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Sonambulismo

Sentar na cama e praticar movimentos repetitivos, levantar e caminhar pelo quarto durante o sono são alguns dos indícios mais freqüentes que caracterizam o sonambulismo.

A doença é uma espécie de distúrbios do sono, comum na infância, principalmente entre os quatro e oito anos, quando o indivíduo passa por alterações do sono. Segundo o neurologista Rubens Reimão, coordenador da Associação Paulista de Medicina (APM), cerca de 30% das crianças apresentam episódios de sonambulismo durante a infância. Na fase adulta há 4% de prevalência.

Reimão explica que os episódios ocorrem depois de uma ou duas horas depois que a pessoa vai dormir. “Geralmente acontece quando o sono é mais profundo e realmente descansamos”, complementa.

Para Nely Aragão de Marchi, neurologista e professora da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) SP, o diagnóstico é essencialmente clínico, sendo raramente necessário realizar polissonografia (monitoramento dos comportamentos do corpo durante o sono). “Apenas no caso de identificação de outras patologias, como epilepsia no sono, é necessário um monitoramento”, afirma.

Quando o sonambulismo se torna uma doença

Quando o sonambulismo se manifesta na fase adulta ou após os 14 anos casos é o momento em que o disturbio se caracteriza como patológico e podem ser desencadeados por fatores clínicos ou psíquicos. “O sonambulismo pode ocorrer diversas vezes na semana ou somente quando um fator desencadeante está presente, como febre, privação de sono ou uso de alguns medicamentos”, esclarece Nely.

A incidência de distúrbios como o sonambulismo na vida adulta são relacionados, em sua maioria, a fatores externos como o estresse e preocupações. “Mas, quando os casos tornam-se repetitivos é necessária uma análise psicológica pela possibilidade de relação com fatores comportamentais psíquicos”, alerta Reimão.

Outros distúrbios, além das tensões, podem desencadear o quadro de sonambulismo. Apnéia do sono - respiração fraca durante o sono - refluxos gastresofagianos, esquizofrenia, dores de cabeça noturnas além de variações de epilepsia podem conduzir ao sonambulismo. “Nos casos mais complexos, como o da esquizofrenia, o acompanhamento do paciente é multidisciplinar, envolvendo áreas da psiquiatria”, atenta o especialista em distúrbios do sono, Atílio Melluso.

As crises de sonambulismo podem ser acompanhadas de gritos, violência a familiares e riscos de acidentes, embora as variações mais comuns sejam a perambulação e prática de movimentos repetitivos. “É necessário o cuidado para prevenção de acidentes com o sonâmbulo, principalmente devido a sua percepção parcial do ambiente, fator que gera riscos de acidentes graves, às vezes”, comenta Reimão.

O tratamento pode ser feito é a base de remédios que provoquem relaxamento durante o sono, como calmantes. “Em alguns casos refratários ou que envolvem perigo ao paciente pode ser usado medicamentos antidepressivos”, diz Nely.

Em caso de fatores psicológicos serem o desencadeador do distúrbio, um acompanhamento psicoterapêutico se faz necessário. O tratamento começa a partir da prevenção com a higienização do sono (ver Box). “Com o tratamento efetivo é necessário acompanhamento terapêutico medicamentoso da doença base – que desencadeia o distúrbio”, define Melluso.

Sonambulismo sexual

Com maior freqüência entre as pessoas de terceira idade e dependentes químicos, o sonambulismo sexual, também conhecido como sexossonia, é a variante mais incomum do disturbio. Ocorre quando as pessoas procuram sexo enquanto dormem. Apesar de ainda estar em processo de pesquisa, já cria dúvidas quanto à sua caracterização.

“Existem poucos casos na literatura médica que definam o sonambulismo sexual. Ele é incomum, mas só o tempo e os estudos mais aprofundados dirão exatamente”, justifica Reimão.

O sonambulismo sexual, assim como o sonambulismo típico, está ligado a fatores psíquicos, hormonais e genéticos. Esse distúrbio é menos freqüente e só requer tratamento no caso de violência ou riscos pertinentes. “Os fatores desencadeadores podem ser tanto uma neurose reprimida, quanto traumas vividos na infância”, esclarece Melluso.

