
Entre os edulcorantes de origem natural, permitidos para uso em alimentos em substituição a sacarose, destaca-se o extrato de folhas de stévia, extraído das folhas da planta Sul Americana Stevia rebaudiana (Bert) Bertoni. Esse extrato é um pó branco, composto pelo esteviosídeo propriamente dito, e por seus anômeros, os rebaudusídeos, que conferem a doçura ao composto. Tal substância apresenta doçura intensa, sendo isenta de calorias.
No Brasil, a Stévia é industrializada, há mais de vinte anos, pela Stéviafarma Industrial S/A no Paraná, com tecnologia de fabricação, desenvolvida pela Fundação Universidade Estadual de Maringá. Os processos industriais mais empregados consistem em extração de esteviosídeos em água, descoloração e purificação através de resinas de troca iônica, técnicas eletrolíticas ou reagentes precipitantes.
Os extratos de Stévia rebudiana são comercializados com vários graus de pureza, não existindo consenso entre os pesquisadores a respeito da relação entre grau de pureza e presença de gosto residual amargo. A Stévia tem grande aplicação em alimentos, especialmente em bebidas de baixo valor calórico, alimentos enlatados, biscoitos doces e gomas de mascar.
A stévia cresce naturalmente no Brasil e no Paraguai. Apesar de originária da América do Sul, hoje também pode ser encontrada em outros países como Japão, China, México e Estados Unidos. Desde o período pré-descobrimento, esse edulcorante já era utilizado pelos índios guaranis, para adoçar bebidas e remédios.
A Stevia Rebaudiana (Bert.) Bertoni é um arbusto perene da família das Compostas, nativo das terras altas da serra do Amambai no nordeste do Paraguai e no Sudeste do Brasil. Os glicosídios, na verdade esteviosídeos, encontrados nas folhas da Stévia têm poder adoçante 300 vezes superior ao do açúcar comum. Não é cariogênico e apresenta sabor agradável, sem gosto residual.
Alguns adoçantes à base de Stevia podem não conter apenas esse ingrediente. Às vezes estão acrescidos de sacarina e outros aditivos. São comercializados adoçantes com Stévia de duas formas, uma exclusivamente elaborado com o composto pelo edulcorante natural extraído das folhas da Stevia rebaudiana (Bert) Bertoni e outra onde adiciona-se ciclamato de sódio, sacarina sódica e Stévia.
Popularmente chamados de adoçantes, os edulcorantes são substâncias naturais ou artificiais de alto ou baixo poder de doçura. Um dos seus usos mais freqüentes é na substituição do açúcar em produtos denominados diet ou light. A Stevia é um desses edulcorantes (adoçante) naturais. Não é calórico, sendo extraído das folhas da Stevia rebaudiana, planta silvestre da família do Crisântemo.
Fonte: sbrtv1.ibict.br

Folhas
Brasil
A Stévia é um pequeno arbusto perene que pertence à familia dos crisântemos e é nativa no Paraguai. Esta planta tem uma extraordinária capacidade adoçante.
Em sua forma natural é aproximadamente de 10 a 15 vezes mais doce que o normal açúcar doméstico. Na sua forma mais comum de pó branco, extraído das folhas da planta, chega a ser de 70 a 400 vezes mais doce que o adoçante natural. Por este motivo é o açúcar mais poderoso do mundo.
Estas são as principais características desta planta: não causa diabetes, não contém calorias, não altera o nível de açúcar no sangue, não é tóxica, inibe a formação da placa e da cárie dental, não contém ingredientes artificiais, e pode ser usada para cozinhar. A Stévia é conhecida ainda pelas suas propriedades medicinais e foi usada pelos índios pelos seus dotes curativos por centenas de anos.
O chá de Stévia é indicado contra diabetes, obesidade, hiperatividade, pressão alta, indigestão, candidiase, é um bom tônico salutar para a pele, inibe o desejo de carboidratos e diminui a necessidade de tabaco e álcool.
2 colheres/sopa de erva para um litro de água quando a água alcançar fervura, desligue. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos. Em seguida é só coar e beber.
Tomar de 2 a 3 xícaras ao dia.
Fonte: www.commercefacil.com.br