Facebook do Portal São Francisco
Google+
+ circle
Home  Stevia - Página 5  Voltar

Stevia

História da Stevia

Stévia

Na época da colonização da América do Sul, todo o território Paraguaio e regiões limítrofes do Brasil, Argentina e Bolívia, era habitado pelos índios Tupi-guaranis . Eles utilizavam as folhas de uma pequena planta que denominaram Ka’a He’e, que em guarani, significa “erva doce”, para adoçar diversas preparações medicinais.

Em 1887, pela primeira vez, o Ka’a He’e teve uma abordagem científica dada pelo Naturalista Moisés S. Bertoni, juntamente com o químico Dr. Ovidio Rebaudi. A Sociedade Botânica, em homenagem a Bertoni, denominou-a Stevia Rebaudiana Bertoni.

A partir daí, houve diversas publicações a respeito da Stevia: publicações jornalísticas na Suíça em 1920; publicações em revistas Americanas especializadas de circulação mundial (The American Perfumer), Inglesa (Chemistry and Industry, 1954) e Alemã (Zucker-und Subwaren-Wirtschaft - 1958); entre outras, que revelavam a Stevia como planta pródiga e com grandes perspetivas de comercialização e industrialização.

Stevia

Em 1924, pela decisão da Union Internacionale de Chimie em Copenhagen, o nome de Steviosideo foi atribuído ao princípio adoçante.

Em 1931, foi divulgado o poder edulcorante deste composto como sendo 300 vezes maior do que o da sacarose.

Desde 1970 o steviosídeo é utilizado no Japão como agente edulcorante (adoçante) em alimentos e bebidas. No Brasil desde 1987 é utilizado como adoçante e nos Estados Unidos a partir de 1995 como ingrediente para suplemento dietético.

Planta

Stevia

A Stevia é uma planta originária da América do Sul, na Serra do Amambaí, região limítrofe entre o Brasil e o Paraguai.

Da planta de Stevia extrai-se o edulcorante steviosídeo, mais conhecido como adoçante. Com poder de doçura 300 vezes maior que o açúcar de cana (Sacarose). O steviosídeo não é calórico, possui propriedades anti-cariogênicas, suporta tanto altas como baixas temperaturas sem a perda das propriedades de doçura. Por seu poder flavorizante realça o sabor dos alimentos. Estudos recentes revelam que o steviosídeo possui também propriedade anti-oxidante, tornando-o um alimento funcional (nutracêutico).

A empresa Steviafarma Industrial S/A de Maringá/PR, é pioneira e única a efetuar extração do steviosídeo no Ocidente, utilizando-o na forma pura, sem misturas artificiais com a marca Stevita.

Informações sobre o plantio

ORIGEM

A stevia rebaudiana (bert.) BERTONI, é uma planta originária da América do Sul, pertencente à família Compositae, tribo ASRERACEA, gênerio Stevia e espécie Stevia_rebauduana. Foi identificada em 1.905 por MOISÉS S. BERTONI, na serra Amanbaí, região limítrofe entre o Brasil e Paraguai.

DESCRIÇÃO BOTÂNICA

É uma planta arbustiva que forma, com o tempo, múltiplos brotos e mede de 40 a 80cm de altura. A raiz perene, fibrosa e filiforme.

ESCOLHA DA ÁREA PARA INSTALAR A CULTURA

Para uma cultura perene que irá permanecer na mesma área por 4 a 6 anos, é prudente que a escolha desta área seja feita com rigoroso critério, especialmente com relação à presença de plantas invasoras e patógenos, bem como, com os seus respectivos controles.

TRANSPLANTIO

Para que se possa executar o transplantio, as mudas stevia, devem ter 100cm de altura; contando com dez pares de folhas. O sistema radicular deve possuir, pelo menos, 5cm de comprimento. Esta operação deve ocorrer no inicio da primavera, quando o clima esta ameno.