Há diferenças entre o sonambulismo sexual e a ereção peniana noturna, caracterizada como normal e que envolve fatores hormonais e fisiológicos.

O tratamento, assim como no sonambulismo típico, é feito pelo diagnóstico e medicação da doença que desencadeia o comportamento sonâmbulo. “Tais atitudes noturnas são sinais, clínicos ou psíquicos, de alguma patologia pré-existente”, aponta Melluso.

Fonte: www.jornalcomunicacao.ufpr.br

Sonambulismo

O sonambulismo é um despertar incompleto. Neste distúrbio, uma parte do cérebro acorda sem que a pessoa recobre a consciência, o que faz com que ela aja sem inteligência, mas com todas as reações, como fugir ou atacar.

É um evento comum em crianças na fase de transição para a adolescência.

A forma pode variar de um simples levantar da cama e andar ao redor do quarto até eventos de ações prolongadas e complexas, incluindo ir para outras partes da casa ou até fora dela, porém são mais raros.

O sonambulismo, usualmente, inicia-se nas primeiras horas de sono (entre 1 a 3 horas após o adormecer e geralmente no primeiro ciclo de sono), e sua duração é variável, desde poucos segundos até vários minutos.

Se o sono não for interrompido, o episódio de sonambulismo termina espontaneamente, e a criança continua a dormir em estágios profundos de sono.

Na maioria dos casos nenhum tratamento é necessário.

O sonâmbulo e a família devem ser orientados de que estes eventos raramente indicam problemas médicos ou psiquiátricos sérios. Nas crianças os episódios de sonambulismo tendem a diminuir com a idade, ocasionalmente persistindo na idade adulta.

Sonambulismo que começa na idade adulta deve ser cuidadosamente investigado

Fonte: www.virtual.epm.br

Sonambulismo

Passos noturnos

Quem não se lembra daquelas imagens dos desenhos animados e de alguns filmes em que alguém caminhava pela casa durante à noite, com os braços esticados para frente, usando pijama e uma toca na cabeça. Pois bem, o personagem da cena, apesar de pouco comum, é um sonâmbulo, vítima de um distúrbio que, na vida real, atinge milhares de pessoas em todo o mundo.

Envolvido entre mistérios e medos, o sonambulismo refere-se à alterações em determinado momento do sono, quando a pessoa tem diversas atitudes enquanto dorme, geralmente mecânicas e rotineiras, como beber água, caminhar pela casa ou, até mesmo, falar sozinha. Embora a história tenha registros de homicídios e suicídios envolvendo sonâmbulos, a verdade é que são raros os casos em que uma pessoa saiu machucada ou perdeu a vida.

"Estatisticamente é difícil. Eu, por exemplo, desconheço casos de gente que pegou uma faca para matar outra ou que tenha se jogado do alto de um prédio em momentos de sonambulismo", explica o neurologista clínico, Elder Machado Sarmento, alertando para o fato de que "pode até acontecer, mas é difícil. "Normalmente a pessoa pratica atos que está acostumada a fazer em seu dia-a-dia", completa.

De acordo com especialistas, o sonambulismo ocorre, geralmente, nas primeiras horas do sono, podendo durar segundos, como minutos. Estes transtornos podem ser vistos com mais freqüência entre as crianças, mas adolescentes e adultos também não estão livres.

Independente da idade, o sonâmbulo não tem consciência de suas atitudes. Podendo, quando acordar, não se lembrar de seus atos e agir como se nada tivesse acontecido. "É como seu cérebro motor tivesse acordado e o restante não", explica Sarmento.

Para a maioria dos especialistas, a disfunção não requer tratamento, mas existem técnicas de diagnóstico, como a polissonografia, por exemplo. Um aparelho em que médicos determinam qual o tipo de distúrbio do sono a atingir aquele determinado paciente. Por outro lado, adverte o neurologista, as causas do sonambulismo, sendo diretamente tratadas, podem ser de grande valia. Aprofundar o sono, por exemplo, é uma delas.

"Existem remédios que diminuem os episódios sonâmbulos. Na maioria das vezes, o paciente pode estar tendo conflitos psicológicos. Tratar o estresse, uma das principais causas do sonambulismo e aprofundar o sono pode ser válido", garante o neurologista.

CUIDADOS

Remédios e tratamentos a parte, médicos alertam para certas medidas de segurança, caso aja algum caso destes na família, como trancar bem as janelas e portas e evitar colocar objetos pontiagudos a mostra, assim reduzem-se as possibilidades de a pessoa se machucar. As chaves também devem ser retiradas do local de costume.

"Tomar cuidados com quedas, quinas e retirar alguns obstáculos do interior da casa é importante. Mas, em contrapartida, se isso vai tranquilizar alguém, posso dizer que nunca ouvi falar destes tipos acidentes", diz o neurologista.

Quando os cuidados dizem respeito a parte psicológica, no caso das crianças, quem merece mesmo atenção são os pais. "O certo seria pegar o pai ou mãe e dizer a eles que se trata um quadro benigno", alerta Elder, ressaltando que os responsáveis ficam assustados quando vêm seus filhos pela casa caminhando ou falando sozinhos.

Quando alguém percebe sofrer de sonambulismo pode haver algum constrangimento. São vários mitos envolvendo o tema. Trabalhar com o paciente de forma esclarecedora seria, garantem especialistas, importante para se chegar ao verdadeiro contexto dos episódios do distúrbio.

"Eu mesmo, em determinada época da minha vida, fui sonâmbulo", lembra o neurologista, com o objetivo de esclarecer as pessoas do problema.

MITOS - O que fazer quando estamos ao lado de um sonâmbulo? Conforme os médicos, a história de que as vítimas de sonambulismo podem morrer ao serem acordadas não passa de mais um dos muitos mitos espalhados sobre o assunto. O que pode ocorrer, caso sejam acordados repentinamente, é, no máximo, a pessoa se tornar agressiva, devido ao susto.

"Este momento requer certos cuidados. Há situações que aconselhamos não acordar a pessoa, apenas esperar. Na maioria das vezes são praticados por eles movimentos leves e corriqueiros", alerta.

Há casos em que nem ficam sabendo que são sonâmbulas, por morarem sozinhas ou pelo fato de as pessoas próximas não percebem.

Outro mistérios envolvendo o distúrbio está na confusão, explica o neurologista, feita pelas pessoas entre sonambulismo e temor noturno. "No caso do temor noturno, a criança berra e chora desesperadamente e quando acorda não se lembra de nada. No sonambulismo não", frisa Elder.

Fonte: www.drogariamoderna.com.br

Sonambulismo

O que é o sonambulismo?

É a alteração, numa determinada fase do sono, que permite a pessoa realizar atos num estado intermediário entre o sono e a vigília (estar plenamente despertado).

Ao ser interceptada num episódio de sonambulismo, a pessoa claramente mostra não estar consciente de tudo que se passa a seu redor, apesar de realizar pequenas tarefas como andar, vestir-se, sentar-se, olhar.

Como se apresenta?

Usualmente ocorre nas primeiras horas de sono podendo durar de alguns segundos a poucos minutos. Durante o episódio o paciente mostra-se apático, estabelecendo pouco contato com o meio, parecendo não reconhecer as pessoas familiares. Sendo questionada verbalmente as respostas são desconexas e murmuradas. Raramente realiza um procedimento mais elaborado como trocar de roupas ou urinar no local adequado.

Como a atenção não está em seu nível normal, o sonâmbulo pode ferir-se com objetos em seu caminho.Quando está em ambiente familiar poderá andar, descer escadas e até pular janelas sem machucar-se. O despertar é difícil nesse momento e quando gentilmente encaminhado de volta para a cama costuma obedecer.

Os adultos podem ter reações mais violentas quando abordados, tentando escapar do que julgam ser ameaçador. Na manhã seguinte, usualmente não há recordação do episódio. Não há constatações de que o sonâmbulo quando despertado durante o sonambulismo possa vir a sofrer algum dano.

Grupo de risco

Este é um transtorno tipicamente da infância, sendo apresentado esporadicamente em até 30% das crianças de 3 a 10 anos de idade. Nesta mesma faixa etária 5 a 15% das crianças costumam ter episódios regularmente. Ao longo da puberdade vai diminuindo e apenas um pequeno grupo continua tendo episódios de sonambulismo durante a idade adulta. 40% dos sonâmbulos possuem algum familiar com o mesmo problema.

O que fazer?

Primeiramente tomar as precauções para que a pessoa com sonambulismo não se machuque em seus episódios. Aqueles que são sonâmbulos devem respeitar o ciclo de sono e vigília, pois a privação do sono costuma precipitar episódios sonambúlicos. Não há necessidade de tentar acordar o sonâmbulo durante seu episódio: isto não ajuda em nada, basta esperar que o episódio termine ou encaminhá-lo de volta a seu leito. Nos adultos é recomendável o uso de medicações quando os episódios são freqüentes: os remédios mais usados são os benzodiazepínicos e os antidepressivos tricíclicos.

Fonte: www.psicosite.com.br

Sonambulismo

O sonambulismo pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais comum entre os 8 e 12 anos de idade. Estima-se que cerca de 15% das crianças apresentarão episódios de sonambulismo durante a infância.

A maioria das crianças afetadas simplesmente passa por uma fase de sonambulismo sem maiores conseqüências, e o problema termina desaparecendo por si só.

O sonambulismo em geral ocorre durante a noite, principalmente nas primeiras 2 horas de sono. Ele é raro durante as sonecas. Os episódios podem durar de poucos segundos até 30 minutos ou mais. Na manhã seguinte, a pessoa não tem qualquer recordação do ocorrido.

Os principais sintomas do sonambulismo incluem:

Sentar-se na cama com os olhos abertos, porém mantendo um olhar congelado, perdido no vazio.
Andar pela casa, algumas vezes abrindo e fechando portas ou ligando e desligando luzes.
Fazer atividades rotineiras, como se vestir ou preparar um lanche.
Conversar de modo lento e monótono.

O QUE CAUSA O SONAMBULISMO?

Os principais fatores que contribuem para o sonambulismo incluem excesso de fadiga, estresse, ansiedade e febre.

Em alguns casos, o sonambulismo pode ocorrer associado a outros problemas de saúde, tais como arritmias cardíacas, refluxo gastro-esofágico, epilepsias, apnéia obstrutiva do sono e crises de pânico.

O consumo de bebidas alcoólicas e certas medicações (incluindo antibióticos, antialérgicos, sedativos e soníferos) pode desencadear episódios de sonambulismo.

O sonambulismo parece possuir um componente hereditário: seu risco para o problema é 10 vezes maior caso você tenha um parente de primeiro grau sonâmbulo.

Entre as mulheres, o sonambulismo é mais comum no período menstrual ou durante a gravidez.

QUANDO PROCURAR AUXÍLIO MEDICO?

Episódios isolados de sonambulismo não são motivo de preocupação. Contudo, é recomendável procurar seu médico de confiança caso os episódios:

Estejam se tornando mais freqüentes
Levem a comportamentos perigosos
Venham acompanhados de outros sinais e sintomas (p.ex.: febre, convulsões, etc).

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO?

O relato das pessoas que moram na mesma casa e o exame médico realizado no consultório costumam ser suficientes para determinar o diagnóstico.

Dependendo da necessidade de pesquisar algumas causas e fatores de risco, como distúrbios epilépticos e arritmias cardíacas, seu médico poderá solicitar testes específicos, como exames de sangue, eletrocardiograma, endoscopia digestiva e polissonografia, entre outros.

COMO É FEITO O TRATAMENTO?

O sonambulismo por si só não é motivo de preocupação. O problema está no risco que o sonâmbulo pode correr durante as crises. Além disso, a falta de um padrão regular de sono pode causar sonolência excessiva durante o dia e problemas escolares ou de comportamento.

Para ajudar a controlar o sonambulismo, algumas medidas simples podem ser adotadas:

Procure deixar o ambiente o mais seguro possível para o sonâmbulo. Por exemplo: tranque portas e acessos a escadas, deixe chaves e objetos cortantes fora de alcance, etc.

Tenha uma rotina nos horários de ir para a cama e acordar. Isso sincroniza o relógio interno e diminui o desgaste para o corpo.

Não faça uso de bebidas ou refeições estimulantes nas duas horas que antecedem seu horário habitual de ir para a cama. Bebidas alcoólicas ou ricas em cafeína (p.ex.: café, chá preto, chá mate, etc) prejudicam o desenvolvimento das várias fases do sono. A alimentação antes de dormir deve ser leve e de fácil digestão.

Mantenha uma boa higiene na hora de dormir. O ambiente do quarto deve ser propício, sem TVs ligadas ou luzes fortes acesas por perto. Antes de ir para a cama, procure relaxar primeiro, tomando um bom banho morno e ouvindo músicas lentas.

A atividade física regular é um excelente sedativo, mas não deve ser feita muito próxima à hora de dormir.

Jamais utilize remédios para dormir por conta própria.

Fonte: www.mantecorp.com

Sonambulismo

Uma em cada 10 crianças em idade escolar terá caminhado dormindo pelo menos uma vez.

O- -sonambulismo- -é um transtorno do sono que faz com que uma criança, parcialmente adormecida, desperte-se durante a noite, sente-se na cama com os olhos abertos e com uma olhada firme, podendo caminhar pelo seu quarto e fazer outras coisas, sem recordar-se depois do que fez.

A criança pode sentar-se na cama, brincar com sua roupa, circular pela casa, abrir e fechar portas, vestir-se o tirar a roupa, apagar ou acender luzes, movendo-se com pouca coordenação.

Há crianças que são capazes inclusive de sair à rua. Se tentar falar com uma criança sonâmbula, normalmente não te responderá. Pode ser que emita alguns sussurros, mas serão incompreensíveis.

Esse transtorno normalmente ocorre durante a etapa mais produnda do sono.
As causas do sonambulismo

Uma em casda 10 crianças em idade escolar terá caminhado dormindo pelo menos uma vez. O sonambulismo pode ser causado, em muitos casos, por alguma interrupção dos padrões regulares do sono ou por algum estado febril.

Na infância, esse transtorno não está relacionado com problemas psicológicos nem emocionais, e é muito difícil que esteja relacionada a uma epilepsia do lóbulo temporal. De modo geral, é inofensivo e tende a desaparecer com a idade.
Os cuidados com a criança sonâmbula

Se pela noite encontrar seu fiho caminhando pela casa, a primeira coisa que deve fazer, é conduzí-lo cuidadosamente de volta à sua cama. No caminho, para evitar que a criança se machuque, tropece ou bata contra a parede ou em algum móvel, remova objetos perigosos ou que estejam impedindo sua passagem.

Mantenha as janelas e portas fechadas com chave para evitar que ela escape, e não faça barulho que possa despertá-la. Isso poderia assustá-la. Jamais sacuda a criança ou a trate como uma doente.

E não permita que seu filho durma na parte superior de um beliche, ou tenha livre acesso a uma escada, pela noite. Busque manter uma rotina na hora de dormir, priorizando o descanso do seu filho, e assim poder solucionar o problema.

Deve-se buscar ajuda médica somente nos casos em que o sonambulismo persista e que a situação seja incontrolável.

Fonte: br.guiainfantil.com

Sonambulismo

O QUE É SONAMBULISMO

Tal como o terror noturno, o sonambulismo normalmente ocorre na infância. Caracteriza-se por falar, sentar e falar, ou também por andar pelo quarto e até mesmo pelos ambientes da casa.

O maior cuidado que se deve ter nesses casos, e o acompanhamento do sonâmbulo e medidas de segurança para que não ocorra nenhum acidente de maior gravidade com a criança.

TRATAMENTO

Normalmente não necessita de tratamento, pois o sonambulismo, em geral, desaparece com o crescimento.

Fonte: www.sono.org.br

Sonambulismo

É uma das parassônias mais comuns na infância. Diminui progressivamente na adolescência, mas um pequeno grupo persiste com sonambulismo até a idade adulta.

O sonambulismo, usualmente, inicia-se nas primeiras horas de sono, e sua duração é variável, desde poucos segundos até vários minutos.

O comportamento do paciente é variável, mas simples, podendo sentar, olhar ao redor com face apática, levantar e andar pelo quarto, chegando mesmo a sair para outros cômodos, descer escadas e abrir portas e janelas. Raramente apresenta comportamento mais complexo como trocar de roupa ou urinar. Adultos durante episódios de sonambulismo, tendem a apresentar movimentos mais bruscos e violentos que as crianças, chegando a se ferir.

A polissonografia mostra os episódios típicos de sonambulismo, tendo início durante os períodos de sono de ondas lentas, principalmente nos estágios 3 e 4.

A causa desta parassônia é desconhecida, supondo-se que haja fragmentação da transição normal de sono profundo de ondas lentas (estágios 3 e 4) para estágios mias superficiais, levando a uma dissociação. Nesta há comportamento semelhante à vigília (por exemplo, deambulação), ao mesmo tempo em que o EEG mostra estar em estado de profundo sono.

O sonambulismo surge entre 1 a 3 horas após o adormecer, e geralmente no primeiro ciclo de sono. Se o sono não for interrompido, o episódio de sonambulismo termina espontaneamente, e a criança continua a dormir em estágios profundos de sono.

Algumas situações que levam a uma maior quantidade de sono de ondas delta se acompanham de ocorrência de maior sonambulismo, como, por exemplo, após privação de sono.

Terapêutica

Durante o episódio de sonambulismo, é necessário cuidado dos familiares tomando condutas para evitar acidentes, como fechar janelas e passagens para escadas, além de retirar objetos cortantes.

As crianças com sonambulismo usualmente deixam de apresentá-la depois de alguns anos, espontaneamente, sem que necessitem de terapêutica.

O grupo de adultos com sonambulismo a partir da terceira década de vida difere quanto a evolução e fisiopatologia, sendo associado a período de tensão e alterações emocionais.

Na infância, a terapêutica medicamentosa geralmente não é utilizada. Nos adultos, pelo contrário, cujo sonambulismo é intenso, violento, repetitivo ou prolongado, pode-se utilizar benzodiazepinas, que é eficaz devido à sua propriedade supressora dos estágios 3 e 4.

Fonte: www.furtado.com.br

Sonambulismo

Sonambulismo [do latim somnus= sono e ambulare= marchar, passear] - Estado de emancipação da alma mais completo do que no sonho. O sonho é um sonambulismo imperfeito. No sonambulismo, a lucidez da alma, isto é, a faculdade de ver, que é um dos atributos de sua natureza, é mais desenvolvida. Ela vê as coisas com mais precisão e nitidez, o corpo pode agir sob o impulso da vontade da alma. O esquecimento absoluto no momento do despertar é um dos sinais característicos do verdadeiro sonambulismo, visto que a independência da alma e do corpo é mais completa do que no sonhos.

Sonambulismo artificial

Sonambulismo provocado por emanação magnética ou passe.

Sonambulismo magnético

Aquele que é provocado pela ação de uma pessoa sobre outra por meio do fluido magnético que esta derrama sobre aquela.

Sonambulismo natural

Aquele que é espontâneo e se produz sem provocação e sem influência de nenhum agente exterior.

Sonâmbulo [do francês somnambule]

Pessoa em estado de sonambulismo, podendo levantar-se, andar e falar durante o sono.

O sonâmbulo

O sonâmbulo possui mais conhecimentos do que os que lhe supõe. Esta é a razão das idéias inatas do sonâmbulo, quando fala com exatidão de coisas que ignora quando desperto, de coisas que estão mesmo acima de sua capacidade intelectual. Tais conhecimentos dormitam, porque, por demasiado imperfeito, seu invólucro corporal não lhe consente rememorá-lo.

Que é, afinal, um sonâmbulo?

Espírito, como nós, e que se encontra encarnado na matéria para cumprir a sua missão, despertando dessa letargia quando cai em estado sonambúlico. Já te temos dito, repetidamente, que vivemos muitas vezes.

Esta mudança é que, ao sonâmbulo, como a qualquer Espírito ocasiona a perda material do que haja aprendido em precedente existência. Entrando no estado, a que chamas crise, lembra-se do que sabe, mas sempre de modo incompleto. Sabe, mas não poderia dizer donde lhe vem o que sabe, nem como possui os conhecimentos que revela. Passada a crise, toda recordação se apaga e ele volve à obscuridade.

Mostra a experiência que os sonâmbulos também recebem comunicações de outros Espíritos, que lhes transmitem o que devam dizer e suprem à incapacidade que denotam. Isto se verifica principalmente nas prescrições médicas. O Espírito do sonâmbulo vê o mal, outro lhe indica o remédio.

Essa dupla ação é às vezes patente e se revela, além disso, por estas expressões muito freqüentes: dizem-me que diga, ou proíbem-me que diga tal coisa. Neste último caso, há sempre perigo em insistir-se por uma revelação negada, porque se dá azo a que intervenham Espíritos levianos, que falam de tudo sem escrúpulo e sem se importarem com a verdade.

Até certo ponto, as faculdades de que goza o sonâmbulo são as que tem o Espírito depois da morte. Pois cumpre se atenda à influência da matéria a que ainda se acha ligado.

Nos fenômenos sonambúlicos, em que a alma se transporta, o sonâmbulo experimenta no corpo as sensações do frio e do calor existentes no lugar onde se acha sua alma, muitas vezes bem distante do seu invólucro. A alma, em tais casos, não tem deixado inteiramente o corpo; conserva-se-lhe presa pelo laço que os liga e que então desempenha o papel de condutor das sensações. Quando duas pessoas se comunicam de uma cidade para outra, por meio da eletricidade (telefone), esta constitui o laço que lhes liga os pensamentos. Daí vem que confabulam como se estivessem ao lado uma da outra.

O uso que um sonâmbulo faz da sua faculdade influi muito no estado do seu Espírito depois da morte. Como o bom ou mau uso que o homem faz de todas as faculdades com que Deus o dotou.

No estado de desprendimento em que fica colocado, o Espírito do sonâmbulo entra em comunicação mais fácil com os outros Espíritos encarnados, ou não encarnados, comunicação que se estabelece pelo contacto dos fluidos, que compõem os perispíritos e servem de transmissão ao pensamento, como o fio elétrico.

O sonâmbulo vê ao mesmo tempo o seu próprio Espírito e o seu corpo, os quais constituem, por assim dizer, dois seres que lhe representam a dupla existência corpórea e espiritual, existências que, entretanto, se confundem, mediante os laços que as unem. Nem sempre o sonâmbulo se apercebe de tal situação e essa dualidade faz que muitas vezes fale de si, como se falasse de outra pessoa. É que ora é o ser corpóreo que fala ao ser espiritual, ora é este que fala àquele.

O sonambulismo puro, quando em mãos desavisadas, pode produzir belos fenômenos, mas é menos útil na construção espiritual do bem. A psicofonia inconsciente, naqueles que não possuem méritos morais suficientes à própria defesa, pode levar à possessão, sempre nociva, e que por isso, apenas se evidencia integral nos obsessos que se renderam às forças vampirizantes.

Fonte: www.guia.heu.nom.br

Sonambulismo

Relação do sonambulismo com o stress

O sonambulismo é um distúrbio do sono que faz com que a pessoa caminhe ou faça outra atividade como falar ou gesticular em um estado semiconsciente. Ocorre em sua maioria em crianças de 6 a 12 anos de idade.

Existe também os casos de predisposição genética, porém esta não garante que o sonambulismo ocorrerá, apenas indica uma maior probabilidade de que ocorra.

O sono envolve estágios diferentes que variam de sonolência leve até o sono profundo. O sonambulismo ocorre mais freqüentemente durante o sono profundo, nas primeiras horas da noite, mas pode ocorrer também no sono perto de manhã.

Nas crianças, dentre as possíveis causas estão fadiga, ansiedade e até febre. Nos adultos, ele pode ser uma resposta ao stress intenso, ansiedade, reações a drogas, álcool ou certos medicamentos.

O stress é um fator freqüentemente observado nos casos de sonambulismo. A presença de fatores desencadeantes não pode ser encarada como suficiente para causar os episódios de sonambulismo, embora seja necessária. Geralmente, são muitos os fatores que desencadeiam o sonambulismo, e não apenas um individualmente.

O stress causa um estado de tensão que afeta o organismo como um todo e possibilita vários estado patológicos do sono, não apenas o sonambulismo.

Alguns remédios podem ser prescritos para tratamento do sonambulismo, como antidepressivos tricíclicos e clonazepam. Além, é claro, do tratamento do stress com psicoterapia, e, se for o caso, medicamentos associados.

Aconselha-se remover itens perigosos e trancar portas e janelas antes de dormir para reduzir os riscos de acidentes, bem como evitar a diminuição do período de sono.

Fonte: www.psicologiadostress.com

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