos governos da Tunísia e do Egito no início de 2011 deu origem a protestos pró-democracia durante boa parte do mundo Árabe. Esta "Primavera Árabe" chegou um pouco mais tarde na Síria. Mas ela rapidamente se expandiu em uma espiral de protestos populares e violência do governo. O processo começou no sul da cidade de Dara'a em uma área habitada em grande parte por Drusos. Ali as manifestações foram desencadeadas em meados de Março por um problema específico local, a prisão e tortura de uma dúzia de alunos que haviam pintado pichações contra o governo em paredes. Quando os manifestantes atearam fogo à sede do partido Baath e outros edifícios governamentais na cidade, a polícia disparou sobre a multidão.

Depois disso, as manifestações ficaram mais altas e as exigências mais abertamente políticas. Os manifestantes queriam a libertação de prisioneiros políticos; um fim ao estado de emergência de 48 anos; um fim à corrupção; e mais liberdades políticas. A polícia isolou Dara'a, e o presidente da Síria ofereceu alguns gestos conciliatórios, incluindo a promessa de acabar com o estado de emergência.

A família Assad, que pertence à seita da minoria Alawita, tinha governado a Síria com mão de ferro há mais de quatro décadas. O Presidente Assad prometia reformas há muito tempo, mas pouca mudança havia sido feita. Em resposta às manifestações em Abril, ele suspendeu a lei do estado de emergência em vigor por 48 anos. Em Julho, ele prometeu novas eleições em que vários partidos políticos seriam autorizados a participar. No entanto, os manifestantes consideraram as mudanças modestas e simbólicas. Eles continuaram a demonstrar e exigir que Assad renunciasse à presidência.

O Conflito Se Amplia

Pelo final de Abril, cerca de 500 manifestantes eram estimados terem sido mortos pelas forças do governo. Esse número subiu para um estimado 2.000 em meados de Agosto; milhares mais foram relatados feridos ou presos. À medida que a repressão do governo tornou-se cada vez mais brutal, milhares de Sírios fugiram para a Turquia. Muitos outros continuaram a protestar sob fogo.

Em resposta, muitos países condenaram o derramamento de sangue. Eles pediram ao governo Sírio a imediata e plena detenção da repressão contra protestos pacíficos. Alguns países, incluindo os Estados Unidos, afirmaram que Assad havia perdido seu direito de governar a Síria.

Em Outubro, mais de 3.000 manifestantes anti-governo foram mortos. Mais de 10.000 foram presos. O governo alegou que os manifestantes eram terroristas.

Ao mesmo tempo, vários grupos formaram o Conselho Nacional Sírio, cujo objetivo era derrubar Assad. Assad, no entanto, ainda tinha o apoio de grupos que se beneficiaram de seu governo, como os Alawitas. Manifestantes pró-Assad realizaram um enorme comício em Damasco em Outubro. Quando duas bombas explodiram em Damasco em Dezembro de 2011, Assad foi rápido em afirmar - sem provas - que elas provavam que a oposição estava ligada a al-Qaeda.

A reação do mundo exterior aos acontecimentos na Síria começou lentamente e permaneceu cautelosa. Os Estados Unidos e a Europa se mostraram relutantes em lançar uma outra intervenção, logo após a Líbia. Em qualquer caso, não havia nenhuma força de oposição comparável para auxiliar. No entanto, em Agosto, o Presidente dos EUA Barack Obama convidou Assad a demitir-se e ordenou o congelamento de ativos Sírios nos Estados Unidos.

Pouco depois, a União Européia anunciou sanções econômicas, incluindo um embargo no petróleo da Síria. A Liga Árabe, em Outubro, pediu ao governo Sírio para acabar com a violência e entrar em um diálogo com os manifestantes. Assad concordou com as exigências da Liga, mas logo em seguida lançou outra repressão brutal. Consequentemente, a Liga impôs suas próprias sanções econômicas em Novembro. As sanções combinadas tiveram um grave impacto sobre a economia Síria.

Através dos meses, Rússia e China haviam impedido qualquer resolução da ONU condenando a Síria. Quando a Rússia sugeriu em Dezembro que podia mudar sua posição, a Síria rapidamente aceitou uma oferta da Liga Árabe para introduzir monitores para observar a situação no terreno na Síria. Antes que os monitores da Liga Árabe pudessem chegar, no entanto, a Síria desencadeou ainda uma outra repressão. A cidade de Homs e uma vila perto da fronteira Turca que declarou-se "liberada" foram atingidos de forma particularmente dura.

Sob uma proposta da Liga Árabe de Dezembro, Assad deveria demitir-se e os monitores da Liga Árabe deveriam supervisionar uma resolução política pacífica para a crise. Em vez disso, a violência aumentou e Assad se recusou a renunciar. Em 14 de Janeiro de 2012, o governante do Qatar se tornou o primeiro líder Árabe à publicamente chamar pela intervenção militar Árabe na Síria. Duas semanas mais tarde, a Liga Árabe suspendeu sua controversa missão de vigilância.

Alternativamente, ela recorreu ao Conselho de Segurança da ONU a tomar medidas para estabilizar a situação. A Síria tem um dos maiores exércitos do Oriente Médio, no entanto. Isso fez com que uma intervenção ao estilo da Líbia pela NATO e seus aliados Árabes fossem ainda mais improváveis.

Em Março de 2012, a ONU estimou que mais de 8.000 pessoas, a maioria civis, tinham sido mortas e dezenas de milhares de pessoas deslocadas desde o início do levante Sírio. Naquele mês o Enviado Especial Conjunto da ONU e da Liga dos Estados Árabes, Kofi Annan, apresentou propostas para acabar com a crise em reuniões em Damasco com o Presidente Assad. Annan, ex-Secretário Geral da ONU, pressionou o governo Assad para parar a violência e os abusos de direitos humanos, permitir a assistência humanitária, e começar uma transição para um sistema democrático político plural. Em 21 de Março de 2012, o Conselho de Segurança da ONU divulgou um comunicado expressando seu apoio à proposta do Enviado e pedindo ao governo da Síria e à oposição para trabalharem com Annan para resolver a crise.

Richard W. Bulliett

Fonte:  Internet Nations

Síria

Como acontece com outras nações do Oriente Médio, os desertos cobrem a maior parte do território.

