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Stevia

Stevia

Stevia rebaudiana

Um doce presente da Natureza, que analizado em laboratório mostrou ser 300 vezes mais doce que açúcar de cana. Não tem calorias e ainda é diurética. Muito indicada aos diabéticos.

A stévia é uma planta da família das margaridas. Sua folha possui um gosto muito doce. Seu princípio doce, o glicosídeo, foi primeiramente isolado na Alemanha em 1908. Mas, já era usada anteriormente por índios Guaranis devido a suas propriedades medicinais.

Hoje em dia, tem sido usada também como adoçante natural.

ORIGEM DA STÉVIA

O uso da stévia para melhorar o sabor de alimentos e bebidas começou há séculos atrás, nas Florestas Tropicais do Paraguai e do Brasil, habitadas pelos índios Guaranis. É amplamente conhecida e usada na Coréia, Tailândia, China e Japão.

Os primeiros estudos com stévia foram publicados já em 1800. A primeira descrição da stévia foi publicada em 1899, pelo Dr. Moisés Santiago Bertoni do Paraguai.

De acordo com o folclore, os índios Guaranis do Paraguai usam esta erva há 2000 anos. Estima-se que no século passado, muitos usuários consumiram 5 a 10 gramas diárias de stévia na erva-mate quente e no café. Apesar do uso desta quantidade significativa, não foi relatado nenhum resultado nocivo da ingestão continuada da stévia.

No Japão a stévia está sendo usada como adoçante natural há 30 anos e também não apresentou efeitos colaterais, nem efeitos contraceptivos como os descritos mais abaixo.

O glicosídeo, princípio doce da stévia, foi primeiramente isolado na Alemanha por P. Rasenack, em 1908. Em 1921, um encontro na Dinamarca foi o início do interesse crescente pela stévia.

Quando os Guaranis descobriram as numerosas propriedades curativas da stévia, passaram a considerá-la um tesouro sagrado.

Era usada para refrescar a boca e para reduzir o gosto acentuado da erva-mate. Relata-se que os paraguaios usavam stévia para adoçar bebidas alcoólicas e para melhorar o gosto do tabaco. Também preparavam pequenas cápsulas que o curandeiro da tribo dava a todas as pessoas com fadiga física e emocional ou o que nós conhecemos hoje como diabetes. Também aprenderam rapidamente sobre sua ação tônica sobre o estômago – algumas folhas em água quentes traz alívio para um estômago sobrecarregado, em apenas alguns minutos.

Aprenderam que em casos de apatia, letargia e tontura, a ingestão do líquido de stévia concentrado (retirado da cocção das folhas de stévia, possuindo coloração marrom e intensamente doce), restauraria energia e alerta mental.

Começaram a aprender que este mesmo líquido poderia curar quase todos os tipos de cortes e dores do corpo e lábios, inclusive dentro da boca e tinha um tempo de validade de anos. Também aprenderam que poderia ser usado para curar numerosos tipos de problemas de pele, até mesmo suavizando a pele e reduzindo rugas.

A stévia pode ser cultivada a partir de mudas da “planta-mãe”, já que eles aprenderam que as sementes tornam-se rapidamente inférteis.

Stevia

STÉVIA

É uma planta da família das Compositae (margaridas), produzindo pequenas flores brancas. O dulçor das pequenas folhas, em forma de lança, dependem das horas de exposição solar da planta. Mas, uma vez que a planta floresça, o dulçor das suas folhas diminuem significativamente. Portanto, a oportunidade de colher folhas de qualidade máxima é relativamente curta. O agricultor deve escolher entre produzir folhas de qualidade e colher sementes.

A planta é delicada e requer cuidados do momento do plantio até o dia da colheita. Temperatura, umidade, métodos de cultivo e freqüência da irrigação são críticas na sua sobrevivência. Apesar de crescer bem em outras partes do mundo, cresce melhor no clima quente e úmido dos sub-trópicos. A China é, atualmente, o maior produtor de stévia, porém suas folhas não são tão doces como as folhas da América do Sul. Isto também pode estar relacionado com a poluição do ar e deficiência do solo da China. Na América do Sul o ar é mais puro, o solo e água não são tão poluídos e os dias repletos de sol são longos e úmidos.

Um cultivo em casa pode ser difícil para principiantes, e dificilmente produzirão folhas de alta qualidade

O que faz a stévia ser tão atraente como um adoçante é que estudos demonstraram que o corpo humano não digere, nem metaboliza este glicosídeo intensamente doce. Ele não se modifica durante a passagem no trato gastrointestinal, sem ser assimilado. Assim, não obtemos calorias da stévia pura e de todos as formas de consumo, possuindo um índice glicêmico igual a zero.

