Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Stevia - Página 6  Voltar

Stevia

Nome popular: STEVIA

Nome científico: Stevia rebaudiana Bertoni

Sinonímia popular: Azuca-caá, caá-jhe-hê, caá-yupi, caá-ehé

Parte usada: Folhas

Propriedades terapêuticas: Hipoglicemiante, hipotensora, diurética , cardiotônica, tônica para o sistema vascular, antiflogística

Princípios ativos: Glicosídeos, Esteviosídeo (5 a 10%),Rebaudiosídeo (2 a 4%), Dulcosídeo, Saponinas, Óleo essencial, taninos

Indicações terapêuticas: Diabetes, hipertensão arterial, azia, baixar ácido úrico, reumatismo, fadiga, depressão, insônia, emagrecimento

Stévia

Uso medicinal:

O uso na forma de chá impede a absorção do açúcar pelo intestino, sendo benéfico aos portadores de diabetes, que podem reduzir a quantidade de insulina tomada diariamente. Deve ter acompanhamento médico.

O uso também é benéfico para quem quer regular o açúcar da dieta habitual. Nos casos de hipertensão arterial, atua como elemento regulador.

Cita-se também como tônico para o coração, contra obesidade, hipertensão, azia e para baixar os níveis de ácido úrico. Tônico para o sistema vascular, razão pela qual se torna útil nos casos de reumatismo e hipertensão.

Exerce também efeito calmante sobre o sistema nervoso, eliminando a fadiga, a depressão, a insônia e a tensão, estimula as funções digestivas e cerebrais e age como antiflogística.

Como substitui perfeitamente o açúcar, sem alterar o nível normal de glicemia, e favorece a eliminação de toxinas, é recomendada nos regimes de emagrecimento.

Os constituintes responsáveis pelas propriedades adoçantes de suas folhas são os glicosídeos, sendo o mais doce o esteviosídeo, que tem um poder adoçante 300 vezes maior que o da sacarose e pode representar até 18% da composição total da folha.

Dosagem indicada:

Diabetes

Em 1 xícara (chá), coloque 1 colher (chá ) de folhas secas, bem picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia, entre as refeições.

Refrigerante para diabéticos

Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas secas, bem picadas, em 1 copo de água em fervura. Desligue o fogo e deixe em repouso por 15 minutos. Em seguida coe e adicione o suco de 1 limão e gelo. Tome 1 copo 2 vezes ao dia.

Diurético

Coloque 1 colher (café) de folhas secas bem picadas e 1 colher (chá) de folha de abacateiro picada em 1 xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo e deixe em repouso por 15 minutos. Em seguida coe em filtro de papel ou de pano. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia, sendo uma no período da manhã e outra à tarde.

Efeitos colaterais

Embora se afirme que a stévia não apresenta efeitos colaterais, deve-se alertar para o fato de uma suposta ação anticoncepcional, já que os índios guaranis a utilizavam para esta finalidade.

É muito importante lembrar que seu uso por diabéticos deve ter sempre um acompanhamento médico.

Fonte: www.dicasdejardinagem.com.br

Stevia

Stevia rebaudiana

Família: Asteraceae (Composta)

Nomes comuns: stevia, capim doce, erva-doce, honeyleaf

Parte utilizada: folhas

Descrição

Pequeno arbusto que pode atingir 1m de altura com folhas de 2-3cm de comprimento.
Ela ocorre ainda em estado selvagem na região de Iguaçú, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Estima- se que existam 200 espécies de Stevia originárias da América do sul, entretanto, algumas não possuem a mesma capacidade adoçante da S. rebaudiana. Ela é hoje em dia cultivada com fins comerciais na América Central, no Brasil, no Paraguai, no Uruguai, em Israel, na Tailândia, no Chile e no Japão.

Stévia

Utilizações tradicionais

Durante centenas de anos as populações do Brasil e do Paraguai têm utilizado as folhas por seu poder adoçante. Os Guarani do Paraguai a chamam Kaa jheé e a utilizam para adoçar o mate por séculos. Eles também a utilizam para adoçar outras bebidas e alimentos e por suas propriedades medicinais para a obesidade, hipertensão, ardor de estômago e para abaixar os níveis de acidez da urina.

Além de ser um adoçante a stevia é considerada no Brasil como hipoglicémica, hipotensiva, diurética, cardiotónica e tónica. As folhas são utilizadas em casos de diabetes, de obesidade, de cárie dentária, de hipertensão, de fadiga, de depressão, de dependência do açúcar e infecções.

