
Johann Strauss II
Johann Strauss II é considerado o músico mais famoso de toda a família Strauss. Ele nasceu em Viena, em 25 de outubro de 1825. Empregou-se como bancário para satisfazer o pai, embora estudasse violino sem seu conhecimento. Desde os dezesseis anos, Schiani (o apelido familiar do compositor) compôs música dançável e cada vez mais popular. Sua produção chegava a uma média de duas valsas por mês. Na forma, elas tinham certa semelhança com as criadas por seu pai, com uma introdução lenta e as melodias de grande inspiração, mas com os detalhes harmônicos e orquestrais mais ricos e sutis.
Aos dezenove anos aprontou uma surpresa para o pai: ao regressar de uma turnê, Johann Strauss I encontrou as ruas de Viena repleta de cartazes: ‘Johann Strauss II apresenta sua orquestra e suas valsas’. Ficou mais estarrecido ainda quando, ao mandar emissários para o concerto, recebeu notícias avassaladoras. Em 15 de outubro de 1844, a orquestra de seu filho foi obrigada a voltar ao palco dezenove vezes para repetir a sua valsa Epigrama. Durante algum tempo, as orquestras de pai e filho foram concorrentes, mas com a morte do patriarca dos Strauss, em 1849, elas se juntaram. Quando chegou ao principal salão de Viena, Johann II recebeu de um dos músicos o violino que pertencera a seu pai e, com ele, conduziu as orquestras finalmente unidas. Na platéia, um cartaz previa o futuro do jovem: ‘Viva o rei da valsa’.
O novo regente dividiu a orquestra em quatro grupos e, a cada noite, regia um após o outro. Aos vinte e nove anos, a fadiga o levou a delegar a seu irmão Josef parte dessa tarefa. Com isso, o jovem e próspero músico pôde dedicar-se à composição, além de viajar pela Europa e Estados Unidos, onde realizou uma apresentação histórica, ao reger uma orquestra de quase 1.000 músicos na comemoração dos 100 anos da independência americana, em 1876, na cidade de Boston.
Elegante, esguio, com brilhantes olhos negros e escura cabeleira ondulada, Johann II compôs sua obra mais popular, O Danúbio azul, depois de se casar com Jetty Treffz, seis anos mais velha do que ele. O Danúbio azul se transformaria, praticamente, no hino de Viena e serviu como tema musical do filme de Stanley Kubrick ‘Uma odisséia no espaço’ (1968). Seguiram-se composições também antológicas, como Vozes da Primavera, Sangue vienense, Vida de artista, Contos dos bosques de Viena, Vinho, mulheres e música, Valsa do imperador, Rosas do sul. O compositor foi casado, ainda, com Lily Dittrich e Adela Deutsch.
A criação da opereta O morcego (1874), considerada a sua obra-prima, teve uma influência decisiva de seu amigo Offenbach, o mais importante compositor de óperas cômicas da Europa na época e que esteve em Viena por volta de 1870. Depois de O morcego, em que exaltava a alegria de viver em Viena, Johann II compôs mais 13 operetas, deliciosas crônicas de costume. Entre seus amigos famosos estava também o compositor Brahms. Consagrado em vida, ele recebeu do imperador Francisco José o maior de todos os elogios para quem, na juventude, teve idéias republicanas: ‘Tu também és imperador’.
Ao morrer, aos setenta e três anos em 3 de junho de 1899, Johann Strauss II, deixou um patrimônio musical de 479 obras, entre valsas, polcas, operetas e, para sempre, nos corações apaixonados, o sublime encanto que uma valsa de Strauss provoca quando se entrega ao prazer absoluto de sua música divina. Pode-se dizer que Johann Strauss II, além de seus dotes extraordinários de músico, foi símbolo de uma época que glorificava, com suas músicas, uma alegria de viver jamais superada.
Strauss II é considerado o rei da valsa. Suas mais conhecidas obras neste gênero são: Contos dos bosques de Viena (1868), O Danúbio azul (1867), Rosas do sul (1880), Sangue vienense (1871), Valsa do imperador, Vida de artista (1867), Vinho, mulheres e música, Vozes da primavera. O morcego (1874) é a sua principal opereta, seguido de O barão cigano (1885).
Fonte: www.classicos.hpg.ig.com.br
Johann Strauß II, Johann Strauss Jr. ou Johann Sebastian Strauß) (Viena, 25 de Outubro de 1825 — Viena, 3 de Junho de 1899) foi um grande compositor austríaco. É filho de Johann Strauß I da família de compositores Strauß.
Estudou música com Joseph Dreschler. Em 1844, aos dezenove anos, fundou uma orquestra de danças. O repertório era formado por valsas e outras danças de vários autores, de seu pai e outras de sua autoria. Fez grande sucesso. Uma de suas composições teve que ser repetida dezenove vezes.
Em 1872, Strauß Jr. se apresentou nos Estados Unidos. Seus concertos atraíam tanto o público como compositores consagrados como Liszt, Brahms e Wagner .Este gostava tanto da obra de Strauß Jr,que considerava Danúbio Azul a maior composição clássica de todos os tempos.
Johann Strauss Jr. compôs mais de duzentas valsas, 32 mazurcas, 140 polcas e oitenta quadrilhas, num total de 479 obras publicadas, mais dezenas de peças manuscritas e outras realizadas em parceria com seus irmãos.
Casou-se três vezes, mantinha inúmeras aventuras sexuais e ficava constantemente doente tanto por "excessos amorosos" como por seu ritmo intenso de composição.
Na década de 1870 começou a escrever operetas. As duas primeiras foram Indigo, de 1871, e O carnaval de Roma, em 1873. A obra mais consagrada foi em 1874, com O Morcego, com libreto de Carl Haffner e Richard Genée, a partir de O réveillon, de Meilhac e Halévy, ambos libretistas de Offenbach.
É autor das operetas: Uma noite em Veneza, de 1883, O barão cigano, de 1885, Sangue vienense, de 1899, entre outras.
Fonte: www.lastfm.pt
Johann Strauss 2º entrou para a história da música clássica como o "rei da valsa". Sua fama sobreviveu ao tempo. Ainda hoje é lembrado pelos acordes de "No Belo Danúbio Azul", usados na trilha sonora do clássico do cinema "2001 - Uma Odisséia no Espaço (1968), filme de Stanley Kubrick (1928-1999), um dos maiores diretores do mundo.
O compositor nasceu em Viena no dia 25 de outubro de 1825. Era o filho mais velho da família Strauss de compositores de valsas. Seu pai era Johann Strauss (1804-1849), que no início não queria que o filho seguisse a árdua carreira musical. Os irmãos eram Josef Strauss (1827-1870) e Eduard Strauss (1835-1916), também compositores. Vale lembrar que, além do sobrenome homônimo, a célebre família austríaca não tem nada a ver com o músico alemão Richard Strauss (1864-1949).
Autor também de "Vozes da Primavera", "Contos dos Bosques de Viena" e "O Morcego", Strauss Jr. tem uma obra extensa, já que começou cedo, aos seis anos. São mais de 550 composições, que podem ser divididas em quatro grandes categorias --valsas, polcas, marchas e quadrilhas. Compôs também uma óperas e diversas operetas
A mãe foi uma grande aliada de Strauss Jr. Anna Streim ajudou o filho a iniciar seus estudos em violino, sem o conhecimento do pai. O ambiente familiar era tenso. Anna Streim descobriu a traição do marido. O casal se separou. Com o abandono do pai e as dificuldades financeiras da mãe, aos 18 anos, Strauss Jr. teve de trabalhar. Ele formou sua própria orquestra. Sua estréia como músico profissional ocorreu em 1844, executando obras de sua autoria e do seu pai.
Strauss Jr. teve três mulheres. A primeira foi a cantora Jetty Treffz, com quem se casou em 1862. A segunda foi Angelika Dietrich, que era 25 anos mais nova do que ele. Ela o traiu, e a união foi anulada. Em 1883, virou marido de Adèle Deutsch, uma viúva protestante que fez o compositor largar o catolicismo.
No dia 3 de junho de 1899, aos 73, o "rei da valsa" morreu em Viena, vítima de pneumonia. O corpo foi enterrado em Zentralfriedhof, cemitério central de Viena, onde estão os túmulos de Beethoven, Schubert e Brahms.
Fonte: musicaclassica.folha.com.br

Johann Strauss II
Enquanto for lembrado, o nome de Johann Strauss Jr. estará sempre ligado ao do pai, Johann Strauss, e ao dos irmãos, Eduard e Josef. Apesar de ser claramente o maior deles, Strauss Jr. é mais o símbolo de uma entidade ainda maior: a família Strauss.