Apesar disso, as folhas de stévia são altamente nutritivas, contendo vários nutrientes deficientes na alimentação diária, entre eles:

Sais minerais como

Alumínio, Cálcio, Cromo, Cobalto, Flúor, Ferro, Magnésio, Manganês, Fósforo, Potássio, Selênio, Sódio, Estanho, Zinco;

Vitaminas como

Ácido ascórbico (vitamina C), Beta-caroteno (precursor vitamina A), Niacina, Riboflavina, Tiamina (vitaminas do complexo B);

Outros

Cinza, Astroinulina, Dulcosídeos, Fibra, Rebaudeosídeo, Silicone, Steviosídeo e água

Glicosídeos diterpeno, inclusive um flavonóide chamado Rutina

Óleo essencial com 53 componentes, incluindo óleo de cânfora e limoneno

Flavonóides como Apigenina, Luteolína, Kaempherol, Quercitrina e Quercitina

Steviol (alguns estudos referem que este steviosídeo age como um hormônio do crescimento, estimulando o crescimento de certas plantas e vegetais)

Vitamina K

Apesar de não estar presente na lista, ela está presente nas folhas, pois é produzida pelas folhas das plantas verdes, durante o processo de fotossíntese;

Clorofila

Também falta na lista, mas está presente em todas as folhas e plantas verdes e, conseqüentemente, na stévia também.

Apesar de alguns destes nutrientes talvez não estarem presentes em quantidades suficientes para produzir o efeito terapêutico sozinho, em conjunto, podem produzir efeitos interessantes.

Lista de problemas onde a Stévia pode ajudar:

Alteração do metabolismo dos carboidratos (diabetes ou hipoglicemia), inclusive para controle do apetite e do peso

Hipertensão

Baixa imunidade (melhora de gripes e resfriados)

Jet-leg e mal-estar geral

Fadiga

Queimaduras

Cortes (sem deixar cicatriz)

Dor

Problemas de pele

Sangramento de gengivas e higiene dental

Cicatrização de herpes labial

Desconfortos digestivos

Dor de garganta

Rugas faciais e controle da acne

Energia mental e física

Reduzir desejo de fumar

Inibidor do crescimento, e até mesmo a destruição de certos vírus e bactérias nocivas (inclusive bactérias orais)

FORMAS PRESENTES NO MERCADO

1) Folhas

São usadas para adocicar água, chá, outras bebidas, sopas, molhos e outros alimentos. Refrescam a boca, sendo apenas colocadas na língua – o frescor e limpeza sentidos podem durar horas.

Também podem ser usadas em substituição às folhas do tabaco. Caso não encontre folhas de stévia, pode-se usar as folhas dos saquinhos de chá de stévia. Para obter uma máxima sensação de gosto, não se deve mastigar as folhas inteiras, pois libera componentes amargos (apesar de serem amargos, também tem constituintes terapêuticos). Ao contrário do tabaco, se as folhas forem engolidas, não são nocivas, mas terapêuticas.

2) Folhas moídas

Você pode salpicar as folhas moídas sobre a comida, como se estivesse usando um outro tempero. Mas, aplique pouco, pois é mais fácil adicionar mais acaso precise. Adicione-as durante o cozimento ou quando a comida ainda estiver quente, pois o sabor doce é liberado mais facilmente quando a stévia é aquecida. Podem ser usadas em molhos de churrasco, molho agridoce, sopas, feijões, pizza, molho de maçã, pães, massa de biscoitos (ou salpicados sobre o pão e biscoitos), em saladas, temperos de saladas, etc..

3) Chás em Saquinhos

Podem ser usados para fazer uma bebida deliciosa e altamente nutritiva. 1 saquinho pode adoçar 2 a 6 copos de água ou outra bebida de gosto suave, dependendo do gosto desejado. Pode ser usado em bebidas quentes ou frias, porém nas bebidas frias leva mais tempo para liberar o glicosídeo doce da stévia. Para bebidas frias, é aconselhado fazer primeiro o chá de stévia e, após 3 ou 5 minutos, adicione gelo para acelerar esfriamento.

Quando frio, então, adicione o chá ou concentrado a outras bebidas, como desejar. O concentrado doce também pode ser reservado em geladeira e usado aos poucos. Se usarmos bebidas adoçadas com stévia, isto irá reduzir o desejo das crianças por doces, ao mesmo tempo em que reduzirá o potencial para desenvolvimento de cáries, pois melhora a higiene oral. Observe que o preparo de chá ajuda na esterilização das folhas, que podem estar transportando bactérias.

Retenção de Água

Stévia é um diurético natural e suave. O excesso de água no organismo pode aumentar o peso, a fadiga física, a pressão arterial, enquanto pode reduzir a habilidade mental e digestão efetiva. A stévia ajuda o organismo a eliminar este excesso de água.

Contra-Indicações

Pelo que se sabe, nunca foi relatado nenhum efeito colateral do uso continuado de stévia, podendo ser usado como desejado, para dar sabor e adoçar os alimentos.

ADUBO

Todas as folhas de stévia podem ser usadas como adubo nas plantas de jardins ou vasos.

ADOÇANTE NATURAL

O extrato doce da stévia é chamado steviosídeo.

Folhas de boa qualidade podem ser 30 vezes mais doces que o açúcar e os glicosídeos, ou seja, os vários constituintes doces da stévia, podem ser 250 a 400 vezes mais doces que o açúcar e não possuem calorias.

As folhas de stévia liberam seu dulçor mais rapidamente em água quente e mais lentamente em água fria.

Pode ser adicionado à inulina ou frutooligossacarídeos encontrados na chicória, que são alimento para a flora intestinal benéfica.

Convém lembrar que uma vez que a planta floresça, o dulçor das suas folhas reduz.

As folhas usadas devem ter cor verde (não marrom) e conter pouco ou nenhum caule. As folhas comercialmente encontradas variam de acordo com o seu dulçor: de 15 a 30 vezes mais doce que o açúcar. Quando o poder adoçante for menor que isso, pode ser problema de pó sobre as folhas.

Ao comprar folhas de stévia, faça uma inspeção de qualidade: cheire-as e não poderão cheirar como sujas; experimente uma folha, colocando-a sobre a língua, sem mastigar para não liberar os componentes amargos – no começo o sabor será quase imperceptível, mas à medida que sua saliva começa a agira sobre a folha, o sabor doce irá ser sentido, tornando-se mais profundo nos próximos minutos.

Foi adicionada a alguns chás como “folha de mel”, para não escrever “chá doce” com o receio de questionamento do FDA.

Sendo substituto da sacarina, têm as seguintes vantagens:

Não é tóxica, mas, pelo contrário, é saudável, como mostrado em experiências e estudos

É um agente adoçante de grande poder

Pode ser usado diretamente no seu estado natural (pó das folhas, por exemplo)

Muito mais barato que a sacarina.

O Japão usa a stévia como adoçante desde 1970 e depois de todo este consumo de stévia, nunca foi relatado um caso de efeito colateral com ingestão normal de stévia ou steviosídeo.

AÇÚCAR

O açúcar é uma substância que engana o cérebro devido a sua rápida conversão em glicose no nosso corpo. O açúcar é, ao mesmo tempo, força e fraqueza do nosso corpo. Glicose é o combustível do nosso cérebro e corpo. Quando consumimos muito dele e utilizamos pouco, ele vai se acumular no nosso corpo, causando problemas nos nossos órgãos e tecidos.

Um estudo na Turquia revelou que, com o avanço da idade, o açúcar não tem mais um gosto tão doce e 45% das mulheres do estudo revelaram que passaram a comer mais alimentos doces como resultado desta mudança. O uso de substitutos para o açúcar pode ajudar.

RECEITAS COM STÉVIA

Devido a stévia ser extremamente doce e não ter gosto idêntico ao açúcar, você deve aprender a cozinhar com ela nas suas diferentes formas, que variam de 30 a 300 vezes mais doce que o açúcar. É estável em temperaturas extremas e ácidos. É compatível a frutas ácidas e bebidas, inclusive limões e laranjas.

Não apenas melhora o gosto de alimentos e bebidas, mas também nutre o pâncreas e ajuda a manter os níveis normais glicemia (açúcar no sangue) e pressão sangüínea. Pode ajudar a destruir bactérias orais nocivas, reduzindo cáries e parando com sangramentos de gengiva.

Stevia Rebaudiana Bertoni é uma erva de sabor adocicado nativa do Paraguai. Foi descoberta pelo pesquisador Moisés Bertoni no final do século XIX e tem sido objeto de milhares de estudos desde então.

As folhas da estévia contém vários glucosídeos não calóricos, sendo os principais o Esteviosídeo e o Rebaudiosídeo A.

Estes adoçantes naturais são muito potentes, até 300 vezes mais que o açúcar comum, além de não possuírem calorias.

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PROPRIEDADES DO ESTEVIOSÍDEO COMO ADOÇANTE E ADITIVO

O esteviosídeo é de 200 a 300 vezes mais doce que o açúcar. Ao contrário de outros adoçantes sintéticos, é estável ao calor e a diversos níveis de Ph, além de não caramelizar como o açúcar.