As áreas férteis ficam na costa do mar Mediterrâneo, nas cordilheiras do Líbano e do Antilíbano e na bacia do rio Eufrates.

Desde a Antiguidade, o país foi ocupado por diversos povos, e as marcas dessas passagens são vistas ainda hoje.

Desde a Antiguidade, o país foi ocupado por diversos povos, e as marcas dessas passagens são vistas ainda hoje. Há ruínas romanas na cidade de Palmyra; castelos medievais da época das Cruzadas no litoral; e monumentos islâmicos em Damasco, a mais antiga capital do mundo.

Habitado por povos de origem semita desde a Antiguidade, o território da Síria é, no decorrer da história, dividido entre diversos impérios ou incorporada a eles.

Entre 661 e 750, a conquista muçulmana faz de Damasco a capital do Império Árabe. Entre 1516 e 1918, o país é dominado pelo Império Turco-Otomano.

A agricultura e a exploração do petróleo são a base da economia.

República Árabe da Síria (Al-Jumhuriya al-'Arabiya as-Suriya).

Síria

CAPITAL: Damasco.

NACIONALIDADE: Síria.

DATA NACIONAL: 8 de março (aniversário da Revolução); 16 de novembro (Dia da Pátria).

GEOGRAFIA

Localização: oeste da Ásia. 
Hora local:
 +5h. 
Área: 
185.180 km2.
Clima: 
mediterrâneo (litoral) e árido (interior). 
Área de floresta: 
2 mil km2 (1995). 
Cidades principais:
 Aleppo (1.582.930), Damasco (1.394.322), Homs (540.133), Al Ladhiqiyah (311.784), Hamah (264.348) (1994).

POPULAÇÃO

16,1 milhões (2000); composição: árabes sírios 90%, curdos 5,9%, circassianos, turcos e armênios 4,1% (1996). 
Idioma: 
árabe (oficial), curdo. 
Religião:
 islamismo 86% (sunitas 74%, xiitas 12%), cristianismo 8,9%, drusos 3%, outras 2,1% (1992). 
Densidade:
 86,94 hab./km2. 
População urbana: 
54% (1998).
Crescimento demográfico:
 2,5% ao ano (1995-2000). 
Fecundidade: 
4 filhos por mulher (1995-2000). 
Expectativa de vida M/F:
 67/71 anos (1995-2000). 
Mortalidade infantil:
 33‰ (1995-2000). 
Analfabetismo:
 25,6% (2000). 
IDH (0-1):
 0,660 (1998).

GOVERNO

República presidencialista (ditadura militar desde 1970).

Divisão administrativa: 14 distritos. 
Chefe de Estado e de governo:
 Bachar el-Assad (Partido Socialista Árabe - Baath) (desde 2000). 
Principal partido:
 Socialista Árabe (Baath).
Legislativo:
 unicameral - Assembléia do Povo, com 250 membros eleitos por voto direto. 
Constituição em vigor:
 1973.

ECONOMIA

Moeda: libra síria; cotação para US$ 1: 46 (jul./2000). 
PIB:
 US$ 17,4 bilhões (1998). 
PIB agropecuária:
 25,9%; 
PIB indústria:
 27,2%; 
PIB serviços:
 46,9% (1997). 
Crescimento do PIB:
 5,9% ao ano (1990-1998). 
Renda per capita:
 US$ 1.020 (1998). 
Força de trabalho:
 5 milhões (1998). 
Agricultura:
 algodão em pluma, frutas, legumes e verduras, azeitona.
Pecuária: 
bovinos, ovinos, caprinos, aves. 
Pesca: 
7,7 mil t (1997).
Mineração:
 gás natural, petróleo, fosforito. 
Indústria: 
química, petróleo, carvão, petroquímica, têxtil, couro, calçados, alimentícia, bebidas. 
Exportações:
 US$ 2,8 bilhões (1998).
Importações:
 US$ 4,5 bilhões (1998). 
Parceiros comerciais:
 Alemanha, Itália, França, Arábia Saudita, Turquia.

DEFESA

Efetivo total: 320 mil (1998). 
Gastos:
 US$ 2,7 bilhões (1998).

Fonte: www.tendarabe.hpg.ig.com.br

Síria

Uma vez que o centro do Império Islâmico, a Síria tem uma área que tem visto invasões e ocupações ao longo dos tempos, desde os romanos e mongóis de cruzados e turcos.

Um país de planícies férteis, altas montanhas e desertos, é o lar de diversos grupos étnicos e religiosos, incluindo curdos, armênios, assírios, cristãos, drusos, xiitas alauítas e sunitas árabes, o último dos que compõem a maioria da população muçulmana.

Modern Síria conquistou a sua independência da França em 1946, mas viveu períodos de instabilidade política impulsionada pelos interesses conflitantes desses vários grupos.

De 1958-61 uniu-se com o Egito de Nasser, mas uma independência golpe militar restaurada antes da alauíta controlado nacionalista pan-árabe Baath partido (Renascença) assumiu o controle em 1963. Ele decidiu desde então, apesar da revolta de 2011 tem dúvidas sobre sua longevidade.

Governo Baath tem visto o regime autoritário no país e uma política anti-ocidental forte no exterior, especialmente no governo do presidente Hafez al-Assad 1970-2000. Em 1967, a Síria perdeu as Colinas de Golã para Israel depois da derrota árabe na Guerra dos Seis Dias. A guerra civil no vizinho Líbano na década de 1970 permitiu estender sua influência política e militar no país.

Síria retirou suas forças do Líbano em 2005, tendo vindo sob intensa pressão internacional para fazer isso depois do assassinato do ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri. Um relatório da ONU implicado sírias e pró-Síria autoridades libanesas no assassinato, embora ainda Damasco nega qualquer envolvimento.

O governo trata duramente com a oposição interna. Dezenas de milhares Estima-se que foram mortos na repressão da revolta de 1982 da Irmandade Muçulmana em Hama.

Após a morte de Hafez al-Assad, a Síria sofreu em 2000 um breve período de relaxamento. Centenas de presos políticos foram libertados, mas reais liberdades políticas e um shake-up da economia dominada pelo Estado nunca se materializou.