No Japão e no Brasil a stevia é aprovada como complemento alimentar e substituto de açúcar. Há quase 20 anos, milhões de consumidores japoneses e brasileiros utilizam a stevia como um adoçante natural, não calórico e sem perigo. O Japão é o maior consumidor das folhas e de extrato de stevia do mundo e ela é utilizada para adoçar numerosos produtos, do molho de soja ao picles, doces e refrigerantes. Entretanto, nos países onde a stevia é especialmente interdita como edulcorante ou aditivo alimentar, muitas pessoas pensam que isso se deve às indústrias de edulcorante terem conseguido interditar esse edulcorante natural, barato e não patenteado, para o substituir por seus próprios produtos sintéticos, patenteados e mais caros.

Princípios ativos

Perto de 100 compostos químicos foram descobertos na stevia. Ela é rica em terpenos e flavonoides. Os constituintes responsáveis por seu poder adoçante foram documentados em 1931, quando 8 novas moléculas denominadas clicósidos foram descobertas e baptizadas. Entre seus 8 glicósidos, o denominado steviosida é considerada a mais adoçante e revelou-se ser quase 300 vezes mais adoçante que o açúcar. A steviosida é também a com maior presença nas folhas onde representa entre 6-18% desta. Os outros constituintes adoçantes incluem: esteviolbiosideo, rebausiosideo A-E e dulcosida A.

O interesse pela stevia como edulcorante natural não calórico estimulou numerosos estudos e compreende estudos toxicológicos. As folhas naturais da stevia foram reconhecidas como sendo não tóxicas e não tendo atividade mutagénica.
Em humanos, um extrato de folhas em água quente revelou uma diminuição sistólica e diastólica da pressão sanguínea. Muitos estudos anteriores sobre os extractos da stevia como dos clicósidos isolados demonstraram sua ação hipotensiva e diurética.
Além de seus efeitos hipotensores, um grupo de pesquisadores brasileiros demonstrou que um extracto aquoso das folhas da stevia tem um efeito hipoglicémico e aumentam a tolerância. Em um outro estudo com humanos os níveis de açúcar do sangue foi reduzido 36% 6 a 8 horas após a ingestão de um extrato das folhas em água quente.

Em um outro estudo a stevia revelou uma atividade antimicrobiana, antibacteriana, antiviral e anti-levedura. Um extrato em água demonstrou prevenir as cáries dentárias inibindo a bactéria Streptococos mutans que estimula a formação da placa dentária.
Composição: b-amirina acetato, anetol, apigenina-4-O-b-D-glucosídeo, austrolinulina e seus derivados 6 e 7 acetilados.

O óleo essencial contém ácido benzílico, a- bergamoteno, bisaboleno, borneol, b-bouboneno, a e g-cardineno, calacoreno, clameneno, centaureidina, carvacrol, cosmosiina, dulcosídeo A e B, daucosterol, edulcorantes steviosídeos (esteviosídeo, dulcosídeo, esteviobiosídeo), rebaudiosina, dulcosina, steviolbiosina, quercetina glicosídeos, esterbinas A, B, C, D, E, F, G, H; rebaudiosídeos A, B, C, D, E e outros terpenos flavonoides.

O extrato das folhas contém 81% de esteviosídeo, 17,7% de rebaudiosídeo e 0,6% de rebauduosídeo C.
Preparação: aproximadamente ¼ de colher de café de folhas é o equivalente a uma colher de café de açúcar.
Em infusão, ¾ de uma pequena colher rasa para ½ litro de água fria. Deixar ferver e apagar o fogo e deixar em infusão por 10 a 15 mim. Tomar uma taça da infusão 2 vezes por dia.

Stévia

Contra indicação:

Algumas fontes desaconselham a stevia a mulheres grávidas ou em lactação.

As pessoas que sofram de diabetes de tipo 2 e desejem utilizar a stevia devem pedir conselhos a um médico e verificar suas taxas de glicose sanguínea mais frequentemente, a fim de ajustar, se necessário, sua medicação.

Da mesma forma, pessoas que sofram de hipotensão e as que estão em tratamento de hipotensão devem evitar consumir grandes quantidades de stevia e verificar regularmente sua pressão sanguínea.

A stevia poderá provocar alergias às pessoas alérgicas às plantas da família das asteraceae (margarida, dente-de-leão, crisântemo, etc.)

Interação medicamentosa: Em grande quantidade, o consumo de stevia pode acentuar os tratamentos antidiabéticos e contra a hipertensão.

Fonte: www.emnomedaterra.com

voltar 12345678avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal