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Sítio Arqueológico

 

O que é um sítio arqueológico?

É um lugar onde se encontram vestígios da vida e da cultura material dos povos do passado. Estes vestígios podem estar sobre a superfície do solo uma aldeia indígena abandonada, uma fortaleza do século XVIII, as ruínas de uma igreja, ou enterradas um sambaqui, por exemplo, locais à beira do mar onde se acumularam conchas, ossos, restos de alimentos e utensílios utilizados por grupos humanos que ali viveram.

Qualquer pessoa pode encontrar, por acaso, vestígios de um sítio arqueológico. Para compreender o que ele contém de informações sobre a vida humana naquele lugar é preciso algumas pistas, e para isso é necessária a ajuda de um arqueólogo. Se tentarmos escavar ou explorar um sítio arqueológico sem o conhecimento dos métodos apropriados para essa tarefa, podemos destruir as informações que ele contém. Os sítios arqueológicos são protegidos por lei – a Lei Federal n. 3.924/61; destruí-los é incorrer em um crime contra o Patrimônio Nacional.

Sítio Arqueológico

O que faz um arqueólogo?

Para um arqueólogo, um montinho de lascas de pedra pode trazer um sem número de informações que para uma pessoa comum pode não ter o menor significado.

O trabalho da Educação Patrimonial é parecido com o dos arqueólogos:aprender a ler as evidências do passado no presente, para delas tirar conclusões e conhecimentos.

Para encontrar as informações que procura, o arqueólogo remove cuidadosamente, às vezes com um pincel, as camadas de terra ou entulho que cobrem os artefatos e vestígios da ocupação humana, encontrados em um sítio arqueológico. Às vezes, ele encontra camadas superpostas de vestígios diferentes, que correspondem a diferentes períodos de ocupação. Os períodos mais antigos encontram-se nas camadas mais profundas. Esta superposição de camadas no solo, como se fosse um bolo, e o seu estudo, é o que se chama, em Arqueologia, a estratigrafia do sítio. Ela permite identificar as datas sucessivas de ocupação, umas em relação a outras, levando à descoberta de como viviam essas populações, o que comiam, o que fabricavam, os instrumentos de que dispunham, e a evolução das tecnologias ao longo do tempo. Por isto é tão importante preservar e proteger os sítios arqueológicos da destruição eles são fontes preciosas para o conhecimento de nossa história, de nossa pré-história, de nossos antepassados e de nossa trajetória cultural.

O que é a Arqueologia?

É a ciência que nos permite conhecer o passado do homem, antes dos registros históricos. A palavra vem do grego Archaios, que significa antigo, e o sufixo logia, que significa o estudo de alguma coisa.

Um arqueólogo é como um detetive:ele estuda os vestígios e pistas que indicam como vivia o homem no passado. Para isso ele emprega métodos e instrumentos específicos. Existem diferentes tipos de trabalho arqueológico.

Os mais praticados no Brasil são:a arqueologia pré-histórica, que se refere ao longo período antes de 1500, quando os europeus chegaram aqui; a arqueologia histórica, que estuda o passado do homem que aqui viveu a partir dessa data, com a ajuda de documentos escritos e de relatos orais.

O que é a Pré-História?

A história brasileira só começou a ser escrita com a chegada dos portugueses, em 1500. A História é o estudo do passado baseado em registros escritos ou em histórias contadas por alguém, o que chamamos de história oral. No Brasil, os antigos habitantes, que eram os índios, não usavam a escrita, mas sua história foi passada de geração a geração por meio da história oral. Sabemos que há vestígios da presença humana no Brasil que datam de 30 mil anos, aproximadamente.

Mas, naqueles tempos, a escrita ainda não havia sido inventada. O longo período de tempo que antecede a História, período em que não se tem registros escritos ou orais, é chamado Pré-História. Mas se não há registros escritos, ou orais, dos tempos pré-históricos, como podemos estudá-los?

As pistas do passado, no presente:

As principais evidências que os arqueólogos podem encontrar em um sítio arqueológico, como pistas para desvendar o mistério da vida dos povos que nos antecederam, enterradas ou sobre a superfície do solo, são:

Artefatos:qualquer objeto feito pelo homem, como instrumentos de trabalho, de caça ou de pesca, de música ou ritual, brinquedos, vasilhas, peças de indumentária, etc.

Estruturas:as construções de todos os tipos, para atender às suas necessidades e modos de vida, tais como casas, abrigos, depósitos de alimentos e grãos, igrejas, cemitérios, colégios, fortificações, etc.

Ecofatos:ou as coisas da natureza usadas pelo homem de acordo com suas necessidades, como por exemplo restos de alimentos, ossos e conchas, sementes, carvão, fibras, pedras, etc.

O local onde essas pistas são encontradas é importante para que se possa compreender ou deduzir como eram usadas isto se chama o contexto dos artefatos, ecofatos, ou estruturas. Algumas coisas juntas, em um mesmo contexto, podem ser associadas pelo arqueólogo, para descobrir, como um detetive, informações sobre o que aconteceu naquele lugar, naquele momento da história.

Por isso não devemos mexer ou tirar as coisas do lugar, ao visitar um sítio arqueológico. Para explorar um sítio histórico ou pré-histórico, em uma atividade de Educação Patrimonial, recorra sempre à ajuda de um arqueólogo, por intermédio dos escritórios e coordenações regionais do IPHAN em seu estado ou município, ou a uma universidade local.

Sugestões de atividades

A louça quebrada

O objetivo desta atividade é iniciar o aluno na compreensão da evidência cultural e nos diferentes modos de analisá-la, levando-o a perceber o processo de reconstituição do passado, por meio dos fragmentos e vestígios observados no presente. A experiência pode ser usada como preparação para o estudo de qualquer evidência, de objetos de museus a monumentos em ruínas ou sítios históricos e arqueológicos.

Apresente aos alunos um objeto qualquer de cerâmica ou louça comum (xícara, prato, bule, pote, caneca, etc.), previamente quebrado em pequenos pedaços, dentro de um saco plástico transparente.

Peça aos alunos para identificar o que é este objeto. A resposta nem sempre será óbvia. Faça perguntas que levem à observação do material empregado, vestígios de decoração e a forma dos fragmentos.

Escolha um dos fragmentos que permita uma fácil identificação (a alça, por exemplo). Faça perguntas que levem a uma interpretação deste fragmento de evidência. Nem sempre você pode ter certeza absoluta de como era o objeto original. A borda de uma caneca, ou de um pote, podem ser semelhantes.

Repita o exercício com os demais fragmentos. Os alunos podem desenhá-los para tentar montar o quebra-cabeça, ou tentar reconstituir o objeto juntando os próprios fragmentos (desde que não haja risco para os alunos).

O arqueólogo do futuro

Os alunos podem imaginar que são arqueólogos do ano 3000. A sala de aula ou o jardim da escola podem ser sítios arqueológicos, que serão explorados pelos alunos para descobrir as pistas sobre a vida no início do século XXI. Cada grupo de alunos deve recolher, em um saco plástico, alguns artefatos ou coisas que foram para o lixo, na sala ou no pátio da escola. Cada aluno, em cada grupo, descreve em uma ficha um objeto encontrado. Quando todos os objetos estiverem descritos, o grupo pode discutir a função de cada um, discutindo as várias hipóteses de uso, como se não soubessem como era a vida em nossa época.

Cada grupo apresentará aos demais suas hipóteses sobre o material encontrado; no final da atividade, é possível fazer um painel, em classe, sobre as informações obtidas, a partir da análise do material recolhido, discutindo ainda tudo o que não está representado por esse material o que está faltando, ou o que fica pouco claro, a partir dessas evidências. Este exercício, que pode ser bem divertido e lúdico, estimulando a criatividade dos alunos, também os fará perceber as limitações da Arqueologia, na descoberta dos mundos passados.

O PATRIMÔNIO RURAL: uma herança a descobrir

A idéia de que o Patrimônio cultural, os monumentos e sítios históricos só são encontrados nas cidades, ou em sua periferia, é bastante comum, e, entretanto, equivocada. Nas áreas rurais, nas pequenas vilas e cidades que ali se desenvolveram, como núcleos da ocupação humana na região, há todo um Patrimônio Cultural, vivo e dinâmico em suas tradições, que na maioria das vezes não é reconhecido como tal pela maioria da população e pelos que vêm de fora. Pelo fato de não existirem museus ou grandes monumentos nessas localidades, ou por não terem sido marcadas e celebradas por episódios da história nacional, é comum se pensar que é preciso sair daquele lugar para buscar o conhecimento e a experiência do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de que tratamos aqui.

No primeiro programa desta série, destacamos a importância do Patrimônio Vivo das comunidades, da dinâmica do processo cultural, e dos elementos que constituem o “patrimônio imaterial” de uma cultura. A Educação Patrimonial busca a capacitação dos indivíduos para a leitura e a compreensão desses processos culturais, mais do que dos produtos deles resultantes, e que constituem a evidência cultural que procuramos estudar.

É na área rural, e nos pequenos núcleos do interior do país, onde estes processos, esta dinâmica e suas manifestações podem ser encontrados e analisados com mais facilidade, porque na maioria dos casos estão em pleno uso, em frente de nossos olhos, e prontos para serem conhecidos e experimentados. O isolamento dos grandes centros, ao mesmo tempo em que contribui para um processo de estagnação e de êxodo dos mais jovens, é ao mesmo tempo um fator de proteção das tradições, dos saberes e dos fazeres da cultura local.

A proposta da Educação Patrimonial, levando-nos à exploração e conhecimento dos objetos e manifestações da cultura de um modo diferenciado, em busca de seus múltiplos significados e conteúdos, vem sendo um poderoso instrumento de trabalho para professores e agentes de cultura e educação no meio rural, como recurso para a recuperação da auto-estima das comunidades, do resgate da memória coletiva, e da percepção e reconhecimento dos valores locais.

Um exemplo bem sucedido da utilização da Educação Patrimonial em uma vasta região, predominantemente rural, no sul do país, é a experiência do Programa Regional de Educação Patrimonial da 4a. Colônia de Imigração Italiana no Rio Grande do Sul. Este projeto, desenvolvido pela Secretaria de Cultura e Turismo do Município de Silveira Martins, RS, a partir de 1993, abrangeu toda a rede educacional dos municípios circunvizinhos, tais como D.Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande e São João do Polêsine. Durante três anos, o projeto (PREP) desenvolveu e aplicou uma metodologia específica para o trabalho da Educação Patrimonial a partir da cultura e da história locais, marcadas pelos elementos característicos do fenômeno da imigração italiana e alemã no sul do país, a partir do século XIX. O projeto envolveu alunos e professores do 1o grau, num processo interdisciplinar e interescolar, incluindo também a comunidade e as famílias dos estudantes, cujos resultados se fazem sentir até hoje, no desenvolvimento da região.

No desenvolvimento do PREP – Projeto Regional de Educação Patrimonial, escolheram-se núcleos temáticos a serem trabalhados a partir desta metodologia:

A casa, espaços e mobiliário

Documentos familiares;

Instrumentos de trabalho e técnicas de uso

Cultivos e alimentação

A flora e a fauna nativas.

Cada um desses temas foi objeto de estudo e exploração durante todo um semestre letivo, em todas as áreas/disciplinas do currículo, por meio de atividades e experiências concretas de observação, coleta, pesquisa e exploração, partindo sempre do enfoque da realidade quotidiana dos alunos. Os aspectos do trabalho, do plantio e da colheita e de outras atividades comuns na região foram observados no campo, onde os pais dos alunos foram os “monitores” da atividade, explicando os métodos e instrumentos de seu fazer. A valorização dos ofícios rurais e do conhecimento tradicional passado de geração a geração foi um resultado altamente positivo das atividades, levando os alunos a reconhecerem e a terem orgulho de sua história pessoal e coletiva, de seus pais e avós. Por intermédio do manuseio, do registro em diferentes meios, dos jogos, das entrevistas com familiares e integrantes da comunidade, alunos e professores tiveram a possibilidade de entender e reconstituir as tramas sociais, tecnológicas, econômicas e culturais que compõem o tecido de sua trajetória e identidade históricas. Ao mesmo tempo, as crianças fizeram um verdadeiro inventário dos objetos significativos para sua história e identidade, através da pesquisa e da coleta de campo, elaborando fichas para cada objeto encontrado ou emprestado pelos amigos e familiares.

Ao final de cada etapa temática, organizou-se em cada escola uma exposição dos objetos coletados e dos trabalhos realizados (desenhos, maquetes, fotografias, mapas e relatos, dramatização, etc.). Ao final do período letivo organizaram-se exposições coletivas, apresentando o trabalho desenvolvido em todas as escolas municipais participantes do Projeto Regional de Educação Patrimonial.

Os resultados dessa experiência foram tão ricos que possibilitaram a elaboração de uma tese de Mestrado em Educação, apresentada à Universidade Federal de Santa Maria, RS, pela autora, e uma das coordenadoras do programa, a professora Maria Angélica Villagran.

A leitura do poema de Carlos Drummond de Andrade, intitulado “A CHAVE” pode servir de inspiração, e de metáfora, para o trabalho da Educação Patrimonial. A partir de um simples objeto comum, como uma chave (e logo imaginamos uma chave antiga, talvez já enferrujada), o poeta nos abre a porta da imaginação e da evocação de todo um universo do passado, onde transitam paisagens, personagens, sons, animais, e toda a força da criação humana, cristalizada no gesto do serralheiro... “o serralheiro não sabia / o ato de criação como é potente/ e na coisa criada se prolonga, ressoante...”

Ouvir a voz das coisas (“Ora, direis, ouvir estrelas...” diz um outro poeta brasileiro), perceber o ato de criação que se prolonga nelas, e chega até nós, escutar as histórias que nos contam... Esta é a “alfabetização cultural” que se propõe com o trabalho e a metodologia da Educação Patrimonial.

Ouçamos assim a voz da “chave”, que nos é transmitida pela palavra do poeta:

A CHAVE

Carlos Drummond de Andrade (O Corpo, 1984)

E de repente
o resumo de tudo é uma chave.

A chave de uma porta que não abre
para o interior desabitado
no solo que inexiste,
mas a chave existe.

Aperto-a duramente
para ela sentir que estou sentindo
sua força de chave.
O ferro emerge de fazenda submersa.
Que valem escrituras de transferência de domínio
se tenho nas mãos a chave-fazenda
com todos os seus bois e os seus cavalos
e suas éguas e aguadas e abantesmas?
Se tenho nas mãos barbudos proprietários oitocentistas
de que ninguém fala mais, e se falasse
era para dizer: os Antigos?
(Sorrio pensando: somos os Modernos
provisórios, a-históricos...)

Os Antigos passeiam nos meus dedos.
Eles são os meus dedos substitutos
Ou os verdadeiros?
Posso sentir o cheiro do suor dos guarda-mores,
o perfume- Paris das fazendeiras no domingo de missa.
Posso, não. Devo.
Sou devedor do meu passado,
cobrado pela chave.
Que sentido tem a água represada
no espaço onde as estacas do curral
concentram o aboio do crepúsculo?

Onde a casa vige?
Quem dissolve o existido, eternamente
existindo na chave?

O menor grão de café
derrama nesta chave o cafezal.
A porta principal, esta é que abre
sem fechadura e gesto.
Abre para o imenso.
Vai-me empurrando e revelando
o que não sei de mim e está nos Outros.
O serralheiro não sabia
o ato de criação como é potente
e na coisa criada se prolonga,
ressoante.
Escuto a voz da chave, canavial,
uva espremida, berne de bezerro,
esperança de chuva, flor de milho,
o grilo, o sapo, a madrugada, a carta,
a mudez desatada na linguagem
que só a terra fala ao fino ouvido.
E aperto, aperto-a, e de apertá-la, ela se entranha em mim. Corre nas veias.
É dentro em nós que as coisas são,
ferro em brasa – o ferro de uma chave.

Fonte: www.redebrasil.tv.br

Sítio Arqueológico

Os procedimentos no sítio arqueológico possibilitam a conservação e análise dos achados. A escavação arqueológica constitui-se da aplicação de métodos e técnicas, a observação aguçada é extremamente necessária, só assim o pesquisador compreenderá o achado.

A escavação e os procedimentos in situ

"Escavar um sítio arqueológico é como comer um delicioso bolo que contém as sucessivas camadas de nossa História" . Talvez seja esta a melhor forma de ilustrar um sítio arqueológico.

O solo é composto de diversas camadas, como se fosse um grande bolo. Em uma escavação arqueológica, cada uma destas camadas contém um recheio, um recheio misterioso e fascinante. O arqueólogo é o único profissional qualificado para escavar e analisar um sítio arqueológico. Para se escolher o melhor lugar onde realizar a escavação, deve-se analisar as condições do solo, ele deve estar mais conservado possível, para que possa ser adequadamente estudado. Ao falarmos de um solo "conservado", queremos dizer que o mesmo precisa se encontrar acomodado, não ter sido "revirado".

Sítio Arqueológico

Geralmente data-se um artefato levando em consideração sua localização nas camadas da escavação, isso quer dizer que achados que se encontram na superfície do buraco são mais recentes, já os objetos que estão em camadas mais profundas são mais antigos. Mas o arqueólogo leva em conta também as possíveis agressões que o terreno sofreu durante as sucessivas ocupações do local. Habitantes da região podem ter feito suas próprias "escavações", construindo aterros para colocar seu lixo, tumbas para seus mortos... Animais como tatus, formigas, cupins, são escavadores natos e também causam transtornos aos especialistas em arqueologia.

No sítio arqueológico geralmente é montado um mini-laboratório, para que se possa fazer as primeiras observações e catalogações dos achados. Por fim os cientistas deixam uma porção do sítio intacta, a mesma é chamada de área testemunho. Estará permitindo uma retomada das pesquisas no futuro, a partir de novas abordagens e talvez dispondo de novas tecnologias. O arqueólogo é um estudioso voltado à preservação da herança cultural humana.

Arqueólogo e escavação

Sítio Arqueológico

A Imagem que se encontra no topo da página ilustra três partes importantes da escavação arqueológica:

1 )Identificação do sítio através de vestígios superficiais,

2 )Início da escavação,

3 )Achado arqueológico (no caso um sepultamento).

A profissão de arqueólogo

Onde trabalham os arqueólogos? Que funções eles executam? A seguir estão descritas as respostas para estas questões.

O profissional da área de arqueologia pode trabalhar em:

Pesquisa, realizando estudos para institutos de pesquisa, museus e universidades para identificar traços da cultura e dos costumes de antigas civilizações

Universidades, lecionando em cursos de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) e orientando teses dos alunos

Em preservação e recuperação do patrimônio histórico — prédios ou regiões tombadas como patrimônio histórico e cultural da União

Prestação de serviços em assessoria e consultoria para empresas — na área de engenharia, para coleta de objetos arqueológicos em áreas onde Poderão ser realizadas grandes obras, como estradas e hidrelétricas

Em empresas ligadas à preservação do patrimônio histórico.

Fonte: www.arqueologyc.hpg.ig.com.br

Sítio Arqueológico

Sítio Arqueológico

Um sítio arqueológico é um local no qual os homens que viveram antes do início de nossa civilização deixaram algum vestígio de suas atividades:uma ferramenta de pedra lascada, uma fogueira na qual assaram sua comida, uma pintura, uma sepultura, a simples marca de seus passos.

As pesquisas, na região do Parque Nacional, foram iniciadas em 1970 e desde então as descobertas se acumularam. Atualmente estão cadastrados 406 sítios , dos quais cerca de 360 apresentam pinturas rupestres. Os demais sítios são aldeias, cemitérios, acampamentos. Estes números não são definitivos pois continuamente são descobertos novos sítios no Parque Nacional.

Os sítios arqueológicos são diferentes segundo o uso que os homens pré-históricos fizeram do local. Cada local pode corresponder a uma função, mas há casos, como as aldeias, onde vários tipos de atividades foram praticadas. Em uma aldeia vive-se, o que significa lugares para dormir, para cosinhar, para descansar, brincar, fabricar armas, utensílios, trabalhar a pedra, o barro para fazer cerâmica, a madeira. Todos esses trabalhos produzem vestígios que caem ao solo e que vão sendo, aos poucos, cobertos por sedimentos.

Assim sendo os vestígios mais antigos são os que estão bem no fundo, pois à medida que avança o tempo, novos vestígios caem, novas camadas de sedimento se formam e o sítio vai apresentando uma maior espessura de camadas arqueológicas.

Quando o arqueólogo começa a trabalhar ele faz o inverso:com seu pincel, sua pequena colher de pedreiro, vai tirando os sedimentos e deixando no local os vestígios. Quando tira os sedimentos de uma camada, numera e retira os vestígios, passando então para a camada logo abaixo. Assim ele vai do mais recente para o mais antigo.

Em geral os sítios apresentam-se em concentrações espaciais pois correspondem a um povo, a uma cultura, a qual explorava um território dado, nele deixando suas marcas.

A pesquisa arqueológica começa pela prospecção, que corresponde à fase na qual os pesquisadores procuram encontrar vestígios que permitam o reconhecimento dos sítios.

A seguir passa-se à fase de documentação:faz-se o levantamento topográfico do sítio, isto é seu mapa no estado em que foi descoberto. Faz-se as fotografias, se há pinturas as mesmas são fotografadas e copiadas. Em seguida dá-se início às escavações, única maneira de poder datar (veja encarte) os achados e definir quais os povos que deixaram os vestígios que o arqueólogo encontrou.

Métodos de datação

Os vestígios encontrados em uma escavação devem ser datados para que o arqueólogo possa situá-los no tempo.

As datações podem ser relativas, isto é, quando se atribui o objeto à uma época em razão de uma associação entre o mesmo e um evento já datado ou com fenômenos naturais cuja ocorrência segue tempos determinados ou produz certos tipos de vestígios característicos de épocas definidas. Por exemplo, se encontramos um esqueleto em uma camada geológica, conhecida como sendo de um período dado, esse esqueleto terá a mesma idade da camada.

Existem, entretanto, métodos de datação absoluta, que datam o próprio vestígio. Os vestígios que podem ser datados não são todos, eles variam de acordo com o método escolhido.

Alguns dos principais métodos, hoje em uso, e que foram aplicados no estudo do material encontrado na área do Parque Nacional são a análise do Carbono-14 e a da Termoluminescência.

Análise do Carbono 14

Na natureza o Carbono ocorre em três formas isotópicas:C 12 (com 6 prótons e 6 neutrons no núcleo do atomo), C 13 (com 6 prótons e 7 neutrons no núcleo do atomo) e C 14 (com 6 prótons e 8 neutrons no núcleo do atomo).

Em qualquer amostra de carvão, 98,9 % dos atomos são do tipo C 12 e 1,1 % são do tipo . Somente um em milhões de atomos de carbono são do tipo C 14.

Estes atómos de carbono são produzidos na alta atmosfera, pelo bombardeio de atomos de Nitrogênio pelos raios cósmicos, e o excesso de neutrons que possui no núcleo o torna instável. Ele perde sua radioatividade, voltando ao estado de

Nitrogenio e este processo se dá segundo uma taxa constante, independentemente domeio ambiente. O tempo durante o qual a metade dos atomos de um isótopo radioativo perde sua radioatividade chama-se meia-vida e, no caso do C 14 a meia vida é de 5.730 anos.

O caso dos seres vivos é curioso. As plantas, através do dióxido de carbono absorvido durante o processo da fotossintese, adquirem o C 14 e os animais, que se nutrem de vegetais ou de animais comedores de vegetais, o absorvem por sua vez.

Esse processo é contínuo e produz efeito inverso ao da meia-vida:ao mesmo em que alguns átomos perdem a radioatividade, entram no corpo átomos com radioatividade.