Em 2011-12 forças de segurança tanques utilizados, tiros e prisões em massa para tentar esmagar os protestos anti-governo de rua inspirados na Primavera Árabe na Tunísia, Egito e Líbia. Estes protestos rapidamente assumiu um carácter mais formal quando a oposição começou a organizar asas políticos e militares para um levante contra o governo de longo Baath. Como 2012 foi passando, o impasse se transformou em guerra civil, com deserções da elite governante sinalizando o colapso da autoridade central estável.

Isolamento internacional

No cenário mundial a Síria tornou-se cada vez mais isolado nos últimos anos, vem sendo criticada por seu apoio a insurgentes no Iraque e sobre o seu papel no Líbano.

Esse isolamento mostrou sinais de abrandamento após breves esforços da França para trazer a Síria de volta ao redil internacional em 2008, mas a violação da Síria de uma proibição das Nações Unidas sobre armar a milícia libanesa Hezbollah levou à prorrogação das sanções norte-americanas em maio de 2010.

Mais sanções internacionais foram impostas em meio à sangrenta repressão dos protestos na descida para a guerra civil. Até dezembro de 2012 os EUA, Turquia, Estados do Golfo, França e Grã-Bretanha reconheceu a principal coalizão de oposição Nacional da Revolução Síria como o "único representante legítimo do povo sírio", sinalizando a crença de que o governo Assad está além da redenção.

Os governos Assad estão entre os adversários mais intransigentes de paz com Israel, e têm apoiado vários grupos anti-Israel armados - mais notadamente do Hezbollah do Líbano e da Faixa de Gaza com base em grupo palestino Hamas. As esperanças de reconciliação fracassaram repetidamente sobre o apoio da Síria para estes grupos ea questão polémica das Colinas de Golã.

Uma cronologia dos principais eventos:

1918 Outubro - tropas árabes liderados por Emir Feisal, e apoiado por forças britânicas, capturar Damasco, pondo fim a 400 anos de domínio otomano.

1919 - Emir Feisal faz árabe auto-governo na conferência de paz de Versalhes, após a derrota da Alemanha e do Império Otomano na Primeira Guerra Mundial

1919 junho - Eleições para a Síria Congresso Nacional são detidos. A nova montagem inclui delegados de Palestina.

1920 Março - O Congresso Nacional proclama Emir Feisal, rei da Síria ", em seus limites naturais" das montanhas Taurus na Turquia para o deserto do Sinai, no Egito.

Controle francês

1920 Junho - San Remo conferência se divide reino Feisal recém-criado árabe, colocando a Síria-Líbano sob mandato francês, e na Palestina sob controle britânico.

1920 Julho - as forças francesas ocupam Damasco, forçando Feisal a fugir no exterior.

Síria
Aleppo, juntamente com Damasco, é uma das mais antigas cidades continuamente habitadas

1920 Agosto - França anuncia um novo estado de Grande Líbano.

1922 - A Síria está dividida em três regiões autônomas pelos franceses, com áreas separadas para os Alawis na costa e os drusos no sul.

Revolta

1925-6 - agitação nacionalista contra o domínio francês desenvolve em um levante nacional. Francês forças bombardear Damasco.

1928 - Eleições detidos para uma assembléia constituinte, que elabora uma Constituição para a Síria. Alto Comissariado francês rejeita as propostas, o que provocou protestos nacionalistas.

1936 - A França aceita a independência da Síria, em princípio, mas assina um acordo manter o domínio militar e econômico francês.

1940 - Segunda Guerra Mundial: a Síria está sob o controle das forças do Eixo, após França cai para as forças alemãs.

1941 - British and Free tropas francesas ocupam Síria. General De Gaulle promete acabar com o mandato francês.

1945 - Protestos sobre o ritmo lento da retirada francesa.

1946 - Os últimos soldados franceses deixar a Síria.

Partido Baath fundada

1947 - Michel Aflaq e Salah-al-Din al-Bitar encontrado Árabes Partido Socialista Baath.

1949 - oficial do Exército, Adib al-Shishakhli toma o poder com o golpe militar terceira no espaço de um ano.

1952 - Al-Shishakli dissolve todos os partidos políticos.

1954 - oficiais do Exército liderar um golpe contra a Al-Shishakli, mas o retorno de um governo civil ao poder.

1955 - é eleito presidente. Síria procura reforçar os laços com o Egito. O veterano nacionalista Shukri al-Quwatli

República Árabe Unida

1958 Fevereiro - Síria e Egito se juntar a República Árabe Unida (RAU). O presidente egípcio Gamal Abdel Nasser dirige o novo estado. Ele ordena a dissolução de partidos políticos sírios, para o desespero do partido Baath, que fez campanha para a união.

1961 Setembro - O descontentamento com a dominação egípcia da UAR solicita um grupo de oficiais do exército sírio para tomar o poder em Damasco e dissolver a união.

1963 Março - oficiais do Exército tomar o poder. Um armário baathista é nomeado e Amin al-Hafez se torna presidente.

Rise of Assad

1966 Fevereiro - Salah Jadid leva um golpe interno contra a liderança civil Baath, derrubando Amin al-Hafez e prender Salah al-Din al-Bitar e Michel Aflaq. Hafez al-Assad torna-se ministro da Defesa.

De junho de 1967 - Forças israelenses aproveitar as Colinas de Golã da Síria e destruir grande parte da força aérea da Síria na Guerra dos Seis Dias, com o Egito, Jordânia e Síria.

1970 novembro - Hafez al-Assad derruba presidente Nur al-Din al-Atasi e aprisiona Salah Jadid.

1971 Março - Assad é eleito presidente para um mandato de sete anos em um plebiscito.

1973 - Tumultos irrompe depois de Assad cair a exigência constitucional de que o presidente deve ser um muçulmano. Ele é acusado de chefiar um regime ateu. Os motins são reprimidas pelo exército.

Guerra com Israel

De outubro de 1973 - Síria e Egito para a guerra com Israel, mas não conseguem retomar as Colinas de Golã apreendidos durante a guerra de 1967 entre árabes e israelenses.

1974 Maio - Síria e Israel assinam um acordo de retirada.

De fevereiro de 1975 - Assad diz que está preparado para fazer a paz com Israel em troca de uma retirada israelense de "todas as terras árabes ocupados".

1976 Junho - intervém do exército sírio na guerra civil libanesa para garantir que o status quo é mantido, e os maronitas permanecer no poder.

1978 - Em resposta ao acordo de paz de Camp David entre Egito e Israel, Assad estabelece para ganhar a paridade estratégica com Israel.

Tumultos

1980 - Após a Revolução Islâmica no Irã, grupos muçulmanos instigar revoltas e motins em Aleppo, Homs e Hama. Assad começa a salientar a adesão da Síria para o Islã.

1980 - membro da Irmandade Muçulmana tenta assassinar Assad.

1980 setembro - Início da guerra Irã-Iraque. Síria apoia o Irã, de acordo com a tradicional rivalidade entre lideranças Baath no Iraque e na Síria.

1981 Dezembro - Israel anexa as Colinas de Golã.

Revolta em Hama

1982 Fevereiro - levante islâmico Irmandade na cidade de Hama. A revolta é reprimida pelos militares, a quem acusam de organizações de direitos matando dezenas de milhares de civis.

1982 junho - Israel invade o Líbano e os ataques do exército sírio, forçando-o a retirar-se diversas áreas. Israel ataca a base da OLP em Beirute.

1983 Maio - Líbano e Israel anunciar o fim das hostilidades. Forças sírias permanecer no Líbano.

1983 - Assad sofre um ataque cardíaco, de acordo com relatórios negado pelas autoridades. Irmão de Assad Rifaat aparentemente se prepara para tomar o poder.

1984 Rifaat é promovido para o cargo de vice-presidente.

Voltar para o Líbano

Fevereiro de 1987 - Assad envia tropas para o Líbano para uma segunda vez para impor um cessar-fogo em Beirute.

1990 - O Iraque invade o Kuwait, Síria se junta à coalizão liderada pelos EUA contra o Iraque. Isto leva a melhoria das relações com o Egito e os EUA.

1991 Outubro - Síria participa na conferência de paz no Médio Oriente, em Madrid e mantém conversações com Israel que o fundador sobre a questão Colinas de Golã.

1994 - Basílio Assad filho, que era provável para suceder seu pai, é morto em um acidente de carro.

Rifaat demitido

1998 - irmão de Assad Rifaat está "afastado do cargo", como vice-presidente.

De dezembro de 1999 - As negociações com Israel sobre as Colinas de Golã começar em os EUA, mas são indefinidamente adiado no mês seguinte.

Sucessão Assad

Junho de 2000 - Assad morre e é sucedido por seu segundo filho, Bashar.

De novembro de 2000 - As novas encomendas presidente Assad a libertação de 600 presos políticos.

Abril de 2001 - Outlawed Irmandade Muçulmana diz que vai retomar a atividade política, 20 anos depois de seus líderes foram forçados a fugir.

2001 05 de maio - O Papa João Paulo II visita histórica paga.

Junho de 2001 - as tropas sírias evacuar Beirute, reimplantar em outras partes do Líbano, após a pressão de críticos libaneses de presença da Síria.

De setembro de 2001 - Detenção de deputados e outros ativistas pró-reforma, acabando com as esperanças de uma ruptura com o passado autoritário de Hafez al-Assad. Prender continuar, pontuado por anistias occaisional, ao longo da década seguinte.

Novembro de 2001 - British PM Tony Blair visita para tentar angariar apoio para a campanha contra o terror. Ele eo presidente Assad não chegarem a acordo sobre a definição de terrorismo.

As tensões com EUA

Maio de 2002 - autoridade sênior dos EUA inclui a Síria, em uma lista de estados que fazem-se de um "eixo do mal", primeiro da lista pelo presidente Bush em janeiro. Subsecretário de Estado John Bolton diz Damasco é a aquisição de armas de destruição em massa.

Abril de 2003 - EUA ameaça sanções caso Damasco não tomar o que Washington chama de "decisões corretas". Síria nega acusações dos EUA de que está desenvolvendo armas químicas e ajudar os iraquianos fugitivo.

Setembro de 2003 - O presidente Assad nomeia Mohammed Naji al-Otari primeiro-ministro.

Outubro de 2003 - ataque aéreo israelense contra o campo de militantes palestinos perto de Damasco. Síria diz que ação é "agressão militar".

2004 Janeiro - O presidente Assad visita a Turquia, o primeiro líder sírio para fazê-lo. A viagem marca o fim de décadas de relações frias, embora laços azedar novamente após a revolta popular em 2011.

Março de 2004 - Pelo menos 25 mortos em confrontos entre membros da minoria curda, a polícia e os árabes no norte-leste.

2004 Maio - EUA impõe sanções econômicas contra a Síria sobre o que chama de seu apoio ao terrorismo e falha para impedir que militantes que entram no Iraque.

Setembro de 2004 - resolução da ONU apela para todas as forças estrangeiras a deixarem o Líbano.

Pressão sobre o Líbano

2005 fevereiro-abril-tensões com os EUA escalar após o assassinato do ex-PM libanês Hariri, em Beirute. Washington cita influência síria no Líbano. Damasco é instado a retirar as suas forças do Líbano, o que faz até abril.

Outubro de 2005 - O ministro do Interior e ex-chefe de inteligência da Síria no Líbano, Ghazi Kanaan, morre no que dizem as autoridades é o suicídio. Inquérito da ONU sobre o assassinato do ex-PM libanês Rafik Hariri implica altos funcionários sírios.

Dezembro de 2005 - Exilado ex-vice-presidente Abdul Halim Khaddam alega que os líderes sírios ameaçaram Hariri PM ex-libanês antes de seu assassinato.

Fevereiro de 2006 - embaixadas dinamarquesa e norueguesa em Damasco são incendiadas durante uma manifestação contra as charges em um jornal dinamarquês retratando o profeta Maomé.

Setembro de 2006 - Ataque à embaixada dos EUA em Damasco. Quatro homens armados abrir fogo e lançar granadas, mas não conseguem detonar um carro-bomba. Três deles são mortos, um é capturado.

Aberturas diplomáticas

Novembro de 2006 - Iraque e Síria restabelecer relações diplomáticas depois de quase um quarto de século.

Março de 2007 - União Europeia relança diálogo com a Síria.

