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Suazilândia

SUAZILÂNDIA, PEQUENO PARAÍSO

Suazilândia é um pequeno país, mas oferece bastante variedade quanto a atividades para o turista e algumas zonas de grande relaxamento e tranquilidade. Tudo temperado com originais e belas cerimônias tribais e tradicionais, e com a exuberância de seus Parques Nacionais.

SUAZILÂNDIA, PEQUENO PARAÍSO - INFORMAÇÃO PRÁTICA

ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO

Passaporte em vigor e visto obrigatório se a estadia superar os 60 dias.

CLIMA

Clima variado dependendo da zona: sub-tropical seco nas terras baixas e temperado e úmido nas altas. As chuvas aparecem de outubro à março.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM

Recomenda-se levar roupa de algodão e calçado cómodo, capa de chuva, óculos de sol, chapéu, protetor solar e repelente contra insetos.

IDIOMA

Os idiomas oficiais são o inglês e o siswauti (swazi).

ELECTRICIDADE

A corrente elétrica é de 220 volts à 50 Hz.

MOEDA E CÂMBIO

A moeda oficial é o Lijangeni, plural emalangeni (SZL). Um SZL equivale à 100 centavos. Moedas 1, 2, 5, 10, 20 e 50 centavos e 1 lilangeni. Notas de 2, 5, 10, 20 e 50 emalangeni. Os bancos importantes aceitam cheques de viagem.

EMERGÊNCIA-SAÚDE-POLICIAMENTO

Precisa de vacina contra a febre amarela procedendo de zonas infeccionadas. É aconselhável a vacina contra o tifo e a pólio e a profilaxia antimalária. Não tomar banho em águas paradas por risco de bilarciosis. Recomenda-se não beber água da torneira e não tomar alimentos sem cozinhar. É aconselhável levar farmácia bem preparada e viajar com um seguro médico e de assistência.

CORREIOS E TELEFONIA

O serviço de correios em Suazilândia é devagar e oferece pouca confiança.

Para ligar a Suazilândia deve discar 00-268, seguido do número do assinante.

FOTOGRAFIA

É bom ir provido de filtros solares, vários filmes (alguns de alta sensibilidade), e lembrar que em certas cerimônias não está permitido o uso de máquinas fotográficas.

HORÁRIO COMERCIAL

Lojas abrem de segunda-feira à sexta-feira das 9.00 às 13.30 horas e de 16.00 às 19.30 horas Algumas fecham aos sábados pela tarde. Domingos estão fechados (exceto os lugares turísticos). Alguns bancos abrem aos sábados de manhã.

GORJETAS

Em alguns restaurantes costuma-se incluir uma porcentagem em conceito de serviço. Em caso contrário e ficando satisfeito com o recebido, se aconselha deixar gorjeta.

TAXAS E IMPOSTOS

Suazilândia tem um imposto sobre as vendas (IVA) de 10%. Os vôos internacionais têm uma taxa.

SITUAÇÃO E GEOGRAFIA

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Ao sul do Trópico de Capricórnio, Suazilândia ocupa uma área de 17.364 quilômetros quadrados e está dividido politicamente em 4 distritos. Limita-se ao leste com Moçambique e ao sul, oeste e norte com a África do Sul.

Pode-se distinguir 4 regiões segundo o relevo: o Alto Veld, continuação do Drakensber sudafricano, cuja altitude máxima é Emlembe (1.859 metros); o Médio Veld, com uma altitude Média de 600 a 700 metros; trata-se de uma região com férteis vales e colinas. O Baixo Veld com uma altitude máxima de 701 metros, o Nkambeni, um terreno algo ondulado; e por último, o Lubombo ao leste do Baixo Veld, uma região íngreme com uma altitude máxima de 823 metros.

Suazilândia é um dos países da África Meridional com maior número de rios, entre eles e de norte para sul, o Lomti, Umbeluzi Preto, Usutu, Ngwempisi, Mkhondo.