O patrono da dinastia dos "reis da valsa", Johann Baptist Strauss, nasceu em Viena no dia 14 de março de 1804, filho de um taverneiro, Franz Strauss. Iniciou desde cedo carreira de violinista, tocando na orquestra de dança de Joseph Lanner. Depois de firmar sua reputação, fundou em 1825 sua própria orquestra. Em algum tempo, já era o mais célebre compositor e intérprete de dança em Viena. Em 1846, tornou-se diretor dos bailes da corte vienense. Johann Strauss morreu em 25 de setembro de 1849.
Johann Strauss foi o principal criador da valsa vienense. Baseada principalmente na dança camponesa austríaca Ländler, a valsa ganhou características bastante peculiares nas mãos de Strauss: elegância, mas robustez e muita vivacidade. Embora sendo uma dança graciosa e aristocrática, a valsa de Johann Strauss não deixava de mostrar suas origens populares.
Strauss compôs centenas de polcas, marchas, quadrilhas, galopes e, claro, valsas. Sua peça mais conhecida é a Marcha Radetzsky, composta em 1848. Porém, é inegável que sua maior obra seja mesmo o filho Johann Strauss Jr.
Johann Strauss Jr. nasceu em 25 de outubro de 1825, em Viena. Embora seu pai não quisesse que o filho seguisse carreira musical, os impulsos de Johann Jr. o fizeram contrariar a vontade do pai. Estudou música com Joseph Dreschler, e quando o pai abandonou a casa da família para viver com uma chapeleira, em 1842, sentiu-se estimulado a competir com ele no mundo da valsa vienense.
Em 1844, quando tinha apenas 19 anos, Johann Jr. fundou uma orquestra de danças, que estreou no outubro do mesmo ano. O repertório era formado por valsas e outras danças de vários autores, inclusive algumas peças de seu pai e outras de sua própria autoria. Foi um enorme sucesso. Tanto que, para atingir aos pedidos do entusiasmadíssimo público, uma das composições de Johann Jr. teve de ser repetida 19 vezes.
A carreira de Strauss Jr. foi impulsionada desde então por um sucesso tão vertiginoso quanto o ritmo rodopiante das valsas que compunha. Ele e sua orquestra viajavam em grandes e animadas excursões por toda a Europa, e em 1872 Strauss Jr. se apresentou nos Estados Unidos. Seus concertos atraíam tanto o público como compositores consagrados como Liszt, Wagner e Brahms, que gostava tanto de suas obras que chegou a lamentar o fato do Danúbio Azul não ser de sua autoria.
Mesmo com essa agenda cheia, Johann Strauss Jr. ainda encontrava tempo para compor uma interminável lista de obras - mais de 200 valsas, 32 mazurcas, 140 polcas e 80 quadrilhas, num total de 479 obras publicadas, mais dezenas de peças manuscritas e outras realizadas em parceria com seus irmãos. Suas danças são, de longe, as mais bem realizadas de sua época. Johann Strauss Jr. elevou a valsa a níveis máximos de qualidade e sofisticação musical: grandes introduções, quase sinfônicas, codas elaboradas, detalhismo na orquestração, elementos nunca vistos antes - nem mesmo em Strauss pai - na escrita de valsas.
Ao mesmo tempo, Strauss Jr. levava uma vida privada bastante agitada. Como que seguindo o caminho do pai, casou-se três vezes, mantinha inúmeras aventuras sexuais e ficava constantemente doente tanto por "excessos amorosos" como por seu ritmo intenso de trabalho. Os registros dão conta de um grande colapso nervoso e diversos tratamentos de icterícia, gota, intoxicação por nicotina, nevralgia, desfalecimentos...
Na década de 1870, a vida - e, principalmente, a obra - de Strauss adentrou em um novo rumo. Ele, induzido pelos diretores do Theater an der Wien, casa de espetáculos viensense, e inspirado pelo estrondoso sucesso que a excursão de Offenbach pela cidade fez, começou a escrever operetas.