Abril de 2007 - EUA Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, encontra o presidente Assad em Damasco. Ela é a mais bem colocada político dos EUA a visitar a Síria nos últimos anos. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice se reúne ministro das Relações Exteriores, Walid Muallem no mês seguinte, o primeiro contato neste nível por dois anos.

Maio de 2007 - Líder dissidente Kamal Labwani e político proeminente escritor Michel Kilo são condenados a longas penas de prisão uma semana apenas, depois advogado de direitos humanos Anwar al-Bunni é preso.

Ataque israelense

De setembro de 2007 - Israel realiza um ataque aéreo contra um site no norte da Síria que disse foi uma instalação nuclear em construção. Em 2011, cão de guarda da ONU nuclear da AIEA decide denunciar a Síria ao Conselho de Segurança da ONU sobre seu programa nuclear secreto reator alegado programa no site.

De março de 2008 - A Síria abriga cúpula da Liga Árabe. Muitos estados pró-ocidentais enviar delegações de nível inferior em protesto contra a postura da Síria sobre o Líbano.

Abril de 2008 - Os EUA acusam a Coreia do Norte de ter ajudado a Síria a construir um reator nuclear secreto no local bombardeado por Israel em 2007.

Aceitação internacional

De julho de 2008 - O presidente Assad reúne o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em Paris. A visita marca o fim do isolamento diplomático do Ocidente que se seguiu ao assassinato do ex-PM libanês Rafik Hariri, em 2005. Enquanto em Paris, o presidente Assad também se encontra com o presidente recém-eleito do Líbano, Michel Suleiman. Os dois homens concordam em trabalhar para o estabelecimento de relações diplomáticas plenas entre os dois países.

De setembro de 2008 - Damasco abriga quatro vias de cúpula entre Síria, França, Turquia e Qatar, em uma tentativa de impulsionar os esforços para paz no Oriente Médio. Explosão mata 17 pessoas na periferia de Damasco, o ataque mais mortal na Síria em vários anos. Governo acusa militantes islâmicos.

Degelo diplomático continua

Outubro de 2008 - A Síria estabelece relações diplomáticas com o Líbano pela primeira vez desde que a independência dos dois países em 1940.

Síria
A Síria tem uma grande comunidade cristã

2009 Março - Jeffrey Feltman, atuando assistente EUA secretária de Estado para o Oriente Próximo, visita Damasco com nacional da Casa Branca assessor de segurança Daniel Shapiro na primeira missão dos EUA de alto nível diplomático por quase quatro anos. Atende ministro das Relações Exteriores, Walid Muallem.

Negociação lança em troca da Síria estoque em um gesto para liberalizar a economia controlada pelo Estado.

2009 Maio - escritor sírio e ativista pró-democracia, Michel Kilo é libertado da prisão depois de cumprir três anos de prisão.

Junho de 2009 - A agência nuclear da ONU, a AIEA, diz vestígios de urânio feito pelo homem não declarado foram encontrados em segundo site na Síria - um reator em Damasco. A AIEA está investigando alegações dos EUA de que o local destruído no ataque israelense foi 2007 um reator nuclear.

De julho de 2009 - enviado especial dos EUA George Mitchell visita para conversar com o presidente Assad em paz no Oriente Médio.

De agosto de 2009 - Iraque e Síria recordar os seus representantes em um racha aprofundamento sobre as acusações de responsabilidade por uma série de ataques a bomba em Bagdá mortais. Eles restaurar laços mais tarde, em 2010.

Fevereiro de 2010 - Postos de embaixador dos EUA, primeiro para a Síria depois de um intervalo de cinco anos.

2010 Maio - EUA renova sanções contra a Síria, dizendo que apoia grupos terroristas, busca de armas de destruição em massa e forneceu o Hezbollah do Líbano com mísseis Scud, em violação das resoluções da ONU.

Levante nacional

2011 Março - Protestos em Damasco e na cidade do sul de Deraa exigir a libertação de presos políticos. As forças de segurança disparar um número de pessoas mortas em Deraa, provocando dias de agitação violenta que constantemente se espalhou pelo país ao longo dos meses seguintes.

O governo anuncia algumas medidas conciliatórias em uma tentativa de deter as tumultos. Presidente Assad lança dezenas de presos políticos e demite o governo, e em abril levanta o estado de 48 anos de idade, de emergência. No entanto, ele acusa os manifestantes de serem agentes israelenses.

2011 Maio - Tanques do Exército entrar Deraa, Banias, Homs e nos subúrbios de Damasco, em um esforço para esmagar os protestos anti-regime. EUA e União Europeia reforçar as sanções. Presidente Assad anuncia anistia para presos políticos.

2011 Junho - O governo diz que 120 membros das forças de segurança foram mortos por "gangues armadas" na cidade do noroeste de Jisr al-Shughour. Tropas sitiar a cidade e mais de 10.000 pessoas fogem para a Turquia. Presidente Assad se compromete a iniciar um "diálogo nacional" sobre a reforma.

2011 Junho - A agência nuclear da AIEA decide denunciar a Síria ao Conselho de Segurança da ONU sobre seu programa nuclear secreto reator alegado programa. A carcaça estrutura do reator alegado foi destruída em um ataque aéreo israelense em 2007.

Organiza oposição

2011 Julho - sacos presidente Assad o governador da província de Hama após manifestação em massa há, eventualmente, o envio de tropas para restaurar a ordem ao custo de dezenas de vidas. Ativistas da oposição se reúnem em Istambul para formar uma oposição unificada.

2011 Outubro - Recém-formado Conselho Nacional Sírio diz ter forjado uma frente comum de internos e ativistas da oposição exilados. Rússia e China veto de resolução da ONU condenando a Síria.

2011 Novembro - votos da Liga Árabe de suspender a Síria, acusando-o de não implementar um plano de paz árabe, e impõe sanções. Desertores do exército alvo uma base militar perto de Damasco no ataque mais alto perfil do Exército Livre sírio desde que os protestos começaram. Partidários do governo atacam embaixadas estrangeiras.

2011 Dezembro - Síria concorda em uma iniciativa da Liga Árabe permitindo que observadores árabes no país. Milhares de manifestantes se reúnem em Homs para cumprimentá-los, mas a Liga suspende sua missão em janeiro por causa do agravamento da violência.