Quando ocorre a morte, cessa a aquisição de novos átomos de C 14 e o processo de perda de radioatividade produz seus efeitos. Assim sendo, medindo a radioatividade que resta em um carvão vegetal, em um osso ou em qualquer vestígios proveniente de um ser vivo, pode-se conhecer a data de sua morte.

Ele tem seus limites:quando a radioatividade que resta é muito baixa, o que acontece depois de 50.000anos da morte do ser que originou a amostra, não mais é possível medi-la.

Esse método é hoje muito seguro, desde que sejam tomadas as devidas precauções para a coleta e manuseio de amostras e na interpretação dos resultados.

Termoluminescência

A termoluminescência, apesar de ser menos precisa que o Carbono 14, tem suas vantagens porque pode datar restos inorganicos e alcança datas mais antigas que 50.000 anos. Vejamos as bases desse método.

Os elementos minerais sofrem o bombardeio dos raios cósmicos e se carregam de radioatividade. Descobriu-se que quando um mineral, como um pedaço de silex, ou o barro com o qual se fabrica cerâmica, são aquecidos acima de uma certa temperatura (entre 350 e 400 graus C), perdem a radioatividade. Diz-se então que o relágio desse objeto foi colocado no zero.

A partir deste momento, começam novamente a acumular radioatividade. Se o homem pré-histórico colocou pedras em volta de uma fogueira, ou esquentou um pedaço de silex para poder lascá-lo melhor, ou cosinhou uma vasilha de cerâmica, como emprega altas temperaturas, raramente alcançadas em fogos naturais de floresta, fez com que o relógio desses objetos fosse para o zero. As peças começam novamente a ser bombardeadas pelos raios cósmicos e vão acumulando, novamente radioatividade.

Quando são retiradas de uma escavação, pode-se medir sua radioatividade. Conhecendo-se a taxa anual de radioatividade acumulada na região de pesquisas (essa taxa varia segundo a região, o sítio, a camada de sedimentos que recobria a peça analisada e pode ser medida colocando-se dosímetros no mesmo lugar de onde foi extraída a amostra a ser datada, deixando os mesmos no local durante um ano) pode-se calcular quantos anos passaram entre o momento do aquecimento pelo homem pré-histórico e a descoberta da peça pelo arqueólogo.

Fonte: www.fumdham.org.br

Sítio Arqueológico

Sítio Arqueológico da Pedra Pintada

Sítio Arqueológico

O Sítio Arqueológico da Pedra Pintada é o programa ideal para quem busca história e conhecimento. Suas pinturas rupestres, datadas de aproximadamente seis mil anos, formam três grandes painéis compostos por cenas de caçadores perseguindo suas presas e pelos diversos rituais realizados no local.

O Sítio está localizado na Serra da Conceição, numa altitude de 1250 metros acima do mar. Sua análise foi feita em 1843 pelo paleontólogo dinamarquês Peter Lund. Nele, você viaja no tempo, conhecendo desenhos semelhantes aos das grutas de Altamira, na Espanha, e Lescaux, na França.

Sítio Arqueológico

No sítio, estão registrados quatro estilos de grafismos feitos com pigmentos minerais, que podem explicar a cronologia da pintura do paredão.

Acredita-se, a partir de estudo desenvolvido por historiadores da Universidade Federal de Minas Gerais, com o apoio do CNPq, que o local não serviu de moradia, por possuir registros possivelmente ritualísticos ou estratégicos.

A arte rupestre está registrada em rochas e grutas em todo o Brasil. São mais de 780 sítios arqueológicos, onde as pinturas rupestres deixaram o rastro dos primeiros "pintores" brasileiros de que se tem notícia. Nelas, através de desenhos, estão retratadas histórias de sobrevivência, crença e experiências de vida, um momento em que se descobre um meio de linguagem e comunicação através das pinturas.

Fonte: www.baraodecocais.mg.gov.br

Sítio Arqueológico

A listagem abaixo assim como todos os seus dados são do Sistema de Gerenciamento de Patrimônio Arqueológico - SGPA que apresenta ossítios arqueológicosbrasileiros cadastrados no IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Nessa relação contém os 43 sítios cadastrados no município de Piracuruca.

Archete

Nome do sítio:Archete
Outras designações e siglas:PI-PRC-08
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas.

Medição:

Água mais próxima:Riacho da Mijada Distância: 150 m
Vegetação atual:Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental
Categoria:
Unicomponencial
Pré-Colonial

Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:
Pintura
Grau de integridade:
entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:
Insetos, galerias de cupins,e raízes de trepadeiras
Relevância do sítio:média

Caldeirão do Saco

Nome do sítio:Caldeirão do Saco
Outras designações e siglas:PI-PRC-35
Município: Piracuruca UF:PI
Descrição sumária:Conjunto de 1 abrigo e 4 blocos isolados com pinturas, localizados em torno do Caldeirão do Saco.
Comprimento:
9 m
Largura:
1,5 m
Altura máxima:
4,5 m (a partir do nível do solo)

Área:13,5 m2 Medição: Estimada
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1973 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Água mais próxima:Caldeirão do Saco Distância: 200 m
Rio:Rio Piracuruca Bacia: Longá
Vegetação atual:SavanaSavana_estépica
Uso atual do terreno:área devoluta
Propriedade da terra:terra pública

Categoria:Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha

Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:
Tradições:Geométrica

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Fatores de destruição:
Vandalismo

Outros fatores naturais:Incidência solar, pluviométrica, eólica, raizes, insetos.
Outros fatores antrópicos:Grafitismo / Mutilação de inscrições rupestres
Medidas para preservação:
Limpeza dos sítios, conscientização da comunidade.
Relevância do sítio:
baixa

Curral Natural

Nome do sítio:Curral Natural
Outras designações e siglas:PI-PRC-09
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas.

Comprimento:3,6 m
Medição: Instrumento
Água mais próxima:Riacho do Arco Distância: 100 m
Vegetação atual:Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo: Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

Grau de integridade:menos de 25%
Outros fatores naturais:
Erosão, insetos
Relevância do sítio:
baixa

Furna do Índio

Nome do sítio:Furna do Indio
Outras designações e siglas:PI-PRC-07
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Abrigo rochoso com pinturas.

Medição:
Água mais próxima:Olho dágua Triunfo Distância: 450 m
Vegetação atual:Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha

Arte rupestre:Pintura
Grau de integridade:
menos de 25%
Outros fatores naturais:
Erosão, insetos.
Relevância do sítio:
média

Furna do Saco

Nome do sítio:Furna do Saco
Outras designações e siglas:PI-PRC-34
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Abrigo erodido em forma de túnel, com pinturas, a 50 m do Letreiro do Saco, direcionado de leste para oeste, face para o norte; bloco com pinturas , face para sudeste, a 10 m da furna.

Comprimento:2 m Largura: 2,1 m Altura máxima: 2 m (a partir do nível do solo)
Área:4 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1973 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Água mais próxima:Rio Piracuruca Distância: 650 m
Bacia:Longá
Vegetação atual:SavanaSavana_estépica
Propriedade da terra:terra pública

Categoria: Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre:
Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:
Tradições:Geométrica
Grau de integridade:
entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:
Torrente, raizes
Relevância do sítio:
baixa

Inscrição da Chave

Nome do sítio:Inscrição da Chave
Outras designações e siglas:PI-PRC-11
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas.

Comprimento:9,6 m
Medição:Instrumento
Água mais próxima:Riacho do Triunfo
Vegetação atual:Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Galerias de cupins.
Relevância do sítio:média

Inscrição da Flexa

Nome do sítio:Inscrição da Flecha
Outras designações e siglas:PI-PRC-15
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Vegetação atual:Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre

Arte rupestre:Pintura
Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:média

Inscrição do Lagarto

Nome do sítio:Inscrição do Lagarto
Outras designações e siglas:PI-PRC-10
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas.

Medição:
Água mais próxima:Riacho do Triunfo Distância: 30 m
Vegetação atual:Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Ate rupestre:Pintura

Grau de integridade:menos de 25%
Outros fatores naturais:Galeiras de cupim, salitre, poeira, raízes.
Medidas para preservação: Desvio da estrada que passa ao lado do sítio, a fim de evitar a acumulação de poeira sobre as superfícies com pinturas.
Relevância do sítio:média

Inscrição dos Pinguinhos

Nome do sítio:Inscrição dos Pinguinhos
Outras designações e siglas:PI-PRC-18
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:
Arte rupestre:Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:média

Inscrição dos Seis Dedos

Nome do sítio:Inscrição dos Seis Dedos 
Outras designações e siglas:PI-PRC-13 
Município:Piracuruca UF: PI 
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas 

Medição: 
Água mais próxima:Olho dágua Triunfo Distância: 200 m 
Vegetação atual:Savana 
Propriedade da terra:terra pública 
Proteção legal:unidade de conservação ambiental 

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre 
Exposição:céu Aberto 
Arte rupestre:Pintura 

Grau de integridade:entre 25 e 75% 
Fatores de destruição:
Vandalismo

Outros fatores naturais:Erosão, galerias de cupim.
Outros fatores antrópicos:Grafitismo. / Mutilação de inscrições rupestres
Medidas para preservação:Conscientização dos visitantes.
Relevância do sítio:média 

Letreiro da Borboleta

Nome do sítio:Letreiro da Borboleta
Outras designações e siglas:PI-PRC-41
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com apenas dois painéis de pinturas.

Comprimento:3,7 m Largura: 1,1 m Altura máxima: 3,3 m (a partir do nível do solo)
Área:4,7 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piripiri SB 24- V-A-I
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Meia encosta
Água mais próxima:Riacho Cabra Bom Distância: 400 m
Vegetação atual:Savana
Uso atual do terreno:pastoplantio
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:
Tradições:Geométrica e Agreste.

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Raízes, cupins.
Relevância do sítio:baixa

Letreiro das Melancias I

Nome do sítio:Letreiro das Melancias I
Outras designações e siglas:Toca dos Letreiros - PI-PRC-36
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Abrigo rochoso situado a 7,8m do solo atual, apresentando grande quantidade de pinturas.

Comprimento:11,2 m Largura: 2,9 m Altura máxima: 2,9 m (a partir do nível do solo)
Área:32,48 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piripiri SB 24 V-A-I
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Meia encosta
Água mais próxima:Riacho Cabra Bom Distância: 500 m
Vegetação atual:SavanaCapoeira
Uso atual do terreno:plantio
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:
Tradições:Geométrica

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Fatores de destruição:
Vandalismo

Outros fatores naturais:Casas de Insetos (cupim, vespa).
Outros fatores antrópicos:Grafitismos (com carvão). / Mutilação de inscrições rupestres
Medidas para preservação:Limpeza, fixação de placas, retirada da vegetação tipo capoeira. Conscientização dos moradores da localidade.
Relevância do sítio:alta

Letreiro das Melancias II

Nome do sítio:Letreiro das Melancias II
Outras designações e siglas:PI-PRC-37
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Pequeno abrigo rochoso situado nas imediações do Letreiro da Melancia I, apresentando apenas seis figuras pintadas.

Comprimento: 0,6 m Largura:0,5 m Altura máxima: 1 m (a partir do nível do solo)
Medição:Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piripiri SB 24-V-A-I
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Meia encosta
Água mais próxima:Riacho Cabra Bom Distância: 500 m
Vegetação atual:SavanaCapoeira
Uso atual do terreno:plantio
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:

Tradições:Agreste, Geométrica

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Insetos, vegetação.
Medidas para preservação:Limpeza.
Relevância do sítio:média

Letreiro das Melancias III

Nome do sítio:Letreiro das Melancias III
Outras designações e siglas:PI-PRC-38
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Abrigo situado nas proximidades dos sítios Letreiro da Melancia I e II, apresentando pinturas.