As duas primeiras foram Indigo, de 1871, e O carnaval de Roma, em 1873, mas não encontraram grande sucesso. A obra-prima definitiva viria apenas em 1874, com O Morcego, com libreto de Carl Haffner e Richard Genée, a partir de O réveillon, de Meilhac e Halévy, ambos libretistas de Offenbach. Foi um sucesso que se mantém até hoje. O Morcego transcendeu sua existência de opereta cômica e hoje pertence ao repertório tradicional das grandes casas de ópera em todo o mundo.
A partir de O Morcego, Strauss Jr. passou a ser tanto o compositor e regente dos animados bailes vienenses, como o autor de inúmeras operetas de sucesso nos teatros da cidade: Uma noite em Veneza, de 1883, O barão cigano, de 1885, Sangue vienense, de 1899, entre outras obras.
O Strauss Jr. da opereta é, no entanto, o mesmo da valsa. Stéphane Goldet faz uma observação bastante interessante: "não apenas a opereta inspirou algumas de suas valsas de maior sucesso, como também formou um corpo tão coeso com a valsa que se pode adiantar a seguinte hipótese: a opereta vienense é definitivamente uma espécie de gigantesca encenação de idéia de valsa".
Johann Strauss Jr. morreu, em Viena, no dia 3 de junho de 1899, poucos meses antes dos 50 anos da morte do pai.
A maior contribuição de Strauss Jr. - e, por extensão, da família Strauss - à música não se enquadra na concepção atual de "música erudita", no sentido de um Bach, de um Beethoven. De fato, a música dos Strauss sempre foi, por definição, uma música popular, mesmo quando dançada nos salões do imperador: ritmos contagiantes, memoráveis melodias, alegria inebriante. Nessas valsas, não há muito o que pensar, o que refletir. O que interessa é dançar, aproveitar o momento, sentir a vertigem dos rodopios e a alegria de viver à vienense.
E, para coroar esse espírito imensamente popular, as peças mais famosas dos Strauss - Marcha Radetzky, Valsa do Imperador, Vozes da Primavera, Tritsch Tratsch Polka, Relâmpagos e Trovões, Vida de Artista, Pizzicato Polka, Bombons Vienenses, Contos dos Bosques de Viena, o indefectível Danúbio Azul, entre outras obras - se não se encontram até hoje "na boca do povo", certamente são instaneamente reconhecidas.
Se não faz parte da galeria dos "grandes" compositores, Johann Strauss Jr. faz, sem dúvida nenhuma, parte da galeria dos músicos mais amados pelo público de todos os tempos. E não há prêmio mais importante para um artista do que esse.
Fonte: br.geocities.com

Johann Strauss Jr.
Johann Strauß II, Johann Strauss Jr. ou Johann Sebastian Strauß) (Viena, 25 de Outubro de 1825 — Viena, 3 de Junho de 1899) foi um grande compositor austríaco da Era Romântica. É filho de Johann Strauß I da família de compositores Strauß.
Estudou música com Joseph Dreschler. Em 1844, aos dezenove anos, fundou uma orquestra de danças. O repertório era formado por valsas e outras danças de vários autores, de seu pai e outras de sua autoria. Fez grande sucesso. Uma de suas composições teve que ser repetida dezenove vezes.
Em 1872, Strauß Jr. se apresentou nos Estados Unidos. Seus concertos atraíam tanto o público como compositores consagrados como Liszt, Brahms e Wagner . Este gostava tanto da obra de Strauß Jr, que considerava Danúbio Azul a maior composição clássica de todos os tempos.
Johann Strauss Jr. compôs mais de duzentas valsas, 32 mazurcas, 140 polcas e oitenta quadrilhas, num total de 479 obras publicadas, mais dezenas de peças manuscritas e outras realizadas em parceria com seus irmãos.
Casou-se três vezes, mantinha inúmeras aventuras sexuais e ficava constantemente doente tanto por "excessos amorosos" como por seu ritmo intenso de composição.
Na década de 1870 começou a escrever operetas. As duas primeiras foram Indigo, de 1871, e O carnaval de Roma, em 1873. A obra mais consagrada foi em 1874, com O Morcego, com libreto de Carl Haffner e Richard Genée, a partir de Le Réveillon, de Henri Meilhac e Ludovic Halévy, ambos libretistas de Jacques Offenbach.
É autor das operetas: Uma noite em Veneza, de 1883, O barão cigano, de 1885, Sangue vienense, de 1899, entre outras.
Fonte: pt.wikipedia.org