O clima é variável dependendo da zona, desde semi-tropical nas terras baixas à úmido e semi-temperado no Alto Veld; no Lubombo é sub-tropical e seco. As temperaturas máximas e mínimas registradas na capital, Mbabane, são 36 graus centígrados e -5, respectivamente. A média anual de chuvas é de 1.402 mm. As mesmas aparecem entre os meses de outubro à março.

FLORA E FAUNA

As zonas muito secas caraterizam-se por uma flora constituida por acácias, árvores espinhosas e arbustos. As espécies mais notáveis são o baobab, a caoba e árvores de folha perene.

Nas partes altas encontram-se a maioria dos animais selvagens; ao norte girafas e crocodilos; ao oeste hipopótamos; e ao sul búfalos e numerosas espécies de aves.

ARTE E CULTURA

O fato cultural mais importante em Suazilândia são as Cerimônias Incwala, perto de Lobamba no vale Ezulwini, entre finais de dezembro e princípios de janeiro. Também é importante o Umhlanga ou Dança do Bastão, celebrada no mesmo lugar em agosto ou setembro (aconselha-se ir nos escritórios de turismo para conhecer a data exacta destes eventos).

A Cerimônia Incwala celebra o ano novo e os primeiros frutos da colheita: o Rei otorga aos súbditos o dereito a consumir os nascentes alimentos e todos esperam a queda das chuvas após terminar a cerimônia (fotografias não estão permitidas neste evento de profunda religiosidade).

O Umhlanga ou Dança do Bastão é levada a cabo por jovens mulheres solteiras que juntam madeiras para a reparação e manutenção do Palácio Real, e são oferecidas como noivas reais.

LOCAIS TURÍSTICOS

MBABANE

Com perto de 50.000 habitantes Mbabane é a capital do país e a maior cidade de Suazilândia. Aqui não há muito para ver ou fazer - o adjacente vale Ezulwini tem as atrações -, mas é um lugar muito sossegado para descansar.

É de destacar o Mercado Swazi no sul, no fim da rua Allister Miller, um bom lugar para comprar manualidades, mas os preços são melhores em qualquer outro lugar do país. Também a Galeria Indingilizi, na rua Johnstone, vende artesanato tradicional e alguns excelentes trabalhos de artistas contemporâneos de Suazilândia. No Passeo (Mall), frente à Praça Swazi, Fantasia Africana faz camisas e camisetas com diferentes estampados.

VALE EZULWINI

Este é o vale real de Suazilândia. Começa nas aforas de Mbabane e extende-se até passados 18 quilômetros a povoação de Lobamba. A maior parte das zonas interessantes estão nas proximidades desta bela cidade.

LOBAMBA

É a capital real e legislativa do país e embora não pode visitar-se a Vila Real, pode-se ter uma ideia da monarquia em ação no Kraal Real em Lobamba, durante a cerimônia de Incwala e o Umhlanga.

Nas redondeças do Estadio Nacional Somholo produzem-se os mais importantes eventos, como a coroação.

O Museu Nacional tem algumas interessantes exposições e é aqui onde pode-se obter informação sobre os Parques Nacionais. De lado do Museu está o Parlamento, que algumas vezes abre-se aos visitantes: é aconselhável vestir adecuadamente.

Por último, nomear as Cascatas Mantenga, que bem valem uma visita. A estrada é empinada e algumas vezes perigosa (se aconselha fazer o viagem com guías experientes).

MANZINI

É o centro industrial do país. A cidade mesma não é grande, mas o ambiente produz a sensação de estar em outra nação diferente da agradável e rural Suazilândia. O mercado da quinta e sexta feiras de manhã é excelente. O ideal é ir bem cedo, quando a população do campo trazem suas manualidades e artesanatos para vendé-las a minoristas.

O NORDESTE DO PAÍS

O nordeste é o maior centro da produção de açúcar do país. Os centros principais de população são cidades feitas na medida do açúcar: Mhlume, Tambankulu, Simunye e Tshaneni. A vila de Simunye bem merece visita.

