Em 30 de outubro de 2003 ocorreu uma tempestade geomagnética de categoria máxima, que durou 24 horas, vinda de um flare que ocorreu em 28 de outubro de 2003. A ejeção coronal de massa que atingiu a Terra viajou com velocidades acima de 8 milhões km/h. Em 4 de novembro de 2003 ocorreu o maior flare solar já registrado.

Aurora no Alasca em 6 de abril de 2000.

Aurora no McDonald Observatory, no Texas (Latitude=+30°) em 6 de abril
de 2000.

Em 22 de outubro de 2001, o experimento VIS do satélite Polar da
NASA imageou as auroras simétricas sobre os dois pólos da Terra.

Ejeção coronal de massa ocorrida em 8 de novembro de 2000, que
atingiu a Terra depois de 31 horas, ocasionando um fluxo de prótons
de alta energia 100 mil vezes maior do que o normal. A imagem é feita
com o coronógrafo do SOHO, que esconde o disco do Sol.

Esta imagem mostra o dano causado à retina de um jovem na Inglaterra, tornando-o cego deste olho (20/400), sem qualquer dor! A parte brilhante da foto é o disco ótico. A área escura, neste caso, é a mácula, que na prática tem o tamanho da letra "O" bem no meio da retina. É uma área rica em cones, que são células especialmente capazes de detectar detalhes e cores. Tubos, em contrates, são células capazes de detectar luz fraca e estão concentrados na periferia da retina. Por esta diferença, a capacidade de detectar luz fraca e periférica pode ficar intacta com a mácula queimada pela luz solar. Exposiçõs mais longas que 15 segundos à luz solar já queimam parte da mácula. Note que este dano é muito maior se utiliza-se um binóculo ou telescópio para olhar o Sol, aumentando o fluxo. Nunca deve se olhar diretamente para Sol, nem a olho nu e muito menos com qualquer equipamento de aumento.

Partes do olho humano
Fonte: astro.if.ufrgs.br
O Sol é uma estrela de grandeza média, relativamente ao conjunto nossa galáxia, a Via Láctea. Em torno dela gravitam a Terra e os outros planetas e astros do nosso sistema planetário. A sua massa é 333 000 vezes a da Terra e o seu volume 1 400 000 vezes. A distância do nosso planeta ao Sol é de cerca de 150 milhões de quilómetros (ou 1 Unidade Astronômica - U.A. -, aproximadamente), demorando a sua luz, para chegar até nós, pouco mais de oito minutos.
O Sol apresenta uma estrutura granulosa e o seu brilho é não uniforme, sendo o bordo menos brilhante que a parte central do disco solar. As camadas exteriores do Sol dividem-se em: fotosfera, a mais profunda, com cerca de 300 km de espessura e uma temperatura mínima de 6000°C; a cromosfera tem cerca de 8000 km de espessura, de onde emergem enormes jactos luminosos, as protuberâncias, que chegam a atingir 800 000 km; e a coroa com a altura de 1 milhão de quilómetros e temperatura de 1 milhão de graus Celsius; a temperatura interna solar atinge 20 milhões de graus Celsius. Presume-se que o Sol tenha 5 bilhões de anos de idade, pela seqüência principal do diagrama de Hertzsprung-Russel, pode ser considerado uma estrela anã. O seu império - o Sistema Solar - compreende 9 planetas conhecidos, 1600 asteróides, 138 satélites e um grande número de cometas. Diâmetro: 1 390 000 km; Superfície: 1 940 000 km²; Volume: 2 700 000 milhões de km³; Massa: 2 × 10³ t; Velocidade absoluta (em relação ao centro da via Láctea): 216 km/s; relativa (em relação às estrelas mais próximas): 19 km/s. Futuro: o Sol perde cada dia 360 mil milhões de toneladas transformadas em energia. A sua atracção vai, por isso, enfraquecendo e daí que a Terra se afasta do Sol 1 m por ano.
Além da alternância das estações do ano, entre dias e noites, o Ciclo Solar tem muitos efeitos importantes, que influenciam nosso Planeta. Estudos de Heliosismologia executados a partir de sondas espaciais, permitiram observar certas "vibrações solares", cuja freqüência aumenta com o aumento da atividade solar, acompanhando o ciclo de onze anos de erupções, a cada vinte e dois anos existe a manifestação do chamado hemisfério dominador, além da movimentação das estruturas magnéticas em direção aos polos, que resultam em dois ciclos de dezoito anos com incremento da atividade geomagnética da Terra e da oscilação da temperatura do plasma ionosférico na estratosfera de nosso planeta.
Foram observadas emissões eletromagnéticas em forma de anéis de diversos tamanhos com temperaturas na ordem de dois milhões de graus Kelvin, além de emissão de massa coronal a cada vinte e quatro horas aproximadamente. Portanto, nosso Astro Rei, domina nossa sobrevivência na Terra.

Nascer do Sol
Fonte: pt.wikipedia.org