Gêmeas bombas suicidas fora dos edifícios de segurança em Damasco mata 44, o primeiro de uma série de explosões grandes da capital a que continuam no verão seguinte. Oposição acusa governo de encenar ataques destes e subseqüentes.

Pressão da ONU

2012 Fevereiro - Rússia e China de um quarteirão do Conselho de Segurança sobre a Síria projeto de resolução, e que o governo intensifica o bombardeio de Homs e de outras cidades, retomando o bairro de Baba Amr Homs no mês seguinte. A ONU diz que mais de 7.500 pessoas morreram desde que a operação de segurança começou.

2012 Março - Conselho de Segurança aprova não vinculativa plano de paz elaborado pelo enviado da ONU, Kofi Annan. China e Rússia concordam em apoiar o plano depois de um anterior projeto, mais difícil é modificado. A declaração da ONU está aquém de uma resolução formal, ea violência continua no verão.

2012 Maio - Conselho de Segurança condena veementemente o uso do governo de armamento pesado e do assassinato milícia de mais de uma centena de civis em Houla, perto de Homs. França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha, Canadá e Austrália expulsar diplomatas sírios em protesto.

2012 Junho - O presidente Assad diz que seu governo embaralhado que eles enfrentam "verdadeira guerra", indicando a convicção das autoridades de que o conflito vai ser de longa duração e exigir o afastamento de todas as outras prioridades.

Mudanças Turquia regras de engajamento após tiros Síria para baixo de um avião turco que se desviaram para o seu território, declarando que, se as tropas sírias se aproximarem das fronteiras da Turquia eles serão vistos como uma ameaça militar.

2012 Julho - golpes grátis Síria Exército até três chefes de segurança em Damasco e Aleppo agarra no norte. A ofensiva do governo para recapturar a cidade faz apenas progresso limitado.

2012 Agosto - O governo sofre mais golpes. A resolução da Assembleia Geral da ONU exige que o presidente Assad renuncie, de alto nível deserções reunir ritmo - mais notavelmente o primeiro-ministro Riad Hijab - e presidente dos EUA, Obama adverte que o uso de armas químicas inclinaria os EUA para a intervenção.

ONU nomeia veterano diplomata argelino Lakhdar Brahimi como novo enviado da Liga das Nações Unidas-árabe para a Síria depois da renúncia de Kofi Annan.

2012 Setembro - O Exército Livre da Síria reivindica a responsabilidade por duas explosões no quartel-general militar em Damasco. O governo diz que quatro guardas foram mortos nos "ataques suicidas".

2012 Outubro - Síria-Turquia tensão aumenta quando o fogo argamassa sírio em uma cidade de fronteira turca mata cinco civis. Turquia volta fogo e intercepta um avião sírio supostamente portando armas da Rússia. Ambos os países proibir uns dos outros aviões de seu espaço aéreo.

Fogo em Aleppo destrói grande parte do mercado histórico como ataques de combate e bomba continuam em várias cidades.

Mediado pelas Nações Unidas cessar-fogo durante o feriado islâmico do Eid al-Adha quebra como o governo continua ataques.

2012 novembro - Vários principais forças de oposição se unir como Coalizão Nacional para Revolucionária Síria e as forças de oposição na reunião no Catar, incluindo o Conselho Nacional da Síria. Liga Árabe chega a pleno reconhecimento. Milícias islâmicas em Aleppo, incluindo a Al-Nusra e Al-Tawhid grupos, se recusam a aderir a Coalizão, denunciando-a como uma "conspiração".

Crescente Vermelho Árabe Sírio estima 2,5 milhões de pessoas foram deslocadas dentro da Síria, o dobro da estimativa anterior. ONU dubs último número "conservador".

Fogo militar israelense em unidades de artilharia sírias após vários meses de bombardeios ocasionais de posições sírias em todo o Golã, o primeiro retorno como de fogo desde Guerra do Yom Kippur de 1973.

2012 Dezembro - Os EUA se junta a Grã-Bretanha, França, Turquia e países do Golfo em reconhecer formalmente Coalizão Nacional da Síria oposição como "representante legítimo" do povo sírio. Presidente Obama diz que a Coalizão agora é inclusiva, reflexiva e representativo o suficiente para este "grande passo".

Fonte:  www.bbc.co.uk

Síria

Nome oficial: República Árabe da Síria (Syrian Arab Republic)

Capital: Damasco

Data Nacional: 17 de abril

Dias de descanso: sexta-feira e sábado

Chefe de Estado: Presidente Bashar Al-Assad

Chefe de Governo: Primeiro-Ministro Mohammad Naji Otri

Ministro do Exterior: Walid Al-Muallem

Área: 185.180 km²

População: 19,314,747 (estimativa 2007)

População Rural/Urbana: População urbana estimada em cerca de 52%

Densidade Demográfica: 113,7 hab/km²(2005)

PIB: US$ 24,26 bilhões (2006)

PIB per capita: US$ 4,1 mil (2006)

Composição do PIB

Agricultura: 24,8 % (2005)
Indústria: 
25,1 % (2005)
Serviços: 
50,1 % (2005)
Exportações: 
açúcar, café em grão, veículos automóveis, fibras de raiom viscose, painéis de fibras de madeira, açúcar de cana em bruto, outros papéis / cartões, papel / cartão "kraftliner", tubos ferro/aço. 
Importações:
 naftas para petroquímica, sementes de cominho, algodão debulhado, monofilamentos (monofíos) de outros plásticos, sementes de anis, alcaparras.

Fonte: www2.mre.gov.br

Síria

Acredita-se que a cidade de Damasco, capital e maior metrópole da Síria, seja a cidade habitada mais antiga do mundo.

Há registros de moradores desde 5.000 mil anos antes de Cristo. Damasco cresceu ao redor do Rio Barada e do Oásis de Ghouta, lugares onde a água tornava possível a vida em uma região árida e desértica.

Damasco fica no centro das rotas das caravanas mencionadas nas tábuas, escrituras antigas dos faraós, e no velho testamento.

Desde a Antigüidade, muitos povos já ocuparam ou passaram pela cidade. Suas marcas podem ser observadas, por exemplo, em ruínas romanas, nos castelos medievais da época das Cruzadas e nos diversos monumentos erguidos pelos povos muçulmanos.

O clima milenar e histórico pode ser sentido principalmente na parte velha da cidade, cercada por uma grande muralha romana. A viagem pelo tempo começa na entrada, quando é preciso atravessar portais majestosos e imponentes. No Souq al-Hamadiyyeh, um enorme mercado coberto que fica na Cidade Velha, as ruas de pedra e o telhado furado revelam as marcas do tempo.

O comércio é barulhento e colorido, bem característico do Oriente, e o burburinho faz parte do cenário. Continuando o passeio, por caminhos e ruelas que parecem um labirinto, é possível encontrar também os famosos banhos turcos, chamados por lá de hammams.

Mesquitas

Existem muitas obras e jóias da arquitetura islâmica em Damasco. Construída no ano 705, a Mesquita de Omayyad ainda guarda mosaicos e minaretes de sua construção original. Junto dela, está o mausoléu de Saladin (um dos grandes heróis da história árabe), erguido em 1193.

Outra mesquita importante é a Takiyyeh as-Sulaymaniyyeh. Foi feita em estilo otomano, em 1554, e suas camadas de pedras pretas e brancas e minaretes longos chamam a atenção e impressionam.

Acervos milenares

Em um antigo campo militar, agora existe o Museu Nacional, que, assim como toda a cidade de Damasco, guarda relíquias importantíssimas do Mundo Antigo.

Fazem parte de seu acervo peças que ajudam a contar a história do homem e das civilizações. Uma das exposições mais impressionantes é a que mostra ao público vários papiros escritos quatorze séculos antes de Cristo, utilizando o primeiro alfabeto conhecido no mundo.

Instrumentos cirúrgicos, encontrados nos túmulos de seus médicos, mostram uma parte da trajetória da medicina através dos tempos. Esculturas de mármore e terracota, armas de diversas épocas e outros objetos revelam a rotina e a vida de povos ancestrais, ajudando a montar o quebra-cabeça da história da humanidade.

Já no Palácio de Azem, construído em 1749, hoje funciona a sede do Museu de Artes e Tradições Populares da Síria. O prédio foi todo feito com basalto preto e rochas sedimentares brancas.

A Cidade Velha, também guarda importantes histórias e construções Cristãs. Foi ali que os discípulos tiraram São Paulo por uma janela, para que ele fugisse dos seus perseguidores. No lugar, foi construída a capela de São Paulo.

Muitos séculos depois, o nome deste santo batizou uma cidade que viria a se tornar uma das maiores do mundo. Uma metrópole moderna e jovem que tem em sua lista de cidades-irmãs a antiga e milenar Damasco do apóstolo São Paulo.

Fonte: milpovos.prefeitura.sp.gov.br

Síria

País asiático, localizado no Oriente Médio, limitado pela Turquia, Iraque, Jordânia, Israel e Líbano.

Síria é uma região presente em nosso imaginário desde a infância, seja pelos contos de Ali Babá e Aladim contidos nas Mil e uma Noites, seja pelas aulas de história, pelas tradicionais caravanas que atravessavam o deserto na rota do comércio das sedas e especiarias, por seus inventos ou por sua cultura milenar.

Sua história é repleta de acontecimentos marcantes representados por períodos de ocupação de vários impérios: babilônico, romano, pérsico, egípcio e turco.

De cada um deles conservam-se, até hoje, as marcas dessas passagens.

Damasco é a capital do país e, possivelmente, a cidade habitada mais antiga do mundo: desde 5.000 a.C. já havia moradores no local.

É um verdadeiro museu a céu aberto e, por todos os lados, vê-se monumentos da arquitetura islâmica e resquícios da ocupação romana. Na cidade, destacam-se o fascinante Mercado do Hamidiye, labirinto onde se concentram lojas de artigos típicos como tapetes, artesanato em mosaico, tecidos brocados e dezenas de joalherias, diariamente lotado em um comércio frenético, e a famosa Mesquita Omayad.

A segunda maior cidade da Síria é Aleppo, ponto comercial importante desde os tempos de sua fundação, graças à sua localização próxima ao Rio Eufrates e ao Mar Mediterrâneo. A belíssima cidadela de Aleppo é um dos pontos turísticos mais visitados do país oriental.

Um local pitoresco e imperdível ali é a cidade de Hama, onde se concentram as famosas rodas d’água com até 20m de diâmetro, construídas em madeira, no período bizantino. Fazem parte de um complexo sistema de aqueduto, desenvolvido para levar a água do Rio Orontes ao Palácio de Azem, distante das margens do rio.

A cidade de Bosra entrou para a história nos tempos helenísticos, no começo do primeiro século a.C., quando, durante a ocupação romana, foi construído o Anfiteatro de Bosra, considerado um dos maiores e mais bem preservados teatros da época.

Do período medieval, resiste na região a fortaleza mais famosa do mundo, o Krack des Chevaliers, ocupada pelos cruzados em 1.110 d.C., conhecida por sua arquitetura admirável, sua invencibilidade e excelente estado de preservação.

Se há uma cidade que não se pode deixar de visitar, na Síria, é Palmira. Erguida no meio do deserto, surge majestosa a localidade construída pela Rainha Zenóbia em 267 d.C., transformada, na época, em centro de riqueza e comércio inigualável. Suas ruínas guardam histórias de lutas, resistência e mistério.

A Síria é uma relíquia para arqueólogos, historiadores e simples turistas; poucos países a superariam em tradição, em riqueza de costumes, hospitalidade e segurança. Dificilmente o turista encontra outro país, na região oriental do mundo, mais seguro para circular, seja na capital ou interior do seu território.

A religião predominante na Síria é o Islamismo, fator que enriquece a cultura do país e atrai a curiosidade do cidadão ocidental, que se surpreende ao ver os trajes das mulçumanas e se admira ao entrar nas belas e ricas mesquitas, acomodando-se em seus tapetes e se rendendo à paz e tranqüilidade do local. A convivência entre representantes de várias religiões, na região, é pacífica e respeitosa. Prova disso é a Mesquita de Omayad, uma das obras da arquitetura mulçumana mais extraordinárias, que abriga no seu interior um santuário dedicado ao repouso da cabeça de São João Batista, personagem da história cristã.

A comida síria é um capítulo a parte. As lojas do mercado, com seus temperos e frutas, são pontos turísticos que atraem pelo aroma e pelas cores, e conquistam pelo paladar.