PIGGS PEAK

Situado no íngreme canto noroeste do país, esta pequena cidade é o centro da exploração forestal. Há enormes plantações de pinhos na zona, com algumas espetaculares vistas. Neste cenário se incluem as Cascatas Phophonyane, a 8 quilômetros ao norte da cidade.

A zona é conhecida pelos bons artesanatos, e são muitos os centros dedicados a sua elaboração e venda.

PARQUES NACIONAIS DE SUAZILÂNDIA

O sistema de reservas compõe-se de 3 Parques Nacionais e 2 Reservas Naturais. Os Parques estão administrados pelo "Big Game Parks", com sede no Santuário da Vida Salvaje de Mlilware, e seu escritório de reservas está no Passeo (Mall) de Mbabane. As duas reservas estão administradas pela "Trust Commission", que fica no Museu Nacional em Lobamba.

PARQUE NACIONAL REAL HLANE

No Parque Nacional Real Hlane, ao nordeste do país, podem-se ver rinocerontes brancos, hipopotamos, leões e olifantes em visitas guiadas. É uma popular estação para os viajantes que vão para Mozambique (dispõe de serviço de camping).

RESERVA MKHAYA

A Reserva Mkhaya é o refúgio para as espécies em perigo; é similar às exclusivas reservas privadas de Sudáfrica. Aquí podem ver-se muito de perto rinocerontes brancos e pretos, olifantes e outras espécies. A reserva encontra-se às aforas de Manzini, na estrada para Big Bend, perto do casario de Phuzumoya. dispõe de serviços de alojamento, comidas e viagens organizados.

SANTUÁRIO DA VIDA SELVAGEM MLILWANE

O Santuário da Vida Selvagem Mlilwane está perto de Lobamba, no vale Ezulwini, e foi a primeira zona protegida de Suazilândia. Pode-se ver rinocerontes, girafas, zebras, crocodilos, hipopótamos e muitas espécies de antílopes. Pode-se caminhar ou cavalgar pela reserva, igual que dirigir de noite. Dispõe de serviço de camping e comidas.

RESERVA NATURAL MLAWULA

A Reserva Natural Mlawula encontra-se no leste do país, e compoe-se de planícies e das Montanhas de Lebombo. Estas 18.000 hectares estão em um duro mas impressionante paisagem. Chegase a belas vistas tanto de pé quanto de carro, e entre seus animais há antílopes, hienas e uma importante e variada população de cobras (mamba preta, cobra cuspidora, etc.); e entre os aquáticos o crocodilo. A entrada à reserva encontra-se a uns 10 quilômetros ao norte de Simunye (dispõe de alojamento).

RESERVA NATURAL MALOLOTJA

Dispõe sobre tudo de espécies de antílopes. Existem longos senderos, alguns deles de mais de uma semana de percurso. Pode-se entrar com veículo e

No íngreme noroeste do país encontra-se a Reserva Natural Malolotja, que existem cabinas onde dormir em grupos. Reservas se fazem no Museu Nacional em Lobamba. A entrada ao Parque está a 35 quilômetros de Mbabane, na estrada que conduz a Piggs Peak.

GASTRONOMIA

Suazilândia distingue-se pela variedade nos pratos preparados em base á ricas carnes com milho e curries. Outros dos tiragostos mais populares são o bunny chow, consistente em uma fogaça de pão com carne, as espigas assadas e camarões. Nos principais hotéis e restaurantes encontrará pratos do tipo ocidental, assim como as bebidas mais comuns de Ocidente. No caso contrário aconselhamos beber água engarrafada.

COMPRAS

Destacam seus artesanatos de fibras vegetais como esteiras, cestas e peças de olaria tradicionais. Destacam também as diversas figuras de madeira talhada, avelórios, instrumentos tribais como lanças e tambores, trabalhos em cuoro, batiks e variadas figurinhas de pedra. Na capital há diversas mostras nos mercados (inclusive excelentes obras de artistas nacionais contemporâneos), mas é seguro que os preços serão de mais vantagem em outros lugares do país.

POPULAÇÃO E COSTUMES

A população nativa pertence à raça bantú, cafres e zulúes; também há uma minoria branca, principalmente ingleses ou sudafricanos, e grupos de outras étnias. As relações entre as diferentes raças são boas, não há segregação racial como tem acontecido no vizinho país. A população total é de 1.032.000 habitantes segundo censo do ano 97.,

Os swazi pertencem aos bantúes meridionais e em concreto aos cafres, chamados também angones. São conhecidos pelo pitoresco folclore. Os homems se cobrem, mas muito poco, apenas os costados e costumam levar dependuradas suas armas, enquanto as mulheres se empastam os cabelos em forma de torre. O vestido que levam éstas é uma falda de pele suave. Um dos costumes que tem ao chegar a época das chuvas é derrubar um touro às pauladas.

O país tem duas capitais, Mbabane que é a capital administrativa, e Lobamba, a capital real e legislativa.

ENTRETENIMENTO E FESTIVIDADES

ENTRETENIMENTO

Talvez a maneira mais particular de ocupar o tempo no país seja desfrutando de suas importantes cerimônias religiosas e culturais, como as que têm lugar no vale Ezulwini, as cerimônias Incwala e Umhlanga, onde convém lembrar que estão proibidas as fotografías.

Por outro lado, para os amantes da vida noturna há alguma possibilidade de "matar o bicho" na capital, Mbabane. No entanto, a principal atração do país é sua natureza, com variadas quedas de água e diversos Parques Nacionais, onde podem-se realizar interessantes safaris fotográficos (ver o apartado de Locais Turísticos).

FESTIVIDADES

As festas públicas incluem o 1 de Janeiro, 5, 8 e 19 de Abril, 16 e 27 de Maio, 22 de Julho, 24 de Agosto, 6 de Setembro (Dia da Independência), 24 de Outubro, 25 e 26 de Dezembro e 31 do ultimo mês. A Semana Santa também é celebrada.

TRANSPORTES

Avião

No norte de Manzini encontra-se o aeroporto Internacional Matsapha. Há vôos diários a Johanesburgo e menos frequentemente a Tanzánia, Durbam (Sudáfrica), Harare (Zimbâbue), Lusaka (Zâmbia), Maputo (Mozambique), Maseru (Lesotho) e Nairobi (Kênia).

Trem

Só existem trens de mercadorias.

Ônibus

Existe um muito bem organizado serviço de ônibus e alguns expressos viajando em rotas regulares. Os mini-ônibus fazem as rotas mais curtas.

Carro

A maior parte das estradas em Suazilândia estão em bom estado, mas há que ter cuidado com as pessoas e animais atravessando a via. O limite de velocidade é 80 quilômetros/h só e a maioria dos condutores respeitam-o. Se dirigir para o vale Ezulwini encontrará tráfego lento; a mesma coisa acontece na íngreme estrada desde Mbabane à Piggs Peak.

Pelas estreitas estradas sem pavimentar há que vigiar o passo dos rápidos ônibus, assim como os possíveis motoristas bébados (o limite permitido de álcool é elevado, um 0.15 %).

Fonte: www.rumbo.com.br

Suazilândia

Geografia da Suazilândia

Área: 17.364 km². Hora local: +5h.
Clima: tropical de altitude.
Capital: Mbabane.
Cidades: Mbabane (80.000) (aglomeração urbana) (2001), Manzini (25.571) (1997), Nhlangano (4.108), Pigg's Peak (3.223), Siteki (2.271) (1986).

População

1,1 milhão (2004)

Nacionalidade: suazi

Composição: suazis 97%, europeus (ingleses e holandeses) e zulus 3% (1996).

Idiomas: inglês, sissuáti (oficiais).