Comprimento:10 m Largura: 1,8 m Altura máxima: 3,2 m (a partir do nível do solo)
Área:18 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piripiri SB 24- V-A-I
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Meia encosta
Água mais próxima:Riacho do Cabra Bom Distância: 500 m
Vegetação atual:SavanaCapoeira
Uso atual do terreno:plantio
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre: Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:

Tradições:Geométrica

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Insetos, raízes
Relevância do sítio:média

Letreiro do Saco

Nome do sítio:Letreiro do Saco
Outras designações e siglas:PI-PRC-33
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Abrigo sob rocha com pinturas, orientado de leste para oeste, face para norte, com solo arenoso

Comprimento:6,5 m Largura: 1,2 m Altura máxima: 3,7 m (a partir do nível do solo)
Área:24 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1973 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície.
Água mais próxima:Rio Piracuruca Distância: 700 m
Bacia:Longá
Vegetação atual:SavanaSavana_estépica
Propriedade da terra:terra pública

Categoria:Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:

Tradições:Geométrica

Grau de integridade:menos de 25%
Outros fatores naturais:Insolação,incidência pluviométrica
Relevância do sítio:baixa

Observatório

Nome do sítio:Observatório
Outras designações e siglas:Pi-PRC-25
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre

Arte rupestre:Pintura
Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:média

Pedra da Inscrição

Nome do sítio:Pedra da Inscrição
Outras designações e siglas:PI-PRC-06
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas.

Comprimento:7,8 m
Área:27,7 m2 Medição: Instrumento
Água mais próxima:Olho dágua Triunfo Distância: 400 m
Vegetação atual:Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

Grau de integridade:menos de 25%
Outros fatores naturais:Plantas trepadeiras, cupins, erosão.
Relevância do sítio:média

Pedra da Inscrição II

Nome do sítio:Pedra da Inscrição II
Outras designações e siglas:PI-PRC-21
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:8 blocos rochosos com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal: unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:
Insetos, raízes de plantas trepadeiras.
Relevância do sítio:
média

Pedra das Letras

Nome do sítio:Pedra das Letras
Outras designações e siglas:PI-PRC-32
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Bloco isolado, a 30 m das Pedras das Mãos,com pinturas realizadas nas áreas facetadas pela erosão (lado noroeste) a 1,30 m do solo, com painéis voltados para norte e sudoeste.

Comprimento:2,5 m Altura máxima: 2,2 m (a partir do nível do solo)
Medição:Estimada
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1973 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Água mais próxima:Rio Piracuruca Distância: 730 m
Bacia:Longá
Vegetação atual:SavanaSavana_estépica
Uso atual do terreno:área devoluta
Propriedade da terra:terra pública

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:

Tradições:Geométrica

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Incidência solar e pluviométrica
Relevância do sítio:baixa

Pedra do Americano

Nome do sítio:Pedra do Americano
Outras designações e siglas:PI-PRC-14
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas.

Comprimento:18,3 m
Medição:
Vegetação atual:
Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

Grau de integridade:menos de 25%
Outros fatores naturais:Incidência solar, galerias de cupim.
Medidas para preservação:Plantio de árvores em frente ao paredão para servirem de barreira de proteção às pinturas contra a incidência solar.
Relevância do sítio:média

Pedra do Arco

Nome do sítio:Pedra do Arco
Outras designações e siglas:PI-PRC-42
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Pequeno abrigo com pinturas, localizado no entorno das residências.

Comprimento:3,6 m Largura: 1,5 m Altura máxima: 1,6 m (a partir do nível do solo)
Área:5,4 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piriacuruca SA 24 - Y-C-IV
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Água mais próxima:Riacho Figueiredo Distância: 400 m
Vegetação atual:Savana - Estépica
Uso atual do terreno:área devoluta
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:

Tradições:Geométrica e Agreste.

Grau de integridade:mais de 75%
Relevância do sítio:média

Pedra do Cartório

Nome do sítio:Pedra do Cartório
Outras designações e siglas:PI-PRC-12
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Comprimento:7 m
Medição:
Água mais próxima:Olho dágua Triunfo Distância: 100 m
Vegetação atual:Savana
Propriedade da terra:terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Galerias de cupim, raízes de plantas trepadeiras
Relevância do sítio:média

Pedra do Leão

Nome do sítio:Pedra do Leão 
Outras designações e siglas:PI-PRC-05 
Município:Piracuruca UF: PI 
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas.

Comprimento:6,6 m 
Medição: 
Água mais próxima:
Olho dos Milagres Distância: 100 m 
Propriedade da terra:terra pública 
Proteção legal:unidade de conservação ambiental 

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre 
Exposição:céu Aberto 
Arte rupestre:Pintura 

Grau de integridade:menos de 25% 
Outros fatores naturais:Insetos, Erosão
Relevância do sítio:baixa 

Pedra do Urubu

Nome do sítio:Pedra do Urubu
Outras designações e siglas:PI-PRC-43
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Grande bloco rochoso isolado, apresentando pinturas em todas as suas faces.

Comprimento:9,5 m Largura: 4,2 m
Área:39,9 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piriacuruca SA 24 Y-C-IV
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Meia encosta
Água mais próxima:Riacho Figueiredo Distância: 500 m
Vegetação atual:Savana
Uso atual do terreno:área devoluta
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:

Tradições:Geométrica e Agreste.

Grau de integridade: entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Raízes, cupins e vespas.
Medidas para preservação:Limpeza.
Relevância do sítio:média

Pedras das Mãos

Nome do sítio:Pedras das Mãos
Outras designações e siglas:PI-PRC-31
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Blocos com pinturas, 2 a 4 m do solo.

Comprimento:6 m Altura máxima: 2 m (a partir do nível do solo)
Área:12 m2 Medição: Estimada
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1973 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Água mais próxima:Rio Piracuruca Distância: 760 m
Bacia:Longá
Vegetação atual:SavanaSavana_estépica
Uso atual do terreno: área devoluta
Propriedade da terra:terra pública

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:

Tradições:Agreste

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Erosão pluviométrica, insolação
Relevância do sítio:baixa

Pinturas do Sol

Nome do sítio:Pinturas do Sol
Outras designações e siglas:PI-PRC-16
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra
: terra pública
Proteção legal: unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Ponta da Serra Negra

Nome do sítio:Ponta da Serra Negra
Outras designações e siglas:PI-PRC-20
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Recanto da Bananeira

Nome do sítio:Recanto da Bananeira
Outras designações e siglas:PI-PRC-19
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Salão do Pajé

Nome do sítio:Salão do Pajé
Outras designações e siglas:PI-PRC-17
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Abrigo rochoso com pinturas.

Medição:
Categoria:
Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Sítio da Acauã

Nome do sítio:Sítio da Acauã
Outras designações e siglas:PI-PRC-29
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Sítio da Cruz

Nome do sítio:Sítio da Cruz
Outras designações e siglas:PI-PRC-24
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Sítio da Ema

Nome do sítio: Sítio da Ema
Outras designações e siglas:PI-PRC-28
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Sítio da Folha

Nome do sítio:Sítio da Folha
Outras designações e siglas:Pi-PRC- 26
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra
: terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria: Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Sitio da Palmeira

Nome do sítio:Sitio da Palmeira
Outras designações e siglas:PI-PRC-01
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com pinturas.

Largura:35,5 m Altura máxima: 3 m (a partir do nível do solo)
Medição:Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piripiri SB 24 -V-A-I
Orgão:Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planalto
Água mais próxima:Riacho Palmeira Distância: 30 m
Vegetação atual:Savana_estépica
Uso atual do terreno: área devoluta
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:
Erosão, insetos, raízes
Relevância do sítio:
baixa

Sítio da Pedra do Indio

Nome do sítio:Sítio da Pedra do Indio
Outras designações e siglas:PI-PRC-02
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Blocos areníticos com pinturas bicromáticas.

Área:40 m2 Medição: Estimada
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Planície de inundação
Água mais próxima:Passagem da Lage Distância: 150 m
Uso atual do terreno:área devoluta
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre
:
Tradições:Geométrica

Outros fatores naturais:Erosão, insetos
Medidas para preservação:Prática intervencionista
Relevância do sítio:média

Sítio da Pedra Grande

Nome do sítio:Sítio da Pedra Grande
Outras designações e siglas:Sítio do Jaburu - PI-PRC-04
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Paredão rochoso com apenas um painel de pinturas.

Área:200 m2 Medição: Estimada
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Água mais próxima:riacho Sussuarana Distância: 2000 m
Vegetação atual:Savana
Uso atual do terreno:área devoluta
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:
Erosão
Possibilidades de destruição:

Relevância do sítio:
baixa

Sítio da Pedreira do Tuturubá

Nome do sítio:Sítio da Pedreira do Tuturubá
Outras designações e siglas:PI-PRC-30
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:A céu aberto, às margens do rio Piracuruca.

Área:200 m2 Medição: Estimada
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1973 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Planície de inundação
Água mais próxima:Rio Piracuruca Distância: 5 m
Bacia:Longá
Vegetação atual:Capoeira
Uso atual do terreno:via pública
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Pré-Colonial
Tipo:
Acampamento
Contexto de deposição:em superfície
Exposição:céu Aberto
Artefatos:Lítico polido
Arte rupestre:
Ausente

Grau de integridade:menos de 25%
Outros fatores naturais:
Erosão fluvial
Outros fatores antrópicos:
Exploração de ardósia
Medidas para preservação:
Arqueologia de salvamento.
Relevância do sítio:
média

Sítio do Ângulo

Nome do sítio:Sítio do Ângulo
Outras designações e siglas:PI-PRC-22
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Sítio do Cactus

Nome do sítio:Sítio do Cactus
Outras designações e siglas:PI-PRC-27
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Afloramento rochoso com pinturas.

Medição:
Propriedade da terra:
terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Sítio do Marimbondo

Nome do sítio:Sítio do Marimbondo
Outras designações e siglas:PI-PRC-23
Município:Piracuruca UF: PI

Medição:
Propriedade da terra
: terra pública
Proteção legal:unidade de conservação ambiental

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Arte rupestre:
Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Relevância do sítio:
média

Sítio Santa Maria

Nome do sítio:Sítio Santa Maria
Outras designações e siglas:PI-PRC-03
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Pequeno bloco arenítico isolado, com apenas um painel de pinturas.

Área:20 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piracuruca SA 24-Y-C-IV
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Planície de inundação
Água mais próxima:Barragem Distância: 20 m
Uso atual do terreno:área devoluta
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:
Arte rupestre
Exposição:céu Aberto
Arte rupestre:
Pintura

FILIAÇÃO CULTURAL:
Arte rupestre:

Tradições:Geométrica

Grau de integridade:menos de 25%
Outros fatores naturais:
Erosão
Relevância do sítio:
baixa

Toca do Letreiro das Melancias IV

Nome do sítio:Toca do Letreiro das Melancias IV
Outras designações e siglas:PI-PRC-39
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Pequeno abrigo com pinturas.

Comprimento:1,5 m Largura: 1 m Altura máxima: 2,5 m (a partir do nível do solo)
Área:1,5 m2 Medição: Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piripiri SB - 24 - V-A-I
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Meia encosta
Água mais próxima:Riacho Cabra Bom Distância: 450 m
Vegetação atual:SavanaCapoeira
Uso atual do terreno:plantio
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre:Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Insetos, raízes.
Relevância do sítio:baixa

Toca do Letreiro das Melancias V

Nome do sítio:Toca do Letreiro das Melancias V
Outras designações e siglas:PI-PRC-40
Município:Piracuruca UF: PI
Descrição sumária:Pequena furna com vestígios de pinturas.

Comprimento:3,5 m Altura máxima: 1,7 m (a partir do nível do solo)
Medição:Instrumento
Nome e sigla do documento cartográfico:Piripiri SB 24- V-A-I
Ano de edição:1978 Orgão: Escala: 1:100.000
Unidade geomorfológica:Planície
Compartimento topográfico:Meia encosta
Água mais próxima:Riacho Cabra Bom Distância: 450 m
Vegetação atual:SavanaCapoeira
Uso atual do terreno:plantio
Propriedade da terra:terra privada

Categoria:Unicomponencial
Pré-Colonial
Tipo:Arte rupestre
Exposição:abrigo sob rocha
Arte rupestre:Pintura

Grau de integridade:entre 25 e 75%
Outros fatores naturais:Insetos.
Relevância do sítio:baixa

Fonte: www.piracuruca.com

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