Quem não começa a salivar ao ouvir falar dos saborosos quibes, esfihas, charuto de folha de uva, entre outros pratos da culinária árabe?

O turismo na Síria é muito barato. A alimentação, o transporte e a hospedagem têm preços acessíveis ao bolso do brasileiro.

As distâncias entre as regiões são pequenas, por isso é possível percorrer o país inteiro em poucos dias, podendo curtir sem correria o que ele tem de melhor: seu povo.

Hospitaleiro, simpático, afável e alegre. Todos têm prazer em colaborar e em acolher o visitante em sua casa, recebendo-o com mesa farta e saborosa.

O povo sírio vê o brasileiro como povo irmão, que acolheu, em épocas passadas, gerações e gerações de seus filhos que se espalharam pelo mundo.

Ao se estabelecerem no país latino e ao lado de outros imigrantes, ajudaram a construi-lo. No entanto, nada que se diga ou escreva, fará justiça ao que de fato é uma visita à Síria.

Fonte: www.crfmg.org.br

Síria

Histórico

Seguindo a queda do Império Otomano durante a primeira guerra Mundia, Siria foi administrada pela França até a independencia em 1946.

Na guerra Arabe-Israelense de 1967, a Siria perdeu as colinas de Golan para Israel.

Desde 1976, tropas Sírias ficaram estacionadas no Líbano, ostensivamente numa tentativa de manutenção da paz.

Nos anos recentes, Siria e Israel tiveram conversações de paz ocasionais a respeito do retorno das Colinas de Golan.

Localização: Oriente Médio, beirando o Mar Mediterrâneo, entre Líbano e Turquia
Coordenadas Geográficas: 
35 00 Norte, 38 00 Leste
Referência no mapa:
 Oriente Médio
Area total: 
185,180 km²
Terra:
 184,050 km² 
Água:
 1,130 sq km² 
Nota:
 incluindo 1,295 km² de território ocupado por Israel Land boundaries: total: 2,253 km 
Países e fronteiras: 
Iraq 605 km, Israel 76 km, Jordania 375 km, Líbano 375 km, Turquia 822 km
Costa:
 193 km 
Reivindicações marítimas:
 zona contígua: 41 NM
Mar territorial: 
35 NM
Clima:
 maioria desertico; quente, seco, verões ensolarados (Junho a Agosto) e ameno, invernos chuvosos (Dezembro a Fevereiro) ao longo da Costa; tempo frio com neve ou neve e chuva periodicamente atingindo Damasco 
Terreno: 
planalto primário semiarido e desertico; estreito plano costal; montanhas a oeste

Extremos de elevação

Ponto mais baixo: localização indenominada próximo ao Lago Tiberias -200 m 
Ponto mais alto:
 Monte Hermon 2,814 km 
Reservas Naturais: 
petroleo, fosfatos, minério de cromo e manganésio, asfalto, minério de ferro, pedra de sal, mármore, gipsita, poder da água
Uso da terra:
 território arável: 28% 
Clheita permanente: 
4% 
Pastagem permanente:
 43% 
Florestas e bosques:
 3% 
Outro:
 22% (1993 ,estimativa)
Terra irrigada: 
9,060 km² (1993 est.)
Perigos naturais:
 Tempestades de pueira, areia
Geografia - nota:
 há 42 assentamentos Israelenes e terrenos de utilização civil nas Colinas de Golan ocupadas por Israel (August 1999 est.)

Pessoas na Síria

População: 16728808 
Nota:
 além disso, há em torno de 38200 pessoas vivendo nas Colinas de Golan - 18200 Arabes (16500 Druzos e 1700 Alawitas) e por volta de 20000 Israelenses (July 2001 est.)
Estrutura de idade:

0-14 anos: 39.92% (masculino 3,440,060; feminino 3,238,576) 
15-64 anos:
 56.87% (mmasculino 4,868,816; feminino 4,644,870) 
65 e mais: 
3.21% (homens 261,036; mulheres 275,450) (2001 est.)

Taxa de crescimento populacional: 2.54% (2001 est.)
Taxa de nascimento:
 30.64 nascimentos/1,000 pessoas (2001 est.)
Taxa de mortalidade: 
5.21 mortes/1,000 pessoas (2001 est.)
Taxa da rede migratória: 
0 migrante(s)/1,000 pessoas (2001 est.)
Taxa de sexo: ao nascimento:
 1.06 homem(s)/mulher 
Abaixo de 15 anos: 
1.06 homem(s)/mulher 
15-64 anos:
 1.05 homem(s)/mulher 
65 anos ou mais:
 0.95 homem(s)/mulher 
População total: 
1.05 homem(s)/mulher (2001 est.)
Taxa de mortalidade infantil:
 33.8 mortes/1,000 nascidos vivos (2001 est.)

Espectativa de vida ao nascer

População total: 68.77 anos
Homens: 67.63 anos 
Mulheres: 69.98 anos (2001 est.)
Taxa de fertilidade total: 3.95 crianças nascidas/mulher (2001 est.)
HIV/AIDS - taxa de prevalência adulta: 0.01% (1999 est.)
HIV/AIDS - pessoas vivendo com HIV/AIDS: N/A 
HIV/AIDS - mortes: N/A

Nacionalidade: nome: Sírio(a)(s)

Adjetivo: Sírio

Grupos etnicos: Arabes 90.3%, Kurdos, Armenios, e outros 9.7%

Religiões: Muçulmanos Sunitas 74%, Alawita, Druzo, e outras secções muçulmanas 16%, Cristãos (várias secções) 10%, Judeus (pequena comunidade em Damasco, Al Qamishli, e Alepo)

Línguas: Arabe (oficial); Kurdo, Armenio, Aramaico, Circassian vastamente entendido; Francês, Inglês alguns entendem

Alfabetização: definição: acima de 15 anos que podem ler e escrever:

População total: 70.8%

Homens: 85.7% 
Mulheres:
 55.8% (1997 est.)

Governo

Nome dos país: forma longa convencional: República Árabe Síria 
Nome curto convencional:
 Síria 
Forma longa local:
 Al Jumhuriyah al Arabiyah as Suriyah 
Forma curta local: 
Suriyah

Fonte: www.kfssystem.com.br

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