Religião: cristianismo 86,9% (independentes 45,6%, sem filiação 19,3%, outros 25,2% - dupla filiação 3,2%), crenças tradicionais 10,7%, outras 1,4%, sem religião 1,2% (2000).

Economia

Moeda: lilangeni; cotação para US$ 1: 6,26 (ago./2004).

PIB: US$ 1,2 bilhão (2002).

Força de trabalho: 404 mil (2002).

Relações exteriores

Organizações: Banco Mundial, Comunidade Britânica, FMI, OMC, ONU, SADC, UA.

Embaixada: 3400, International Drive NW, Washington D.C. 20008, EUA.

Governo

Monarquia parlamentarista.

Div. administrativa: 273 áreas tribais.

Chefe de Estado: rei Mswati III (desde 1986).

Primeiro-ministro: Themba Dlamini (desde 2003).

Partidos: Congresso Nacional Libertador Ngwane (NNLC), Movimento Democrático Unido do Povo (Pudemo), Movimento Nacional Imbokodvo (INM), Partido Progressista Suazi (SPP) (todos na ilegalidade).

Legislativo: bicameral

Senado: 30 membros

Assembléia Nacional: 65 membros.

Constituição: 1978.

Descrição

Esse pequeno e montanhoso país do sul da África, sem saída para o mar, é uma das poucas monarquias remanescentes no continente. Em seu território predominam os planaltos cobertos por savanas e pastagens. A sociedade, patriarcal e formada por clãs, admite a poligamia. A economia se baseia na agropecuária, mas o país não é auto-suficiente na produção de alimentos. A Suazilândia exporta cana-de-açúcar e abriga importantes reservas de carvão. A saúde pública enfrenta uma catástrofe: quase 40% da população adulta está contaminada pelo vírus HIV.

História da Suazilândia

A região é ocupada, no século XIX, pela nação suazi. Acordos firmados entre o Reino Unido e o Transvaal (Estado criado por bôeres, colonos de origem holandesa e alemã) prometem a independência do reino, diante dos zulus, já em 1881. Torna-se protetorado britânico em 1903, depois da vitória do Reino Unido na Guerra dos Bôeres. Suazilândia obtém independência em 1968, como monarquia constitucional liderada pelo rei Sobhuza II. Em 1973, o rei dissolve o Parlamento, revoga a Constituição e proíbe os partidos, assumindo poderes absolutos. Desde então vigora no país o estado de sítio.

Protestos

Uma nova Constituição, em 1978, cria um Parlamento com poderes limitados e mantém os partidos na ilegalidade. Sobhuza II morre, em 1982, e é sucedido pelo filho Makhosetive, coroado em 1986 com o nome de Mswati III. Na década de 1990, o fim do apartheid na África do Sul impulsiona o movimento por democracia no país. As primeiras eleições legislativas são realizadas em 1993. Em 1996 ocorre uma greve geral pelo fim da monarquia. Mswati III instala um Comitê de Revisão Constitucional (CRC). Novos protestos ocorrem em 1997 e 2000.

Fatos recentes

Em 2002, Mario Masuku, líder da oposição à monarquia e presidente do Movimento Democrático Unido do Povo (Pudemo), é inocentado da acusação de incentivar rebelião contra o Estado. A Alta Corte de Justiça do país ordena sua libertação, após dois anos preso. Na seqüência, o Parlamento derrota a proposta de compra de um jato de 45 milhões de dólares para o rei, que insiste na idéia. O valor é mais que o dobro do orçamento nacional de saúde. Em 2003, os sindicatos chamam greve geral pela redução dos poderes do rei.

Em janeiro de 2004, Mswati III pede ao Parlamento 15 milhões de dólares para construir um palácio para cada uma de suas esposas. O primeiro-ministro declara, em fevereiro, que o país está ante uma crise humanitária, após três anos de seca. Em julho, são anunciados dados terríveis sobre a aids no país: 20% da população está contaminada com o vírus HIV. Na faixa dos 15 aos 49 anos, o índice é de 38,8%.

Fonte: www.casadasafricas.org.br

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