Fora os países asiáticos os primeiros a descobrirem as excelentes propriedades do esteviosídeo como adoçante e aditivo em todos tipos de produtos: refrigerantes, licores, comida congelada, sorvetes, aperitivos, energéticos , bebidas para desportistas, etc.

O esteviosídeo também tem um bom efeito sinérgico quando combinado com outros adoçantes, inclusive o açúcar.

MERCADO DE CONSUMO

Os principais mercados do mundo são Japão, China, Coréia do Sul e Malásia. Estima-se que o consumo anual do Japão seja em torno de 200 toneladas sobre um total de mil toneladas do sudeste asiático (2001) . A Índia também é um importante mercado, onde o governo incentivou o consumo de estévia, por ter uma das maiores populações de diabéticos do mundo.

Fonte: br.geocities.com

 

Stevia

Stévia é um adoçante muito usado em substituição do açúcar para pessoas que fazem dietas e regimes. Veja a origem desta planta que tem um poder fabuloso de adoçar de até 300 vezes mais que o açúcar que consumimos diariamente.

Classificação científica

Reino: Pantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Gênero: Stévia

Stevia

Princípios ativos

Glicosídeos, Esteviosídio de 5 a 10%, Rebaudiosídio 2 a 4%, Dulcosídios, Óleo essencial, taninos.

Os adoçantes dietéticos são produzidos a partir de edulcorantes, substâncias naturais ou artificiais responsáveis pelo sabor doce. Eles possuem um poder de adoçamento muitas vezes muito maior que o açúcar de cana e são recomendados para dietas especiais como as de restrição, principalmente no diabetes e de emagrecimento. No mercado existem um grande variedade de adoçantes como o ciclamato, a sucralose, o acessulfame-K, o steviosídeo. A sacarina e o aspartame são os preferidos de grande parte dos consumidores.

Na época da colonização da América do Sul pelos espanhóis e portugueses, nas imediações do território paraguaio e regiões circunvizinhas, como Brasil, Argentina e Bolívia, habitavam os índios nativos tupi-guaranís. Estes indígenas constituíam um população ao redor de 400 mil indivíduos. Integrados à floresta e cultivando plantas especiais que utilizavam como remédios e alimentos. Os índios da América demonstraram o valor de plantas como a mandioca, a batata-doce, o algodão, o milho, a baunilha, o mate e muitas outras que hoje são universalmente conhecidas e cultivadas. Descobriram e ensinaram também sobre as propriedades da coca, da vanila, da quina, da salsaparrilha e dezenas de outras espécies medicinais.

Uma pequena planta, chamada de Kaá-Hê-ê, que em guarani significa erva-doce, era muito utilizada pelos índios para adoçar diversas preparações medicinais, já que suas folhas apresentavam propriedade extremamente doce. Embora conhecida dos índios e documentada pelos conquistadores espanhóis conforme documentos mantidos pelo Arquivo Nacional de Assunção, somente em 1887, esta planta teve sua primeira abordagem científica dada pelo naturalista Moisés Bertoni.

A partir de uma pequena amostra e alguns fragmentos de inflorescência o pesquisador determinou que a planta tinha certas características do gênero Stevia ou Eupatorium. Parte do material analisado foi enviado ao químico paraguaio, Ovídio Rebaudi, que realizou os primeiros ensaios químicos sobre a planta, publicados em 1900, na revista argentina Química e Farmácia. Numa homenagem ao pesquisador, Bertoni havia denominado a planta de Eupatorium rebaudiana.

Em 1905, após estudos botânicos mais aprofundados, Bertoni comprovou que se tratava realmente de uma Eupatoriae porém do gênero Stevia e assim denominou-a de Stevia rebaudiana. Mais tarde a Sociedade Botânica do Paraguai denominou-a de Stevia rebaudiana Bertoni.

O poder edulcorante da Stevia e do princípio ativo foi motivo de vários estudos.

Em 1913, baseado numa análise de um laboratório em Hamburgo, Bertoni anunciou o poder edulcorante da substância extraída das folhas de Stevia como sendo mais ou menos 180 vezes mais doce que o açúcar de cana.

Em 1931, após o isolamento e identificação do steviosídeo, principal princípio edulcorante da Stevia, Bridel e Lavielle anunciaram um poder edulcorante deste composto como sendo 300 vezes mais doce que o açúcar comum (2). Em 1959, Lawrence e Fergunson publicaram dados obtidos sobre o poder edulcorante do steviosídeo, que ficou estabelecido em cerca de 280 a 300 vezes que o da sacarose em seu limiar de dulçor

Fonte: www.dbq.uem.br

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