Para o transplantio das mudas, na área definitiva, devem ser feitos sulcos de 20cm de profundidade por mudas devem ser colocadas nas paredes inclinadas do sulco de 20cm por 15cm de largura, espaçadas entre si com 50cm; acompanhando a linha do nível do terreno. As mudas devem ser colocadas nas paredes inclinadas do sulco, espaçadas, entre si, de 20cm, quando esta operação estiver concluída, deve-se cobrir as plantas com o uso de uma enxada, tomar o cuidado de não apiloar o solo.

CUIDADOS GERAIS COM A CULTURA

Imediatamente após o transplantio os cuidados com as mudas se restringem a irrigações de dois em dois dias para fixar as raízes no solo, e capinas periódicas quando se fizer necessário. Essas irrigações devem ser espaçadas para intervalos maiores à medida que ocorra o pegamento da cultura.

CUIDADOS COM AS PLANTAS DURANTE O CRESCIMENTO

ADUBAÇÃO

Adubação de manutenção – a adubação de manutenção da stevia deve ser feita por ciclo de produção. Pesquisas determinaram que a absorção de alguns nutrientes essenciais aumente a partir dos 57 dias após o transplantio até a floração da planta.

Adubação fosfatada – anualmente

Adubação nitrogenada – uma aos 30 dias e outra aos 60 dias após o transplantio ou corte

Adubação potássica – juntamente com a adubação nitrogenada

Solução de micronutrientes – aplicar conforme as deficiências do solo

IRRIGAÇÃO

A irrigação contribui para o acréscimo de produtividade de matéria seca, também para a sobrevivência das plantas. O sistema radicular da stevia está restrito a uma profundidade de até 15cm. Se ocorrer falta de água no solo, as plantas terão mais dificuldades de reiniciar o crescimento.

COLHEITA

A colheita deve ocorrer no final do ciclo de crescimento da planta, imediatamente antes do início da floração; podendo se estender até que se abram as flores. A colheita manual deve ser feita com ferramentas de cortes bem afiadas para que não ocorra abalo no sistema radicular das plantas no ato do corte dos ramos. A operação em si, sendo manual ou mecânica, deve ser executada com cortes a 2cm acima do solo, retirando-se os ramos da área de plantio.

PRODUÇÃO E PRODUTIVIDADE

A cultura de stevia oferece uma produtividade média de folhas secas de 4.000 a 5.000 kg/há.

A classificação das folhas desta planta pode ser feita pela porcentagem de adoçantes, que giram em torno de 06 a 12% de umidade.

SECAGEM

Colocam-se os ramos sobre uma superfície ao sol em terreiro ou lona plástica sem sobreposição dos ramos por um período de 6 horas. Posteriormente, procede-se a separação das folhas com o uso de um rastelo ou por movimentos bruscos destes. Se a chuva for imprevisível, deve-se estar preparado para retirar do terreiro os ramos com folhas e armazena-los em ambientes seco até que possam voltar ao sol.

ARMAZENAMENTO DAS FOLHAS

As folhas limpas devem ser armazenadas em sacos protegidos da umidade do piso e das paredes externas devido a sua utilização, para consumo humano, estas folhas devem ser armazenadas em ambiente limpo e livre de insetos e ratos que podem vir a transmitir doenças para o homem.

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O VIVEIRO DE STEVIA

O canteiro de produção de mudas de stevia deve ter 25cm de altura e 1 metro de largura e quantos metros de comprimento forem necessários, o solo destes canteiros depois de adubado, devem ser destorroado antes da semeadura.

As sementes de stevia são semeadas a lanço sobre os canteiros, sendo colocada uma quantidade de (10 g/m2 de semente), devem ser protegidas com sombrite para não serem levadas pelo vento. No período de germinação recomenda-se cinco (5) regas diárias após a germinação (3 a 4 dias após o semeio) recomenda-se duas (2) regas diárias. Uma boa muda, após 90 dias de viveiro, deve ter entre 10 a 15cm de altura, pelo menos 10 pares de folhas e um sistema radicular de 10cm de comprimento.

Fonte: www.stevita.com.br

Stevia

Stevia

O consumo de adoçantes vem apresentado significativo crescimento. As pessoas estão cada vez mais preocupadas com a saúde. Qualidade de vida é cuidar da forma física e da alimentação. Então pense em um adoçante: natural, não calórico, não metabolizável pelo organismo, não fermentável, ainda flavorizante e anti-placa bucal. Parece mentira, mas esta fórmula de adoçante existe. Quem garante é a farmacêutica bioquímica Helena Meneguetti Hizo, também diretora proprietária da única empresa no ocidente a fabricar os adoçantes naturais da stévia. “O adoçante é completamente natural e o poder edulcorante da planta é 300 vezes maior que a Sacarose – açúcar de cana”, confirma a bioquímica.

Situada em Maringá, noroeste do estado do Paraná, a empresa vem industrializando o adoçante desde 1987. Com capacidade anual de produção de 105 toneladas de produto puro, atualmente a fábrica processa 30 toneladas que abastecem todo o Brasil, Eua, Japão e alguns países do Mercosul.

Na região de Maringá pequenos produtores rurais vem substituindo suas tradicionais plantações de hortaliças pelo cultivo da stévia. São 50 hectares( 50 mil metros quadrados) de lavouras espalhadas em por mais de 50 municípios do estados do Paraná.

Kaá-Hê-ê

Na época da colonização da América do Sul, os índios tupi-guarani habitavam todo o território paraguaio e regiões da fronteira do Brasil, Argentina e Bolívia. Para adoçar diversas preparações medicinais eles usavam uma pequena planta que dominaram como kaá-Hê-ê, que significa erva doce.

No fim do século XIX, a planta teve uma abordagem científica dada pelo naturalista Moisés Bertoni, juntamente com o químico Ovídio Rebaudi.

Nome e sobrenome

Nativa das terras altas da serra do Amambai, nordeste do Paraguai e no Sudeste do Brasil, a Stévia Rebaudiana (Bert) Bertoni é um arbusto perene da família das compostas e mede entre 80 centímetros à um metro.

A planta possui cinco anos de vida útil e fornece quatro podas anuais. É da folha da stévia que é extraído o steviosídeo, princípio usado na produção dos adoçantes. A plantação da stévia é orgânica, ou seja, nenhum fertilizante químico ou agrotóxico é usado no manejo da lavoura. Isto se dá pelo fato da planta se adaptar a qualquer tipo de solo e não apresentar nenhum tipo de praga. O único alimento da stévia é a água. A planta necessita de água diariamente pois apresenta problemas de desidratação quando passa por longos períodos de seca.

Etapas de produção

Após a colheita, os galhos da planta ficam expostos ao sol para haver completa desidratação da planta. Seca, são retirados galhos e outras impurezas. Para a extração do steviosídeo é necessário “moer” as folhas da stévia, como no processo de extração da cana-de-açúcar.

Das folhas sobram a borra da stévia que é novamente utilizadas nas lavouras como fertilizante orgânico. Como vê-se, no cultivo da stévia nada se perde, tudo se transforma.

Evidentemente aprovada

Desde a década de 70 que os japoneses plantam e industrializam a stévia. O consumo de steviosídeo no Japão é superior a 85 toneladas/ano. Nunca houve relato de reação adversa como conseqüência em literaturas médicas ou científicas.

Nos países em que a Stevia Rebaudiana foi avaliada nenhum relato clinico negativo apareceu como resultado do consumo de produtos à base da substancia. Desde 1995, a utilização do Stévia Cristal(princípio ativo) como complemento alimentar está autorizada pelo órgão de saúde norte americano FDA - Food and Drug Administration.

De acordo com Fernando Meneguetti, sócio proprietário da empresa, a maior dificuldade de aprovação da stévia tem sido na Europa. Mas a visão da empresa é otimista. “Há anos tentamos aprovar nosso produto nos países da Europa, mas acredito que com a aprovação do FDA americano toda a comunidade européia olhe com mais atenção para nosso pedido de aprovação”, conclui Meneguetti.

Ana Paula Maia

Fonte: portugalbrasil.sapo.pt

voltar 12345678avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal